bakujirou

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  • bakujirou Rafael P. Alexander
    2014-05-20 01:10:31 -0300 Thumb picture

    Retomando as memórias de um cavaleiro...

    Holas, buenas noches.

    Faz realmente muito tempo que deixei o meu PS2 na gaveta, os jogos todos acumulando poeira no meu quarto. Dava muita pena, mas infelizmente ainda tinha muito jogo "pendente". Mas assim que finalizei um, resolvi escolher ele para retomar o save.

    Bom... Como começar. A história eu já conhecia através do game Ar Tonelico II, então eu preconsidero que seja parecido. O protagonista é um cavaleiro de uma força militar e que deve se aventurar pela gigantesca torre de Ar Tonelico, ao lado de algumas Reyvateils e outros personagens que conhece no caminho.

    Me lembro muito bem que o sistema de lutas é um pouco mais simples que dos demais jogos de rpg, fora alguns comandos que me deixou um pouco relutante, mas ainda sim, são fluídos. O jogo oferece um vasto número de infos espalhadas no menu principal do jogo e facilmente pode ler os textos soltos (sobre os termos ou locais específicos) para se situar melhor no universo do jogo. Felizmente, também existe o muito útil recurso para saber qual objetivo para se progredir no jogo pode ser acessado em qualquer instância em que tenha acesso ao save.

    Eu havia concluido a Phase 1 e, mesmo depois de liberar tantos locais distintos, ainda permanecia na Phase 2 do jogo. Após verificar as condições da nave que fora largada no meio da floresta (que por sinal, foi o primeiro local a ser explorado do jogo), o grupo foi investigar que tipos de peças seriam necessárias para renovar a nave e também como consertá-la.

    O cavaleiro acabou visitando um campo florido e reconhece uma amiga de infância e do juramento que fez a ela diante de um pedestal. Eu gostei bastante da cena reproduzida do flashback do jogo.

    Logo em seguida, depois de deixar a nave como nova, vou voando para um dos estabelecimentos para fazer Dive dentro da mente das Reyvateils. Até esqueci como era divertido (e curto) passar por estes tipos de interação/ comunicação com o protagonista e os Mind Guardians das Reyvateils.

    Eu acho que continuarei a progredir mais no jogo e apreciar as songs dele. hihi

    Ar tonelico: Melody of Elemia

    Platform: Playstation 2
    176 Players
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    2
  • bakujirou Rafael P. Alexander
    2014-05-20 00:41:40 -0300 Thumb picture

    Project X Zone is K.O.

    Holas, buenas noches.

    Desde que iniciei os posts deste perfil, apenas me dei conta que somente produzi texto de críticas de cada um dos jogos que citei, então serei mais breve e farei comentários sobre este game que me tomou muito tempo.

    Project X Zone é um jogo muito incomum pra mim. Tema mais juvenil, vários textos interessantes de vários personagens de franquias, animes e jogos distintos e... O elemento rpg/estratégico do game me agradou. Gostei bastante da seleção de personagens, sendo alguns mais queridos meus são da série Sakura Wars, Megaman, Street Fighter e .hack.

    Depois de passar mais de 5 longas semanas sem tocar no save do jogo, retomo novamente a jogá-lo para avançar na história do mesmo. Quando enfrentei os últimos 4 mapas do jogo passei um sufoco muito grande. O número alarmante de inimigos que apareciam, os efeitos desagradáveis de golpes especiais dos inimigos e minha impaciência estavam me deixando bastante nervoso. Tanto pela pressão que os inimigos faziam quanto o número de itens sendo consumidos elevando potencialmente. Por mais que este jogo não demonstre muita dificuldade o jogo inteiro (já que eliminar as unidades não as eliminará), ainda consegue ser bem irritante quando quer. Mapas gigantes, mapas com corredores pequenos, mapas com um tamanho compacto onde força-o a enfrentar vários inimigos sem tempo para se recuperar... Ainda assim, penosamente progredia, quase surtei quando o jogo obrigou a editar novamente todo o grupo de unidades ao ver o grupo se dissipar novamente. 

