brunothebigboss

Um gamer comum, com interesses incomuns e opiniões baseadas no senso crítico.

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  • 2020-05-19 08:56:16 -0300 Thumb picture
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    Spirited Away (2001)

    Spirited Away (2001)

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      noblenexus · about 2 months ago · 3 pontos

      essa parte do trem causa orgasmos visuais srsrsr

  • raccoon Ronaldo D'Arcadia
    2020-05-19 09:30:09 -0300 Thumb picture
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    Post by raccoon: <p>oO</p>

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  • jcelove José Carlos
    2020-05-04 19:00:01 -0300 Thumb picture
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    Solid Snake vs Covid 19

    O David Hayter teve gravando um video pra IGN esses dias e como não poderia deixar de ser aproveitaram pra fazer ele encarnar novamente o Snake dando instruções ao Coronel Campbell sobre a terrivel ameaça do virus foxdie Covid 19.

    Muito bom, teve até os icones dos equips e uma ponta do Hal.hehe

    Metal Gear Solid 2: Substance

    Platform: Playstation 2
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      gennosuke6 · 2 months ago · 2 pontos

      Nossa, véi, que dificuldade pra conseguir comentar aqui. Ontem eu não consegui, só agora... Não podia deixar passar. kkkkkkkkkkk. Sensacional essa conversa! XD

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 2 months ago · 2 pontos

      😂😂😂
      Irônico

  • speedhunter Renan Loiola
    2020-04-23 21:57:22 -0300 Thumb picture
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    Square Enix? Vagrant Story merece uma continuação!

    Medium 3793034 featured image

    Sempre que falamos sobre RPGs japoneses, é quase impossível não lembrar da marcante época de ouro do PlayStation 1. Uma era onde esse gênero foi agraciado por diversos títulos impressionantes e com grande impacto na indústria. Não obstante, falar sobre Final Fantasy VII, Grandia, Valkyrie Profile, Legend of Mana, Xenogears e dentre outros clássicos que tiveram grande repercussão, se torna algo tão prazeroso e renderia diversas horas de conversa entre dois ou mais entusiastas em um fórum, grupos de redes sociais ou até mesmo com seu amigo ou colegar de bar.

    Essa "magia" era algo tão surpreendente, algo tão místico, que não é difícil encontrar saudosistas (me incluo nesse grupo) pela internet. A surpreendente era dos anos 90, levaram os JRPGs a altos patamares de crítica e público, mesmo com diversas limitações técnicas da época, o que não impedia e não tirava o brilho e a admiração dos brilhantes olhos que atentavam cuidadosamente para as telas de tubo, sejam de locadoras ou dos mais agraciados que possuíam o cobiçado PS1. Em meio há tantos lançamentos importantes e ainda nesse intervalo de tempo (1990-2000), a SquareSoft lançava no ano de estréia do segundo milênio um dos seus projetos mais obscuros e ao mesmo tempo ousado, o Phantom Pain, ou como conhecemos, Vagrant Story.

    Minha experiência particular:

    Ainda com pouca idade e sendo uma criança de origem humilde, minha curiosidade por JRPGs começou bem cedo e certamente se solidificou na adolescência. Era comum ver blockbusters como Final Fantasy VII nas locadoras, ficava intrigado como eles eram "diferentes" de outros títulos que a maioria se aventurava, mesmo sabendo que aquilo era complexo demais para meu gosto. Anos mais tarde (2003) um amigo me relatou que tinha comprado um jogo e que não conseguia entender como funcionava o combate e que já tinha tentado diversas vezes derrotar um "minotauro" e não conseguia, pois sempre morria para o mesmo.

    Alguns dias depois tive oportunidade de ir em sua casa e lá estava ele, com sua TV CRT da Sharp de 14 polegadas empoeirada, ao lado, um Playstation FAT amarelado, rodando aquele peculiar e vibrante Vagrant Story. A medida que ele estava explorando, eu só conseguia estranhar mais e mais, era algo tão diferente do que eu estava acostumado ver. Aquele circulo holográfico indicando posicionamento de combate, um menu com navegação complexa e poucos recursos para enfrentar as diversas ameaças que você iria encontrando... resetamos o aparelho e decidimos experimentar outra coisa pela obvia e clara falta de compreensão e limitação de aprendizado da idade.

    Depois de um longo dia de diversão, fui para a casa e o bendito "diferentão" não saia da minha mente. Eu honestamente fiquei curioso o que aconteceria depois que o Minotauro fosse devidamente eliminado, essa curiosidade só foi sanada no ano seguinte, quando por ironia do destino, o console desse mesmo amigo foi parar em minhas mãos(ele comprou o badalado PlayStation 2 e acabou me vendendo seu PS1 de guerra). E finalmente, minha hora de mergulhar no mundo de Ivalice, especificamente no reino de Valendia tinha chegado! Agora era somente eu e o Ashley Riot contra a cidade demoníaca de Léa Monde.

    (Minha falecida TV, mas o PS1 ainda se mantém firme e forte!)

    Dificuldade exagerada ou curva de aprendizado?

