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  • 2020-01-10 14:48:01 -0200 Thumb picture
    augus checked-in to:
    Post by augus: <p><br>#img#[680922]</p><p>Finalmente essa porcaria
    Monster Hunter World

    Platform: PC
    86 Players
    146 Check-ins


    Finalmente essa porcaria saiu para PC !!! Depois de 40 anos de espera (na real, foram 4 meses). E que maravilha de expansão, em. Basicamente, Iceborne é uma expansão daquelas que expande todos os aspectos presentes no jogo base. Enfrentei 5 dos monstros novos, também enfrentei alguns antigos na versão do rank mestre, e que jogabilidade maravilhosa. 

    A nova grande adição foi a atiradeira, ferramenta que te puxa para o monstro e pode abrir pontos fracos para causar mais dano, esse novo ritmo do combate ajuda tanto as armas de curto alcance quanto para longo. Outra adição incrível foi Seliana, a nova cidade hub, é perfeitamente construída, os locais de interesse são todos estrategicamente posicionados e um  perto do outro, diferente de Astera, e isso só melhora no HUB que tem tudo adicionado lá mesmo, sem precisar sair de lá.

    Por fim, uma fotozinha que tirei com um amigo.

    9
  • 2020-01-04 00:32:34 -0200 Thumb picture
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    Post by augus: <p><br>#img#[679701]</p><p>Depois de alguns dias, 1
    Resident Evil 2 Remake

    Platform: PC
    175 Players
    84 Check-ins


    Depois de alguns dias, 12 horas registrada no game (16 na steam), terminei minha primeira run, Claire A e Leon B de RE2R. Infelizmente, não joguei o original, mas, particularmente, não fui o maior fã da second run. Pelo que lembro, lá na e3 2018, saiu umas notícias de que nem teria esse cenários divididos. Eles adicionaram, aparentemente de última hora, o rerun apenas para agradar os fãs ? Dando uma pesquisadinha, descobri que o zapping system era bem mais complexo na medida do possível. 

    Entretanto, o resto do jogo é maravilhoso. Que gameplay boa de jogar, já tô cogitando em aprender algumas speedruns para fazer os troféus e melhorar meu tempo, a ambientação é fantástica, mal espero para ver o RE3R com a Jill. Adorei o Mr.X no pouquinho que ele aparece, aquela trilha, e mal posso esperar para ver o Nemesis.


    SPOILERS FORTES

    Voltando um pouquinho pro canon, acho que a Anette, por ser uma personagem compartilhada, atrapalha um pouco na construção de toda essa narrativa, já que ela é fundamental tanto na campanha da Claire quanto do Leon. Mas, gosto de pensar que enquanto a Claire foi a única que derrotou os Gs, não o G5 do tentáculo, e o Leon ficou com o Tyrant, como mostra os seus respectivos bosses finais. BTW, a parte da NEST da Claire é bem mais coesa em estrutura, com todo lance de Anette, Willian e Sherry.

    FIM DOS SPOILERS

    Não vou dá check-out porque pretendo platinar esse.

    3
  • 2019-12-31 20:30:17 -0200 Thumb picture
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    Post by augus: <p>#img#[679144]</p><p>Terminando o ano começando u
    Resident Evil 2 Remake

    Platform: PC
    175 Players
    84 Check-ins

    Terminando o ano começando um jogo (na minha cabeça essa piada foi muito boa). Comprei Resident Evil 2 Remake nessa sale, usando os 15 reais do paypal, e que joguinho bom, em. Joguei bastante hoje, 4 horas, comecei meu primeiro playtrough com a Claire, e joguei até me deparar com o Mr.X.

    Esqueci de tirar algumas fotos, na verdade essa foi a única que tirei (reparem no pc master race rodando o game). Eu havia jogado poucos jogos da série antes, o RE Revelations 1, RE4 e um pouco do RE1R. Infelizmente, o único que não consegui terminar foi o RE1R, sem tirar os méritos do que ele fez no passado, a jogabilidade estilo tank não envelheceu nada bem e explorar a mansão, que era para ser divertido, tava sendo um saco já que a imprecisão da mira me frustrava a cada encontro com os zumbis, sem contar quando eles voltam como Crimson Head ainda ficavam mais chatos, talvez eu de outra chance e tente joga-lo de novo outro dia.

