brunothebigboss

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  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-09-30 16:35:48 -0300 Thumb picture
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    Post by brunothebigboss: <p>Por mais cansado que o entregador possa estar, a
    Death Stranding

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    Por mais cansado que o entregador possa estar, a entrega deve continuar... até rimou

    Estou habilitando mais itens pelo caminho enquanto Kojima constrói lentamente a história com arquivos e elementos de mundo (melhora substancial em relação a The Phantom Pain, ainda que seja óbvio que o resultado do TPP foi profundamente influenciado pelos cortes). Agora habilitei mais 3 áreas naquele 2º mundo, que é uma base derivada mais à sudoeste, uma estação meteorológica e uma fazenda! Varia um pouco mais em relação às bases militares que já tinha me acostumado. Ah, e agora eu tenho um robozinho para fazer algumas tarefas por mim e previsão do tempo, que também ajuda a entender um pouco mais a real desse jogo, mas isso eu falo depois. E claro, alguns equipamentos novos que ajudam bastante, mas ainda usei eles bem pouco.

    Independente de tudo isso. não deixa de ser bizarro o fato que claramente a decisão do Kojima de DS se passar nos EUA foi uma ideia tardia no desenvolvimento do roteiro. Parece muito mais a Islândia, ou um país escandinavo. Me pergunto como estaria o resto do mundo nesse universo...

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      volstag · about 24 hours ago · 2 pontos

      Digamos que parece a Islandia, e as referencias que ele usou foram mesmo ela.
      Inclusive quando ele estava lá captando imagens, entrou numa loja de discos e descobriu o Low Roar, que é de lá também.

  • 2020-09-27 12:43:22 -0300 Thumb picture
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    Your song has been updated! #18

    Continuando com Final Fantasy, postamos aqui outra tradição das trilhas sonoras da franquia: as Piano Collections, cujo nome já diz tudo!

    No passado, esta Persona já chegou a fazer um post separado só com as Piano Collections, e o vídeo era esse daqui:

    Mesmo fora de ordem, a seleção era muito boa e as músicas são obviamente um esplendor. No entanto, eu não tinha me tocado na época que também existia um Piano Collections de FFXV, e aqui está ele:

    Como bônus, fiquem também com uns álbuns especiais que o Nobuo Uematsu compôs:

    Aproveite!

    @brunothebigboss

    Final Fantasy XV

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      brunothebigboss · 4 days ago · 1 ponto

      Considerando que Final Fantasy XVI está para sair, talvez a gente atualize esse post em breve...

  • 2020-09-26 12:16:52 -0300 Thumb picture
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    Your song has been updated! #17

    Esse é o começo de uma série de algumas evoluções musicais na franquia Final Fantasy, e essa é uma delas!

    Fiquem aí com o tema principal da franquia evoluindo ao longo de vários jogos, ainda que com algumas exceções.

    @brunothebigboss

    Final Fantasy XV

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      game_music · 5 days ago · 1 ponto

      OBS: O vídeo está desatualizado e não inclui o tema principal do Final Fantasy XV (aqui está https://www.youtube.com/watch?v=Ku2nuzx4etI). Também aproveito para anunciar que o Piano Collections estará no próximo capítulo desta seção, porque a postagem original não tinha FFXV incluso também

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      natansouza · 5 days ago · 1 ponto

      Interessante Man como a qualidade de som era limitada na época e mesmo assim as trilhas sonoras dos jogos saiam foda!

  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-09-23 22:22:04 -0300 Thumb picture
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    Post by brunothebigboss: <p>Depois de terminar um JRPG e prometer uma review
    Death Stranding

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    Depois de terminar um JRPG e prometer uma review (vai rolar porque a internet voltou a ficar boa, mas sob uma nova operadora), senti que estava na hora de voltar à nova obra de Hideo Kojima!

