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  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-05-25 10:17:49 -0300 Thumb picture
    Post by brunothebigboss: Eu sei que o Alva posta quando alguém que tu tá seg

    Eu sei que o Alva posta quando alguém que tu tá seguindo posta uma crítica, mas como eu fiz isso bem tarde ontem, resolvi divulgar aqui só por garantia. Como eu disse antes, estou testando um formato novo mais próximo de um ensaio, então por favor, deem seu feedback para eu saber como tá indo.
    Me incomodou o fato de que aparentemente os textos de crítica não suportam usar o youtube nativamente, sendo necessário clicar no link para ver o vídeo. E se alguém puder me ajudar a saber qual é a resolução necessária para as imagens caberem em todo o espaço (em vez de ficar algo minúsculo), por favor me digam
    De resto, aproveitem!

    Um jeito diferente de ver -e fazer- videogames

    Review by: @brunothebigboss

    De vez em quando, o mainstream, que muitas vezes é composto de obras muito parecidas entre si, é surpreendido por algo que, à p...

    Keep Reading →
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  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-05-24 11:59:09 -0300 Thumb picture
    brunothebigboss checked-in to:
    Post by brunothebigboss: <p>Eu queria ter estado mais ativo nos videogames,
    Persona 5: The Royal

    Platform: Playstation 4
    27 Players
    1 Check-in

    Eu queria ter estado mais ativo nos videogames, mas acontece que eu fiquei viciado em leitura...

    Felizmente, teve um elemento que fez o meu lado Alvanístico ficar vivo:  a minha irmã, que de fato começo a jogar mais. Eu já disse que ela pegava em alguns jogos meus, mas nos últimos meses isso tomou uma proporção maior do que antes. Bem maior

    Uma das vítimas da jogatina dela foi Persona 5, o qual ela zerou de cima em baixo, só não platinou. Depois disso, ela ficou insistindo semanas para eu pegar o Royal, e depois de ficar adiando e adiando, acabei aceitando. Depois de algumas jogadas do destino contra esse ato, comprei a versão digital do Persona 5 Royal (em caráter excepcional, obviamente, porque eu sei muito bem que tipo de jogo seria ideal nesse formato).

    Até agora, ainda não baixou, mas a minha irmã jogou alegremente a parte que estava disponível no preview que o PS4 oferece. A príncipio, seria mesmo só para ela, mas eu mudei bastante minha visão da série Persona, e dar uma jogada e fazer uma review/ensaio com spoilers do jogo explicando essa nova visão seria... interessante. E controverso se não tomar cuidado.

    De qualquer forma, terei Tempos Interessantes...

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      manoelnsn · 4 days ago · 1 ponto

      Boa, a manha é começar a escrever e deixar rolar, com o tempo tu vai melhorando ;)

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      volstag · 4 days ago · 1 ponto

      Legal, manda bala no texto cara!!

  • luchta Ewerton Ribeiro
    2020-05-24 04:42:00 -0300 Thumb picture
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    Skullgirls ainda vive!

    Nesses últimos dias por algum motivo o jogo Skullgirls voltou a ter atualizações, depois da Lab Zero Games ter lançado Indivisible, Skullgirls está novamente recebendo a devida atenção. Com correções de BUGs, balanceamentos e até adição de coisas novas. Nas notícias do fórum da Steam da para ver essas mudanças. Não sei se a Lab Zero tem planos para uma sequencia, ou quem sabe uma atualização de Skullgirls, mas é bom ver que mesmo depois de sete anos do seu lançamento ele ainda recebe a devida atenção. Apesar das polêmicas, isso não tira o feito dele ser um jogo de luta independente ocidental (coisa rara), e um dos melhores jogos de luta já feitos, sem sombra de dúvidas.

    Skullgirls 2nd Encore

    Platform: PC
    6 Players

    19
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      tecnologgamer · 4 days ago · 1 ponto

      Sabia que o SonicFox era um bom jogador (de jogos de luta da NetherRealm), mas saber que ele câncer, ai ninguém abre a boca. Mas se o multi voltar, eu volto.

