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  • 2019-11-17 01:27:15 -0200 Thumb picture
    augus checked-in to:
    Post by augus: <p>#img#[671021]</p><p>Aproveitando a boa lista de
    Middle-earth: Shadow of War

    Platform: PC
    79 Players
    29 Check-ins

    Aproveitando a boa lista de jogos do gamepass para começar a jogar outro game que queria (E um terceiro para jogar sendo que já tô jogando dois). Shadow of Mordor é muito bom, gosto muito do sistema nemesis dele e quando vi que o de War era ainda mais desenvolvido fiquei fisgado.

    As mecânicas que eram tão legais em Mordor aqui estão presentes e melhoradas. O combate ganhou mais possibilidades e Talion recebeu algum nerfs. Foram retirados algumas mecânicas que permitiam exploits e, talvez, a principal dela seja o executar que agora não é feito mais com o indicador de combo e sim com uma barra de ira que desce ao tomar hits. Outro ponto positivo é que os inimigos ficaram mais agressivos e com mais ferramentas, pensar bem antes de começar um combate em War é, aparentemente, algo essencial, ainda mais jogando em modos mais difíceis.

    A história, nessas minhas 4 horas de campanha, me pareceu meio acelerada demais, porém boa. Se o jogador for um grande fã de do universo Tolkieniano, talvez se incomode de como algumas figurinhas importantes são tratadas. Entretanto, é perceptível como a relação Celebrimbor e Talion é desenvolvida, não é lá muito profunda, mas curto os diálogos entre eles.

    Entretanto, apesar disso, War brilha no seu sistema nemesis, e como brilha, todos os aspectos do sistema foi melhorado, e acrescentado novas features. Não explorei tudo que o sistema tem para oferecer, estou na quest de montar um pequeno exercito para enfrentar um Uruk de duas cabeças, e por algum motivos os outros Uruks consideram isso como uma virtude, lhe concedendo o dobro de inteligência. A tropa de Sauron nunca esteve melhor, com minha pouca exploração já deu para perceber como as figurinhas vão ser marcantes e, até, cômica. Além do mais, a opção de escolha de dificuldade é muito bem-vinda, como joguei bastante o primeiro, me aventurar pelo normal em War faria eu perder alguns momentos do sistema nemesis que exigia que eu morresse ou fosse humilhado pelos Orcs. Por isso, se o jogador tiver alguma relação com jogos "estilo batman" ou, ainda mais, com o Mordor mesmo, recomendo jogar no Nemesis.

    3
  • 2019-11-16 01:00:11 -0200 Thumb picture
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    Post by augus: <p>#img#[670823]</p><p>Enquanto que o Zeldinha está
    The Outer Worlds

    Platform: PC
    14 Players
    8 Check-ins

    Enquanto que o Zeldinha está à passos de tartarugas, aquele jogo tem muita coisa para fazer ainda tô perdido, assinei o Gamepass na promoção de 3 meses por 1 dinheiros e comecei minha jornada em The Outer Worlds.

    É o meu primeiro game da Obsidian, e posso logo adiantar que fiquei muito curioso com os outros já publicados da empresa, e curti muito o que eles fazem aqui. Esqueci de tirar umas prints porque tava muito empolgado, mas joguei por umas 6~7 horas e terminei o primeiro mundo/hub, Edgewater, que ficou localizado como Pontagua. Por falar na tradução, ela é boa e consegue pegar o clima meu cínico desse mundo, ou vários mundos, distópico capitalista exagerado.

    Peguei os 2 compaions que dava e gostei bastante deles, eles realmente integram nos diálogos da narrativa e dá um ponto de vista para os diálogos e para suas consequências.

    A partir daqui vai ter spoilers da primeira quest. Eu escolhi mandar a energia para Edgewater e convenci o Reed a se afastar do local para que a Adelaide possa ajudar-la a progredir. As outras sidequests foram bem básicas e conversar com os personagem que deram elas foram bem mais interessantes.

