bakujirou

Classpect Heir of Life. http://www.listal.com/list/to-complete-games

You aren't following bakujirou.

Follow him to keep track of his gaming activities.

Follow

  • 2019-07-11 12:18:00 -0300 Thumb picture
    Thumb picture

    Entrevista de Bakujirou!

    Ele se chama Rafael, fez exatos 31 anos no dia de nossa entrevista e é um fã inveterado de Pokémon e mais recentemente de Fire Emblem!
    Confiram nossa entrevista com um dos membros mais antigos que já passou em nossa persona. @bakujirou

    https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1jMG90T9mrUzyWt8b55H6Kp9ZLFeAny5T


    Personas e perfis citados nessa entrevista:
    @suicune
    @thecriticgames
    @fire_emblem
    @animalcrossing
    @jessie
    @hard_frolics
    @belmontsdomain


    Arte do artista Cross-Flame.

    Pokemon Mystery Dungeon: Explorers of Time

    Platform: Nintendo DS
    351 Players

    39
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 5 months ago · 3 pontos

      Hoje a tarde vou ver (tô escrevendo pra lembrar de ouvir ,/ receber notificação).

    • Micro picture
      bakujirou · 5 months ago · 3 pontos

      Adendos foi em 1.o de junho o meu niver, mas tudo bem, gracias pelo post e fico lisonjeado pela oportunidade e por lembrar de mim depois de tanto tempo em que o projeto tinha parado. Eu acho admirável como voce se empenha em projetos assim, admiro isso nas pessoas! <3

      3 replies
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 5 months ago · 3 pontos

      Olha...um carinha de Manaus. Alvanista tem pessoas de todo canto do Brasil...e do mundo (sei que um está em Portugal e uma mina lá na Suíça...).
      ...
      Também não sou fã daquele controle da Nintendo não... excessivamente pequeno... botões ruins pra pressionar... excessivamente quadrado... visualmente feio...😅😅😅
      ...
      O gatinho no fundo do vídeo... não para de miar 😅😅😅
      ...
      Olha o tamanho do nome do game mencionado no final...carai!😂
      ...
      FELIZ ANIVERSÁRIO.🥳🥳🥳

      1 reply
  • flaviometal Flavio Venturini
    2016-01-21 18:19:53 -0200 Thumb picture
    Thumb picture

    TUTO: ATALHOS PARA EMULADORES NO STEAM

    Medium 3243340 featured image

    Taí uma dica bacana, que nem é novidade pra ninguém, porém muito útil pra quem joga no PC e usa o Steam, principalmente no modo Grid ou Big Picture. Trata-se de criar um atalho para ROMS ou ISOS de seus jogos preferidos, para que eles fiquem como se fossem jogos da própria plataforma Steam, seja no visual da interface ou na execução. O resultado é pra lá de legal, pois dá pra colocar a imagem de grid que você bem entender, além de executar o jogo automaticamente, sem aquele percalço todo de ter que executar o emulador, carregar o jogo pelo menu, colocar em tela cheia, etc. Vamos lá?

    Basicamente, serão três processos:

    - CRIAR O ÍCONE DO JOGO NO STEAM;

    - ALTERAR AS PROPRIEDADES DO ÍCONE;

    - MUDAR A IMAGEM DE GRID DO STEAM;

    Lembrando que, para cada jogo adicionado, os 3 processos deverão ser repetidos, beleza?

    CRIANDO O ÍCONE DO JOGO NO STEAM

    Primeiramente vamos criar o ícone em si. Basta já ter em mente o jogo e seu respectivo emulador que você quer colocar (usaremos como exemplo o jogo Dragon Quest VIII, de PS2), e claro, ter o emulador já pré-configurado antes. Aí é só aplicar os seguintes passos:

    1. Com o Steam aberto, vá lá em cima, no menu JOGOS, e selecione ADICIONAR JOGO NÃO STEAM À BIBLIOTECA:

    2. Na tela que se segue (Adicionar Jogo), procure o executável do emulador em questão. Vamos utilizar à exemplo o PCSX2, emulador de PS2, que está atualmente na versão 1.4.0. Basta ir em "Procurar" e selecionar o executável do emu. Após selecionado, o executável aparece no topo da lista, basta então clicar em ADICIONAR SELECIONADOS.

    3. Pronto! Nosso novo atalho vai aparecer no Steam, seja no modo Grid, Detalhes ou Lista:


    ALTERANDO AS PROPRIEDADES DO ÍCONE

    Agora, precisamos alterar as propriedades do ícone para que o jogo entre diretamente, além de inserir as linhas de comando de cada emulador. As linhas de comando nada mais são do que pequenos "gatilhos" (ou comandos) que fazem o emulador funcionar sem usar um GUI (aquela janela de configurações do emulador). Os comando são diversos, e cada emulador tem os seus próprios comando. Aqui, usaremos os comandos para fazer que o jogo/emulador abra corretamente assim que o ícone for executado no Steam, como se fosse um jogo da própria plataforma mesmo. Bom, nada melhor do que colocar a mão na massa pra entender, não é? Então aí vamos nós:

