bobramber

Atari > Mega > PS1 > PC/emulação. Gosto de RPGs e conhecer jogos tidos como melhores.

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  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2021-09-22 17:22:46 -0300 Thumb picture
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    Post by bobramber: <p>Tá, eu sei que falei que ia dar um tempo antes
    Shadow Tower

    Platform: Playstation
    88 Players
    3 Check-ins

    Tá, eu sei que falei que ia dar um tempo antes de pegar o próximo King’s Field, e tecnicamente não estou errado, mas quando fui deletar a ISO de KF3, vi que já tinha baixado Shadow Tower - também desenvolvido pela FromSoftware e com muitas similaridades à KF.

    O item Soul Pod é utilizado para evoluir algum atributo

    Neste dungeon crawler, o mercenário Ruus Hardy retorna à sua cidade natal e descobre que ela (juntamente com a torre do título) foi sugada para o submundo (underworld). O protagonista decide aventurar-se para salvar sua mãe (de criação) e o resto da cidade.

    Nessa quest a alma da demônia estava presa em uma boneca, ao libertá-la ganhei seu anel :)

    O jogo foi lançado dois anos após KF3, então traz algumas melhorias na jogabilidade, mas vou focar nas diferenças:

    - os ambientes são pequenos e com lugares estreitos;

    - não há música e nem mapa;

    Mapas externos demonstrando como cada ambiente é pequeno. Na última imagem o mapa geral das interligações

    - não há level ou experiência, mas cada inimigo derrotado aumenta diretamente um ou mais atributos;

    - os equipamentos possuem durabilidade;

    - o escudo agora é utilizável, como em Dark Souls.

    Porém tampa boa parte da visão, não sendo muito útil

    Falando no irmão famoso, outros elementos dele aparecem aqui, como:

    - o peso, mas que se passar do máximo suportado causa dano contínuo;

    - alguns atributos;

    - item com almas que permite evoluir um atributo (Soul Pod).

    O conserto dos equipamentos é pago com HP

    O combate é mais fluido e fácil do que KF, pois os inimigos são lentos, basta circundá-los, pelo menos até onde joguei. Fica complicado quando há vários inimigos ao mesmo tempo ou quando o espaço é muito apertado. A taxa de drop de itens é altíssima, chuto uns 80%, importante devido aos equipamentos que quebram com facilidade. Além de consertar equipamentos, há NPC que vende alguns itens em troca de uma moeda rara do jogo, outro que nos dá uma poção (de cura ou MP) para cada equipamento descartado. Ah, as poções sempre restauram todo o HP ou MP.

    Cada inimigo abatido aumenta um ou mais atributos

    O jogo é um eterno grind de derrotar inimigos, coletar/consertar equipamentos e restaurar HP. Então tive que escolher entre abandoná-lo ouuu... usar um cheat de durabilidade.

    São 30 pequenos mapas, e por volta do quinto consegui o drop de um arco: as flechas são infinitas, o dano é ótimo e permite roubar, afinal os inimigos só avançam até certo ponto, aí travam como se houvesse uma parede invisível. Derrotei até o primeiro chefe assim.

    Arco – completamente desbalanceado (adoro)

    O jogo me pareceu inferior ao último King's Field, sei não se vou completá-lo

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      jhonatasantos · about 24 hours ago · 2 pontos

      Gostei da postagem.

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      mastershadow · about 2 hours ago · 1 ponto

      Esse testei e nao me animou mt na época mais pelo fato de nao ter musica,vamos ver se na proxima tentativa eu sigo em frente,agora que ja ao menos zerei o KF4.

  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2021-09-18 11:31:14 -0300 Thumb picture
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    Post by bobramber: <p>#img#[791893]</p><p><em>Descobrindo as origens</
    Final Fantasy III (US)

    Platform: SNES
    2758 Players
    115 Check-ins

    Descobrindo as origens

    Participei de uma ópera, coletei restos de esper, caí na armadilha mais óbvia do mundo (ajudando a desencadear o apocalipse). Acordei um ano depois e segui pistas para reunir novamente a party. Gostei demais dessa pegada open world não-linear no mundo pós-apocalítico.

