claudia_mr

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  • 2019-10-21 21:12:32 -0200 Thumb picture

    Top 10 Jogos de NES (Parte 1)

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    Chiller

    Esse jogo não é  bom, está nessa lista por curiosidade pois ele teve um lançamento não autorizado para Nintendo. O jogo é diferente de alguns da época, pois seu objetivo é torturar e matar pessoas, e quanto mais pessoas, mais pontos. 

    É um jogo de tiro em primeira pessoa, onde as vítimas não reagem, e você pode atirar nelas ou usar armadilhas, como guilhotinas e até dar de comer para um jacaré. O jogo tem diversas fases, e uma delas é apenas constituída de fantasmas e não pessoas. A versão do Nintendo é mais “leve” que a de Arcade.

    Ghoul School


    Um jogo de ação e plataforma, com diversos inimigos. Aqui você controla um estudante, que ao voltar pra casa, passou por um cemitério e encontrou um crânio brilhante e guardou consigo para mostrar ao seu professor. Porém, no dia seguinte, o crânio tinha aumentado de tamanho. 

    Acontece que o crânio é amaldiçoado e transforma todos na escola em demônios e criaturas, e a líder de torcida foi capturada pelas criaturas. Seu dever é salvar a garota e a escola. O jogo é ótimo para quem curte o estilo, e tem diversos cenários e diversos segredos escondidos, sendo desafiador como outros do gênero.

    Journey to Silius


    Na minha opinião, um dos melhores jogos Side Scrolling de Ação do NES. A história do jogo se passa em um futuro muito distante, onde muitas pessoas foram morar em colônias espaciais, devido a superpopulação da Terra. O protagonista é um garoto que deveria ir para o Sistema Solar Silius, porém um atentado terrorista explode o sistema, acabando com todos os seus planos e matando os pesquisadores, sendo que um deles é o pai do protagonista. 

    O garoto acaba achando em sua casa um disco contendo todas as informações sobre Silius e uma mensagem de seu pai pedindo para que o garoto salve o sistema. Agora ele quer não apenas salvar o lugar, mas também vingar a morte de seu pai.


    Moon Crystal


    Um dos melhores jogos de Plataforma do NES, com algumas características de gameplay muito avançados para a época. Você controla um garoto que teve seu pai sequestrado por um Necromancer, que pretende usar o Moon Crystal para ressuscitar os mortos. 

    O protagonista junto de uma garota misteriosa precisa resgatar seu pai das garras do conde, e impedir que ele continue com seus planos. O jogo foi lançado apenas nó Japão, mas existe uma tradução feita por fãs.

    Déjà Vu


    Um Adventure Point and Click policial/detetive. Você controla Ace, um detetive particular que acorda em um banheiro, sem memórias do que aconteceu anteriormente. Logo ele descobre que está no banheiro de um bar, e que um homem foi encontrado morto no local e que Ace é um suspeito.

    Você precisa encontrar provas para se lembrar do que aconteceu e resolver o caso, pois tudo indica que você estava envolvido de algum forma, porém você não sabe como; e o problema de memória do personagem só piora, mas depois de usar um antídoto, ele começa a ter flashbacks de eventos que podem ajudar a resolver o caso. O jogo também tem uma sequência, intitulado Deja Vu II: Lost in Vegas.

    Crystalis


    Um RPG de ação cultuado por muitos fãs. Cryslalis se passa em um mundo pós apocalíptico onde uma guerra nuclear fez com que surgissem criaturas mutadas e que a população voltasse a ser primitiva. Com abandono da ciência, a população começa a aprender magia. Alguns sobreviventes construíram uma torre cheia de armas, para se precaverem diante futuras destruições. 

    Porém, um homem pretende dominar o que restou da Terra, e para isso combina magia e ciência, controlando militares para invadir a torre. E a única pessoa que pode impedir isso, é o protagonista do jogo, que foi colocado em um sono criogênico antes da guerra, e mesmo que ele não se lembre de nada, ele sabe que precisa salvar o mundo ao lado de outros guerreiros. O jogo tem gráficos avançados para época, um plot muito bem elaborado e uma bela trilha sonora. Existe também uma versão para o Game Boy Color.

    Maniac Mansion


    Um clássico Adventure Point and Click do Nintendinho. Nele um jovem se aventura na mansão de um cientista louco que usa cérebros humanos para experimentos, junto com dois amigos, pois o mesmo raptou sua namorada, e ele precisa encontrá-la, enfrentando o cientista e as estranhas personalidades que habitam sua mansão. Uma exclusividade do jogo na época, era a existência de seis amigos, podendo o jogador escolher dois para adentrar a mansão. 

    Cada personagem tem diferentes habilidades, o que significa que certos puzzles só podem ser resolvidos com personagens específicos, e isso afeta também o final do jogo, sendo que existem vários finais e várias formas de lidar com o cientista . Se um dos personagens morrer, você deve escolher outro, e o jogo acaba se todos forem mortos. O jogo também tem altas doses de humor, e uma sequência intitulada Day of the Tentacle foi feita, e é também um ótimo Adventure.

    Uninvited


    Um clássico Adventure point and click de horror, da mesma linha de Deja Vu. O protagonista sofreu um acidente de carro em frente a uma mansão, e precisa abandonar o carro em chamas, enquanto percebe que sua irmã sumiu. 

    Tudo que resta para ele, é entrar na mansão nada convidativa para encontrar sua irmã. Ele vai descobrindo, que o antigo dono da casa era no mínimo assustador. O jogo consiste em explorar o ambiente, resolver puzzles e coletar objetos, enquanto evita os perigos do local.

    Nightshade


    Um Adventure Point and Click de Ação, onde você controla um Detetive com vibe de super herói, que deve enfrentar o vilão e sua gangue que tomam conta da cidade. O jogo tem tanto elementos de Adventure, como exploração e puzzles, como de ação, onde o personagem resolve tudo na pancadaria. O protagonista também deve conversar com personagens, que podem oferecer pistas valiosas. 

    O personagem também tem uma barra de popularidade que sobe cada vez que ele realiza algum ato heróico. Algumas vezes, o detetive também se vê preso em armadilhas feitas pelo seu inimigo, e você deve encontrar formas dele escapar. O jogo não tem exatamente uma ordem correta de resolver as coisas, sendo bem livre.

    The Portopia Serial Murder Case


    Um Adventure muito avançado para a época, contendo um plot complexo e muitas possibilidades de gameplay. É mais um Adventure de Detetive para a lista, onde o presidente de um banco foi encontrado esfaqueado e morto por sua secretária. Alguns pensaram ser um suicídio, mas o protagonista foi contratado para investigar o caso, contando com a ajuda de sua assistente e outros personagens interessantes, como uma stripper. 

    O jogo possui elementos point and click, onde você deve usar o cursor para encontrar pistas, também algumas partes são comandadas por diálogos onde você deve escolher e digitar as palavras certas; além disso, existe um celular onde você faz ligações e alguns momentos onde você se locomove por um labirinto similar ao de Monster Maze 3D. O game possui mais de um final e a possibilidade de acusar várias pessoas de assassinato, e caso você acuse a pessoa errada, é criticado pela polícia e precisa reabrir o caso. O jogo foi lançado apenas no Japão, mas existe uma tradução.

    Espero que tenham curtido a lista de hoje! Em breve, continuações de listas anteriores e listas novas.

    Ps: O jogo da capa é Mother.

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      jcelove · 27 days ago · 3 pontos

      Seleção bacana como sempre. Só tiraria o Chiller pq é ruim de todas as formas e na versão do nes nem a violencia extreme tem.hehe

      Portophia murder case é um dos jogos que Kojimão sempre fala que o inspiraram motrando o quão porfunda poderia ser a narrativa num jogo. Se me lembro ele deu origem a vn awesome do snes tbm.

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      leandro · 27 days ago · 2 pontos

      Vou destacar da lista o Journey to Silius, que, na minha opinião, não é apenas um dos melhores jogos de plataforma do Nes, mas entra fácil na lista ( pelo menos na minha ) de melhores do gênero, de todos os tempos. Ah e a trilha sonora desse jogo é simplesmente memorável

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      vinicios_santana · 27 days ago · 2 pontos

      Só surpreende hem. Ótimos jogos.