    1. No ícone que foi criado no passo anterior, clique com o botão direito do mouse e selecione PROPRIEDADES:

    2. Na nova janela que se abriu, serão feitas duas alterações. A primeira é trocar o nome do executável do atalho para o jogo em questão (no caso, mudar de pcsx2 para Dragon Quest VIII). Esse é o nome do jogo que vai aparecer para seus amigos quando você estiver online e jogando, além de fazer com que os jogos fiquem em ordem alfabética:

    3. A segunda alteração será na linha Destino. Aqui, vamos "mostrar" pro Steam onde se encontra o emulador, o jogo e também as linhas de comandos que contem algumas opções do emulador, tudo escrito na mesma linha, com aspas, e separado por espaços. Para o emulador que estamos usando (PCSX2), vamos usar o seguinte padrão:

    "X:\CAMINHO_DO_EMU.exe" "X:\CAMINHO_DO_JOGO.iso" --fullboot --fullscreen

    Basta trocar o X pela letra da unidade do seu HD onde se encontra o emulador ou jogo em questão, CAMINHO_DO_EMU.exe pelo diretório onde se encontra o executável do emulador e CAMINHO_DO_JOGO pelo diretório da rom/iso do jogo. O --fullboot é uma dos comandos do emulador, e colocando ele significa que toda vez que carregarmos o jogo, a BIOS do PS2 será carregada, e você ouvirá aquele som clássico do boot do console (eu acho legal, mas se quiser tirar, fique à vontade). Já o comando --fullscreen é autoexplicativo: o jogo já entra em tela cheia. É importante também NÃO REMOVER AS ASPAS, senão não funciona. Ah, e claro, tudo deve ser inserido nessa única linha de Destino.

    Para entenderem melhor, para o atalho do DQVIII, o meu aqui ficou assim:

    "E:\GAMES\EMULADORES\PS2\pcsx2-1.4.0\pcsx2.exe" "E:\GAMES\PS2_ISO\Dragon Quest VIII.iso" --fullboot --fullscreen

    ONDE:

    Existem outros comandos para o emulador em questão, mas não vou entrar em detalhes pois existem vários e a maioria não é necessário. Um exemplo é o comando "--nogui" que vejo o pessoal usar bastante. Ele faz com que o GUI (janela de configurações do emulador) não apareça ao carregar o jogo, mas no meu caso prefiro deixar sem esse comando, já que ele impede você se usar as funções do emulador (como Save States, e configurações gerais). Pode ficar tranquilo, pois mesmo com o GUI ativado, o jogo é carregado em tela cheia sem que você nem perceba que o GUI está lá.

    Outra dica: perceba que, no fim da linha Destino existe um pequeno quadrado com o símbolo "PT" nele, impedindo você de ver a linha de comando inteira. Basta clicar no símbolo "PT" com o botão direito do mouse, selecionar a opção Idioma e mudar para o inglês, assim o "PT" some e torna mais fácil a edição.

    Para outros emuladores, como já dito, cada um possui suas próprias linhas de comando, ou seja, os comandos mudam entre um emulador e outro. Não dá pra usar o comando --fullboot no emulador de Gamecube, por exemplo, pois não funcionará. Ah, e a ordem dos comandos também é importante. Vamos aos exemplos: 

    GAME CUBE/WII: Vejam como fica com o emulador Dolphin (GC/WII):

    "E:\GAMES\EMULADORES\GC-WII\dolphin-4.0-5416-64\Dolphin.exe" /e "E:\GAMES\GC_ISO\STARFOX ADVENTURES.iso" /b

    Nesse caso, o comando /e serve para carregar a iso em questão, e o /b no final serve para que o GUI do emulador não fique na frente do jogo ao ser carregado, além de fazer com que o emulador feche automaticamente ao sair do jogo. No caso do Dolphin, a configuração de tela cheia deve ser feita no próprio emulador, já que ele não possui tal linha de comando para isso.

    SUPER NINTENDO: agora com o emulador de Super Nintendo (ZSNES):

    "E:\GAMES\EMULADORES\SNES\zsnesw.exe" "E:\GAMES\_EMULADORES_\SNES\Zsnesw151\roms\Donkey Kong Country.zip"

    Para SNES, não é necessário linha de comando alguma, só os caminhos do emu e da rom. A opção de tela cheia também deve ser feita no próprio emulador.

    DREAMCAST: E finalmente, para quem quiser colocar atalhos de ISO's de Dreamcast:

    -config ImageReader:DefaultImage="E:\GAMES\_Dreamcast_ISO_\Shenmue\shenD1.cdi"

    No caso do Dreamcast, além da configuração feita no atalho do Steam como acima (lembrando novamente: tudo na mesma linha), algumas alterações devem deve ser feitas no ini do emulador (estou usando o nullDC, que pra mim ainda é o que roda melhor, não curto muito Demul). Basta abrir o arquivo nullDC.cfg com qualquer editor de texto (como o bloco de notas do próprio Windows), localizar os parâmetros a seguir e mudá-los conforme abaixo:

