claudia_mr

Recomendo jogos não cadastrados na Alva ou com 0 posts. Faço parte do Video Games Death desde 2011

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  • 2019-07-15 17:58:15 -0300 Thumb picture

    Feliz Natal?

    Boa tarde! Hoje trago uma análise mais detalhada que de costume, pois é um jogo que precisa de uma boa propaganda, já que ele aparenta muito simples. O jogo da vez é: Merry Christmas, Alfred Robbins. Um Adventure feito por HillBilly, e que pode ser baixado gratuitamente, e eu deixarei o link de download no fim do post.

    Eu ADORO jogos indie, principalmente pois eu já zerei tantos que eu achei melhores que jogos famosos e feitos por grandes empresas. E hoje eu vim desenterrar outra jóia do gênero.

    Alfred Robbins é um homem com uma vida comum; tem um emprego simples, esposa, um filho e um gato de estimação.
    Ele chega tarde em casa depois de ter feito hora extra; é noite de natal e ele percebe que sua casa está bem vazia, sem presentes embaixo da árvore. Ele então decide fazer o que for possível para melhorar a situação e surpreender sua família na manhã de natal, e você deve ajudar ele a realizar isso com o pouco que tem; será possível?

    O jogo é um point-and-click cheio de tarefas a cumprir. Para quem está acostumado a jogar esse tipo de jogo, os controles serão bem característicos.
    Você deve recolher objetos e usá-los, também combinar outros objetos. Como eu disse, são controles constantes em Point and Click.

    O estilo dos personagens é bem diferente dos demais. Cabeças grandes com olhos esbugalhados inteiramente brancos, e o garotinho dormindo, mesmo sem vermos seu rosto, passa uma imagem pacífica. O estilo da casa é simples e simpático: cômodos pequenos, móveis sem combinar, vazamento no banheiro e quadros bobos espalhados pela casa. As cores são bem vibrantes.

    O jogo tem uma musiquinha calma de fundo, e os demais sons do jogo são muito bem feitos: som dos passos de Alfred, o barulho da descarga e de vidro se quebrando. O som do telefone tocando e da voz ruidosa que sai de lá. Sons na medida certa.

    Enfim, é um jogo simples, mas preocupado com detalhes. Os comentários que Alfred faz durante o jogo soam bem reais; como ele se cortando com o vidro do esmalte e tirando-o de lá, dizendo que pode ser perigoso alguém se cortar ou reclamando não gostar da cor da almofada.

    Quem já viu meus posts, percebeu que eu gosto de jogos marcantes, e claro que esse é um deles, ou eu nem perderia tempo em recomendar ele. Quem zerar o jogo, pode vir falar comigo depois (mas, deixando alerta de spoiler)

    Baixe o jogo aqui: https://gamejolt.com/games/merry-christmas-alfred-robbins/3

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      niji_surana · 3 months ago · 2 pontos

      Caralho faz mor cota q agnt zerou junto

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      gus_sander · 3 months ago · 2 pontos

      Compartilho do amor por jogos indie, são minha paixão! Quanto ao jogo, parece ser do tipo que gosto de jogar em uma madrugada tranquila, vou baixar pra dar uma olhada.

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      srdeath · 3 months ago · 2 pontos

      Gamejolt sempre acho coisa boa, tenho até o cliente dele baixado no PC, zerei alguns Bad Dream dias atras, acho que foi até tu que me mostrou o site... vou jogar esse, não lembro se ja joguei...mas vlw a dica!

      3 replies
  • 2019-07-14 22:07:58 -0300 Thumb picture

    Escape from Bug Island com uma Colegial Japonesa e um Coelho Ladrão

    O Nintendo Wii tem bons jogos de horror, um deles é Escape from Bug Island, onde seus inimigos são uma infinidade de insetos enormes que grudam, machucam e outros tipos de criaturas bizarras; porém, ele não foi o primeiro jogo a ter esse tipo de criaturas. 


