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  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-03-20 10:31:49 -0300 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>Primeiro check-in e eu vou pular todo o início d
    Dishonored 2

    Platform: Playstation 4
    186 Players
    19 Check-ins

    Primeiro check-in e eu vou pular todo o início do jogo e partir para falar logo da quarta missão: The Clockwork Mansion.

    Em tempos em que se fala muito em level design essa missão com certeza deve ser usada como referência. Simplesmente incrível. A satisfação de concluí-la pela primeira vez é enorme, ainda mais jogando o jogo da forma que ele merece ser jogado, sem matar e sem alertar ninguém.

    Mas o que ela tem de tão especial? Um intrincado sistema de alavancas espalhadas por todos os cômodos. A cada alavanca puxada o cenário é completamente transformado.

    E você vê que é real! Observa o ambiente se transformando, enquanto decide se fica onde está ou se pula rapidamente para o quarto que está indo para outro andar, incluindo a possibilidade de andar por entre as engrenagens que transformam a mansão.

    Isso, enquanto tenta passar por essas aberrações sem ser fatiado.

    Tudo com o intuito de derrotar o gênio louco que criou esse labirinto e resgatar um velho conhecido do primeiro jogo, em um jogo de gato e rato igualmente genial.

    Dishonored 2 conseguiu melhorar tudo do primeiro jogo, com missões que nunca te limitam em nada e com inúmeras possibilidades. Agora, essa missão para mim, colocou o jogo em outro patamar, como diria Bruno Henrique.

    Já concluí a quinta e iniciei a sexta missão, imaginando se o jogo vai conseguir manter o nível ou mesmo me surpreender novamente. Difícil.

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      _gustavo · 11 days ago · 2 pontos

      Cara, amo DIshonored, não sei se vc viu, bem no começo dessa missão, vc pode pegar um copo ou qualquer coisa e jogar no telhado de vidro, aí vc usa o blink pra subir lá em cima e vai até o alvo tudo por dentro das instalações, a liberdade que o jogo da de exploração é incrível

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 10 days ago · 2 pontos

      Adorei o primeirao❤️

  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-03-19 11:45:37 -0300 Thumb picture

    Desafio: Top Crush

    Seguindo o exemplo do @manoelnsn, vou realizar esse desafio, mesmo sem ninguém ter me marcado. Afinal de contas, ando com bastante tempo livre, devido a nossa atual situação.

    Regras:

    1 - Pode fazer um top 3, 5, 7, 10, 20, 100, fica a sua escolha.

    2 - A mídia fica a sua escolha também, mas se quiser pode fazer um misto de Games, Animações, HQs, Filmes e etc..

    3 - Marcar a persona @desafio e os amigos.

    Como as regras deixaram livre o tema vou fazer a minha VERSÃO JRPG do desafio. Vou marcar o @andre_andricopoulos porque o nome dele tá aqui embaixo na minha tela e aí eu consigo digitar sem errar e o @fernando_of_cydonia para ver mais um citando a Tear.

    Vou fazer em ordem aleatória, então já começo com ela:

    Tear Grants - Tales of the Abyss

    Uma das coisas mais impressionantes do jogo é o crescimento de Luke, que vai desde um completo idiota até se tornar o herói que se sacrifica para salvar o mundo. E ele deve praticamente tudo a ela. Tear é inigualável.

    Rinoa - Final Fantasy VIII

    Porque a primeira waifu a gente nunca esquece.

    Dana - Ys VIII Lacrimosa of Dana

    Partindo da primeira para a mais recente.

    Aqua - Kingdom Hearts

    Mais uma de cabelos azuis para a lista.

    Karin - Shadow Hearts Covenant

    Representando as ruivas, essa é daquelas que te faz comprar o jogo pela capa. Ainda bem que o jogo era excelente.

    Tae Takemi - Persona 5

    Representando todas as garotas da série Persona, nada melhor que a doutora metaleira, que vende drogas ilegais e usa o herói como cobaia.