    Emulator.AutoStart=1

    AutoHideMenu=1

    Fullscreen=1

    LoadDefaultImage=1

    DefaultImage=E:\GAMES\_Dreamcast_ISO_\Shenmue\shenD1.cdi 

    (exemplo de caminho onde está a ISO do jogo, deve ser mudado conforme seu diretório/nome da ISO)

    NINTENDO DS: À pedidos do camarada @s4nn1n (e com a ajuda dele), vou deixar aqui também um exemplo de configuração para o emulador Desmume. Infelizmente, o emulador de Nintendo DS em questão não possui nenhuma linha de comando para que o jogo seja executado em tela cheia, portanto temos que apelar para outros métodos, como a criação de um script. O AutoIt seria uma opção, mas depois de pesquisar em alguns fóruns, encontrei no NGEmu um tópico onde o usuário yeshuachrist ( LINK ) criou um script em VBS, que faz com que o emulador seja executado, abrir o jogo que você definir no script, e entrar em tela cheia, tudo de forma automática. Aí, foi só adicionar o caminho do script no Steam e voilá! Basta fazer então 1 script para cada jogo que você quiser adicionar no Steam, mudando apenas o caminho do jogo para cada um deles. Segue o script de exemplo:

    ----------------------------------------------------------------------------------------

    Set objShell = WScript.CreateObject("WScript.Shell")

    objShell.Run "DeSmuME_x64.exe ––cpu-mode=15"

    Wscript.Sleep 60

    objShell.SendKeys "%"

    Wscript.Sleep 60

    objShell.SendKeys "F"

    Wscript.Sleep 60

    objShell.SendKeys "O"

    Wscript.Sleep 60 

    objShell.SendKeys "G:\Roms DS\0056 - Super Mario 64 DS V1 1

    Wscript.Sleep 60

    objShell.SendKeys "{ENTER}"

    Wscript.Sleep 60

    objShell.SendKeys "%{ENTER}"

    ----------------------------------------------------------------------------------------

    Basta copiar o conteúdo que está entre o traçado (não copiar o traçado), colar num arquivo TXT novo, e renomear a extensão .TXT para .VBS. É válido lembrar também que se necessário, você deverá mudar o nome do executável que está no script conforme sua versão do Desmume, bem como o caminho onde se encontra o jogo (ambos em negrito).

    Depois de criado, salve esse arquivo .VBS dentro da pasta onde está o executável do emulador, e teste para ver se funciona. Se rodar o jogo e entrar em tela cheia, é porque deu certo. Aí é só adicionar esse arquivo VBS no Steam (ao invés do executável do emulador) e pronto! Nem é necessário mudar as propriedades do atalho, o atalho já está pronto!

    Para sair do jogo/emulador e voltar ao Steam, infelizmente somente com ALT+F4...

    (valeu pelos testes e pela mãozinha, @s4nn1n!)

    4. Com as duas configurações feitas, basta clicar em FECHAR e pronto: é só executar o jogo pelo Steam pra ver se deu tudo certo!

    Mas e a imagem/banner do jogo?

    MUDANDO A IMAGEM DE GRID DO STEAM

    Finalmente, a cereja do bolo: vamos mudar a imagem de grid do jogo. Existem alguns sites por aí dedicados a criar essas imagens para jogos do Steam, porém vou indicar o melhor deles na minha opinião: o Steam Banners ( LINK: http://steambanners.booru.org/ ).

    Lá tem imagem de tudo: jogo de SNES, PS2, WII, e tudo quanto é emulador no geral. Inclusive versões diferentes dos próprios jogos do Steam. Basta procurar pelo nome do jogo em questão, abrir a imagem desejada, salvar em alguma pasta e depois carregá-la no Steam. As imagens já são do tamanho exato para uso no Steam, então não é necessário edição alguma. qui, eu deixo uma pasta ÍCONES em algum lugar do PC e salvo tudo lá dentro, pra ficar mais fácil a localização. 

    Após baixar as imagens desejadas, vamos inseri-las no atalho do jogo do Steam da seguinte forma:

    1. Clique com o botão direito e escolha a opção DEFINIR IMAGEM PERSONALIZADA

    2. Agora basta clicar em PROCURAR, selecionar a imagem que baixamos anteriormente, clicar em DEFINIR IMAGEM e pronto!

    Taí, atalho criado. Agora o Steam ficou mais atrativo ainda com emuladores e roms espalhadas entre os jogos. É possível até criar categorias (ex. EMULADORES, SNES, PS2, etc) e mover os jogos pra lá.

    E é isso, pessoal. Tentei deixar tudo bem explicado e da maneira mais simples possível pra que não haja dúvidas. Parece ser complicado, mas é só fazer uma vez pra ver que não é difícil. A dica que dou é guardar um arquivo TXT com uma linha de exemplo para cada emulador, assim fica mais fácil na hora de criar novos atalhos, pois é só usar CTRL+C / CTRL+V.

