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[DEBATE] Jogos e Saúde Mental

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Oi, pessoas!

Como vocês já devem saber, o DSM-5, manual de diagnóstico e estatístico de transtornos mentais, recentemente incluiu o gaming disorder em sua lista de transtornos psíquicos. Nesse contexto, gostaria de levantar um debate sobre jogos e saúde mental.

É muito mais comum vermos discussões sobre como isso se torna algo compulsivo e patológico, como mencionado acima. Mas gostaria de levantar um debate sobre justamente o contrário dessa ideia: o que te leva a jogar um jogo? em alguns casos, há um propósito (você já jogou com o intuito de se sentir mais confortável mentalmente)?

Você já se sentiu mal (psicologicamente) e jogou algo para descontrair ou se sentir melhor? Se sim, quais tipos de jogos você costuma jogar mais nessas ocasiões (e por que)?

Gostaria de ouvir as experiências e os relatos de vocês sobre como os games podem ajudar nessas adversidades. Obrigadx! :)

P.S: Se puderem republicar, é de grande ajuda!

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    blusnow · about 1 year ago · 5 pontos

    Bom, quando eu comecei a ter ansiedade no ano passado, eu fiquei com muito medo, por que eu n sabia que algo psicologico pudesse causar dor fisica, minha pressão aumentava, eu sentia falta de ar, n desmaiava, mas perdia a consciencia algumas vezes (eu ouvia as pessoas mas n conseguia processar oq elas estavam falando) minha mente muitas vezes ficava "cheia" ou pesada, exaustão entre outras coisas, também por causa disso tudo, foi uma época que eu me isolei mais ainda em casa por que eu n me sentia disposta pra sair e praticamente tinha fobia social.

    Foi bem na época que lançou Animal Crossing e por ser um jogo colorido, com musica calma e alegre e várias missoes pra fazer (ja que trocam de personagem de manha, tarde e noite) eu conseguia me distrair e me manter calma por causa dele, eu sempre jogava na hora de dormir até pegar no sono, também é um dos motivos de eu gostar tanto de jogos point and click.

    Também foi quando eu passei a jogar mais Overwatch, e fiz amigos por causa dele, e esses amigos me ajudaram muito, por que ficavamos conversando varias horas por dia, sobre o jogo, jogavamos juntos e saiam varias piadas disso, também me chamavam pra sair e gostavam da minha companhia, cozinhavamos juntos, conversavamos a noite inteira, viamos animes, e jogavamos Muchkin. (que eu passei a amar muito muito mesmo)

    Hoje em dia eu to bem melhor em varios aspectos , passei a fazer acompanhamento com psicologo algumas vezes por mês, que também me orientou a praticar mindfulness (meditação) e em relação ao ano passado eu to 70% melhor com certeza.

    Mas ainda uso os jogos pra me manter ativa, como por exemplo o Pokemon Go, eu tenho acompanhado um grupo de pokemon go no wpp, e por causa do jogo eu tenho saido mais pra caminhar, isso tem ajudado muito no meu sedentarismo (apesar da minha familia ser contra eu sair pra jogar por que posso ser roubada a qualquer momento).

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    onai_onai · about 1 year ago · 4 pontos

    Videogame pra mim é uma válvula de escape e sempre me ajudou a relaxar, talvez exceto nos jogos de estratégia, mas o problema ocorre quando jogo demais e deixo de fazer outras coisas importantes. De qualquer forma uma coisa é certa, se não fossem os jogos eu já teria pirado a muito tempo, e as vezes acho que não giro muito bem, por que viver apenas para trabalhar é uma bosta. Um fato curioso também é que várias pessoas interessantes que conheci na vida foram por meio do videogame, direta ou indiretamente.

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    smoothpoffin · about 1 year ago · 4 pontos

    Eu estudo bastante a área de psiquiatria na minha faculdade, e eu acho que o que ocorre é apenas um mal entendimento. O vício em jogos é um transtorno, e não simplesmente uma forma de julgar pessoas que gostam de jogar como "doentes". Uma coisa é gostar de passar o dia inteiro jogando num domingo ou sábado, outra coisa é faltar a escola/faculdade/trabalho, distanciar da família, descuidar de si mesmo, etc, e isso sim que é o transtorno por vício em video games. E ele existe sim, por mais que seja chato de falar isso. Video games funcionam no nosso cérebro como qualquer droga, dinheiro, ou até mesmo café- nos dá uma sensação boa de recompensa, então queremos mais. A diferença é quem sabe ajustar esse desejo com a vida e aqueles que deixam video games tomar conta dela. É quase como a relação entre pessoas que bebem álcool normalmente e pessoas que sã alcoólatras.

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    gan0nd0rf · about 1 year ago · 3 pontos

    Quando tô meio pra baixo, costumo jogar algo mais colorido e com temáticas alegres, que não precise pensar muito, geralmente, jogos fáceis, de plataforma ou corrida.

