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  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2016-08-08 19:44:17 -0300 Thumb picture
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    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>Mais uma platina para encerrar as férias.</p><p>
    Far Cry 3

    Platform: Playstation 3
    2594 Players
    281 Check-ins

    Mais uma platina para encerrar as férias.

    Apesar de não ser muito fã de FPS, gostei bastante do jogo. A história tem seus furos, mas é interessante. Confesso que os vilões e, principalmente as lutas contra estes, foram o que mais me decepcionou. Os cenários são incríveis. Se for comparar com MGS V: The Phantom Pain, o último mundo aberto que joguei, Far Cry 3 é infinitamente superior no quesito ambientação, o que torna a exploração muito mais divertida. Um bom jogo. Valeu a minha primeira experiência com a série.

    27ª platina, que ainda me rendeu a primeira posição no ranking da minha cidade. É claro que voltando a trabalhar não devo mantê-la por muito tempo, mas ao menos ficará registrada a minha melhor posição.

    A platina também me rendeu mais três badges:

    Open World (bronze): por platinar 10 jogos de mundo aberto.

    Mestre das armas (bronze): por platinar 10 jogos em que o personagem use várias armas de fogo diferentes.

    Ação (prata): por platinar 6 jogos do gênero ação.

    @platinadores

    19
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      miss_dani · almost 4 years ago · 2 pontos

      Parabéns!!

      1 reply
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      deadmemories25 · almost 4 years ago · 2 pontos

      É muito difícil de platinar esse??

      7 replies
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      harpuia · almost 4 years ago · 2 pontos

      Tô quase miletando ele no X360, só falta passar 3 mapas do coop (cada mapa completado dá uma conquista, totalizando seis, não sei se no PS3 é assim tbm com os troféus). É muito gostoso pegar os coletáveis desse Far Cry pq o cenário é mto legal. Liberar os postos avançados tbm é bem gratificante, como se você fosse conquistando territórios e no final dominasse a porra toda.
      Realmente, as lutas com os vilões foram muito mixurucas, como você disse. O confronto com o Vaas foi tão psicodélico e confuso que eu nem soube definir direito o que aconteceu no final da luta. HUAHUAHUA
      Mano, eu não sei se você leu as cartas, mas aquelas do Hurk que ele fala do macaco com as granadas me fizeram mijar de rir!
      Enfim, parabéns ae meu chapa.

      1 reply
  • netobtu João Paulo Bonome Neto
    2016-10-03 01:55:16 -0300 Thumb picture
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    netobtu checked-in to:
    Post by netobtu: <p>[Primeiras Impressões] Quantum Break</p><p>#img#
    Quantum Break

    Platform: PC
    147 Players
    38 Check-ins

    [Primeiras Impressões] Quantum Break

    Bom, pessoal, joguei 2 atos e 2 capítulos (estou no capítulo 3 do ato 2, no início dele). Já dá pra fazer algumas considerações, já que eu acho que não vai mudar muita coisa daqui pra frente. Estou jogando no PC, versão Steam.

    -> A primeira coisa que tenho a dizer é que o jogo é bem fácil. Pus direto no difícil e é sossegado demais, vão na fé nesse modo direto, pq no normal e easy deve ser tipo pra sua vovó jogar.

    -> O jogo é bem bonito mesmo, não tem como negar isso... especialmente depois que eu desativei o péssimo granulado fílmico, a coisa ficou ainda melhor. Mas o toque mais especial do jogo são os efeitos de iluminação e de tempo congelado, com partículas saindo das superfícies, explosões pausadas, inimigos e objetos no ar... isso é MUITO impressionante mesmo.

    -> Não percebi nada muito cativante na trilha sonora, mas a sonoplastia de explosões e tiroteio é bem legal, mas num geral nada demais, bem padrão tudo.

    -> Como já dito, é fácil, e o tiroteio é bastante franco e livre. O Jack Joyce recebe bastante bala sem morrer ou ficar baqueado, mesmo no difícil. O level design é bom, mas nada primoroso... em vários momentos o jogo me lembrou os dois primeiros Max Payne, que também são da Remedy, justamente pelo tiroteio ser bem franco e o cover ser desencorajado: os inimigos te flanqueiam por vários lados, e ficar em movimento é essencial, o que dá uma boa dinâmica, e faz você utilizar os poderes temporais do Jack o tempo inteiro. Tudo isso é ponto positivo, porque usar esses poderes é muito legal: tanto para a jogabilidade quanto para o visual.

    -> Até que por enquanto eu vi uma boa gama de inimigos para um jogo desses, é certamente bem melhor do que foi Alan Wake nesse ponto (mas também é um jogo de tiroteio mais intenso).

    -> A exploração é padrãozona de jogos da Remedy, em especial Alan Wake: um pequeno desvio aqui e ali e você encontra alguma intel ou um ponto de upgrade... tudo mostrado na visão de raio-x, mas alguns pontos de upgrade ficam escondidos e você tem que achar ativando fendas temporais e coisa do tipo, o que vai gerar umas voltas pelas salas do jogo.

    -> É bom jogar algo que não seja open world de vez em quando, há de se notar... porém estamos mal acostumados: eu perdi um upgrade uma hora achando que era pra frente, e não pude voltar pra sala anterior. Não é bem um defeito do jogo, é mais um mal costume meu, sei lá.

    -> O jogo tem partes jogáveis com o Paul Serene, que é o vilão da história... a parte que joguei não tinha nada demais, só uma escolha bem dualista de ver o que aconteceria a seguir na trama do próprio jogo e do live action.

    -> Não vi o Live Action e nem sei se vou ver. Sinceramente estou nem aí pra história desse jogo, só sei mais ou menos o que a narrativa fílmica me conta, o mundo do jogo não conta muita coisa por si só, e ficar lendo emails que achamos por aí, ENORMES, não faz meu estilo mais.

    -> QTEs (screenshot anexa empurrando prateleira), filminhos, coletáveis em forma de intel na maioria das vezes, coletáveis que são emails enormes para serem lidos, escolhas duais: é notável que esse jogo seria um dos maiores jogos do ano lá por 2010/2011. Não é um jogo atual, é um jogo bem atrasado na estrutura, não é de narrativa mais livre e sutil, como os jogos desse ano têm desenvolvido mais... é como um Uncharted num geral, nesse ponto, mas Uncharted não te faz perder tempo lendo coisas se você quiser entender o que está acontecendo... mas também tem um enredo muito menos complexo do que Quantum Break.