    Por enquanto é só isso pelo The Outer World, talvez amanhã eu venha com o Zeldinha ou até outro joguinho novo do gamepass que eu deixei baixando aqui.

    11
  • 2019-11-12 22:14:13 -0200 Thumb picture
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    Post by augus: <p>#img#[670282]</p><p>Depois de um bom tempo, fina
    The Legend of Zelda: Breath of the Wild

    Platform: Nintendo Switch
    780 Players
    336 Check-ins

    Depois de um bom tempo, finalmente eu estou jogando Zeldinha : Bafo do Selvagem. Apesar de dois anos, eu tentei não procurar nada sobre e, por isso, estou basicamente jogando blind. Falar bem dele já é clichê, por isso serei breve, que jogo incrível !

    Devido ao fato do Switch não ter uma maneira fácil de eu pegar minhas imagens tiradas do vídeo-game, quem souber me fala, não tem como mostrar minhas prints. Basicamente, joguei umas 9 horas e comecei a explorar essa Hyrule pós-apocalíptica, encontrei os Zora, o foco em exploração é muito bem feito. Por enquanto, é isso.

    10
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      roberto_monteiro · 6 days ago · 2 pontos

      Fechei no Wii U de forma "Atropelada", mas posso esperar a hora em que eu colocar minhas mãos na versão de Switch e aproveitar beeeem =D

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      slashgoodboy · 5 days ago · 2 pontos

      Maneira mais facil que eu vejo é upar elas numa conta do twitter e quando tiver no pc entrar nessa conta e salvar as imagens.

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      mutux · 5 days ago · 2 pontos

      Mais facil seria pelo twitter, se não só tirando o cartão de memória do console mesmo

  • 2019-06-28 22:26:37 -0300 Thumb picture
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    Post by augus: <p>Faço parte de um grupo que conheceu NecroDancer
    Crypt of the NecroDancer

    Platform: PC
    126 Players
    43 Check-ins

    Faço parte de um grupo que conheceu NecroDancer pela recente parceria com a Nintendo em Cadence of Hyrule. Como tá 5 reais na steam decidi joga-lo. E que joguinho legal em !


    NecroDancer é um rogue-like com comandos bem simples. o jogo utiliza apenas as setinhas do teclado, entretanto a mecânica de destaque é cada movimento seu deve ser sincronizado com a batida da música, ou pelo compasso na parte inferior da tela. Nem preciso dizer que a trilha é para ser ouvida em loop, né ? Existem vários estilos musicais e todas são muito boas.

    A mecânica da música é muito interessante, decorar os movimentos dos inimigos por passos é muito divertido. Todos os inimigos tem um padrão e cada um deles respeita a música e sua batida, por exemplo o zumbi que demora duas batidas para se mover ou morcego que a cada batida se move aleatoriamente pelo cenário.


    Com 6 horas já deu para perceber que o game é bem complicadinho e o que o elemento de rng é meio injusto, mas a sensação de passar de um level é muito gratificante.

    Recomendo todos a dá uma chance, ele é um bom jogo e também porque tá bem baratinho no summer sale.

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  • 2019-04-25 18:29:41 -0300 Thumb picture

    Trailer de P5 Royal legendado e teoria

    Persona 5 the royal finalmente teve um trailer depois de 4 meses e ele me deixou completamente no hype. Assisti ao PV legendado e dando uma pesquisada no site japonês acabei criando uma teoria do que venha a ser o novo conteúdo de P5R.

    Um disclaimer, esse texto possui spoilers do epílogo do P5 e fotos possivelmente reveladoras do The Royal.

    Primeiramente, o trailer legendado:

    Neles vemos muitas novidades. A nova Phantom Thief, Kasumi Yoshizawa, novos confidents, novos locais e até mesmo novos trechos de dungeons já conhecidas. Entretanto, apesar de muitas coisas levantarem minha curiosidade, como os golpes novos, e aparentemente em duplas, ou o All-out attack da Futaba, ou mesmo cenas que só Ann ou só a Haru e a Makoto aparecem, o que roubo mais minha atenção foi o conteúdo de áudio e das imagens apresentadas no site.