    Do ponto de vista de uma criança, o clássico de Yasumi Matsuno é algo inconcebível. Eu acredito que foi uma longa caminhada até a finalização e isso demorou cerca de um ano, pois eu não tinha acesso a nenhuma revista e internet era artigo de luxo mesmo em 2004. Foram Diversas frustrações, incluindo se perder na confusa SnowFly Forest ou morrer diversas vezes para chefes de forma brutal e quase que sem chance de defesa. Até eu compreender que aquilo seria um desafio acima de tudo o que eu já tinha jogado, demorou mais de um mês de jogatina intensa (época boa que tempo não era problema), então, eu passei a respeitar cada inimigo que eu via pela frente, tratando todos eles de forma precavida e não subestimando nenhum comando da IA do jogo. É por isso que Vagrant é tão especial para mim, pois foi o primeiro entretenimento eletrônico que respeitei, assim ganhando experiência de jogador para encarar a dura curva de aprendizado e o complexo sistema de crafting do jogo, no qual até hoje não domino 100%.

    É fato que devido a esse alto desafio, o jogo foi considerado por muitos como algo de difícil aprendizado, principalmente quando comparado aos seus concorrentes da sua própria época de lançamento, como Final Fantasy IX e Chrono Cross. Muitas pessoas sequer consideraram a fantástica narrativa que envolvia aquele universo e mesmo com fãs mais assíduos de Final Fantasy Tactics, poucos eram os que sabia que ambos os jogos se passavam no mesmo universo apesar de épocas distintas. A complicada aprendizagem aliada a um sistema de combate nada convencional, comparando com os JRPGs da época foi sem dúvida o que afastou muita gente, até mesmo os hardcores da época.

    (Ao contrário da série Final Fantasy e do Metal Gear Solid,  Vagrant é voltado para jogadores hardcore ... ele não deve ser comprado com a expectativa de um Final Fantasy ou Metal Gear Solid).

    Vagrant Story estava muito a frente de seu tempo!

    Apesar de algumas críticas sobre mecânicas internas no jogo, nota-se que o título levou o PS1 ao limite no que tange a capacidades técnicas do console. Detalhes e texturas eram o que tinham de melhor naquela época, pouquíssimos produtores conseguiam fazer expressões faciais com o mesmo nível de profundidade do classic cult da SquareSoft. Era tão primoroso a ponto de não precisar de nenhuma CG. Todas as cutscenes eram feitas no próprio motor gráfico do jogo, diferente de outros clássicos da Square que usavam cutscenes com computadorização gráfica para mostrar cenas de impacto. Apenas a intro inicial do jogo tinha uma belíssima CG com a sacerdotisa de Müllenkamp dançando e o Ashley Riot preparando algumas armas para o combate.

    Mas não era apenas a qualidade gráfica que era um chamativo, existiam múltiplos fatores que tornavam a jornada de Léa Monde algo único e especial (e como dito em parágrafos anteriores, um tanto confuso) era o sistema de afinidades e evolução do personagem. RPGs japoneses tradicionais geralmente eram feitos com base em um grupo de heróis ou como muitos conhece, a famosa party member. Em Vagrant Story, a jornada é feita completamente do inicio ao fim apenas com o nosso lendário agente secreto de elite Ashley, tornando todas as ferramentas de evolução focada apenas em um personagem e isso teve uma atenção especial pela a produção, tornando ainda mais profunda a evolução de status.

    Não existe level, pontos de experiências ou item/equip shops. Tudo foi projetado para que o protagonista tivesse uma trilha solitária, ao invés disso, todo o sistema de progressão de atributos giravam em torno de melhoramento de equipamentos e armas, dependendo do tipo de inimigo que iria enfrentar, ou seja, se sua arma tiver com bons pontos em tipo "humano" e você se depara com algo do tipo "besta" o jogo obriga o jogador se preparar para esse tipo de combate usando outra arma que tiver uma melhor afinidade contra aquele tipo em especifico. Isso aumentava drasticamente a dificuldade, pois não bastava fazer um simples grinding para avançar, era necessário se preparar para os mais variados tipo de situação. Obviamente, existem diversas nuances que tornavam ainda mais único como as chains abilities e Break Arts, porém, a mais notável era sem dúvidas a forma de upgrade do arsenal de Ashley, concluindo que até hoje nunca vi nenhum sistema de RPG japonês ou ocidental que sequer se assemelha.

    (A modelagem de personagens para Vagrant era uma luta constante contra especificações altas. O número máximo de polígonos permitidos para manter uma taxa de quadros de 30 quadros/s é de aproximadamente 3000 - e todos os mapas e caracteres são polígonos. Quando vários caracteres aparecem em um mapa, o número de polígonos necessários para cada modelo era de cerca de 300).

    O esquecimento:

    Apesar de mais acertos do que erros, a propriedade intelectual da Squaresoft vendeu aproximadamente de 1 milhão de cópias (algumas fontes sinalizam 900.000, mas é provável que essa quantidade esteja defasada, pois o último dado é de 2003). Esse número não representou um "sucesso comercial" perante a empresa e ficou bem abaixo das expectativas mesmo alcançando nota máxima na criteriosíssima e conceituada Famitsu (40/40) e excelentes notas na IGN (9.6/10) e GameSpot (9.6/10). Ainda se tinha um agravante que contribuiu com as fracas vendas: aquele era o ano de entrada do PlayStation 2, onde a maioria do público já estava com a atenção para a nova plataforma da Sony, certamente causando a falta de interesse da produtora em sequer cogitar uma sequencia ou sucessor espiritual, transformando a fantasia sombria em um absoluto classic cult.