    The empire strikes back... não péra... de qualquer jeito não deu certo mesmo

    Acabei não upando a Celes antes da Floating Island, pois descobri que os personagens não ganham stats ao passar de nível - apenas HP e MP (embora o dano seja calculado também pelo level), e a única forma de aumentar força e magia, por exemplo, é passar de nível com uma esper equipada, então achei melhor deixar a party num nível baixo e ir aumentando as stats (minhas magas ficaram super fortes).

    Reunindo a gangue... A cara do Sabin, com medo dos fantasmas, é ótima

    A exploração do World of Ruin é muito bem recompensada, desde excelentes itens à novas espers. Fui conversando com todo mundo nas cidades e anotando uma ou outra dica que passavam. Após juntar a equipe e explorar por conta, ficaram faltando três dragões. Consultei o detonado para saber que um estava no castelo subterrâneo (quase perdi essa sidequest), e os outros na torre do Kefka.

    Falando nele, alguns momentos do vilão carisma (confesso que me enganou quanto a traição da Celes)

    A torre dos fanáticos foi o lugar mais difícil. Na primeira vez tinha subido um andar e já voltei com o rabo entre as pernas, então deixei para fazer por último. Na segunda tentativa desisti no terceiro andar - fui repor as energias e me entupir de item restaurador de MP. Finalmente cheguei ao topo, e todo mundo morria pela magia Ultima que o chefe solta ao ser derrotado - ainda bem que uso o save state, senão era game over e rage quit. No terceiro falecimento entendi que tinha que usar uma magia que me ressuscitasse, afinal a morte é uma certeza.

    O boss dessa torre é muita sacanagem, podia ter ao menos uma dica – fiquei mais emputecido por ter lembrado da minha morte quando joguei no PS1

    Minha equipe padrão foi Celes, Terra, Sabin, Locke/Relm. Basicamente um porradeiro e três magas, as vezes um ladrão para roubar itens. Mas a maioria dos personagens são bem úteis, acho que só Mog, Setzer e Cyan que ficam atrás.

    A última dungeon me fez gastar uns 30 Phoenix Down, além de alguns game overs, mas os chefes - os três deuses e o Kefka - foram bem fáceis

    Após finalizar fui dar uma olhada num detonado para saber se tinha deixado muita coisa sem fazer: salvar Cid (nem sabia que dava), ver sonhos do Shadow, desamaldiçoar escudo, derrotar Deathgaze, evoluir Odin. O restante acredito ter feito tudo.

    A dungeon que usa duas equipes possui um level design sensacional

    Passado o susto inicial com o número de batalhas aleatórias, acostumei e até comecei a gostar para aprender as magias. A sensação de evolução no game é excelente, não apenas com levels, mas magias e equipamentos. O jogo é, de fato, tudo aquilo que dizem, um dos melhores RPGs já criados.

    22h cheguei na metade e finalizei com 47h

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      manoelnsn · 5 days ago · 2 pontos

      Boa! Sim, treinar com a Celes antes do floating continent é uma ótima maneira de economizar grinding no WOR. Sempre que jogo deixo ela no 40 e poucos, até ela aprender Blizzaga/Ice 3 e depois ajuda e muito a minha vida.

      Salvar o Cid não não vale a pena, tu perde uma das cenas mais icônicas da franquia, que é a tentativa de suicídio da loirinha. Aliás, junto com a Ópera são dois dos momentos mais fodas do jogo, não é à toa que ela é minha personagem preferida, hauahua

      A Fanatics Tower é fácil... Se tu usar reflect ring em todo mundo e tiver Reraise/Life 3... E for com os 4 magos principais: Celes, Terra, Relm e Strago.

      Mog é deus quando tu consegue ele no WOB, já que ele vem uns 5 níveis a mais que sua party e as danças dele são excelentes lá. No WOR ele serve basicamente pra dragoon, basta colocar dragon horn+dragon boots nele e fazer estrago.

      Setzer é excelente, se tu usar Gill Toss ou os Dice/Fixed Dice dele. O Cyan também é um monstro, mas pra usar ele bem tu precisa botar ele num time de magos: daí quando ele carregar as Swordtechs os casters ficam usando magias com a animação bem lenta, como Meteor ou Ultima.