    Ocorreram mais um bagulhos na história, e o Sam segue pro Centro-Norte dos EUA para conectar mais algumas cidades (na verdade remanescentes, porque as cidades mesmo foram destruídas, menos uma). Também tem zonas de EPs e Mulas (estes são bem mais difíceis do que na área antiga), mas deu tudo certo para as primeiras entregas. O detalhe aqui que torna o jogo menos cansativo (por mais que o Walking Simulator se sustente muito bem, dificilmente aguentaria jogar mais de 2 horas nisso, e acho que foi assim que se deu minha relação com outro jogo...): eu recebi um exoesqueleto para as pernas que ainda está em nível 1, mas que facilita demais a vida! Sam desequilibra menos e pode carregar mais de 250kg de cargas agora. A desvantagem é que o acoplamento ao traje na parte inferior não é mais possível, mas a resistência adicional mais do que compensa!

    O mundo de DS tá bem interessante, e como um fanático por sci-fi, tudo está se saindo muito bem e faz bastante sentido. Toques de cyberpunk, pós-apocalipse (óbvio), exploração bem feita... Será que Kojima se sustenta nesse meio?

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      volstag · 8 days ago · 2 pontos

      Pelas descrições, principalmente pelo exoesqueleto, creio que você tá bem no começo ainda, antes de prosseguir, tente criar e/ou aprimorar o que puder, seja itens, seja pontes ou o que for, porque tudo se desintegra com o tempo, se forem aprimorados seguram bem mais a existência, pelo menos nível 2, fora que te dará mais "reconhecimento" dos lugares que você entrega, e isso automaticamente acaba aumentando a quantidade de coisas que pode construir, no começo demora fazer isso, mas agiliza muito mais pra frente quando você precisar repetir caminhos e trilhas.

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  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-09-18 19:46:33 -0300 Thumb picture
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    Post by brunothebigboss: <p>CHECK-IN EM CARÁTER DE URGÊNCIA</p><p>EU TERMINE
    Persona 5: The Royal

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    CHECK-IN EM CARÁTER DE URGÊNCIA

    EU TERMINEI PERSONA 5 ROYAL E FOI UM DRAMA DO CARALHO!!!!!!

    Primeiro para fazer esse check-in; me preparei para fazer esse check-in no dia 17, dia seguinte após terminar o jogo. E aí o que rola???? A internet caiu FUDIDAMENTE, nem os dados móveis do celular funcionavam! Daí ontem à noite, meu pai cancelou a Claro e foi pra outra operadora, e ele entregou um chip provisório para um dos celulares da família que permitia rotear (não tem nº), e por isso estou fazendo esse check-in dia 18 de noite no notebook da mãe.

    O jogo em si também foi um drama do cacete: salvei o jogo depois de fundir Chi You (serviu para Psy ultrabarato e poderoso pra dedéu) e LÚCIFER! (cujo Morning Star, graças a arranjos, custava 5 SP...) Considerando que estava indo destruir o paraíso do Maruki, achei apropriado. Daí eu salvei o jogo (já estava no Dia dos Destinos), e fui pra batalha, só que eu não fazia  a menor ideia de como vencer o Maruki; ele ataca com os tentáculos e tem ele próprio e a Persona dele (aliás, bela referência a Lovecraft que eu não entendi), e eu não sabia que o Maruki em si não importava, era só atacar a Persona. Isso causou um atraso do cacete, e eu desisti na tarde do dia 17. Daí à noite, eu voltei e depois de mais algumas desistências, consegui vencer o Maruki com ajuda da maninha!

    Aí depois disso, o Maruki ainda quis oferecer resistência e evoluiu a Persona para outra referência lovecraftiana maior ainda, mas também foi derrotado (com direito a clichê de shonen de "poder da amizade tira poder real do cu"). Mas antes que o Joker pudesse fugir, os últimos tentáculos do Maruki o trazem de volta e ele o desafia para uma luta de punhos totalmente roubada de MGS4 e sem um terço do impacto emocional desta graças à jogabilidade travada nativa a esse JRPG

    Mas quanto tudo parece perdido, começa a tocar essa música:

    No original e por boa parte do Royal, essa música toca para sinalizar a evolução das Personas do pessoal (ou seja, evolução de personagem). E ver ela ser recontextualizada no jogo (ou não né) para humanizar de vez o Maruki é um momento belíssimo. O meu eu de 2017 também ia desconsiderar tudo que falou sobre Persona esse ano se visse essa luta de punhos com essa música.