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      molinsky · 4 days ago · 1 ponto

      Skullgirls recebeu atualizações porque faz parte dos jogos que serão disputados na EVO (agora online) em Julho. O netcode do jogo é excelente!

      Então agora é a chance de vender novas cópias novamente, porque a galera já está treinando.

  • 2020-05-19 08:56:16 -0300 Thumb picture
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    Spirited Away (2001)

    Spirited Away (2001)

    23
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      noblenexus · 9 days ago · 3 pontos

      essa parte do trem causa orgasmos visuais srsrsr

  • raccoon Ronaldo D'Arcadia
    2020-05-19 09:30:09 -0300 Thumb picture
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    Post by raccoon: <p>oO</p>

    Medium 708389 3309110367

    oO

    Now You See

    Platform: PC
    1 Players

    49
  • jcelove José Carlos
    2020-05-04 19:00:01 -0300 Thumb picture
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    Solid Snake vs Covid 19

    O David Hayter teve gravando um video pra IGN esses dias e como não poderia deixar de ser aproveitaram pra fazer ele encarnar novamente o Snake dando instruções ao Coronel Campbell sobre a terrivel ameaça do virus foxdie Covid 19.

    Muito bom, teve até os icones dos equips e uma ponta do Hal.hehe

    Metal Gear Solid 2: Substance

    Platform: Playstation 2
    1044 Players
    20 Check-ins

    21
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      gennosuke6 · 23 days ago · 2 pontos

      Nossa, véi, que dificuldade pra conseguir comentar aqui. Ontem eu não consegui, só agora... Não podia deixar passar. kkkkkkkkkkk. Sensacional essa conversa! XD

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 23 days ago · 2 pontos

      😂😂😂
      Irônico

  • speedhunter Renan Loiola
    2020-04-23 21:57:22 -0300 Thumb picture
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    Square Enix? Vagrant Story merece uma continuação!

    Medium 3793034 featured image

    Sempre que falamos sobre RPGs japoneses, é quase impossível não lembrar da marcante época de ouro do PlayStation 1. Uma era onde esse gênero foi agraciado por diversos títulos impressionantes e com grande impacto na indústria. Não obstante, falar sobre Final Fantasy VII, Grandia, Valkyrie Profile, Legend of Mana, Xenogears e dentre outros clássicos que tiveram grande repercussão, se torna algo tão prazeroso e renderia diversas horas de conversa entre dois ou mais entusiastas em um fórum, grupos de redes sociais ou até mesmo com seu amigo ou colegar de bar.

    Essa "magia" era algo tão surpreendente, algo tão místico, que não é difícil encontrar saudosistas (me incluo nesse grupo) pela internet. A surpreendente era dos anos 90, levaram os JRPGs a altos patamares de crítica e público, mesmo com diversas limitações técnicas da época, o que não impedia e não tirava o brilho e a admiração dos brilhantes olhos que atentavam cuidadosamente para as telas de tubo, sejam de locadoras ou dos mais agraciados que possuíam o cobiçado PS1. Em meio há tantos lançamentos importantes e ainda nesse intervalo de tempo (1990-2000), a SquareSoft lançava no ano de estréia do segundo milênio um dos seus projetos mais obscuros e ao mesmo tempo ousado, o Phantom Pain, ou como conhecemos, Vagrant Story.

    Minha experiência particular:

    Ainda com pouca idade e sendo uma criança de origem humilde, minha curiosidade por JRPGs começou bem cedo e certamente se solidificou na adolescência. Era comum ver blockbusters como Final Fantasy VII nas locadoras, ficava intrigado como eles eram "diferentes" de outros títulos que a maioria se aventurava, mesmo sabendo que aquilo era complexo demais para meu gosto. Anos mais tarde (2003) um amigo me relatou que tinha comprado um jogo e que não conseguia entender como funcionava o combate e que já tinha tentado diversas vezes derrotar um "minotauro" e não conseguia, pois sempre morria para o mesmo.