    Enfim, eu confesso que estou surpreso em como esse jogo é agradável de se jogar e, apesar de ter filminho pra lá e pra cá, te fazer andar devagar seguindo personagem só para ver um pedaço de historinha, ainda tem muita ação, e a ação é muito gostosa... mas é aquela coisa, o jogo não pretende alçar grandes voos, talvez pretendesse lá atrás, ficou tempo demais em produção e perdeu o timing do lançamento. Esse jogo deveria, inclusive, ser multiplataforma e estar no PS4, bem como Alan Wake deveria ter saído para o PS3.

    Abraços, meus amigos.

    12
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      santosmurilo · almost 4 years ago · 1 ponto

      Super recomendo que vc assista aos filmes: há personagens de extrema relevância que só aparecem por lá. Além disso, suas ações no game se renderam nela, assim como as ondulações quânticas.

      Sem falar que o filme é de altíssima qualidade!

      Sobre ks documentos é realmente chato lê-los e eu não li nenhum, mas coletei todos!

      A dificuldade é isso mesmo que vc disse, com exceção da última batalha, que dá um salta gigantesco na dificuldade é podse ser incômoda!

      5 replies
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      mateusmassa · almost 4 years ago · 1 ponto

      Tu acha o tiroteio dos Max Payne 1 e 2 fracos?
      Puxa eu acho eles sensacionais, é a jogabilidade deles que fizeram esses jogos serem bons mesmo tendo muita repetição.

      2 replies
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2016-11-03 14:32:22 -0200 Thumb picture
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    PLATINADO.


    SLEEPING DOGS é um game de ação em 3ª pessoa OPEN WORLD aos moldes do famoso e clássico GTA. Porém, assim como SAINT'S ROW, seu foco na diversão o faz ser melhor do que o mais recente GTA.

    A cidade é vívida e os combates são dinâmicos com grande interatividade no cenário (jogar inimigos numa cabine telefônica, assar seu rosto numa churrasqueira e assim por diante...).

    Sleeping Dogs

    Platform: Playstation 3
    1666 Players
    204 Check-ins

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      jonatasbermudes · over 3 years ago · 2 pontos

      Os combates desse jogo são muito legais! Vc se sente o Bruce Lee. xD

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      msvalle · over 3 years ago · 2 pontos

      Vou começá-lo essa semana.

      2 replies
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      ricriff · over 3 years ago · 2 pontos

      "seu foco na diversão o faz ser melhor do que o mais recente GTA", ganhou like pela ousadia do comentário, mas tá ligado que nem fodendo!! Já jogou GTA online de 4 que nem eu? rsrs

      3 replies
  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2016-11-25 18:28:39 -0200 Thumb picture
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    Os melhores games que eu joguei em 2016 Awards

    Inspirado pelo post do @netobtu, eu resolvi me adiantar tb e postar o meu top deste ano 

    Porque Dezembro é só o mês de aproveitar pra tirar o atraso em tudo que acumulou durante o ano, que não zerou ainda e etc

    A minha lista não tem só games lançados em 2016, apesar de achar que esse ano foi muito bom para vários gêneros diferentes, porque muita coisa q estava aqui parada eu só joguei nesse ano mesmo

    E é provável que role aquele desafio em Dezembro e eu participe novamente por.............reasons

    Vamos lá conferir essa bagaça

    10 - Deus Ex Mankind Divided

    Começando pelo primeiro gerador de Hype do ano, que foi lançado em Agosto de 2016.

    Mankind Divided não é nem de longe um jogo ruim, mas ficou..faltando algo, um tempero, talvez a história tenha sido muito curta se comparado ao extenso Human Revolution, coisa q talvez seja corrigida com futuras dlcs da história, por outro lado, a cidade de Praha tem uma das arquiteturas neo-cyberpunk mais foda que eu já vi, conseguindo ganhar até da Paris de Remember Me

    Na jogabilidade MD seguiu o padrão do primeiro, inovou bem nos poderes novos de Jensen, que continua o cara fodão como sempre.

    Mas também nos brindou com uma das piores dublagens do ano, se duvidar a pior, porque esse ano não teve Mortal Kombat X pra concorrer nesse quesito.

    9 - Tales of Zestiria

    A estreia da série Tales of nos PCs, tem a melhor e mais divertida história dos jrpgs que eu joguei esse ano, e sem dúvida alguma os personagens mais cativantes, Edna, Rose e o próprio Sorey fazem valer o jogo todo com momentos cômicos, e momentos sérios tb quando precisa

    Tales of Zestiria fez o serviço completo no quesito jogabilidade, o sistema de batalhas é excelente, os mapas enormes com muita exploração, e todas as mecânicas q deixaram Tales of famoso estão presentes

    O Hype para o Berseria em 2017 é alto.

    8 - Just Cause 3

    Agora temos o MELHOR JOGO OPEN-WORLD de 2016 (ele saiu em 2015 mas como foi em Dezembro não conta kkk), desculpe GTA, desculpe Watch_Dogs, desculpe qualquer outro concorrente.

    Just Cause 3 é FODA, apesar de a primeira vista ele parecer repetitivo, nunca fica chato explodir tudo para liberar Médici das mãos do ditador Di Ravello, e o mais divertido é o locutor da radio da Milicia cada vez tentando justificar que a base militar foi destruída em pró da população

    Comparando com o antecessor, Just Cause 3 corrige o maior problema do segundo que era a história pífia e curta demais, apesar de agora você ter menos side-quests do que tinha em Just Cause 2 mas os favores e coletáveis pelo mapa existem em maior quantidade, o tamanho do mapa........é, não da pra expressar com palavras mas o ponto G de Just Cause 3 está nas DLCs Land, Air e Sea e a maneira como você pode joga-las ao liberar tal região em pró da revolução, as missões são muito divertidas e capichadas.

    E porra, controlar um patinho de borracha explosivo ?

    Quer mais ?

    7 - Shadow Warrior 2

    WHO WANT SOME WANG ??

    É a vez DO MELHOR FPS do ano

    Ok, eu não joguei o DOOM, mas aí chegou SW2 e nem precisou de DOOM por agora, SW2 pegou a formula que o reboot de 2013 criou e melhorou em tudo, a ideia de mapa procedural foi meio furada mas isso foi o de menos, porque o capricho e tamanho desses mapas fez compensar, e o sistema de loot e recompensas das missões fez esse fã de Borderlands sorrir de orelha a orelha, com um NG+, sistema de nivéis, skills e customização de armas muito bom, SW2 pode se encaixar no problema de ser muito curto, mas acredito q a duração dele é na medida certa para não se tornar repetitivo demais

    6 - Megadimension Neptunia VII

    Acharam q eu deixaria nep e sua turma de fora né ?