    Enfim, o Maruki perde, e o mundo volta ao normal (é até bizarro que eu disse que tematicamente o original é deslocado do Royal, mas depois da derrota do Maruki, o mundo continuar uma merda faz mais sentido agora), e tudo acontece o mesmo que no Persona 5 normal, mas com a adição de alguns fanservices e um final um pouco diferente: quem te leva embora é o próprio Maruki (que virou taxista simplesmente porque sim), e mais uma dica que o Akechi provavelmente está vivo (apesar do tratamento contraditório durante a adição do Royal, uma hora parece que tá vivo e em outra ele morreu; de qualquer forma, a "morte" do Akechi no original foi tão bosta que isso nem me foi surpresa).

    Daí o jogo acaba e começa a tocar essa música:

    É estranho porque todas as músicas de créditos de Persona a partir do 3 são muito boas, mas sempre desconectadas do resto do jogo musicalmente falando. O 3 é o que mais sofre disso; se ouvir a música (e até ler as letras traduzidas em PT-BR, sim elas existem) fora do contexto, nem imagina a tragédia que acometeu geral. Isso foi atenuado nos jogos que vieram e chegamos no Royal, que tem essa obra prima.

    E o que tenho a dizer sobre essa jornada? Também foi inesquecível como as de 3 anos atrás, mas agora não foi só por bons motivos. Com a bagagem, muitas falhas (principalmente de roteiro) ficaram evidentes, e sinto que escreveria de outra forma desde o 3. A balança quase foi desequilibrada para um lado ou para o outro graças ao Maruki ou à Sumire, e mesmo assim, ainda concordo que se trata de uma franquia única, com altos e baixos

    Agora tenho que preparar a review, mas para isso a internet tem que voltar bem...

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  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-09-15 21:18:41 -0300 Thumb picture
    brunothebigboss checked-in to:
    Post by brunothebigboss: <p>Com muita dor de cabeça e stress (obrigado rinit
    Persona 5: The Royal

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    Com muita dor de cabeça e stress (obrigado rinite), vim aqui para anunciar que terminei o Confidant da Sumire (o que me deixa aliviado porque não precisarei mais lidar com tudo aquilo que já falei no último check-in), da Makoto (mas como fiz em cima da hora, não ativa o 3º Despertar depois ;-;), e eu também aproveitei para fundir o Yoshitsune, o Metraton, o SATAN (por pura sorte no Fusion Network, e estou grato por ter um dos melhores designs de toda a franquia Shin Megami Tensei no inventário), e a Maria, a maior Persona de Suporte de TODAS, que tornou Cybele inútil (sei disso porque comparei as duas)... que mais?

    Ah sim, terminei o Palácio do Maruki, e Jesus, o quanto que dá pra falar dele... e felizmente é pra falar bem dessa vez! Porque Maruki e surpreendente... e ao mesmo tempo não é!

    Ele segue a linha desses vilões feitos para gerar empatia (Killmonger, Solidus Snake e o Coringa do Joaquin Phoenix são alguns exemplos), além de ser uma encorpada melhor das ideias do antigo maior vilão do jogo e ex-necron Yaldabaoth. Junte isso a algumas referências a Lovecraft e um rostinho bonito e temos o Dr. Takuto Maruki. Ainda que não sendo original, acaba tendo um papel parecido com o Sojiro, de arquétipo bem-sucedido.

