claudia_mr

Recomendo jogos não cadastrados na Alva ou com 0 posts. Faço parte do Video Games Death desde 2011

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  • 2019-08-28 20:01:35 -0300 Thumb picture

    5° Recomendação Rápida de Jogos que Zerei nas Férias

    Se lembram de Marginal Act, que falei sobre esses dias? Ambos os jogos são do mesmo estúdio, e parecem passar no mesmo universo.

    O visual desse jogo me atraiu DEMAIS; é todo preto e branco, aparência de desenhado a mão e atmosfera bem bizarra e desesperadora, assim como sua história.

    Na cidade, o governo saiu de cena e estudantes e trabalhadores tomaram controle. Em meio a protestos, ataques acontecendo a todo momento, destruições e mortes, vários moradores tentam defender a si próprios e aos outros, construindo barricadas e formando parcerias, enquanto outras pessoas se entregam ao pânico dos horrores que estão por vir.

    No meio desse caos, você controla Vanya, uma mulher idosa que cuidou de uma creche no passado, e agora está procurando o marido com que já é casada a  40 anos, pois o mesmo sumiu repentinamente. Alguns habitantes da cidade dizem terem o visto, e essa é uma das poucas pistas que Vanya tem.

    O jogo é um Adventure de Horror, e seu principal objetivo é coletar itens, conversar e adquirir dinheiro.

    Esse jogo me marcou DEMAIS, ele mexe com temas delicados e sérios, onde apela tanto para o Drama quanto para o Horror, mostrando horrores da guerra e assuntos mais ocultos. Se você não se perder demais na cidade, não é um tempo de jogatina super longo.

    Página do jogo: https://marginalact.itch.io/vasilis-demo-welcome-into-the-riot
    18
  • 2019-08-26 19:38:32 -0300 Thumb picture

    4º Recomendação Rápida de Jogos que Zerei nas Férias

    Eu nunca tinha escutado falar sobre Marginal Act, acabei baixando ele pois vi que foi feito por um estúdio que eu gosto.

    O jogo tem o mesmo nome do estúdio que fez ele, e ele é MUITOOOO diferente.

    Mano, o que dizer desse jogo? Ele é a bizarrice completa (sorte que eu adoro isso). O visual dele, os diálogos estranhamente traduzidos, a história, os personagens, a jogabilidade, o menu do jogo; enfim, é TUDO bizarro.

    Aparentemente esse jogo se passa no mesmo universo que outros jogos dos mesmos desenvolvedores. Com o governo fora de cena e pessoas sendo atacadas (muitas morrendo), os moradores tentam lutar e sobreviver.

    Mas, em Marginal Act, o cenário é mais bizarro ainda. Humanos não são o único problema, e a vida está tão difícil, que falta carne e mais um monte de outros recursos. E um tal de ''mecanismo'' fez o tempo parar naquele distrito.

    Pelo que eu notei, você joga com um homem que trabalha na parte elétrica de um teatro, e seu objetivo é carregar como item, cartões de locais da cidade (tipo carregar um mini hotel), e colocar ele em um local de sua escolha na parte elétrica do teatro. Sempre que você escolher um lugar para colocar o local, ele aparece na cidade junto com um feixe de luz, causado por um holofote, que vai te apontar onde o lugar está. E o lugar fica diferente por dentro, dependendo de onde você escolheu colocar ele.

    Eu nem sei exatamente como eu tive intuição para zerar esse jogo em menos de duas horas, pois muito do Gameplay dele acaba sendo intuitivo, e não de mão beijada; só de contar esse objetivo do jogo, eu já facilitei um pouco o processo. E os locais também não ficam todos disponíveis, você tem que adquirir eles realizando outros objetivos, como diálogos e uso de certos itens. Algo que facilitou um pouco, é que se você apertar a tecla M, seu personagem volta para o teatro (o que eu achei curioso, foi a nota que diz que os funcionários devem dizer moooo para voltar, mas que o M do teclado serve).

    Também tem algumas partes desse jogo que você precisa passar por locais cheios de armadilhas. Sabem Super Meat Boy? Parece um pouco, mas sem pulos e BEM MAIS obscuro.