    Versões de PlayStation Portable (PSP) e PlayStation 3 foram portadas para as plataformas em 2009, sem nenhum tipo de melhoria gráfica ou adição de conteúdo em relação ao jogo original. No aniversário de 20 anos de lançamento (10/02/2000), tivemos um anuncio de action figures comemorativas de Ashley Riot e Sydney Losstarot, que continuam sem data de lançamento, porém, como todos sabemos esse tipo de produto costuma sem bem inacessível em preço e com quantidade de fabricação limitada. Tristemente não temos nenhum tipo de sinal para port ou remasterização para plataformas modernas, deixando fãs e a própria obra no profundo limbo do esquecimento.

    (Não era melhor um remaster do que lançar action figures Square Enix?)

    Uma fagulha de esperança?

    Todos esses anos me ensinaram não ter nenhum tipo de esperança por nenhuma desenvolvedora. Seja um pequeno estúdio indie ou uma grande produtora de triple A (AAA), todas em algum momento já decepcionaram a fanbase. Esperar algo que não há nenhum tipo de interesse da Square, ainda que seja um simples remaster moderno, evita alimentar "algo que não se pode esperar".

    Independente de vivermos em uma era onde nunca se houve tanta acessibilidade a jogos de diversas plataformas, o desejo nostálgico é pulsante e vivo para aquilo que foi marcante e edificou sólidos alicerces para futuros JRPGs de alto nível narrativo serem experimentados. Vagrant Story abriu as portas para minha "iniciação" nesse gênero e apesar de não ter sido o primeiro que joguei, foi sem dúvidas o principal ponta pé que me fez admirar e apreciar títulos mais desafiadores.

    Navegando pelo twitter comecei acompanhar todas as postagens de Yasumi Matsuno. É engraçado acompanhar uma fração da vida pessoal de alguns produtores, mesmo com a barreira linguística, novas tecnologias permitem uma tradução básica (ainda que imprecisa). Dos gatinhos de estimação à paixão por vinhos e camping, as redes sociais do lendário produtor da Square pouco se é falado de jogos ou até mesmo obras próprias. De uma forma não muito constante, Matsuno comenta brevemente sobre alguns freelances e pequenos trabalhos de sua autoria e em raríssimas oportunidades, responde fãs sobre diversas dúvidas sobre a Ivalice Alliance (FFXII,FFT e Vagrant Story), assim como algumas curiosidades do processo de desenvolvimento desse jogos.

    Em uma dessas ocasiões perguntei se ele tinha o desejo de produzir uma continuação para Vagrant Story, caso fosse lhe dado um alto orçamento por parte da Square e para minha surpresa, obtive a seguinte resposta:

    (Seria outro personagem. Bem ... coloquei apenas um prólogo na proposta que escrevi anteriormente. (Eu não posso traduzi-lo no meu inglês ruim, então por favor faça isso!)

    Quando vi algumas notificações no Twitter, eu não acreditei que ele tinha sido respondido pelo Yasumi! Não apenas isso, mas pela primeira vez ele me respondeu com um prólogo do que seria a continuação de Vagrant Story! Não compreendo absolutamente nada de japonês, mas devido a repercussão (O twitter sempre mostra notificações e interações no feed) outros seguidores ficaram empolgados em saber o que estava escrito naqueles kanjis. Dois usuários (@hiansphere e @skylarkhighline) traduziram o prologo do japonês para o inglês:

    "Jack o Rastreador" é um homem misterioso. Sua taxa de sucesso na busca de pessoas desaparecidas e fugitivos fica entre 9 de cada 10 procurados, que torna-o "veterano" em seu oficio. Ele era especialmente hábil em descobrir o "alvo" entre as pessoas que se recusam a fornecer qualquer informação. Jack era famoso como o "afiado".

    O calibre do conjunto de suas habilidades eram inquestionáveis.

    "Um homem de intuição determinada - Jack tinha padrões avaliativos imutáveis.

    Muitos clientes procuram os serviços de alguém como eu em decorrência desses sentimentos. O ímpeto que possuo para realizar qualquer tarefa.

    - "O fato de você ter chegado a esse lugar prova seu potencial. Não se preocupe, eu sei tudo: você tem o " poder "que os outros não possuem. O poder que permite" ler a mente dos outros ". O mesmo poder que sua mãe tinha, Jack - ou melhor, Margot Merlose.

    E isso foi tudo o que o alvo falou:

    Quem é ele ou melhor ainda, O QUE é esse homem?

    - "Eu? Meu nome é Joshua, o atual mestre da casa do duque Bardorba. Deixe-me explicar o trabalho real que quero oferecer ー"

    -

    O curioso prólogo do Yasumi Matsuno gera uma "explosão mental" em minha avaliação. Daqui podemos concluir que o enredo seria focado no Margot Merlose (filho da Agente Merlose) onde claramente herdaria os poderes mentais da mãe adquirido pelo contato com a "Escuridão" em Léa Monde e Joshua já em idade adulta substituindo o pai que falece nos momentos finais do enredo. É provável que teríamos traições políticas e a volta de outros personagens importantes, ficando claro que seria uma narrativa que se passaria anos depois dos eventos do primeiro jogo. Vale lembrar e é bem claro que isso são somente uma minusculas frações de tudo o que Matsuno desejaria para o jogo. Me parece que tinha tudo para ser algo tão ambicioso como seu antecessor foi.

    Será que isso poderia se tornar realidade um dia? Pela vontade do mestre Yazzmat (seu carinhoso apelido) a resposta é mais que evidente.

