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Pessoas estúpidas acreditam em qualquer coisa, ao invés disso, acredite em si mesmo. Joseph Joestar

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  • 2020-12-23 01:48:42 -0200 Thumb picture
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    Grindingcast 035 - Planescape: Torment


    E aqui estamos com mais um Grindingcast! Desta vez trazendo mais um WRPG, um título bem querido e adorado por muitas pessoas, sendo uma aventura protagonizada por um silencioso protagonista em busca de sua real identidade, enquanto é acompanhado por vários companheiros bem peculiares: Planescape Torment!

    Venha dar uma conferida e não deixe de nos dizer a sua opinião e de contar a sua experiência com o jogo!

    Link:
    https://bit.ly/2WH2kjj

    Planescape: Torment

    Platform: PC
    144 Players
    18 Check-ins

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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      A intro foi perfeita, bem na pegada do jogo.hehe
      Manoel pra variar implicando com o gênero CRPG, tsc tsc.

      Eu fui um dos que largaram o jogo no cmeço por não curtir o ritmo. Na real é dificil a estética ocidental isométrica point n click em rpg dificilmente me prende. Fui seco nele pq todos falavam que era a melhor história ever mas não tive paci~encia pra acompanhar. Ainda quero um dia voltar, só sai do mortuario la do começo, frustrado por não conseguir evitar todos os combates. Qeuro fazer um build pra passar o jogo qse todos só na labia.

      Septerra Core, que foi citado de forma embolada nos jogos lançados no memso ano já foi um jogo ocidental que me atraiu mais, principalmente por tentar ser algo na pegada de FF7 com Cgs abundantes e sistema por turnos muito inpirado em FF (só que mais lerdo), mas mesmo assim nunca fui longe nele tbm.

      13 replies
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      rax · about 1 month ago · 2 pontos

      Vou escutar esse episódio...

      1 reply
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      santz · 18 days ago · 2 pontos

      Mais um ótimo cast falando de um grande clássico de um dos mais respeitados WRPG de todos os tempos. Fiquei bem interessado enquanto ouvia vocês falando do jogo, com personagens interessantes e um toque humorístico que me pareceu bem divertido, mas encarar um jogo que é praticamente só texto e tudo em inglês me afasta um bocado de tentar. Um dia eu ainda pego pra jogar, quem sabe... Jogar não né, ler.

      1 reply
  • 2021-01-18 23:30:21 -0200 Thumb picture
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    Quest Log 012 - Ontem foi louco

    Trazendo até vocês mais um episódio do nosso Spin-off onde respondemos as suas dúvidas e feedbacks de ontem...

    Link:  https://geekquest.org/2021/01/19/quest-log-012-ontem-foi-louco/

    Não se esqueça de votar no formulario RPGeiro 2021: https://forms.gle/McsNdghH1p9s8ZYV7

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      jcelove · 4 days ago · 2 pontos

      Ouvindo. As tags nas páginas dos jogos no steam podem ser editadas por usuários, tem muita zoeira nas categorias lá.hehe

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      jcelove · 4 days ago · 2 pontos

      A intenção era jogar os 6 MMBN em sequencia, tava meio fora do normal na época e achava os gráficos bonitinhos, além de ser uma coisa que rodava de boas no celular que tinha na época ai jogava com calma como to fazendo com o DQV, mas não aguentei as mudanças no 4, quis dizer que os graficos a partir dele ficaram com jeitão d ejogo java de celular antigo, tipo o resident evil 2 mobile, ai qdo vi que começava do zero de novo sem explicação alguma, larguei.

      O DQV to continuando e não avancei qse nada desde então, mas uma hora vai

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      artoriasblack · 3 days ago · 2 pontos

      Somente para deixar registrado, gostie muito do cast de Planetscape: Torment, onde vocês me convenceram a adquirir o game e estou a uma semana com o "Updated my Journal","Updated my Journal","Updated my Journal","Updated my fuckin, fucking, fuckingJournal". agradeço e que venha vais quest logs

  • 2021-01-01 00:12:06 -0200 Thumb picture
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    Grindingcast 036 - Pokémon Yellow

    Sejam bem vindos a mais um Grindingcast! E nesse episódio iremos tratar o começo de uma das maiores febres do mundo dos jogos! Apresentaremos o nosso jeito de viver, pois ninguém nunca foi igual! Peguem suas pokébolas pois são mais de 150! Estamos falando da primeira geração de Pokémon!