    Antes de Bug Island tivemos um horror bizarrão de PS2 : Simple Series 2000 Series- The Tairyou Jigoku (The Swarming Hell)  tem como protagonista uma colegial chamada Erika, que tem seu celular roubado por um coelho branco que parece que saiu exatamente do País das Maravilhas, a não ser pelo fato de que ele não tem nada de convidativo (mesmo deixando cartas convidando a personagem para tomar um chá e disponibilizando portais esquisitos). 

    A jogabilidade em sua maioria consiste em tentar passar despercebida por certos insetos (e outras criaturas monstruosas) e bater neles usando seus punhos ou objetos que você venha a encontrar pelo caminho, tudo isso enquanto você se aventura por florestas, escola e outras localidades em campos e casas fechadas tentando chegar até o coelho. Algumas vezes os insetos também podem grudar na personagem, que tem que se sacudir para que eles saiam, fora as batalhas com criaturas muito maiores e “fantásticas”.

    Por ser um jogo da Simple Series, ele realmente é simples e curto, mas vale a pena para quem gosta de jogos bizarros e diferentes (a não ser que você não ache bizarro uma garota tendo que perseguir vários coelhos, segurar eles e fazê-los sumir). É um dos meus favoritos da série para o PS2. 

    O jogo está inteiro em Japonês, para conseguir entender pelo menos um pouco o que estava acontecendo, eu usei o Google Tradutor de celular como de costume, mas tem como jogar e avançar sem entender os textos;  e uma tradução está em andamento no Romhacking.

    Ele não é um jogo tão desconhecido assim caso você pesquise, então é fácil achar uma rom.

    Simple 2000 Series Vol. 113: The Tairyou Jigoku

    Platform: Playstation 2
    7 Players

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      jcelove · 3 months ago · 2 pontos

      Mais um que nunca ouvi falar. Mas tem tanta coisa bizarra nas simple series do ps1 e 2 que fica dificil acompanhar, mas esse é um bizarro interessante.hehe

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      santz · 3 months ago · 2 pontos

      Credo!!! Que jogo nojento. Nem vale a pena procurar a ISO. Consegue ser mais nojento que o Bad Mojo.

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      filipessoa · 3 months ago · 2 pontos

      Que bagulho asqueroso kkkkk

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  • 2019-07-13 18:44:56 -0300 Thumb picture

    Siren Head: Recente Jogo de Terror Inspirado na Época do PS1

    Boa noite! Hoje eu estou fora de casa, e como estou pelo celular e vou me ausentar,  resolvi fazer um post bem mais simples, mas trazendo um ótimo jogo que pode ser baixado de graça.

    É um jogo muito curto, mas que se você jogar ele com fones em um volume alto, é extremamente imersivo e te deixa com um enorme gosto de “quero mais”.

    Os controles são simples: WASD para andar, o mouse para olhar ao redor e examinar objetos, Shift para correr e Escape acessar o menu. 

    Quem já jogou jogos de terror em primeira pessoa no Ps1, vai na hora notar as semelhanças. Siren Head foi feito por Modus Interactive e Trevor Henderson, e você tem acesso a ele aqui: https://modus-interactive.itch.io/siren-head

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      jcelove · 3 months ago · 2 pontos

      Ta apelando com game experimental.hehe
      Mas que massa uma game jam baseada em limitaçoes do ps1! Nunca tinha ouvido falar e nao sou tao fa de adventure de terror em primeira pessoa mas com 29mb nao da pra reclamar. Verei depois

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      gus_sander · 3 months ago · 2 pontos

      Conheci esse jogo em um vídeo aleatório de gameplay dele no youtube, mas pensei que fosse um projeto só para o criador, vim saber esses dias que ele foi disponibilizado publicamente xD. Particularmente gostei muito da atmosfera e do antagonista sinistro, gostaria de ver um título com as mecânicas do PS1 com esse personagem e com maior duração hehe (parece que por ter uma qualidade gráfica baixa, os lugares assustadores em jogos de PS1 ficam ainda mais assustadores Kkkk)

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  • 2019-07-12 20:35:11 -0300 Thumb picture

    Torico/Lunacy Parece um Filme (e dos Bons)

    Lunacy ou Torico é uma das jóias escondidas do Sega Saturn; sendo exclusivo para o console.