  • 2019-10-19 20:42:58 -0300 Thumb picture

    Top 10 Jogos de Nintendo DS (Parte 1)

    Medium 3752094 featured image

    Nanashi no Game

    Um jogo de terror para a lista. Não é um jogo muito desconhecido, mas ele merece ser mencionado. Aqui temos um jogo dentro de um jogo. No mundo “real” do jogo, tem um jogo portátil que se chama “The Cursed Game ”, e todos que o jogam e não terminam o jogo em sete dias, começam a ver estranhas aparições, e acabam por morrer. O protagonista acaba jogando o jogo por indicação de um colega, mas as coisas começam a ficar bizarras quando um amigo de escola some, e a namorada dele pede para que o protagonista vá até seu apartamento dar uma olhada nele. Quando chega lá, encontra o garoto morto por afogamento, com o jogo em suas mãos; e também descobre que o garoto não mandou o jogo para ele, mas estava na verdade tentando impedir a circulação do mesmo.

    A jogabilidade é 3D em primeira pessoa no “mundo real”, onde você deve explorar os ambientes, resolver puzzles e evitar inimigos; também pode ler emails. No segundo modo de jogabilidade, você joga o Cursed Game, que é um rpg em terceira pessoa 8-bits, parece ter saído do Game Boy Color; e ao jogar ele, você pode acabar solucionando problemas do “mundo real”. Existe uma sequência, intitulada “Nanashi no Game: Me”. Os jogos só foram lançados no Japão, mas ambos foram traduzidos por fãs.

    Flower, Sun and Rain

    Um dos melhores jogos que eu já joguei no Nintendo DS, e com certeza meu preferido. Goichi Suda (ceo da Grasshopper, que fez No More Heroes, Lollipop Chainsaw, Killer is Dead, entre outros), coloca todo seu toque absurdo e bizarro no jogo, com seus personagens icônicos e peculiares e história irreal. Aqui você controla Sumio Mondo, um homem que carrega sua maleta Catherine que ele usa para procurar “coisas perdidas”. Ele é contratado pelo hotel Flower, Sun and Rain para encontrar uma bomba, porém algo o atrapalha e a bomba acaba por explodir. 

    Curiosamente ele se vê em um looping infinito do mesmo dia, acordando quando o avião ainda não explodiu, e ele sempre tem novas chances de impedir que isso aconteça, mas será que ele consegue ou ele encontrará outros empecilhos?

    A jogabilidade consiste em andar (muito) pelos cenários, conversar com os funcionários e hóspedes do Resort e resolver diversos puzzles com a ajuda de Catherine e do guia do Hotel, utilizando o touch do DS.

    Time Hollow

    Um excelente jogo de manipulação de tempo do Nintendo DS. O protagonista tem uma vida normal com seus pais, porém ao fazer 17 anos, seus pais desaparecem e de repente toda a vida do garoto muda, entrando em uma realidade onde ele nunca viveu com seus pais, mas com seu tio. Não só isso, mas sua história sempre vai se alterando, com seus amigos morrendo e desaparecendo. Porém, o garoto descobre que existe uma caneta especial que altera o tempo, e que com ela, ele pode alterar o passado, consertando as coisas. 

    Aparece também em sua escola uma garota misteriosa, que não é afetada pelas manipulações de tempo. A jogabilidade é praticamente toda com a caneta, onde você deve abrir portais nos lugares certos, mudar o passado para corrigir o presente; também coletar objetos e passar por diálogos.

    Ghost Trick Phantom Detective

    Outra jóia indispensável do Nintendo DS. Você controla um homem que acabou de morrer, mas ele não se lembra de quem é e nem o motivo de alguém querer assassinar ele. Porém ele descobre que enquanto espírito, ele tem o poder de manipular objetos e de se locomover através deles. 

    Quando ele acaba usando esse poder para salvar a vida de uma garota, que por alguma razão estava na cena do crime, ele se vê em uma trama misteriosa, onde talvez a garota seja a chave para que ele descubra sua própria identidade. A jogabilidade consiste nessa manipulação e locomoção através de objetos, sempre com um objetivo e as vezes com tempo.

    Trace Memory

    Um Adventure maravilhoso e essencial do Nintendo DS. Você controla uma garota que foi criada pela tia, pois seus pais desapareceram quando ela era muito criança. Porém, um dia ela recebe um pacote que diz ser de seu pai, que ela pensava estar sumido, e no pacote, além de um aparelho misterioso, tem a localização dele, pedindo para a garota encontrá-lo. Ele diz estar em uma ilha, e por isso a garota e sua tia viajam até lá. Chegando no local, a tia da garota sai para procurar o irmão, mas não retorna. Por isso, a garota decide se aventurar para encontrar sua tia e seu pai, com a ajuda do espírito de um garotinho que se intitula “D”.

    A jogabilidade é como a de um Adventure, tem muita conversa, exploração, arquivos e notas para ler, coleta de objetos e puzzles para resolver, tudo usando a caneta do Nintendo DS e as vezes o microfone. A personagem também tem um aparelho que o pai a enviou, e ele tem várias funções, uma delas é tirar e salvar fotos que podem ajudar nos puzzles e ler pequenos cartões de memória.

    Deep Labyrinth

    O primeiro RPG da lista. É um jogo infelizmente meio underrated, mas que merece mais visibilidade, por isso estou citando ele. Aqui, o protagonista, seus pais e seu cachorro estão andando de carro, quando o pneu do carro fura em frente a uma mansão estranha. O cachorro, que se chama Ace, fica incomodado com algo da mansão e acaba entrando nela; enquanto os pais do protagonista vão atrás, porém acabam não voltando. O garoto resolve ir procura eles, e quando se aproxima, acaba sendo sugado por um vortex, ficando preso. Ele se reencontra com Ace, e se aventura no lugar para salvar seus pais. Não apenas essa história, mas o jogo também possui outro plot de um homem que foi sugado pelo mesmo vortex. 

    A jogabilidade usa o touch para mover a espada do protagonista e também desenhar magias, que podem ser combinadas para novas magias; o microfone também precisa ser usado em certas partes. O jogo tem diversos finais em cada capítulo, e suas escolhas interferem nesses finais. As dungeons do jogo são super imersivas, com inimigos em 3D e primeira pessoa.

    Theresia: Dear Emile

    Mais um Adventure Survival Horror para a lista. Não é um jogo super desconhecido, mas também não é cultuado como deveria. É um dos melhores jogos de Nintendo DS que eu já joguei, e ele tem uma história incrível e um visual ultra bonito. A história do jogo começa sendo um mistério. A protagonista é uma garota que acorda em uma espécie de prisão, e nada se sabe sobre ela a não ser vários flashbacks que ela fica tendo, mas que você não sabe quem são as pessoas que ela vê e até que ponto ela estava envolvida nos acontecimentos. 

    Por ser um jogo com uma história muito misteriosa, é bom prestar muita atenção nos flashbacks, pois por mais que eles não façam sentido no começo, parecendo apenas várias informações jogadas, elas são importantes e podem ir de encaixando aos poucos. A jogabilidade é em primeira pessoa, mas se torna um pouco complicado, pois o jogo é repleto de armadilhas e os puzzles não tem tanta dica, tendo a possibilidade de você ficar horas preso; por isso é bom explorar o máximo que der, para evitar que algo fique para trás. Existe também em seu inventário um pingente, que ao fazer a personagem usá-lo, vozes misteriosas dão dicas de como prosseguir.

    Tenchu Dark Secret

    Um jogo de ação para a lista. Aqui você controla um dos dois ninjas assassinos que devem proteger uma princesa que foi ferida. Você deve atacar os inimigos e também fazer armadilhas para eles.

    O jogo tem diversas missões, as vezes você deve salvar pessoas que te dão itens como agradecimento, e eles podem ser usados para construir vários itens úteis, que podem ser usados ou vendidos.

    Again

    Um Adventure policial para a lista. Nele você controla um agente do FBI que sobreviveu a uma série de assassinatos. Eles voltam a acontecer depois de muitos anos, e você deve solucionar esses crimes. O agente tem uma habilidade psíquica que o permite reaver o passado e investigar as cenas do jeito que elas ocorreram. A jogabilidade usa o Nintendo DS como um livro (igual em Hotel Dusk/Last Window), e você deve não só explorar os ambientes em primeira pessoa, como também usar as habilidades especiais do protagonista para reaver os crimes. 