    Se quiser colocar vários jogos de uma só vez, existe ainda uma maneira bem mais simples, que faz tudo de forma automática: um programa chamado Ice. Consiste apenas na edição de um arquivo inf, onde basta você colocar todos os caminhos dos emuladores e ROMS/ISOS que você quer que apareçam no Steam, executar o programa e pronto. Até as imagens de grid já são automaticamente baixadas e inseridas, tudo bem prático. Não vou cobrir o Ice nesse tutorial pois não o uso no momento, mas pelo pouco que mexi, parece ser bem simples. Só não o uso pois tenho preferência de colocar poucos jogos emulados no Steam por vez (só os que estou jogando ou pretendo jogar), mas é uma boa pedida pra quem quer colocar várias roms de SNES, por exemplo, e criar categorias no Steam, sem ter muito trabalho. Segue o link para baixar o programa: http://scottrice.github.io/Ice/

    Uma terceira opção ainda é criar um arquivo bat para cada jogo. É um pouco mais complicado por ter algumas linhas de comando de DOS a mais, mas a vantagem é que dá pra usar esse bat não só no Steam, mas em outro frontend ou programa gerenciador de jogos. Opções é o que não faltam!

    Pra quem se interessar, o pessoal do @emula já fez tutoriais parecidos (inclusive em vídeos), bem como nosso amigo @iremar, que tem alguns tutoriais bem legais e detalhados no Youtube, onde ele usa um método um pouco diferente ( como esse, por exemplo, usando o SNES9x:  ). Quis deixar meu registro aqui também, pra ficar mais fácil até pra eu passar para alguns amigos quando precisar. Qualquer dúvida, responderei aqui no tópico mesmo se precisarem, e conforme meu tempo estiver disponível. Se tiver algo a acrescentar ou alguma sugestão, sinta-se à vontade and let me know! ;)

    Forte abraço à todos!

    276
    • Micro picture
      flaviometal · almost 4 years ago · 10 pontos

      EDITADO 23/01/2016: galera, editei e adicionei também Nintendo DS à lista, pra quem se interessar...

      3 replies
    • Micro picture
      jaquearan · almost 4 years ago · 6 pontos

      Parabéns pelo post, muito bem explicado! Sei todo o trabalho que você teve pra fazer esse post.

    • Micro picture
      leocarvalho · almost 4 years ago · 4 pontos

      Show de bola! Muita nem gente nem sabe que existe essa opção de colocar atalhos para jogos não-steam na biblioteca. E é uma ótima dica com relação aos emuladores. Parabéns pela ideia!

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-06-19 10:36:20 -0300 Thumb picture
    Thumb picture

    Registro de finalizações: Starlink: Battle for Atlas

    Zerado dia 18/06/19

    Na época que a Ubisoft revelou Starlink: Battle for Atlas (SL), um monte de gente ficou curiosa, principalmente pelo fato de você acoplar uma nave ao controle e trocar suas parte. Eu sou um dos que ficaram "como isso vai funcionar?"

    O fato é que o jogo parecia ser algo muito complexo e personalizável, talvez com um multiplayer baseado em como você monta a sua nave e que meio que funcionaria como amiibo ou sei lá. Eu boiei muito 

    O maior choque acho que foi a inclusão dos personagens e naves do Star Fox na versão do Switch. Uma versão do jogo físico vinha inclusive com uma Airwing e uma miniatura do Fox pra por dentro dela! Interessante! Eu poderia mesmo ter uma navinha de Star Fox no meu quarto. Fiquei curioso, mas deixei pra me preocupar com SL mais pra frente.

    Quando o jogo foi finalmente lançado, vi uma galera internet afora interessada. Amigos compraram edições especiais e o escambau. Engraçado que os jogos da Ubisoft geralmente fazem a galera torcer o nariz, mas só de ter o Fox McCloud no jogo (além do sucesso que foi Mario & Rabbids: Kingdom Battle) o pessoal já saiu comprando sem pensar.

    O tempo foi passando, vi gente adorando o jogo (como adoram qualquer lançamento em sua época) em grupos do Facebook. Mais tarde eu só vi gente dizendo que o jogo é enjoativo de tão repetitivo. Os amigos da edição especial incluíram essa e outras reclamações sobre SL quando conversávamos sobre ele. O fato é que ninguém parecia o odiar, mas aparentemente era só um jogo qualquer.

    Recentemente um cara anunciou esse jogo por apenas R$100 e eu não pensei duas vezes. Estava querendo jogar e mesmo se fosse fraco, poderia passar pra frente por no mínimo o mesmo preço!

    Resolvi começar a aventura logo que comprei pois amigos se interessaram (e quero pegar jogos deles também).

    O jogo abre cheio de instruções sobre ele mesmo e os usos das miniaturas e logo te dá a tela inicial e a possibilidade de escolher entre o esquadrão principal ou do grupo Star Fox, que são os personagens clássicos da série. Eu, que sou um grande adorador de Star Fox 64, fui com o grupo do Fox, até porque são eles que fazem a diferença na versão do Switch.

    Logo depois de umas cinemáticas legais, o jogo começa te ensinando os comandos e mecânicas básicos. Você viaja pelo espaço e por planetas, batalha alienígenas, carrega coisas que acha por aí, voa de um lado pro outro etc. É aí que você começa a perceber que Starlink não é Star Fox, de jeito nenhum, apesar de toda a óbvia influência e mesmo se usar a nave clássica do N64.