    É um adventure em primeira pessoa com características clássicas do gênero (explorar, coletar itens, conversar com personagens, etc), mas algo interessante do jogo é que ele tem cenas constantes que fazem parecer que você está lidando com um filme interativo.

    Como de costume, eu tenho essa mania de falar do plot muito por cima para evitar estragar certas surpresas (se eu faço isso, garanto que é um jogo onde você pode se impressionar muito). 

    Temos Fred, o famoso protagonista amnésico (com certeza vocês já conhecem o tipo); e ele acaba de acordar dentro de uma cela de prisão, que fica em uma cidade bem peculiar (que possui mitologias interessantes) onde o mesmo se aventurou tentando descobrir detalhes de sua origem e de onde veio a marca que ele tem na testa. Acontece que nessa cidade tem um líder totalitarista (que é bizarro que nem o resto dos habitantes da cidade), e foi ele quem decidiu encarcerar Fred, assim como ele fez com outras pessoas.  Fred foge, mas as coisas não são tão simples.

    Como vocês devem ter percebido pelo que eu falei até agora, Torico é um jogo que tem uma vibe bem peculiar. A cidade, os habitantes, o gráfico, os diálogos, a história, músicas e até a dublagem ruim se juntam e deixam o jogo com a atmosfera perfeita de que tem algo muito estranho rolando. Eu adoro jogos que tem bizarrices (meu tipo preferido), e esse é um dos que me ganhou por ser assim, sendo um dos meus preferidos do Saturn.

    O jogo também tem múltiplos finais, onde certas ações suas fazem com que você desbloqueie determinados finais; e juntando eles, você consegue acesso a mais informações da trama curiosa que o jogo te entrega. 

    A única coisa do jogo que eu notei que pode incomodar um pouco jogadores não acostumados, é que a cidade é muito grande, e como você anda muito, você pode acabar ficando confuso; mas se você consegue lembrar bem os lugares que você foi, pode não ficar tão tedioso.

    Quem jogou Mansion of Hidden Souls, pode notar semelhanças interessantes. 

    Recomendo fortemente o jogo para quem gosta de uma ótima história tensa, personagens interessantes e peculiares, originalidade e uma boa exploração. 

    Lunacy

    Platform: Sega Saturn
    36 Players

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      zandryx · 3 months ago · 3 pontos

      Adoro saber sobre esses joguinhos obscuros, sejam bons ou ruins, minha curiosidade sempre atiça

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      volstag · 3 months ago · 2 pontos

      Quando você começou a falar da cidade e dos habitantes, cheguei a pensar que a história se passava em Sorocaba, aqui o negócio é bem estranhão também hahahaha

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      mastershadow · 3 months ago · 2 pontos

      Eu ja tinha pesquisado a tempos sobre esse game, pois tbm sou fanático por games obscuros de PS1,Saturn e Dreamcast kkkk. Esse ainda não baixei,mas ta na fila!

      Uma dica, ja jogou "The Note" e "Hell Night" de PS1? E os Echos Nights de PS1? Esses todos que citei são muitooo bons, eu zerei eles e considero ums dos melhores jogos de terror obscuros!

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  • 2019-07-11 23:59:16 -0300 Thumb picture

    O Primeiro Survival Horror Co Op - Seven Mansions: Senritsu no Bishou

    Boa noite, gente! Hoje eu fiquei surpresa de entrar aqui e ver que ganhei uma boa quantia de seguidores novos! Fiquei mó feliz kkkkk Até me empolga de postar mais! Hoje eu to meio ocupada, mas eu vim deixar uma recomendação mais rápida só para não passar batido o dia.