    Mas, depois de tanta briga, neurônios fervilhando, torcendo para manter minhas unidades ficarem de pé, eu finalmente conclui o final do jogo. UFFA. Vi os créditos finais rolando e assisti o desenlace de como todo mundo voltava para as suas realidades alternativas e tudo o mais... Liberei as opções adicionais, um newgame+ e talvez, quando eu tenha mais vontade, continue jogando o game, pelo seu modo mais difícil, mas acho que no momento não o farei.

    Minha lista de "jogos em lista de espera" ficou grandinho nos últimos meses. E, eu só me dei conta de quão longe foi a brincadeira ao examinar o tempo do save. Acumulei mais de 90h de jogo, e tenho certeza de que destas 90h, umas 8h ou mais delas foram gastas apenas para a preparação da equipe, explorar todos os mapas devidamente e, nivelar cautelosamente cada uma das unidades do game. Eu já tenho em mente o próximo rpg/estratégia que vou explorar futuramente...

    Project X Zone

    Platform: Nintendo 3DS
    727 Players
    102 Check-ins

    1
  • bakujirou Rafael P. Alexander
    2014-05-15 00:10:45 -0300 Thumb picture
    bakujirou checked-in to:
    Post by bakujirou: <p>Terra árida e duras batalhas contra os monstros<
    Dillon's Rolling Western: The Last Ranger

    Platform: Nintendo 3DS
    57 Players
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    Terra árida e duras batalhas contra os monstros

    Holas, buenas noches. Desta vez, resolvi postar acerca de Dillon's Rolling Western The Last Ranger, já que aproveitei para jogar bastante nele nestas últimas semanas.

    Eu já conhecia algumas das novidades que foram adicionadas neste jogo recente de Dillon's, apresentadas no main stage 1, mas não conhecia mais nada além do que estava apresentado neste stage. Depois de algumas sessões de jogo, comecei a entender o que o The Last Ranger era tão querido, entre o nicho de jogadores que eu conheci.

    A jogabilidade dele fica mais fluida e, aparentemente, a mobilidade no terreno pareceu parcialmente mais veloz, comparando com a forma em que controlava o Dillon no primeiro título. O que me lembra de mencionar é a nova opção de controle alternativo, onde você alterna o controle de um destro para um canhoto, coisa que não era visto no primeiro jogo. Também preciso mencionar que a nova aventura, trouxe novos tipos de inimigos, recurso de streetpass no jogo (que lhe mostra o seu card pessoal com dados do progresso de seu game e outras infos adicionais), novas habilidades (dentro e fora da batalha), um punhado de itens novos para coletar. O gameplay durante as seções ficou bem diferente. Por exemplo, se você tinha obrigação de encontrar todos os Dens no mapa enquanto faz a rotineira patrulha antes dos ataques dentro do primeiro jogo da franquia, agora, no The Last Ranger, você tem a chance de fazer uma ronda noturna pós-batalhas, permitindo-lhe que possa explorar todo o mapa do stage sem preocupações com o limite de tempo ou apenas para que você possa realizar um reconhecimento no terreno, evitando perder muito tempo para poder visitar os principais pontos do mapa. Além disso, as entradas para as Minas que foram disponibilizadas no game, possibilita uma versão mais curta de jogo, uma forma mais descontraída para aliviar o stress entre as stages mais importantes que precisa completar para avançar no jogo.

    No quesito do áudio do jogo, não tenho o que reclamar. Comparando com o primeiro jogo, este apresenta uma melhor diversidade de músicas e, do começo ao fim, jogo sempre com o som ligado para poder apreciar as soundtracks. O quesito gráfico não pecou, existe uma diversidade maior de tipos de cenários reproduzidos de um típico cenário Western, foram adicionadas muito mais scenes computadorizadas que dão mais vida ao conteúdo da trama do jogo (e junto com eles, trouxe as duels- minigames únicos e rápidos - , que podem ser destravados realizando determinadas ações). Não meramente digo que eu consigo avaliar ou prestar atenção a trabalhos em design, mas neste game, realmente parei alguns momentos apenas observando o cénario enquanto jogava, para poder admirar como foi realizado o trabalho do design no jogo.