    Primeiro que seu veículo não acelera sozinho. Você tem que segurar pra frente no analógico pra ele se manter indo pra frente ou segurar A pra ele ficar usando o boost. Nesse jogo as naves tem a tendência de ficar paradas onde estiverem e o analógico esquerdo meio que as movimentam  enquanto o analógico direito move a mira e a direção que a nave está apontando. Cada gatilho do controle atira com um lado da nave (você pode mudar as armas, sendo que elas se diferem por tipo de ataque, como fogo, gelo etc, padrões de ataque e cadência de tiro).

    Não demorou pra eu achar a jogabilidade bem ruim. Imagine você no meio do espaço com naves te atacando por todos os lados. No Star Fox 64, por exemplo, sua movimentação é mais horizontal e mesmo nas fases de movimentação livre, você sempre tem noção de onde está. Já em SL, você tem 100% de liberdade de movimentação mesmo em seu próprio eixo e é comum você perder o senso de direção. As vezes eu encontrava uma estação espacial e queria coletar algo mas apareciam inimigos. Nos batalhávamos e logo em seguida eu fica rodando a câmera como doido pra ver se a encontrava novamente. As vezes eu tinha até voado pra longe e nem tinha percebido.

    Mas o ruim mesmo é o fato de o boost ser com A e a mira com o analógico direito, pois ou você faz um ou outro e a aceleração básica (analógico esquerdo) dá a impressão de que você está parado no meio da confusão toda.

    O maior foco, entretanto, é a jogatina nos planetas. Nessa parte o jogo me lembra muito Destiny pelo visual e a paleta de cores geralmente usada, com aqueles filtros que deixam a cor preta meio que azulada.

    A jogabilidade nos planetas é mais horizontal e consiste em dois modos: voando baixo e voando alto. Você pode trocá-los segurando R. Voar alto é o que eu esperava do jogo. Você curte a paisagem, tem liberdade, mas não tem muito o que fazer voando alto senão ir mais rápido para alguma missão. Além disso, o combate geralmente é pior porque você está rápido demais.

    Já perto do chão você pode ficar mais parado e mirar melhor, coletar loot que demanda que você puxe com um raio e execute umas manobras evasivas simples. Você vai acabar jogando muito mais assim. É dessa forma que você curte o cenário mais de perto e interage com estruturas, geralmente para aceitar sidequests ou construir bases aliadas.

    São cerca de 10 planetas numa galáxia e você pode ir e vir como quiser, como num mini No Man's Sky (mas até que deu certo) e todos meio que com as mesmas coisas para se fazer.

    Cada mundo tem diversos ícones espalhados pelo mapa. São missões que servem para remover a influência do mal naquele lugar e aumentar a sua própria. As missões são coisas como:

    -Base de vermes. Você as destrói e pode construir algo no lugar, como uma mineradora que fica gerando dinheiro ou achando partes para equipar na sua nave;

    -Chefões, que são batalhas legais (mas sempre a mesma);

    -Extrator. É meio que uma base gigante e cheia de inimigos que requer que você destrua certas coisas na localidade antes de poder atacá-la. Geralmente dá boas recompensas;

    -Nave caída. Você está a escaneando e deve sobreviver dentro de um pequeno espaço até que o "download" termine;

    -Mais alguns outros.

    Em determinados momentos o jogo vai te obrigar a cumprir esse tipo de missão para aumentar sua influência ou conseguir grandes quantidades de certos recursos incomuns. É aí que o jogo parece estar de sacanagem (perto do final). Do anda eu tenho que sai colonizando todo lugar e construindo coisas caras só pra estória poder continuar. Sinto que o jogo deu uma brecada nessas partes e eles quiseram estender o jogo de uma forma forçada. Ainda assim, levei menos de 6 horas de jogo para terminar a aventura (mas pareceu no mínimo o dobro), apesar de terem faltado missões extras para serem feitas e acho que teve até planeta inexplorado (mas as missões são as mesmas de qualquer jeito).

    Resumindo: Starlink: Battle for Atlas é um jogo dividido em três partes: primeiramente você acha o jogo ok, depois começa a achar um saco, mas depois de o entender melhor, acaba sendo um jogo legal. Ele peca em diversos critérios e poderia ter sido algo bem maior (e não duvidaria se houvesse um SL2 no futuro), mas não me arrependi nem da compra nem da jogatina pelos R$100, principalmente sabendo que ele valerá a troca por outro jogo.

    De bom: visualmente incrível. Cutscenes muito legais. A trilha sonora é legal, apesar de parecer coisa dos Avengers no geral. Liberdade de exploração da galáxia muito bacana. É possível trocar de nível de dificuldade a qualquer momento, e isso pode ser útil em partes mega frustrantes.

    De ruim: tudo meio vazio pelo mapa do jogo. Missões repetitivas para poder terminar o jogo (me senti jogando sidequests). Tudo é muito caro, tanto para fazer upgrades e comprar habilidades quanto construir qualquer coisa. Jogabilidade esquisita e grande falta de um sistema de lock-on-target. Um monte de naves e partes que só podem ser abertas comprado pela eshop ou com as navinhas físicas (fica tudo a mostra no seu inventário). O enredo e personagens são super clichês e infantis, quase como naquelas séries 3D como Hot Wheels (mas duvido que uma criança curtiria esse jogo). Esperava maior vantagem em jogar a versão do Switch. Mesmo Fox e seu time não fizeram diferença nenhuma.