    -

    Escrito por: Renan Loiola (SpeedHunter)

    Revisão: Nikaely Fernandes

    Tradução do prólogo para o português: Ben Christensen

    Imagens das citações: Resonant Arc

    Vagrant Story

    Platform: Playstation
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      vinicios_santana · 2 months ago · 4 pontos

      (Não era melhor um remaster do que lançar action figures Square Enix?)
      Mas esses action figures são fodas

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      fonsaca · 2 months ago · 4 pontos

      Eu ficaria muito feliz com um Vagrant Story 2, puta jogaço o primeiro (sistema de forjas tão hardcore que não entendo até hj, hahaah). Mas pedir para a Square? Se eles nem tem coragem mais de fazer jogos por turnos há anos (exceção da exceção é o Dragon Quest, mas que teve o IX e X que tentaram abandonar o tradicional), quem dirá de um jogo "por turnos" + escolha estratégia de pontos do inimigo? Se vier das mãos deles, com muuuita sorte teríamos ao menos um bom enredo, pq o gameplay viraria ação. Ademais, talvez fizessem algo completamente esquecível como foi com esse sucessor espiritual da série Front Mission que saiu esses tempos.
      Seria mais fácil o criador do VS encampar essa sozinho e criar um novo título pra um próximo jogo da franquia/sucessor espiritual. Aí, creio que seria possível e torço por isso!

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      artigos · 2 months ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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  • diogo_paixao Diogo Louzada Paixão
    2020-04-24 15:48:40 -0300 Thumb picture
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    Alvanista Vive?

    Estou com vontade de 2 coisas:

    1° Voltar a escrever aqui, Check-in's, análises e etc.

    2° Dá uma mini vontade de apoiar o Alva no apoia.se.

    Agora o grande impasse:

    Vale a pena?

    Pergunto isso porque não uso a rede de maneira correta  a um bom tempo, e pela bolha que acabei me enfiando tenho a impressão de que a rede morreu e esta nos aparelhos de respiração esperando o dia do fim. 

    (E também porque fui mal acostumado a era de "ouro" do Alva, aonde todos eram ativos, tinham tretas, intrigas, discussões, tinham mais "donos" do alva e etc).

    As vezes tenho a impressão que existem usuários novos e que postam até uma quantidade relevante de coisas, mas por não ter contato não sou afetado pelos mesmos.

    Não vou marcar ninguém, vou acreditar na boa vontade dos usuários ativos e de que irão ler isso, vocês que usam mais o Alva, ele vive? ele sobrevive? Está se reerguendo? Está caindo a passos vagarosos? A passos rápidos?

    Tenho um imenso carinho pela Alva, mas o sentimento que tenho, é que eles está se indo aos poucos, as pessoas que saíram/sobraram amam ele e tem carinho, mas não tem confiança, talvez não fosse o caso de tentar estimular uma volta a rede? Uma arrecadação em massa, nem que fosse 2 reais por cada um, sei la. Acredito que seja algo a ser debatido.

    Aguardo ansiosamente comentários.

    Save Jesus

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      noblenexus · 2 months ago · 6 pontos

      Bom eu e a @sweet_lorelei não estamos aqui a nem 1 anos ainda, pode ver pelo meu level que andei fazendo grind aqui na rede srrsrssr
      todo mês eu contribuo com um pastel e uma coca (10 reais), mas recentemente por causa da alta do dolar e tudo mais, estou deixando 30 reais aqui pra ajudar, então eu acredito que compensa sim, quanto a post meu feed sempre tem coisa nova, noticias, piadas, opiniões sobre games. Fiz umas 20 capas pra jogos, escrevi algumas criticas de games lado b do lado b srrsrsrsrs tem até o ranking semanal da steam o steamtadores.
      sinceramente eu detesto rede social, só serve pra galera reclamar de politica e ficar de intriga, aqui da pra compatilhar a experiencia dos games, enfim, cheguei pra ficar rsrsrsrs

      17 replies
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      mastershadow · 2 months ago · 5 pontos

      Uso desde 2013, acesso todo dia..Mas a rede anda agonizando a anos, mas da pra usar sem compromisso mesmo,se acabar,acabou,tudo um dia acaba mesmo,nao me preocupo mt com isso.Vai usando até onde der,sem stress e sem esperar atualizacoes hauhuhuaa

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      hyuga · 2 months ago · 5 pontos

      voltei a usar a rede ativamente ano passado e tem um pessoal legal aqui, não sei como era no passado, mas definitivamente a rede perdeu boa parte da vida dela.
      Como disseram vai usando sem stress.

      1 reply
  • 2020-04-24 16:58:39 -0300 Thumb picture
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    Your song has been updated! #8

    Retornei bem ao Alva, mas não a essa Persona. Felizmente, estarei corrigindo isso...

    Dessa vez com um convidando inesperado: NieR!