    Eu percebi também que o jogo tem vários finais. Eu comprei ele na Steam, por isso notei através das conquistas que existem mais finais dos que os que eu fiz. Eu consegui fazer dois finais jogando uma vez só; outro dia que der vontade, vou tentar fazer os outros. Da para ficar criando várias teorias sobre a história desse jogo e os finais.

    Eu recomendo esse jogo para quem quiser ter uma experiência diferente, ainda mais pelo visual.

    19
  • 2019-08-24 17:30:34 -0300 Thumb picture

    Jogos que eu Tirei da ''Última Camada da Deep Web''

    Quem acompanha meus posts, já notou que mesmo eu mantendo um padrão de jogos Survival-Adventure-Indie, eu tenho um gosto bem variado. Ainda não postei sobre os JRPGs obscuros ou jogos de Plataforma interessantes que eu tanto amo também, mas isso eu vou fazendo aos poucos.

    Também já devem ter notado (só pela minha bio) o interesse que eu tenho em jogos mais ''esquecidos'' ou ''desconhecidos'', e como eu dou preferência em recomendar esses jogos nunca antes citados na Alva.

    Minha paciência em ficar usando aplicativo para traduzir jogo japonês também me ajudou a zerar muitas jóias; mas hoje o assunto é outro.

    Em meio a tantos jogos zerados,plataformas exploradas e a mania que eu tenho de dificilmente abandonar um jogo antes de zerar, fez com que e jogasse coisas bem esquisitas. E esse post serve para colocar uma parte deles, e eu posso vir a fazer uma parte 2 dessa lista se vocês gostarem.

    Já deixo avisado que ao mesmo tempo que eu me considero uma pessoa com bom gosto para jogos, eu também sou do tipo que curte os jogos bizarros de Zelda e Mario do CDi, mesmo sabendo que comparando com os jogos da série, eles são a desgraça completa (só gosto pois eu separo, acho? kkkk).

    Claro que eu deixei os melhores para o final.

    The Static Speaks My Name (PC)

    Eu lembro que eu peguei esse jogo gratuito na Steam, e ele me interessou pois o nome e as imagens simplesmente me chamaram a atenção, e de graça vale tudo.

    Esse jogo não tem nada ruim; ele está aqui mais pela bizarrice dele. O jogo é em primeira pessoa com um protagonista misterioso, e não tem muito o que fazer, senão explorar sua própria casa.

    Explorando a casa, você descobre algumas coisas sobre o protagonista; sobre ele ser solitário, não ter comida na geladeira, ter camarões de estimação (que ele acaba comendo), isolamento e sua obsessão estranha por um quadro de palmeiras.

    O jogo tem mais plot e surpresas no final, as quais eu não quero estragar. A única coisa que eu reclamo desse jogo, é que por ele ser muito curto e pelo final, eu fiquei curiosa para ver mais.

    The Graveyard (PC)

    É culpa minha esse jogo estar aqui, pois eu acabei comprando ele bem desavisada, ao invés de ler as informações.

    O jogo, se você parar para realmente prestar atenção nele, não é ruim, é bom, porém...

    Eu comprei esse jogo em 2012, e eu comprei ele por gostar do estúdio que fez ele (Tale of Tales); principalmente por ter jogado The Path. Eu vi o jogo e logo me animei: Uma senhorinha andando em um cemitério todo preto e branco; nem pensei duas vezes e gastei uns 12 reais, nem testei a Demo.

    Quando comecei a jogar, tentei ir para os lados, mas logo percebi que só podia ir para a frente. Quando eu cheguei no fim da linha, tinha um banco, e a Emma (lembro o nome dela até hoje) senta sozinha. Assim que ela senta, você não consegue mexer em mais nada, e uma música, que a primeira vista você estranha, começa a tocar, e a letra da música narra uma história. Em certa parte da música, a senhora deixa o corpo cair um pouco para a frente e depois que a música termina, você nota que a senhora está morta e não tem mais o que fazer.