      No geral, esse ainda é, e provavelmente vai continuar sendo, o melhor RPG que eu joguei. Claro que ele tem problemas de equilíbrio (com relação ao HP dos últimos bosses e o dano que Ultima/Quick/Gengi Glove/Offering causam), mas além de ser algo relativamente comum nos jogos do tipo (posso contar nos dedos os RPGs realmente equilibrados que eu joguei, se é que existe algum), ele acerta massivamente em todos os outros quesitos. Segunda parte não linear, party excelente, história boa, vilão carismático com um puta objetivo... Até me deu vontade de jogar de novo, ahuahua

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      jhonatasantos · 5 days ago · 2 pontos

      Parabéns guerreiro!

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      thiagobrugnolo · 5 days ago · 2 pontos

      Jogaço! Preciso pegar ele qualquer hora novamente, pois já faz tanto tempo que joguei que não me lembro de muita coisa.

      E fala sério, Kefka é o vilão dos vilões, um palhaço sádico, niilista, que quer ser um deus hahaha.

      1 reply
  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2021-09-17 11:26:10 -0300 Thumb picture
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    Post by bobramber: <p>O próximo da lista “Jogos recomendados grátis da
    AdVenture Capitalist

    Platform: Android
    6 Players
    1 Check-in

    O próximo da lista “Jogos recomendados grátis da Steam, só que na versão mobile” é o AdVenture Capitalist, um jogo de clicar (tecnicamente seu gênero é ‘incremental’). Precisamos clicar na tela, com certa frequência, para ganhar dinheiro, e depois gastá-lo com o objetivo de ganhar mais dinheiro.

    Foi lançado para Browser, Android, iOS, Windows, OS X, Linux e, pasmem, PS4

    No game compramos negócios, que nos rendem dinheiro, que usamos para comprar mais negócios. O jogo te faz pensar que é necessário escolher entre investir em negócios ou em melhorias, mas no final dá na mesma, já que eles são praticamente divididos por níveis (tiers), então compramos tudo de um, para então ir ao próximo.

    Lançado em 2014, traz números que jamais imaginei que pudessem existir

    O interessante é que o game gera dinheiro mesmo com o aplicativo fechado. Então podemos voltar ao final do dia, coletar todo o lucro de horas (ou dias) e fazer os devidos investimentos. Mas é claro que, quanto mais tempo se usa o aplicativo, melhores os lucros, afinal quanto mais se gasta, mais se recebe.

    Uma sacada de mestre é que não tem anúncios obrigatórios, porém se optar por assistir a um, grandes bônus são aplicados (como dobrar ou quadruplicar o lucro)

    Por mais simples que pareça... realmente é. Mas o bichinho vicia. Só consegui me libertar após cinco dias.

    Como é comum em jogos mobile, há eventos que duram poucos dias, incentivando a competição e trazendo prêmios. Participei de um deles, acessava o aplicativo 4x por dia por 30 min, durante três dias, fiquei em sexto dos 50 competidores, obtendo 8 dos 12 prêmios disponíveis

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      topogigio999 · 6 days ago · 2 pontos

      To nesse vício mas com o Cookie Clicker que saiu a poucos dias na Steam. Mas que já é bem velho na sua versão de browser.

      1 reply
  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2021-09-16 03:46:47 -0300 Thumb picture
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    Post by bobramber: <p>Finalizei o terceiro game da série, e posso gar
    King's Field II

    Platform: Playstation
    51 Players
    5 Check-ins

    Finalizei o terceiro game da série, e posso garantir que é, sem sombra de dúvidas, o melhor até então. A dificuldade foi bem reduzida, tanto que nas últimas áreas nem precisava de cheat. Derrotei os chefões gastando poucos itens de cura inclusive.

    Liberando a Earth Magic

    A movimentação e o combate continuam lentos, assim como em seus antecessores, porém muitos outros elementos foram aprimorados. Só não tem os shortcuts, mas colocaram um fast travel para compensar.

    Triple Fang - Ao conseguir os três itens da quest principal, os deixamos com um carinha que os juntará numa chave (Ichrius Key). Nisso é preciso matar tempo até que fique pronta. Fui caçar baús que deixei para trás, agora que possuía todas as chest keys. O primeiro deles foi aquele que me frustrou no início (postagem anterior), e fiquei abismado com seu conteúdo, uma arma fodástica e que ainda regenera mana – nem precisei mais usar o código de MP infinito

    Ichrius Key - Ao coletá-la descobri que também serve de fast travel, pois nos teleporta para as fontes existentes em muitos mapas

    Fui para as Ruínas dos Elfos, mas não sabia o que fazer lá, lendo o detonado dizia que tinha que transpor um vão, porém eu nunca alcançava. Vendo a longplay percebi que cometi a mesma burrice de quando joguei o primeiro Doom – não sabia que podia correr. Agora faz mais sentido todos os longos corredores, mas mesmo correndo o jogo ainda é lento, pois o mais chato é virar de um lado para o outro.