    Já ocorreu o contrário também, de me sentir mal jogando, jogos que me deixaram triste, depressivo, o último foi Nier (o primeiro), o NG+ dele me deixou bem down. Teve também os que me fizeram chorar, como Brother Tale of Two Sons e o primeiro The Walking Dead da Telltale.

    Eu gosto de jogos que mexem com os sentimentos, seja deixando triste, alegre, tenso ou com medo.

    Sobre o fato de jogos serem considerados vício/doença, eu discordo, consigo me desligar, jogar só fds, não deixo de fazer coisas importantes para jogar.

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    darlanfagundes · about 1 year ago · 3 pontos

    Eu tive uma adolescência conturbada... cresci na periferia da grande cidade de Salvador-Bahia e sempre fui um tanto esquisito... na escola aos 14-15 anos eu comecei a formar minha identidade com o rock, a cultura punk e grunge da época e sempre fui muito ligado a livros e games... eu jogo desde meus 4 anos de idade em locadoras e lan houses... quando me tornei adolescente as condições de minha família melhoraram muito e eu pude ter acesso aos consoles e games que eu sempre quis... ao mesmo tempo eu entrei numa depressão profunda... e posso afirmar com toda certeza que se não fossem os video games e os livros eu não estaria vivo hj... eu passava a maior parte do tempo sozinho e tive muitas oportunidades de fazer besteira... mas sempre tinha aquela fase ou desafio me esperando em algum jogo... Eu sempre serei grato aos videogames e que bom que somente esse vicio me sobrou... pq eu experimentei todos os tipos de drogas, mas nenhuma delas me convenceu tão bem quanto os video games...e aqui estamos, eu com 37 anos e ensinando meus filhos a gostarem logo desse universo, e eles estão no caminho...ainda bem que somos viciados!

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    hukori · about 1 year ago · 2 pontos

    Bom, como é algo complexo e tem muita coisa vou separar os assuntos por parágrafos...

    Nunca me peguei pensando sobre o que me leva a jogar um jogo, eu cresci com meu pai jogando vídeo game comigo no colo e aprendi muita coisa jogando board game com minha mãe, mas atualmente o que me leva a jogar alem disso ter se tornado habito, eu procuro jogar jogos que vão adicionar algo para minha perspectiva, seja com história ou jogabilidade, procuro algo que me ajude a ter uma outra visão das coisas, seja na vida ou no meu estudo/trabalho de produtor.

    Como jogos sempre foram algo bem presente na minha vida eu já joguei muitas vezes para me sentir melhor, geralmente são jogos mais infantis ou um RPG mais simples, algo que eu posso passar horas jogando e pensando em outra coisa e que eu não me importe tanto se eu vou perde vida ou algo do tipo. Outras ocasiões eu jogo alguns jogos antigos para me lembrar de uma época ou das pessoas que não estão mais aqui para jogar comigo, gosto dessa viagem no tempo para eu não perde meu foco ou lembrar de algo da minha infância, seja algo que disse/ouvi ou que sentia quando jogava. Mesmo jogos com histórias triste eu gosto dos sentimentos e lembranças que eles me trazem.

    Bom, sobre o jogo se tornar uma doença eu até concordo em partes:

    Primeiramente meu caso: Eu passei maior parte de minha vida jogando e hoje é o que demanda boa parte de meu tempo livre, mesmo quando saio com alguns amigos, é para jogar ou falar de algum jogo. Tirando o fato de eu trabalhar com desenvolvimento de jogos (porque aí eu uso uma visão mais profissional da coisa), é uma coisa que consome uma boa parte de minha vida e eu gosto, é algo que eu sinto que me completa, mas não chega ao ponto de eu achar que eu não viveria sem isso, pois eu saio com outros amigos que não fazem parte desse meu mundo, saio para beber ou me diverti sem sentir uma falta ou dependência de estar jogando.

    Seguidamente alguns casos que já cheguei a ver: É algo bem triste pra mim ver algo assim, mas já vi bastante, gente que simplesmente abandonou a vida para ficar somente enfiada em jogos, coisas como larga esposa, filhos, trabalho e amigos só para ficar jogando, se tornarem pessoas totalmente agressivas com todos quando não está jogando ou ocupando sua mente com jogos, na maioria das vezes foi por se frustrar com a vida que tinha e achou que fugir para outro mundo fosse mais confortável e lá dissidiu ficar. Essas pessoas geralmente conseguem ter um processo para reverte a situação e trazer elas de volta para uma vida menos dependente do jogo, mas é algo demorado e exige uma certa paciência e estratégia que em muitos casos a família não está preparada para lidar, o que acaba causando mais pressão e resultando em casos extremos como exclusão social extrema ou suicídio.