    Enfim, a dificuldade foi bem regrada neste jogo, achei simplesmente cativante. Quando você repete uma ou duas vezes o mesmo stage, você percebe como funciona o padrão dos ataques na vila e começa a pensar numa forma mais eficiente para trabalhar equilibrando as towers que estão presentes, um npc que pode ou não ser recrutado para ajudá-lo e o uso do próprio Dillon para acabar com a raça dos grocks que surgem no mapa. Este é um dos principais motivos que me leva a gostar deste game, além de outros fatores.

    . (esta particularmente foi a parte mais relevante, quando eu seleciono jogos para a compra ou para fazer um gameplay.)

    Ah sim, esqueci de mencionar. Nesta semana consegui chegar no final do jogo, depois de completar o último Main Stage. Só falta completar a browser/catálago de itens presentes no game e o acesso ao stage especial que foi liberado. Mas, acho que isso eu deixarei para completar outro dia. Tenho vários outros games na minha lista de espera para serem finalizados. >P

    1
  • bakujirou Rafael P. Alexander
    2014-04-23 22:40:47 -0300 Thumb picture

    A voz do vento e o calor do deserto

    Holas, buenas noches. Como estou retomando as postagens sobre jogos, vou falar um pouco mais dele, partindo de como eu tomei conhecimento dele...

    Dillon's Rolling Western é um game lançado para o 3DS, apenas em sua forma digital (em outras palavras, only Nintendo 3DS eShop), em 22/02/2012. Naquela época, sequer sabia como usar o recurso eShop de meu console, então apenas navegava naquele eShop e favoritava alguns games de interesse e este foi um deles.

    Desde então, se passou mais de um ano, desde que o jogo lançou... E eu fiquei entretido jogando Pokemon Black2, Paper Mario Sticker Star e o Sonic Generations (3DS). Dias depois, navegando na lista de favoritos no eShop (e com sorte, com créditos sobrando) encontro o Dillon's favoritado ao lado de vários outros títulos. Eu sempre quis saber como seria um game de western que tem um tatu estampado nele, dei uma chance e depois de ver videos, comprei e comecei a jogá-lo.

    A minha descrição para o jogo, a primeira vista era viciante, fácil para  controlar e revela um personagem que fala pouco e transforma suas ações em palavras. O jogo mescla elementos de Defense Tower (traduz-se como Plants VS Zombies, um jogo bem famoso deste genero) e Action (o mais próximo que encontro como exemplo é the Legend of Zelda ou Secret of Mana, onde voce deve enfrentar os inimigos no meio do mapa) deixando-o bem interessante. 

    A trilha sonora do jogo também me agrada muito, por mais que seja bem limitada, sempre traz uma boa ambientação no clima western (uma destas tracks do jogo é exaustivamente repetitiva, mas não me incomoda muito, por sinal, deve ser porque todo deserto é bem quieto e com pouca variedade de sons mesmo, hmmm...).

    A parte gráfica nunca foi muito o meu forte para fazer análises ou comparativos. Os personagens (maior parte dos NPCs) são retratados em caricaturas 2D todos de animais distintos e caricatos, como exemplo, um crocodilo medroso,  uma alpaca inteligente e devoradora de livros, entre vários outros. O cenário onde a ação toda se desenrola é feita em melhor estilo de desenho 3D, retrata bastante os famosos canyons estadunidenses, a árida forma das planicies, a areia voando pelo ar, os pequenos riachos e leitos de água.