    Kai - Valkyria Chronicles 4

    Apesar da minha personagem preferida da série ser a Alicia, vou de Kai nesse desafio.

    A2 - Nier Automata

    Jamais farei uma lista sem citar esse jogo. Melhor androide ever.

    Sorry, 2B! Também gosto de você.

    Hrist - Valkyrie Profile

    Entre Lenneth e Silmeria, decidi ir de Hrist. Sempre gostei mais do visual dela.

    Shiva - Final Fantasy

    Como numa lista de Bahamut não poderia faltar um summon, encerro com Shiva, em sua versão FF X.

    Tales of the Abyss

    Platform: Playstation 2
    901 Players
    33 Check-ins

    31
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      manoelnsn · 12 days ago · 2 pontos

      Tear, Wrist, Ass 2, Kai, Shiva... Bela seleção, rapaz!

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      _gustavo · 12 days ago · 2 pontos

      Dana , excelente escolha, ainda preciso chegar no Oitavo Ys, mas até fim do ano eu to nele kkk

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      tiagodantas · 12 days ago · 2 pontos

      Se a Shiva te ignorar significa que ela te deu uma gelada? XD

      2 replies
  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-03-18 10:34:15 -0300 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>Eu nunca fui muito fã de jogos em stealth. Mesmo
    Dishonored Definitive Edition

    Platform: Playstation 4
    89 Players
    8 Check-ins

    Eu nunca fui muito fã de jogos em stealth. Mesmo naqueles que te direcionavam para uma abordagem mais furtiva, eu preferia passar tocando o terror. Porém, cerca de três anos atrás, isso começou a mudar depois que joguei duas obras-primas do gênero: Dishonored e Alien Isolation.

    Enquanto não temos notícias de uma continuação para a aventura de Amanda Ripley, a saga Dishonored seguiu e o segundo jogo entrou imediatamente no meu radar. Talvez pela grande quantidade de RPG que eu tinha para jogar ou mesmo pela baixa exposição na mídia que o jogo teve, demorei bastante para pegá-lo. Acabei pegando os três jogos da franquia e resolvi fazer uma maratona da Arkane Studios, já que eu também tenho o Prey, começando, obviamente, pelo início.

    Iniciei replatinando o primeiro jogo e jogando pela primeira vez as ótimas DLCs The Knife of Dunwall e The Brigmore Witches, que além de nos mostrar a visão do assassino Daud fazem uma ponte com o segundo jogo. Foi o terceiro jogo do PS3 que zerei novamente no PS4. E a experiência foi tão boa quanto na primeira vez.

    É tão divertido jogar esse jogo tentando não ser visto e não matar ninguém, que só jogo matando todos pelo troféu de terminar em High Chaos mesmo. Mortes, apenas algumas criativas que tento fazer combinando poderes com armadilhas e dispositivos. É muito recompensadora a sensação de pensar em algo inusitado, imaginando se o jogo vai te permitir fazer aquilo, e no final ver o seu plano sendo bem sucedido.

    No momento, já me despedi de Dishonored e parti para o segundo, sempre à espreita.

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      gennosuke6 · 13 days ago · 2 pontos

      Amo esse jogo! Tbm nunca fui fã de stealth, mas esse me cativou.

      1 reply
  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-03-13 12:14:02 -0300 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>Finalmente, vou fazer esse check-in/out de DQ XI
    Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age

    Platform: Playstation 4
    43 Players
    28 Check-ins

    Finalmente, vou fazer esse check-in/out de DQ XI, que já finalizei há alguns dias.

    Não vou entrar em muitos detalhes dessa vez para não dar spoilers a quem ainda não jogou e quiser ler. O momento em que eu estava na última postagem era na verdade o início do segundo arco do jogo, onde nós temos que reunir nossa party novamente, encontrando-os em situações bem peculiares.

    É um dos momentos mais fortes do jogo, em que nos aprofundamos na história dos personagens e quando ocorre a resolução de algumas questões familiares, com destaque para o Erick, que prova ser muito maior que um mero acompanhante do herói.