    Claro q não, Neptunia VII é a melhor versão até mesmo para quem nunca jogou os  games anteriores, a jogabilidade e os mapas foram amplamente melhorados em todos os aspectos, além da história ser muito maior, e dividida em 3 grandes capítulos, alguns sistemas de re;birth foram extintos ou alterados como o caso dos remix.

    5 - The Witcher 3 : Wild Hunt

    Ora, ora se não é Geralt De Rivia de novo uma lista de melhores do Ano

    Motivo ? Eu ainda não terminei Witcher 3, vergonha sim eu sei

    Meu save ano passado estava parado em Novigrad, esse ano eu passei por toda Skellige, e é provavel q ano que vem, ele esteja na lista de novo, porque eu ainda não joguei a Heart of Stone, nem comprei a Blood and Wine

    Sobre o jogo em si, não há quase mais nada a dizer q já não tenha sido dito.

    4 - Rise of the Tomb Raider

    Rise of the Tomb Raider, fez o feijão e arroz certo do que foi aprensentado em 2013, e ainda adicionou o bife acebolado

    A jogabilidade permaneceu completamente inalterada, mas o fator exploração foi mais bem implementado, as tumbas opcionais melhoradas tanto em puzzles quanto em recompensas

    Mas o grande ponto de RofTR, é o modo de Sobrevivência e Expedições q dão um bom gás ao jogo mesmo depois de terminado

    É possível ler minha análise completa do jogo clicando....

    AQUI

    3 - Dark Souls III

    Passamos mais um ano morrendo, morrendo e continuo morrendo porque já estou com meu 3° personagem no meio do caminho

    Vi muita gente esse ano reclamando que Dark Souls III não inovou em muita coisa na formula do jogo, mas se existe um termo mais perfeito q se encaixa na série souls, seria o "em time que está ganhando não se mexe" 

    Mas na real, DS III até mexeu, ele trouxe de volta inimigos e bosses muito mais bem trabalhados do que o segundo jogo teve (sem contar dlcs), mapas sensacionais, seja pela beleza como Ithyrill, ou pela nostalgia, como Anor Londo

    E pelo menos na minha opinião, DS III tem Npcs e side quests muito mais interessantes q o segundo jogo.

    2 - Dragon Age Inquisition

    Em caso semelhante ao de Witcher 3, em Dragon Age Inquistion eu já tinha um save parado mais ou menos na metade do jogo, avancei muito em varios mapas q eu não tinha jogado ainda e agora tenho uma Maga praticamente no começo

    Uma análise mais detalhada dele sai em Dezembro

    Dragon Age pra mim (seja o Origins, o Inquisition e até o II q ninguém gostou kkk) se tornaram games atemporais

    E agora the Oscar goes to.

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    1 - Dishonored 2

    O Hype mais caro do ano !

    Mas sério, um hype q valeu cada centavo,  se Rise of the Tomb Raider  pegou o Arroz, Feijão e acrescentou o bife, com o Dishonored 2 ele acrescentou o bife, o ovo, a salada, tapou a marmita e ainda vendeu.

    Primeiro q ele nos da a possiblidade de escolher entre jogar com a Emily ou novamente com o Corvo, e ainda mais tarde escolher se vc quer jogar com ou sem poderes especiais, só isso, já lhe rende 4 playthroughs e ainda há as opções de com muito ou nenhum caos, matando geral, ou se escondendo completamente, somado a isso há o fato de que os mapas são cheios de possibilidades diferentes e caminhos q é impossível você ver todos de uma só vez, coletáveis a rodo e uma história sensacional

    A Bethesda pode até fazer merda em grande parte das vezes, mas quando ela acerta

    Nasce um serio concorrente a jogo do Ano, o meu pelo menos é !

    Dishonored 2

    Platform: PC
    121 Players
    51 Check-ins

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      zir0 · over 3 years ago · 2 pontos

      Isso me lembra k tenho k fazer a lista de top 10 zeradas do ano e de todas zeradas , mas a turma e apressada tem um mês todo ainda xd

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      xualexandre · over 3 years ago · 2 pontos

      haha boa lista, meio pecadora de Dragon age estar ganhando de Witcher 3 e Dark Souls 3...mas tá perdoado

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      realgex · over 3 years ago · 2 pontos

      A minha lista seria, os 10 melhores de qualquer meia hora das últimas 3 décadas... afinal, pra que tempo né, kkk !

  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2017-01-29 11:10:21 -0200 Thumb picture
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    DESPEDIDA SHARE (INFAMOUS)...

    Sim, tenho sérios problemas com o RECURSO SHARE (em UNCHARTED 4 tirei umas 300 fotos). Esses  posts serão despedidas das fotos no meu PS4 para liberar espaço... Começo com essa absorção do poder de concreto...

    Usando esse poder (porém não entendo por que somente no final liberaram mas, enfim!).

    Mas FUMAÇA ainda é o meu favorito...

    Visualmente espetacular...

    Se bem que o "NEON" também "arrasa"...

    Mas para os combates o VÍDEO consegue ser melhor...

    Descansando um pouquinho e pensando naquela mina feia pelada...

    DELSIN tem sérios problemas com concepções de beleza para mulheres (ela parece uma craqueira. Se bem que, para uma ex viciada a personagem é válida).

    A "PUTA DE PAPEL": aconselho evitarem fazer PAPER TRAIL (até que é divertido mas as recompensas não são legais).

    Por hoje é só...

    INFAMOUS SECOND SON (PS4) : RECOMENDADO.

    Maior atributo do game: DIVERTIDO seguido de BOM VALOR REPLAY (você irá querer jogar no mínimo 2x para encarnar CARMA DO BEM e CARMA DO MAL...)

    inFamous: Second Son

    Platform: Playstation 4
    3367 Players
    441 Check-ins

    20
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      ricriff · over 3 years ago · 2 pontos

      J. R. Duran que se cuide...rs
      Eu joguei ele um pouquinho lá no Cj. Nacional esse neon numa tv daora é muito bom.

      5 replies
  • bellaalves Bella Alves
    2017-03-02 00:09:15 -0300 Thumb picture
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    bellaalves checked-in to:
    Post by bellaalves: <p><strong>Platina #40 [Atualizado com cards e badg
    Kingdoms of Amalur: Reckoning

    Platform: Playstation 3
    874 Players
    59 Check-ins

    Platina #40 [Atualizado com cards e badges do myPSt]

    Finalizado e platinado! Por diversos motivos eu parei de fazer check-ins do game enquanto jogava, então já vou avisando que esse aqui será um pouquinho grande.