    Sempre que você encontrar todas as cenas necessárias em um ambiente, você terá todas elas fora de ordem, e as colocando em ordem certa, você consegue ver uma cena do assassinato. Porém, o personagem tem uma barra psíquica de saúde , que se caso você usá-la indevidamente, se resulta em game over.

    Infinite Space

    Um RPG de Ficção Científica para terminar a lista de hoje. O Nintendo DS tem diversos RPGs maravilhosos, e esse é um deles. Aqui você controla um garoto que vive em uma realidade futurista, onde a humanidade foi distribuída em várias galáxias, e onde viagens na velocidade da luz podem ser feitas, inclusive para lugares que demorariam anos para chegar. O garoto descobre que existe um império com um líder tirano que quer dominar uma das galáxias, e o protagonista deve tentar defendê-la. 

    O jogo também possui diversos finais, e sua jogabilidade consiste em controlar uma nave espacial e seu time. A nave pode ser customizada de incontáveis maneiras, bem como seu time tem diversas possibilidades de membro. Você controla várias ações usando o touch screen, tanto as viagens, como combate e a locomoção de personagens. Sempre que uma nave inimiga aparece, você pode selecionar alguns tipos de ataque, que podem funcionar ou não. 

    Por hoje é isso! Espero que tenham encontrado algum título de interesse! Aguardem mais listas dessa e de outras plataformas.

    Ps: O jogo da capa é Golden Sun.

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      jcelove · 29 days ago · 3 pontos

      Caraca, tem que gostar muito da loucura de Sudão pra ter FSR como jogo favorito do DS, com tanto jogo muito mais jogo e muito mais agradável. Qualquer outro dessa lista é mais favoritável que ele pra mim, ainda mais com o AWESOME Ghost Trick logo abaixo. XD

      O jogo do Mondo tem um conceito maneiro mas faz de tudo pra vc detestar a experiência, é um jogo bem conceitual além de ser muito, mas muito difícil de entender mesmo jogando até o final e tendo jogado silver case.hehe

      Dessa vez eu conheço todos ao menos de vista.hehe
      Again é bem maneiro, apesar de cansativo, apesar de memos cansativo ue Hotel dusk pra mim

      Theresia não sei se da pra chamar de survivor horror, é um adventure/vn/dungeon crawler estático. Ta mais pra um Myst com temática de terror que prum Resident Evil, mas tem uma história muito boa, apesar de ser dificil de aguentar tbm

      Nanashi no geamu eu achei um conceito sensacional, mas não tive saco pra jogar até o fim (só joguei o 2 na verdade). A falta de interface na parte 3d deixa a coisa bem solta, dificil de entender o que fazer. Qdo apareceu o primeiro fantasma e morri sem saber como reagir deixei pra lá XD

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      emphighwind · 29 days ago · 3 pontos

      Deep Labyrinth é tão bom assim? Preciso voltar com Theresia e GT(especialmente GT, tinha jogado em JP sem entender nada até empacar, mas não toquei quando saiu a tradução) algum dia.

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      josebrito · 29 days ago · 2 pontos

      boa noite, curti aquele de terror vou ver se funciona no emulastation aqui

  • 2019-10-17 19:49:09 -0300 Thumb picture

    Top 10 Adventure Games (Parte 1)

    Medium 3751669 featured image

    Hoje eu trago a primeira parte da lista de jogos de Adventure para o PC, todas terão dez jogos de cada vez.

    The Sea Will Clain Everything

    É um point and click Indie, feito pelo mesmo criador de Museum of Broken Memories.

    O jogo se passa em um lugar fictício chamado Lands of Dreams (lugar que aparece em outros jogos do mesmo criador); e no começo do jogo, você está em Underhome: uma “casa” de um misterioso druida chamado The. Só que não é apenas uma casa, ela tem vários andares e vários cômodos, e a casa tem diversos mecanismos, que são controlados por Inteligências Artificias cheias de personalidade. Porém, alguns mecanismos da casa e a energia mágica dela ficaram prejudicadas, depois de um ditador invadir a casa.

    O jogo além de ter um plot muito mais profundo e que mexe com problemas da nossa realidade, também possuí personagens humanos e criaturas EXTREMAMENTE interessantes; até o peixe falante é super bem construído. O jogo é um adventure point and click, e durante o jogo, tem uma lista de tarefas que sempre atualiza, para que você siga a lista e avance a história. Eu recomendo esse jogo para todo mundo; ele é simplesmente impecável em todos os sentidos: visual, trilha sonora, história, personagens e diálogos.

    Edna & Harvey

    Esse Adventure point and click foi feito pela Daedalic, mesma empresa que fez Deponia. São dois jogos na série: Edna & Harvey The Breakout e Harvey’s New Eyes. No primeiro jogo, Edna conta com a ajuda de Harvey, seu bichinho de pelúcia que está com ela desde a infância, para fugir de um manicômio onde ela foi colocada injustamente.

    E no segundo jogo, você joga com Lili, uma amiga de Edna que mora em um convento, e a garota segue todas as regras, mesmo que sejam injustas; e de início, a garota precisa ajudar Edna a esconder que esteve no convento, por conta da visita de seu ex psiquiatra. O jogo é hiper bem humorado, tem personagens carismáticos, a história é maravilhosa e mais pesada do que aparenta, porém, o clima de humor deixa tudo mais leve.

    The Silent Age

    É um jogo curto e bem feito, ideal para quem quer uma jogatina rápida e proveitosa. O jogo é dividido em capítulos, e você controla um homem que trabalha para uma organização enorme. Um dia ele topa com um senhor a beira da morte, e o mesmo entrega para ele um dispositivo que permite viagem no tempo, e o pede para que ele viaje no tempo e o encontre, contando para ele sobre o futuro, para que uma tragédia seja evitada.

    O jogo tem um clima tenso muito bem ambientado, a dublagem do jogo é ótima e a história mais ainda. É uma intriga que te prende do início ao fim.

    The Shivah

    Outro jogo curto para a lista. Aqui você controla um rabino que é dono de uma igreja, porém, ela está a beira da falência por ele estar cheio de dividas. Um dia, a polícia faz uma visita a ele, pois um ex frequentador de sua igreja foi assassinado e deixou a herança para o rabino, fazendo com que ele se tornasse suspeito.

    Ele decide então, investigar sua morte por conta própria, mesmo que fique em perigo. O jogo, apesar de curto, tem um plot bom demais, o jogo parece um filme e a dublagem é ótima. Ele também retrata temas pesados, reais e que vão te fazer refletir.

    I Fell from Grace

    Um dos Adventures mais profundos que eu já joguei. Aqui você controla Henry, um homem que mora com sua esposa em uma casa grande em um bairro bom, mas que se encontra com problemas financeiros, pois parece nunca conseguir uma promoção no trabalho. Um dia, ele acaba descobrindo por acaso que sua esposa está com uma doença incurável, e desde então suas vidas mudam drasticamente, fazendo com que Henry precise tomar decisões delicadas.

    O que fica no ar é, se é apenas esse o único problema que ele vai ter que enfrentar. O jogo é todo feito por decisões que afetam muito o final, e algo posto em prova é até a que ponto você chegaria para salvar alguém que você ama? Você roubaria? Mataria? Enganaria?

    Algo que eu gostei muito nesse jogo fora o visual e o clima, é que o universo do jogo é enorme; temos uma cidade grande super bem construída e bem ambientada.

    The Dream Machine

    Outro jogo extremamente interessante e diferente. Esse point and click parece ser feito de massinha, mas sua história tem um clima tenso. Você controla um homem que acabou de se mudar para um apartamento com sua esposa grávida; e tudo parece bem, menos o fato da sua esposa achar o inquilino e porteiro muito suspeito. Tudo muda quando você encontra escondido em seu quarto uma câmera que filma tudo que acontece ali.

    Agora você precisa descobrir quem fez isso e o motivo, porém, isso o leva para uma trama fantasiosa e surpreendente, onde nada é o que parece. O jogo além do visual interessante, tem uma história misteriosa que sempre te leva a temer o que pode acontecer em seguida.

    Alpha Polaris

    O primeiro point and click de terror da lista. Aqui você controla um biólogo que vai junto de alguns companheiros investigar um lugar chamado Alpha Polaris, que é uma reserva de óleo.