    Vou tentar fazer um log de zerados para 2020, para assim no final do ano ter uma lista certinha do que terminei, então acho que daqui alguns dias volto para estrear esse log com Re2R

    3
  • 2019-12-18 00:47:29 -0200 Thumb picture

    Desafio : Melhores jogos de 2019

    Chegou aquela hora de relembrar os melhores "joojinhos" de 2019, muito deles não são de 2019 porque, né, backlog tá ai para nos amedrontar diariamente. Então, que comece o @desafio dos melhores jogos de 2019 !

    5 - Dishonored 2 :

    Dishonored foi uma das maiores surpresas de 2012, ao joga-lo fiquei instigado com a quantidade de possibilidades existentes de se passar de um desafio posto em suas fases. Por isso, quando a Arkane lançou o teaser de Dishonored 2, eu entrei no hype e fico feliz que, mesmo pela demora em joga-lo, ele é superior em todos os aspectos que o primeiro.

    A continuação se passa 15 anos depois do primeiro game e te põem para escolher entre, o velho de guerra, Corvo e a, canon, Emily. A história é muito boa e, mesmo que a protagonista real seja a Emily, ter a possibilidade de repetir as missões usando os poderes do Corvo é muito bem-vindo. Falando em poderes, Emily e Corvo são totalmente diferentes, Corvo está igual ao jogo anterior, enquanto Emily é bem mais equilibrada para vários tipos de formas de jogo.

    Muito do brilhantismo de Dishonored 2 vem de suas missões e sua liberdade, cada missão tem 3 ou 4 formas de se completar, com mapas interessantíssimos e ferramentas bem encaixadas. Se você curte jogos em stealth, Dishonored 2 é um must-play e um dos melhores do gênero.

    4 - Celeste :

    Apesar de já conhecer Celeste desde o seu lançamento, nunca havia dado tanta importância para o título por achar apenas um novo plataforma com gráficos charmosos. Entretanto, minha opinião mudou ao ver as primeiras impressões por parte do público, todo o clamor da comunidade falando o quão complexo são os temas do jogo, o quão bem feito é o level design, e diversas outros elogios.

    Graças a Epic consegui joga-lo esse ano e descobri que, sim, Celeste é realmente tudo isso. Tudo nele é feito com carinho e com muita precisão, história, jogabilidade, pixel art, é estupendo o quanto que a Matt Makes Games lapidou as estruturas do que faz um bom jogo. Madeline é uma ótima personagem e o cast é carregado de carisma. A jogabilidade é precisa e, aliado com o level design, cria estágios divertidíssimos (você não fase do hotel).

    3 - Phoenix Wright: Ace Attorney – Spirit of Justice :

    Ace Attorney é uma franquia já estabelecida, os primeiros jogos lá do GBA dirigidos por Shu Takumi estabeleceu uma nova forma de se criar uma Visual Novel. Apesar disso, os dois últimos jogos da série principal não foram dirigidos por Takumi e sim por Yamazaki, entretanto o diretor já estava amadurecendo com os spin-offs de um dos melhores personagens da franquia, Miles Edgeworth.

    Esse amadurecimento ajudou a criar o melhor Ace Attorney lançado até o momento. O maior acerto é restabelecer a fórmula consolidada na franquia, e usada meio desleixadamente no quinto capítulo, Dual Destinies. O maior trunfo de Spirit of Justice é dividir justamente o tempo de tela das duas maiores figuras da franquia, Phoenix e Apollo, e não tentar fagocitar um ao outro. O novo país, Khura'in, é excelente e cria as melhores figuras já apresentada na série e contrasta bem com Los Angeles, sim Ace Attorney localizou a cidade para Los Angeles. Fãs de VN joguem Spirit Justice, se você não gosta tanto assim VN, assim como eu, de uma chace que não vai se arrepender.

    2 - The Outer Worlds :

    Na E3 de 2018, fiquei muito curioso com The Outer Worlds. Um jogo da Obsidian, da qual não havia jogado nenhum jogo, com a estética curiosa e com muita ironia e humor, chamou minha atenção. Gamepass me salvou nessa e consegui joga-lo logo no ano do lançamento, e que jogo em.

