bahamut

I never quite realized... how beautiful this world is.

You aren't following bahamut.

Follow him to keep track of his gaming activities.

Follow

  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-07-09 09:54:45 -0300 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>Era uma vez...</p><p>#img#[721336]</p><p>Mais um
    Ni no Kuni II: Revenant Kingdom

    Platform: Playstation 4
    300 Players
    42 Check-ins

    Era uma vez...

    Mais uma grande aventura no mundo de Ni No Kuni.

    Por enquanto, estou gostando bastante. Algumas adições muito boas com relação ao primeiro jogo, outras nem tanto. Comentarei a respeito quando terminar. De qualquer forma, ele entrega tudo o que quem busca um jogo como esse espera.

    Acabei de concluir o Capítulo 6. Hora de fazer side quests para conseguir mais habitantes para Evermore e evoluir o reino.

    22
    • Micro picture
      kratos1998 · 3 days ago · 2 pontos

      Tá na minha lista de prioridade, o primeiro tá no meu top 5 do PS3

      2 replies
  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-07-07 15:55:30 -0300 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>E vamos para mais um check-in/check-out/mini aná
    Resident Evil 7 Biohazard: Gold Edition

    Platform: Playstation 4
    50 Players
    11 Check-ins

    E vamos para mais um check-in/check-out/mini análise muito atrasado.

    Assim como muitos, eu fui um grande fã de RE que acabou perdendo o interesse devido aos rumos que a franquia acabou tomando. Se desconsiderar as versões HD do primeiro jogo e de Resident Evil 0, estava há mais de uma década sem jogar nenhum novo jogo da série.

    Graças a esse desinteresse, não me animei nem um pouco quando esse jogo foi lançado. Com o passar do tempo e vários elogios que fui vendo, resolvi dar uma chance a ele e não me arrependi. RE 7 é um ótimo jogo e vou deixar aqui minha breve opinião sobre cada aspecto.

    .

    Começando pela história, ela é bem simples e os acontecimentos são um tanto quanto previsíveis, mas convenhamos que esse nunca foi o ponto forte da série. Nós controlamos Ethan, um homem que parte para a Luisiana para tentar encontrar sua esposa, Mia, desaparecida há três anos, após receber uma mensagem dela. Ethan a encontra, mas ela o ataca, parecendo estar possuída por algo. Ele acaba matando ela e, logo em seguida, é capturado pelos moradores do local no qual Mia se encontrava, a família Baker, composta pelo casal Jack e Marguerite, e seu filho, Lucas. Basicamente, o jogo consiste em Ethan tentando fugir do local, para isso contando com a ajuda de Zoe, a outra filha do casal Baker, que parece não compartilhar da mesma "loucura" do restante da família. Uma coisa que me incomodou um pouco e que me incomoda em várias outras obras é a falta de criatividade ao tratar de temas sobrenaturais. Afinal de contas, por quê sempre tem que haver uma menina maligna na história? Vamos variar um pouco, pessoal!

    Quantos aos personagens, no geral eles são bons, em especial os Bakers. Eu não gostava da Mia no início, mas próximo ao final do jogo temos um desenvolvimento melhor dela e passei a considerá-la uma boa personagem. O maior problema nesse quesito é Ethan. Fraco como protagonista. Um pouco culpa do trabalho do dublador e um pouco da própria direção do jogo, que poderia ter colocado mais interações do personagem. Em um jogo em primeira pessoa, acredito que ele deveria reagir melhor aos acontecimentos que são presenciados.

    A jogabilidade em primeira pessoa está muito boa, tanto para exploração como para tiro, e penso que foi uma escolha acertada para o ambiente do jogo. Temos alguns elementos clássicos da série, como o gerenciamento de itens, os baús, ervas, pouca munição em alguns momentos e alguns puzzles (poderia ter tido mais). O combate está muito bom, apesar de eu ter achado as lutas contra chefes meio scriptadas.

    A ambientação está fantástica, a iluminação é muito boa e o som está impecável. O jogo passa bem o clima de opressão, em que você não está seguro em nenhum local, a não ser nas famosas safe rooms. O que quebrou um pouco a imersão para mim foram alguns jump scares desnecessários e a já citada falta de interação do protagonista.

    Falando rapidamente sobre os DLC, vou comentar os que gostei mais. End of Zoe, como o nome já diz, conta o desfecho da personagem, jogado sob a perspectiva de outro Baker, que mata os inimigos com os próprios punhos. Um pouco forçado, mas é divertido. Dentro do DLC Banned Footage destaco as histórias Filhas e Quarto. A primeira mostra o acontecimento que transformou a então vida normal da família Baker e a segunda mostra um personagem tentando escapar de seu cativeiro na casa. Além disso, temos um DLC com o Chris e alguns minigames que não agregam muito ao jogo.