    Eu criança de doze anos, me senti decepcionada achando que o jogo seria outra coisa, e na verdade, como outros jogos da Tale of Tales, era mais puramente uma história. E logo eu descobri que a Demo era praticamente a mesma coisa, mas que a personagem ao invés de morrer, podia sair andando (ou era o contrário).

    Quando joguei outra vez, eu notei que a história é boa, e pelo menos eu dei dinheiro para um estúdio Indie que eu gosto.

    Animal (DOS)

    Mano, o que falar desse jogo? Você joga com um salame ambulante falante,  que se chama Peperami. O mundo em que ele vive, é obviamente, repleto de comidas ambulantes falantes (muitas delas defuntadas ou iradas com a vida).

    Toda a aventura começa, pois o prefeito da cidade foi sequestrado (que com certeza também tem nome que remete a comida; alguma coisa parecida com Peperoni também); e o seu dever é encontrar o prefeito, já que o salame trabalha para ele.

    Eu lembro que para o personagem mudar de local, ele entrava em algo que parece aquelas lixeiras que tem em prédios Americanos, onde um grande tubo de metal leva o lixo que você jogar até a lixeira na rua; e tinha que pagar com moedas, que você adquire durante o jogo.

    O jogo não conta apenas com exploração, itens e diálogos; ele também tem lutas em primeira pessoa, e é mais bizarro ainda você ter que literalmente acertar um bando de comidas com caras esquisitas, usando uma batedeira, e sujando tudo. O jogo tem até que uma quantia considerável de combates, e obviamente a tela de combate tem claras referências a Doom.

    Pretendo falar menos de cada jogo para a lista não ficar extremamente extensa, mas algo que não da para deixar de citar, é o humor desse jogo. É tão zoado, que eu me peguei dando risada; é o típico humor daqueles filmes de comédia de mal gosto que você se pega assistindo e não sabe o motivo, ou simplesmente o tio do pavê.

    Mas a real é: eu gosto desse jogo, eu me diverti zerando ele; mas tenho certeza que é pela bizarrice. Esse jogo chega a ser interessante e  divertido pelo tanto de esquisitices que ele tem. A jogabilidade point and click também é de boa, e os puzzles são muito tranquilos.

    The Town With no Name (Amiga)

    Creio que pelo menos muitas pessoas tenham visto pelo menos um filme de Faroeste na vida. Eu que sou fã do gênero, já vi muitos, e alguns lances que normalmente se repetem: matanças, vingança, tretas amorosas, bares com bebidas e jogos, personagens engraçados, justiceiros, inconvenientes, sangue-frio e etc.

    The Town With no Name tenta seguir exatamente alguns desses temas em pouco tempo de gameplay, só que enquanto eu jogava esse jogo, em vários momentos eu me peguei abismada com o que eu acabei de ver ou de ouvir, e esse é um dos motivos de ele estar aqui.

    O jogo é acerca de um homem que está tentando visitar a irmã, e acaba em uma cidade onde quase todos morreram.

    Primeiro que o jogo parece que foi todo feito no Paint, o que não necessariamente pode ser um problema, mas eu tive várias vezes a impressão de bizarrice enquanto eu jogava, e que isso se devia muito ao estilo de alguns personagens ou de uns locais que parecem caixas de papelão.

    A  dublagem do jogo também é bem bizarrinha, deixando a situação bem mais cômica; fora que tem alguns diálogos super esquisitos e cenas mais esquisitas ainda (tipo se você entra em um dos quartos do bar, e enquanto seu personagem fica com uma mulher, barulhos esquisitos que fazem parecer que alguém está cantarolando MUITO mal são escutados pelo Bartender, enquanto o mesmo faz uma cara de ??malicia??; ou a hora que o padre sai voando ???).

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Para navegar pela cidade e interagir com os moradores, você apenas clica nas opções que aparecem a todo momento, e você pode acabar indo e voltando em um lugar e conversar com o mesmo personagem várias vezes.

    Além disso, o personagem também pode beber cerveja, jogar cartas (que ai você mesmo interage com elas) e participar de combates. Esse jogo acaba tendo até uma quantia considerável de combates, pois você mata o fulano, o outro fulano que quer vingança e por ai vai. O combate é simples, basta apontar a arma e atirar; e depois é só esperar o funerário ou a dona morte cuidar da sua vítima.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Esse jogo também é tão zoado que chega a ser um pouco interessante; principalmente para quem adora jogar uma velharia, nem que por curiosidade.