    Agora que a remasterização de Nier; Replicant foi anunciada, mais gente passou a saber que antes de Automata, existia esse outro jogo. Confesso que até agora não joguei o NieR original no PS3, em parte porque meu PS3 está sem cabo HDMI para reproduzir imagem e som (embora todo o resto funcione normal), mas eu dei uma olhada na OST e eu reparei uma coisa bizarra

    Lá em 2017, no TGA, Automata ganhou o prêmio de melhor trilha. E uma das que o pessoal mais curtia era a música "Som dos Antigos", que tocava em certas batalhas contra chefes:

    A música é bem animada e tem um quê de loop, além de contar com uma orquestra brilhantemente dirigida junto de percussão. Mas o que eu descobri há poucos dias é que nessa música é, na verdade, um REMIX de uma música do NieR original:

    A música perde um pouco da percussão marcante, mas compensa se sustentando em uma orquestra mais convencional e presente. Apesar desse apego às diferenças, a música tem o mesmo arranjo

    Como se isso não bastasse, a música ganhou mais dois remixes dentro do próprio NieR. A primeira é só um violão:

    Lembra um pouco um remix de Love Deterrence, lindíssimo também

    Por fim, há também o(s) remix(es) da Piano Collections, uma tradição da Square Enix (eu mesmo já compartilhei por aqui o do Final Fantasy):

    (A do Automata não tem essa música, só coloquei porque é boa demais também)

    Qual a melhor na sua opinião?

    @brunothebigboss

    NieR: Automata

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  • thecriticgames Matheus Pontes
    2020-04-15 01:31:26 -0300 Thumb picture
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    [OFF-Topic não tão OFF] Pesquisa de opinião literária.

    INTRODUÇÃO

    Olá pessoas, com a crise do COVID-19 muitos estão em quarentena, ainda não é meu caso já que no meu trampo chutei todo mundo de ferias forçada antes de mim pra eu ter que sair por ultimo (fiz  isso porque NOW I'M THE BOSS HAUHSAUHAUSHUAHUASAH) mas é chegado minha hora e não há escapatória. 

    Nos meus 32 dias que terei de ficar preso em casa eu estudarei, treinarei e tentarei não jogar muito mas meu objetivo é fazer estas férias forçadas serem UTEIS por isso estarei começando a bolar e escrever o próximo livro, o meu primeiro livro alias depois de tantos atrasos por conta da editora se abarrotar com mais serviço do que podia foi se atrasar de novo com o COVID inclusive o pai da dona da editora veio a falecer recentemente devido ao COVID o que causou mais transtornos nos trabalhos, uma lastima pra ela.

    EMFIM PESQUISA (Compartilhe pra me ajudar se não lhe incomodar PLS) tenho 3 ideias para um próximo livro e não que eu vá conseguir escrever um deles inteiro em 32 dias (se bem que escrevi o meu primeiro em 30 ¯\_(ツ)_/¯) mas estarei dando inicio a escrita de um primeiro rascunho e das pesquisas massantes pra escrita, principalmente porque 2 deles seria inicio de sagas de + de um livro, enfim quero saber qual das 3 ideias lhes parece mais atrativa como história, é explicitamente uma pesquisa de mercado ainda que contida. Citarei exemplo em jogos ou outros livros.

    1) Livro Steampunk

    O QUE É: Pra quem  não conhece, Steampunk pode ser descrito como retro-futurista, um gênero que aborda o futuro com base em tecnologias arcaicas a base de vapor nos tempos da Revolução Industrial normalmente, embora não seja via de regra o que da uma estética totalmente unica a coisa.

    EXEMPLOS: 

    Jogos: Bioshock Infinity, Dishonored, Final Fantasy IX.

    Filmes: Atlantis O Reino Perdido, Planeta do Tesouro,  Steamboy.

    Livros e quadrinhos: Brasiliana Steampunk, Vinte Mil Léguas Submarinas, Attack on Titan, A Liga Extraordinaria.

    2) Livro Fantasia Infantojuvenil

    O QUE É: Uma história de fantasia com um tom + ou - light, mas que também pode ser apreciada por adultos, mesmo porque quando se tem a mesma em forma de saga ela passa a ganhar seriedade a cada livro, por crescer junto com seu leitor.

    EXEMPLOS:

    Jogos: The Legend of Zelda, Final Fantasy IX, Okami.

    Filmes: Muito do conteúdo do Estudio Ghibli como A Viagem de Chihiro, Como Treinar Seu Dragão.

    Livros e quadrinhos: O Hobbit, Harry Potter, Popolocrois.

    3) Livro Fantasia Sombria

    O QUE É: Gênero da fantasia mais "dark" podendo ou não carregar um tom mais pessimista, moroso e gótico, flertando por vezes com terror e horror, pode ou não ser no ambiente medieval.

    EXEMPLOS:

    Jogos: Dark Souls, Bloodborne, Blasphemous, Odallus:The Dark Call.

    Filmes: A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, O Labirinto do Faúno, Constantine, O Caçador de Cabeças.

    Livros e quadrinhos: Sandman, Berserk, Coraline, Hellboy.

    Obg pela participação ;)

    The Legend of Zelda: Ocarina of Time

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      lukenakama · 3 months ago · 3 pontos

      Eu tenho mais interesse em fantasia infantojuvenil, pois elas tem um universo rico, mas sem ter uma narrativa pesada, deixando mais puxada pra aventura em si do que pra um desenvolvimento mega complexo e maduro, mas com uma catarse de vez em quando hehehehe

      1 reply
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      supernova · 3 months ago · 3 pontos

      Steampunk sem duvida meu amigo, adoro amo e acho muitl criatico como povo lida com isto.