    Alguns dias depois tive oportunidade de ir em sua casa e lá estava ele, com sua TV CRT da Sharp de 14 polegadas empoeirada, ao lado, um Playstation FAT amarelado, rodando aquele peculiar e vibrante Vagrant Story. A medida que ele estava explorando, eu só conseguia estranhar mais e mais, era algo tão diferente do que eu estava acostumado ver. Aquele circulo holográfico indicando posicionamento de combate, um menu com navegação complexa e poucos recursos para enfrentar as diversas ameaças que você iria encontrando... resetamos o aparelho e decidimos experimentar outra coisa pela obvia e clara falta de compreensão e limitação de aprendizado da idade.

    Depois de um longo dia de diversão, fui para a casa e o bendito "diferentão" não saia da minha mente. Eu honestamente fiquei curioso o que aconteceria depois que o Minotauro fosse devidamente eliminado, essa curiosidade só foi sanada no ano seguinte, quando por ironia do destino, o console desse mesmo amigo foi parar em minhas mãos(ele comprou o badalado PlayStation 2 e acabou me vendendo seu PS1 de guerra). E finalmente, minha hora de mergulhar no mundo de Ivalice, especificamente no reino de Valendia tinha chegado! Agora era somente eu e o Ashley Riot contra a cidade demoníaca de Léa Monde.

    (Minha falecida TV, mas o PS1 ainda se mantém firme e forte!)

    Dificuldade exagerada ou curva de aprendizado?

    Do ponto de vista de uma criança, o clássico de Yasumi Matsuno é algo inconcebível. Eu acredito que foi uma longa caminhada até a finalização e isso demorou cerca de um ano, pois eu não tinha acesso a nenhuma revista e internet era artigo de luxo mesmo em 2004. Foram Diversas frustrações, incluindo se perder na confusa SnowFly Forest ou morrer diversas vezes para chefes de forma brutal e quase que sem chance de defesa. Até eu compreender que aquilo seria um desafio acima de tudo o que eu já tinha jogado, demorou mais de um mês de jogatina intensa (época boa que tempo não era problema), então, eu passei a respeitar cada inimigo que eu via pela frente, tratando todos eles de forma precavida e não subestimando nenhum comando da IA do jogo. É por isso que Vagrant é tão especial para mim, pois foi o primeiro entretenimento eletrônico que respeitei, assim ganhando experiência de jogador para encarar a dura curva de aprendizado e o complexo sistema de crafting do jogo, no qual até hoje não domino 100%.

    É fato que devido a esse alto desafio, o jogo foi considerado por muitos como algo de difícil aprendizado, principalmente quando comparado aos seus concorrentes da sua própria época de lançamento, como Final Fantasy IX e Chrono Cross. Muitas pessoas sequer consideraram a fantástica narrativa que envolvia aquele universo e mesmo com fãs mais assíduos de Final Fantasy Tactics, poucos eram os que sabia que ambos os jogos se passavam no mesmo universo apesar de épocas distintas. A complicada aprendizagem aliada a um sistema de combate nada convencional, comparando com os JRPGs da época foi sem dúvida o que afastou muita gente, até mesmo os hardcores da época.

    (Ao contrário da série Final Fantasy e do Metal Gear Solid,  Vagrant é voltado para jogadores hardcore ... ele não deve ser comprado com a expectativa de um Final Fantasy ou Metal Gear Solid).

    Vagrant Story estava muito a frente de seu tempo!

    Apesar de algumas críticas sobre mecânicas internas no jogo, nota-se que o título levou o PS1 ao limite no que tange a capacidades técnicas do console. Detalhes e texturas eram o que tinham de melhor naquela época, pouquíssimos produtores conseguiam fazer expressões faciais com o mesmo nível de profundidade do classic cult da SquareSoft. Era tão primoroso a ponto de não precisar de nenhuma CG. Todas as cutscenes eram feitas no próprio motor gráfico do jogo, diferente de outros clássicos da Square que usavam cutscenes com computadorização gráfica para mostrar cenas de impacto. Apenas a intro inicial do jogo tinha uma belíssima CG com a sacerdotisa de Müllenkamp dançando e o Ashley Riot preparando algumas armas para o combate.