    No geral, eu não recomendaria o jogo senão por um preço muito baixo. As miniaturas são bem mais legais do que a experiência em si. Se tiver a oportunidade e curtir jogo de nave, jogue sim, mas lembre-se: não é Star Fox! Definitivamente uma experiência que não fede nem cheira e nada memorável.

    Starlink: Battle for Atlas

    Platform: Nintendo Switch
    41 Players
    4 Check-ins

    24
    • Micro picture
      roberto_monteiro · 6 months ago · 2 pontos

      Li tudo, mas estava procurando por isso aqui: "No geral, eu não recomendaria o jogo senão por um preço muito baixo. As miniaturas são bem mais legais do que a experiência em si. Se tiver a oportunidade e curtir jogo de nave, jogue sim, mas lembre-se: não é Star Fox! Definitivamente uma experiência que não fede nem cheira e nada memorável."

      Obrigado por uma ótima e direta análise do jogo!

      1 reply
  • 2016-06-15 13:35:21 -0300 Thumb picture
    Thumb picture

    Alva Submissions... Revival!?

    Ola alvanistianos, aqui quem fala é a persona Submissions, especificamente @thecriticgames um dos membros do alva e co-fundador dessa tão util Persona ao lado de figuras @suicune e @bakujirou 

    Quem frequenta o Alva faz tempo sabe como sempre foi uma agonia o cadastro e a demora de aprovações no alva, quando não a aprovação de jogos de forma erronea (capas e nomes errados atrapalhando até mesmo a busca aqui) e há pouco mais de 1 ano atras criamos esta persona com o intuito claro de dar uma mão com essa problemática e necessária parte do alva.

    Porem, era trabalhoso, principalmente quando se trata de um serviço continuo que toma tempo, e sendo nós, membros da persona, seres de carne e osso que trabalham, estudam e tem muitas obrigações quase sempre estávamos sem tempo para a pesquisa e trabalho necessário, ainda mais se tratando de algo beneficente o qual não temos nenhum retorno financeiro (não temos e jamais cobraríamos por tal serviço por razões obvias).

    Pois bem... O revival pode ocorrer e justamente por isso a persona esta recrutando membros ja que mais uma vez, este serviço é necessário.

    @_gustavo @gradash @natnitro  e demais habitantes do Alva, o convite esta aberto para quem quiser se voluntariar, lembrando que é preciso que você tenha tempo, disposição e aquele minimo de disciplina pra seguir normas aceitáveis de cadastro aqui do alva, ao invés de sair aprovando e reprovando o que gosta e não gosta respectivamente.

    Qualquer coisa, deixem nos comentarios, té+ pessoas.

    23
    • Micro picture
      rafaelseiji · over 3 years ago · 2 pontos

      eu ja cadastrei varios jogos aqui e a grande maioria foi aprovado, por ter contato direto com lojas japonesas, costumo achar bastante coisa por lá que ainda nao foi cadastrada aqui, acho que se somar tudo já cadastrei mais de 50 jogos aqui no alva... Só que não entendi muito bem o que eu iria ter que fazer na persona, poderia me explicar?

      4 replies
    • Micro picture
      bakujirou · over 3 years ago · 2 pontos

      :V compartilhando para espalhar...

    • Micro picture
      natnitro · over 3 years ago · 2 pontos

      Valeu pela lembrança, mas no meu caso é meio complicado participar justamente pela disciplina, ate porque meu trabalho é em grande parte noturno e meu horário é sempre uma bagunça por causa disso... :-)

      1 reply
  • bakujirou Rafael P. Alexander
    2019-05-02 06:21:26 -0300 Thumb picture

    OFF

    Só voltei aqui para postar sobre o meu paradeiro, caso queiram saber.

    Eu ando bastante no discord, tanto que eu aceitei o grupo do alvanista por lah, mas caso nem assim me verem, manda um direct mesmo que eu respondo, ok?

    usertag Bakujirou # 1 7 7 8

    19
  • hukori Victor 細川
    2019-02-06 15:08:18 -0200 Thumb picture
    Thumb picture

    Dica para estudar jogando!

    Medium 3702192 featured image

    Olá pessoal!

    Estava falando com alguns alunos e com alguns amigos meus e eles me soltam essa pergunta de vez em quando "quando você acha que é bom eu pegar para jogar algo em japonês?" e eu sempre respondo "quando você quiser." mas ainda assim sinto um pouco de resistência neles em tentar fazer isso e notei que isso é bem comum, como por aqui eu volta e meia vejo um pessoal interessado no idioma por causa de jogos que saem em sua maioria somente nesse idioma, vou explicar porque eu respondo dessa forma e dar uma ajudinha básica (bem por cima) para quem está meio perdido com relação a estudar o idioma de um ponto de vista de professor e também levando em conta coisas que eu fazia quando criança quando ia aprender um idioma novo. 