    Tudo parece bem, até que um deles encontra uma caverna cheia de ossos humanos, e logo eles se encontram em uma situação cheia de horror e mitologia. O jogo tem cenas pesadas, personagens interessantes e um plot intrigante.

    Detective Case and Clown Bot

    Esse jogo inicialmente me chamou a atenção pelo visual. Existem dois jogos na série: Detective Case and Clown Bot in: The Express Killer e Detective Case and Clown Bot in: Murder in the Hotel Lisbon. Como o nome já diz, você controla o detetive Case e seu parceiro Clown em uma trama misteriosa e precisa ajudar a solucionar casos de assassinato. Em Express Killer, os parceiros e uma criança, filho de um colega, embarcam em um trem onde aconteceram diversos assassinatos, para encontrar o culpado.

    Em Murder in the Hotel Lisbon, vocês precisam investigar um estranho caso onde um homem “cometeu suicídio” com diversas facadas nas costas. São jogos que eu recomendo muito, não só pela história, mas também pelos personagens interessantes, visual super único e uma ótima jogabilidade; o jogo não é apenas um Adventure point and click, como também tem um sistema onde você deve convencer as pessoas a dar depoimentos, enquanto você escolhe as perguntas certas que as façam passar informações valiosas e alguns mini games no mínimo interessantes. A música de ambiente também é ótima.

    The White Chamber

    Mais um point and click de horror psicológico para a lista. Nesse jogo gratuito, você controla uma protagonista misteriosa, que acorda em um caixão que está em uma espécie de nave em pleno espaço, e ela não se lembra de quem é e nem o motivo de estar ali.

    O jogo tem um estilo todo futurista que parece um anime antigo e um horror muito bem ambientado. O medo sempre paira no ar enquanto a personagem investiga a estranha nave. O que eu gosto desse jogo além do visual, é que a história é surpreendente, cheia de temas tensos, reviravoltas e cenas pesadas.

    Download: https://www.studiotrophis.com/site/projects/thewhitechamber

    Apocalipsis: Harry at the End of the World

    Tentem imaginar uma história dos Irmãos Grimm em estilo Medieval? É basicamente isso que Apocalipsis proporciona. Harry, o protagonista, estava apaixonado por uma moça com quem ele mantinha um relacionamento, porém, a mesma foi morta acusada de bruxaria, e agora você deve se aventurar no submundo para trazer a moça de volta.

    É um point and click curto e com puzzles até fáceis, o que torna a jogabilidade mais tranquila, especialmente para os que não são muito acostumados com o gênero. O jogo tem um visual incrível, que realmente parece saído de um antigo livro de histórias, ainda mais pelas cores de livro envelhecido. As vozes e as músicas também são ideais para o ambiente.

    Espero que tenham gostado da lista! Fiquem de olho, pois terão várias partes.

    Ps: O jogo da capa é Day of the Tentacle

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      kipocalia · about 1 month ago · 3 pontos

      Eu amo fran bow e the cat lady :\ eu joguei os jogos antigos de point e click como Monkey Island e Grim Fandango (só terminei o primeiro monkey), mas achava-os complexos e dificeis demais, nem pista deixavam direito pra tu saber o que fazer \o/ the dream machine sinto muita vontade de jogar :\ o tenso é que ele estando em inglês complica um pouco pra eu entender, meu inglês é basico.

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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      Top 10 adventures (underground) parte 1.hehe
      Excelente lista como sempre. Alguns desses eu gosto muito como Shivah que realmente é sensacional e foi o primeiro jogo comercial do Dave la da Wedjeteye. O rabino q responde com perguntas e manda bem na porrada é muito kegal.

      Silent age ainda nao joguei mas se me lembro ele é original do mobile, é free no android, acho q vou dar uma chance.

      Dream machine eu comprei no lançamento mas dropei...tem uns puzzles muito confusos e a cada sonho piora.hehe

      Cara, white chamber!!!! Bem lembrava disso. Joguei anos atras na epica em q ainda ficava buscando jogo free de pc pra baixar. Era bem maneiro principalmente pir tentarem imitar um visual anime.

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      dlima · about 1 month ago · 2 pontos

      ótima lista, desses só joguei o Dream Machine e o Silent Age, oq é bom pois descobri um monte pra jogar como The White Chamber q já tem até o link!
      Point&Click apesar de não ser o meu gênero favorito sempre acabam me surpreendendo lembro do primeiro q dei uma chance q foi o Beneath a Steel Sky gostei tanto q até hj é o wallpaper do meu PC, vai entender. inclusive caso não tenha jogado ele ainda deve tá de graça na GOG(melhor q a steam cof cof).

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  • 2019-10-15 20:58:50 -0300 Thumb picture

    Jogos de Dreamcast que Vale a Pena Conferir

    Medium 3751323 featured image

    Boa noite, gente! Eu andei sumida pois a faculdade estava muito atarefada, e eu tive outros compromissos. Ainda estou um pouco ocupada, mas eu devo voltar a aparecer mais.

    O Dreamcast é um console, que mesmo sendo ótimo, acabou sendo deixado de lado pelo PS2, mas é um aparelho com ótimos exclusivos, e citarei alguns deles aqui na primeira parte da lista.

    Illbleed

    O Dreamcast tem bons jogos de horror/ação exclusivos, e um deles é Illbleed. A protagonista tem que sair a salvo de um parque dos horrores bizarro, de preferência com seus amigos, para que possa ganhar um grande prêmio em dinheiro. O jogador pode morrer de várias formas e tomar sustos com armadilhas e inimigos. 

    Uma barra avisa quando uma dessas ameaças ou itens podem estar perto. Dependendo do rumo da história, outros personagens se tornam disponíveis e jogáveis, e cada um tem características distintas. O jogo tem mais de um final.


    The Ring: Terror's Realm

    Já imaginaram inimigos que são um bando de macacos mutantes assassinos? É isso que The Ring que proporciona. O Survival Horror exclusivo do Dreamcast tem muitas características do gênero; como combate através de armas, ter que achar itens certos, tomar cuidado para não ficar sem munição e luz e muita exploração pelo ambiente. No jogo, você controla uma moça que trabalha em um laboratório de controle de doenças; e seu namorado, que também trabalha lá, foi encontrado morto de uma forma grotesca, junto com outros funcionários do laboratório, e a única pista é um programa no computador que chama RING.

    E sim, é inspirado no filme, mas invés de ser uma fita VHS, é um programa de computador maléfico. O jogo tem muitas falhas, como se fosse um Resident Evil meio mal feito, mas ainda assim, é um jogo recomendado para quem gosta de Survival Horror e que quer aproveitar bem o Dreamcast. 

    Blue Stinger

    Mais um Survival Horror esquisito pra lista. Em Blue Stinger, uma ilha afundou no Oceano por causa de um terremoto, e apenas uma parte sua ficou. Cientistas descobriram que o pedaço que restou, é do mesmo tamanho do meteoro que acabou com os Dinossauros, fazendo com que a ilha se chamasse ‘Dinosaur Island’

    Perto dessa ilha, está o protagonista em um barco, junto com um amigo; e o barco acaba sendo acertado por um objeto vindo do céu, fazendo com que o mesmo se partisse. Para deixar a situação mais estranha ainda, o pingente do colar de seu amigo se torna real, e uma espécie e fada azul surge, e acaba por ajudar o protagonista durante a jornada. Eliot (o protagonista), é uma espécie de agente, e ele e seus companheiros se aventuram na ilha; mas não esperem Dinossauros, as criaturas são extremamente mais bizarras do que os próprios.

    Nesse jogo, estranhamente, monstros derrubam moedas, e armas podem ser compradas através de máquinas. A câmera e a jogabilidade são meio falhas (a versão Japonesa acaba sendo melhor), e a história tem alguns problemas; mas nada que não faça de Blue Stinger um bom jogo. É mais uma pérola do Dreamcast que vale o tempo.