    Escute: https://geekquest.org/2021/01/01/grindingcast-036...
    Gostou do podcast? Tem duvidas e Sugestões? Deixe sua opinião aqui nos comentários ou deixe seu feedback
    Pokemon Yellow Version: Special Pikachu Edition

    Platform: Gameboy Color
    903 Players
    82 Check-ins

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      rax · 22 days ago · 3 pontos

      Feliz Ano Novo o/

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      jcelove · 18 days ago · 3 pontos

      Não sou muito fã de pokémon mas acertaram justamente na nostalgia já que o Yellow pra mim era como jogar a história do Ash.

      O jogo realmente não deixava claro o quao porfundo o sistema de batalha e tipos de monstros era profundo, talvez pelo foco ser nas crianças permitia mesmo jogar a campanha com um pokemon só tankando tudo. A primeira vez que terminei foi dugtrio, pikachu e charizard detonando todo mundo até entrar no hall da fama.Da uma boa ilusão de que se esforçando qq pokemon pode ser OP que lembr a pegada do Ash mesmo, ai qdo ia pro competitivo era humilhação XD

      Nunca tive coragem de colocar o Pikachu no PC, a cara triste dele tinha efeito do olhar do gato do Shrek.

      Não entendo a paciência de quem grinda honestamente no jogo, no post game to a anos tentando conseguir o dragonite e ainda faltam 20 niveis. Demora demais pra evoluir depois do 40.hehe

      Eu só zerei mesmo qdo peguei a versão lançada na Eshop do 3ds, que por sinal tinha como maior destaque a possibilidade de trocar pokemons com outros 3ds (mas apenas localmente) e mandar pro Poken Sun/Moon via pokebank. Como não tenho amigos e ninguém com 3ds aqui acabei continuando forever alone do mesmo jeito, mas era um atrativo legal pra desenbolsar os caros 16 reais em um jogo digital de GB.

      Uma coisa chata é que tiraram o glitch do Missigno no veio do começo do jogo, como só fui tentar fazer depois de zerar não tinha mais nenhum treinador pra me abordar e fiquei sem chance de duplicar itens (rara candy era minha esperança pra ter o dragonite U_U)

      Outra coisa que não sei se é exclusiva do port do 3ds é que da pra jogar o minigame do Pikachu surfista mesmo sem ter surf no Pikachu, só entrar na casa perto da praia e iniciar o game. É basicament eum excitebike do Nes na água.

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      vinicios_santana · 8 days ago · 3 pontos

