brunothebigboss

Um gamer comum, com interesses incomuns e opiniões baseadas no senso crítico.

You aren't following brunothebigboss.

Follow him to keep track of his gaming activities.

Follow

  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2019-10-25 17:10:53 -0200 Thumb picture
    9
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2019-10-21 17:06:45 -0200 Thumb picture

    A preparação para o retorno(?)

    O ano (o terceiro) às vésperas do último ato, e... como está o retorno que eu pro papai, e ao mesmo tempo falhei tanto em continuar?

    Eu não sei, sinceramente. No meio tempo de ausência, o PS4 quase foi pro saco, mas foi salvo depois de uma limpeza bem feita (sim é importante). Daí eu tenho umas opções que eu acumulei com o tempo, e também alguns contatos de troca de jogos cujos acervos me interessam.

    Essas são as minhas novidades. Eu ainda tenho que terminar um livros e filmes pendentes, para complementar a minha já sentida saudade dos joguinhos...

    Será que sustenta? Apesar que desde o manifesto tenho pensado numas coisas diferentes...

    12
    • Micro picture
      brunothebigboss · 23 days ago · 1 ponto

      Sinceramente, meu perfil deveria se chamar "Diário do Gamer angustiado", porque o tanto que já falei da saudade, nossa...

    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 23 days ago · 1 ponto

      Qual foi o "piripaque" do PS4 devido a sujeira?
      ...

      2 replies
  • sikora Rodolfo Sikora
    2019-09-10 11:18:11 -0300 Thumb picture
    Thumb picture

    Amazon prime valendo no BR

    Pessoal, antes que digam que eu só apareço para pedir ajuda, é verdade... ainda, mas desta vez eu realmente acho uma boa forma de ajudar a Alvanista.

    A Amazon lançou seu serviço de Amazon Prime no BR. Já existia a assinatura para kindle, mas agora eles tem o frete grátis e outras vantagens que eu fiquei sabendo agora. 

    Se associando 30 dias grátis neste link, você, indiretamente, estará doando R$9,90 para Alvanista.

    Dentre as vantagens:

    Frete grátis em produtos elegíveis

    Ver e baixar filmes da plataforma Amazon prime

    2 milhões de músicas

    eBooks e revistas na faixa

    Ganhe jogos todos os meses e uma assinatura de canal Twitch por mês.

    Ofertas exclusivas

    Sinceramente, vale a pena!

    125
    • Micro picture
      nicholasaraujo0 · 2 months ago · 4 pontos

      Eita 10 reais por 5 serviços ?

    • Micro picture
      lukenakama · 2 months ago · 3 pontos

      Ps: Temos de fazer essa postagem alcançar o máximo de pessoas, então se puderem, não republiquem só em seus perfis principais, republiquem nas personas também.

    • Micro picture
      jcelove · 2 months ago · 3 pontos

      Fiquei afinzão, o Prime é um conjunto MUITO bom e ainda ajudando a Alva, tá show.
      Só to bolado porque desde que lançaram o prime na amazon BR o avast (sim, ainda uso isso U_U) ficou maluco dizendo que é phishing. A partir de qualquer link que leve ao login da amazon. Muito bizarro

      2 replies
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2019-09-30 14:23:53 -0300 Thumb picture

    Manifesto pelos jogos curtos

    Medium 3747594 featured image

    T'aí um exemplo que pode ser seguido

    Infelizmente, como vocês já devem ter percebido, a ausência dos posts está marcante desde o segundo semestre de 2018. Isso se deve a vários motivos, mas resolvi me dedicar a um destes, o qual identifiquei após um tempinho de reflexão: o excesso de jogos de alta duração

    Por se tratar de um manifesto (e também pela minha falta de tempo), este artigo será mais curto e sem minha divisão por motivação, apenas o texto mesmo. Mas afinal, por quê jogos curtos são uma boa?

    Antes de responder à minha pergunta, vou elencar brevemente a minha teoria do porquê tantos jogos longos se lançou nos últimos anos: o alto custo de criação e venda

    Sim, por que em um mercado cujas empresas mataram os jogos de médio orçamento na transição da 7ª para o 8ª Geração, restando só os AAA (descontando os indies, cujo envolvimento com as majors muitas vezes se resume a distribuição), quando se tem custos muito altos, o melhor a se fazer é apostar no modismo da geração em questão, que, neste caso, é o mundo aberto com elementos de RPG (ou o contrário). Some isto ao fato de que qualquer jogo de uma grande empresa vai custar um preço cheio independente do que seja, e pronto. Daí os jogos estruturalmente mais simples (não narrativamente, basta ver Celeste) praticamente sumiram.