    E por falar no herói, ele também consegue descobrir mais sobre o seu passado e zerar algumas pendências.

    Mas percebemos que mais algo deu errado em nosso primeiro embate com o vilão.

    De qualquer maneira, era necessário seguir em frente. Reforjamos a Espada da Luz e partimos para a luta final (ou não).

    Ao derrotarmos o vilão encerramos o jogo. Não é nenhuma surpresa que teríamos um pós-game, mas desta vez não foi simplesmente uma dungeon extra que te dá um final mais completo.

    Sem entrar em detalhes, posso dizer que o jogo entrou numa vibe Avengers Endgame no terceiro arco e aqui já inicio minha análise, pois não citarei o que ocorre nessa parte.

    Eu, particularmente, não gostei muito dela. Eis os motivos:

    Em primeiro lugar, quando você entra no campo que o jogo entrou, algumas regras precisam ser estabelecidas e cumpridas. O jogo não faz nenhuma das duas coisas. Muita coisa ocorre "porque sim".

    Além disso, eu sou contra o que provavelmente gerou essa decisão dos criadores do jogo. Para mim, morreu, morreu. Perdeu, perdeu. Destruiu, destruiu. Acho que o jogo cometeu o mesmo erro que Kingdom Hearts III. Tentar reverter algo para buscar um final de novela perfeito, tira a emoção dos acontecimentos passados.

    E por último, ficou tudo muito acelerado e inverossímil. É óbvio que eles não poderiam fazer outro jogo completo, mas algumas coisas que foram tão difíceis ficaram tão fáceis, com uma solução tão pobre, que me desagradou um pouco.

    (Todos em seus melhores trajes, prontos para a batalha final)

    Agora, os detalhes que citei de forma alguma tiram o brilho do jogo. É uma questão pessoal e até um pouco de preciosismo da minha parte.

    O fato é que Echoes of an Elusive Age é um jogaço. É tudo aquilo que eu esperava quando comecei a jogar. Tudo aquilo que se espera de um JRPG. Talvez uma lição para a Square, que vive tentando reinventar a roda com Final Fantasy e falha com uma certa frequência, deixando os grandes jogos da franquia cada vez mais distantes. Aqui, a fórmula é repetida, mas é feita com maestria. Os pequenos deslizes de roteiro podem até me impedir de dar uma nota 10, mas ele é certamente um dos melhores RPG da geração.

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      speedhunter · 18 days ago · 2 pontos

      Cheguei no "segundo arco", vou fazer um check in em breve. Mas tenho quase as mesmas impressões.

  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-02-10 22:16:09 -0200 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>Progredi bastante na história desde o último che
    Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age

    Platform: Playstation 4
    43 Players
    28 Check-ins

    Progredi bastante na história desde o último check-in. Poderia estar até mais longe, mas estou curtindo o jogo sem nenhuma pressa, explorando todos os cantos, conversando com todo mundo, fazendo todas as sidequests, entre outras coisas, como tentar ser perfeito na forja. Cada vez que paro em um acampamento, lá vou eu.

    Voltando ao jogo de onde havia parado, nosso herói teve que participar de um torneio de artes marciais (isso tá muito Dragon Ball).

    Um mistério envolvendo os participantes do torneio levou Bahamut e sua party a mais uma dungeon e mais um chefe.

    Os novos companheiros revelaram que o grupo deveria seguir para Dundrasil, terra natal do Luminary, onde descobriram que deveriam encontram seis esferas (do dragão?) para ter acesso a Yggdrasil. E os dois últimos integrantes se juntaram à party.

    Na busca por uma das esferas, nos deparamos com uma bela história de amor entre um humano e uma sereia, um dos melhores momentos do jogo até agora.

    (acho muito legal como as sereias sempre falam rimando. Lembrou Child of Light.)

    Depois disso, o grupo conseguiu salvar a cidade de Phnom Nonh, que passava por uma série de desaparecimentos ligados a um mural sinistro, e descobriu que há algo em comum entre todos os eventos. 