    Uma coisa meio random que eu amo do jogo de hoje: A capa, pois quando você olha parece ser tudo menos um Survival Horror, mas é exatamente isso que ele é.

    Muita gente que ouviu falar sobre o Nanatsu no Hikan de Playstation deve ter desanimado de jogar, visto que o jogo saiu apenas no Japão e até hoje ninguém traduziu; porém, existe esse outro jogo da série exclusivo para Dreamcast, e para a nossa alegria ele foi traduzido recentemente.

    Seven Mansions não sei o que (eu realmente não sei a tradução do título inteiro q-) não é apenas um Adventure em primeira pessoa como seu antecessor, mas sim um Survival Horror de Ação e Aventura onde é possível mudar facilmente a câmera entre primeira e terceira pessoa (o que é super útil). Acredito que muita gente deve acreditar que Obscure foi o primeiro Survival Horror cooperativo, mas uma das novidades é que Seven Mansions veio primeiro, e tem um modo co-op BEM interessante.

    O jogo começa com você escolhendo entre dois personagens que são amigos: Kei e Reina. O gameplay de Kei é mais focado em combate e o de Reina em exploração e puzzles; e se você jogar em modo Single Player, a escolha de personagem afeta consideravelmente o jogo. O interessante é que os personagens interagem entre si mesmo no modo single, onde você pode até tirar dúvidas com o CPU (caso fique meio sem rumo).

    O modo Co-op interfere na história, onde o jogo Single é mais completo, mas ainda assim seria um dos jogos que eu mais recomendaria para alguém que queira jogar acompanhado e se divertir muito, visto que existem várias ações que só funcionam se feitas em conjunto e que um personagem deve cuidar do outro.

    Falando brevemente sobre a história e os inimigos: Reina se aventura até uma ilha junto com Kei, pois a mesma está preocupada com seu amigo e mentor que aparentemente sumiu do mapa, e ela resolve ir até onde ele vive para ter notícias suas; porém, o que eles encontram é um lugar repleto de criaturas bizarras e perigosas (e monstros nem são sua única preocupação). Eu acho esse jogo um dos mais incríveis para Dreamcast; a jogabilidade é desafiadora e cheia de possibilidades, e a história é bem melhor do que aparenta comigo contando assim por cima (espere reviravoltas, personagens interessantes e até uns romancezinhos; quase uma novela). Além disso tudo, você ainda tem que se preocupar com suas armas, pois alguns monstros literalmente só podem ser mortos com uma arma específica e o arsenal é pequeno e deve-se tomar cuidado na hora de gastar munições (e eu não acho isso ruim, pois deixa o jogo mais tenso).


    Vocês podem achar facilmente a tradução do jogo pesquisando seu nome no Google. Recomendo jogarem com ambos os personagens, pois cada uma das duas rotas reserva surpresas diferentes.

    Ps: O Jogo tem cgs muito lindas, mas não achei nenhuma imagem que prestasse muito no Google.

    Nanatsu no Hikan: Senritsu no Bishou

    Platform: Dreamcast
    4 Players

    35
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      mastershadow · 3 months ago · 2 pontos

      Mes passado eu baixei a versão traduzida e ja gravei no CD,ja ta na fila pra começar, acho q mes que vem eu ja começo esse, faz tempao que queria joga esse game!

      3 replies
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      niji_surana · 3 months ago · 2 pontos

      Eita, parece interessante p jogar c alguem! Eh uma pena q o modo coop n eh inteiro c dois jogadores ;w; mas deve ser mtu divertido msm assim, eu vou ver de jogar c a camila dpa

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      santz · 3 months ago · 1 ponto

      Olha só que top. Nunca me perguntei qual seria o primeiro Survival Horror coop.