    Por enquanto essa foi a parte um. Terá outras em breve, com mais jogos ''peculiares''.

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      xch_choram · 5 months ago · 3 pontos

      as imagens do The Town With no Name não foram.
      Ah faz parte 2 sim que a gente quer :D

      1 reply
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      fernandovst · 5 months ago · 2 pontos

      Você vai sério mesmo nos jogos desconhecidos. Eu ri pra caramba com Animal ai hauehahea
      Btw, eu nunca achei que ia ver alguem dizer que gosta de Zelda do CDi, eu só acho aquilo engraçado mesmo kkkkkkk

      2 replies
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      denis_lisboadosreis · 5 months ago · 2 pontos

      Teve um episódio de Angry Video Game Nerd sobre The Town With no Name.
      Ele não gostou muito do jogo.
      https://www.youtube.com/watch?v=HfnNrISCFfk

      1 reply
  • 2019-08-22 20:51:39 -0300 Thumb picture

    Sound Novel: Banshee’s Last Cry (disponível em inglês)

    O gênero Sound Novel não é super popular fora do Japão, ou é, se você considerar Visual Novels, que também são jogos baseados em texto; porém, em Visual Novel, temos muito mais uso de gráficos; onde existem infinidades de personagens, todos desenhados, com mudanças de expressão, diversos cenários, dublagens e cenas cg.

    Em Sound Novel, o uso de sons e texto acaba sendo o foco, onde as músicas e sons de ambiente são indispensáveis para criar a atmosfera do jogo. Não que não tenham imagens, elas existem, mas não com a frequência e altos detalhes de um Visual Novel, pois como os próprios nomes já dizem, um é visual e o outro é sonoro.

    Na maioria das Sound Novels, os cenários existem, mas os personagens acabam não sendo detalhados como em um Visual Novel. Na maioria das Sound Novel que eu joguei, os personagens tinham apenas suas silhuetas, como se fossem sombras, só que coloridas (azul, vermelho, roxo, etc); e eles não têm expressões faciais, apenas o formato do corpo e cabelo.

    Em ambos os gêneros, existe muito texto a ser lido, são como livros interativos.

    Aqui vou falar sobre uma das Sound Novel que mais fez sucesso no Japão, a ponto de ter continuações, ports e um remake (que virou um Visual Novel).

    Kamaitachi no Yoru (Banshee’s Last Cry) começou no Super Nintendo (Super Famicom, para ser mais exata, já que só lançou no Japão). Gira em torno de dois amigos (um garoto e uma garota), que se hospedaram em um chalé em um lugar repleto de neve, onde as pessoas costumam ir para esquiarem.

    O dono do chalé, se não me engano, é tio da garota que acompanha o protagonista até a viagem, e é ela quem o convida. O dono e sua esposa cuidam do chalé e ficam junto de seus hóspedes, que são atraídos ao lugar pela atividade de esqui e a fama que o proprietário tem de cozinhar extremamente bem.

    Porém, em uma noite, teve uma névoa tão forte, que não só bloqueou saídas e entradas, como parece impossível e perigoso sair do chalé, fazendo com que todos acabem trancados, esperando que tudo passe.

    Os donos e todos os hóspedes , apesar de preocupados, agem com certa tranquilidade perante ao ocorrido, pois não deixa de ser um acontecimento da natureza, que pode afetar lugares com muita neve.

    Todos que estão hospedados acabam por curtir a estadia, mesmo sem possibilidade de sair. Acabam conversando entre si, ficando em seus quartos e tomando chocolate quente enquanto esperam o jantar. Tudo parece correr bem, até que um dos hóspedes é encontrado em circunstâncias macabras, fazendo com que todos que estão no chalé fiquem confusos e em pânico.