      Conheci Pokemon no GBC de um amigo, jogando o Silver, mas nunca fui muito longe, tempos depois, com o advento dos emuladores, joguei praticamente todos, mas novamente, nunca terminei nenhum.
      Anos depois, eu já era um rapaz em idade propícia para o serviço militar obrigatório e fui selecionado junto de outros 99 guerreirinhos nascidos no anos de 1991.
      Foram 10 meses difíceis.
      Perto do fim do período de serviço, um amigo me emprestou um GBA SP e com ele Pokemon Esmerald. Ruby era meu favorito da época dos emuladores e jogar o Esmerald foi como reviver aquela época.
      Eu jogava quase sempre nos meus períodos de ronda, entrava num matinho e ficava fazendo golpes giratórios do Zanguieff enquanto olhava fixamente para a frente, ao entrar numa batalha, A,A,A,A, corre, corre, corre, A,A,A,A.
      Todo item que melhorava atributos eu adicionei no meu Blaziken Jojo e ele atropelou toda a elite dos 4, com Quick attack, Blaze kick e High Jump Kick. Além da mega velocidade e habilidade de ficar com 1 de HP em vez de morrer.
      Blaziken é até hoje meu pokemon favorito, cheguei a comprar o Pokemon Y do 3DS e logicamente usei a galinha lutadora, uooou, o Blaziken é um galo de briga, agora que caiu a ficha. Enfim, reprisei a estratégia que usara anos antes nas frias guaritas do quartel.
      Nunca tive muita paciência pra ficar treinando o pai, depois o filho, pra no futuro ter um pokemon de terceira ou quarta geração com os atributos perfeitos.
      Jogava até acabar o modo história e partia pra outro.
      Voltando um pouco no tempo, nessa mesma época do serviço militar, eu estudava de manhã e trabalhava em meio período numa loja de Magic e Pokemon TCG.
      conheci o jogo de cartas com um amigo da escola e apresentei aos outros amigos em comum e acabei conseguindo esse trabalho.
      Participávamos de torneios, tinha insígnias e tudo mais.
      Nessa época recebi o apelido de Professor Elm, logicamente só por eu usar óculos e ter o cabelo curto no padrão militar.kkkk
      No TCG montei alguns decks e fiz um, adivinhem, deck de Blaziken tunado, que nos pequenos torneios que realizávamos, consegui derrotar um deck de água/lutador de Poliwrath.
      Guardo com carinho meus decks até hoje, mas desisti do competitivo pelo alto investimento que era necessário, em um dia você ganhava de uma pessoa, no outro dia ela estava com um deck novo com as cartas mais raras e poderosas. Isso é legal, mas só para quem tem acesso.
      Curioso é que tenho amigos que jogam até hoje, mas migraram completamente para a versão digital.
      Abaixo mando uma foto de meu deck, além do playmat improvisado que usava na época.
      https://drive.google.com/file/d/0ByPNlLsjOJA-OGZoWEZ6VlpQaFE/view?usp=sharing
      Uma última coisa a se citar, pois esse feedback ficou gigante, escutar o cast me deu muita vontade de reviver esse mundo Pokemon, mas não animo embarcar nessa jornada de 60 horas, então eu comecei a ler os mangás, que aliás não foram citados no cast e são contemporâneos aos jogos, no Japão, e complementam e muito a história.

      3 replies
  • 2020-12-22 12:54:25 -0200 Thumb picture
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    Post by grindingcast: <p>Hoje falaremos de um título bem aclamado pelos f

    Hoje falaremos de um título bem aclamado pelos fãs de castlevania: Castlevania: Aria of Sorrow

    Castlevania: Aria of Sorrow é um RPG de ação desenvolvido e publicado pela Konami no ano de 2003 para o Game Boy Advance. É o terceiro jogo da série Castlevania no Game Boy Advance.

    Aria of Sorrow se passa no universo da série Castlevania. A premissa da série é o conflito entre os caçadores de vampiros do clã Belmont e o vampiro imortal Drácula. Trinta e seis anos antes do início de Aria of Sorrow, Drácula foi derrotado de uma vez por todas pelo clã Belmont, e seus poderes selados em um eclipse solar.

    Pouco depois da morte do Drácula, uma profecia foi feita de que a reencarnação do Drácula chegaria ao seu castelo em 2035 e herdaria todos os poderes do Drácula. Esta profecia atua como a força motriz por trás da trama de Aria of Sorrow e é a principal motivação dos personagens de apoio para estarem presentes.

    A história começa no ano de 2035, quando Soma Cruz está visitando o Japão como estudante transferida e morando perto do santuário Hakuba. Durante um eclipse solar, ele visita o santuário Hakuba com sua amiga de infância Mina Hakuba.

    Ele e Mina são atraídos para o eclipse, pousando em um castelo misterioso, onde encontram uma agente do governo chamada Genya Arikado. Arikado revela que eles estão no castelo do Drácula.

    Semelhante aos jogos anteriores da série, AoS é ambientado dentro do castelo do Drácula, que é dividido em várias áreas que o jogador atravessa.

     Essas áreas apresentam componentes diferentes, como inimigos diferentes, características de terreno variáveis e uma peça única de música temática. Semelhante à maioria dos jogos de plataforma, a progressão entre as áreas é limitada pelas habilidades do jogador.

    Apesar de o jogo ser ambientado em 2035, as armas disponíveis são em grande parte medievais, incluindo espadas, machados e lanças; embora pistolas e rifles estejam disponíveis. Essas armas diferem em sua produção de dano, o alcance da arma e a velocidade do ataque.

    AoS introduz o sistema Tactical Soul para a série Castlevania. Envolve absorver as almas dos inimigos para ganhar habilidades adicionais. As almas dos guardiões fornecem efeitos contínuos, incluindo a transformação em criaturas míticas e a convocação de familiares.