    Bom, Kingdoms of Amalur pega diversas qualidade de outros RPGs, acrescenta um combate no estilo Hack 'n Slash, uma história mediana e nos apresenta um bom game do gênero. Uma de suas grandes qualidades é a possibilidade de trocar de classes durante o game todo. Cansou de ser guerreiro? Não se adaptou a mago? Tudo bem, você pode optar por resetar todos seus pontos da árvore de evolução ou escolher um destino diferente pro seu personagem. Finalizei o game com uma mistura de Rogue com Mago visto que usava uma armadura da classe Rogue focada em elevar minhas chances de ataques críticos, como Secondary Weapon um arco e flecha também focado nos danos críticos e Primary Weapon um chakram (por sinal, a melhor arma do game na minha opinião). Como gosto de um combate mais rápido a combinação dessas armas deu um resultado muito positivo e em alguns casos eu chegava a tirar quase 4000 de dano em um único ataque. Também mantinha uma adaga no meu inventário, pois em alguns momentos usar a habilidade stealth era muito melhor do que partir pra pancadaria. Da classe Warrior eu foquei em algumas habilidades passivas que ajudaram bastante no decorrer da aventura.

    Quanto a história, Kingdoms of Amalur apresenta uma bem mediana. Desde o começo ela é envolta no mistério de "quem sou eu", mas durante a aventura acabamos por esquecer dela em diversos momentos. E é aí que mora um problema/qualidade do game. KoA possui diversas sidequests, só pra constar finalizei o game com um pouco mais de 175 completadas e ainda deixei algumas pra trás. É claro que sendo um game de RPG é esperado essas missões secundárias e algumas são bem divertidas, mas a quantidade que existem espalhadas pelo mapa somado a uma história que demora a prender a atenção do jogador, faz com que fiquemos um pouco perdidos na história principal.

    De modo geral eu curti demais KoA e qualquer fã do gênero com certeza também irá gostar. Visualmente falando é um dos games mais lindos que já vi no PS3 e traz boas horas de diversão. Uma dica que dou para aqueles que quiserem tentar a platina é iniciar logo na dificuldade Hard, pegar a armadura gratuita que eles disponibilizam na PSN (ela ajuda bastante nesse começo do game), ficarem atentos na coleta de reagentes e focarem nas habilidades de Persuasão e Detect Hidden.

    Pra finalizar essa foi minha 40ª platina e pra comemorar segue a fotinho do card e do Hall de Platinas:

    Também conquistei as seguintes badges no myPSt:

    Tenente
    Conquiste 40 Platinas.

    RPG Ouro
    Platinou 9 jogos do gênero RPG. 

    Open World - Prata
    Platine 20 jogos de mundo aberto.

    Plus US - Bronze
    Conquiste todos os troféus em 30% dos jogos da Plus US.

    @platinadores

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      wild_dark_shadow · over 3 years ago · 2 pontos

      Parabéns! Tinha começado esse uns tempos atrás mas perdi o save e nunca mais lhe peguei, mas do que vi estava a gostar bastante

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      lucasiquizatti · over 3 years ago · 1 ponto

      Eis um jogo muito bom que passou despercebido pelas pessoas.

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      msvalle · over 3 years ago · 1 ponto

      Parabéns! Esse está na minha lista a algum tempo.... XD

  • 2017-12-28 08:32:28 -0200 Thumb picture
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    Consoles de pouca expressão da primeira geração

    Medium 3581721 featured image

    Como vocês devem ter notado, citamos aqui somente os mais importantes videogames da primeira geração, como o Odyssey, Home Pong, Telstar e o Color TV-Game. Porém, várias outras empresas tentaram uma chance nesse promissor mercado com aparelhos baseados no clássico Pong da Atari. Vamos começar por 1974, onde a empresa italiana Zanussi lança o Ping-O-Tronic, um console bonito com controles com fio. Já o Video Sport MK2 da Henry’s é caixa de madeira robusta. Em 1975 temos o trambolho branco Commodore TV Game, o complexo e PC-50X da General Instruments, o simpático Tele-Spiel da Phillips e o avançado Video 2000 da Interton, com um primitivo sistema de cartuchos.

     Ainda em 1975, temos o japonês TV Tennis Electrotennis da Epoch e o Binatone TV Master, que depois é licenciada pela Magnavox. Em 1976, as japonesas Unisonic lança o console cinza com o nome da empresa e a APF com o disco voador APF TV Fun. A Tandy cria um videogame diferente, que são 2 controles destacáveis, o TV Scoreboard. Para não ficar para trás, a Atari lança, em 1977, o console Ultra Pong, com vários jogos Pong na memória e o Video Pinball, com Breakout e simulações de Pinball. Neste mesmo ano, a Philco, em parceria com a Ford, lançam o primeiro videogame a circular no Brasil, o clássico Telejogo, sendo este, o primeiro contato de muito brasileiro com promissor mercado de videogames.

     Com a popularização dos consoles baseado em cartuchos, a quantidade de videogames baseado no Pong diminuiu, mas ainda sim, alguns fabricantes insistiram na ideia. Em 1978, a Granada USA lança o Colorsport VIII com 8 jogos na memória. Na Rússia, o Turnir era o principal console Pong da região. E finalmente, em 1980, os últimos consoles Pong ainda davam as caras. Na Rússia, o BSS 01 da VEB traz um console com várias opções de Pong diferente e a Elrow lança uma opção mais simples, o Ameprod TVG-10. Lembrando que os consoles Odyssey, Telstar e Color TV-Game e alguns outros, não são apenas um videogame, mas sim, uma série gigantesca, que vão evoluindo gradativamente a cada nova versão.

     O mercado de portáteis também teve início na primeira geração, com eletrônicos simples e jogos dedicados. O Auto Race da Mattel foi o primeiro videogame portátil da história, lançado em 1977. Ela também lança, no ano seguinte, o Football. A partir daí, várias outras empresas arriscam nesse mercado com os mais diversos eletrônicos. Merlin da Parker Brothers, que simula uma partida de jogo da velha, Head to Head Boxing da Coleco e até mesmo um relógio, desenvolvido pela Casio, o Game-Playing Watch. Mas todos esses portáteis ofereciam experiências bastante fracas e caras, não chegando a compensar o investimento.

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @augusto_sander, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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      andre_andricopoulos · over 2 years ago · 5 pontos

      Cara...eu tive aquele relógio...kkkkkkkkkkkkk
      Todo mundo olhava para ele pois não era comum ver alguém (pelo menos no meu bairro / cidade) com um desses...