    Um dos maiores pontos fortes de Banshee’s Last Cry é mexer com o medo do desconhecido. Nada pior que um perigo que você não sabe como ele se parece, como age, de onde veio, por onde saiu e o que é: Humano?Monstro? Espírito? Um bicho?

    A jogabilidade não é apenas ler e clicar para que a história continue, você deve fazer escolhas e investigar situações, que afetam demais o final e o estado dos hóspedes do chalé; onde tudo pode ir por água abaixo.

    O jogo e praticamente todos os seus ports foram lançados apenas em Japonês, e é um parto traduzir, pois leva tempo e muito. 

    Remake do jogo para Psvita:

    Mas, por sorte de vocês, para quem tem um smartphone, tablet ou um Emulador de Android no Pc (tipo o Nox) consegue o jogo traduzido, pois foi lançada uma versão totalmente em Inglês e com algumas mudanças. 

    Ela é menos detalhada visualmente que outras versões, mas ainda assim vale a pena. Infelizmente é um jogo pago, mas vale cada centavo para quem curte o gênero. 

    Kamaitachi no Yoru

    Platform: SNES
    3 Players

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      lukenakama · 5 months ago · 3 pontos

      As primeiras imagens não saíram.

      1 reply
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      a2 · 5 months ago · 3 pontos

      uma boa gem do console, outra boa não é sound novel mas é legal tambem é o jogo Radical Dreamers. saiu no serviço de jogos a rádio no addon Satella view.

      É BOM PRA PORRA. ele é considerado prototipo de Chrono Cross e faz parte da historia maior de Chrono Trigger. vale a pena conferir tambem.

      9 replies
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      riki_samejima · 5 months ago · 2 pontos

      Há uma confusão sobre o que é visual novel e o que não é. E muitas coisas que chamam de visual novel, na verdade não são. Snatcher mesmo não seria um visual novel. A wikipedia japonesa cita ele apenas como "adventure game".
      Jogos como Snatcher, a franquia Famicom Detective club, Portopia e J.B. Harold Murder club seriam "adventures no estilo japonês", que são derivações dos antigos adventures de texto. Por alguma razão, os japoneses resistiram ao uso do mouse em adventures, mas ao invés de se manterem escrevendo as ações no teclado, como nos antigos adventures de texto, eles optaram por dar opções para o jogador escolher.
      O visual novel de verdade vc nem tem inventário(visível ou não) e nem nada, são só conversas, longos textos e um número bem reduzido de ações, como esse jogo aí, por exemplo.
      A diferença entre sound novel e visual novel era só uma questão besta de direitos autorais, pois a Chunsoft patenteou esse gênero, então, os outras devs tiveram que usar o nome de visual novel, mas depois sound novel acabou virando um gênero distinto mesmo, com as particularidades que vc explicou aí.

      9 replies
  • 2019-08-21 20:12:49 -0300 Thumb picture

    3° Recomendação Rápida de Jogos que Zerei nas Férias

    O jogo de hoje é um Adventure point and click feito por Anate Studio. 

    A vida de qualquer pessoa tem dramas ou problemas. Alguns mais, outros menos. Cada pessoa enxerga problemas com certa gravidade e lidam com eles de formas diferentes. Vou usar uma analogia esquisita: As vezes para uma pessoa, a bola de gude cair no chão e quebrar, é uma tragédia, que mexe com o emocional dela quase completamente; e para uma outra pessoa, a bola de gude cair no chão e quebrar, é algo que a vida pode reservar para qualquer um, e um problema que ela vai resolver sem se afetar tanto.

    Isso não é diminuir um problema; mas todas as pessoas passam por problemas durante a vida, e é uma certeza absoluta que cada uma delas vai reagir de forma diferente perante aos problemas; não pois o fulano é fraco e o outro é forte, ou porque o problema de um é pequeno e o do outro é grande; mas pelo fato de as pessoas terem personalidades diferentes, vidas diferentes e outros fatores externos que afetam como cada um lida com desafios e como os enxerga.

    Eu falei tudo isso, pois o jogo de hoje é dramático. Fala sobre perdas, relacionamento abusivo, relações parentais, problemas financeiros e sobre outros assuntos, que cada um de nós já passou por pelo menos um problema parecido. É focado em uma família que já sofreu perdas e passa por conflitos, e que as vezes, você tem que tomar certas decisões para um bem maior; invés de sentar e esperar o dia em que tudo pode piorar.