    Ao juntar o crânio do esqueleto consegue-se o melhor set de armadura

    Nostalgia - No caminho para restaurar a espada mágica, passa-se pela área inicial do primeiro game da série. Reconheci logo que encontrei a passagem secreta para o Leather Shield – pena que na print eu já havia matado o esqueleto. Essa parte possui os mesmos inimigos e até os mesmos itens que o original. Achei isso bem legal

    Outro elemento de um jogo anterior que dá as caras. Os poços foram muito utilizados no segundo game, dando acesso a áreas secretas e ótimos itens. Porém aqui foram introduzidos como uma espécie de pegadinha, já que sempre levam à morte

    Essa fada é um item que precisei consultar o detonado para saber a hora de usá-lo. Serve para criar uma ponte para onde restauramos a Moonlight Sword - espada tradicional da série, aqui obrigatória para fazer o good ending. Antes de usar a fada achei que havia uma ponte invisível e me matei diversas vezes tentando encontrá-la

    O chefão é o protagonista do primeiro King’s Field, que sucumbiu à loucura. Lembrando que neste terceiro game jogamos com seu filho, cujo destino será o mesmo caso a Moonlight Sword não seja restaurada

    ---HEAVY SPOILER---

    Como restaurei a espada, após libertar o rei (matando-o) enfrentei o verdadeiro vilão (que o estava possuindo): o deus dragão branco (minha print ficou horrível por isso não a coloquei). Os dois primeiros games da série trazem o dragão negro como mau e o branco como bom. Aqui explicam que os dois acabaram perdendo seus caminhos, tornando-se maus.

    ---FIM DO HEAVY SPOILER---

    The End

    Foi uma delícia acompanhar a evolução da série, porém jogá-la não é tão prazeroso. Se fosse para enfrentá-la vanilla (sem códigos ou alterações de comandos via emulador), desistiria rapidamente. Não são jogos que recomendaria, mas valem a pena matar a curiosidade, jogando apenas um pouco.

    Agora vou dar um devido tempo à série, antes de ir para o último game.

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  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2021-09-15 11:04:20 -0300 Thumb picture
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    Post by bobramber: <p>Dias atrás recebi uma notificação no celular com
    One Night, Hot Springs

    Platform: Android
    4 Players
    1 Check-in

    Dias atrás recebi uma notificação no celular com uma lista de indicações de jogos de PC grátis da Steam... Olhei os games e pensei que alguns poderiam ter para celular e seriam um bom passatempo casual. 

    Possui idioma PT-BR

    One Night, Hot Springs foi um deles. Nele somos uma mulher trans  japonesa, convidada pela amiga de infância a passar a noite em uma das fontes termais do país.

    O jogo tem aproximadamente 30 minutos e os finais variam conforme nossas respostas às situações apresentadas.

    Talvez a protagonista seja mais tímida pelo tradicionalismo japonês

    O game nos faz refletir um pouquinho sobre as dificuldades trans e como abordaríamos a questão.

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      santz · 8 days ago · 2 pontos

      Um jogo sobre o episódio do banho nas águas termais.

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      andre_andricopoulos · 8 days ago · 2 pontos

      Que premissa louca...deu pra se divertir pelo menos?

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      natansouza · 8 days ago · 2 pontos

      Man nada contra, Mas a premissa do jogo é meio doida...XD espero que tenha se divertido, tava lendo seu post ate tive vontade de olhar o jogo mas quando vi que a personagem era uma mulher trans o Hype foi p espaço.... Mas espero que tenha se divertido.

      1 reply
  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2021-09-11 11:31:40 -0300 Thumb picture
    bobramber checked-in to:
    Post by bobramber: <p>Hora de gastar as prints... Recapitulando, pass
    Ultima VII Part Two: Serpent Isle

    Platform: PC
    21 Players
    2 Check-ins

    Hora de gastar as prints... Recapitulando, passei por duas cidades e peguei o barco para a terceira.