    No geral, um ótimo jogo. Sei que tem gente que não gostou da mudança na jogabilidade, mas independente disso, ele é um genuíno Resident Evil. Penso que esse jogo serve como uma espécie de reboot para a série e fico na torcida para que não se percam novamente.

    17
    • Micro picture
      kalini · 4 days ago · 2 pontos

      Melhor Resident na minha opinião... ou pelo menos o mais imersivo e aterrorizante.

      2 replies
  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-07-06 18:55:37 -0300 Thumb picture

    (OFF) RIP Ennio Morricone

    Sei que não tem nada a ver com jogos, mas como há alguns cinéfilos aqui também, aproveito para deixar minha homenagem àquele que para mim é o maior compositor da história do cinema.

    Chega logo, 2021!

    28
    • Micro picture
      vianna · 5 days ago · 2 pontos

      pelo menos vc tá otimista quanto a EXISTIR 2021

      4 replies
    • Micro picture
      volstag · 5 days ago · 2 pontos

      Cara, esse era um genio!!!!!!!

      1 reply
    • Micro picture
      brunothebigboss · 4 days ago · 2 pontos

      Engraçado que aqui em Belém teve uma mostra em homenagem ao Morricone 6 meses antes dele morrer, o curador é profeta :(

      1 reply
  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-06-11 09:45:27 -0300 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>Aproveitando o feriado para fazer mais um check-
    Call of Duty WWII

    Platform: Playstation 4
    223 Players
    39 Check-ins

    Aproveitando o feriado para fazer mais um check-in/out atrasado.

    Esse é um jogo que eu jamais jogaria a não ser que viesse grátis, simplesmente porque esse é um gênero que caiu muito para mim, que tornou-se focado unicamente em multiplayer online, algo que não gosto. As minhas referências positiva para FPS de guerra são jogos como os primeiros COD, Medal of Honor, Brothers in Arms e Black.

    No entanto, como veio na Plus, eu vinha de três RPG seguidos e estava a fim de dar uns tiros, resolvi jogar a sua campanha e me surpreendi bastante. Esse jogo é muito bom.

    A história, apesar de curta, é ótima. É como acompanhar um bom filme de guerra. Seguimos a história do Soldado Daniels e três amigos do seu pelotão, Zussman, Aiello e Stiles. Enquanto os dois últimos acabam ficando em segundo plano, a narrativa é reforçada ao mostrar os fortes laços de amizades entre os dois primeiros e suas relações com seus superiores, o Tenente Turner e o Sargento Pierson.

    Achei o enredo muito bom, mesmo. A história é contada sem pressa, de forma a fazer você ir mudando junto com os personagens. É um Call of Duty que transmite emoção de forma bem verossímil.

    As missões acompanham várias passagens marcantes da Segunda Guerra e são bem criativas, dentro daquilo que o gênero permite.

    Em breves momentos, deixamos o controle de Daniels e vemos a guerra sobre outros pontos de vista, como os das divisões blindada e aérea, a frente britânica e a resistência francesa.

    A jogabilidade é perfeita. Acredito que COD já tenha atingido o auge nesse aspecto, mas parece que ainda deram uma polida, já que achei a movimentação bem mais realista que outros jogos que vi recentemente. É um jogo gostoso de se jogar.

    A parte técnica dispensa comentários. Os gráficos são ótimos, o som, a iluminação, os efeitos... tudo é primoroso. Sem sombra de dúvida é a melhor ambientação da Segunda Guerra já feita para um jogo.

    O jogo não é difícil, mas jogar na maior dificuldade proporciona um nível de desafio e realismo bem interessante.

    Voltando aos personagens, para finalizar, preciso dizer que foram o grande destaque pra mim. Com méritos aos dubladores, eles passam bastante emoção e são bem construídos, especialmente Daniels e Pierson, que proporcionam bons momentos de tensão. A amizade entre Daniels e Zussman é outro ponto forte.

    Não vou tentar platinar. Multiplayer e modo zumbis são coisas que não fazem a minha cabeça. Vou levar a experiência de ter jogado um FPS com uma grande campanha, divertida e até emocionante. Que a franquia passe a dar mais valor a esse aspecto em futuros títulos.

    15
  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-06-10 16:00:29 -0300 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p><strong>Check-in especial e algumas divagações.<
    Final Fantasy VIII Remastered

    Platform: Playstation 4
    18 Players
    4 Check-ins

    Check-in especial e algumas divagações.

