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  • muser Rafael Nogueira
    2018-11-25 15:00:16 -0200 Thumb picture
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  • 2018-11-15 13:20:38 -0200 Thumb picture
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  • rodrigockp Rodrigo
    2018-09-21 18:46:00 -0300 Thumb picture
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  • cleitonaruto937 Cleiton José da Silva
    2018-09-21 08:27:11 -0300 Thumb picture
    <p><a href="https://twitter.com/cleitonaruto937/sta - Alvanista

    C 3

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  • joanan_van_dort Joanan Oliveira Batista
    2018-08-12 20:26:39 -0300 Thumb picture
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    O Castelo Animado

    Um dos filmes favoritos da minha vida!  Nunca me canso... A vida é repleta de amor, tenha ou não magia. Hayao Miyazaki é sempre genial! E está certo...

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      kipocalia · 6 meses atrás · 2 pontos

      Um dos meus filmes favoritos do estúdio. Acho que é esse, Princesa Kaguya e o Tumulo dos Vagalumes.

      1 resposta
  • edknight Eduardo Botelho
    2018-08-10 16:48:12 -0300 Thumb picture
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    Duvida

    Primeiro, para contexto, um vídeo.

    Eu comecei a acompanhar Magic The Gathering, de verdade, quando conheci a série Spellslingers. Antes disso tinha tentado acompanhar alguma coisa de Magic no Youtube, mas é meio chato ver jogos de profissionais porque eles jogam muito rápido e quem não manja basicamente todas as cartas fica boiando.

    No Spellslingers, o Day9 dá uma pegada mais amistosa para o jogo. Os jogadores tomam algum tempo para tomar suas decisões, tem os comentários dos jogadores, eles meio que anunciam o que vão fazer, enfim, dá uma certa teatralidade ao negócio mas fica mais amistoso para novatos.

    Minha dúvida é: Cês conhecem algum canal que faz esse tipo de conteúdo em português? E uma segunda questão, canais que fazem esse tipo de conteúdo com outros card games, sei lá, pokemon, yu-gi-oh, Star Wars, até mesmo LCGs? (No caso, seriam jogatinas presenciais, com os jogadores fisicamente no mesmo espaço e jogando com cards reais, games online eu já vi um tanto de material razoável, mas não interessa para os fins que eu procuro)

    Magic The Gathering Arena

    Plataforma: PC
    18 Jogadores
    31 Check-ins

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      hukori · 6 meses atrás · 1 ponto

      Vish cara, Brasil é bem carente de canal de TCG mais voltado para entretenimento, nessa pegada bem montada e tudo mais tu não acha, mas eu tenho um que tem uma pegada menos competitiva e mais explicativa, é um de Yu-Gi-Oh chamado XP Dobrada, mas não joga físico no videos, é mais em app ou dentro de jogos da série e jogando online ou só mostrando Deck mesmo.

      Tá ai um vídeo recente dele:
      https://www.youtube.com/watch?v=cFwVO3AnRGM

      6 respostas
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      andre_andricopoulos · 6 meses atrás · 1 ponto

      Já gostei desse loiro e suas mãos habilidosas...

      4 respostas
  • cleitonaruto937 Cleiton José da Silva
    2018-07-12 21:43:04 -0300 Thumb picture
  • isadoublex Isabela Silveira
    2018-07-01 00:03:30 -0300 Thumb picture
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    A Dificuldade dos Jogos de Hoje

    Medium 3646492 featured image

    Já perdi a conta de quantas vezes ouvi que os jogos atualmente estão ficado cada vez mais fáceis, que os de antigamente eram mais difíceis, tinham bosses melhores, enigmas mais complexos... Como cresci com um tio amante voraz de videogames, sempre o assisti jogando os antigos Resident Evil, Marios, GoldenEye, Ocarina of Time entre jogos de N64, Super Nintendo e outros da geração. Mas o tempo é o tempo e ele passa, com os novos tempos vêm novas gerações de jogos que despertavam mais o interesse meu e dos meus irmãos do que desse meu tio. Este não via nesses mais novos o mesmo nível de dificuldade dos de sua geração e, apesar de gostar de alguns, criticava. 