    Como podemos ver logo no começo do trailer, na segunda cena, temos Joker numa situação muito parecida com o final do game base. Após derrotar yaldabaoth, Akira (Que é melhor que Ren) encontraria a Sae e, nesse momento, ele seria levado à detenção. Contudo, o tempo para e temos uma personagem falando sobre roubar sonhos. 

    No outro momento, da segunda imagem, o morgana fala algo como, “concebendo sonhos à todos, mas que tipo de justiça é essa?”.

    O conteúdo se passará depois da derrota do chefe final, o que já é tradição pelo The Answer, de Fes, ou o Epílogo, de Golden, e o tema central será sonhos. Porque sonhos? Além das duas frases, no site oficial saíram três imagens que corrobora com minha teoria.

    Percebe-se que o Joker está livre no dia 1/1, sendo que, no jogo base, o grupo já se junta no dia 26/12 para salva-lo. Aqui temos duas possibilidades, ou a história vai ser mudada e a parte da detenção eliminada, ou devido ao “poder” da personagem, ele não vai preso, praticamente realizando o seu "sonho". Eu acredito mais na segunda já que as outras fotos mostram dois prontos cruciais, 

    Uma com a Futaba e sua mãe :

    E a outra o Morgana humano : 

    Percebe que as 3 fotos o Akira tá com a nova roupa, a de frio, e, assim como o Golden, o clima de inverno vai ser adicionado.

    Sendo assim, provavelmente a personagem concederá para as pessoas os seus sonhos, para, assim, construir um mundo mais justo e alterar as cognições das pessoas.

    E para terminar uma screenshot bad ass do ataque em dupla do Ryuji e da Makoto  :

    Persona 5

    Platform: Playstation 4
    701 Players
    427 Check-ins

    13
  • 2019-02-10 18:33:36 -0200 Thumb picture
    Post by augus: Gostei tanto de Monster Hunter World que me senti o

    Gostei tanto de Monster Hunter World que me senti obrigado em fazer uma análise do jogo. Quem estiver no pc e quer farmar uns monstrinhos, só me adicionar no steam.

    https://steamcommunity.com/profiles/76561198068828784

    Monster Hunter alcança o mundo com o melhor jogo da série

    Review by: @augus

    Apesar de possuir lapsos de popularidades ao redor do mundo, Monster Hunter sempre foi uma série voltada ao públic...

    Keep Reading →
    4
  • 2018-12-16 08:21:29 -0200 Thumb picture

    Desafio : Meus "GoTYs" de 2018

    Oi, gente. Tudo bem com os senhores? Então, sou novo na plataforma, comecei nela por causa do desafio de 30 dias e hoje estou mais afk que os Yasuo da minha soloq, por isso não fui marcado por ninguém (insira aqui a meme do Ben Affleck tristonho). Mas falar de joguinhos é uma das coisas que eu mais gosto, e quem não gosta? Sendo assim, vou falar dos meus 5 "gotys" do ano.

    Regras simples:

    1 - Mencionar a persona @desafio

    2 - fazer sua lista de melhores jogos que você zerou em 2018 (lembrando que não precisa ser lançamento desse ano)

    3 - Marque pelo menos dois amigos @pauloe e @player

    5 – Dragon Age Inquisition :

    Amo rpgs, inclusive citei isso no meu desafio dos 30 dias, e, com toda certeza, amo o que a Bioware produz para um gênero cheio de histórias boas. Inquisition é meu Dragon Age favorito, já havia jogado ele lá por 2016. Mas apenas esse ano, pude jogar a experiência completa, campanha + dlcs, e ele ficou ainda melhor. Tudo bem, Jaws of Hakkon e The Descent são apenas legais, contudo Trespasser molda o futuro da franquia, o teaser de DA 4 reforça muito o meu argumento, e o final dele é muito bom.