    Olá, pessoal!

    Sei que tenho andado bem sumido da rede, mas vou tentar ao menos manter os meus check-ins por aqui.  No entanto, ao me atualizar das postagens dos últimos dias daqueles que acompanho, acabei lendo algumas coisas que me deixaram um pouco triste. Dito isto, resolvi mesclar o meu check-in com alguns pensamentos a respeito do que li.

    Começando pelo jogo, essa obra-prima, meu FF favorito, o primeiro RPG que joguei há longínquos 20 anos atrás... acho que nem tenho muito o que falar. Esse jogo é perfeito pra mim. Eu compreendo os inúmeros defeitos que o pessoal costuma citar, mas vídeo game é paixão, antes de mais nada. E nada vai mudar o que sinto por esse jogo.

    Explica aí para eles, Laguna:

    Assim sendo, acho desnecessário comentar sobre enredo, personagens, trilha sonora ou qualquer outro detalhe. Depois de tanto tempo, acredito que todos têm pelo menos uma ideia do que é o jogo.

    Analisando brevemente a remasterização, achei razoável. Os personagens, os GFs, algumas animações que foram melhoradas, ficaram excelentes. No entanto, as cidades, os cenários e o mundo eu acredito que sequer foram alterados. Se houve uma melhoria, foi quase imperceptível. Vacilo da Square. Uma remasterização comemorando os 20 anos do jogo merecia ter recebido um maior carinho.

    O que eu mais gostaria de falar mesmo era sobre a experiência de ter jogado novamente FF VIII. Eu não tenho o hábito de voltar a jogos antigos. Então, de repente, apareceu essa oportunidade, e eu me vi vivendo aquela emoção de novo, acompanhando a jornada dos personagens que tanto gosto, que fazem parte da minha vida, rindo, me emocionando, me frustrando ao ser detonado pelo Omega Weapon depois de meia hora de batalha. Momentos únicos revividos. Já comentei isso em outros jogos: é o tipo de jogo que me faz lembrar da razão pela qual eu gosto tanto de jogos.

    E justamente quando entro no Alvanista motivado por esse sentimento, acabo me deparando com postagens de gente descontente, de companheiros que sempre gostei de acompanhar abandonando a rede... e isso me deixou triste. Principalmente porque a razão ou uma das razões parece ser a interação na rede e o comportamento de outros usuários. E não é de agora. Tenho visto vários saindo nos últimos tempos. Somente no período que eu fiquei afastado notei que vários saíram. E quase todos que vejo se despedindo de uns tempos para cá falam com um certo tom de amargura. De forma que resolvi opinar a respeito.

    Pessoal, nós estamos vivendo tempos muito difíceis. O ser humano deixa para mostrar o seu pior lado quando está atrás de uma tela. O ambiente virtual está altamente tóxico. Não é só aqui. Acho que em todas as redes sociais. E penso que devemos saber lidar com isso se quisermos continuar falando do que gostamos e interagindo com pessoas que gostamos. Precisamos saber filtrar as coisas e não nos deixarmos abalar. Quando você vê algo que não gosta, ignore, bloqueie. Não deixe de fazer o que veio fazer por causa de outros. Você vem para uma rede como essa para falar de jogos. Fale sobre os seus jogos. Compartilhe suas experiências com quem você gosta e ignore quem você não gosta. Tentem ser mais leves e focar apenas no lado bom das coisas. Se não querem me ouvir, ouçam a Rinoa, pelo menos:

    .

    O objetivo, não só dessa rede como de outras, é proporcionar informação, interação e diversão também. Se está se tornando motivo de estresse, algo está errado. E está errado com você. Não perca tempo discutindo com pessoas que querem impor sua opinião a qualquer custo, que ofendem, que são grosseiras. Você pode evitá-las. Com esse pessoal tóxico, que não têm mais o que fazer além de questionar tudo, causar intrigas e tentar desmerecer os outros, faça como o Squall:

    Eu sei que às vezes ficamos incomodados com críticas de outros, mas nós temos que aprender a deixar para lá e parar de se preocupar com a opinião dos outros. O próprio Squall sofria do mesmo problema que muitos de nós...

    Vocês não são obrigados a interagir com quem não gostam. E se algo aparecer na sua timeline, apenas ignore. São tempos difíceis, com já disse. Tentem filtrar as coisas e as pessoas negativas. Construam amizades com pessoas boas, positivas, que gostam de vocês e em quem vocês possam confiar.