    Conclusão: Acho que existem casos e casos, mas a dependência por games realmente existe e é algo BEM presente, mas não acho que os especialistas devam tratar os casos como "problema causado pelo vídeo game", porque já teve casos disso antes do vídeo game, como o professor de minha avó que se afundou em livros até ficar "maluco" e cometer suicídio, na época ela e o pessoal mais antigo dizia que ler livros fazia mau porque fazia as pessoas ficarem viciadas e acabar ficando malucas. Então o problema em si está na mente humana não se sentir confortável na sua realidade e decide fugir para uma outra, seja ela em games, livros ou até mesmo filmes e séries, tanto que as pessoas que eu consegui conhecer e ajudar, só passaram a sair mais de casa porque começaram a querer sair, no inicio para sair encontrar amigos que conheça o mesmo mundo para conversar e depois com o tempo íamos mudando de assuntos até a rotina se tornar normal na vida deles também.

    Então é um problema MUITO COMUM, e fácil de tratar, mas precisa de paciência e saber que é um problema causado por diversos fatores externos e não algo causado só por jogar vídeo game.

    Bom, esse é meu ponto de vista sobre os assuntos.

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    leafargs · about 1 year ago · 2 pontos

    o "jogar vídeo game" preenche muitas situações, desde jogar pq não temos coisas a fazer até realmente dispor disto quando as coisas não estão muito boas, problemas pairando a cabeça, tristeza por fatos ocorridos e assim por diante, falando de mim, a alguns anos atrás minha mãe veio a falecer, foi o primeiro fato da minha vida que realmente me devastou, a paixão por vídeo game foi uma das formas de amenizar um pouco a tristeza que estava sentindo, por que jogar vídeo game faz com que entramos em uma história por aqueles momentos, na época o jogo escolhido foi FF-VII, por ser uma história longa, cativante e também um jogo que me trouxe bons momentos quando o tinha finalizado em 98.

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    kipocalia · about 1 year ago · 2 pontos

    Eu me identifico por exemplo com o Fran Bow, que é bem macabro. Eu tenho um monte de problemas psiquiátricos, que não sei me sentir bem pra falar :\ por isso to tentando me aposentar e tals. Jogos como Fran Bow não me incentivam ao suicidio, somente sinto, sei lá? Que alguém expressou as dores pelo que passei? Porém sou muito sensível a alguns seriados, tragédias com pessoas reais O__o não acho que eu me sentiria bem assistindo 13 porquês, mas eu não iria boicotá-lo. Eu me senti mal vendo Eu sou um Assassino da Netflix :\ é um seriado sobre aqueles que estão a passar pela pena de morte; Apesar de bandido bom é bandido morto, achei mais insuportável ali os que ficaram anos na solitária. Eu sinto que eu não funcionaria bem nem fazendo serviço comunitário; embora eu queira muito, eu sou muito sensível e choraria ao ver as pessoas numa situação miserável. Eu também curto muito a arte do jogo, e a mecânica. Gosto de jogos 2D da ubiart, cheio de cores pasteis. Mecânica de jogo eu curto muito em rpg, exploração, regras e tals.

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    gicba · about 1 year ago · 2 pontos

    A resposta óbvia é que eu jogo pra me divertir, mas algumas vezes, eu gosto de passar um pouco de raiva, em 90% dos casos a sensação de conseguir passar e de sentir que fiz progresso é bem satisfatória.
    Sim, várias vezes já joguei coisas pra relaxar. Quando me sinto mal e quero descontrair jogando, eu flutuo pra jogos que me deixam nostálgico, e que eu tenho um certo domínio com (por exemplo, cresci jogando OoT, SM64, Star Fox 64, etc. Conheço os jogos como palma da mão e é sempre um pouco relaxante jogar uma outra vez, mas em especial eu menciono o Star Fox por que eu tento pegar o máximo de pontos possíveis, o que se liga com o que eu disse no começo sobre gostar do desafio e a sensação de ir melhorando cada vez mais).
    Não diria que minha paixão é um vício nocivo, talvez eu seja um pouco obcecado demais com meu hobby, mas até acho que ando jogando bem menos ultimamente. Só uma vez que eu lembro tá bem estressado, ocupado com faculdade e outras obrigações, sem jogar faz um tempão que eu comecei a chorar um pouco e pensei "Queria tá jogando algo agora". Mas acho que nesse caso foi mais stress que abstinência de videogame mesmo.

    Bom post btw

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    andre_andricopoulos · about 1 year ago · 2 pontos

    Pra eu relaxar tem que ser algo com muito sangue...tipo OUTLAST (sério mesmo).
    Ou o extremo oposto... tipo RIME, JOURNEY...