    Mas não era apenas a qualidade gráfica que era um chamativo, existiam múltiplos fatores que tornavam a jornada de Léa Monde algo único e especial (e como dito em parágrafos anteriores, um tanto confuso) era o sistema de afinidades e evolução do personagem. RPGs japoneses tradicionais geralmente eram feitos com base em um grupo de heróis ou como muitos conhece, a famosa party member. Em Vagrant Story, a jornada é feita completamente do inicio ao fim apenas com o nosso lendário agente secreto de elite Ashley, tornando todas as ferramentas de evolução focada apenas em um personagem e isso teve uma atenção especial pela a produção, tornando ainda mais profunda a evolução de status.

    Não existe level, pontos de experiências ou item/equip shops. Tudo foi projetado para que o protagonista tivesse uma trilha solitária, ao invés disso, todo o sistema de progressão de atributos giravam em torno de melhoramento de equipamentos e armas, dependendo do tipo de inimigo que iria enfrentar, ou seja, se sua arma tiver com bons pontos em tipo "humano" e você se depara com algo do tipo "besta" o jogo obriga o jogador se preparar para esse tipo de combate usando outra arma que tiver uma melhor afinidade contra aquele tipo em especifico. Isso aumentava drasticamente a dificuldade, pois não bastava fazer um simples grinding para avançar, era necessário se preparar para os mais variados tipo de situação. Obviamente, existem diversas nuances que tornavam ainda mais único como as chains abilities e Break Arts, porém, a mais notável era sem dúvidas a forma de upgrade do arsenal de Ashley, concluindo que até hoje nunca vi nenhum sistema de RPG japonês ou ocidental que sequer se assemelha.

    (A modelagem de personagens para Vagrant era uma luta constante contra especificações altas. O número máximo de polígonos permitidos para manter uma taxa de quadros de 30 quadros/s é de aproximadamente 3000 - e todos os mapas e caracteres são polígonos. Quando vários caracteres aparecem em um mapa, o número de polígonos necessários para cada modelo era de cerca de 300).

    O esquecimento:

    Apesar de mais acertos do que erros, a propriedade intelectual da Squaresoft vendeu aproximadamente de 1 milhão de cópias (algumas fontes sinalizam 900.000, mas é provável que essa quantidade esteja defasada, pois o último dado é de 2003). Esse número não representou um "sucesso comercial" perante a empresa e ficou bem abaixo das expectativas mesmo alcançando nota máxima na criteriosíssima e conceituada Famitsu (40/40) e excelentes notas na IGN (9.6/10) e GameSpot (9.6/10). Ainda se tinha um agravante que contribuiu com as fracas vendas: aquele era o ano de entrada do PlayStation 2, onde a maioria do público já estava com a atenção para a nova plataforma da Sony, certamente causando a falta de interesse da produtora em sequer cogitar uma sequencia ou sucessor espiritual, transformando a fantasia sombria em um absoluto classic cult.

    Versões de PlayStation Portable (PSP) e PlayStation 3 foram portadas para as plataformas em 2009, sem nenhum tipo de melhoria gráfica ou adição de conteúdo em relação ao jogo original. No aniversário de 20 anos de lançamento (10/02/2000), tivemos um anuncio de action figures comemorativas de Ashley Riot e Sydney Losstarot, que continuam sem data de lançamento, porém, como todos sabemos esse tipo de produto costuma sem bem inacessível em preço e com quantidade de fabricação limitada. Tristemente não temos nenhum tipo de sinal para port ou remasterização para plataformas modernas, deixando fãs e a própria obra no profundo limbo do esquecimento.

    (Não era melhor um remaster do que lançar action figures Square Enix?)