    O legal dessa rede é a oportunidade de compartilharmos com outros as nossas experiências e o amor que temos pelos jogos. Vão jogar e tentem se lembrar o porquê de vocês gostarem de games. Por quê eles fazem vocês felizes? Houve momentos em que quase esqueci, mas jogos como FF VIII não me deixam esquecer. Tentem nunca esquecer.

    Esse era o recado do Bahamut...

    que já deixou o seu Mega Flare...

    e deseja um forte abraço a todos.

    44
    • Micro picture
      jcelove · about 1 month ago · 3 pontos

      Os modelos dos personagens ficaram bonitões, pena que a S-E é perversa e não da nem um desconto pra quem ja tem o outro remaster (geralmente no Steam é comum as publishhers darm ou um desconto ou o próprio remaster de graça pra quem ja tem). 60 pila nesse ta complicado.

      Eu tbm amo o FVIII, apesar dos vários defeitos dele acho um jogo excepcional pra época, com CGS que se sustentam até hj inclusive. Tbm gosto muito do clima e dos personagens, curto demais a jornada pela maturidade do Squall e a orma como ele decide fazer qq coisa, de ir ao espaço a enfrentar uma buxa espaço-temporal e monstros da lua pra ver seu amor.É brega mas é legal.hehe

      Sobre as despedidas concordo plenamente. Sempre houveram pessoas tóxicas aqui e já foi MUITO pior quando a rede estava no auge, abandonar pq a opinião ou afrota de alguém que na maioria das vezes vc nem conhece é um desperdício. O sistema de block aqui não funciona bem mas da pra simplesmente ignorar e seguir se divertindo que é pra isso que a rede foi feita. Eu abandonei Facebook e outras redes sociais pq não podia falar plenamente da minha paixão por games sem ser criticado ou o "infantil". Aqui eu posso e conheci bastante gente legal. Só saio qdo o Sikora fechar as portas de vez.hehe

      2 replies
    • Micro picture
      onai_onai · about 1 month ago · 3 pontos

      Tem um camarada aqui que parece que só joga pra reclamar dos jogos, eu poderia falar qualquer coisa com ele mas o melhor mesmo foi deixar de seguir e ignorar. Porque é bem chato você abrir a timeline e só ver reclamação, como se a pessoa em si já tivesse criado algo épico ou digno de nota na vida. Haha...

      8 replies
    • Micro picture
      kalini · about 1 month ago · 2 pontos

      "O ser humano deixa para mostrar o seu pior lado quando está atrás de uma tela."

      Nunca vi uma frase tão real, tão relatavel desses tempos que vivemos! É por isso que eu evito certas pessoas na internet, e evito falar sobre certas coisas, especialmente relacionadas a mim.

      7 replies
  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-05-14 09:16:32 -0300 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>20 anos depois e aqui estou eu de novo.</p><p>Te
    Final Fantasy VIII Remastered

    Platform: Playstation 4
    18 Players
    4 Check-ins

    20 anos depois e aqui estou eu de novo.

    Terminei o original pela primeira vez em 18 de julho de 2000.

    Foi o primeiro RPG que joguei, que acabou se tornando o meu gênero favorito.

    É o meu FF preferido. Sei que é uma opinião controversa. Sei que devo ser influenciado pelo fato de ter sido o primeiro. Mas o fato é que posteriormente joguei FF VI, VII, IX e X que, embora sejam excelentes e também estejam entre os meus favoritos, não me causaram o mesmo impacto.

    Gosto dos personagens. Acho Squall um ótimo protagonista, que tem um grande amadurecimento. Não chega a ser no nível do Luke, de Tales of the Abyss, mas é muito bom o seu desenvolvimento.

    A história é ótima. Tem seus furos, seus altos e baixos, mas o clima do jogo é sensacional. A trama política é construída de uma maneira que poucos jogos fizeram até hoje, ainda que dê uma caída mais para o final.

    Adorava todas as CG do jogo. Hoje, elas podem não ter mais o mesmo peso, mas eram bem impactantes na época. A forma como fazem as transições para o gráfico normal e vice-versa, mesmo hoje eu acho incrível.

    Gosto do sistema de junction. Lembro que na primeira vez fui jogando sem entendê-lo, praticamente invocando GF para tudo, até que em determinado ponto comecei a morrer para inimigos comuns e resolvi aprender de vez a usá-lo. Achei excelente. O sistema de magias não é o que mais gosto, prefiro a barra de MP tradicional, mas não me incomoda. No geral, achei que foram boas inovações, uma forma de fugir um pouco do lugar comum.