    Carrier

    Adivinhem? Outro Survival Horror. No mundo de Carrier, o país sofre de uma enorme crise econômica, que gerou crise em vários outros setores, deixando o país mal visto e em situação delicada. Fora isso, vários ataques terroristas começaram a ocorrer, fazendo que com os Militares dos EUA tomassem providências para combatê-los. Várias bases militares e veículos foram construídos, e como já diz o nome do jogo, vários navios com Armas Aéreas de Guerra foram colocados no mar, com uma capacidade extremamente poderosa. Porém, depois de alguns dias de operação, perderam comunicação de rádio por alguns dias, e é ai que entra um time de agentes para investigar o que pode ter acontecido com is navios, e é ai que entram os protagonistas. Enquanto estão na base para investigar, vários perigos os cercam, incluindo criaturas mutantes bizarras.

    Carrier é um Survival Horror de ação com uma vasta gama de armas. O jogo, além de combates, boss battles e procura de itens, também possuí um óculos que o personagem usa para identificar possíveis perigos, que sem o óculos, ele não é capaz de ver. Mesmo com alguns bugs, Carrier é um ótimo título para quem curte um Survival Horror. 

    deSPIRIA

    Um RPG para a lista, e esse é bem bizarro. Um jogo que, infelizmente não saiu fora do Japão. Nesse jogo, o ano é mais de 2060, e a protagonista trabalha para uma organização chamada ‘The Church’; e em uma de suas missões, ela sofre um acidente e vai parar em um Túnel Subterrâneo, e ela deve encontrar uma forma de sair do lugar e descobrir seus mistérios.

    O jogo tem batalhas por turno, e sua “party” são criaturas que ajudam a personagem, algo já esperado de Rpgs da Atlus. Fora as batalhas, o jogo também tem aspectos de um Adventure, onde você deve explorar e encontrar itens, que são mostrados apertando o botão certo. Para quem jogou Hellnigh, eles tem similaridades. É um dos jogos mais obscuros da Atlus.

    D2

    Não sei quem já jogou o jogo D (de PS1, 3DO, PC e Saturn), mas aqui, temos a protagonista Laura de volta, mesmo que esse jogo não tenha conexão com o primeiro além da protagonista.

    Nesse Survival Horror, a personagem Laura está em um Avião, quando de repente, um grupo de terroristas toma conta do veículo; e antes que um agente do FBI, que também estava a bordo do avião, pudesse pará-los, o Avião sofre uma queda, caindo em um lugar afastado cheio de neve. Laura acorda em uma cabana sendo cuidada por outra sobrevivente, que diz a ela que a mesma ficou desacordada por mais de dez dias. Porém, logo um outro sobrevivente invade o local, e logo se transforma em um monstro. Isso faz Laura se aventurar no local para descobrir o que está causando tudo isso.

    O jogo tem um sistema de batalha, onde Laura não se mexe, apenas mira e atira, e a cada criatura que ela matar, seu nível sobe e sua barra de HP aumenta; fora isso e exploração de ambiente, Laura também pode tirar fotos a qualquer momento do jogo e vê-las depois. Com certeza é um ótimo Survival Horror do Dreamcast.

    O Dreamcast tem excelentes Visual Novels, como Missing Parts, mas infelizmente, por serem Japoneses, não é possível jogar se não entender Japonês ou ter paciência para usar aplicativos tradutores.

    Menções honrosas de jogos mais conhecidos: Shenmue 1 e 2, Record of Lodoss War e Skies of Arcadia. 

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      jcelove · about 1 month ago · 3 pontos

      A menina tarda mas num falha! Sempre tem algym na lista q nunca ouvi falar. Dessa vez foi so o deSPIRIA.
      Blue stinger, illbleeb, carrier e D2 sao ate bem conhecidos dos fas do console.

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      emphighwind · about 1 month ago · 2 pontos

      deSPIRIA é que o me mais interessa desta lista.

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      kipocalia · about 1 month ago · 2 pontos

      Do Dream eu queria jogar Neo e Napple Tale.

      1 reply
  • 2019-09-10 19:57:20 -0300 Thumb picture

    TOP 10 Jogos de PlayStation que você Provavelmente Deixou Passar

    Medium 3744406 featured image

    Volfoss

    Volfoss é um RPG tático que infelizmente nunca foi lançado fora do Japão. Ele possuí um universo surreal e bizarro, com reinos distintos e bem caracterizados e diferentes facções. Sua história envolve traição, vingança e busca por poder. 

    Claro, é bem mais difícil zerar um jrpg em Japonês, tendo que depender de gameplays da Nicovideo e tradutores, mas nada que não valha a pena. O jogo é extremamente bonito, com gráficos completamente em 3D, com destaque ao design peculiar e bizarro dos personagens e criaturas.

    Athena: Awakening from the Ordinary Life

    Todos que conhecem a heroína de Psycho Soldiers, em grande maioria a conheceram em King of Fighters. O que muitos não sabem, é que a garota tem um jogo exclusivo de PS1, que é um Adventure de Terror. O jogo em grande parte é focado em resolver puzzles e usar os poderes psíquicos de Athena, apertando botões certos em sequência.

    O plot consiste em experiências absurdas sendo realizadas pelo governo, e isso acaba mexendo com os poderes recém descobertos da garota. O jogo também tem belos gráficos em 3D, e temos também a conhecida presença de Kensou.

    In Cold Blood

    Um Adventure de ação desconhecido do PS1, que com certeza merecia ser mais aclamado. Nesse jogo, você é um agente infiltrado na URSS em busca de um colega desaparecido; porém, depois de capturado, você precisa fugir utilizando de inteligência e armas; lutando, se escondendo e resolvendo puzzles, e descobrir quem foi o traidor perto de você. 

    Esse jogo, além de ter um plot maravilhoso, cheio de mistério, momentos de tensão e reviravoltas, oferece um gameplay completo e tem gráficos muito bonitos para a época.

    The Note 

    O primeiro Survival Horror em primeira pessoa da lista. O protagonista é um jornalista, que vai junto de uma mulher a uma casa estranha, pois essa está procurando uma pessoa desaparecida. Logo a casa se mostra não muito convidativa. Apesar de terem criaturas no jogo e existir combate, que depende de apenas uma arma, esse não é o foco.

    Puzzles são a parte mais desafiadora do jogo; e tudo que vemos, são através dos olhos do personagem, por isso, quando ele pisca, nós percebemos que ele o fez. Caso o personagem se machuque, ele vai fechando os olhos, ficando cada vez mais difícil de enxergar; o que com certeza foi algo inovador.

    Conversar com personagens, coletar itens e iluminar os ambientes também são ações importantes.

    Juggernaut

    Mais um Adventure de Horror em primeira pessoa. A namorada do protagonista desapareceu, e quando o mesmo chega a casa dela para investigar, vê a garota desmaiada, e um padre que está no local, diz que ela foi tomada por forças do mal, e que caso você “entre” na alma dela, pode salvá-la. 

    O jogo não tem combate, mas sua exploração e puzzles são desafiadores. Quem não curte o sistema pode facilmente se irritar com o andar do personagem e a câmera; mas para quem gosta, eu recomendo. O jogo tem boa história e cinemáticas perturbadoras.

    Hellnight (Dark Messiah)

    A cidade de Tokyo foi tomada por forças do mal, e a protagonista resolve se esconder nos subterrâneos da cidade, porém, ela descobre que lá existem horríveis e perigosas criaturas mutantes, que matam qualquer sobrevivente. O jogo também é em primeira pessoa, mas possui personagens 3D, um design interessante e muito diálogo. 

    O jogo também não tem batalhas; caso um inimigo apareça, você deve fugir. Existem outras pessoas escondidas nos túneis, e você pode andar com um companheiro sempre. Caso seu companheiro morra, você pode encontrar outro.

    Silverload

    Faroeste já é bom, e com terror, então? Silverload é um Adventure de Terror com personagens que lembram FMV. O jogo tem um universo que mistura diversos temas ocultos, como Lobisomens, Sacrifícios Humanos, Satanismo e Líderes Religiosos malucos. Você controla um protagonista misterioso, com um passado a ser descoberto e que se interliga com os eventos do jogo. A história começa com uma família tendo o filho sequestrado depois de serem atacados por Lobisomens, e o protagonista concorda em se aventurar na cidade de Silverload e encontrar a criança.

    O jogo consiste em muitos puzzles e diálogos; alguns deles podem ser difíceis para quem não é muito acostumado com o gênero, mas nada que insistir não resolva. O jogo também tem um combate de tiro em primeira pessoa que é ótimo, fácil e só aparece nos momentos certos, onde não se torna cansativo. Os personagens também são muito bem dublados para um jogo da época. Com certeza é um maravilhoso título que deve ser conferido.