    (Mais uma das milhares de referências do jogo.)

    Próxima parada: uma cidade completamente congelada. Mais uma vilã derrotada e mais uma esfera coletada.

    Hora de reunir as esferas do dragão e partir para a árvore da vida. Estou evitando entrar em grandes spoilers, então só posso dizer que, como já era de se esperar... deu ruim.

    Ainda bem que minha rainha sereia estava atenta para garantir uma fagulha de esperança ao mundo.

    Após tantos problemas, só mesmo uma temporada com os monges tibetanos para encontrar paz de espírito antes de prosseguir na jornada.

    DQ XI tem sido tudo o que eu esperava e precisava neste momento. O jogo certo na hora certa. Daqueles que me faz reviver antigas sensações e me lembrar do porquê de eu gostar tanto de videogames. Posso estar falando cedo e me decepcionar depois, mas neste momento vale a reflexão.

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      topogigio999 · about 2 months ago · 3 pontos

      Quanto Kuririn nessa última imagem kkk

      1 reply
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      mastermune · about 2 months ago · 2 pontos

      Meu progresso ainda tá parado. Preciso terminar meus jogos pra voltar nele ;-;

      2 replies
  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-02-02 11:11:00 -0200 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>E começou...</p><p>#img#[685359]</p><p>O bom de
    Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age

    Platform: Playstation 4
    43 Players
    28 Check-ins

    E começou...

    O bom de jogar Dragon Quest é que você já sabe tudo o que o jogo vai te entregar. E o início não poderia ser diferente. Nosso herói oriundo de uma pacata vila embarca numa jornada para descobrir sobre o passado que havia sido escondido dele até então.

    No decorrer da aventura vamos fazendo coisas típicas de JRPG, como salvar donzelas em perigo...

    Conhecer novas cidades...

    Entrar na casa das pessoas e roubar o que elas guardam no armário...

    ... apesar de que nem todo mundo gosta disso...

    ... e fazer sidequests, como nessa em que tive que encontrar o gato da filha da Androide 18.

    Em seguida, o nosso herói se mete em um grande problema, mas escapa com a ajuda do seu primeiro companheiro de aventura.

    Mas logo novos integrantes vão se juntando à party...

    E com isso, todos embarcam na aventura com o Luminaire a fim de combater o Dark One... mas sempre encontrando tempo para um puff-puff.

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      manoelnsn · about 2 months ago · 2 pontos

      Pena que não adicionaram o modo 2D nas outras versões do jogo...

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      _gustavo · about 2 months ago · 2 pontos

      Gotyzão nervoso esse, excelente do começo ao fim

      3 replies
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      mastermune · about 2 months ago · 2 pontos

      Boaaa mano, esse jogo é lindo demais, eu ainda to no começo dele, mas depois que terminar alguns games que to jogando atualmente, vou continuar esse >D

  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-01-28 19:22:26 -0200 Thumb picture

    Finalizando as férias...

    Após concluir dois jogos gigantes em um período de férias diferente, no qual não tive como viajar, hoje foi dia de realizar uma boa faxina nas minhas crianças e arrumar o meu canto, por ordem da minha esposa. Eis o resultado final:

    Nada de mais. Apenas dei uma reorganizada nos livros e jogos no rack e já aproveitei para colocar o próximo jogo na agulha.

    Não tenho uma grande quantidade de mídias físicas, mas até que ficou legal, com posição de destaque para o meu Top 5.

    Volta ao trabalho, agora. O ritmo de jogatina dá uma diminuída, mas não para.

    Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age

    Platform: Playstation 4
    43 Players
    28 Check-ins

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      srnicko012 · 2 months ago · 2 pontos

      Só jogão monstro!

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      mastermune · 2 months ago · 2 pontos

      Boa mano, tenha um bom retorno ao trabalho! E muitos bons jogos pra vc por esse ano :D

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      santz · 2 months ago · 2 pontos

      Tem uma hora que temos que acabar com o lar das aranhas e traças.