    Outro fator de gostar tanto do game é os companions serem tão bem desenvolvidos. Dorian, Blackwall e Iron Bull são apenas alguns dos nomes de figuras que seguirão o Inquisidor na sua jornada. Cada diálogo te transporta diretamente para Thedas e ter de partir, ao final da aventura, é doloroso e gratificante.

    4 – XCOM 2 :

    XCOM 2 é simplesmente brilhante. A sequência do simulador de matar alienígenas é uma evolução natural e madura do primeiro capítulo. Seguindo o final ruim do primeiro game, XCOM 2 traz uma tonelada de novidades, como stealth, novas armas, novos inimigos e uma expansão tão grande quanto Enemy Within.

    A jogabilidade refinada e desafiadora diverte durante as 55 horas de campanha. War of Chosen, a expansão gigantesca, trás muito conteúdo, como três novas classes, e novos inimigos, que são verdadeiramente Bosses. Esses encontros são os melhores do jogo e faz o jogador temer cada passo de suas unidades. Uma dica, Não derrote os chosens logo de cara, já que vale a pena à dificuldade a mais que eles impõem ao percorrer da campanha, principalmente na última missão.

    3 – The Evil Within 2 :

    Eu nunca fui fã de jogos de terror/survival horror. Sempre achei, utilizando todo meu “pré-conceito”, que todos eles se encaixavam no gênero, que autonomeei, de: Jump Scare Simulator. Quando o primeiro TEW lançou, em 2014, eu fiquei interessado no jogo pelas reviews positivas afirmando ser um belo survival horror. Dei uma chance para ele e fiquei encantado com o quão bom é o game. Inocente, eu, achava que TEW 2 não poderia ser tão bem feito quanto o original. Entretanto, cada momento da campanha consegue ser melhor que o primeiro capítulo.

    O enredo é excelente, os novos perseguidores/vilões são altamente cativantes e as mudanças na jogabilidade são todas bem-vinda. Sebastian tem muito mais carisma e importância, graças aos rumos da história, existem momentos de pura tensão e o Stefano é só a ponta do iceberg. Acredito que a franquia merece ser jogada por tudo o que ela é, pois The Evil Within 1 e 2 é bem mais do que uma cópia de Resident Evil.

    2 – Monster Hunter World :

    Monster Hunter sempre foi uma das franquias mais lucrativas da Capcom, entretanto apenas em 2018 a empresa decidiu tirar uma longa exclusividade dos portáteis da Nintendo e presentear os fãs com um novo título que iria elevar o patamar da franquia, que, como já dito, era bem alto. World apresenta um novo caminho para a série de caça e introduz diversas mecânicas que transforma a experiência.

    O game consegue extrair todos os anos de trabalho da Capcom na sua engine, velha de guerra, MT Framework criando assim um mundo vivo lotado de detalhes. E, com toda certeza, detalhe é o maior ponto positivo do game, tudo é feito para reforçar a existência dos ecossistemas trazendo ideias de como os monstros se comportariam tanto em suas áreas, como com seus inimigos. Mas ,mesmo assim, o jogo toma facilidades para ainda parecer um produto de diversão.

    1 – Goty of War :

    Falar bem de GoW 2018 já virou clichê? Porque, eu realmente ainda estou disposto a falar bem da aventura de Kratos e o “BOI”. Tudo em God of War foi feito com carinho e elevou a franquia para um patamar maior.

    Kratos finalmente recebeu camadas e isso se deve pelo incrível, Atreus. A dinâmica criada, à la Ellie e Joel, é desenvolvida de maneira cativante e inovadora. A história segue um ritmo morno e menos épico, que acaba por contribuir com a ideia de uma câmera mais intimista e sem cortes. E o combate é um show à parte, na verdade se GoW fosse um jogo de hordas de inimigos ele seria o melhor no que faz.

    Para finalizar, peço que todos joguem o novo God of War. (e que venha logo God of War 2/5. Que final foi aquele, meu deus !)