    O grande exemplo da geração

    Mas em resumo, porque é ruim este excesso de jogos grandes? Isso (restrição e elitização [?] dos jogos) daria um tema de dissertação, mas, em resumo, porque é incompatível com a maioria dos estilos de vida das pessoas. Só conseguem se dedicar inteiramente a esse tipo de jogo quem tem baixa carga horária de trabalho e/ou estudo. O resto é resto...

    Resultado disso? Bom, é difícil medir o impacto disso coletivamente. Mesmo medindo os troféus de zeramento que estão disponíveis em sites como Exophase são problemáticos porque nem todos tem conta na PSN e o público para esse tipo de jogo também é selecionado. Mas eu posso dar o meu exemplo pessoal

    No final de 2017, eu tava no embalo. O ENEM ainda tava distante (sim, sou vestibulando hoje) e eu podia aproveitar parte dos meus jogos recém-comprados, a grande maioria sendo RPG e mundo aberto (não só desta geração). Porém a pressão começou a chegar, o que por si só não seria um impedimento, mas ela veio junto com meu interesse por outras mídias, como livros, filmes, etc. O resultado disso é que estou há mais de um ano sem jogar nada direito. Lindo, né?

    O máximo que eu conseguia fazer era jogar um tiquinho de alguns jogos lineares e jogos não-continuistas, que não dependem tanto do comprometimento do jogador. Daí eu comecei a refletir...

    No Man's Sky representa uma interessante exceção: por não ter um objetivo e linearidade claro, ele se molda de acordo com o ritmo do jogador

    Por que tanta demanda para jogos longos (ao ponto de sua duração pequena ser citada por muitos como um ponto negativo), com conteúdos infindáveis, os quais muito certamente não irão chegar ao fim (basta ver a platina destes jogos, ou mesmo o 100% interno)? Busca por alienação? Crença de que não vale a pena gastar preço cheio para um jogo de 5-6 horas? Sinceramente, eu não sei. Entretanto, o predomínio de jogos de tamanho comprometimento de jogar (ao mesmo tempo em que paradoxalmente, é frouxo quando se trata de narrar) é algo que exclui uma parcela de pessoas dos games.

    Por isso venho aqui defender jogos curtos. Não curtos como conhecemos, como um Call of Duty da vida, mas sim além: jogos EXCEPCIONALMENTE curtos, terminados em poucas horas, ou até mesmo minutos? Por que não jogos-contos, que se dedicam a uma história ou um gameplay diferente do que vimos, sem ser longo e gastar muito trabalho e dinheiro dos desenvolvedores? Tech demos jogáveis?

    Esta HQ do mestre Will Eisner não precisou de mais do que 70 páginas para ser considerada uma obra-prima. Já imaginou os fãs reclamando que deveria ter mais história do que deveria?

    Não é uma perda de tempo jogar jogos bons e curtos. Sei que jogos são considerados caros no mundo inteiro, e ainda mais no Brasil. Mas também sabemos que muito da previsibilidade dos grandes jogos hoje se deve aos altos custo de seu desenvolvimento. O que poderia ser feito com custos reduzidos e talvez propósitos especialmente experimentalistas? Quantos jogadores(as) não poderiam se atrair por este formato inovador e minimalista num mundo cada vez mais corrido?

    Novamente, por se tratar de um manifesto, será um texto curto e aberto ao debate. Espero que tenha gostado e reflita: você pagaria 25 reais por uma aventura de 2 horas?

    Journey

    Platform: Playstation 3
    4051 Players
    165 Check-ins

    58
    • Micro picture
      pauloaa · about 1 month ago · 3 pontos

      Eu sempre bati nessa tecla, preferiria jogos mais baratos e curtos do que esse montão de jogos de 30/50 horas, se pegar jogos mais antigos a maioria não passava de 10hr, vide half-life, medal of honor, por exemplo.

    • Micro picture
      msvalle · about 1 month ago · 3 pontos

      Curiosamente estou jogando o The Witcher 3, e realmente, por melhor que o jogo seja, é muito longo.

    • Micro picture
      brunothebigboss · about 1 month ago · 2 pontos

      Ah, e mais uma reclamação para conta do @sikora depois de algum tempo calado: não dá pra abrir o Rascunhos na versão de mobile!