    Castlevania: Aria of Sorrow

    Platform: Gameboy Advance
    3072 Players
    184 Check-ins

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      enover · about 1 month ago · 4 pontos

      Um dos melhores games do GBA, na minha opinião.

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      raniejogos · about 1 month ago · 3 pontos

      to jogando desde ontem haha pra pegar as conquistas no RA

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      santz · about 1 month ago · 2 pontos

      O lance das almas é simplesmente genial.

  • 2020-12-21 13:36:14 -0200 Thumb picture
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    Post by grindingcast: <div>Hoje falaremos de:&nbsp;Alphadia Genesis</div>

    Hoje falaremos de: Alphadia Genesis

    Alphadia Genesis é um RPG de turno desenvolvido pela EXE - CREATE e publicado pela KEMCO no ano de 2015 para o PC, iOS & Android. Posteriormente saíram versões para o Playstation 4 e Xbox One.

    Vivendo em paz há 15 anos desde o fim da Guerra de Energi, os reinos de Archleign e Ghalzabine voltaram a ser o centro das atenções após um assassinato perpetrado por um clone vir à tona.

    Com a esperança de que o tratado assinado para pôr fim ao uso de clones em guerras convencionais não tenha sido violado, uma equipe conjunta de investigação contendo membros de ambos os reinos se forma para descobrir a causa do crime e levar os responsáveis à Justiça.

    Nós acompanhamos a narrativa através de Fray e sua equipe de investigação do reino de Archleign, que foram convocados para resolver o caso e que foram instruídos a cooperar com os investigadores do reino de Ghalzabine.

    Porém, a aventura acaba sendo muito mais instável do que qualquer um poderia imaginar, pois logo eles descobrem que este caso é muito mais do que aparenta ser, e que ele pode trazer à tona questões, conflitos e tensões mal resolvidas entre os dois reinos em relação à guerra que tiveram há 15 anos.

    A gameplay consiste em batalhas por turno, com os personagens tendo a opção de atacar, defender, usar itens, usar Energi e Break Skills, ambas estas gastando EP. Energi tem vários efeitos baseados nos elementais de fogo, água e luz que vêm da força vital do planeta. Break Skills são habilidades individuais baseadas nos parâmetros de um personagem e sua arma especializada.

    Cada personagem comanda um energi elemental principal, enquanto os sub-elementais também podem ser aprendidos. Ao combinar esses vários elementos, energias novas e mais poderosas podem ser aprendidas.

      Os personagens que não estão no grupo de batalha atual podem cooperar com eles de várias maneiras por meio do uso de Assistências. Dependendo da combinação de membros, ataque, defesa e outros parâmetros como a taxa crítica podem ser aumentados.

    Além disso, quando o Assist Gauge estiver no máximo, poderosos ataques combinados podem ser desencadeados com esses personagens.

    Alphadia Genesis

    Platform: PC
    4 Players
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      artoriasblack · about 1 month ago · 2 pontos

      interessante esse, espero que tenha na Steam, ja que tem para Pcs

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      santz · about 1 month ago · 2 pontos

      O visual do combate é bacana, mas a de exploração é um lixo, parece um jogo chinês de celular.

  • 2020-12-19 18:12:24 -0200 Thumb picture
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    Post by grindingcast: <p>#img#[751347]</p><p>Para o pessoal que não viu o

    Para o pessoal que não viu ou não soube, ontem fizemos um mini torneio da primeira geração de Pokémon que eu recomendo muito assistir, ficou bem da hora e nesse domingo vamos gravar o podcast da primeira geração o/

    Link:

    https://www.twitch.tv/videos/842148708

    Pokemon Yellow Version: Special Pikachu Edition

    Platform: Gameboy Color
    903 Players
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  • 2020-12-18 15:36:26 -0200 Thumb picture
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    Post by grindingcast: <p>Aproveitando que acontecerá a live do campeonato

    Aproveitando que acontecerá a live do campeonato dele hoje, aproveitaremos para falar de: Pokemon Yellow.

    Pokemon Yellow Version É um RPG de turno desenvolvido pela Game Freak e publicado pela Nintendo no ano de 1998 para o Game Boy e Game Boy Color.