    Você controla dois personagens para avançar a história (Mary e seu filho Andrew) , um por vez. E cada personagem vê os acontecimentos por um ângulo diferente, mas ambos cruciais para que a gente entenda tudo que está acontecendo.

    Como a maioria dos Adventures, o jogo tem puzzles e outros desafios; nem todos são de mão beijada como em alguns jogos, mas não é um jogo muito demorado; dependendo do quão rápido você sacar o que tem que fazer, da pra terminar em menos de duas horas; e o jogo tem um botão, que se você apertar, todos os itens interativos ficam circulados por um segundo, e isso pode te ajudar, caso fique com alguma dúvida; combinar itens também é necessário. Existem muitos diálogos durante o gameplay.

    Recomendo muito esse jogo para quem curte o gênero, e temas dramáticos mais reais.

    Para quem jogar esse jogo e gostar, eu recomendo outro jogo de Anate Studio: Repentant, que se passa alguns anos depois de Little Kite, e mesmo não precisando jogar um para entender o outro, é uma ''continuação'' interessante.

    28
  • 2019-08-20 18:05:21 -0300 Thumb picture

    2º Recomendação Rápida de Jogos que Zerei nas Férias

    Boa tarde! O jogo de hoje é outro Indie, feito por Think Inside the Box.

    Sério mesmo, eu já zerei jogo pra caramba nessa vida; e eu digo facilmente que esse jogo tem alguns elementos diferentes de qualquer jogo que eu joguei (eu já acabei falando isso de outros jogos, mas esse é bem gritante).

    Se você já leu Uma Comédia de Erros ou assistiu Fargo (o filme), onde os personagens são confusos e se enganam (ou fazem propositalmente), eu diria que Welcome to Bummertown tem essa mesma vibe; não que o jogo  pareça a peça ou o filme, mas a questão dos erros, de personagens se enganando ou fazendo confusão, é a similaridade.

    No começo do jogo, você escolhe um personagem (homem ou mulher), e embarca em uma cidade que se chama Bummertown, onde tem 15-1 habitantes. O motivo foi o sumiço de um dos moradores, o médico e fazendeiro Bedford, e o seu objetivo principal do jogo é encontrar o tão “amado”  cidadão.

    Como sempre, não vou dar spoilers; mas esse jogo é EXTREMAMENTE bem humorado, a cidade é fora do comum, mas de uma forma que acaba se assemelhando muito com nossa sociedade e as pessoas no geral, e eu tenho certeza que quem jogar, vai perceber isso. Os personagens são extremamente interessantes MESMO (até animais são complexos). Esse jogo tem belas referências a filmes e jogos conhecidos.

    Fora o objetivo central, esse jogo tem outros objetivos, e eu diria que eles não são muito convencionais.  A Cidade de Bummertown está passando por “problemas técnicos”, e muitos objetivos só podem ser atingidos, resolvendo esses problemas e de outros habitantes da cidade. 

    Como todo bom Adventure, você deve conversar com personagens, encontrar objetos, resolver puzzles e mini puzzles, explorar a cidade e até atividades como pesca, por exemplo. Eu não achei os desafios desse jogo difíceis; mesmo para quem não é super acostumado com o gênero, não vai ficar muito empacado. É um jogo que pode ser zerado rápido (mínimo 1h  e meia).

    Garanto que vocês vão se divertir na peculiar Cidade de Bummertown, e vão notar todas essas diferenças, que eu citei brevemente. 

    19
  • 2019-08-17 20:27:05 -0300 Thumb picture

    1º Recomendação Rápida de Jogos que eu Zerei nas Férias

    Boa noite, gente! Minhas aulas na faculdade já voltaram, então, eu estou com menos tempo para escrever aqui; porém, eu zerei muitos jogos nas férias, e vou recomendar eles aqui, porém, mais brevemente, já que estou com menos tempo.