    Esta print esqueci de botar na primeira postagem, mas o traidor me pegou de surpresa. Já o prefeito era meu principal suspeito

    Na cidade dos magos falei com todos que encontrei, participei do banquete, mas aí travei, tive que dar uma espiada no detonado para descobrir com quem falar nesse ponto: Pothos e depois falar com Bucia sobre Pothos. Era demais para minha cabecinha mesmo.

    Dei uma de ajudante de Cientista Louco, na verdade Mago Maluco (Mad Mage)

    Fui para o reino dos ofídios, tipo uma DLC do game, mas não consegui fazer muita coisa lá por conta própria, tive que usar e abusar do detonado, pois só conseguiria voltar após uma semana ingame, então achei melhor aproveitar o tempo.

    Nas charadas fui bem

    O @manoelnsn comentou sobre pegarmos uma casada, mas não imaginei que fazia parte do plot. Fui preso por isso, condenado, e cumpri a sentença (escapando de um lugar, até então, inescapável).

    Flagrado pelado, só com o machadão em mãos

    Tive que libertar o demônio da black sword para poder escapar

    Finalmente voltei à área inicial do jogo, e não sabia o que fazer. Olhando o detonado descobri que precisava de três itens para fazer uma quest num sonho (já tinha visitado o sonho antes, mas sem os itens foi inútil). E um dos itens deixei passar (na cidade da beleza).

    Mais um julgamento, agora na bela cidade de Fawn, finalmente obtive o último dos itens

    Tentei voltar ao mundo dos sonhos, mas enquanto todos meus companheiros caíam no sono, desta vez o Avatar ficava acordado. Sei lá o que deu.

    Contagem atualizada: Level 9, 11h de jogo, 757 saves, 15 dias ingame

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      manoelnsn · 12 days ago · 2 pontos

      Serpent isle é cheia de coisinhas pra fazer mesmo, acredito que, como o jogo foi lançado no meio da venda da empresa pra EA, algumas coisas saíram meio confusas nele...

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  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2021-09-09 20:38:41 -0300 Thumb picture
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    Post by bobramber: <p>No terceiro jogo assumimos o papel do príncipe
    King's Field II

    Platform: Playstation
    51 Players
    5 Check-ins

    No terceiro jogo assumimos o papel do príncipe Lyle, enquanto procura desvendar o porquê de seu pai ter sucumbido à loucura, ao mesmo tempo que tenta restaurar o reino. O game foi criticado (novamente) pela lentidão no movimento e no combate.

    Lugares amplos, mas com pouca visibilidade, provavelmente por limitações tecnológicas

    Não sei se foi impressão, mas me senti mais lento do que no jogo anterior, não sei se conforme passamos de nível ficamos mais rápido (e como finalizei o jogo anterior). Outro baque foi que o jogo começa de dia, tudo claro, até estranho de se ver. E também é cheio de lugares bem abertos.

    Obtendo a primeira magia: Fireball

    Nesta jogatina finalmente resolvi mapear os comandos para melhorar a jogabilidade, colocando o analógico direito como controle de câmera e inserindo ainda Quick Save, Quick Load e Fast Forward. E como a maior crítica continua sendo a lentidão do combate, aumentei a velocidade do game de 60 para 100 fps, o que ajuda um pouco a encarar os enfadonhos embates, porém também os deixa levemente mais difíceis. PS: No começo fui bem de 100 fps, agora que já passei uns 10 mapas tenho que baixar para 60 fps em cada luta.

    Já usando o código de MP infinito

    Baús trancados me frustram... Na primeira área deve ter uns 10 baús, consegui abrir apenas 4. O pior deles foi um que estava bem escondido: tinha uma passagem secreta, dentro dela tinha outra, dentro dela tinha outra com um corredor enorme e cheio de armadilhas escondidas que armavam se procurássemos outra passagem (e elas matam com um hit), nesse corredor tinha um baú trancado, e entre as armadilhas, numa nova passagem secreta (que fiquei me achando por tê-la encontrado), havia um super baú... trancado, é claro :/ PS: No túmulo da rainha tem 3 baús que estavam trancados, mas abriram depois sem precisar de chave - acho que tinha que falar com um NPC para abri-los, sei lá.