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      andre_andricopoulos · 3 months ago · 3 pontos

      Acho que o mais rentável possivelmente é esse:

      Livro Fantasia Infantojuvenil

      Mas o que me interessa é esse:

      Livro Fantasia Sombria

      Parabéns pelo cargo (BOSS). Se futuramente ficar desempregado já sei pra quem pedir emprego...😂😂😂

      1 reply
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-04-21 18:44:29 -0300 Thumb picture

    Minha nova política de reviews

    Há um tempão já (acho que foi em 2019 ou 18 que perguntei isso, não lembro), perguntei o que vocês achavam das minhas avaliações neste querido site.  Estava descobrindo alguns sites novos de games e uma nova maneira de escrevê-los, e isso combinado ao evidente envelhecimento da técnica "Zangado" de crítica de jogos (o qual eu evidentemente me inspirei para escrever as minhas únicas 4 críticas nesse site) me deixou bastante inseguro dos meus rumos por aqui. A maioria dos que vieram me acudir me disseram que estava bom do jeito que tava, mas se quisesse mudar, tudo bem. Bom, deixa eu falar um pouco mais da minha política

    Fazer review aqui era algo que eu gostava quase tanto escrever artigo, mas só fiz 4, todas em um espaço de aproximadamente 1 ano dos 3 aqui (apesar que um deles foi pratica e famosamente desperdiçado aqui na rede, mas ainda conta. Sério, fico até surpreso que não tenham feito meme de quantas vezes falei que ia retornar... não que eu saiba). Isso porquê não existe a opção de salvar rascunho dessas reviews (algo que eu reclamei no meu post de conserto do Alva), e como meus textos eram longos e ricamente ilustrados, isso dava trabalho demais, mesmo com a galera apoiando, aí eu acabei parando

    Nesse período eu aproveitei e fui tentar aprender mais sobre os videogames e as coisas em geral. Foi um processo longo e árduo, fiz poucos artigos nesse período por achar que não chegaria ao padrão que eu gostaria (cheguei a ter vergonha do que tinha escrito; hoje já consigo aceitar melhor as evidentes limitações que tinha na época), e pra piorar eu ainda continuava bem preso ao computador. Felizmente, comecei a organizar melhor meu tempo, e com o corona e a consequente instabilidade vinda pelo aumento no tráfego, pude voltar mais a dedicar meu precioso tempo aos joguinhos. Pra se ter uma ideia, atualmente estou jogando:

    -Full Throttle

    -Day of the Tentacle

    -Bioshock 1 e 2

    -Black Ops III

    -RIME

    -Grim Fandango, que eu zerei, mas não falei aqui por excesso de ocupações.

    Pensei em fazer um check-in desses jogos, mas acabei desistindo de uma parte, a qual irei só fazer review. E é aí que entra as mudanças que eu gostaria de implementar

    Não penso em abandonar como eu escrevia antes. Mas eu estive pensando em formas de abordar esses jogos nessa seção. Em um caso, pensei em fazer como o @manoelnsn e spoilear o jogo inteiro na review. Em outros momentos, eu pensei em um... ensaio. Sim, isso mesmo

    Quem sabe no que isso vai dar? De qualquer forma, estou feliz em pensar nessas experimentações.

    E uma dica final: ampliem seus horizontes além da mídia. Por exemplo, façam como o @thecriticgames, leiam. Leiam a crítica do Pablo Villaça em TLOU e comparem com que já foi escrito sobre o jogo. Os horizontes ampliados tornam o desenvolvimento artístico mais produtivo :)

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      hyuga · 2 months ago · 2 pontos

      A forma de fazer review é bem pessoal, eu pessoalmente gosto de colocar uma ficha técnica no começo com foto da capa do jogo e abranger todos os pontos do jogo, mas de uma forma que o texto não fique necessariamente colossal
      Eu penso assim: se eu estivesse explicando o jogo para um amigo pessoalmente eu falaria falaria essas 80 linhas ?

      O que aconselho é achar um jeito que você se sinta confortável e faça do seu próprio jeito

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      thecriticgames · 2 months ago · 2 pontos

      Vlw a menção, eu confesso que sou meio formulaico no processo de escrita mas não tenho a menor intenção de mudar, eu construo meus textos com base nos pontos abordado pelo Alva, no caso jogabilidade, história, musica e gráficos e cito uma média em cima das notas destes, confesso que sim, há uma exatidão fria na matematica de somar os 4 e dividir qu não combina com o processo avaliatório, mas vejo isso até com um bom lado, tipo como ja me ocorreu, com jogos que eu queria dar um 10, mas a falta de qualidade impediu isso e porque no fim o jogo não merecia mesmo, ou o contrario tamem como por exemplo com esse RE 3 Remake que eu sinceramente na pura emoção rolava o meu primeiro 0 aqui bonito, mas na razão vendo os valores ele tem algo a ser jogado, ficando com um 8.3 de nota.

      Sobre outras leituras, coloco tambem canais do YouTube como o próprio Zangado, volte e meia ele ou outro avaliador, ou ainda revistas avaliando o jogo citam algum ponto de vista sob o qual eu não tinha levado em conta, isso ja me fez tanto aumentar nota de jogo, como baixar nota ao ver os novos argumentos.

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      manoelnsn · 2 months ago · 2 pontos

      A primeira coisa que é bom tu ter em mente são os seus critérios. Se tu disser que jogo X fez determinada coisa bem, será com base em quê? E critérios tu vai desenvolvendo com o tempo, à medida que for pegando mais experiência e for aumentando ainda mais seu arcabouço teórico.