    O nível dos vilões do jogo antes do Maruki foi escancarado como muito baixo (até mesmo os menos piores como Sae). Maruki teve um Confidant o desenvolvendo (muito bem, por sinal), obrigatório para conseguir desbloquear o começo do ano (o tal "3º semestre", que na verdade são só 3 meses, se muito... pessoal devia aprender a sair mais do press release). Não só isso, mas o Palácio tem o mínimo de mecanismos  de storytelling (ao contrário dos anteriores, que muitas vezes só tinham reafirmações da maldade dos donos), desde os mais básicos como Flashback (não gosto muito, mas é melhor do que nada) até momentos genuinamente interessantes, como o questionário dos dilemas na metade do Palácio. Até a música ajuda na narrativa:

    Gentle Madman, música de boa parte da dungeon, tem um tom deliberadamente monótono e levemente sombrio...

    ...que se acentua com Out of Kindness, música do penúltimo e último segmentos da dungeon, que também adiciona uma impressão de dúvida

    De fato o maniqueísmo morre nessa dungeon (nem acredito que estou escrevendo isso). A escrita de fato mostra decisões de grande impacto feitas ao longo da história (afinal, Joker ajudou Maruki na pesquisa dele), além de realmente oferecer um cenário de grande complexidade temática ao jogador

    Tendo dito tudo isso, ainda sobra algumas coisas a se comentar...

    -Apesar do que disse a respeito do maniqueísmo anteriormente, na prática, ao decorrer da dungeon, o jogo não tem muitas dúvidas que Maruki seja um vilão. No entanto, os jogadores acreditam se tratar de um antagonista (para emprestar uma fraseologia do @juninhonash), ao ponto de alguns relatarem terem se recusado a continuar como se fosse uma grande narrativa cinza. Isso levanta uma dúvida bem singela e honesta: a maneira como percebemos a narrativa afeta sua avaliação? Não digo de qualidade, e sim de "eu senti X, então creio que o jogo queira me passar isso, mesmo não sendo aparente". Eu mesmo achei o Flashback do Maruki com Sumire bem pesado e até atenuou as críticas que fiz no últinmo check-in, mesmo a cena em si não parecendo tão pesada assim

    -A desculpa para o Maruki ter conseguido a Persona já é ruim (provavelmente pela interação ainda que teórica com o Metaverso, o que me faz perguntar como Wakaba também não ganhou uma Persona); o porquê dele ter um Palácio mesmo com uma Persona é uma explicação praticamente inexistente; e a razão para a Persona dele ter enlouqecido é um Deus Ex Machina que não se aplica aos outros personagens

    -Apesar de muito boa, essa parte adicional do Royal parece ter sido escrita num vácuo. Não consigo fazer uma boa ligação entre essas partes novas e as antigas

    Falta pouco para terminar, e se não tiver uma mudança muito drástica, acho que essas ideias ficarão. E vocês, o que acham do Bom Doutor?

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  • garotanocontrole Garota no Controle
    2020-09-15 08:53:08 -0300 Thumb picture
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    Análise de Tell Me Why

    Medium 3826801 featured image

    Tell Me Why é o mais novo jogo da Dontnod, estúdio do aclamado Life Is Strange. Lançado para XBOX One e PC, é dividido em 3 episódios, sendo que o primeiro foi lançado no dia 27 de agosto, e o último no dia 10 de setembro. Este é um jogo de narrativa, que abordará questões sobre família, identidade de gênero, e sobre como lembranças do passado podem moldar nosso futuro, tudo pontuado com uma leve dose de fantasia e poderes mágicos.

    https://garotanocontrole.com.br/2020/09/analise-tell-me-why/

    18
  • danilodlaker Danilo Rodrigues
    2020-09-15 00:36:34 -0300 Thumb picture
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    Sony deixará a produção de eletrônicos no Brasil

    É eita atrás de nossa ...

    Uma pena isso, só mostra o quão bosta está o mercado nacional. Porém os games vão continuar por aqui, eu não sei se o PS4 ainda é feito por aqui, mas agora eu acho que será pouco provável a produção do PS5 aqui no Brasil.

    Marvel’s Spider-Man: Miles Morales

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    23
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-09-14 19:32:28 -0300 Thumb picture
    brunothebigboss checked-in to:
    Post by brunothebigboss: <p>E O QUE MAIS ACONTECEU PARA JUSTIFICAR MAIS CHEC
    Persona 5: The Royal

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    E O QUE MAIS ACONTECEU PARA JUSTIFICAR MAIS CHECK-IN???