    Todos os posts vão ter esse título, porém cada postagem vai ter uma numeração, até eu falar de todos os jogos que eu zerei nas férias.

    Como vocês podem ver, o jogo da vez se chama Die With Glory. É um adventure de PC desenvolvido por Castle.

    É sobre um guerreiro viking que durante anos travou várias batalhas perigosas, e saiu vitorioso de todas elas.

    Depois de anos batalhando, ele cansou e deseja “morrer com glória” para poder entrar em Valhalla (Na Mitologia Nórdica é uma grandiosa construção e fantástica dominada por Odin, onde os mais fortes e corajosos guerreiros vão quando morrem em batalha), e para isso, ele precisa morrer em um combate com um inimigo perigoso e uma boa arma.

    Esse jogo é uma graça. Eu não sabia muito o que esperar dele, então me surpreendi. O visual dele é supeer gracinha e alegre, e o jogo tem vários diálogos bem humorados. Até os personagens e criaturas “perigosos” tem um design que eu chamaria de tudo, menos assustadores :v O jogo no geral tem cores vibrantes e personagens bonitinhos.

    É sobre um guerreiro viking que durante anos travou várias batalhas perigosas, e saiu vitorioso de todas elas.

    Durante o jogo, ele fica em um bar, e em cada parte desse bar que ele passa, ele tem a chance de contar suas histórias de combate mais marcantes para seus conhecidos que lá estão; ai por meio de diálogo, você escolhe o que aconteceu nessa jornada, e logo em seguida você é direcionado para jogar a história que você está contando (exemplo: se o personagem disse que estava em uma caverna e lutou com um dragão; é isso que você vai ter que fazer na fase) , e tem que fazer seguindo o que você disse (lutou com o dragão ou não, por exemplo) O que aconteceu pode alterar a próxima história, mas você pode voltar atras e mudar a decisão (ai tem que jogar a fase de novo).

    O jogo tem acontecimentos muito interessantes, como um dragão super perigoso que cansou de lutar e só quer paz, personagens interessantes (de todos os tipos), criaturas fantásticas, uma excelente dublagem, músicas ótimas e amizades (ou inimizades ?) improváveis; e o plot do jogo é extremamente interessante, tanto que eu zerei em uma sentada. Muitos também perceberão referências literárias e de filmes.

    Como todo Adventure característico, explorar os ambientes, coletar itens e conversar com personagens, são as ações básicas desse jogo. Existem outras possibilidades de ações, mas isso vou deixar como surpresa, senão é muito spoiler.

    O jogo aparentemente vai ter continuação, e eu já estou super ansiosa (sim, o jogo vai te deixar com um gosto de “quero mais” enorme). 

    31
  • 2019-08-13 19:15:24 -0300 Thumb picture

    Utilidade do dia para quem tem Steam

    Medium 653854 3309110367

    Um pacote da empresa Daedalic Entertainment (mais conhecida pela série Deponia) está custando quase 8 reais, tá MUITO barato para 5 jogos.

    Os jogos que eu já joguei dessa empresa são todos maravilhosos; para quem adora um point and click, visual bonito, ótimas histórias e boa ost, eu recomendo MUITO. Desses jogos do pacote, eu zerei apenas três (The Night of The Rabbit, Deponia e Edna & Harvey). Agora que comprei esse pacote, vou zerar os novos e talvez até zere de novo os que eu já joguei.

    A promoção vai até o dia 22 de Agosto.

    Deponia

    Platform: PC
    438 Players
    59 Check-ins

    26
  • 2019-08-09 20:16:43 -0300 Thumb picture

    Vacas, alienígenas e diálogos rimados são parte da mágica desse jogo

    Boa noite! Eu vou tentando aos poucos falar sobre os jogos que eu andei zerando nas férias, mas hoje eu trago uma das pérolas que eu tive a sorte de achar por esses dias.

    Milkmaid of the Milky Way é um Adventure feito por Mattis Folkestad. Possui um plot e personagens cativantes . Quando eu comecei a jogar ele, não consegui desgrudar da tela até zerar.