    Uma fagulha de esperança?

    Todos esses anos me ensinaram não ter nenhum tipo de esperança por nenhuma desenvolvedora. Seja um pequeno estúdio indie ou uma grande produtora de triple A (AAA), todas em algum momento já decepcionaram a fanbase. Esperar algo que não há nenhum tipo de interesse da Square, ainda que seja um simples remaster moderno, evita alimentar "algo que não se pode esperar".

    Independente de vivermos em uma era onde nunca se houve tanta acessibilidade a jogos de diversas plataformas, o desejo nostálgico é pulsante e vivo para aquilo que foi marcante e edificou sólidos alicerces para futuros JRPGs de alto nível narrativo serem experimentados. Vagrant Story abriu as portas para minha "iniciação" nesse gênero e apesar de não ter sido o primeiro que joguei, foi sem dúvidas o principal ponta pé que me fez admirar e apreciar títulos mais desafiadores.

    Navegando pelo twitter comecei acompanhar todas as postagens de Yasumi Matsuno. É engraçado acompanhar uma fração da vida pessoal de alguns produtores, mesmo com a barreira linguística, novas tecnologias permitem uma tradução básica (ainda que imprecisa). Dos gatinhos de estimação à paixão por vinhos e camping, as redes sociais do lendário produtor da Square pouco se é falado de jogos ou até mesmo obras próprias. De uma forma não muito constante, Matsuno comenta brevemente sobre alguns freelances e pequenos trabalhos de sua autoria e em raríssimas oportunidades, responde fãs sobre diversas dúvidas sobre a Ivalice Alliance (FFXII,FFT e Vagrant Story), assim como algumas curiosidades do processo de desenvolvimento desse jogos.

    Em uma dessas ocasiões perguntei se ele tinha o desejo de produzir uma continuação para Vagrant Story, caso fosse lhe dado um alto orçamento por parte da Square e para minha surpresa, obtive a seguinte resposta:

    (Seria outro personagem. Bem ... coloquei apenas um prólogo na proposta que escrevi anteriormente. (Eu não posso traduzi-lo no meu inglês ruim, então por favor faça isso!)

    Quando vi algumas notificações no Twitter, eu não acreditei que ele tinha sido respondido pelo Yasumi! Não apenas isso, mas pela primeira vez ele me respondeu com um prólogo do que seria a continuação de Vagrant Story! Não compreendo absolutamente nada de japonês, mas devido a repercussão (O twitter sempre mostra notificações e interações no feed) outros seguidores ficaram empolgados em saber o que estava escrito naqueles kanjis. Dois usuários (@hiansphere e @skylarkhighline) traduziram o prologo do japonês para o inglês:

    "Jack o Rastreador" é um homem misterioso. Sua taxa de sucesso na busca de pessoas desaparecidas e fugitivos fica entre 9 de cada 10 procurados, que torna-o "veterano" em seu oficio. Ele era especialmente hábil em descobrir o "alvo" entre as pessoas que se recusam a fornecer qualquer informação. Jack era famoso como o "afiado".

    O calibre do conjunto de suas habilidades eram inquestionáveis.

    "Um homem de intuição determinada - Jack tinha padrões avaliativos imutáveis.

    Muitos clientes procuram os serviços de alguém como eu em decorrência desses sentimentos. O ímpeto que possuo para realizar qualquer tarefa.

    - "O fato de você ter chegado a esse lugar prova seu potencial. Não se preocupe, eu sei tudo: você tem o " poder "que os outros não possuem. O poder que permite" ler a mente dos outros ". O mesmo poder que sua mãe tinha, Jack - ou melhor, Margot Merlose.

    E isso foi tudo o que o alvo falou:

    Quem é ele ou melhor ainda, O QUE é esse homem?