  • gamesbr Diego Gonz
    2019-09-24 14:18:24 -0300 Thumb picture
    Thumb picture

    Estúdios japoneses se recuperam de crises econômicas e de criatividade

    Medium 3747096 featured image

    Se tem uma coisa que japoneses ficaram conhecidos em tempos do pós-Segunda Guerra Mundial, após entrarem na “guarda” dos Estados Unidos, é que eles sabem dar um polimento bem único aos produtos que os americanos criam. Contando com o apoio dos estadunidenses na sua recuperação após o evento que parou o globo – e a economia mundial como um todo – as empresas do país asiático levantaram as mangas para se tornarem referência de qualidade em todo o planeta, principalmente no campo de tecnologia.

    Assim foi com televisões, videocassetes, toca-fitas, toca-discos e videogames. No auge do crescimento japonês, empresas como Sony e Panasonic ganhavam espaço no mercado inicialmente vendendo excelentes produtos a bons preços. Mais a frente, mesmo com o aumento dos preços de tais produtos conforme o maior reconhecimento dessas marcas pelos consumidores, ambas continuaram entre as líderes dos seus segmentos.

    No âmbito de videogames, viu-se a mesma coisa. A crise da indústria nos anos 1980 foi em grande parte superada por conta da pujança da Nintendo, com o seu primeiro console de mesa, dominando os mercados internos e externos. Mais a frente, as também japonesas Sega e Sony entrariam na disputa pela liderança de um setor até então quase inteiramente japonês.

    Imagem: Pixabay

    Para os jogos, não era diferente. Mesmo sem contar com o orçamento das suas contrapartes americanas, empresas como Capcom, Konami e as próprias fabricantes de consoles, Sega e Nintendo, criaram clássicos eternos. De Street Fighter a Mario, tudo que envolve os jogos destas figuras – sons, visuais, personagens, tramas – inspiram games de vários gêneros, entre jogos de roleta como Age of the Gods, de console como God of War, e celular com Knights of Pen and Paper.

    Entretanto, os tempos gloriosos do Japão ficaram para trás. E com o declínio econômico do país, causado por fatores desde a tradição de famílias guardarem o máximo de dinheiro possível para si, até a baixa taxa de natalidade que só é agravada pela falta de imigração, o mesmo foi visto com as empresas antes líderes de mercado nos mais diversos campos tecnológicos.

    A própria Sony é um bom exemplo. Na tradição japonesa de zaibatsus – empresas gigantescas que concentram em si a produção de vários itens nos mais diversos ramos – a mesma tinha em si departamentos que ofereciam eletrônicos, softwares e até seguros de vida. Mas desde 2015, seu planejamento tem sido de reduzir cada vez mais a área de eletrônicos exceto pelos videogames; enquanto mantém o foco no oferecimento de serviços financeiros, componentes, e nos seus estúdios de cinema e música.

    Imagem: Epic Play

    Isso que é efeito não só da economia japonesa em si, como também da condução dessas empresas em seu conservadorismo com o investimento em produção, afetou diretamente a qualidade dos jogos produzidos no país. Com isso, vimos todas essas empresas passando por apertos para manter firme a confiança do consumidor em meio a estúdios de videogame fechando portas, resultando em jogos sem muita inspiração sendo lançados tão somente para cumprir aspirações acionárias.

    Por sorte, esses tempos parecem que estão sendo deixados para trás, ainda que de forma lenta. A economia japonesa pode até não estar a passos de se recuperar, mas a criatividade dos produtores de videogames com certeza ganhou um novo fôlego.

    Em parte, isso é resultado de empresas estrangeiras como Bethesda e Microsoft investindo e até mesmo comprando companhias japonesas, oferecendo com isso os recursos necessários para que bons jogos sejam produzidos. Mas há também a adaptabilidade de gênios como Hideo Kojima aos novos tempos, como foi mostrado no último jogo de Metal Gear Solid lançado pela Konami quando o mesmo ainda andava pelos corredores da empresa.

    As nossas esperanças são de que a fonte não seque. Por mais que as condições para estes artistas estejam longe do ideal, é vital que eles continuem tendo apoio e o incentivo merecidos para que suas obras, tradicionais ou experimentais, continuem a sair do forno. E a melhor forma de mostrar nosso apoio, é pelos nossos bolsos!

    36
    • Micro picture
      gradash · about 2 months ago · 2 pontos

      A realidade é bem mais simples. Jogos japas eram feitos para PSP e 3DS em maioria uma vez que eram as plataformas mais populares lá. Consoles morreram no Japão faz tempo. Então os jogos eram feitos para a realidade do hardware de merda destas plataformas, com a morte deles e sobrando só o mercado mobile por lá, os devs resolveram mirar no ocidente, mas não ocidentalizando os jogos pois eles sabem que tem público aqui que curte os jogos deles como eles são.