    Obtendo a segunda magia: Wind Cutter

    Outras diferenças:

    - No KF1 (JP) não havia feedback sobre o ataque, isto é, não havia como saber se o ataque tinha acertado o inimigo ou não. No KF2 os inimigos guinchavam ao levarem golpe. Aqui deixaram de emitir som, agora piscam em vermelho ao serem golpeados;

    - Algo que melhorou foi o cursor do inventário, que agora fica no item em que o deixamos, mesmo após fechar o menu. Também há uma pequena explicação sobre cada item. E, ainda nesse aspecto, colocaram um Storage acessível a qualquer momento, no qual podemos colocar itens que não acessamos com frequência, facilitando transitar entre os itens restantes;

    Na quinta área obtemos o mapa, ainda assim acabo usando, vez ou outra, um mapa externo

    - Os NPCs agora falam mais que o homem da cobra, explicam as coisas, além de ter uma opção no menu para reler essas conversas. Algo bem diferente dos jogos anteriores e do que viria no Souls;

    - Tudo aqui tem uma escala maior, os mapas são gigantes, os espaços bem abertos, porém não de maneira boa, já que levamos muito tempo para transitar entre os lugares. Diria que o problema nem é o tamanho, mas a lentidão da locomoção;

    Um monte de baús, mas com itens sem graça

    - A exploração também é menos recompensadora, já que existem muitos caminhos, mas a maioria apenas nos dá itens comuns.

    Na iminência de acabar meu home office no final deste mês, comprei um monitor (pois estou com o do serviço), isso acabou me fazendo abusar do mapa externo

    No geral, esse início foi mais fácil que dos jogos anteriores, mas também mais chato (ou eu que enjoei – vou dar um bom tempo antes de ir para o 4). A progressão é linear e os ambientes abertos são cansativos (o mapa externo ajuda nessa parte). Planejo jogar até o final.

    Water magic me trouxe ‘antidote’

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      jcelove · 14 days ago · 2 pontos

      Po nesse esquema do mapa em outro monitor fica maneiro. Parabens pela determinaçao.hehe

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      thiagobrugnolo · 14 days ago · 2 pontos

      Pegou gosto mesmo pela franquia ein! Pretendo experimentá-lo um dia.

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      santz · 13 days ago · 2 pontos

      Jogar vários games de uma mesma franquia, sempre cansa, por isso eu evito.

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  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2021-09-04 10:04:13 -0300 Thumb picture
    bobramber checked-in to:
    Post by bobramber: <p>NOTA: 7,2 (cálculo da nota&nbsp;<a href="http://
    Final Fantasy III (US)

    Platform: SNES
    2758 Players
    115 Check-ins

    NOTA: 7,2 (cálculo da nota aqui)

    Conhecendo os melhores jogos do ano em que...

    morre Ayrton Senna

    ---

    No game considerado um divisor de águas dos RPGs, fazemos parte da rebelião contra um império expansionista, em que ambos estão em uma corrida armamentista mágica. Ao invés da costumeira fantasia medieval (anos 500 a 1500), o mundo de FF6 se passa em um mundo steampunk, com a sociedade e a tecnologia próxima da nossa de 1870 (segunda revolução industrial).

    O estilo Steampunk é marcado pelo uso de uma tecnologia mais robusta como máquinas a vapor, fabricações em madeira, cobre e bronze, e o amplo uso de engrenagens; como se fosse uma explosão tecnológica pré-digital

    É considerado por muitos como o melhor RPG de todos os tempos (não por mim, sou da turma do CT). Foi aclamado pelos gráficos, trilha sonora, história, personagens e configuração de mundo.

    Embora Mog seja um personagem opcional e sua relevância seja baixa, ele foi muito usado nos anúncios do jogo na América do Norte

    Alguns dos temas tratados no game: uso de armas químicas na guerra, confrontos violentos e apocalípticos, redenção pessoal, gravidez na adolescência, renovação da esperança e da própria vida.

    Cyan encontrando sua família

    A jogabilidade traz o que viria a ser padrão na série e em outros games do gênero. Muitos elementos já existiam antes, mas foram refinados e atingiram a excelência.

    É ótimo que cada personagem tem uma habilidade única e que faz diferença nos combates

    Já tinha jogado a versão de PS1 (que não tem muita diferença da original). Mas não lembrava de quase nada, apenas alguns nomes de personagens e do vilão desmiolado.