    - "Eu? Meu nome é Joshua, o atual mestre da casa do duque Bardorba. Deixe-me explicar o trabalho real que quero oferecer ー"

    -

    O curioso prólogo do Yasumi Matsuno gera uma "explosão mental" em minha avaliação. Daqui podemos concluir que o enredo seria focado no Margot Merlose (filho da Agente Merlose) onde claramente herdaria os poderes mentais da mãe adquirido pelo contato com a "Escuridão" em Léa Monde e Joshua já em idade adulta substituindo o pai que falece nos momentos finais do enredo. É provável que teríamos traições políticas e a volta de outros personagens importantes, ficando claro que seria uma narrativa que se passaria anos depois dos eventos do primeiro jogo. Vale lembrar e é bem claro que isso são somente uma minusculas frações de tudo o que Matsuno desejaria para o jogo. Me parece que tinha tudo para ser algo tão ambicioso como seu antecessor foi.

    Será que isso poderia se tornar realidade um dia? Pela vontade do mestre Yazzmat (seu carinhoso apelido) a resposta é mais que evidente.

    -

    Escrito por: Renan Loiola (SpeedHunter)

    Revisão: Nikaely Fernandes

    Tradução do prólogo para o português: Ben Christensen

    Imagens das citações: Resonant Arc

    Vagrant Story

    Platform: Playstation
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      vinicios_santana · about 1 month ago · 4 pontos

      (Não era melhor um remaster do que lançar action figures Square Enix?)
      Mas esses action figures são fodas

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      fonsaca · about 1 month ago · 4 pontos

      Eu ficaria muito feliz com um Vagrant Story 2, puta jogaço o primeiro (sistema de forjas tão hardcore que não entendo até hj, hahaah). Mas pedir para a Square? Se eles nem tem coragem mais de fazer jogos por turnos há anos (exceção da exceção é o Dragon Quest, mas que teve o IX e X que tentaram abandonar o tradicional), quem dirá de um jogo "por turnos" + escolha estratégia de pontos do inimigo? Se vier das mãos deles, com muuuita sorte teríamos ao menos um bom enredo, pq o gameplay viraria ação. Ademais, talvez fizessem algo completamente esquecível como foi com esse sucessor espiritual da série Front Mission que saiu esses tempos.
      Seria mais fácil o criador do VS encampar essa sozinho e criar um novo título pra um próximo jogo da franquia/sucessor espiritual. Aí, creio que seria possível e torço por isso!

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      nikaely_fernandes · about 1 month ago · 3 pontos

      \o

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  • diogo_paixao Diogo Louzada Paixão
    2020-04-24 15:48:40 -0300 Thumb picture
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    Alvanista Vive?

    Estou com vontade de 2 coisas:

    1° Voltar a escrever aqui, Check-in's, análises e etc.

    2° Dá uma mini vontade de apoiar o Alva no apoia.se.

    Agora o grande impasse:

    Vale a pena?

    Pergunto isso porque não uso a rede de maneira correta  a um bom tempo, e pela bolha que acabei me enfiando tenho a impressão de que a rede morreu e esta nos aparelhos de respiração esperando o dia do fim. 

    (E também porque fui mal acostumado a era de "ouro" do Alva, aonde todos eram ativos, tinham tretas, intrigas, discussões, tinham mais "donos" do alva e etc).

    As vezes tenho a impressão que existem usuários novos e que postam até uma quantidade relevante de coisas, mas por não ter contato não sou afetado pelos mesmos.

    Não vou marcar ninguém, vou acreditar na boa vontade dos usuários ativos e de que irão ler isso, vocês que usam mais o Alva, ele vive? ele sobrevive? Está se reerguendo? Está caindo a passos vagarosos? A passos rápidos?

    Tenho um imenso carinho pela Alva, mas o sentimento que tenho, é que eles está se indo aos poucos, as pessoas que saíram/sobraram amam ele e tem carinho, mas não tem confiança, talvez não fosse o caso de tentar estimular uma volta a rede? Uma arrecadação em massa, nem que fosse 2 reais por cada um, sei la. Acredito que seja algo a ser debatido.

    Aguardo ansiosamente comentários.