    A temática de The Outer Worlds já é bastante especial, um mundo distópico ultra capitalista e sindicalista é fantástica. Mas nada seria desse universo se a escrita não tivesse qualidade, e, olha, os escritores estão de parabéns. A escrita dele é muito boa e jocosa, os personagens são marcantes e carregado de carisma, os encontros (e desencontros) são instigantes e as quests com um bom design.

    O gameplay é padrão, ele não brilha, mas diverti o suficiente para quebrar os ritmos dos diálogos. Na verdade, existe um tipo de equipamento, as armas científicas, que adiciona uma camada hilária aos combate. Outra vantagem é a duração, The Outer Worlds entende o seu escopo e prefere fazer uma experiência mais contida, tanto na exploração, quanto em quests, para construir algo de qualidade.

    E, antes de falar o grande vencedor do melhor joguinho de 2019, deixo aqui uma lista de 5 menções honrosas (o que seria meu top 10 ao 6) :

    10 - Resident Evil 4

    9 - Hyper Light Drifter

    8 - Bayonetta

    7 - Middle-Earth : Shadow of War

    6 - Phoenix Wright: Ace Attorney – Trials and Tribulation


    1 - The Legend of Zelda - Breath of the Wild :

    Breath of the Wild é incrível. Finalmente tive oportunidade de jogar o último título de uma das minhas franquias favoritas, e que jogo. A história é ok, o boss final nem é essas coisas também, mas que aventura bem feita. A nova fórmula de Zelda caiu como uma luva para um já enferrujado modo de construir os jogos anteriores. Os Zeldas 3Ds não são ruins, longe disso são excelentes, entretanto um novo, e refrescante, modelo foi bem-vindo para reacender a chama de uma franquia tão antiga.

    A direção de arte é estupenda, a ideia de transformar Hyrule em um cenário pós-apocalíptico é ótima. Além do mais, a mistura do medieval com a tecnologia Sheika é um contraste maravilhoso, já que a tecnologia proporciona uma nova forma de encarar um mundo já explorado anteriormente.

    Cada canto do mapa é alcançável, por causa da adição da escalada e do retorno do paraglider. Graças a isso, a liberdade é a maior possível para um jogo do gênero, até mesmo deixando o jogador derrotar o boss final desde o começo da aventura.

    Claro, a experiência não é perfeita, como dito, a história é bem padrão, apesar de que alguns personagens foram muito bem apresentados, a Zelda tem um arco interessantíssimo, os Campeões são uma bela adição ao cast e o Link calado ainda me incomoda. Entretanto, Breath of the Wild é um daqueles que tá próximo à perfeição, e suas virtudes esmagam seus pontos fracos. Joguem Breath of the Wild, qualquer pessoa precisa ter experiência, porque ela é única e maravilhosa (Prepara-se também para enxurrada de jogos que vão tentar mimetizar o estilo criado nesse jogo).

    30
    • Micro picture
      _gustavo · about 1 month ago · 3 pontos

      Adoro Dishonored, pena que a equipe original de dissolveu da Arkane, agora é até melhor que a Bethesda nem toque nele porque certamente não vai ser tão bom quanto os 3, alias se vc não jogou ainda recomendo o Death of the Outsider, é mais curto mas complementa muito a história dos dois

      1 reply
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      manoelnsn · about 1 month ago · 2 pontos

      Spirit of justice é incrível mesmo. Fico me perguntando quando a desgraça da Capcom vai lançar mais alguma coisa da franquia...

      2 replies
    • Micro picture
      sweet_lorelei · about 1 month ago · 2 pontos

      Zelda - Breath of the Wild tbm foi um dos melhores que joguei esse ano,muito lindo e imersivo,explorar,coletar recursos,cozinhar nunca foi mais divertido rsrsrs,amo d+ o majora's mask mas esse ultimo zelda virou meu favorito

      2 replies
  • 2019-12-12 16:29:00 -0200 Thumb picture
    augus checked-in to:
    Post by augus: <p>#img#[675797]</p><p>Gamepass por 1 real tá ocupa
    Darksiders III

    Platform: PC
    45 Players
    16 Check-ins

    Gamepass por 1 real tá ocupando muito minhas férias, e me deixando louco com a quantidade de jogos que eu quero jogar. Tô jogando uns 3 jogos ao mesmo tempo, e fazer check-in de cada um deles por dia é bem louco então vou tentar colocar meus check-out com impressões.