    E eu não acho necessariamente errado você comparar uma geração com a outra. Sabe o que eu acho errado? Padronizar a forma de análise. 

    O critério que eu vejo sendo usado por todo esse pessoal que escuto comparando as dificuldades dos jogos novos e antigos é o mais técnico: a jogabilidade, o nível de força do boss, o quanto você precisa rachar a cuca para decifrar um enigma, etc. De fato, muitos jogos que vemos por aí não apresentam muita dificuldade nesse sentido - e aqui eu não vou nem decorrer sobre o público alvo de cada game -, como em Pokemon X onde capturar o pokemon lendário que o simboliza é de uma facilidade absurda, bem diferente da dificuldade (que pelo menos eu senti) de capturar um dos cães lendários ou o próprio Lugia/Ho-Oh de SoulSilver/HeartGold. Mas venho refletindo nesses critérios utilizados para análises e quero convidar vocês a pensarem um pouco comigo.

    Na minha opinião, a magia de um videogame está no quanto ele é capaz de te levar para um mundo diferente, seja para pensar melhor em algo, para sentir tensão ou só para se divertir mesmo. O quanto vamos imergir depende muito do que o game conta, sua história, a trama a ser desenrolada, e, principalmente, dos personagens que o habitam. Tudo isso, quando bem construído, gera um peso emocional no jogo. Aí, o que até então era apenas mais um jogo eletrônico que pode-se ligar e desligar a qualquer momento, se torna um outro mundo pelo qual sentimos muito carinho porque nos sentimos ligados a ele, em maior ou menor grau, e esse peso emocional que vai sendo estabelecido com o decorrer do desenvolvimento dele acrescenta um outro tipo de dificuldade. 

    O jogo que mais me mostra isso é Life is Strange. Tecnicamente é muito fácil: a jogabilidade é point-and-click, os pequenos puzzles que você encontra por ele são de fácil solução e o jogo é basicamente você controlando uma adolescente que descobre ter uma peculiaridade e tem que lidar com isso, ao mesmo tempo que vive o normal (digamos assim) da vida de uma adolescente. Mas ainda assim é um dos jogos mais difíceis que eu já joguei, porque ele é desenvolvido com tanta atenção e sensibilidade - a construção de cada personagem e relacionamento entre eles, trilha sonora, fotografia, tudo - que nos leva a imergir muito rápido na trama, e quando você menos percebe já está envolvido até demais com os personagens. E então, quando tem que fazer decisões que vão interferir na vida deles... É difícil. Não difícil como ah mano, não consigo passar desse boss chato, tomate cru; é o difícil calma, deixa eu pensar no que vou escolher porque não quero machucar ninguém aqui. Ele vai fundo, mexe com seu emocional, com seu psicológico. Quando acaba um Episódio mais impactante, por mais viciado que você esteja, é difícil seguir para o próximo imediatamente porque você não está preparado para continuar. Não preparado por não ter os equips ou level necessários, e sim por ter tido suas estruturas internas totalmente abaladas pelo que acabou de acontecer.

    Outro que posso usar aqui para ilustrar é a franquia Kingdom Hearts que, embora tenha batalhas e bosses e tudo o mais, não se destaca por dificuldade nesse sentido. Só que a história é tão linda e a trama consegue te deixar tão afeiçoado aos trios principais de cada jogo que você fica de fato preocupado com eles. Então, quando você é fisgado aí dentro, o jogo te coloca com um boss diferente: um amigo do protagonista que foi corrompido, seu mestre, aquele que você achava que tava do seu lado... E esse emocional colocado dificulta a batalha porque, mesmo sabendo que precisa vencer, você sabe que no final das contas quem vai ser derrotado é um personagem que te cativou de alguma forma. Maior exemplo disso é o 365/2 Days; não importa o quanto sofra para derrotar o boss final, nada vai ser tão difícil como assistir as cenas finais do jogo.

    Poxa Isa, mas isso varia muito de um player para outro! Alguns são menos emocionais e não sentem tanto afeto ao que tá rolando ali, você pensa. E tem razão. Mas no final das contas, a análise da dificuldade técnica no geral não é feita a partir da opinião e acervo de quem está jogando também?