    Algo que me incomoda é o menu das relíquias não estar junto com os equipamentos, já que um (geralmente) influencia o outro. Tanto que isso foi corrigido nas versões mais recentes

    Agora comecei a jogar a versão americana de SNES com a hack ROSE (Edição Revisada do Estilo Antigo). Ela corrige bugs, retira a censura, melhora diálogos (deixando mais próximo ao original japonês), remove a limitação de caracteres nos nomes dos itens, técnicas e inimigos, e outras coisinhas mais simples.

    Minha equipe na primeira vez que podemos escolher os membros (procurar por Terra)

    O que mais me chamou a atenção nas primeiras horas de jogatina foi a quantidade de batalhas aleatórias: 5 ou 6 passos e luta. Isso é bem chato (não a toa prefiro Chrono Trigger). O cúmulo é no trem, onde podemos conversar com alguns fantasmas, mas a maioria deles é batalha e dão respawn, mesmo aqui não desativaram as batalhas aleatórias.

    Trem fantasma - E é claro que matei o chefe da área com um phoenix down

    As músicas são incríveis, uma melhor que a outra, sendo a do overworld simplesmente épica. A dificuldade não é tão baixa no início, nada que possa dar game over, mas é preciso usar bem os recursos (habilidades e itens).

    Avancei com tranquilidade no game até aqui

    Em Zozo ocorre um salto de dificuldade. Inclusive, se não me falha a memória, foi onde comecei a roubar no PS1. Desta vez estou seguindo na raça, pelo menos até agora (estou na Fábrica de Magitek com 12 horas de jogo). Planejo jogar até o fim.

    Versão de PC - ainda tem versões para SNES, PS1, GBA, Android e iOS

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      manoelnsn · 19 days ago · 2 pontos

      Tu é do team CT, né? Bem, podia ser pior, hauhauhauahauhauaha

      Mesmo jogando vários RPGs dos mais diversos tipos, esse continua sendo o melhor que eu já joguei e disparado meu jogo preferido. Ele foi realmente uma revolução pra todos os RPGs eletrônicos, servindo de estandarte para praticamente tudo japa que veio depois (incluindo CT, BOF2/BOF3 e FF7), já que refinou tudo que tinha sido trazido por FFIV anos antes.

      A taxa de batalha random desse jogo é bem pequena, pode acreditar. Em alguns lugares ela aumenta mesmo, como no caso de Zozo (afinal é uma cidade de ladrões, e a sensação de perigo precisa aumentar vertiginosamente), mas mesmo assim está a anos luz de diferença de um RPG de NES ou de um Arabian Nights da vida.

      O jogo no geral é bem fácil, mas se quiser economizar grinding na segunda metade dele, antes de tu ir para o Continente Flutuante (tu vai saber quando chegar nessa parte), use apenas a Celes no time e a deixe lá pro LVL 43, que é quando ela aprende Blizzaga/Ice 3. Daí todo mundo vai vir no mesmo nível dela depois, o que vai ajudar muito.

      E vai por mim, o Kefka está longe de ser desmiolado, ele sabe muito bem o que está fazendo até, além de ter um fucking development durante a história... Mas não vou te dizer muita coisa, já que sei que tu não curte spoilers XD

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      mastershadow · 19 days ago · 2 pontos

      Jogo da minha vida...sem mais!

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      onai_onai · 19 days ago · 2 pontos

      Deixei de assistir a Fórmula 1 depois que o Ayrton morreu.

      1 reply
  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2021-09-01 18:00:07 -0300 Thumb picture
    bobramber checked-in to:
    Post by bobramber: <p>#img#[789674]</p><p><em>Finalizado no nível 141
    The Legend of Heroes: Trails in the Sky the 3rd

    Platform: PC
    50 Players
    15 Check-ins

    Finalizado no nível 141 em 66h

    Achei o jogo mais divertido que os dois primeiros, tanto que levei menos de um mês para acabar (os outros levaram meses).

    Uma grande diferença deste terceiro game é que eles usam todos os Orbment, do mais fraco ao mais forte, então a evolução é rápida, não valendo a pena comprá-los até que se chegue ao penúltimo tier. Explicando, no Trails 1 há orbments de nível 1 a 3, no Trails 2, de 3 a 5, já aqui recomeçam do 1 e vão até o 6 (porém muitos do último nível não valem a pena usar).

    Tinha levado game over apenas nas primeiras horas de jogo, porém com 45h tomei um pau tão grande do Cassius Bright, que fui pesquisar umas dicas de como enfrentá-lo. Earth Wall na veia!