    A resposta dos controles, como já foi mencionado, é bem intuitivo, basta apenas memorizar o que os ícones da tela fazem e o que precisa fazer para Dillon realizar um movimento específico, o ponto fraco que lembro onde ele foi um pouco criticado foi a falta de opção para jogadores canhotos (inverter a mão destra dominante para jogar com os buttons A, B, X, Y como direcionais no lugar do Circle Pad). Ainda falando na parte de jogabilidade, não posso deixar de comentar sobre a presença das Torres de observação e as Torres com armamento características destes jogos do genero defense tower são importantes, mas elas nada servirão se voce apenas ficar passeando pelo mapa sem fazer nada. A CPI do jogo testa a sua forma de raciocínio e de pensamento estratégico para saber exatamente onde e quando precisa deslocar Dillon pelo mapa e começar a exterminar os inimigos, não se surpreenda que, mesmo achando o game fácil, ele não o surpreenda, eu mesmo sendo experiente em jogos, tive que refazer algumas vezes a mesma Stage por conta do número grande de inimigos que surgem na tela.

    Mesmo se tratando de um jogo de curta duração (totaliza 10 Stages e em cada stage se divide em 3 seções de ataques dos inimigos), o jogo traz um sistema de recompensa por finalizar um stage em menor tempo e completando todas as Quests (sidequests) dos NPCs; sem contar nos segredos escondidos nos cenários, os Heart Pieces e um catálogo de todos os itens presentes no jogo, incentivando o jogador a repetir as seções de gameplay para conseguir completar o game como um todo (o máximo possivel de pontuação e obter todos os itens disponiveis no game).

    Muitos poucos games me prenderam tanto a atenção quanto este. Somente Okami (PS2), a franquia PMD (Pokémon Mystery Dungeon, GBA-NDS-3DS), Ar Tonelico (PS2), Paper Mario (N64 principalmente) e tLoZ (the Legend of Zelda: vários consoles, excepto pelos jogos de GC, NDS, Wii).

    Dillon's Rolling Western teve uma continuação, entitulado de The Last Ranger, lançado em 11/04/14. Este jogo mais recente traz vários recursos novos, mas ainda não tenho como fazer uma análise dele no momento, ainda não conheci muito o que ele pode trazer, por falta de tempo e disposição para jogá-lo.

    Dillon's Rolling Western

    Platform: Nintendo 3DS
    192 Players
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    1
  • bakujirou Rafael P. Alexander
    2014-04-21 04:18:53 -0300 Thumb picture

    Um pouco sobre o gameplay e algumas notas do jogo

    Buenas noches! Com o advento deste jogo que estou me divertindo bastante, venho produzir um texto sobre o mesmo. É um pouco longo, logo avisando.

    Não sei se conhecem, mas, este jogo ai acima, card game, foi um tema de um episódio ícone da série produzida pela Cartoon Network E, eu, (como APAIXONADO por CARDGAMES) precisava experimentar (e comprar) este jogo para ver como realmente funciona.

    Este é um jogo que demanda um pouco de estratégia e obriga um pouco voce a repetir os niveis anteriores diversas vezes pelo baixissimo numero de cards que possui no comeco do jogo. O nivel de dificuldade imposta nele me agradou, pois é nivelado tal com o nivel de personagem, estrategias dos oponentes combinando determinadas cartas de um terreno especifico E as pequenas e divertidas missoes que faz voce alterar o deck constantemente.

    Desde que comecei a navegar na internet (com pouco mais de 13 anos), despertei minha paixão e interesse pelos cardgames. Mas, entre todos, este é o tipo de jogo que mais se assemelha com um outro antiguinho jogo GBC, chamado Trade & Battle: Card Hero (no título original, Kousoku Card Battle: Hero). Os dois funcionam de forma parecida, não identica.

    1. Voce (o dono do deck) começa com um Hit Point fixo, de acordo com o seu nível de experiencia E um número máximo de cards que pode possuir em seu deck (o que lembra o Card Hero é o baixo número de cards e os Hit Points nunca ultrapassa mais do que 5 pelo o que me lembro).