    Sou apaixonado pela trilha sonora. Don't be Afraid, Force Your Way e The Extreme estão entre os meus temas de batalha preferidos até hoje. Liberi Fatali é o meu tema de abertura preferido. Sem falar de vários outros. Para mim, é a melhor OST de Nobuo Uematsu, que só deixou de ser meu compositor favorito mais tarde, quando conheci Shoji Meguro e Keiichi Okabe.

    Por fim, uma foto de uma de minhas relíquias. A revista que comprei na época segue comigo até hoje, mesmo após várias tentativas da minha esposa em jogá-la fora.

    34
    • Micro picture
      jcelove · about 2 months ago · 4 pontos

      Boa, O 8 tem seus defeitos mas é um dos meus favoritos tbm, mais ou menos pelos mesmos motivos que vc. Gosto muito do clima mais moderno dele e minha cabeça explodiu na época qdo vi os personagens com modelos em forma proporcional dos bonecos e eles fazendo filinha ao inves de "entrar no protagonista" qdo vc jogava.hehe

      Visualmente ele me surpreende até hj, ainda acho as cgs e alguns efeitos fantásticos e gosto bastante do clima e da história tbm, apesar do enredo descambar pra uma maluquice na segunda metade.

      Gosto muito do desenvolvimento do Squall e de quase todos os membros da party, deu até saudade.
      Tbm tive essa revista, acho que hj só tenho parte do detonado que saiu na gamers.hehe

      1 reply
    • Micro picture
      rafael_mingato · about 2 months ago · 4 pontos

      É de longe o meu FF favorito também. <3
      E eu também tenho a revista Game Station Especial Final Fantasy VIII, só que a capa da minha é diferente. ^^

    • Micro picture
      diogo_paixao · about 2 months ago · 3 pontos

      Eu tenho a Gameststion do ff7, são detonados bem honestos.

      1 reply
  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-05-13 11:13:06 -0300 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>Check-in único de mais um jogo finalizado e plat
    Battle Chasers: Nightwar

    Platform: Playstation 4
    20 Players
    3 Check-ins

    Check-in único de mais um jogo finalizado e platinado no ano, sobre o qual faço uma breve análise.

    Battle Chasers Nightwar foi uma boa surpresa para mim. Um jogo não muito conhecido, que dá uma certa revigorada no gênero de RPG por turnos.

    Não vou entrar em detalhes da história, mas posso dizer que é sem dúvida o ponto fraco do jogo. O plot não despertou o menor interesse em mim e os personagens recebem pouca profundidade. Você não se importa muito com eles nem com suas motivações.

    A arte do jogo é bem legal. Tem uma pegada que lembra bastante os jogos da franquia Darksiders, da mesma publisher. Gostei bastante da riqueza de detalhes de cenários e personagens.

    Praticamente há três tipos de ambientes no jogo: o mapa geral com visão isométrica, as dungeons em que câmera fica um pouco mais próxima e as telas de batalha, em que temos uma visão lateral dos personagens. A movimentação no mapa e nas dungeons não é muito boa, os personagens são lentos, meio travados e os controles pouco responsivos.

    A trilha sonora é boa, com alguns bons temas de dungeons, mas nada de muito destaque.

    Até aqui, eu diria que trata-se de um jogo bem mediano. No entanto, o que salva Battle Chasers e faz com que ele se destaque no seu gênero, é justamente o combate. Esse sim é muito bom... e bem difícil em determinados momentos.

    Cada personagem tem golpes e poderes únicos e cada ação precisa ser bem estudada. Isso realmente foi algo que me surpreendeu. Se você só sair atacando a esmo, sem entender as mecânicas de batalha, vai morrer... e vai morrer muito. O jogo não chega a ser muito punitivo, porque cada vez que morremos apenas perdemos dinheiro, mas a experiência ganha e a progressão na dungeon são mantidas. De qualquer forma, algumas dungeons levei horas para concluir. Além disso, para os desafios finais, é importante conseguir boas armas e bons equipamentos.

    O jogo tem um new game +, ainda mais desafiador. Nele, as habilidades são mantidas, mas o nível é zerado e a dificuldade mínima das dungeons é aumentada. Foi quase um jogo diferente, no qual tive que criar uma nova forma de combater, usando habilidades que mal tinha testado na primeira jogada. A combinação entre as habilidades e golpes do trio torna-se essencial.

    Recomendo muito o jogo para quem curte RPG. Não é um jogo ótimo ou indispensável na minha opinião, principalmente porque dou muita importância à história e aos personagens, e esse foi um ponto em que o jogo deixou a desejar. Agora, a inovação e o desafio trazidos ao combate por turno, torna-se um diferencial que faz valer a pena a experiência. Um jogo que sai do lugar comum de muitos RPGs e te obriga a explorar todas as suas mecânicas para que você possa vencê-lo.