    2
  • 2018-10-11 18:47:40 -0300 Thumb picture

    Desafio dos 30 dias (Dia 30)

    Trigésimo dia, e último, do @desafio. Participar desse desafio foi muito legal, graças a ele eu comecei a publicar coisas na rede.

    Dia 30 - Seu jogo favorito de todos os tempos !

    Estou aqui mais uma vez para elogiar The Last of Us. Pois é, o jogo é muito bom e sua história me impactou muito. Como já falei tanto dele aqui, irei usar os recortes do que já disse para dissertar de o porquê ele é meu jogo favorito.

    “The Last of Us tem um argumento bem simples: A sobrevivência de um homem e uma garotinha em um mundo infectado por “zumbis”. Quem olha para essa sinopse pode ficar descontente por tanto clichê em uma frase só. Mas a Naughty Dog entendeu a proposta, da obra, e acertou em cheio deixando a trama de lado e desenvolvendo a relação de Joel com a Ellie. A história foca em uma road trip, que irei evitar detalhar por conta de spoilers. Cada ponto dela mostra a evolução e amadurecimento dos protagonistas. O enredo é muito bem construído e os diálogos são incríveis.” – Dia 21

    “O game possui 2 momentos durante a jogatina, partes em stealth e a ação frenética. Ele não te obriga em qual abordar, mas existem trechos que o stealth ou confronto direto é impossível. O combate é visceral e traduz muito bem o estado podre do mundo no qual os protagonistas vivem, mas, se for para pontuar algo negativo, o jogo segue uma cartilha e não traz nenhuma revolução para o gênero. Contudo, ele funciona muito bem e munindo com esse combate o game traz diversos easter eggs e coisas escondidas que só com um conhecimento melhor dos locais podem ser encontrados.” – Dia 13

    “A história é tocante, para isso ele precisa invocar sentimentos do jogador durante sua campanha, por isso possui uma das dublagens originais mais impecáveis que eu já ouvi. Entretanto, queria citar aqui o trabalho realizado no Brasil que ficou tão bom quanto em inglês. As vozes dos protagonistas combinam perfeitamente com a personalidade dos seus personagens, inclusive prefiro a voz do Joel, feito por Luiz Carlos Persy, do que a feita pelo,mitológico, Troy Baker. Calma, eu não estou maluco. Apenas quis dizer que a voz mais velha do Brasileiro se encaixou mais com o personagem, porque, apesar de ter 42 anos, Troy Baker tem uma voz mais jovenil.” –Dia 26

    Dos assuntos não explorados, vale ressaltar a excelente trilha composta por Gustavo Santaolla.

    Fazer o desafio foi muito gratificante, falar de joguinhos é sempre muito bom. 

    Dias anteriores : Dia 1 , Dia 2, Dia 3,Dia 4, Dia 5, Dia 6, Dia 7, Dia 8,Dia 9,Dia 10,Dia 11,Dia 12,Dia 13,Dia 14,Dia 15,Dia 16,Dia 17,Dia 18,Dia 19,Dia 20,Dia 21/22/23,Dia 24/25/26,Dia 27/28/29

    3
  • 2018-10-10 19:48:43 -0300 Thumb picture

    Desafio dos 30 dias (Dia 27,28,29)

    Último dia dessa dose tripla de @desafio.


    Dia 27 - Cena mais épica

    (Spoilers pesados de Persona 5)

    Já coloquei Persona 5 nessa lista antes, entretanto em nenhum momento destaquei o brilhantismo da obra aprofundadamente. Apesar do estilo artístico roubar toda a cena, com o perdão do trocadilho, definitivamente ele possui muitas outras virtudes.

    Durante as mais de 100 horas de conteúdo o jogo passa diversas mensagens que vai desde estupro até depressão. Temas pertinentes para a nossa sociedade atual e que encaixa perfeitamente com a temática violenta do título. (Qualquer dia desses faço uma análise detalhando mais os temas que aqui tratei ;D)

    O final de Persona segue uma cartilha, que foi estabelecida sob a nova direção de Hashino : A divinidade espalha sua enfermidade e confronta os hérois cabendo a eles derrota-la com o poder da amizade e o verdadeiro Persona do protagonista. Aqui não é diferente e a cena é recheada epicidade e simbolismo. Conhecido também como : O natal no qual o Diabo atirou em Deus.