    É uma versão enhanced (aprimorada) de Pokémon Red and Blue, vagamente baseada no anime e faz parte da primeira geração da série de videogames Pokémon. Junto com o lançamento de Pokémon Yellow, uma edição especial do Game Boy Color com tema amarelo também foi lançada.

    Assim como os Pokémon Red e Blue, Yellow ocorre na região de Kanto, que possui habitats para 151 espécies de Pokémon. Os objetivos também permanecem os mesmos, embora existam algumas diferenças ao longo do caminho.

    Por exemplo, no início, o jogador não tem a opção de escolher um dos três Pokémon iniciais. Em vez disso, um Pikachu selvagem que o Professor Carvalho pega torna-se o Pokémon inicial do jogador, enquanto o personagem rival pega um Eevee.

    O enredo é vagamente baseado na saga da Liga Indigo do anime e apresenta personagens que não foram apresentados no jogo ou foram aprimorados para se parecerem com seus designs usados no anime, incluindo Jessie, James, Meowth, Enfermeira Joy e a Policial Jenny.

    Semelhante ao anime, Pikachu se recusa a entrar na pokebola e a evoluir. Os jogadores também têm a oportunidade de obter os três iniciais originais.À medida que os jogadores avançam, eles progridem gradualmente pegando Pokémon que usam para derrotar os oito Líderes de Ginásio e, eventualmente, a Elite dos 4.

    Quando o jogador encontra um Pokémon selvagem ou é desafiado por um treinador, a tela muda para uma tela de batalha por turnos que exibe os dois Pokémon que batalharão. Durante a batalha, o jogador pode selecionar um de até quatro movimentos para o seu Pokémon realizar, usar um item, trocar seu Pokémon ativo ou tentar fugir.

    Capturar Pokémon é outro elemento essencial da jogabilidade. Durante a batalha com um Pokémon selvagem, o jogador pode lançar uma Pokébola nele. Se o Pokémon for capturado com sucesso, ele passará a ser propriedade do jogador. Fatores na taxa de sucesso de captura incluem o HP do Pokémon alvo e o tipo de Pokébola usada.

    Pokemon Yellow: Special Pikachu Edition

    Platform: Gameboy
    7505 Players
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  • 2020-12-17 15:53:31 -0200 Thumb picture
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    Post by grindingcast: <p>E hoje falaremos de um dos Tacticos da era do Ga

    E hoje falaremos de um dos Tacticos da era do Game Boy Advance: Onimusha Tactics

    Onimusha Tactics é um Rpg táctico desenvolvido e publicado pela Capcom no ano de 2003 para o Gameboy Advance, sendo este o primeiro jogo da série a aparecer na nintendo. 

    O jogo se passa dentro do universo já pré estabelecido de Onimusha, mas acontece de forma paralela, nao tendo ligação com os jogos de Playstation 2. Apesar da mudança visual em relação à série , o jogo encaixou muito bem nos gráficos do Game Boy Advance, tendo um visual muito bonito.

    No entanto, o jogo apresenta um enredo semelhante: um samurai que possui o Oni Gauntlet pode se tornar o Onimusha e lutar contra Nobunaga e seu exército de genma. O samurai é Onimaru, que é apoiado por uma ampla gama de personagens, muitos dos quais são iguais aos seus equivalentes na série principal.

    Porém, existem alguns personagens retornando de outros jogos Onimusha, como Saika Magoichi, Ankokuji Ekei, Fūma Kotarō e Akechi Mitsuhide. Onimaru luta contra o genma até que você finalmente alcance o notório Nobunaga.

    Introduzidos agora na série são guerreiros escolhidos adicionais que recebem o poder da fênix, tartaruga, tigre e dragão para ajudar Onimaru. Esses animais correspondem aos animais celestes chineses que representam as direções cardeais. (Essa referência também foi a um puzzle de Onimusha 2).

    O jogador é apresentado com uma visão de 3/4 da câmera de um campo de batalha detalhado em forma de grade. Os personagens possuem os comandos básicos como movimentar, atacar, usar uma habilidade, itens, etc.