    Ah, eu dei uma olhada nos Mementos, mudei o coração duns alvos, desbloqueei uma parte do Palácio do Maruki, fiz umas fusões daora enquanto salvo um pouco de tempo para as mais importantes (cof cof Metraton cof cof Yoshitsune). Ah, e eu elevei o nível de Baton Pass da Sumire e do Akechi para 3, igual todo o resto.

    É, foi só isso mesmo que rolou. Me permite fazer comentários adicionais na experiência.

    1º: As novas músicas do Mementos SÃO MUITO BOAS

    Bem melhor do que só ficar ouvindo a melodia tediosa do jogo original, que ganhou um remix muito bom na nova Mementos do Maruki

    Ainda em termos de jogo, o resto tá encaminhando pro final sem muitas novidades, com exceção do Confidant da Sumire, que teve o resto desbloqueado depois da revelação, e se você reclamou da Aigis do Persona 3 FES, da Naoto no 4 e da Haru no 5 (base), enxugue suas lágrimas empoeiradas, porque no Royal VOCÊ TEM MENOS DE UM MÊS PARA AVANÇAR TODOS OS 5 NÍVEIS RESTANTES DA MOÇA (eu tô no 7º, e estou disposto a sacrificar o Yusuke e a Makoto só para terminar as coisas com ela). E como é o Confidant dela?

    Não tá sendo ruim, mas uma coisa me incomoda (tem outra, mas é geral e falarei na review): como a história continua voltando para a relação de Sumire com Kasumi (até aí tudo bem), mas sempre ela (Sumire) lembrando que "queria ser a Kasumi", ora literalmente, que levou ela a realmente acreditar ser a própria irmã, e todos os personagens e o próprio jogo tratam isso como se fosse produto de sentimentos pessoais, e não um distúrbio mental que realmente é. Apesar de ter mencionado esquizofrenia de brincadeira, ela de fato causa alucinações e pode levar uma pessoa a acreditar que é outra. É um distúrbio gravíssimo que pede várias sessões de terapia e tratamento especializado, e o Confidant poderia ter se direcionado mais para essa parte, e mesmo desconsiderando, ela ainda sofre o clássico bloqueio freudiano, quando a mente se depara com um trauma pesado e sem muitos mecanismos, resolve simplesmente fingir que isso não aconteceu

    (Aliás, como uma série inspirada em Jung traz Freud para explicar uma personagem?)

    Para Royal, que de fato tá sendo bem mais sério e preciso do que a contraparte original de Katsura Hashino (e é importante mencionar que Daiki Kato escreveu P4 Golden, isso será importante depois), esse deslize grosseiro às vezes me soa até desrespeitoso. Seria mais interessante se a história simplesmente assumisse Sumire como esquizofrênica ou com transtorno de múltiplas personalidades; seria mais honroso (leia-se "compreensível") não só para a personagem, como para o próprio enredo, pois Sumire acaba parecendo alguém muito egoísta, e não alguém que precisa de ajuda

    (E se me permite imaginar, um conceito tão fascinante e recorrente na série quanto o inconsciente coletivo certamente seria interessante de explorar se combinado com saúde mental. Como seria para um autista entrar nos Mementos?)

    Enfim, me alonguei demais. Apesar do clichê, isso não torna personagens necessariamente ruins. Só me deixa um pouco triste a direção (pelo menos como eu interpretei, posso estar errado) que a personagem tomou... Mas ainda não conclui o Confidant, e ainda resta ver essa parte, então não encarem isso como um julgamento definitivo nem de longe, tá?

    Pelo menos ela em batalha é muito boa, e o uniforme... bom, os uniformes especiais pra mim ainda são melhores do que subir uma torre com uniforme escolar e segurando uma espada da tua altura, né?