    E por último, mas não menos importante, tem minigame de pesca.

    16
  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-05-08 09:37:36 -0300 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>Enfim, arrumando um tempo para postar aqui.</p><
    Pyre

    Platform: Playstation 4
    35 Players
    8 Check-ins

    Enfim, arrumando um tempo para postar aqui.

    Terminei o jogo há umas duas semanas. Gostei muito. Já aproveito para abrir um parêntese para a Supergiant. Como é bom ver uma empresa que não se acomoda e sempre cria coisas novas. Assim como muitas grandes empresas, a SG podia ter se acomodado após o sucesso de Bastion e ter ficado reciclando sua fórmula, quem sabe criando um Bastion 2 e 3. Mas preferiram vir com Transistor, um jogo totalmente diferente, com uma jogabilidade complexa e que até afastou alguns fãs de Bastion. E agora, mais uma vez, eles surpreendem e fazem algo novo, um RPG esportivo, por assim dizer. E mais uma vez um belo jogo. Ainda que não tenha superado Transistor, na  minha opinião, a empresa está de parabéns por mais essa pequena obra de arte.

    A história é relativamente simples. Basicamente, nós somos um leitor, que tem a capacidade de guiar um grupo de exilados da comunidade, que vivem em uma espécie de limbo, através de um torneio, que pode conceder aos vitoriosos o direito de retornar à sociedade. Ao longo do jogo, mediante diálogos com os personagens, vamos conhecendo mais sobre suas histórias e a lore do mundo.

    Adoro a arte desse jogo e é muito legal andar pelo mundo, ainda que só tenhamos livre controle quando podemos voar, mais adiante na história.

    As batalhas, ou partidas, são muito divertidas, apesar de um pouco fáceis. Não há muita dificuldade seguindo apenas a história. Para platinar o jogo, o caso já é um pouco diferente, pois precisamos vencer partidas utilizando dificultadores, a exemplo do que ocorre em Bastion. Nas partidas, o objetivo é fazer com que a vida da pira do adversário chegue a zero, numa mistura de basquete, handebol e rugby, como já comentei aqui.

    É muito interessante que, apesar da regra e a finalidade do jogo serem as mesmas, cada personagem tem suas características e habilidades próprias, deixando um jogo bem diferente do outro, dependendo do trio que você escolhe para jogar.

    A partir de determinado ponto as nossas decisões começam a afetar de modo definitivo a história e a jogabilidade, já que começamos a participar dos Liberations Rites e a cada vitória devemos libertar um jogador do nosso time. Uma das coisas mais geniais desse jogo, que garantem momentos emocionantes.

    Mas isso também é algo que nos deixa com um gosto meio amargo, porque impossibilita que nós possamos alcançar um final 100% bom. Devemos tomar nossas decisões e conviver com elas no final.

    No fim, só me resta agradecer à Supergiant por ter me proporcionado mais essa experiência única.

    11
  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-04-14 22:41:52 -0300 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>E não é que é divertido esse RPG de basquete/han
    Pyre

    Platform: Playstation 4
    35 Players
    8 Check-ins

    E não é que é divertido esse RPG de basquete/handebol/rugby ou sei lá mais o quê.

    20
    • Micro picture
      _gustavo · 3 months ago · 2 pontos

      Os games da SuperGiant sempre tem um gameplay diferente dos outros, essa maneira de misturar esporte com rpg ficou bem legal kkk

  • bahamut Vitor Henrique Batista
    2020-04-14 11:19:17 -0300 Thumb picture
    bahamut checked-in to:
    Post by bahamut: <p>Um jogo incrível e inexplicavelmente subestimado
    Prey

    Platform: Playstation 4
    101 Players
    11 Check-ins

    Um jogo incrível e inexplicavelmente subestimado!

    É o melhor que posso dizer para resumi-lo em uma frase.

    Não. Eu não sou daqueles chatos que quer que todos também gostem dos mesmos jogos que eu. Longe disso. Até porque eu sou fã de JRPG e sei que não é o gênero preferido de muita gente. Tenho consciência de que o meu gosto é diferente.

    Também sei que minha simpatia por Prey é aumentada pelo fato de eu ser viciado em jogos de ficção científica, ainda mais com temáticas espaciais.