    Save Jesus

    Platform: PC
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      noblenexus · about 1 month ago · 6 pontos

      Bom eu e a @sweet_lorelei não estamos aqui a nem 1 anos ainda, pode ver pelo meu level que andei fazendo grind aqui na rede srrsrssr
      todo mês eu contribuo com um pastel e uma coca (10 reais), mas recentemente por causa da alta do dolar e tudo mais, estou deixando 30 reais aqui pra ajudar, então eu acredito que compensa sim, quanto a post meu feed sempre tem coisa nova, noticias, piadas, opiniões sobre games. Fiz umas 20 capas pra jogos, escrevi algumas criticas de games lado b do lado b srrsrsrsrs tem até o ranking semanal da steam o steamtadores.
      sinceramente eu detesto rede social, só serve pra galera reclamar de politica e ficar de intriga, aqui da pra compatilhar a experiencia dos games, enfim, cheguei pra ficar rsrsrsrs

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      mastershadow · about 1 month ago · 5 pontos

      Uso desde 2013, acesso todo dia..Mas a rede anda agonizando a anos, mas da pra usar sem compromisso mesmo,se acabar,acabou,tudo um dia acaba mesmo,nao me preocupo mt com isso.Vai usando até onde der,sem stress e sem esperar atualizacoes hauhuhuaa

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      hyuga · about 1 month ago · 5 pontos

      voltei a usar a rede ativamente ano passado e tem um pessoal legal aqui, não sei como era no passado, mas definitivamente a rede perdeu boa parte da vida dela.
      Como disseram vai usando sem stress.

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  • 2020-04-24 16:58:39 -0300 Thumb picture
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    Your song has been updated! #8

    Retornei bem ao Alva, mas não a essa Persona. Felizmente, estarei corrigindo isso...

    Dessa vez com um convidando inesperado: NieR!

    Agora que a remasterização de Nier; Replicant foi anunciada, mais gente passou a saber que antes de Automata, existia esse outro jogo. Confesso que até agora não joguei o NieR original no PS3, em parte porque meu PS3 está sem cabo HDMI para reproduzir imagem e som (embora todo o resto funcione normal), mas eu dei uma olhada na OST e eu reparei uma coisa bizarra

    Lá em 2017, no TGA, Automata ganhou o prêmio de melhor trilha. E uma das que o pessoal mais curtia era a música "Som dos Antigos", que tocava em certas batalhas contra chefes:

    A música é bem animada e tem um quê de loop, além de contar com uma orquestra brilhantemente dirigida junto de percussão. Mas o que eu descobri há poucos dias é que nessa música é, na verdade, um REMIX de uma música do NieR original:

    A música perde um pouco da percussão marcante, mas compensa se sustentando em uma orquestra mais convencional e presente. Apesar desse apego às diferenças, a música tem o mesmo arranjo

    Como se isso não bastasse, a música ganhou mais dois remixes dentro do próprio NieR. A primeira é só um violão:

    Lembra um pouco um remix de Love Deterrence, lindíssimo também

    Por fim, há também o(s) remix(es) da Piano Collections, uma tradição da Square Enix (eu mesmo já compartilhei por aqui o do Final Fantasy):

    (A do Automata não tem essa música, só coloquei porque é boa demais também)

    Qual a melhor na sua opinião?

    @brunothebigboss

    NieR: Automata

    Platform: Playstation 4
    599 Players
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  • thecriticgames Matheus Pontes
    2020-04-15 01:31:26 -0300 Thumb picture
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    [OFF-Topic não tão OFF] Pesquisa de opinião literária.

    INTRODUÇÃO

    Olá pessoas, com a crise do COVID-19 muitos estão em quarentena, ainda não é meu caso já que no meu trampo chutei todo mundo de ferias forçada antes de mim pra eu ter que sair por ultimo (fiz  isso porque NOW I'M THE BOSS HAUHSAUHAUSHUAHUASAH) mas é chegado minha hora e não há escapatória. 