    2. Sempre no primeiro turno (set-up) do jogo, voce precisa montar os terrenos separados em cores/temas/cenários que cada monstro pertence. Somente se pode invocar os monstros de sua cor/tema/cenário específico, salvo aqueles que são cartas-coringa (ou com um símbolo do arco-íris),  que possam ser utilizados em quaisquer cor/tema/cenário (neste tipo de set-up o Card Hero não possui, vamos adiante...).

    3. Logo depois de definir os terrenos, voce rola a garrafa e o gargalo dela definirá quem inicia o turno, baixando todos os monstros, de acordo com o número de magia necessário para invocar eles em cada terreno, que eventualmente percebi, é fixado em 5 magic points por turno, para cada jogador. Administrar eles é fundamental, tanto pensando em usar as habilidades dos monstros, quanto nas cartas de prédios ou feitiços. (em Card Hero, voce exclui a parte do joguinho da garrafa, mas é relativamente igual o número de slots de monstros para jogar E uma quantia muito menor que os 5 MP por turno, a forma de pontos para invocar monstros é um pouco mais distinta, explicarei isso noutro momento).

    4. Ao realizar uma batalha, no modo padrão do jogo, voce pode rodar uma roleta action time na touch screen, funciona tanto para ataque quanto para defesa (hit comum, critical hit com poder 2X maior ou miss hit). Se oponente tiver algum monstro no lado do campo dele e o alvo for derrubado, não importando o valor do ataque do oponente, ele sempre protegerá o Hit Point do daquele terreno. Apenas conseguirá vencer quando voce conseguir brechas no terreno que não exista monstro algum, assim, permitindo voce realizar um ataque direto do monstro para os Hit Points do dono do deck rival, também depois de ativar a roleta russa. (esta questão com o objetivo de zerar os Hit Points do dono do deck lembra famossímos cardgames: Magic the Gathering e Yu-Gi-Oh; que, por um acaso, o Card Hero também se utiliza deste recurso.)

    5. Existe vezes em que voce, ao derrotar monstros do oponente, destrava premios pós-batalha, dentro de baús. Geralmente, vem sempre um card aleatório monstro, prédio ou feitiço. (apenas continuando comparações, em Card Hero voce precisa dos Prize Points que adquire derrotando oponentes para comprar na shop, cards especificos ou um conjunto deles separado como boosters, só não me lembro exatamente como era...)

    6. Ainda falando dos premios pós-batalha voce recebe moedas (utilizadas para um sistema de produção meio-que-artesanal de cartas), XP points (para aumentar o nível do dono do deck, consecutivamente, seus Hit Points e número máximo de cards no deck) e voce revela os seus premios vindos dos baús coletados na luta. (estes premios pós-batalha não existem. Somente recebe alguns Prize Points para comprar cards ou boosters mesmo)

    Card Wars só tem um pequeno defeito com a tradução para o português, que infelizmente para mim (que não sei direito configurar isto em telefones), não vi como alterar para o idioma origem, english. Ver baú sendo traduzido para PEITO é algo que poderia dizer PREOCUPANTE, mas não deixa de ser engraçado. Fora este ponto um pouco chato, o tutorial e dicas do Jake são muito interessantes e proveitosas entre partidas.

    Ainda não citei ai em cima, mas você tem um número de cards que pode acumular em seu box, não ultrapassando 50 cards. Aí, entra o sistema de moedas e confecção de cards que o jogo oferece as receitas, que são lista de cards necessários para produzir outras cartas. E também, de forma mais rápida, venda de cards por moedas para evitar que o box fique cheio de cartas.

    A parte dos gráficos cartunescos é bem interessante para um game Android. As músicas usadas no jogo chegam a enjoar um pouco com o tempo. Eu gostei das escolhas de monstros usados neste Card Wars, mas acho que ver os nomes em inglês poderia fazer "mais sentido" e soar mais engraçado, mas este é um custo no meio de traduções e entendo que isso aproxima mais o público BR-pt.