    Esse mês foi adicionado Darksiders III no gamepass, e como adoro os dois primeiros, mais do primeiro que do segundo, decidi da uma chance para a DSIII. O jogo teve bastante mudanças, como ocorreu do 1 para o 2, e sua jogabilidade e modo que o jogo foi construído lembra muito outro DS, Dark Souls. Por jogar os outros games, decidi colocar a dificuldade no hard, para adicionar mais um dificuldade já que espera um combate similar, e estava bem errado. A cadência do combate mudou, não é atoa que da para mudar o estilo cadenciado para algo mais hack'n'slash.

    Já na parte de história, Cólera (Fury) é uma ótima protagonista e foi o motivo de eu ter jogado a campanha até o final (spoilers alert : não curti tanto o jogo). Ela é muito diferente de seus irmãos, invejosa, gananciosa, furiosa e todos os outros pecados capitais juntos. Tá ai outro fator que ele acerta em cheio, os pecados são legais, mesmo claramente alguns não terem seu devido destaque o preguiça é, ironicamente, o chefe mais preguiçoso que eu enfrentei. Durante as lutas com os pecados, Cólera reavalia sua atitude como ser e isso cria uma grandiosidade para sua personagem (desculpe Morte, mas você perdeu o pódio para a Cólera), mesmo que a escrita sinta a necessidade de esfregar essas mudanças na cara do jogador, e não só mostrar intrinsecamente.

    O grande problema foi com o balanceamento, na verdade a falta dele. Os inimigos tem um character design excelente, a qualidade técnica de tudo no geral é excelente, mas os golpes são estupidamente roubados. Todos os inimigos tem mais prioridade nos seus ataques que Cólera, e aliado com uma super armadura chata, isso só torna a experiencia mais frustrante. Existe alguns inimigos que possuem uma postura de defesa e se eles decidirem adotar essa postura não tem nada que faça quebrar, outro é quando se amontoa mais de 2 acabou para o jogador, muito provavelmente os inimigos vão te espancar até a morte antes que você possa fazer algo. Infelizmente a lista de problemas só cresce e a frustração só aumenta, pois como todo bom souls-like (até os ruins tem isso), morrer faz os inimigos voltarem e nada pior que acabar progredir bastante e morrer injustamente para voltar lá de outro ponto, com todos esses inimigos chatos vivos de novo, a parte boa é que tem vários checkpoints espalhados pelo mapa.

    Portanto, Darksiders 3 é legal, a história é muito boa e sua protagonista, Cólera, leva ela toda nas costas. Os problemas de gameplay são grandes, isso que eu nem entrei na questão das plataformas bugadas, e frustra muito sua experiência com ele, mas no final Darksiders 3 é uma promessa para o futuro e espero que DS4 seja melhor que ele (Nota : Darksiders Genesis não é DS4).

    13
  • 2019-12-01 01:10:47 -0200 Thumb picture
    augus checked-in to:
    Post by augus: <p>#img#[673437]</p><p>Eu e dois amigos assinamos o
    Sea of Thieves

    Platform: PC
    27 Players
    5 Check-ins

    Eu e dois amigos assinamos o gamepass na mesma época e, como precisávamos de um multiplayer legal, decidimos testar Sea of Thieves. A priori, tudo uma maravilha. Teve players que afundaram nosso barco, afundamos uns até, perdemos duelos (todos eles) e aceitamos quests. A água e a dirigibilidade do barco são incríveis. 

    O jogo tem umas missões grandes, que contam mais da lore, chamadas de lorotas, na localização. Pois bem, fomos na primeira, pegamos um livro e passamos umas duas horas para desvendar os mistérios do(a) Shroudbreaker, um artefato muito bem escondido em uma ilhazinha. A quest foi, no minimo, intrigante e deveras divertida. Visitamos um navio naufragado, usamos os seus registros para rastrear onde tava o tesouro, encontramos o totem, visitamos uma caverna, resolvemos puzzle, tudo isso rindo e se divertindo. Depois de tudo isso, pegamos a Shroudbreaker, a recompensa do nosso esforço. Pegamos o item e fomos para o nosso barco. Mas espera, cadê nosso Barco ? Um grupo de players havia o destruído e como estávamos sem recursos, gastamos tudo matando umas caveiras que lá habitavam, fomos mortos.