    Alfabeto:

    Diferente de mim, vocês tem a vantagem de já saberem um idioma ou dois então não precisa necessariamente aprender a falar antes de aprender a escrever, até porque o japonês é um idioma que usa alfabeto completamente diferente do romano (que é o que usamos no ocidente). Eu sempre recomendo aprender os "kana" primeiro de tudo, porque assim você pode ir treinando e se acostumando com as palavras de forma mais natural e treinar seus olhos e mente para tornar esse alfabeto algo mais simples é possível e tira aquele medo quando você se depara com um texto.

    Os "kana" são os alfabetos japoneses simples: "Hiragana" usado para palavras de origem japonesa e o "Katakana" usado para palavras de origem estrangeiras.

    IMPORTANTE: Sempre que escrever uma letra, fale qual letra é ela, dessa forma você grava melhor e um pouco mais rápido. Outra coisa importante é lembrar que regras gramaticais do Português não se aplicam aqui, então "Ka, ki, ku, ke, ko" tem som de "Ca, Qui, Cu, Que, Co", "Sa, Shi, Su, Se, So" tem som de "S" mesmo, som de "Z" é apenas para palavras que escrevem realmente com "Z" e essa mesma regra serve para o "R", "Ra, Ri, Ru, Re, Ro" não se fala como "RR" esse som vem do "H" e é usado em "Ha, Hi, Hu, He, Ho", e por ultimo "Chi" se fala "Ti".

    No inicio é meio complicado, mas quanto mais rápido você se acostumar com o alfabeto e parar de usar o alfabeto romano para japonês, essa parte vai ficando mais fácil.

    -O que estudar: Alfabeto básico (a imagem que passei), "Ten-Ten", "Maru" e "Ditongo"

    Vocabulário:

    Aprender um vocabulário novo é algo que você só se consegue com pratica, você pode devorar um livro de palavras, mas se não praticar, acaba esquecendo, assim como amigos meu que esqueceram japonês por que pararam de usar quando chegaram no Brasil.

    Uma forma de estudar isso é usando dicionario e o próprio google (ele é uma grande porcaria para frases, mas ajuda quando sua duvida é uma unica palavra) e se consegue palavras novas fazendo algo que você gosta, lendo algo ou jogando nesse caso. No inicio algumas frases não farão sentido, mas você provavelmente vai conseguir entender, vou dar dois exemplos básicos.

    1 - わたしはHukoriです。よろしくおねがいします。

    1 - "Eu sou Hukori. Conte comigo se desejar."

    Nesse primeiro exemplo as frase é traduzida e mesmo que estando na sua forma literal, não é preciso mudar para ser interpretada no Português.

    2 - ねえちゃんいっしょにたたかおうだ!

    2 - "Irmã mais velha junto lutarei!"

    Nesse caso a frase traduzida de forma literal não ajuda muito, mas podemos colocar ela assim em português:

    2 - "Lutarei junto com a minha irmã!"

    Agora vem a explicação do porque respondo "quando quiser".

    Basicamente ter estudado esses 2 pontos básicos, agora você consegue começar a caminhar com as próprias pernas e vontade, obviamente com um limitação, mas consegue.

    Vocês já devem ter se deparado ou ouvido falar de "Kanji" que é o alfabeto japonês mais complicado por ele vem do Chinês, mas não se preocupe com ele agora, você o derrota com tempo e pratica. Alguns produtos são feitos para um publico mais infantil e crianças japonesas não estudam Kanji logo no inicio da escola por isso existe o "Furigana" 

    que é a forma que se lê aquela determinada palavra ou Kanji.

    Com isso você consegue identificar a leitura e então pesquisar a palavra. Você pode demorar bem mais para ler um mangá ou passar a caixa de texto no inicio, mas seu aprendizado com o idioma vai evoluir muito mais rápido fazendo isso.

    Kikitori:

    Kikitori é o ato de treinar oque ouve e o que fala, esse caso não é muito interessante para aqueles que só buscam aprender o idioma apenas para ler uma série ou noticias mas, caso a pessoa queira também com o tempo aprender a falar e entender oque estão falando, essa parte se torna a mais importante.

    Algo que costumo fazer no inicio é colocar o jogo, filme ou serie no idioma que quero aprender e a legenda no idioma que tenho mais prática e vou analisando as palavras ditas e o que está na legenda (faço o oposto também para pegar pratica com a leitura dinâmica do outro idioma). Todos sabemos que legenda nenhuma é 100%, mas ela está lá para te dar o entendimento da frase e contexto e não sua tradução literal, por isso é importante lembrar que fazendo isso você aprende a interpretar uma frase e não a traduzir ela.

    Mas o ponto aqui é ouvir uma palavra ou frase que você conhece e se acostumar a ouvir ela e a falar ela. Com relação a japonês o melhor também é começar com coisas mais infantis por que a forma de falar é diferente.

    Note que mesmo a forma de falar tem diferença, por isso não sinta vergonha de treinar Kikitori com algo mais infantil antes de ir para filmes e novelas.

    Concluindo: Não tenha medo de tentar e demorar, não tenha vergonha nenhuma em demorar para ler um folheto que não é de seu idioma (isso pode ser perigoso também dependendo do aviso).