    Acredito que possamos analisar os games de forma menos superficial e entender o que ele está realmente transmitindo antes de começar a dar notas meramente técnicas a eles. Até porque não acho muito crível que alguém se proponha a investir muito dinheiro em algo sem ter o mínimo propósito.

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      minato3 · 8 meses atrás · 3 pontos

      Excelente post.Li tudo agora.E concordo com você.Dificuldade é algo subjetivo se levar em conta em qual fator o jogo seja um desafio ou não,difícil ou não.Uma analise técnica não é uma analise inteira de um jogo pq,muitas vezes jogando o game mais afundo,da pra perceber mais do que se fosse fazer uma analise superficial,fazendo uma analise maior,e,com mais conhecimento em base do jogo analisado.

      E não tem como fazer uma analise 100% superficial e técnica sem um "q" de opinião e experiência que passamos na imersão trazida do jogo para CADA um dos jogadores.

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      natnitro · 8 meses atrás · 3 pontos

      Aqui no ocidente tem uma regra meio implícita de que as "crianças" pagaram pelo jogo, elas não podem se frustrar, então alguns jogos vão por esse lado sim, mas ao mesmo tempo tem jogos que são hard ao extremo, como os dark souls 1 e 3, Demon's Souls, Nioh, etc, que apesar de não serem do mainstream, são uma excelente opção pra quem quer passar um pouco de raiva... :-)

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      reasel · 8 meses atrás · 2 pontos

      É só mudar a dificuldade e pronto

      5 respostas
  • 2018-05-23 18:09:01 -0300 Thumb picture
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    O peso de uma decisão...

    Medium 3631721 featured image

    Não é preciso dizer da importância de suas escolhas e decisões como ser humano, para mudar o rumo de nossa história...

    Jogos com trama interativa não são novidades na industria dos games. Em 2005 o icônico Fahrenheit (Indigo Prophecy), da pioneira no gênero Quantic Dream, trouxe a verdadeira importância de uma escolha e decisões no mundo dos games.

    Anos mais tarde o aclamado Heavy Rain, apresentou uma trama totalmente envolvente em cima de um suspense policial, onde a vida de quatro protagonistas diferentes se entrelaçavam ao longo de uma narrativa decidida por você.

    Não satisfeita em trazer histórias envolventes, a empresa decide abordar assuntos mais delicados como espiritualidade e vida após a morte, em Beyond Two Souls. Contando a história de uma menina que nasceu presa a uma entidade misteriosa, o jogador passa por todas as fases de sua vida, com o importante papel de decidir se ela terá uma vida difícil ou muito difícil, através de escolhas que influenciarão muito a vida dela.

    Nem entrarei no quesito de importância que o jogo possui, em abordar tal tema, quanto em trazer um elenco de atores renomados como Ellen Page e Willem Dafoe, dando muito mais valor a vida e aos sentimentos e emoções que o jogo transmite.

    Vindo para provar que não é só a pioneira: Quantic Dream, que consegue criar jogos de narrativa interativa extraordinária no gênero. A Square Enix decide apoiar um pequeno estúdio francês, a dar vida a uma obra, totalmente diferente do tradicional da empresa, eis então que nasce Life is Strange.

    Narrando em formato episódico, a obra, conta a história de Maxine Caulfield - Max, para os íntimos - na pacata cidade de Arcadia Bay, onde ela descobre possuir o estranho poder de voltar no tempo. Ao prever a chegada de uma enorme tempestade, que destruirá sua cidade, Max ainda confusa, assume a responsabilidade de impedir que tal desastre aconteça.

    Em um primeiro momento você se depara com tal sinopse e pensa se tratar de um jogo simples, com uma abordagem até interessante, afinal, viagens no tempo são muito legais. Eis o diferencial do jogo, ele vai muito além disso, trazendo a tona diversos temas de importância social, como: abuso sexual, uso abusivo de drogas, depressão, sucídio, perseguição religiosa, bullying, entre outros diversos temas delicados, que exgigem uma certa atenção nos dias de hoje. 