    Assim como no segundo game, os jobs que nossos personagens assumem são definidos mais pelos itens que têm equipados do que por suas habilidades, então montei minha equipe com tank, mago, healer e aplicador de buffs. A party dessa forma eliminou 80% da dificuldade do game, matando subchefes sem nem perceber que o eram... Somente no finalzinho do jogo consegui itens para concentrar healing e buffs no mesmo personagem e ter mais um mago.

    Lembrei do filme dos Vingadores, o momento em que todos os personagens aparecem para ajudar

    Geralmente gosto de fazer todas as sides antes de avançar, para facilitar o jogo, mas aqui não foi necessário, nem mesmo para mim, que não gosto de jogos difíceis (Dark Souls sendo a única excessão). Então fui avançando, e de vez em quando fazia umas sides apenas para desenvolver o background de algum personagem.

    A história da Renne é bastante pesada... Me permitindo entender seu comportamento no game anterior

    Algo que gostei bastante foi a questão das memórias - sidequests do jogo, pois é uma maneira respeitável de usar os mesmos cenários e dungeons de antes, afinal é um flashback. Fiz todas as memórias, a que deu mais trabalho foi o minigame de pesca, e somente a primeira parte, que teoricamente deveria ser mais fácil.

    E sobrou apenas um... E quase morto... Na luta contra os Poms ao final do Abyss

    Na última dungeon somos obrigados a usar os 16 personagens em quatro equipes diferentes. Isso deu um certo trabalho, já que não evoluía e nem tinha bons itens para todos. Na verdade, não foi trabalho, mas um ótimo desafio... Tanto que, confesso ter deixado dar game over em algumas lutas só para pegar o retry e tentar não perder ninguém (pois quando morre a barra de especial esvazia).

    Já o chefão, por incrível que pareça, não deu trabalho algum, o venci sem levar nenhum dano (earth wall é muito roubado).

    Primeira vez que jogo algo da série The Legend of Heroes, e gostei bastante, pretendo jogar tudo que saiu e vier a sair, sempre dando uma pausa para não enjoar

    22
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      manoelnsn · 22 days ago · 2 pontos

      Boa! Esse foi o melhor jogo da série que eu joguei, especialmente pela história dele envolvendo o Kevin ser redondinha e não ter aquelas enrolações típicas da franquia

      1 reply
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      santz · 21 days ago · 2 pontos

      Nível 141? Eita porra. Não tem limite de level não?

      2 replies
  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2021-08-27 14:53:47 -0300 Thumb picture
    bobramber checked-in to:
    Post by bobramber: <p>#img#[789067]</p><p><em>Surpreendentemente final
    King's Field

    Platform: Playstation
    52 Players
    11 Check-ins

    Surpreendentemente finalizado!

    A partir do quinto mapa fica mais linear, com apenas itens opcionais no backtracking. Gostei muito das passagens secretas, ou melhor, dos itens OPCIONAIS que continham.

    ---

    ---PEQUENOS SPOILERS ABAIXO---

    ---

    Achei o quadro muito bonito, mas fiquei com preguiça de bater a print... Mas voltei a ele quando descobri que era usado em um puzzle

    Por exemplo, algo que me frustrou no Super Metroid foi a obrigatoriedade de certos itens que estavam escondidos. Já aqui existem muitos itens escondidos (muitos mesmo), mas nada crítico à gameplay, apenas itens que melhoravam stats ou armaduras, dessa forma fica a critério do jogador decidir se vai ficar revistando cada parede.

    OMG! Estão criando demônios!

    O jogo melhorou demais em comparação ao antecessor. É bem jogável! Mas o mapa poderia, ao menos, ter um atalho, pois passava muito tempo nele.

    Último chefe deu trabalho até descobrir o que precisava fazer

    Em breve começarei o terceiro jogo da franquia.

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      gennosuke6 · 27 days ago · 2 pontos

      Tá aí um jogo que eu descobri a pouco tempo, e me despertou a curiosidade principalmente por ser da FromSoftware. Dá pra perceber que a ideia dos jogos da série Souls estavam apontando aí.

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      thiagobrugnolo · 27 days ago · 2 pontos

      Caramba já? Aproximadamente quanto tempo de jogo?

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      kzerosix · 27 days ago · 2 pontos

      Rapaz, gostou mesmo da franquia hein
      Já vai pra o 3° jogo

      1 reply
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