      1 reply
  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-01-28 18:02:15 -0200 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>Finalizado duas vezes e platina que desafia os l
    Tears to Tiara II: Heir of the Overlord

    Platform: Playstation 3
    37 Players
    24 Check-ins

    Finalizado duas vezes e platina que desafia os limites da sanidade conquistada.

    Em primeiro lugar, vou falar um pouco sobre o jogo para aqueles que se interessam pelo gênero, já que é um jogo bem desconhecido.

    Tears to Tiara II é um jogo de estratégia que funciona basicamente em três ambientes: uma base onde podemos comprar itens, craftar armas e equipamentos e organizar a nossa party, as batalhas, que podem ser de história ou para treinamento e os trechos de história, com infinitos diálogos que lembram uma visual novel.

    O jogo narra a história de Hamil, herdeiro do reino de Hispania, país que agora está sob o domínio do Império Divino. Para defender Tarte, uma jovem que alega ser uma deusa, Hamil resolve liberar o seu poder reprimido durante anos, invoca o espírito de um antepassado e inicia uma rebelião para tomar seu país de volta.

    Ainda que pareça simples, a história ganha enorme complexidade ao constantemente incluir elementos de política e religião que fazem parte do mundo, além de desenvolver as histórias dos demais personagens, contando também com alguns plot twists. Uma ótima e complexa história, daquelas que só os JRPG sabem fazer.

    As batalhas funcionam como os RPG de estratégia convencionais, muito funcional, com uma dificuldade crescente e bem balanceada. Acima de tudo, o combate de Tears to Tiara é extremamente divertido e viciante.

    Resumindo, um ótimo jogo. Provavelmente foi ofuscado por grandes lançamentos e pela crítica relativamente negativa ou pela pouca publicidade, apesar de ter sido publicado pela Atlus.

    Na minha opinião, os portadores de um PS3 que gostam de jogos de estratégia e de JRPG deveriam dar uma chance a ele.

    Por último, gostaria de falar sobre o pesadelo que se inicia após terminar o jogo: a bonus dungeon. 50 andares que exigem o máximo entendimento das mecânicas do jogo e testam a sua paciência ao limite da sanidade mental.

    Falei que o combate era balanceado? Agora, uma casa a mais que você anda e o seu personagem level 99 toma one hit kill de inimigos comuns. Cada fase tem que ser planejada e cada movimento muito bem pensado. Após o andar 30 o desafio parecia impossível, mas não foi. Acredito que esse tenha sido o troféu mais difícil que já conquistei e, consequentemente, a platina mais difícil.

    Como só um jogador havia platinado, conquistei o velocista do myPSt, por enquanto, graças ao fato de estar de férias. Casso contrário, 15 dias seriam 3 meses, certamente.

    Hall atualizado para encerrar:

    19
  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-01-15 21:43:20 -0200 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>Primeiro check-in neste RPG de estratégia bem de
    Tears to Tiara II: Heir of the Overlord

    Platform: Playstation 3
    37 Players
    24 Check-ins

    Primeiro check-in neste RPG de estratégia bem desconhecido, mas muito bom.

    Coloquei na minha lista após recomendação do Erick Landon, um youtuber que não sei se é conhecido do pessoal daqui, mas é certamente uma das pessoas com maior conhecimento sobre JRPG que existe.

    Outro dia falo melhor sobre ele. Por enquanto acho que estou chegando na metade do jogo e já posso dizer que é um jogo obrigatório para quem gosta de RPGs táticos e de estratégia.

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      rax · 3 months ago · 2 pontos

      Eu fico vendo quase todos os vídeos dele kkkkkk.

      Esse jogou já vi ele falando várias vezes mas desconheço

      3 replies
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      reasel · 3 months ago · 2 pontos

      gostei da capa

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      speedhunter · 2 months ago · 2 pontos

      O canal do Erick é muito bom para quem gosta de JRPG. Foi por lá que conheci alguns tbm!