    No entanto, jogos que têm uma pegada semelhante e até inferiores em alguns aspectos têm o seu reconhecimento e sua legião de fãs (eu incluso) na comunidade gamer. Estou falando especialmente de Bioshock e Dead Space. Mas Prey simplesmente é ignorado. Adiei jogá-lo porque sempre me foi passada a impressão de que era um jogo mais ou menos.

    Não estou aqui para mudar a opinião de ninguém, mas posso garantir que meia boca ele não é. E sim, acho totalmente descabida essa nota 7,5 que ele tem aqui ou mesmo o 7,9 que tem no Metacritic, enquanto vejo notas 9 a jogos feitos de qualquer jeito, sem nenhum respeito aos jogadores.

    O que posso adiantar antes de fazer a minha análise é que Prey definitivamente é recomendado para quem gosta de jogos como os que eu citei ou quem gosta de um FPS com conteúdo, que não seja só sair por aí atirando em tudo o que vê pela frente. Sim, estou criticando os jogos que vocês sabem que estou criticando. Sei que é questão de gosto, mas não compreendo a adoração por eles, enquanto uma pérola como essa é desprezada.

    Desabafo feito. Here we go!

    .

    História

    No jogo nós assumimos o papel de Morgan Yu (que pode ser homem ou mulher), que acorda um dia em seu apartamento e recebe uma ligação de seu irmão Alex, dizendo que precisa realizar alguns testes na empresa da família, a Transtar Industries. Além dos seus testes não saírem como esperado, a equipe que os realizava é atacada por uma estranha criatura. Morgan apaga e acorda novamente em seu apartamento. No entanto, dessa vez Morgan é contatado por January, que diz que ele precisa fugir dali (algo que lembra o início de Bioshock, quando Atlas entra em contato conosco). Ao quebrar a janela de seu apartamento, Morgan descobre que estava em uma simulação, que se encontra na Estação Espacial Talos I, na órbita da Lua, e que é administrada pela Transtar, mas que formas alienígenas conhecidas como Typhon, tomaram conta da estação, deixando poucos sobreviventes.

    A realidade é que Morgan já trabalhava na Transtar há anos, é um diretor de pesquisa na Talos I, e a empresa realizava estudos com os Typhons na estação, nos quais acabaram desenvolvendo os neuromods, modificadores neurais capazes de dar a humanos habilidades especiais (em mais um ponto semelhante a Bioshock).

    Morgan acaba descobrindo também que January é uma máquina, um operador programado por ele mesmo. Acontece que, uma vez instalado, um neuromod, este só pode ser retirado mediante um procedimento que também apaga toda a memória da pessoa até o momento da instalação do mesmo. Morgan realizou esse procedimento, mas antes deixou diretrizes a January para que ele pudesse se lembrar de seu real objetivo: destruir a Talos I, incluindo toda a tripulação e a pesquisa ali desenvolvida, assegurando que nenhum Typhon chegue à Terra.

    Resumidamente, essa é a premissa de Prey. O jogo se desenvolve a partir da sua tentativa de explodir a Talos I. Como uma maneira de fazer você explorar toda a estação o jogo utiliza saídas de narrativa meio preguiçosas, como criar um problema, para que você tenha que ir em outra área resolvê-lo para então voltar ao ponto inicial, não antes de realizar um desvio por uma nova área.

    Essa exploração é necessária para que a experiência seja completa, já que uma das coisas mais interessantes de Prey é descobrir um pouco da história das centenas de funcionários da Talos I. Para isso, temos acesso a notas, livros, e-mails e áudios da tripulação, que nos dão dezenas de sidequests interessantes. Essa montagem de quebra-cabeça é um dos pontos altos do game.

    Mas a Talos I não está cheia somente de alienígenas e corpos, há sobreviventes. Da relação com esses tripulantes residem algumas escolhas morais que vão determinar não só o destino deles, mas o final do nossa jornada também.

    Apesar de simples, a história é muito boa e reserva algumas surpresas e reviravoltas em sua parte final, especialmente na cena pós-crédito, o verdadeiro final do jogo. Para quem gosta de uma ficção científica consistente, Prey é um prato cheio.

    .

    Jogabilidade

    A jogabilidade de Prey possui duas facetas. Como um shooter, ele cumpre seu papel e deve desagradar jogadores que gostam de um tiroteio mais frenético. O arsenal é limitado, sequer temos um rifle a nossa disposição. O stealth do jogo é uma possibilidade, mas não é dos melhores. Isso pode até deixar o jogo com uma cara de FPS genérico, mas garanto que não é bem o caso.