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    volstag · about 1 year ago · 2 pontos

    Video game pra mim sempre foi algo que ajudou, nunca até hoje eu diria que me atrapalhou... eu nasci em SP em um bairro muito barra pesada, tinha muito assalto e assassinato, ninguém ficava na rua ao anoitecer.
    Eu tinha 7 anos quando ganhei um Atari, e se por um lado não queria fazer lição de casa, por outro não queria sair na rua.
    Vivi jogando com meu primo, que não tinha console, não até uns anos depois, enquanto ele as vezes vinha me visitar pra jogar, também as vezes ficava aprontando na rua, e vejo entre a gente, um nível intelectual diferente, pelo menos no raciocínio rápido, e eu atribuo ao video game é claro, aquela coisa de deduzir certas coisas de tanto ter jogado, e portanto analizar de diversas maneiras, de questionar tudo ao invés de aceitar qualquer coisa que me digam.
    Não me meti com drogas, nunca briguei na rua/escola.
    E sei lá, acredito que se eu tivesse tido zero contato com esse mundo de video game, talvez meu vicio fosse outro, o ser humano precisa de um ”vício” de certa forma, então prefiro adorar ler livros e quadrinhos, prefiro jogar video game e ver seriados e animes, do que algo que realmente prejudique a saúde ou que me faça ter menos dentes na boca hahaha.
    Já joguei e jogo pra extravasar sim, a liberdade de fazer coisas impossíveis e/ou erradas na vida real, mas totalmente possíveis nos games, é uma forma de transgredir sem transgredir, é como escrever uma poesia onde você enfrenta o capeta pra ficar com a pessoa amada, mas na realidade você não levantou um único dedo, portanto não machucou ninguém, nem arriscou a vida, muito menos morreu afogado ou pior.
    Infelizmente a sociedade rotula sem participar, sem experimentar, torna inútil então qualquer baboseira que digam sobre os games, por mais que exista sempre um idiota que dispare em pessoas que não gostam do jogo que ele gosta por exemplo (como aconteceu nos estados unidos esse final de semana), estatisticamente falando, morre mais gente por ataque de abelhas ou em briga religiosa do que por video games, não é porque a sociedade fala ou atribui a violência aos games, que ele seja o real motivo, esse cara que atirou e matou pessoas era desequilibrado, com ou sem video game, o caráter dele é o que é.
    Só pra finalizar, eu gostaria de citar (não vou lembrar o nome mas é só procurar sobre que você encontra), no Japão a Netflix lançou um documentário sobre um menino com um distúrbio, não lembro se é Síndrome de Down, cujo pai conseguiu se aproximar graças a eles jogarem Final Fantasy, o menino não falava com ninguém a anos, e o jogo os aproximou e fez com que ele se abrisse!
    Os jogos, como qualquer outra coisa, é só um veículo para entretenimento, e não fazem mal, caso contrário, no mínimo metade de todas as pessoas estariam cometendo delitos ou algo errado, portanto é totalmente fora de propósito e totalmente descabido atribuir que um único caso isolado seja a prova de que algo é nocivo.
    Tipo, quantos adolescentes batem o carro por dia no mundo e quantos adolescentes matam os outros que discordam deles por causa de um jogo? Nem por isso falam nada sobre o carro e a maturidade do jovem motorista serem incompatíveis, já que tirar carta de motorista dá lucro pro governo, fora que cobrar multas também é bom pra eles, já os games não, então culpem os jogos e diminuam a idade pra poder tirar carta, é pura manipulação.
    Bom, desculpa a carta enorme, mas entusiasmei aqui hahaha, espero que alguma coisa seja útil.

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    zefie · about 1 year ago · 1 ponto

    Não sei bem explicar o que me leva a jogar um jogo. É um hábito, mas ao mesmo tempo é algo que faço porque gosto, não só porque tenho costume. As vezes é por tédio, as vezes é por hype, para fazer algo em galera (multiplayers), para ver uma história intrigante etc. Acho que o motivo em si não importa muito pra mim, o que eu gosto mesmo é da experiência de jogar.

    Pegando nessa linha, eu já joguei sim para me sentir mais confortável (como uma válvula de escape), para fugir do stress e problemas da vida. Ao mesmo tempo, nem sempre eu jogo só para relaxar, muitas vezes eu já joguei justamente para me estressar (eu gosto do nervosismo e ansiedade de uma competição, por isso gosto bastante de multiplayers).

    Como eu disse, eu gosto da experiência, então pra mim tanto é válido um jogo só para passar o tempo (como Rayman), jogos para dar risada (como Mario Party com amigos), aqueles que me deixaram tristes ou com histórias dramáticas (Final Fantasy Type-0) e aqueles só pra sentir o sangue esquentar (LoL, Overwatch etc). O estilo em si não importa muito, mas se eu to cansado mentalmente, prefiro jogos sem muito esforço (nessas horas eu evito RPGs, por exemplo)

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