    Card Wars - Adventure Time

    Platform: iPhone/iPad
    5 Players

    2
  • bakujirou Rafael P. Alexander
    2014-04-12 00:52:53 -0300 Thumb picture
    bakujirou checked-in to:
    Post by bakujirou: <p>Buenas noches. Eu vi que o meu perfil aqui esta
    Pokemon Diamond Version

    Platform: Nintendo DS
    2446 Players
    58 Check-ins

    Buenas noches. Eu vi que o meu perfil aqui esta muito largado, então, enquanto eu ainda não me decido o que farei, postarei algo relacionado com o jogo de Pokémon Diamond, que efetivamente levei uns 5 meses para finalizar a história do jogo principal em meados de 2008.

    Existe uma linha de mangás famoso no meio dos pokéfans, o PokémonSpecial (Pokémon Adventures na versão para o Ocidente). Por um acaso, tambem foi em 2008 que comecei a ler os mangás de pokémon. Eu sempre tive uma grande admiração por este mangá, todos os desfechos das lutas e toda a parte da drama dos personagens. Ao ler atualmente a saga de Diamond, Pearl e Platinum (retratado como "o arco 7" no mangá) percebi que tive muitas experiências divertidas neste arco. E algumas delas ficaram muito bem retratadas, como por exemplo, a exploração da imaginação do autor para dar mais vida para personagens não muito bem explorados nos jogos. Como a Maylene, Candice, Fantina e, um dos mais interessantes, Volkner, Byron e Crasher Wake. Gostei muito de como foi explorado as cenas de batalha de gym leaders e também, lembro perfeitamente de minha ansiedade por ver o sr. Riley aparecendo no mangá (Riley é um treinador NPC que o ajuda a explorar a Iron Island nos games) e fiquei bem contente da forma em que ele aparece.

    2
  • bakujirou Rafael P. Alexander
    2014-03-14 20:40:36 -0300 Thumb picture
    Post by bakujirou: <p>Este é um questionário que encontrei navegando e

    Este é um questionário que encontrei navegando entre alguns perfis que encontrei nesta comunidade...

    1 - Nome Real, idade.

     Rafael Pablo. Idade atual, 25.

    2 - Localização (cidade, estado). 

     Amazonas.

    3 - Quais consoles possui hoje em dia?

     Playstation 2, GBA SP, 3DS.

    4 - Quais consoles já teve e hoje não tem mais?

     NES, SNES, N64, nesta sequência.

    5 - Qual o estilo de game preferido?

     Gosto dos games Plataforma e/ou Action. Mas sei apreciar alguns games de RPG.

    6 - Qual estilo de game você passa correndo?

     Jogos de esporte, com poucas exceções. Como por exemplo, Tenis (daquele de quadra e tudo o mais) e alguns de corrida.

    7 - Qual o jogo mais marcou história? Por que?

     Pokémon Mystery Dungeon. Eu acompanho a franquia durante anos da série principal de RPG (como o Gold e Silver ou Ruby e Sapphire), dai, quando surgiu a franquia Mystery Dungeon eu surtei. Sou fã incorrigivel desta série.

    8 - Qual o game você mais odiou ter jogado?

     Zombies Ate My Neighbours (de SNES, se estiver com alguma palavra escrito errado, me desculpem). Antes que perguntem, sim, eu joguei. E BASTANTE. Passei horas a fio jogando, mas nunca consegui completar este game. E tentei jogar ele repetidamente durante semanas. Quando eu percebi, estava jogando-o por 3 meses. Fiquei desestimulado com a raiva acumulada pela dificuldade do jogo... Tanta raiva que eu dei sumiço no cartucho (ou quebrei ou queimei, não tenho nem memórias do que aconteceu com ele).

    9 - Qual game gostaria de ter jogado mas nunca teve a chance?