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  • 2019-07-10 20:59:29 -0300 Thumb picture

    Recomendação de Jogo: D

    Não é segredo para ninguém que o Playstation é uma das plataformas que mais tem jogo, e claro que no meio de tantos títulos, sempre temos mais de um jogo “obscuro” escondido no meio de tantos jogos que já passaram no console da maioria dos usuários de Ps1; e esse é um jogo obscuro em todos os sentidos. 

    A primeira coisa que veio na minha cabeça quando eu fui jogar ele foi “Por que esse jogo chama apenas D?” Na época, como eu joguei ele pirata, eu não tive acesso a parte de trás dele que tem na caixinha original, e que diz coisas como: “D.. Darkness, Daughter, Death...” etc. Mas, eu garanto para vocês que eu me dei por satisfeita ao terminá-lo, mesmo tendo tido acesso a caixinha completa apenas anos depois.

    O jogo começa quando uma moça chamada Laura decide ir até o hospital onde seu pai é um médico renomado, pois o mesmo de repente matou um monte de gente que estava lá dentro, e basicamente se trancou ali e não saia. Depois de um tempo que a garota entra lá, ela se vê em um ambiente que com certeza não é um hospital. 

    D é Survival Horror Adventure em primeira pessoa, que pode desagradar quem não está acostumado com a combinação “consoles antigos + primeira pessoa + adventure”, pois a maioria deles tem em comum o lance das ações serem mais “paradas” comparas a outros gêneros de jogos, como os action adventure em terceira pessoa. Mas, mesmo assim, é um jogo que tem que ser rápido, pois o jogo é em tempo real, e você tem literalmente duas horas para zerá-lo, senão aparece um Game Over na tela, e o tempo é contado por um relógio que a protagonista carrega no inventário e que pode praticamente passar despercebido. 

    E como em qualquer adventure clássico, procurar itens e usá-los para progredir na história, bem como resolver certos puzzles, são ações bem frequentes no jogo.

    Mesmo as pessoas não ouvindo falar em muitos lugares sobre o título, ele fez certo sucesso, pois existem mais dois jogos que sucedem os acontecimentos de D (D2 e Enemy Zero são os jogos. São diferentes de seu anterior, mas isso fica para outra postagem).

    Recomendo demais o jogo caso goste de surpresas, histórias tensas, bizarras, muita originalidade e até certa polêmica.

    Eu joguei primeiramente no Ps1, mas ele existe também para Saturn, 3DO e acho que PC. 

    D

    Platform: Playstation
    106 Players

    25
  • 2019-07-09 20:27:55 -0300 Thumb picture

    O Jogo Feito no RPG Maker que Ganhou um Remake de Playstation

    Eu lembro que a uns anos atrás, jogos feitos no RPG Maker estavam em febre, mais ainda do que hoje em dia. A todo o momento eu via pessoas falando de Ib, desenterrando Yume Nikki e Ao Oni ganhando centenas de versões diferentes. Mas, como já vimos com Corpse Party, jogos feitos nessa engine do Maker já existem a mais tempo.

    Lá no ano de 1998 a empresa ASCII Entertainment organizou um evento onde vários desenvolvedores indies competiriam entre si, cada um apresentando um jogo de autoria própria.

    Nessa competição, um cara chamado Nishida Yoshitaka apresentou um jogo muito diferente do usual, intitulado: Palette.

    Em Palette, você começa vendo o famoso psiquiatra Cyanos B. Syan em seu consultório falando sobre sei trabalho para o jornal. Mais tarde ele decide ir embora, mas antes que pudesse sair de sua sala, uma mulher do lado de fora de sua sala o interrompe, dizendo que ele precisa urgentemente atender uma garota no telefone. Cyanos logo se vê obrigado a aceitar a chamada, e é ai que a trama começa de fato.