      3 replies
    • Micro picture
      artigos · about 2 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

    • Micro picture
      sannin · about 2 months ago · 1 ponto

      Acredito que esses jogos como o do Kojima serão tendência no futuro. Jogos com atores famosos que são verdadeiros filmes interativos ...

      3 replies
  • raiden Raiden
    2019-09-07 21:05:26 -0300 Thumb picture
    Thumb picture

    A que ponto chegamos...

    Medium 658279 3309110367

    Existe mídia digital, física e agora a etérea. Física não física... 

    OverWatch

    Platform: PC
    613 Players
    678 Check-ins

    26
    • Micro picture
      brunothebigboss · 2 months ago · 3 pontos

      Esse jogo funciona à base do espiritismo - um médium joga a fita imaginária por você

      1 reply
    • Micro picture
      tecnologgamer · 2 months ago · 3 pontos

      KKKK
      Comprar joguinho morto

    • Micro picture
      natnitro · 2 months ago · 2 pontos

      O pior é a raiva que dá quando você gasta uma bela grana pra ter a mídia física e ai quando abre a embalagem, só tem a caixa, um folhetinho besta e a key pra ativar e baixar online... Aqui foi assim com o phantom pain e depois dele até desanimei de comprar mais midia física... o_O

      3 replies
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2019-09-07 08:54:24 -0300 Thumb picture

    Sobre a Censura na Bienal do Rio

    A essa altura, todos vocês já devem estar sabendo da tentativa de apreensão de uma HQ de conteúdo LGBT após ordens do prefeito Marcello Crivella

    Quero tecer alguns comentários a respeito.

    Primeiro, porque estou falando disso numa rede social de jogos? Pelo mesmo motivo que não apenas canais de quadrinhos falaram sobre: o ato de Crivella abre um precedente perigosíssimo para que seja repetido, em outras mídias inclusive...tipo jogos

    Daí nós precisamos pensar mais um pouco a respeito da natureza de um ato assim. Vários disseram que o Crivella era simplesmente tão lamentável quanto as críticas do esquerdistas (eu mesmo não concordo com algumas delas) e que ele só fez isso para desviar a atenção do seu mandato podre no Rio. Quase tudo isso é verdade, mas tenho que tecer algumas coisas.

    A primeira delas é que, sim, tem críticas lamentáveis e outrA bem fundamentadas por parte dos movimentos de esquerda a produtos de mídua (me recuso a chamar SJW porque...desde quando lutar por justiça social é ruim???). Porém eu nunca vi uma tentativa aberta de simplesmente impedir a existência de um produto. Claro, existem os movimentos de boicote, mas mesmo esses não forçam os demais a aderir, como faz uma censura.

    E daí chegamos no segundo problema... pra quê? Bom, é porquê se trata de um projetobdesse grupo político. O formento da Cultura no Brasil nunca foi lá essas coisas (às vezes até me surpreendo que seja tão boa assim), mas essa deve ser a primeira vez que temos todo um grupo político abertamente agindo contra a arte no Brasil (ou pelo menos a arte "esquerdista", que é tudo que não concordam, porque o nível de gamers que boicotaram o queer museu, mas se irritaram com Marcelo Rezende lá em 2013 não é pouco), que no caso são os evangélicos-séquito bolsonarista . Prova disso é o queer museu, Major Olímpio botando a culpa de Suzano nos videogames e, bem, a Bienal

    (E não, não adianta o abaixo de impostos de Bolso pra provar o contrário, já que é só uma jogada eleitoreira, ou vocês já viram ele apoiar estúdio brasileiro?)

    Por isso que é tão importante a gente se posicionar agora contra a Censura. Se a gente não fizer, garanto que uma hora chega na nossa porta...

    The Last of Us

    Platform: Playstation 3
    11572 Players
    1164 Check-ins

    26
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 2 months ago · 4 pontos

      Então...acho que quiseram causar tentando censurar...
      Mas parece que não conseguiram e, de quebra, vendeu tudo... não foi?
      ...
      Isso é um clássico assunto ultrapassado... ninguém vai acabar "com as gays" no mundo...vide videoclipes, famoso casando...leis sendo estipuladas...
      ...
      É uma pena mesmo a pessoa se preocupar mais com o "furico alheio" do que com os famintos mundo agora...😭
      ...

      2 replies
    • Micro picture
      brunothebigboss · 2 months ago · 2 pontos

      Ah, e eu botei o TLOU aqui porque... entendedores entenderão

    • Micro picture
      jailsonbraga · 2 months ago · 2 pontos

      Definitivamente precisamos nos impor porque algo me diz que essa foi so a primeira de muitas intervenções duvidosas por parte de muitos governos...