    PuLiRuLa

    Um jogo de ação e plataforma estilo arcade. O visual alegre e bizarro do jogo, é com certeza seu atrativo. 

    Você deve toda hora atirar em criaturinhas peculiares e enfrentar bosses mais bizarros ainda, enquanto anda pelos cenários alegres e absurdos. Pode ser jogado em dupla, melhorando ainda mais a experiência.

    OverBlood 

    Um Survival Horror Cyberpunk completamente 3D, com câmeras que mudam entre primeira e terceira pessoa. O protagonista acorda sem memória em um estranho laboratório, onde cientistas fazem experiências malucas. Apesar de não ter lembranças, ele quer desesperadamente fugir do local. 

    Durante o jogo, você encontra companheiros interessantes, e também jogáveis, sendo que você depende deles também para avançar na história. O jogo não tem muito combate, consistindo mais em exploração e puzzles. Apesar do jogo ter alguns problemas, ele é uma pérola que tem suas inovações, e merece ser conferido. O jogo também tem uma sequência: Overblood 2, que tem algumas melhorias.

    Discworld Noir 

    Um Adventure Lovecraftiano bem humorado para a lista. Você controla um detetive, que foi enviado a encontrar um homem desaparecido, porém, as coisas fogem do controle, e o detetive se vê enfiado em um bizarro caso de assassinato. Pelo caminho, você encontrará personagens peculiares e uma história interessantíssima, misteriosa e bizarra, que te prende do inicio ao fim.

    O jogo consiste, em sua maioria, de diálogos e exploração; onde você tem um caderno de pistas, que pode ser usado para interrogar os personagens. O protagonista também pode virar um lobisomem, e você pode alternar entre suas duas versões. O jogo é 3D em Terceira Pessoa.

     Essa foi a parte um da lista! Ainda não sei quantas partes terão, mas, acredito que três ou quatro no total. Espero que tenham curtido! O universo de jogos do PlayStation é vasto, e eu pretendo ajudá-los nessa descoberta.

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      vinicios_santana · 2 months ago · 3 pontos

      Está de parabéns, em todas as listas internet a fora, ao menos um jogo eu já conhecia ou no mínimo havia visto alguma foto. Nessa parecia que eu estava em outro planeta com jogos alternativos. Faz jus a fama de jogos obscuros.
      Uma dica, no Alvanista tem o limite de 10 imagens visíveis, o restante vira links.
      Se quiser fazer um post mais organizadinho, da pra colocar capa e screenshot numa imagem só.
      Faço isso nos meus check-ins pra caber tudo.
      Designer de paint. kkkk

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      emphighwind · 2 months ago · 2 pontos

      Não consigo tankar a arte do Yasuhi Nirasawa desde os designs dele de SMTIV.

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      mastershadow · 2 months ago · 2 pontos

      The Note eu ja zerei, achei muito bom!

      1 reply
  • 2019-09-07 21:49:23 -0300 Thumb picture

    Lux-Pain é um jogo que prova que no Nintendo DS não tem só jogo fofo

    O Nintendo DS é conhecido mais popularmente pelos clássicos Pokémon, Mario & Luigi, New Super Mario Bros, The Legend of Zelda, Super Princess Peach, Bomberman, jogos do Yoshi e do Sonic. Alguns ainda curtem outros clássicos, como Cooking Mama, Ace Attorney, Rhythm Heaven, Feel the Magic,Professor Laytown, Digimon, Castlevania, Animal Crossing e Harvest Moon. 

    O console portátil da Nintendo também possuí uma vasta lista de RPGs, tendo outros famosos além de de algns citados anteriormente. Séries como Final Fantasy, Disgaea, Dragon Quest, Kingdom Hearts, Shin Megami Tensei ou jogos solo como The World Ends With You e Radiant Historia, costumam ser bem cultuados.
    Porém, assim como o PSP e o Vita, o Nintendo DS é um dos 'reis' dos jogos desconhecidos ou pouco apreciados, mas que são extremamente maravilhosos.

    Muitos desses jogos são mesmo obscuros e/ou pesados, como é o caso do jogo dessa postagem.

     No Universo de Lux-Pain, na cidade fictícia Kisaragi, assassinatos e suicídios grupais ocorrem na cidade, que antes era pacífica. Tudo isso por conta de 'Silents', que são vermes que se apossam da mente das pessoas, e as enchem de pensamentos ruins, depreciativos, odiosos e mesmo suicidas ou homicidas. No meio disso, o protagonista Atsuki trabalha em uma organização destinada a caçar Silents e exterminá-los; para isso, ele tem instalado no lugar de seu braço, um braço mecânico chamado Lux Pain, que torna seu olho amarelo quando o usa, e com esse dispositivo, ele pode ler os pensamentos das pessoas, achar os Silents que se apossaram dela e acabar com eles. 

    Porém, mesmo tendo um trabalho sério desses, Atsuki é um estudante adolescente, e além dessa tarefa, ele também faz amigos ao longo de sua jornada.

    A interação com os colegas de classe é extensa, e você topa com vários outros conflitos; sejam eles problemas familiares, escolares ou situações mais sérias; em vários deles você acaba tendo que acionar seu poder.
    Mas, claro, o plot não é feito apenas de problemas. A interação de Atsuki com seus colegas e demais personagens podem oferecer não só situações dramáticas, como risadas também. Os personagens de Lux Pain são carismáticos, com características marcantes e backgrounds interessantes e bem construídos.

    Os professores de Atsuki também são figuras frequentes no jogo, onde a interação com eles também é muito importante para a continuidade da história.
    Mas, como eu disse anteriormente, é um jogo que mexe com temas muito delicados, e tem personagens em situações extremamente sérias e tristes. Muitos personagens tem problemas muito comuns de serem vistos na vida real, como culpa, sentimento de inferioridade, coração partido, problemas de autoestima e muitos outros.

     O jogo é predominantemente Visual Novel, mas ele usa muito da função touch do Nintendo DS: Quando em busca de Silents, você precisa usar a caneta para 'cavar' na tela, até um verme aparecer, e você segura a caneta em cima dele até apagá-lo; também existem boss battles com Silents mais perigosos, onde o toque na tela também precisa ser usado. Fora isso, você também precisa conversar com personagens e escolher as respostas e perguntas que você acha que vão te beneficiar; você também pode escolher emoções de Atsuki em determinadas situações (feliz, triste, sério, etc), pode ler emails e adquirir itens. Escolher os lugares do mapa que você quer ir também é uma atividade frequente no jogo, pois muitas situações só são desbloqueadas de acordo com os lugares que você vai e pessoas que você encontra.

    Lux-Pain é definitivamente um jogo que eu só recomendo para quem gosta de Visual Novel, pois é muita leitura e muitas horas de jogo; porém, com certeza é um jogo maravilhoso e mal apreciado na extensa Biblioteca do Nintendo DS.

    Lux-Pain

    Platform: Nintendo DS
    34 Players

    37
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      emphighwind · 2 months ago · 2 pontos

      Pena que a localização é terrível.

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      gennosuke6 · 2 months ago · 2 pontos

      Opa, esse me chamou a atenção. Interessante.

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      sannin · about 2 months ago · 2 pontos

      Nintendo DS tem muuuuito jogo mais 'serio' .

      1 reply
  • 2019-08-29 18:34:17 -0300 Thumb picture

    Quais segredos podem ser escondidos entre quatro paredes?

    Para quem já zerou muitos jogos, fica cada vez mais difícil encontrar um título que te passe uma sensação de novidade muito forte; em qualquer quesito que seja (história, jogabilidade, etc). Isso não significa que não se fazem jogos como "antigamente"; temos jogos maravilhosos aparecendo cada vez mais, e não é porque um jogo seja "parecido" com outro que você jogou antes, que isso signifique que ele não seja incrível, pois no fim das contas, existem várias influências nesse meio e em muitos outros com que estamos familiarizados. Levando tudo isso em conta, eu sempre penso "é possível um jogo me impressionar a ponto de eu dizer que ele é diferente de tudo?"