    Assim que o psiquiatra atende a menina, ela diz que se chama B.D e que tudo que ela vê é vermelho. A garota é cega e perdeu a memória, e Cyanos tenta fazer a garota recuperar sua memória de pouco em pouco.

    Na maior parte do jogo, você controla a garota, que é limitada por uma barra “de energia” que representa quantidade de memórias que ela já tem. Essa barra de energia existe pois como a personagem está comprometida mentalmente, a cada esforço que ela faz, a barra perde uma parte, e conforme a história vai avançando, a barra fica maior e com mais “energia” para gastar sem chegar no zero. Caso a barra chegue no zero, B.D fica com uma forte dor de cabeça, a chamada encerra e Cyanos tem que ligar para ela de novo.

    Esses esforços são feitos quando B.D “quebra” uma espécie de parede de vidro, que são as limitações de sua memória ou quando ela “desbloqueia” algum “interruptor” que seria algo ou alguém que representa uma memória muito importante e que abre uma nova cena para que B.D recupere mais memórias.

    Sem dar spoilers, apenas direi que esse jogo me surpreendeu muito. A história é extremamente bem construída, original, misteriosa e te prende do inicio ao fim.

    Não é atoa que Nishida foi o vencedor do concurso, e não só ganhou uma quantia generosa de dinheiro, como teve um remake de seu jogo feito para o Playstation intitulado Forget me Not: Palette.

    O jogo teve seus gráficos melhorados, músicas originais, cenas com animações diferentes e até dublagem em algumas partes.

    Infelizmente essa versão foi lançada apenas no Japão, mas para a nossa sorte, o jogo original foi traduzido para o Inglês e pode ser baixado aqui: http://www.vgperson.com/games/palette.htm

    Forget me Not

    Platform: Playstation
    2 Players

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      niji_surana · 3 months ago · 1 ponto

      Essa versão de PlayStation eu lembro da gnt jogando um pouquinho, quando der, zera cmg plssss

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      santz · 3 months ago · 1 ponto

      E eu achando que essa pegada de jogos RPG maker era bem mais recente.

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      claudia_mr · 3 months ago · 1 ponto
  • 2019-07-08 21:47:20 -0300 Thumb picture

    Recomendação de Jogo: Laplace no Ma (Demon of Laplace)

    Eu disse que ia tentar vir mais, e aqui estou eu vindo recomendar outro jogo! (e dessa vez vou fazer um post maior). O jogo da vez é um Survival Horror RPG para Super Famicom publicado pela Human Entertainment (Clock Tower, Twilight Syndrome). 

    Uma das coisas que eu amo nesse jogo, é que o time da Human, empresa  responsável pela publicação do jogo, inclui o Goichi Suda (época que ele estava na Human, trabalhou em vários títulos, como na série Twilight Syndrome, e Moonlight Syndrome). Hoje ele é mais conhecido por ser CEO da Grasshopper Manufacture ( inclusive tem outros antigos funcionários da Human, assim como ele), onde criou jogos mais conhecidos como Killer 7, No More Heroes, Lollipop Chainsaw, Killer is Dead, Fatal Frame IV e Shadows of the Damned (e outros, infelizmente menos conhecidos, como The Silver Case, Flower Sun and Rain e Michigan Report from Hell). E ele é com certeza meu desenvolvedor de jogos favorito entre todos. 

    No enredo de Laplace no Ma, um grupo de exploradores foram assassinados em uma mansão, e uma garota que foi atrás deles desapareceu. Desde então, todo mundo que vai investigar acaba morto ou sumido. No jogo você escolhe ser homem ou garota, e escolhe sua classe (detetive, médium, etc) e seu dever é investigar a mansão e a cidade. 

    Cada classe tem suas características e vantagens, e depois que você escolher seu protagonista, você pode aumentar sua party explorando a cidade, e escolher personagens com as respectivas classes que você deseja para seu time. 