      10 replies
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      porlock · over 2 years ago · 3 pontos

      caramba... eu num conhecia nenhum, ou quase nenhum deles..

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      old_gamer · over 2 years ago · 3 pontos

      Muito interessante, ainda mais que não tive contato com a primeira geração de games.

      1 reply
  • 2017-03-13 07:29:17 -0300 Thumb picture
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    O mundo musical de Tempo!

    A Sega teve muitos mascotes nos anos onde esteve na industria de jogos eletrônicos onde Alex Kidd e Sonic são os mais consagrados da empresa (Se o Nights está nesse seleto clube, depende para quem perguntar). E muitas produtoras com seus jogos em 16 bits, cada qual tinha um herói onde não fora criado para ser um ícone, embora um ou outro tenha conseguido um pouco de reconhecimento dos jogadores dos consoles da empresa como Earthworm Jim, Kid (de Kid Chamaleon), Ristar e alguns outros. Falaremos de um onde ele poderia ao menos se unir ao panteão citado em termos de reconhecimento e disputar em carisma com mascotes da concorrência como Mario ou os personagens da franquia Donkey Kong.

    A Red Company, uma empresa desconhecida no meio era uma das produtoras onde se dedicava a criar um jogo ao “console” fadado ao esquecimento, o 32X. Onde a companhia (Sega) tentou prolongar a era 16 bits com gráficos mais polidos como Kolibri e Chaotix ou um 3d meio rudimentar tendo jogos como Virtua Fighter, Virtua Racing ou Star Wars Assault. A Red Company arriscou num jogo de plataforma com um besouro de olhos grandes e carismático chamado Tempo num mundo e realidade colorida e piscante regido pela música (essa sendo protagonista em várias fases), assim como Earthworm Jim, é praticamente jogar um Cartoon Animado onde rendeu 3 jogos.

                                                        Titulo do game no 32X

    O primeiro jogo, Tempo, mostra que mesmo o 32X, tinha suas pérolas na limitada biblioteca do aparelho. Basicamente os primeiros jogos não tinham um enredo ou até possui algum, mas nada de salvar o mundo ou algo parecido. Tempo vai com a sua namorada Katy ao show do Major Minor, onde é um programa televisivo onde os participantes passam por várias fases para almejar o grande prêmio e apenas isso. As fases tem o nome de “Performance” e pode ser numa cidade, numa caverna, nas entranhas de um monstro colossal e após derrotar o chefe daquela fase, Tempo faz uma dancinha onde se estiver com a Katy, podendo ser encontrada em certos pontos da fases para disparar projeteis teleguiados. Da trilogia Tempo, esse é o mais difícil, contudo essa sensação diminui a conhecer o jogo a cada jogatina e os chefes não são árduos se conhecer seus padrões de ataque....mas as fases são lineares embora o carismático besouro verde ande, suba e desça em vários pontos dos cenários.

    Na Performance City, se nota claramente o magnifico poder gráfico 2D.

    Tempo está sempre “dançando” ou na ginga da música do cenário onde a temática embora variada, tem elementos de musica, onde notas musicais, equivale a pontos e a muitos power-ups variados. Desde um bonequinho dele onde é a tradicional vida extra, há pegar um fone ouvido e ficar com um escudo de invencibilidade onde toca uma música cômica. ele pode saltar e segurar o botão, vai planando com suas asas. Muito útil para atravessar penhascos com segurança. Tempo pode lançar notas musicais pelos dedos (com power ups, pode lanças por seus quatro bracinhos) onde congela os inimigos e pode pular neles ou chuta-los se estiver perto deles com o mesmo botão. Ele pode dar correr e dar saltos longos com o impulso da corrida e com o poder de planar, podendo passar por trechos perigosos das fases em segurança. Nos cenários se torna evidente o colorismo psicodélico onde veriamos algo assim nos anos 70 agrada muito ao olhar. Talvez um defeito do game é ter poucas vidas e apenas 2 continues, porém há passwords se o jogador chegar longe na aventura. Se algum dia tiver de experimentar algum ou alguns games do 32X, Tempo tem de estar na sua lista.

           Tempo se aventurando nas entranhas de um monstro gigante

    Mesmo com mais qualidades a proporção dos defeitos, Tempo do 32X teve criticas divididas nas mídias especializadas. Algumas elogiaram o game como um tesouro do sistema e outras onde o subestimaram por ser de um aparelho onde seu abandono e fracasso de vendas já era anunciado.

    Tempo Jr. Surgiu para o portátil da Sega com o relativo sucesso de seu jogo passado. Esse era para ser uma continuação do Tempo anterior, contudo não coube no roteiro original. Por esse motivo talvez não tenha o numero “2” para significar uma nova estória. Onde o enredo novamente é nulo. Com as limitações do Game Gear, o game é uma versão simplificada onde muito recursos e a loucura psicodélica das formas e cores vivas do Tempo original não poderiam estar embora ainda os cenários estejam vivos.

               Mesmo com a simplicidade, Tempo Jr ainda é um bom jogo

    O jogo nos faz lembrar estar jogando um jogo de 8 bits ou algo da era Atari pelo som das musicas das fases e pelos passos do protagonista, onde pode parecer um pouco incômodo aos ouvidos. Os gráficos não fazem feio onde se fosse melhor trabalhado, poderia ser portado para o Mega Drive. O game possui apenas 5 fases com duas etapas cada uma antes de enfrentar o chefe daquele cenário e Katy somente aparece com Tempo após derrotar algum boss e ela é um power up se achada em certas fases. Caso estiver perdido em tal fase, se deixar o personagem parado, Tempo vai indicar para onde tem de seguir onde o objetivo é encontrar uma chave para prosseguir para a saída.

    A dificuldade é quase simplória. pois o game fora desenvolvido para pegar um publico mais infantil, sendo muito dificil se perder vidas aqui e conseguir mais algumas, basta explorar um pouco a fase. há dois jogos de bônus no game

    A barra de energia é enchida ao tocar em notas musicais e os inimigos e obstáculos como penhascos, espinhos e outros perigos mal causam dano ao protagonista embora ele sinta os danos recebidos. As batalhas contra chefes de fases são ridiculamente fáceis embora um pouco demoradas. Caso tenha um Game Gear, em 40 minutos ou menos é possível concluir esse game numa fila de banco ou esperando a vez no dentista.

    Super Tempo para o sistema Sega Saturn surgiu após 3 anos e no momento de derrocada do console e justamente no época onde muitos dos melhores jogos foram lançados, em 1998, um ano memorável.