      Sim, tu irá errar, irá falar coisas que irritarão outras pessoas, mas esse é o objetivo: ser confrontado com ideias e argumentos diferentes dos seus, pois isso irá formar a sua opinião, fazendo ou você solidificar aquilo que pensa ou mesmo pensar de forma diferente. Por isso é importante debater, conversar com outras pessoas, responder àqueles que te retrucarem (desde que não seja alguém cujo debate não irá te acrescentar em nada, como um fanboy ou alguém com a mente fechada), ler críticas de outras pessoas (preferencialmente de pessoas, já que mídias especializadas, como sabemos, tendem a ser pagos pra falar bem de algo, ahuahua) e com o tempo tu vai fazer isso até de olhos fechados, hauahua

      Quanto ao spoiler, eu acho muito válido uma review analisar todos os pontos do objeto em questão, no caso o jogo. Em todo caso tu pode colocar algum aviso de spoiler ou coisa do tipo (eu recentemente venho colocando), mas é questão de tu se adaptar e ver o que é melhor pra expor suas ideias. O importante é começar a escrever mesmo, pegue algum jogo simples e vá esboçando algo ;)

  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-03-23 20:47:25 -0300 Thumb picture
    brunothebigboss checked-in to:
    Post by brunothebigboss: <p>Anunciando a minha ZERADA pseudo-speedrun de Sha
    Shadow of the Colossus

    Platform: Playstation 2
    16737 Players
    214 Check-ins

    Anunciando a minha ZERADA pseudo-speedrun de Shadow of the Colossus! Só que no PS4...

    Eu já tinha visto o jogo algumas vezes (de perto apenas na casa de um amigo, e até joguei pra trolar ele), mas nunca tinha pegado pra valer. Minha ideia era pegar a versão de PS3 que tinha o Ico também, e depois comprar o The Last Guardian, mas aí deram o jogo na PS Plus, e eu não tinha nada melhor pra fazer...

    (Mentira, tenho um monte de artigo e livro pra ler. Se não tem um controle de tempo e confiança muito bons, não faça o que eu fiz)

    Eu sou bem Do Contrinha em alguns aspectos, mas não posso negar que realmente é tudo que dizem. A história minimalista e a desconstrução do herói, as lutas, a direção de arte...

    Até por isso, estava pensando em escrever reviews em forma de ensaio pra ver como que me saio nisso. É a melhor maneira que acho de descrever esse jogo. O que vcs acham? (Não desistindo da forma Zangado de Crítico...)

    Enquanto isso, vi que tinha uns jogos na promoção...

    20
  • 2020-03-22 15:07:38 -0300 Thumb picture
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    Desafio músicas épicas dos chefes!

    E chegou minha hora de fazer o @desafio! O @rax e a @babysoma me marcaram e agora é hora do top 20 porque sim! 

    O desafio foi criado pelo @sannin (eu acho).

    Vai ser uma lista bem difícil, já que como todo mundo já sabe que eu sou um grande apreciador de OSTs então será uma lista bem complicada.

    Regras :

    1- Poste as músicas mais épicas de batalhas que você tem lembranças, (não precisa ser precisamente de chefes).

    2- Descreva a sensação ou emoção que a música te trouxe. (Se quiser)

    3- Marque a persona @desafio.

    4- Marque seus amigos para fazer o desafio.

    5- O ideal, seria um TOP 10, mas pode fazer de quantas quiser.

    Marcando as personas @felipefabricio, @arthurdias25, @thecriticgames e @melo.

    Sem mais delongas, bora lá! 

    20º Cerberus theme (Devil May Cry 3)

    Sem mistérios por aqui kkkk. Devil May Cry tem uma penca de musicas boas e essa merece entrar por aqui!

    19º Bowser (Super Mario World)

    Deixar Super Mario World de fora ora nem pensar!

    18ºJulius (Fire Emblem Genealogy of the Hoky War)

    Essa música é muito dahora, Só não está mais a frente porque nesse mesmo jogo tem um boss theme que supera esse.

    17º Mother Brain round 2 (Super Metroid)

    Nem preciso descrever como esse tema é bem encaixado no game preciso?

    16º Castelo de Lorule (Legend of Zelda a Link Between the Worlds)

    O tem de Halloween nessa música é incrível! Dá aquela sensação de que está tudo quase acabando de verdade e realmente está, já que é o tema do último castelo do jogo!

    15º Tema dos chefes de Chrono Trigger

    Sinceramente, eu me sinto até meio mal por colocar essa música nessa posição do TOP, mas é porque a competição é muito acirrada kkkk. Enfim, eu adoro essa música por mais seimples que ela seja, realmente dá a sensação de que estou enfrentando um real desafio.

    14º Generais de Grado (Fire Emblem The Sacred Stones)

    A música tema do grupo de vilões do jogo. E a satisfação é muito grande em ouvir essa música nas c=lutas contra Valter e Calleach, que são 2 fdps no jogo, e poder vingar os familiares de Cormag e Joshua com esse som, não tem preço.

    13º Líderes de ginásio de Kanto

    Pensem numa música que consegue ser intimidadora, divertida e nostálgica ao mesmo tempo! É difícil achar uma descrição mais apropriada pra esse som. Um dos melhores temas da série Pokémon!

    12º  Vergil (Decil May Cry 3)

    Devil May Cry tem uma porrada de temas que eu considero top tier material, e esse é um deles, um boss que está no mesmo nível do Dante e que já o derrotou uma vez reaparece ainda mais forte e com um tema incrível!