    - pois é, anos antes de 13 Reasons Why, um jogo eletrônico já abordava isso -  

    Tudo isso é visto na perspectiva de Max, que ao avançar no enredo, vai de encontro a diversos personagens que se somam a trama. Desde o aluno sem condições financeiras que precisa se manter no esporte para conseguir uma bolsa de estudos; o aluno rico com uso abusivo de drogas; a garota estranha que possui uma fé cega imposta pela família religiosa, até ao professor misterioso mais simpático e legal da escola.

    Cada personagem é muito bem construído, isso da início a um processo de escolhas que vão começar a dar sinais de suas consequências, é aqui que cada decisão começa a ter um peso real e diferente.

    Mas até onde é legal o fato de tomar decisões e voltar no tempo podendo alterar elas?

    - Até o final do jogo!

    Obviamente, cada decisão tomada por Max, desencadeia uma cascata de efeitos borboletas, que leva você a pensar se esta fazendo certo ao tentar mudar o curso da história, por mais doloroso que isso seja. O jogo aos poucos ai desenrolando sua história, e se torna envolvente a cada episódio. São pouco os momentos onde o entusiasmo do jogo apresenta uma desacelerada.  Cada escolha que você faz, começa a criar sua própria linha temporal de enredo, isso somado a uma trilha sonora impecável, que foi propositalmente criada para transmitir um sentimento de vazio e culpa, Life is Strange caminha entre as diversas tramas até seu desfecho espetacular, junto de seu plot twist, onde pela ultima vez uma decisão tem que ser tomada.

    Life is Strange traz a tona toda uma reflexão de como certas atitudes e decisões tomados em nosso cotidiano podem ter consequências diretas suas. Assim como os filmes, séries, livros problematizar algo é muito fácil, mas quando você se sente na pele de outra pessoa, tudo é diferente. O poder de matar ou deixar algum personagem viver, ao longo da narrativa te faz refletir sobre como seria se você pudesse tomar uma decisão e mudar ela voltando no tempo. Já pensou como tudo seria fácil se você simplesmente pudesse voltar? Pois é, acho que você não jogou Life is Strange! A obra traz um desfecho simplório, talvez previsível, mas nos deixa a reflexão de que não importa se é um jogo eletrônico ou é a vida, todas as escolhas e decisões que tomamos - ou não - tem consequências, e algumas delas irreversíveis.

    Life Is Strange

    Plataforma: Playstation 4
    883 Jogadores
    289 Check-ins

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      artigos · 9 meses atrás · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      leopoldino · 9 meses atrás · 3 pontos

      Gostei do Fahrenheit, pena que ele só tem 3 finais que só são definidos pelas ultimas escolhas do jogo, exatamente como no Deus EX original.

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      alphagaara · 9 meses atrás · 2 pontos

      Excelente artigo!

      Joguei todos os jogos (menos o Fahrenheit) e adorei todos! A meu ver: Life Is Strange > Beyond Two Souls > Heavy Rain.

      O Life Is Strange, como tu o disseste, é simplesmente LINDO. Eu passei duas semanas a ouvir a banda sonora no Spotify e dava por mim a chorar ao mesmo tempo! Só para ver o quanto uma pessoa pode ligar-se às personagens 'fictícias' e às histórias das mesmas!

      Agora estou bastante curioso com o Detroit Become Human. Parece que vai ser o jogo do estilo mais evoluído até hoje!

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  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2018-05-30 21:20:02 -0300 Thumb picture
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    _gustavo fez um check-in em:
    <p>Continuando as viagens pela&nbsp;</p><p>AMÉRICA - Alvanista
    American Truck Simulator

    Plataforma: PC
    32 Jogadores
    44 Check-ins

    Continuando as viagens pela 

    AMÉRICA !!

    Eu peguei uma carga pra Nevada mas no meio do caminho....

    Bela tática pousar no meio da pista e atrapalhar o transito hein amigão ?

    Aí eu cheguei em Reno !

    Dei um up, atualmente Nível 8, e peguei outra carga para Primm

    "Primm, that'll be OUR secret"

    28
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