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      manoelnsn · 17 days ago · 2 pontos

      Tratar de temas sérios como esquizofrenia é muita areia pro caminhãozinho de Persona 5, realmente...

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      igor_park · 17 days ago · 2 pontos

      Parece que eles acertaram mais no 4 do que nesse

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      brunothebigboss · 17 days ago · 1 ponto

      Ah, e quase esqueci, Sumire possivelmente esquizofrênica também nem de longe sacrificaria o tema que o @emphighwind tanto preza
      Só espero não estar pensando demais no assunto...

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  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-09-13 15:55:30 -0300 Thumb picture
    brunothebigboss checked-in to:
    Post by brunothebigboss: <p>Sei que com o excesso de check-ins, a saturação
    Persona 5: The Royal

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    Sei que com o excesso de check-ins, a saturação vem e só alguns poucos fiéis permanecem lendo ou se interessando em interagir de alguma forma, mas com o tanto de novidade que vem chegando, não consigo conter a paixão (que pode não ser necessariamente positiva, pode ser a paixão das críticas também :). O que mais de spoiler posso dar aqui?

    Bem, depois de "Kasumi" se revelar esquizofrênica manipulada pelo Maruki, Sumire, seu real eu, é sequestrado por Maruki para voltar a acreditar que é Kasumi. Como tanto Joker e o Akechi (vou falar dele depois) já estão de saco cheio da exploração e são só 2, eles resolvem só voltar no dia que o Maruki pediu (Persona 3 Flashbacks), dali a uma semana. Nesse meio tempo, Joker dá uma vistoriada nos companheiros para confirmar o que realmente queriam (afinal, isso é o que Maruki quer, criar a realidade ideal de cada um, onde ninguém sofre). Como alguém que estuda roteiro, é interessante essa parte porque o jogo te obriga a fazer a viagem ao ponto de destino dos companheiros manualmente (sem viagem rápida, assim como no começo do jogo), e a falar com apenas um por dia. É interessante na teoria, mas na prática me faz sentir que o tempo foi subutilizado, e claro, os outros Confidants foram desperdiçados (totalmente utilitarista). Sim, storytelling via gameplay é uma realidade, ou Persona da mesma arcana do Confidant resultar em boost no relacionamento não quer dizer nada?

    Enfim, em 9/1 Joker e Akechi vão ao resgate de Sumire, que ainda está no modo Venom Snake de pensamento e sua Persona, Cendrillion (Cinderela, pelo menos o simbolismo das Personas o roteiro sempre soube acertar) enlouquece, e isso resulta numa puta duma batalha que a direção dá tudo de si, chegando ao ponto de Rivers in the Desert pela 3ª vez!

    Infelizmente tudo que é bom dura pouco, e o jogo puxa um Deus Ex Machina para conseguir que a party antiga volte e salve a dupla ao mesmo tempo. Daí eles salvam a Sumire, e depois a Lavenza chega e explica que o Maruki é fodão com as cognições e com o Palácio dele (que ele não deveria ter segundo Morgana, mas o jogo pseudo-corrige esse buraco na história) ele tá manipulando os Mementos para que a realidade possa ser alterada de forma drástica (tanto que o pessoal que foi revivido de fato o foi, não é alucinação para quem vê). Ainda assim, o pessoal foi perder tempo no Palácio só para confirmar o óbvio e ver a Sumire despertar de vez. Ótimo

    Queria comentar sobre algumas escolhas de roteiro dessa parte, mas isso já está longo demais pra mim, então só vou contar a linda história do que eu fiz depois de terminar a parte redundante do Palácio que mencionei. Depois disso, vendi uns itens pro Iwai e fiz umas fusões necessárias, como o Metatron, o anjo final (é estranho que os Personas mais fortes são todos da mitologia cristã, mas tudo bem) e um da Arcana da Sumire cujo nome dá muita brecha para piada. Fiz o Confidant pela tarde e à noite fui jogar dardos com ela, só que eu fui muito ruim e dei rage quit... e aí descobri que meu save era logo depois da venda. Bela precisão. Salvem seu jogo sempre, crianças

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