    Toda a trilha da cena é magistralmente bem feita, Our Beginning é uma excelente música e enquanto ao simbolismo, vale ressaltar que Satanael, em alguns contos gnósticos, foi o responsável por dá o livre arbítrio ao homem, após livrar-los de Demiurge/Yaldabaoth.

    (Fim dos Spoilers)


    Dia 28 - Desenvolvedora de jogos favoritos

    Naughty Dog entra naqueles casos de desenvolvedora que cria pérola, após pérola. A empresa foi fundada em 1984 e em 1996 lançou Crash Bandicoot, um dos seus grandes sucessos. Depois do lançamento de Crash, o estúdio desenvolveu outra obras incríveis e sendo as principais : Trilogia Crash, Trilogia Jak and Daxter, Série Uncharted e, sua mais recente ip, The Last of Us. Cada um desses jogos reformulou seu, respectivo, gênero e serviu de molde para outros desenvolvedores.


    Dia 29 - Jogo que você achava que não ia curtir, mas acabou amando

    Odin Sphere me encantou, a priori, por sua arte. Entretanto, alguns conhecidos haviam dito que o game não era tudo isso, apesar de bem bonito. Quando o remake foi lançado, dei uma chance e amei o jogo. A história do jogo foca nos 5 protagonistas e sua jornada até o "fim". A personalidade dos protagonistas são desenvolvidas detalhadamente, e o caminho entre eles são sempre cruzados, o combate é divertidíssimo e a estrutura do enredo é montada de forma fenomenal.

    Dias anteriores : Dia 1 , Dia 2, Dia 3,Dia 4, Dia 5, Dia 6, Dia 7, Dia 8,Dia 9,Dia 10,Dia 11,Dia 13,Dia 14,Dia 15,Dia 16,Dia 17,Dia 18,Dia 19,Dia 20,Dia 21/22/23,Dia 24/25/26

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  • 2018-10-05 23:33:33 -0300 Thumb picture

    Desafio dos 30 dias (Dia 24,25,26)

    Dia 24,25,26 do @desafio mais longo da existência. Estou quase acabando, então vamos começar!

    Dia 24 - Jogo clássico favorito

    Chrono Trigger é um clássico e mais uma vez ele vai entrar no desafio. Os motivos? Eu já expliquei nos outros dias que ele apareceu.

    Dia 25 - Jogo que você planeja jogar futuramente

    A minha wishlist na steam é gigante. Mas, o jogo que estou mais hypado é Red Dead Redemption 2. Os trailers tão demais e cada pouco que revela o meu hype aumenta e muito.

    O jogo tá com uns sistemas muito impressionante. O lance de a barba crescer, The Witcher 3 feeling, o relacionamento dos grupos, à la jogo da Bioware, e uma narrativa impecável. Espero muito um jogão, quem sabe não venha, provavelmente, um goty ?

    Dia 26 - Melhor atuação em Dublagem

    The Last of Us possui uma história tocante, para isso ele precisa invocar sentimentos do jogador durante sua campanha, por isso possui uma das  dublagens originais mais impecáveis que eu já ouvi.

    Entretanto, queria citar aqui o trabalho realizado no Brasil que ficou tão bom quanto em inglês. As vozes dos protagonistas combinam perfeitamente com a personalidade dos seus personagens, inclusive prefiro a voz do Joel, feito por Luiz Carlos Persy, do que a feita pelo,mitológico, Troy Baker. Calma, eu não estou maluco. Apenas quis dizer que a voz mais velha do Brasileiro se encaixou mais com o personagem, porque, apesar de ter 42 anos, Troy Baker tem uma voz mais jovenil.

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