      1 reply
  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-01-13 13:00:20 -0200 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>Após 3287 quests AC Odyssey finalizado, platinad
    Assassin's Creed Odyssey

    Platform: Playstation 4
    199 Players
    160 Check-ins

    Após 3287 quests AC Odyssey finalizado, platinado e cemporcentado.

    Como foram muitas horas de jogo sem um check-in, vou fazer uma breve análise do jogo. E já vou começar logo dando o meu veredito: AC Odyssey é um jogo muito bom, maaaaaaaaaaas com muitas ressalvas. Como vou focar mais nelas, só queria deixar claro que não é um jogo ruim. Eu gostei do jogo.

    Eu nunca fui muito fã da franquia. Gostei do AC II e só. O que mais me afastava era o combate. Horrível, na minha opinião. Como ouvi que haviam melhorado o combate e o jogo tinha virado um RPG, resolvi dar nova chance à série.

    Odyssey tentou copiar The Witcher 3 e ficou devendo em todos os aspectos, com exceção dos técnicos. A história é longa, possui muitas quests e sidequests, com muitos personagens, mas não traz emoção. O jogo não empolga em nenhum momento.

    Joguei The Witcher por mais tempo e aproveitei cada linha de diálogo. Aqui, depois de um tempo, comecei a acelerar os diálogos das sidequests, em sua maioria genéricas e repetitivas. Simpatizei com poucos personagens. Falta carisma a eles.

    A jogabilidade está melhor, sem dúvida. O combate é divertido, mas faço duas ressalvas aqui. A primeira fica com os chefes. Poucos exigem uma estratégia diferente. Você luta como contra qualquer outro inimigo. Destaque positivo para a batalha contra a Medusa, uma das raras exceções. Outro ponto é a árvore de habilidades. Depois de um certo ponto, passei a utilizar apenas duas ou três skills. Testei algumas, mas não senti necessidade de usá-las. O jogo não coloca inimigos que te estimulem a usar todas, como Spider-Man faz, por exemplo.

    A exploração continua sendo um ponto forte. Uma das coisas que mais me estimularam a prosseguir foi a descoberta de novos locais, alguns com histórias interessantes. No entanto, a parte naval não acrescenta nada pra mim. Podia ser substituída por uma cutscene que estava bom. Vagar pelos continentes e ilhas é muito melhor.

    Além do navio, outras partes extras são os mercenários, copiada de Shadow of Mordor, totalmente irrelevante, e o Cult of Kosmos. Este último sim, muito legal. Eu praticamente abandonei a história em dado momento e passei a só investigar pistas para encontrar o próximo cultista.

    Talvez o maior problema pra mim tenha sido a duração. Não costumo achar isso ruim, afinal de contas sou jogador de JRPG, mas acho que o jogo tem que ter a duração necessária para passar a sua mensagem ou proporcionar diversão. E AC Odyssey é desnecessariamente longo. Quests e mais quests idênticas que não acrescentam nada além de horas ao jogo. Como já disse, o que me animou a buscar a platina, além da platina em si, foi a exploração e a caça aos cultistas. A Main Quest ficou totalmente em segundo plano.

    O jogo ainda conta com duas DLCs: Legacy of First Blade e The Fate of Atlantis. A primeira é muito boa e tenta passar a emoção que faltou ao jogo base, mas talvez eu já não estivesse mais me importando muito com o personagem. E a segunda já entra mais na parte mitológica, o que achei um erro, além de concluir a história dos tempos atuais.

    É isso! Um bom jogo, mas que não me empolgou a retomar a série. Penso que a Ubisoft deveria focar mais seus esforços em roteiristas capazes de criar uma boa história, sem enrolação e com personagens mais carismáticos.

    Platina 101 na conta. Segunda centena iniciada!

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      andre_andricopoulos · 3 months ago · 2 pontos

      Essas duas últimas imagens... são espetaculares.

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      hanzy · 3 months ago · 1 ponto

      Quanto tempo de jogo mano? A Main Quest é tão desinteressante que eu dropei o jogo. Vou ver se tenho forçar pra voltar e terminar ele

      3 replies
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