    Prey é único em sua jogabilidade e possui um level design incrível (parece ser uma característica da Arkane). A infinidade de maneiras que podemos cumprir determinado objetivo é algo poucas vezes visto. O combate é cadenciado e cada arma tem seu propósito: a pistola para danos menores à distância, a shotgun para grandes danos à curta distância, a disruptor gun para inimigos robóticos ou para uma abordagem não letal e a estrela do show, a Gloo Cannon, capaz de emparedar inimigos para você quebrar com sua chave inglesa ou retardá-los enquanto você encadeia uma sequência de tiros.

    A Gloo Cannon também é fundamental para a exploração, uma vez que podemos construir uma escadaria onde não há acesso ao piso superior, podemos apagar o fogo, neutralizar descargas elétricas, enfim, uma infinidade de formas de emprego. A imagem abaixo é um exemplo. Estava em uma área cheia de inimigos, em que precisa atingir um objetivo que estava no alto. Como queria evitar o combate, fui até o vão do elevador e construir uma escada para fugir da maneira mais inteligente (ou covarde) possível.

    Utilizando os neuromods podemos adquirir e evoluir habilidades humanas ou alienígenas, que podem ser utilizadas tanto no combate quanto na exploração, o que faz com que pessoas diferentes joguem de formas totalmente distintas umas das outras.

    Na parte da exploração, o jogo quase sempre de dá uma forma de cumprir os objetivos independente da maneira como se está jogando. Para entrar em uma sala, você pode hackear a porta se estiver usando habilidades humanas, você pode se transformar em uma caneca e passar pela abertura da janela se estiver com habilidades Typhons ou ainda, se não estiver usando habilidades, pode conseguir um arco e flecha de brinquedo e atirar por essa abertura no botão que destrava a porta. O uso de habilidades facilita e reduz tempo na exploração, mas você consegue explorar tudo mesmo se estiver em sua run "sem agulhas", necessária para a platina.

    Talvez seja o jogo que mais te dá liberdade para o uso de armas e habilidades. Em minha segunda jogada, fiz tudo completamente diferente da primeira e acessei lugares que não tinha visitado antes. Assistindo alguns vídeos depois, vi outras pessoas fazendo de uma terceira, quarta e quinta forma, usando habilidades que eu sequer adquiri ou armas que eu mal usei. Literalmente, infinitas possibilidades.

    .

    Trilha Sonora

    A trilha de Prey não é muito presente, mas nos momentos em que entra é incrível. Pesquisando sobre ela, acabei descobrindo que o compositor é mesmo de Doom (2016) e da série Wolfenstein. Em alguns momentos a trilha entra e cria uma atmosfera incrível ao jogo, como nesse tema:

    Em um momento do jogo precisamos capturar amostras da voz de uma personagem. Encontramos uma música gravada por ela em uma boate nos alojamentos e quando colocamos ela para ser executada a boate é invadida por inimigos, levando a uma das batalhas mais legais que já vi. Eis a música:

    E a batalha para quem quiser assistir:

    .

    Conclusão

    Prey é um jogo único. Ao mesmo tempo em que pega elementos de vários outros jogos, ele constrói a sua identidade, tanto em jogabilidade quanto em narrativa. A ambientação, o level design, o som, as escolhas morais, as reviravoltas e a exploração fazem dele uma verdadeira hidden gem, tendo em vista a pouca repercussão e as avaliações baixas que recebeu, ao meu ponto de vista.

    Obviamente, o jogo possui problemas, especialmente na parte técnica. Os gráficos não são os melhores, há quedas de frame rate e os loadings entre as áreas são muito longos. O tipo de coisa que nunca me incomodou em um jogo. Mas para aqueles que se importam com esses aspectos, Prey pode ser uma experiência um pouco frustrante.

    O que ninguém pode negar quando se joga é estar diante de algo fora do convencional, autoral, bem diferente da grande maioria dos jogos que temos por aí, que visam apenas o lucro e a agradar o grande público. Prey, assim como alguns outros jogos, dá uma noção do rumo que a indústria parece estar tomando, onde jogadores que buscam uma experiência diferente precisam cada vez mais recorrer a indies. No entanto, enquanto uma Bethesda, entre um caça níquel e outro, seguir dando oportunidades a empresas como a Arkane, podemos ter esperança.

    E só para constar, maratona Arkane Studios finalizada, após quatro grandes jogos na bagagem.

    16
    • Micro picture
      _gustavo · 3 months ago · 2 pontos

      Gostei muito desse reboot do Prey tb, escolherem a empresa certa para fazer, eu to curioso para o novo Weird West que está sendo feito por ex-membros da Arkane e parece ter uma pegada muito boa nas escolhas e liberdade de abordagem tb

      1 reply
Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...