    Seus gráficos são simples, mas ao mesmo tempo consegue ter uma beleza toda exclusiva e animações que você olha e acha no mínimo adoráveis. Os personagens e cenários são bem únicos, e tudo parece compor um ambiente ideal para esse jogo.

    Ruth, a personagem principal, mora sozinha com suas vacas e nutre grande afeto por elas. Cuida dos animais e tira seus leites para fazer mantega, queijo e vender para ter sua fonte de renda.

    Mas, Ruth não é apenas isso, claro. No inventário do jogo podemos ter acesso ao diário da personagem, e nele ela desabafa e narra acontecimentos marcantes de sua vida, e como ela chegou onde ela está hoje; e sua história não é o que eu chamaria de clichê; a personagem tem medo de altura, e o motivo não é o que se espera.

    Ela está vivendo tranquilamente a vida; quando estranhas ocorrências tomam conta de sua fazenda, uma a cada dia; até que uma hora é revelado de uma vez o que está causando todo o rebuliço, e é ai que o conflito do jogo realmente começa. Uma jornada onde Ruth queria apenas recuperar o que foi tomado dela, acaba tomando proporções bem maiores, onde muito foi tirado não apenas dela.

    Uma das coisas que mais me marcou nesse jogo foi os personagens e o plot bem construído que casa  com essas personalidades que encontramos. Todos eles falam quase o tempo todo em rimas, inclusive a protagonista, e isso deu um toque no jogo que eu só consigo descrever como sendo “fofo”, ou que faz parecer que você está lendo algum conto de fadas. Foi um toque realmente único. Mas, apesar do jogo parecer fofo e engraçado (realmente é), ele é bem mais do que isso, pois mexe com outras emoções dos personagens. 

    Todos os personagens do jogo são super bem aproveitados, mesmo que eles apareçam pouco, o jogo consegue transmitir para a gente a essência desses personagens; fazendo com que você simpatize ou entenda todos eles, gostando deles ou não. 

    As músicas são bem calmas no geral, e elas combinam com o jogo e as cenas. É um Adventure point and click com uma  jogabilidade já esperada pro gênero: conversar, escolher o que vai dizer, pegar objetos e achar onde usá-los. Algo interessante desse jogo, é que a personagem sempre faz algum comentário quando você clica em algo ou tenta usar um objeto; e a maioria deles tem um toque humorístico ou moral.

    Eu recomendo demais esse jogo; foi um dos melhores de PC que eu joguei nas férias. E com certeza indispensável para todo mundo que adora um Adventure. 

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      denis_lisboadosreis · 5 months ago · 2 pontos

      Esse jogo parece excelente, conheci um pouco dele no BIG Festival de 2017, foi um dos finalistas de melhor narrativa. Pena que nesse tipo de evento não dá pra jogar muito um jogo desse tipo. Nunca tinha visto antes um jogo norueguês.

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      lucas_jiro · 5 months ago · 2 pontos

      Me interessou bastante, já coloquei na lista

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      wilford_fernandes · 5 months ago · 2 pontos

      parece mto massa ;p

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  • 2019-08-07 21:32:23 -0300 Thumb picture
    claudia_mr checked-in to:
    Post by claudia_mr: <p>Eu zerei Detroit semana passada e obviamente esq
    Detroit: Become Human

    Platform: Playstation 4
    621 Players
    191 Check-ins

    Eu zerei Detroit semana passada e obviamente esqueci de fazer Check-in :v

    Pqp eu sempre amei os jogos da Quantic Dream, desde Omikron até Beyond Two Souls que tinha sido o último deles que joguei antes de Detroit; e Indigo Prophecy e Heavy Rain sempre estiveram quase pau a pau em serem meus preferidos, mas Detroit me marcou MUITO; e agora eu to dividida, mas sei que Detroit me marcou mais que Heavy Rain. É realmente um jogo maravilhoso. Eu já tava com altas expectativas, mas mesmo assim me surpreendi. Recomendo pra qualquer um que goste de uma história incrível e personagens envolventes 

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      ridan · 5 months ago · 2 pontos

      Mesmo sentimento aqui. Comecei no Indigo Prophecy mas meu favorito era Heavy Rain, até eu jogar Detroit. Jogão!

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