    Maggie's Apartment é um Adventure Point and Click Indie feito por Anatola Howard e Duncan Cross, e o que me chamou atenção de inicio foi o design diferenciado e a premissa de toda a aventura se desenrolar dentro de um apartamento. Na Mesma hora eu pensei na Trilogia do Apartamento de Roman Polanski (os filmes Repulsa ao Sexo, O Inquilino e O Bebê de Rosemary), que são tramas intrigantes e que conseguem impactar mesmo se passando dentro de um apartamento praticamente o filme inteiro.

    Por isso, fiquei curiosa em saber como Maggie's Apartment ia conseguir prender minha atenção, e por gostar demais do gênero Adventure, resolvi me aventurar nele.

    O jogo começa com Maggie, uma Marshmallow extremamente simpática (sim, os personagens desse jogo são todos "alimentos" ou "plantas"), ela está vendo TV junto de seu namorado Randy Rosebud, que praticamente no começo percebemos que ele é uma super celebridade, e eles mantém um relacionamento as escuras. Depois de passar alguns comerciais na televisão, Randy se levanta incomodado, e sem dizer uma palavra, coloca um casaco que tampa seu rosto e sai do apartamento.

    Maggie continua no sofá, e pouco tempo depois, ela escuta um comunicado dizendo que todas as saídas do prédio foram bloqueadas, e ninguém entra e nem sai. Intrigada, ela tenta de todas as formas descobrir o que aconteceu para que a polícia tenha tomado essa atitude, só que sem sair de seu apartamento, já que não é possível. Tudo o que resta para Maggie, é grudar seu ouvido nas paredes, e tentar conversar com seus vizinhos: Um casal em crise, sua melhor amiga que a espera na varanda, um escritor que gosta de ver casais sofrendo, um cacto com crises existenciais e muitos outros residentes com histórias intrigantes.

    Respondendo a pergunta que eu fiz no início do post: Sim, é possível um jogo ainda me impressionar pela sua originalidade; foi exatamente isso que Maggie's Apartment fez comigo. Eu me peguei grudada na tela do início ao fim dele, pois o jogo mantém um mistério super importante que deixa seus jogadores entretidos; tudo para ver quais intrigas rodeavam Maggie. Eu zerei esse jogo no começo do ano, e eu ainda me pego pensando nele as vezes.

    Além da história e do design excelentes, a dublagem do jogo é extremamente impecável. As vozes foram super bem escolhidas e você sente emoção nas falas; inclusive, Randy, o namorado da protagonista, é um cantor famoso, e a todo momento escutamos suas músicas no rádio que Maggie tem em casa, e a melhor parte é que todas as músicas são originais, e o dublador canta muito bem (inclusive, você ganha a discografia dele junto com o jogo). A dublagem é com certeza um dos muitos pontos fortes do game.

    A Jogabilidade é típica de um Adventure; você conversa com personagens, seleciona respostas que podem te ajudar a avançar a história, arrasta itens para usá-los e explora bastante, pois muito se consegue procurando em cada canto do apartamento de Maggie, e até olhando pela janela.

    Não vou mais fornecer muitas informações, pois a graça desse jogo é realmente ver o desenrolar da história sem saber o que pode acontecer. Eu recomendo DEMAIS esse jogo para qualquer pessoa que curta um bom jogo de computador, e para quem quer ser surpreendido com diversos assuntos que esse jogo trata com maestria; assuntos pesados e bem humorados, que vão te deixar pensativo no final.

    Página do jogo: https://store.steampowered.com/app/652950/Maggies_Apartment/

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  • 2019-08-28 20:01:35 -0300 Thumb picture

    5° Recomendação Rápida de Jogos que Zerei nas Férias

    Se lembram de Marginal Act, que falei sobre esses dias? Ambos os jogos são do mesmo estúdio, e parecem passar no mesmo universo.

    O visual desse jogo me atraiu DEMAIS; é todo preto e branco, aparência de desenhado a mão e atmosfera bem bizarra e desesperadora, assim como sua história.

    Na cidade, o governo saiu de cena e estudantes e trabalhadores tomaram controle. Em meio a protestos, ataques acontecendo a todo momento, destruições e mortes, vários moradores tentam defender a si próprios e aos outros, construindo barricadas e formando parcerias, enquanto outras pessoas se entregam ao pânico dos horrores que estão por vir.

    No meio desse caos, você controla Vanya, uma mulher idosa que cuidou de uma creche no passado, e agora está procurando o marido com que já é casada a  40 anos, pois o mesmo sumiu repentinamente. Alguns habitantes da cidade dizem terem o visto, e essa é uma das poucas pistas que Vanya tem.

    O jogo é um Adventure de Horror, e seu principal objetivo é coletar itens, conversar e adquirir dinheiro.

    Esse jogo me marcou DEMAIS, ele mexe com temas delicados e sérios, onde apela tanto para o Drama quanto para o Horror, mostrando horrores da guerra e assuntos mais ocultos. Se você não se perder demais na cidade, não é um tempo de jogatina super longo.

    Página do jogo: https://marginalact.itch.io/vasilis-demo-welcome-into-the-riot
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  • 2019-08-26 19:38:32 -0300 Thumb picture

    4º Recomendação Rápida de Jogos que Zerei nas Férias

    Eu nunca tinha escutado falar sobre Marginal Act, acabei baixando ele pois vi que foi feito por um estúdio que eu gosto.

    O jogo tem o mesmo nome do estúdio que fez ele, e ele é MUITOOOO diferente.

    Mano, o que dizer desse jogo? Ele é a bizarrice completa (sorte que eu adoro isso). O visual dele, os diálogos estranhamente traduzidos, a história, os personagens, a jogabilidade, o menu do jogo; enfim, é TUDO bizarro.

    Aparentemente esse jogo se passa no mesmo universo que outros jogos dos mesmos desenvolvedores. Com o governo fora de cena e pessoas sendo atacadas (muitas morrendo), os moradores tentam lutar e sobreviver.

    Mas, em Marginal Act, o cenário é mais bizarro ainda. Humanos não são o único problema, e a vida está tão difícil, que falta carne e mais um monte de outros recursos. E um tal de ''mecanismo'' fez o tempo parar naquele distrito.

    Pelo que eu notei, você joga com um homem que trabalha na parte elétrica de um teatro, e seu objetivo é carregar como item, cartões de locais da cidade (tipo carregar um mini hotel), e colocar ele em um local de sua escolha na parte elétrica do teatro. Sempre que você escolher um lugar para colocar o local, ele aparece na cidade junto com um feixe de luz, causado por um holofote, que vai te apontar onde o lugar está. E o lugar fica diferente por dentro, dependendo de onde você escolheu colocar ele.

    Eu nem sei exatamente como eu tive intuição para zerar esse jogo em menos de duas horas, pois muito do Gameplay dele acaba sendo intuitivo, e não de mão beijada; só de contar esse objetivo do jogo, eu já facilitei um pouco o processo. E os locais também não ficam todos disponíveis, você tem que adquirir eles realizando outros objetivos, como diálogos e uso de certos itens. Algo que facilitou um pouco, é que se você apertar a tecla M, seu personagem volta para o teatro (o que eu achei curioso, foi a nota que diz que os funcionários devem dizer moooo para voltar, mas que o M do teclado serve).

    Também tem algumas partes desse jogo que você precisa passar por locais cheios de armadilhas. Sabem Super Meat Boy? Parece um pouco, mas sem pulos e BEM MAIS obscuro.

    Eu percebi também que o jogo tem vários finais. Eu comprei ele na Steam, por isso notei através das conquistas que existem mais finais dos que os que eu fiz. Eu consegui fazer dois finais jogando uma vez só; outro dia que der vontade, vou tentar fazer os outros. Da para ficar criando várias teorias sobre a história desse jogo e os finais.

    Eu recomendo esse jogo para quem quiser ter uma experiência diferente, ainda mais pelo visual.

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  • 2019-08-24 17:30:34 -0300 Thumb picture

    Jogos que eu Tirei da ''Última Camada da Deep Web''

    Quem acompanha meus posts, já notou que mesmo eu mantendo um padrão de jogos Survival-Adventure-Indie, eu tenho um gosto bem variado. Ainda não postei sobre os JRPGs obscuros ou jogos de Plataforma interessantes que eu tanto amo também, mas isso eu vou fazendo aos poucos.