         Uma orquestra animal em homenagem aos grandes jogos de 1998

    A Red Company se uniu a Aspect (uma empresa onde fazia jogos para Game Gear e Master System) e publicado pela Mediaquest onde a parceria incomum rendeu o melhor jogo da franquia. Com o poder gráfico do Saturn para o 2D, muito superior ao 32X, eles tinham a obrigação de criar um jogo fantástico e o esforço fora recompensado. Desta vez o game tem o enredo mais elaborado além de participar de um Show de TV. Tempo e Katy precisam resgatar a princesa do mundo musical, Technotch e impedir esse mal chegar ao seu mundo. Major Minor ajuda a dupla na intermissão das fases, dando dicas de como prosseguir nos cenários...sendo isto um tanto inútil pois o jogo é todo em japonês, mas nada que atrapalhe o gameplay. Na tela de título, há a opção de escolher a dificuldade do game, onde influencia em quantas vidas você começará. No nível Normal, o jogo é até generoso te dar 7 vidas de inicio, em Easy 10 vidas e no Hard, apenas 5 vidas sendo que o game não é tão complicado, mesmo se aumentar a dificuldade.

    O começar a fase, onde tempo chega de escavadeira em posição vertical, nota-se uma certa mudança nos seus movimentos se o jogador experimentou os games anteriores. Tempo não mais solta notas musicais pela ponta de seus dedos, mas toca violino onde saí dele bolhas de sabão onde tem de atingir os inimigos para prende-lo numa bolha para aí sim pular ou chutar para longe e o movimento de tocar violino em pleno ar, serve para cair suavemente para um local seguro além do personagem não poder mais correr. Parece que o simpático besouro perdeu um ou outro movimento, mas as novas power-ups irão compensar. Como sendo possível controlar a parceira de Tempo, a Katy em certas fases do game, incluindo enfrentar alguns bosses com ela. Possuindo a habilidade de vôo, ela é essencial para pegar certos itens no alto das fases, por exemplo.

        Pode-se brincar com os sapos sorridentes onde emitem sons e fazer várias músicas ao pular neles.

    De inicio, as fases estão mais lindas e coloridas desde os tempos de outrora do 32X e não são mais lineares. não todas, mas uma ou outra tem algo que a torna unica. Como a segunda fase onde tem de encontrar 4 espíritos de animais para abrir uma porta em um cemitério e enfrentar um chefe de fase. Outra tem a Katy voar até Tempo num hall de um castelo congelado para dar-lhe um beijo para o mesmo voltar ao normal ou mesmo voar numa carruagem conduzida por um unicórnio pomposo pelo espaço sideral enquanto responde um questionário sobre a história da musica...em japonês. Em suma, não se pode mais reclamar sobre a monotonia dos cenários aqui. Há certas piadas ou "gags" nos cenários e em algumas cenas de apelo um pouco mais adulto, mas nada muito ofensivo ou que faça o game ser mais de 16 anos. Nas fases há itens de “mobília” para serem coletados como um gato de pelúcia, uma boneca de sereia entre outros, geralmente escondidos em lugares altos do cenário e ao estilo Super Mario Bros 2, um portal escondido em lugares inusitados.E onde se passar de uma fase, Major Minor leva Tempo e Katy para um “Roda da Fortuna” e dependendo do numero de pontos feitos, se ganha um item para decorar a casa do casal. Podendo ser um brinquedo, um peixinho de aquário, um carro, actions figures, maquinas fotográficas e vários outros itens.

      Sala com os jogos de bônus, que são divertidos. pena ser raro achar essa cômodo nas fases seguintes.

    Os inimigos das fases não se resumem a formigas roxas onde pareciam figurantes num show de TV, agora são variados como duendes, urubus multi coloridos patrulhando os céus, múmias onde brotam do chão e conseguem voar, águas vivas rosadas chorosas e correm ao chegar perto, há um numero variado de inimigos loucos relação aos jogos anteriores que assim como o protagonista, esperam a sua vez de brilharem.

                                   Super Katy ao enfrentar um chefe de fase.

    As boss battle do game tentam ser criativas além de decorar o padrão do inimigo. No primeiro, Tempo tem de vencer numa prova de pose halterofilista transformado em “Super Tempo" apertando os botões alucinadamente até fazer o chefe explodir, outra com a Katy, tem de vencer um galo mecânico se transformando na Super Katy (onde a personagem fica alta, esbelta e usa luvas de boxes) e dar-lhes hooks precisos em seu maxilar para derrota-lo.

       Katy ao encontrar Shenlong....convenhamos que possuí semelhança.

    A trilha sonora é excelente e digna de nota. A T.s Music fizera uma trilha sonora eclética e viva, combinando com cada parte específica do jogo. Há um detalhe curioso ao apertar o pause, podendo selecionar para stereo e mono, na segunda opção, o som fica seco com a voz dos atores que dublam Tempo e Katy em aberto (mas em chefes, o som volta ao normal). É cômico por alguns minutos, mas o jogador irá preferir por em stereo e apreciar as musicas e sons do jogo.

    Tempo é um dos mascotes mais carismáticos da geração 2D. O infeliz dele é ele ter surgido em sistemas fadados a saírem do mercado ou quando surgiu num console poderoso, saiu apenas para o Japão, nos privando de conhecer o personagem como deveria. E nem em outros jogos da Sega se fez algum easter egg sobre ele e seu insano mundo da musica. Resta-nos torcer para algum dia a empresa volte a enxergar para seus heróis do passado ou talvez seja melhor Tempo ficar relegado aos anos 1990?

    Humildemente me despeço e boa semana.

    Super Tempo

    Platform: Sega Saturn
    30 Players
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    25
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      bakujirou · over 3 years ago · 2 pontos

      um bom post este man mt bacana

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      llipefarias · over 3 years ago · 2 pontos

      Gostei de Tempo. Não lembro do jogo na época e nem de ter jogado mas seria bom ter a experiência.

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      thiiixd · over 3 years ago · 2 pontos

      Bateu a nostalgia de jogos dessa época

      1 reply
  • 2017-04-12 09:01:54 -0300 Thumb picture
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    Top10 - Melhor jogo do Sega Saturn

    Medium 3479588 featured image

     E ai pessoal, tudo show? Vamos trazer aqui o resultado dessa votação, que assim como o console, teve uma baixa popularidade e rendeu bastante empate. 37 jogos foram citados, mas somente 14 usuários participaram. Bom, vamos ao top.