    Resumo do opera, os players roubaram nosso item. O engraçado ? Os players não podem fazer nada com aquele item, a não ser desgraçar a vida de outras pessoas. Largamos Sea of Thieves. Até agora foi meu  check-in/check-out mais rápido. E é com essa história de frustração e tristeza que termino.

    Pergunta : Recomendem joguinhos com a mesma pegada de Sea of Thieves, que eu e meus amigos possamos jogar, sem ser mortos por players aleatórios que gostam de estragar a desgraça alheia. Grato

    5
  • 2019-11-28 12:25:05 -0200 Thumb picture
    augus checked-in to:
    Post by augus: <p>#img#[672996]</p><p>Check-out</p><p>Terminei ont
    The Outer Worlds

    Platform: PC
    27 Players
    18 Check-ins

    Check-out

    Terminei ontem The Outer Worlds. Foram 24 horas de pura checagem de percepção. Para meu playtrough tentei resolver tudo na diplomacia, como costumo ao jogar rpgs desse tipo, e fiquei muito surpreso como a Obisidian levaram minhas escolhas no final.

    A partir daqui spoilers de The Outer Worlds (Se ainda não jogou, ele está disponível no gamepass, no qual está por 1 real o trimestre) :

    - Aliei-me com o Phineas. Apesar de meio maluco, ele sabia o que era certo para Halcyon. Salvamos a Esperança e os cientista e intelectuais se juntaram para reconstruir-la.

    - Edgewater prosperou com o jardim de Adelaide, que está sendo alimentado pelos corpos. Foi uma alternativa creepy, mas necessária já que o estado da cidade estava defasada.

    - Estabeleci a paz entre a MSI e os Iconoclastas, sendo assim MSI tornou-se um refúgio para as colônias a beira do colapso.

    - Ajudei a Vanguarda

    - Fiz todas as quest de compaions e consegui os melhores resultados possíveis.

    Gostei bastante de algumas side-quests particulares, principalmente aquelas que envolviam uma escolha moral, como a do remédio em Edgewater ou a da aposentadoria em Byzantium.

    Fim do Spoiler

    Por fim, The Outer Worlds foi uma experiência incrível, para o meu primeiro jogo da Obsidian, estou muito ansioso pelo que está por vim, e não estou falando de você Grounded, e vou procurar os outros jogos da Desenvolvedora.

    8
    • Micro picture
      slashgoodboy · about 2 months ago · 2 pontos

      Tive um final bastante parecido com o seu. Gostei de mais do jogo, parabéns pela zerada!

  • 2019-11-20 01:30:05 -0200 Thumb picture
    augus checked-in to:
    Post by augus: <p>#img#[671573]</p><p>Estou com 12 horas de Shadow
    Middle-earth: Shadow of War

    Platform: PC
    82 Players
    30 Check-ins

    Estou com 12 horas de Shadow of War e, finalmente, fui introduzido as mecânicas do sistema Nemesis por completo. A história é morna, preferi bem mais o caminho que Mordor toma na narrativa do que War, muito disso é por conta das diversas questlines abertas de uma vez, o que deixa a campanha confusa.

    Entretanto, o sistema Nemesis é o ponto chave do jogo. Com diversas novas adições, os Uruks são vivos e fazem parte de um ecossistema bem mais complexo, é nesse sistema que a verdadeira história do jogo aparece. Os orcs possuem traços únicos, como familiares, classes, grupo e interagem com Talion de diversas maneiras, como emboscada, traição dentre outros.

    Durante minha exploração derrotei um Uruk chamado Tûhorn (Gostaria muito de saber como se pronuncia o u com ^), como minha espada tinha veneno, ele morreu envenenado. Um tempo passou e, enquanto eu tentava derrotar um outro Uruk, ele me emboscou. O legal de tudo isso é que ele voltou com o rosto todo deformado pelo veneno, se chamando Tûhorn o Morbo e voltou com uma vontade de vingança enorme, proferiu palavras de como Talion ia pagar por todo o sofrimento dele, e eu acabei derrotando-o de novo.  Adivinha o que aconteceu ? Ele voltou mais uma vez, ainda insano e dessa vez eu finalmente consegui mata ele. 

    Esse é apenas um dos exemplos de situações em Shadow of War, inclusive isso ainda se aprimora com os cerco aos castelo que põem em cheque o exército do Nunca-morto.