    Também já devem ter notado (só pela minha bio) o interesse que eu tenho em jogos mais ''esquecidos'' ou ''desconhecidos'', e como eu dou preferência em recomendar esses jogos nunca antes citados na Alva.

    Minha paciência em ficar usando aplicativo para traduzir jogo japonês também me ajudou a zerar muitas jóias; mas hoje o assunto é outro.

    Em meio a tantos jogos zerados,plataformas exploradas e a mania que eu tenho de dificilmente abandonar um jogo antes de zerar, fez com que e jogasse coisas bem esquisitas. E esse post serve para colocar uma parte deles, e eu posso vir a fazer uma parte 2 dessa lista se vocês gostarem.

    Já deixo avisado que ao mesmo tempo que eu me considero uma pessoa com bom gosto para jogos, eu também sou do tipo que curte os jogos bizarros de Zelda e Mario do CDi, mesmo sabendo que comparando com os jogos da série, eles são a desgraça completa (só gosto pois eu separo, acho? kkkk).

    Claro que eu deixei os melhores para o final.

    The Static Speaks My Name (PC)

    Eu lembro que eu peguei esse jogo gratuito na Steam, e ele me interessou pois o nome e as imagens simplesmente me chamaram a atenção, e de graça vale tudo.

    Esse jogo não tem nada ruim; ele está aqui mais pela bizarrice dele. O jogo é em primeira pessoa com um protagonista misterioso, e não tem muito o que fazer, senão explorar sua própria casa.

    Explorando a casa, você descobre algumas coisas sobre o protagonista; sobre ele ser solitário, não ter comida na geladeira, ter camarões de estimação (que ele acaba comendo), isolamento e sua obsessão estranha por um quadro de palmeiras.

    O jogo tem mais plot e surpresas no final, as quais eu não quero estragar. A única coisa que eu reclamo desse jogo, é que por ele ser muito curto e pelo final, eu fiquei curiosa para ver mais.

    The Graveyard (PC)

    É culpa minha esse jogo estar aqui, pois eu acabei comprando ele bem desavisada, ao invés de ler as informações.

    O jogo, se você parar para realmente prestar atenção nele, não é ruim, é bom, porém...

    Eu comprei esse jogo em 2012, e eu comprei ele por gostar do estúdio que fez ele (Tale of Tales); principalmente por ter jogado The Path. Eu vi o jogo e logo me animei: Uma senhorinha andando em um cemitério todo preto e branco; nem pensei duas vezes e gastei uns 12 reais, nem testei a Demo.

    Quando comecei a jogar, tentei ir para os lados, mas logo percebi que só podia ir para a frente. Quando eu cheguei no fim da linha, tinha um banco, e a Emma (lembro o nome dela até hoje) senta sozinha. Assim que ela senta, você não consegue mexer em mais nada, e uma música, que a primeira vista você estranha, começa a tocar, e a letra da música narra uma história. Em certa parte da música, a senhora deixa o corpo cair um pouco para a frente e depois que a música termina, você nota que a senhora está morta e não tem mais o que fazer.

    Eu criança de doze anos, me senti decepcionada achando que o jogo seria outra coisa, e na verdade, como outros jogos da Tale of Tales, era mais puramente uma história. E logo eu descobri que a Demo era praticamente a mesma coisa, mas que a personagem ao invés de morrer, podia sair andando (ou era o contrário).

    Quando joguei outra vez, eu notei que a história é boa, e pelo menos eu dei dinheiro para um estúdio Indie que eu gosto.

    Animal (DOS)

    Mano, o que falar desse jogo? Você joga com um salame ambulante falante,  que se chama Peperami. O mundo em que ele vive, é obviamente, repleto de comidas ambulantes falantes (muitas delas defuntadas ou iradas com a vida).

    Toda a aventura começa, pois o prefeito da cidade foi sequestrado (que com certeza também tem nome que remete a comida; alguma coisa parecida com Peperoni também); e o seu dever é encontrar o prefeito, já que o salame trabalha para ele.

    Eu lembro que para o personagem mudar de local, ele entrava em algo que parece aquelas lixeiras que tem em prédios Americanos, onde um grande tubo de metal leva o lixo que você jogar até a lixeira na rua; e tinha que pagar com moedas, que você adquire durante o jogo.

    O jogo não conta apenas com exploração, itens e diálogos; ele também tem lutas em primeira pessoa, e é mais bizarro ainda você ter que literalmente acertar um bando de comidas com caras esquisitas, usando uma batedeira, e sujando tudo. O jogo tem até que uma quantia considerável de combates, e obviamente a tela de combate tem claras referências a Doom.

    Pretendo falar menos de cada jogo para a lista não ficar extremamente extensa, mas algo que não da para deixar de citar, é o humor desse jogo. É tão zoado, que eu me peguei dando risada; é o típico humor daqueles filmes de comédia de mal gosto que você se pega assistindo e não sabe o motivo, ou simplesmente o tio do pavê.

    Mas a real é: eu gosto desse jogo, eu me diverti zerando ele; mas tenho certeza que é pela bizarrice. Esse jogo chega a ser interessante e  divertido pelo tanto de esquisitices que ele tem. A jogabilidade point and click também é de boa, e os puzzles são muito tranquilos.

    The Town With no Name (Amiga)

    Creio que pelo menos muitas pessoas tenham visto pelo menos um filme de Faroeste na vida. Eu que sou fã do gênero, já vi muitos, e alguns lances que normalmente se repetem: matanças, vingança, tretas amorosas, bares com bebidas e jogos, personagens engraçados, justiceiros, inconvenientes, sangue-frio e etc.

    The Town With no Name tenta seguir exatamente alguns desses temas em pouco tempo de gameplay, só que enquanto eu jogava esse jogo, em vários momentos eu me peguei abismada com o que eu acabei de ver ou de ouvir, e esse é um dos motivos de ele estar aqui.

    O jogo é acerca de um homem que está tentando visitar a irmã, e acaba em uma cidade onde quase todos morreram.

    Primeiro que o jogo parece que foi todo feito no Paint, o que não necessariamente pode ser um problema, mas eu tive várias vezes a impressão de bizarrice enquanto eu jogava, e que isso se devia muito ao estilo de alguns personagens ou de uns locais que parecem caixas de papelão.

    A  dublagem do jogo também é bem bizarrinha, deixando a situação bem mais cômica; fora que tem alguns diálogos super esquisitos e cenas mais esquisitas ainda (tipo se você entra em um dos quartos do bar, e enquanto seu personagem fica com uma mulher, barulhos esquisitos que fazem parecer que alguém está cantarolando MUITO mal são escutados pelo Bartender, enquanto o mesmo faz uma cara de ??malicia??; ou a hora que o padre sai voando ???).

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Para navegar pela cidade e interagir com os moradores, você apenas clica nas opções que aparecem a todo momento, e você pode acabar indo e voltando em um lugar e conversar com o mesmo personagem várias vezes.

    Além disso, o personagem também pode beber cerveja, jogar cartas (que ai você mesmo interage com elas) e participar de combates. Esse jogo acaba tendo até uma quantia considerável de combates, pois você mata o fulano, o outro fulano que quer vingança e por ai vai. O combate é simples, basta apontar a arma e atirar; e depois é só esperar o funerário ou a dona morte cuidar da sua vítima.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Esse jogo também é tão zoado que chega a ser um pouco interessante; principalmente para quem adora jogar uma velharia, nem que por curiosidade.

    Por enquanto essa foi a parte um. Terá outras em breve, com mais jogos ''peculiares''.

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      xch_choram · 3 months ago · 3 pontos

      as imagens do The Town With no Name não foram.
      Ah faz parte 2 sim que a gente quer :D

      1 reply
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      fernandovst · 3 months ago · 2 pontos

      Você vai sério mesmo nos jogos desconhecidos. Eu ri pra caramba com Animal ai hauehahea
      Btw, eu nunca achei que ia ver alguem dizer que gosta de Zelda do CDi, eu só acho aquilo engraçado mesmo kkkkkkk

      2 replies
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      denis_lisboadosreis · 3 months ago · 2 pontos

      Teve um episódio de Angry Video Game Nerd sobre The Town With no Name.
      Ele não gostou muito do jogo.
      https://www.youtube.com/watch?v=HfnNrISCFfk

      1 reply
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