    11º Tema do General (Megaman X4)

    Uma das minhas músicas favoritas de chefes de todos os tempos. Sério, essa música consegue ser desafiadora e ao mesmo tempo empolgante de se escutar por mais que fique meio repetitiva com o tempo.

    10º Darth Vader (Battlefront 2 2005)

    Ok, eu posso ter jogado sujo, já que estamos falando de um tema em que o boss pode ser você, e sempre que o Darth Vader aparece (ou o Anakin em Mustafar) essa música começa a tocar e bem, se vocês não jogaram esse jogo não tem como descrever o que um heói ou um vilão pode fazer no campo de batalha. Apenas experimentem usar o Lorde Sombrio em Tantive IV (que é uma fase fechada e não tem muito pra onde correr). É simplesmente um massacre.

    9º N (Pokémon BW2)

    Em ambos os BWs N tem um tema incrível! Não é atoa que muita gente considera ele o melhor vilão de Pokémon! E a música tema do personagem ficou muito dahora de se ouvir em BW2 especialmente depois da experiência de BW1 porque nesse ponto você já tem ideia de que ele é forte pra kct!

    8º Arvis (Fire Emblem Genealogy of the Hoky War)

    Uma das melhores músicas de Fire Emblem no geral, Arvis se tornou um vilão tão único por si só que quando enfrentamos ele a emoção é muito grande, e esse tema só reforça isso!

    7º Majora's Mask (eu preciso falar o jogo?)

    Zelda tem muitos temas maravilhosos, mas esse como tema de um personagem que parece ser a incarnação do próprio mal é o que eu considero como o mais sombrio e sereno de todos.

    6º Bowser (Super Mario 64)

    Que pecado seria não colocar essa música no meu top! Sério, dá pra fazer um top de músicas só dos jogos do Super Mario, mas essa música sem dúvidas mexe bastante comigo! Ela tem um ar muito mais sombrio, só que de certa forma também é empolgante. Tipo, você SENTE que está na rota final, e esse som é 10\10 de maravilhoso!

    E chegamos ao TOP 5, e eu tô escrevendo isso já faz uma hora kkkkkkkkkkkkk. Sem mais enrolação, vamos lá!

    5º Batalha de Skyhook (Star Wars Shadows of the Empire)

    Essa música não tinha como faltar! Eu peço pra você escutar ela pelo menos na parte do 04:48 até o 05:28 porque é essa a parte que toca no jogo. "E o resto Vante?" É oficial, pra ces terem noção existe um álbum de músicas da série Shadows of the Empire que é melhor história de Star Wars já contada! Tirando as 2 primeiras trilogias é claro.

    4º Nelo Angelo (Devil May Cry)

    O tom meio gótico dessa música é nota 1.000! Nelo Angelo tem um dos temas mais incríveis de toda a série DMC, e esse som sempre me deixa empolgado pra começar a luta! 

    3º Zelgius (Fire Emblem Radiant Dawn)

    "Ué Vante, mas tu ainda não jogou esse jogo certo?" Certo, mas eu nunca na minha vida escutei um tema de vilão tão ameaçador e ao mesmo tempo badass como esse! Zelgius o Bravo merece ter sua música nesse top!

    2º Zero vs Omega Zero (Megaman X5)

    Essa não poderia faltar. Enfrentar o lado ruim do protagonista não tem preço quando é acompanhado por essa música! Um dos sons mais intensos de Megaman em sua totalidade! E acho que o @hard_frolics vai concordar que esse é o melhor tema da série Zero (no caso dele depois do tema final do Zero 4). E vale ressaltar que esse remix ficou muito top também:

    E em primeiro lugar acho que todo mundo já sabe qual vai ser...

    1º Blue (Pokémon Stadium)

    Essa, senhoras e senhores é pra mim o melhor tema de todos os tempos! Pokémon Stadium foi um dos (senão O) jogos mais desafiadores que eu já joguei na minha vida, e esse tema me acompanhou por muitas vitórias e derrotas no Gym Leader Castle, até a hora em que eu pirei e coloquei meu Mew2 no Level 100 na frente kkkkkkkk. Essa música carrega também o peso da 1º geração de pokémon, que pra mim ainda é a melhor jornada de todas na região de Kanto! Traduzindo, a música serve pra mais de um jogo e foi a música que eu escolheria pra mim se tivesse que escolher um tema próprio.

    E assim fecho a minha lista que demorou mais do que eu esperava (sério, eu tô escrevendo já faz 1 hora e meia) mas ainda acho que merecia uma parte dois kkkkkk. Um grande abraço, vou ficando por aqui e valeu!

    Pokemon Stadium

    Platform: N64
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      hard_waters · 3 months ago · 3 pontos

      Beeeeeela lista!
      "E acho que o @hard_frolics vai concordar que esse é o melhor tema da série Zero"
      Mas então, eu não gosto da Cannonball HSUAHSUAHSUASHAUSHAU :P

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      gennosuke6 · 3 months ago · 2 pontos

      Coronel Cebolinha na lista. XDDD Mto boa! E essa do Bowser é sempre tenebrosa! @_@

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      rax · 3 months ago · 2 pontos

      O Tema do general no X4 me deu uma nostalgia braba aqui PQP <3 s2

      vISH DEIXEI DE LADO dEVIL mAY cRy HSUAHSU :/

      FoDA ESCOLHER MUITA ost boa em meio a tanto jogo auhsuahsua :v

      4 replies
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