    A agilidade e pratica vem com o tempo, você também cansou de morrer em Dark Soul e em jogos antigos até mais difíceis e nem por isso sentiu vergonha de jogar vídeo game.

    Outra coisa, se tiver alguém que queira estudar esse idioma junto com você também ajuda bastante, praticar mesmo que com coisas inicialmente banais como só "ola, tudo bem?", depois você vai notando a evolução dos dois durante uma pequena conversa que vocês estavam treinando.

    84
    • Micro picture
      edknight · 10 months ago · 4 pontos

      Ótimas dicas maninho.
      Na época que eu estava mais dedicado a aprender o idioma, eu consegui decorar os Kanas, e isso já ajudou um bocado (tentei o kanji logo em seguida, e tirando meia dúzia deles, não aprendi nada e com o tempo acabei desanimando, mas pretendo voltar a estudar em algum momento). Sabendo o basiquinho do alfabeto já dá pra aprender um pouquinho de vocabulário e de gramática, e quando você joga ou assiste anime, dá pra reconhecer aqui e ali as palavras que já aprendeu.

      Outra coisa legal é que aprendendo bem os Kanas e sua pronúncia, dá pra descobrir o significado de frases que você ouviu. Eu costumo ir no Google tradutor, coloco o idioma japonês e ele substitui as letras digitadas pelos Kanas e já dá a tradução. Um exemplo que aconteceu comigo foi jogando o Dissidia Opera Omnia, o jogo tá traduzido pra inglês mas as vozes são jp, e ao usar um certo movimento da Selphie ela diz algo como "Minna o mamoru kabe". Eu fui digitando isso lá no tradutor (aí tem que ter um pouquinho de entendimento do idioma pra perceber o "N" duplicado, e saber que o "O" é na verdade o caracter "WO"), e no fim o tradutor me deu "みんなをまもるかべ", com a tradução "Eu vou proteger todo mundo", que faz bastante sentido no contexto do jogo. O tradutor até sugere kanji pra substituir algumas palavras, mas fazendo isso às vezes ele dá uma errada no sentido, mas já ajuda um pouquinho.

      3 replies
    • Micro picture
      artigos · 10 months ago · 3 pontos

      Parabéns pelo texto! O que acha de transformá-lo em um artigo?

      6 replies
    • Micro picture
      pedromelo · 10 months ago · 3 pontos

      Ótimo texto! Alguém tem alguma sugestão de mangá ou jogos para quem está aprendendo? Já fiz curso de japonês e sei hiragana e katakana mas meu vocabulário é bem limitado

      3 replies
  • bakujirou Rafael P. Alexander
    2018-12-19 03:25:31 -0200 Thumb picture

    off

    definitivamente nao quero voltar a postar aqui. A minha priori agora é postar pelo  https://gamerbook.com.br/gb/313-bakujirou-ipoahi.h...

    Vez ou outra venho aqui pra olhar o feed. APENAS.

    21
    • Micro picture
      roberto_monteiro · 12 months ago · 4 pontos

      A eu não arredo o pé daqui hahaha

      2 replies
    • Micro picture
      tiagodantas · 12 months ago · 3 pontos

      Eu ainda não me acostumei com gamerbook, prefiro 10.000x o alva XD

    • Micro picture
      manoelnsn · 12 months ago · 3 pontos

      Vou esperar e ver se esse gamerbook melhora, mas até o alva sair do ar, continuo aqui.

  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2018-12-10 12:46:30 -0200 Thumb picture
    Thumb picture

    Remake de Panzer Dragoon I e II em produção

    A Sega formou uma parceria com a Forever Entertaiment para produzir e distribuir os remakes de Panzer Dragoon I e II Zwei.

    Nenhum plataforma foi anunciada até então, mas segundo a Sega, o primeiro jogo deve chegar no final de 2019 e o segundo apenas em 2020.

    Mais novidades virão durante o próximo ano

    Panzer Dragoon

    Platform: Sega Saturn
    242 Players
    6 Check-ins

    43
    • Micro picture
      fredson · about 1 year ago · 2 pontos

      Que inesperado...

    • Micro picture
      mastershadow · about 1 year ago · 2 pontos

      Olokooooooooooo

      3 replies
    • Micro picture
      jack234 · 12 months ago · 2 pontos

      Que coisa linda! Bom demais! Show! Aqui na torcida para capricharem!

  • bakujirou Rafael P. Alexander
    2018-12-08 21:32:26 -0200 Thumb picture

    RISCO

    Por meio de MEDO e desespero de perder posts, to salvando eles agora. E encontro o gamerbook como um escape de alguma catastrofe maior.

    15
  • tiagodantas Tiago
    2018-12-07 18:11:11 -0200 Thumb picture
    Thumb picture
    29
    • Micro picture
      rax · about 1 year ago · 3 pontos

      Ta complicado

    • Micro picture
      old_gamer · about 1 year ago · 3 pontos

      Agora estou ficando preocupado.....

    • Micro picture
      reasel · about 1 year ago · 2 pontos

      aqui ta demais cara, ainda bem que to quase terminando de migrar a wishlist

Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...