     Ogre Battle 64 (para N64). Eu achei muito intrigante o jogo, mas nunca vou conseguir jogá-lo... Primeiro, porque não possuo mais N64. Segundo, testei jogar pelo emulador e em uma determinada parte do jogo... ele trava e não avança mais. Acabei desistindo de jogá-lo...

    10 - Quem foi o melhor parceiro de jogatinas até hoje?

     Um velho amigo de infância, que por um acaso, já perdi contato, chama-se Marllon. Além dele, tem a minha irmã mais velha, Paulina.

    11 - Qual o pior companheiro de games até hoje?

     Minha mãe conta? Bom, eu até tentei ensinar a jogar, mas é meio complicado...

    12 - Qual sua profissão/formação?

     Sou atendente callcenter.

    13 - Quais consoles ainda deseja possuir?

     Futuramente um Wii U.

    14 - Quais games você está ansioso para jogar?

     Rayman Legends ou Rayman Origin, Super Smash Bros. for 3DS.

    15 - Qual o melhor console/sistema você já jogou?

     Fico indeciso entre o NES, pelo fator nostalgia, ou entre o GBA, pela diversidade de jogos que existem nele.

    Questionário de @perfilgamer

    Pokemon Mystery Dungeon: Red Rescue Team

    Platform: Gameboy Advance
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    3
    • Micro picture
      bakujirou · over 1 year ago · 2 pontos

      como atualmente tem uma persona que esta apresentando novas pessoas recomendo olhar a ideia deste post/ questionario. @bemvindos

      2 replies
  • harrylee Willian Lee Iwasaki
    2013-07-22 11:58:52 -0300 Thumb picture
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    Fãs realizam petição para trazer Digimon World Re:Digitize Decode

    Um grupo de fãs da marca Digimon organizou-se recentemente para publicar na rede uma petição pedindo para que a Namco Bandai lançasse o game de Nintendo 3DS Digimon World Re:Digitize Decode no Ocidente.

    Você pode conferir a página, que busca assinaturas, clicando aqui http://www.change.org/petitions/namco-bandai-games-europe-america-localize-digimon-world-re-digitize-decode-for-3ds

    Recém-lançado no Japão, Decode é uma versão expandida de Re:Digitize, que saiu exclusivamente para o PSP em 2012. O jogo é um RPG desenvolvido pela Tri-Crescendo no qual um garoto de 14 anos é transportado para o mundo digital e deve utilizar os monstros para sobreviver.

    Até o momento, a petição já reune cerca de 5 mil assinaturas de fãs. A Namco Bandai ainda não pronunciou-se oficialmente sobre a possibilidade de um lançamento ocidental do jogo.

    Fonte: NeoGAF

    Digimon World Re:Digitize

    Platform: PSP
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      deletado999999 · almost 6 years ago · 0 pontos
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      tsutomu · almost 6 years ago · 0 pontos

      assinado

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      harrylee · almost 6 years ago · 0 pontos

      vamos assinar para mostra para Tri-Crescendo e Namco Bandai que tem muita gente com interesse jogo para eles trazerem o porte do jogo para cá

  • bakujirou Rafael P. Alexander
    2014-02-16 22:40:54 -0300 Thumb picture

    Primeiramente, bem-vindos

    Holas, buenas noches. Eu costumava fazer muitos posts com comentários de jogo (gameplay) de alguns dos jogos que achava interessante ou que eram muito diferentes, contando sobre as minhas experiências e minhas surpresas encontradas durante o jogo.

    Futuramente planejo voltar a postar, pretendo criar posts de gameplay ou alguns reviews se eu tiver um tempo livre e disposição para tal tarefa. Bom, obrigado por lerem até aqui, hasta luego.

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      jugemu · about 3 years ago · 2 pontos

      Seja bem vindo.... com uns dois anos de atraso e chegando bem depois de você. XP

      1 reply
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      leohirano · about 3 years ago · 2 pontos

      Bem vindo

      2 replies
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      hilquias · about 3 years ago · 2 pontos

      bem vindo bakujirou, sinta-se me casa hauhauahuahauah

      1 reply
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