      2 replies
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2019-08-29 20:26:02 -0300 Thumb picture

    Feliz Dia Internacional do Gamer!

    Medium 656533 3309110367

    Um abraço (ainda que tardio) para todos neste 29 de agosto!

    8
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2019-08-21 15:43:05 -0300 Thumb picture

    Uma notícia e um aviso

    Infelizmente, meu novo hiato ainda não se encerrou como eu gostaria, mas eu queria dar dois pitacos por aqui

    O primeiro é quanto aos artigos (obrigado aos que se importam o bastante para eu continuar notificando-os). Os dois últimos desta série irão se distanciar do Stadia e falarão mais do streaming e da mídia física em geral. Sorte minha que meus hiatos não duraram o bastante a ponto de continuar especulando quando o Stadia já sair...

    Bom, a segunda coisa já é bem mais importante e interessante. É um artigo no UOL a respeito da infame prática do "Crunch", que voltou a ser notória após a falência da Telltale Games e a descoberta de seus inúmeros erros de administração, tais como viver de empréstimos e do próprio Crunch. O artigo é esse aqui:

    https://www.uol.com.br/start/reportagens-especiais/crunch-criando-games-sob-pressao/

    Espero que se interessem!

    11
    • Micro picture
      brunothebigboss · 3 months ago · 1 ponto

      Até pensei em fazer sobre o Crunch, até perceber que pra isso teria que ser jornalista. Basta ver os depoimentos que ele recolhe para compor a matéria e os tipos de crunch

    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 3 months ago · 1 ponto

      Não some não.🧐

      2 replies
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2019-08-06 16:53:33 -0300 Thumb picture

    Pergunta sincera

    Como vocês já devem ter visto, tenho um pensamento de esquerda, e por isso eu fiquei surpreso quando eu percebi apenas a bem pouco tempo que, admitamos, a comunidade gamer é EXTREMAMENTE conservadora (talvez até reacionária). A maioria dos lugares que eu vi isso usava o fato para criticar, mas eu acabei mais fascinado do que propriamente chocado (talvez porque goste de antropólogos)

    Pensando um pouco nisso, porém, percebi que ninguém que eu via sabia muito bem explicar o porquê (o melhor que conseguia achar artigos referentes a toxicidade de vários gamers, esses eram bons). E como eu sei que, acima de tudo, o Alvanista é bem colaboradora (E bem pouco tóxica :), gostaria de perguntar a vocês: Porquê os gamers são tão conservadores (não apenas politicamente)?

    Claro que essa posição por si só não e ruim (apesar de discordar; inclusive preciso atualizar aquele artigo dos problemas da comunidade games...), por isso eu gostaria que o máximo possível de tipos participassem

    Se for bem sucedido, posso no curso de antropologia, senão vocês só esquecem que isso existiu...ou não. Pois aí seria hilário

    17
    • Micro picture
      brunothebigboss · 3 months ago · 4 pontos

      Queria parabenizar a todos pela civilidade!
      O Alva, apesar dos pesares, realmente é uma comunidade. Estava sentindo falta desse tipo de contribuição da minha parte...

      2 replies
    • Micro picture
      le · 3 months ago · 3 pontos

      Não acredito que sejam, em geral, conservadores, não. Acho que é mais uma questão de os conservadores se destacarem mais pelas atitudes conservadoras. E aí parece que é generalizado.

    • Micro picture
      manoelnsn · 3 months ago · 3 pontos

      Eu sou conservador, mas pra mim tem gente enchendo o saco no mundo dos videogames em ambos espectros políticos. Quando sai uma personagem feminina com pouca roupa, as esquerdas dão ataque de pelanca falando que é machismo, objetificação e o caralho a 4 e quando sai um personagem gay em algum game (como foi recentemente em Last of Us 2) os coxinhas enchem o saco falando que é tudo um complô dos vermelhos pra dominar o mundo como se ainda estivéssemos na Segunda Guerra Mundial.

      Fandoms tão cheios de gente chata que reclama demais em todas as instâncias, quem quer jogar mesmo não tá nem aí pra essas coisas, e creio que a maioria das pessoas sejam assim. O capitalismo funciona assim: ele dá ofertas se existem demandas, e tal como tem gente que quer jogar com dona seminua, tem gente que quer jogar com protagonista gay/feminista ou qualquer outra coisa.

Keep reading → Collapse ←
Loading...