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    10º - Megal Slug (SNK), Pandemonium! (Toys for Bob), Saturn Bomberman (Hudson Soft), Sega Worldwide Soccer '98 (SEGA), Shinobi Legions (SEGA), The House of the Dead (SEGA) e The King of Fighters '97 (SNK) 3 pts

      Vamos abrir a lista com um super empate. O primeiro Metal Slug clássico, tiroteio de tudo quanto é lado. Um game que brinca com a técnica de 2.5D e tornando um jogo de plataforma muito bom. Um dos melhores Bomberman da série, que permite jogar até 10 guerreiros. O jogo de futebol migra para o 3D gloriosamente com essa série da Sega. O famoso ninja branco da Sega surge aqui na nossa lista, com muita ação e shurikens. O famoso jogo de Arcade de tiro em zumbis ganha a sua versão no Saturn também. E um dos melhor da série KOF entra na nossa lista de forma fantástica.

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    9º - Albert Odyssey: Legend of Eldean (Sunsoft), Astra Super Stars (Sunsoft), Bug! (SEGA), Fighters Megamix (SEGA), Lunar: Eternal Blue (Game Arts), Shin Megami Tensei: Devil Summoner: Soul Hackers (Atlus) e Virtual On: Cyber Troopers (SEGA) 4 pts

     Outro super empate. Um J-RPG tradicionou muito bonito e uma jornada épica e completa. O outro é um um game de luta de extrema qualidade, com jogabilidade simples e divertida. Um game que você console um simpático inseto num game que brinca bastante com a perspectiva. Um outro jogo de luta que mistura os grandes sucessos da Sega na luta, mas tem como lutar contra um carro. Um dos grandes RPGs recebe sua versão completa no Saturn, onde mais uma vez exploramos esse mundo fantástico. Outro grande RPG tem sua versão para o Saturn, onde controlamos um hacker que deve investigar ocorrências sobre demônios na cidade. E o divertido jogo de robôs onde devemos detonar tudo com as diversas opções de armamento.

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    8º - Burning Rangers (SEGA), Grandia (Game Arts), Lunar: Silver Star Story Complete (Game Arts), Mr. Bones (SEGA) e Resident Evil (Capcom) 5 pts

     Um jogo com uma proposta diferente, onde controlamos um recruta para apagar fogo com armas laser. Um RPG clássico com bastante aventuras com um enredo longo e envolvente. O primeiro jogo da série Lunar também aparece na lista, dando o ponta pé de um enredo fantástico e uma gameplay bem tradicional. O esqueleto doidão e roqueiro aparece aqui na nossa lista, com um jogo bem diferentão e bastante divertido. E para concluir, o grande sucesso dos gêneros de Survival Horror recebe sua versão do primeiro jogo mais famoso de zumbis.

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    7º - Clockwork Knight (SEGA) e Sega Rally Championship (Sega) 6 pts

     O brinquedo guerreiro protagoniza um dos melhores jogos side-scrolling do console. Explorando um quarto cheio de brinquedos e bastante colorido, o jogo é um plataforma de ação sensacional. Empatado com ele, temos a grandiosa série de corrida da série foi portado para o seu novo console e foi sucesso, pilotando em desertos, florestas e montanhas, tornando ele um dos grandes jogos de corrida da plataforma.

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    6º - Astal (SEGA), Castlevania: Symphony of the Night (Konami) e Street Fighter Alpha 3 (Capcom) 7 pts

    Um jogo de plataforma lindíssimo e com jogabilidade fantástica, com várias possibilidades de gameplay e uma fantástica mecânica que dá um charme especial ao jogo. Empatado com ele, temos o grande clássico da Konami e o mais popular jogo da série Castlevania, com mais personagens e área extras. E o popular jogo da série Alpha recebe seu port para o Saturn e com direito a toda gama de personagens e jogabilidade muito bem adaptada.

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    5º - X-Men vs. Street Fighter (Capcom) 9 pts

     Mais um jogo que veio do Arcade e um jogo de luta fantástico. Os mutantes dos X-Men resolvem trocar uns socos com a galera que gosta de uma briga de rua. Um dos grandes crossover de sucesso também brilhou na plataforma da Sega, afinal, foi um jogo extremamente popular na época e era um excelente jogo de luta, com a jogabilidade fluída e animação incrível.

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    4º - Magic Knight Rayearth (SEGA), Panzer Dragoon Saga (SEGA) e The Legend of Oasis (SEGA) 10 pts

     Um RPG de ação inspirado no anime das guerreiras de Rayearth, com um enredo muito bem adaptado e com uma jogabilidade incrível, sem contar o humor tradicional do anime, presente no jogo também. O grande clássico da plataforma que vem para mostrar o poder gráfico para jogos 3D ao Saturn, onde mistura um rail shooter com RPG e ficou sensacional. E um o outro jogo é um game de ação numa pegada árabe, onde controlamos Leon e encontrar os 6 espíritos elementais e usar seus poderes para derrotar Agito e suas criaturas.

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    3º - Guardian Heroes (SEGA) 12 pts

      Um beat'em up cult leva a nossa estrela de bronze. Um jogo clássico que faz uma mistura excelente de RPG com briga de rua. Além de você poder evoluir e se equipar, você possui vários caminhos alternativos e matar civis e isso acaba alterando o final do jogo, aumentando muito o fator replay. Os gráficos desenhados são um charme e recebe grande destaque pela trilha sonora do game.

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    2º - Daytona USA (SEGA) 14 pts

     A estrela de prata  vai para um dos maiores sucessos da Sega nos Arcades. De longe o jogo de corrida mais popular recebe seu porte para o Saturn. Apesar do downgrade natural, que sempre ocorre com portes, o jogo manteve uma jogabilidade precisa e gráficos lindos para um console caseiro. Sua trilha sonora inesquecível e as pistas memoráveis tornam este jogo um verdadeiro clássico dentre os jogos de corrida.

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    1º - Nights into Dreams... (SEGA) 16 pts

    E a estrela de ouro não poderia ser diferente, vai para o jogo que representa o console e é tipo como a mascote do Saturn. No jogo, você controla NiGHTS, que pode voar e deve passar por arcos coletando vários itens pelo caminho. O jogo mistura uma jogabilidade 2D com 3D de uma forma única e espetacular. Ele foi o responsável por introduzir o gamepad 3D da Sega para o console, que possui uma alavanca analógica, que melhora ainda mais a experiência com este jogo clássico.

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     E assim concluímos mais lista. Espero que tenham gostado do resultado, apesar da quantidade exagerada de empates. Bom, nos vemos na próxima votação de amanhã.

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      joanan_van_dort · about 3 years ago · 3 pontos

      Caramba! Quanto empate! hahaha
      E a lista ficou ótima! Só jogão! =D

      1 reply
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      fonsaca · about 3 years ago · 3 pontos

      Legal.
      Os empates ajudam a galera a conhecer o console melhor, já que não participaram muito, hehe!