    Em resumo: Você deve explorar a enorme mansão para desvendar seus mistérios, e a cidade possui vários lugares onde você pode descobrir outras dicas, comprar armas e recuperar a sanidade e a vitalidade de seus personagens. 

    Falando em sanidade, Laplace no Ma curiosamente possui uma barra de sanidade dos personagens (MP: Mental Points), e ela pode ser prejudicada inclusive por monstros atacando repentinamente; e caso a barra fique muito prejudicada, o personagem fica transtornado e difícil de ser controlado, podendo atacar até o próprio time. Esse lance da sanidade me lembra muito Eternal Darkness (jóia do Game Cube). 

    O jogo também possuí quests que você pode conseguir na cidade, e eles ajudam muito com recompensas e experiência. 

    Enfim, eu recomendo muito esse jogo para quem adora um RPG e um bom Survival Horror também. Eu amo a história do jogo, a ambientação e até o gameplay muito diferente para a época. Pode ficar frustrante se perder na enorme mansão e acabar em lutas repentinas e caindo em armadilhas, mas isso se torna divertido quando você explora com mais cautela, pois o jogo claramente não foi feito para ser fácil. O jogo não saiu do Japão, mas pode ser jogado tranquilamente, pois é fácil achar seu patch traduzido pesquisando na internet. 

    Uma curiosidade para quem lê livros do Lovecraft, é que com certeza você vai sentir referências nesse jogo.

    Ps: Tentei achar de onde veio essa fanart para dar os créditos, e achei um site com um RPG de mesa que tem essa arte na caixa (achei curioso, pois pareceu muito baseado em Demon of Laplace). Os créditos dos desenvolvedores e artistas estão no link: https://boardgamegeek.com/boardgame/152250/ghost-hunter-13-tile-game/credits

    Laplace no Ma

    Platform: SNES
    16 Players
    5 Check-ins

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      rax · 3 months ago · 1 ponto

      Nunca ouvi falar desse game,mas curti a arte dos personagens.

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      emphighwind · 3 months ago · 1 ponto

      Pior que um amigo meu tava comentando deste jogo recentemente, pelo que ele descreveu, parece mais tranquilo que o Sweet Home.

      5 replies
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      jcelove · 3 months ago · 1 ponto

      Esse nao conheço, mas adventure/rpg da human no snes é qualidade. Vou atras.

      4 replies
  • 2019-07-07 19:01:19 -0300 Thumb picture

    Recomendação de Jogo: Maggie’s Apartment

    Normalmente eu sempre atualizo meu Alvanista, mas eu fico MUITO ausente das redes sociais, e nunca posto aqui, mas vou tentar aparecer mais, recomendando brevemente jogos que eu gosto muito, e vejo poucas pessoas comentando. 

    Maggie’s Apartment é um jogo ótimo pra quem ama um Adventure Point and Click. A arte do jogo é MUITO linda, bem diferente, a dublagem do jogo é foda demais e as músicas do jogo são todas originais e muito boas também (inclusive as músicas são cantadas). E eu não vou dar spoiler, mas esse jogo me deixou de queixo caído e a história é muito muito boa, profunda e diferente. Eu já zerei muitos jogos na vida, e mesmo assim esse me surpreendeu pela originalidade. Mesmo o jogo sendo praticamente sempre no mesmo cenário, ele da conta de ser tão bom.

    A explicação breve do plot:  Uma garota que mora em um apartamento para poder ficar com seu namorado algumas vezes, e um tempo depois que seu namorado vai embora, ela descobre que o prédio foi fechado e ninguém entra e nem sai, e ela quer descobrir o motivo.

    Ps: Eu tirei essa foto pois parece uma referência ao jogo Harvester, e eu adorei hahaha

    Ele foi feito por Anatola Howard e Duncan Cross. Esse é o site oficial: https://www.anatolahoward.com/maggie

    Harvester

    Platform: PC
    18 Players
    4 Check-ins

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