    Aqui vai outros exemplos de como funciona o sistema aleatório, Nemesis :

    Não preciso nem dizer que eu transformei Bûbol no meu aliado, né ?

    E vai uma imagem bônus com um diálogo curioso no início de um cerco :

    11
  • 2019-11-17 01:27:15 -0200 Thumb picture
    augus checked-in to:
    Post by augus: <p>#img#[671021]</p><p>Aproveitando a boa lista de
    Middle-earth: Shadow of War

    Platform: PC
    82 Players
    30 Check-ins

    Aproveitando a boa lista de jogos do gamepass para começar a jogar outro game que queria (E um terceiro para jogar sendo que já tô jogando dois). Shadow of Mordor é muito bom, gosto muito do sistema nemesis dele e quando vi que o de War era ainda mais desenvolvido fiquei fisgado.

    As mecânicas que eram tão legais em Mordor aqui estão presentes e melhoradas. O combate ganhou mais possibilidades e Talion recebeu algum nerfs. Foram retirados algumas mecânicas que permitiam exploits e, talvez, a principal dela seja o executar que agora não é feito mais com o indicador de combo e sim com uma barra de ira que desce ao tomar hits. Outro ponto positivo é que os inimigos ficaram mais agressivos e com mais ferramentas, pensar bem antes de começar um combate em War é, aparentemente, algo essencial, ainda mais jogando em modos mais difíceis.

    A história, nessas minhas 4 horas de campanha, me pareceu meio acelerada demais, porém boa. Se o jogador for um grande fã de do universo Tolkieniano, talvez se incomode de como algumas figurinhas importantes são tratadas. Entretanto, é perceptível como a relação Celebrimbor e Talion é desenvolvida, não é lá muito profunda, mas curto os diálogos entre eles.

    Entretanto, apesar disso, War brilha no seu sistema nemesis, e como brilha, todos os aspectos do sistema foi melhorado, e acrescentado novas features. Não explorei tudo que o sistema tem para oferecer, estou na quest de montar um pequeno exercito para enfrentar um Uruk de duas cabeças, e por algum motivos os outros Uruks consideram isso como uma virtude, lhe concedendo o dobro de inteligência. A tropa de Sauron nunca esteve melhor, com minha pouca exploração já deu para perceber como as figurinhas vão ser marcantes e, até, cômica. Além do mais, a opção de escolha de dificuldade é muito bem-vinda, como joguei bastante o primeiro, me aventurar pelo normal em War faria eu perder alguns momentos do sistema nemesis que exigia que eu morresse ou fosse humilhado pelos Orcs. Por isso, se o jogador tiver alguma relação com jogos "estilo batman" ou, ainda mais, com o Mordor mesmo, recomendo jogar no Nemesis.

    5
  • 2019-11-16 01:00:11 -0200 Thumb picture
    augus checked-in to:
    Post by augus: <p>#img#[670823]</p><p>Enquanto que o Zeldinha está
    The Outer Worlds

    Platform: PC
    27 Players
    18 Check-ins

    Enquanto que o Zeldinha está à passos de tartarugas, aquele jogo tem muita coisa para fazer ainda tô perdido, assinei o Gamepass na promoção de 3 meses por 1 dinheiros e comecei minha jornada em The Outer Worlds.

    É o meu primeiro game da Obsidian, e posso logo adiantar que fiquei muito curioso com os outros já publicados da empresa, e curti muito o que eles fazem aqui. Esqueci de tirar umas prints porque tava muito empolgado, mas joguei por umas 6~7 horas e terminei o primeiro mundo/hub, Edgewater, que ficou localizado como Pontagua. Por falar na tradução, ela é boa e consegue pegar o clima meu cínico desse mundo, ou vários mundos, distópico capitalista exagerado.

    Peguei os 2 compaions que dava e gostei bastante deles, eles realmente integram nos diálogos da narrativa e dá um ponto de vista para os diálogos e para suas consequências.

    A partir daqui vai ter spoilers da primeira quest. Eu escolhi mandar a energia para Edgewater e convenci o Reed a se afastar do local para que a Adelaide possa ajudar-la a progredir. As outras sidequests foram bem básicas e conversar com os personagem que deram elas foram bem mais interessantes.

    Por enquanto é só isso pelo The Outer World, talvez amanhã eu venha com o Zeldinha ou até outro joguinho novo do gamepass que eu deixei baixando aqui.

    12
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