      2 replies
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      artoriasblack · about 3 years ago · 3 pontos

      Que estranho esse ranking cheio de empates. mas valeu a lista

      2 replies
  • 2017-06-26 14:17:09 -0300 Thumb picture
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    SEGA Forever quer ouvir a comunidade e atingir desktops e consoles

    "Com o anúncio do SEGA Forever, tivemos a certeza de que a companhia japonesa sabe que tem mais de três décadas de conteúdo e que quer utilizar tudo o que for possível para atrair jogadores de ontem, e até os de hoje, com seu formato gratuito, com pagamento mínimo para alguns benefícios. Mesmo funcionando apenas como um selo de jogos que serão disponibilizados na App Store ou no Google Play, a ambição de transformar o serviço em uma “Netflix Gamer”, ou mesmo a de levar jogos mais complexos para a plataforma seguem constantes.

    Hoje, o SEGA Forever conta com jogos de Mega Drive, como Comix Zone ou Altered Beast, e também oferece Crazy Taxi, jogo que já havia sido inserido no catálogo móvel há anos, e que, junto com Virtua Tennis, representará o Dreamcast, pelo menos neste início. Porém, o grande problema aqui, que a SEGA diz estar trabalhando, diz respeito a emulação. Os jogos de Mega Drive conseguem rodar nos smartphones graças ao Unity, que engana os arquivos originais do jogo, fazendo-os pensar que estão de fato rodando em um 16-bit. Vale lembrar que até a Microsoft usa emulação para fazer o Xbox One rodar jogos de seus antecessores.

    Com isso, a SEGA mostra mais uma parte de sua estratégia de se aproximar a comunidade gamer: buscando parcerias com a comunidade de emulação que já trabalham há tempos emulando Master System e SG 1000 para introduzir estas tecnologias no SEGA Forever. “Estamos observando como podemos trabalhar com alguns desses caras”, disse Mike Evans, diretor de Marketing da SEGA e o líder de desenvolvimento do SEGA Forever, em declaração para o site The Verge. Só isso já mostra a postura flexível da companhia, que, ao invés de simplesmente enviar seus advogados e notificações para a comunidade, busca atrair eles para fazer juntos o que eles — a comunidade de emulação — já fazia há tempos: levar os jogos antigos para o maior número de dispositivos possíveis.

    Mas, se o Master System e o SG 1000 já contam com apoio e facilidades para serem adicionados ao catálogo, o mesmo não pode ser dito, pelo menos neste momento, para o Saturn e Dreamcast, cujos jogos já são pedidos pelos jogadores, como Shenmue, NiGHTS, ou Sonic Adventure. Evans admite que a emulação destes consoles entrega atualmente apenas 85% de sua qualidade original o que, segundo ele, não é bom o suficiente. “É mais caro fazer os ports do que as emulações. É mais demorado”. Portar é diferente de emular, pois exige que o jogo seja reconstruído desde o início, ao contrário de um emulador, que permite que o jogo seja essencialmente executado em software que recria o console para o qual foi projetado. Então, por exemplo, um jogo em 3D como Panzer Dragoon para o Saturn, que Evans “gostaria de ver voltar”, e que não pode ser totalmente emulado, levará bastante tempo para ser portado para os smartphones.

    Mesmo com as dificuldades na emulação e nos ports, Evans garante que a empresa irá priorizar quais os jogos que farão parte da SEGA Forever ouvindo a comunidade. “Vamos procurar os pedidos da comunidade. Vamos dizer: ‘aqui está a lista de títulos que temos’, e perguntaremos: ‘o que você gostaria de ver em breve?’. Ás vezes, o jogo estará ligado a um evento histórico, por isso contratamos alguns novos gerentes de comunidade para lidar com isso. A minha convicção é que se você fizer isso (ouvir os jogadores) e tentar criar algo para eles, você deve envolver a comunidade”.

    Com isso, temos o objetivo final do SEGA Forever, de acordo com Evans: criar algo semelhante a uma “Netflix de jogos retrô SEGA“. Não pelo formato de assinatura mensal, mas ao tornar mais acessível, através dos smartphones, os jogos clássicos da empresa, servindo como porta de entrada para o passado gamer, e funcionando de maneira adequada para jogadores de todos os gêneros. A Nintendo, para efeito de comparação, também tem algo semelhante, com o Virtual Console, porém, até o momento, o Switch segue sem uma versão adequada, além do costume da Big N de cobrar “novamente” o acesso aos clássicos de seu catálogo a cada geração. O mesmo acontece no mundo Playstation: quem comprou games de PS2 na época do PS3, precisou comprá-los novamente para o PS4. Tudo bem que atualmente os jogos ganharam filtros para alta definição e troféus, mas é frustrante ter que comprar o mesmo jogo duas vezes em um mesmo ambiente.

    Evans também explicou um pouco do futuro do SEGA Forever. Ele disse que, de acordo com a “filosofia Netflix“, a SEGA está sim considerando um modelo de desktop, mas em um formato diferente, sem contar com o modelo de jogos gratuitos com propaganda. Versões do serviço para a Xbox Live ou PSN também não estão descartadas. “O conteúdo é sempre aberto neste sentido. O smartphone é um ótimo lugar para começar pois a plataforma é onipresente”, explica.

    O SEGA Forever, pelo menos no começo, funcionou mais como uma forma de adaptar clássicos da SEGA para os smartphones, porém é possível ver que a companhia está com ambições interessantes quanto a meta de levar seus catálogo para o maior número possível de jogadores. Apesar de ter sido mencionado, ainda não há nada concreto para PCs e consoles, porém a simples vontade de se levar o projeto para eles mostra o quanto a SEGA está afinada com seu projeto, entendendo como o mundo de hoje funciona: aberto para novidades, e em conjunto com a comunidade. Se tudo o que foi gerado nesta semana aconteceu com a adição de alguns poucos jogos mostrar o futuro do projeto, teremos então com os próximos anúncios um novo e importante capítulo sendo escrito, “semana a semana”, na história dos videogames."

    Fonte: http://www.arkade.com.br/ambicoes-sega-forever-inc...

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      mardones · about 3 years ago · 3 pontos

      A sega tá de parabéns.

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      xch_choram · about 3 years ago · 2 pontos

      Só aqui que os jogos ficam meio lentos? e o som fica bem bugado por conta disso.

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      tassio · about 3 years ago · 2 pontos

      Será que vão procurar o Steve Snake?

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