    Nos meus 32 dias que terei de ficar preso em casa eu estudarei, treinarei e tentarei não jogar muito mas meu objetivo é fazer estas férias forçadas serem UTEIS por isso estarei começando a bolar e escrever o próximo livro, o meu primeiro livro alias depois de tantos atrasos por conta da editora se abarrotar com mais serviço do que podia foi se atrasar de novo com o COVID inclusive o pai da dona da editora veio a falecer recentemente devido ao COVID o que causou mais transtornos nos trabalhos, uma lastima pra ela.

    EMFIM PESQUISA (Compartilhe pra me ajudar se não lhe incomodar PLS) tenho 3 ideias para um próximo livro e não que eu vá conseguir escrever um deles inteiro em 32 dias (se bem que escrevi o meu primeiro em 30 ¯\_(ツ)_/¯) mas estarei dando inicio a escrita de um primeiro rascunho e das pesquisas massantes pra escrita, principalmente porque 2 deles seria inicio de sagas de + de um livro, enfim quero saber qual das 3 ideias lhes parece mais atrativa como história, é explicitamente uma pesquisa de mercado ainda que contida. Citarei exemplo em jogos ou outros livros.

    1) Livro Steampunk

    O QUE É: Pra quem  não conhece, Steampunk pode ser descrito como retro-futurista, um gênero que aborda o futuro com base em tecnologias arcaicas a base de vapor nos tempos da Revolução Industrial normalmente, embora não seja via de regra o que da uma estética totalmente unica a coisa.

    EXEMPLOS: 

    Jogos: Bioshock Infinity, Dishonored, Final Fantasy IX.

    Filmes: Atlantis O Reino Perdido, Planeta do Tesouro,  Steamboy.

    Livros e quadrinhos: Brasiliana Steampunk, Vinte Mil Léguas Submarinas, Attack on Titan, A Liga Extraordinaria.

    2) Livro Fantasia Infantojuvenil

    O QUE É: Uma história de fantasia com um tom + ou - light, mas que também pode ser apreciada por adultos, mesmo porque quando se tem a mesma em forma de saga ela passa a ganhar seriedade a cada livro, por crescer junto com seu leitor.

    EXEMPLOS:

    Jogos: The Legend of Zelda, Final Fantasy IX, Okami.

    Filmes: Muito do conteúdo do Estudio Ghibli como A Viagem de Chihiro, Como Treinar Seu Dragão.

    Livros e quadrinhos: O Hobbit, Harry Potter, Popolocrois.

    3) Livro Fantasia Sombria

    O QUE É: Gênero da fantasia mais "dark" podendo ou não carregar um tom mais pessimista, moroso e gótico, flertando por vezes com terror e horror, pode ou não ser no ambiente medieval.

    EXEMPLOS:

    Jogos: Dark Souls, Bloodborne, Blasphemous, Odallus:The Dark Call.

    Filmes: A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, O Labirinto do Faúno, Constantine, O Caçador de Cabeças.

    Livros e quadrinhos: Sandman, Berserk, Coraline, Hellboy.

    Obg pela participação ;)

    The Legend of Zelda: Ocarina of Time

    Platform: N64
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      lukenakama · about 1 month ago · 3 pontos

      Eu tenho mais interesse em fantasia infantojuvenil, pois elas tem um universo rico, mas sem ter uma narrativa pesada, deixando mais puxada pra aventura em si do que pra um desenvolvimento mega complexo e maduro, mas com uma catarse de vez em quando hehehehe

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      supernova · about 1 month ago · 3 pontos

      Steampunk sem duvida meu amigo, adoro amo e acho muitl criatico como povo lida com isto.

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      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 3 pontos

      Acho que o mais rentável possivelmente é esse:

      Livro Fantasia Infantojuvenil

      Mas o que me interessa é esse:

      Livro Fantasia Sombria

      Parabéns pelo cargo (BOSS). Se futuramente ficar desempregado já sei pra quem pedir emprego...😂😂😂

      1 reply
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