    O jogo conta com mais de 20 personagens disponíveis para compor a sua equipe em batalhas tácticas. O objetivo do jogo é derrotar o time adversário de inimigos e demonios, assim ganhando mais recursos para melhorar os personagens e assim, ir avançando pelas fases.

    O jogo possui uma mecânica bem simples tanto de combate, quanto de upgrade e evolução, porém, é uma boa recomendação para aqueles que gostam da franquia, do setting, dos personagens e do universo estabelecido de Onimusha.

    Onimusha Tactics

    Platform: Gameboy Advance
    226 Players
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      onai_onai · about 1 month ago · 3 pontos

      Eu joguei, finalizei e achei uma bosta. Pior que ele só mesmo o Yu Yu Hakusho Tactics. Hehe...

      1 reply
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      artoriasblack · about 1 month ago · 2 pontos

      Ah, ja terminei esse. era bem divertido e evolui tanto os personagens que somente bastou mandar o Onimaru sozinho no boss final que ele limpou o chão com ele, bons tempos

  • 2020-12-10 15:12:19 -0200 Thumb picture
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    Post by grindingcast: <p>E hoje falaremos de um jogo do final da era do S

    E hoje falaremos de um jogo do final da era do SNES: Treasure Hunter G

    Treasure Hunter G é um RPG que mistura táctico com turno desenvolvido pela Sting e publicado pela Squaresoft no ano de 1996 para o Super Famicom. Este foi o último título da Squaresoft a sair para o SNES e marca o fim da parceria da empresa com a Nintendo.

    Red G. e Blue G. são irmãos e vivem uma vida tranquila na companhia de Silver G, seu avô. O pai dos garotos, Brown G, é um caçador de tesouros e está há um bom tempo sem mandar notícias.

      Um dia, ao explorar uma caverna próxima de casa, a dupla encontra o pai ausente. O homem encontra uma espécie de aeronave e ativa ela, e sai voando pelos céus, sem dar atenção a seus filhos. Os irmãos decidem sair em uma jornada para encontrar seu pai.

    Logo após Brown G. ativar a estranha máquina, uma série de eventos estranhos passam a assolar o mundo: fadas estão sendo transformadas em cristais e monstros estão atacando as cidades.

     Os irmãos acabam conhecendo uma garota chamada Rain, que anda sempre na companhia de Ponga, seu macaco de estimação. O grupo passa a viajar junto e descobre que o responsável pelos atuais problemas do mundo é Dark Lord, um ser maligno recém ressuscitado que pretende dominar o mundo com a ajuda de uma besta mitológica.

      Os amigos tentam impedir os planos nefastos do vilão, enquanto continuam no encalço de Brown G.

    Os heróis viajam por locações comuns de jogos de fantasia, como florestas, castelos, cavernas e vulcões. Os cenários são interativos e é possível quebrar vasos, movimentar objetos e ativar mecanismos.

    Ao tocar um inimigo no campo, a batalha se inicia. Aliados e inimigos ficam espalhados pelo cenário, que é dividido na forma de grade. Cada personagem tem uma quantidade de pontos de ação à disposição quando seu turno começa.

    O direcional controla o personagem, enquanto um botão ataca com o armamento equipado. Técnicas especiais podem ser selecionadas em um menu. Cada ação consome uma quantidade específica de pontos de ação.

    A parte estratégica do combate fica por conta do campo de batalha dividido em grade. Cada região tem um custo específico de pontos de ação, quanto mais próximo dos inimigos maior é a quantidade de pontos necessária para executar os movimentos.

    Treasure Hunter G

    Platform: SNES
    89 Players
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      santz · about 1 month ago · 3 pontos

      Esse jogo é muito massa, mas os personagens são uns bostas.

  • 2020-12-08 14:16:50 -0200 Thumb picture
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    Post by grindingcast: <p>E hoje vamos falar de Tales of Xillia</p><p>#img

    E hoje vamos falar de Tales of Xillia

    Tales of Xillia é um RPG de ação desenvolvido pela Namco Tales Studio e publicado pela Namco Bandai Games no ano de 2011 para o Playstation 3. É o décimo terceiro título principal da série "Tales of".

    Dois milênios atrás, os humanos desenvolveram spyrix, uma fonte de energia que absorve espíritos para fornecer energia. Em resposta, o espírito Maxwell reuniu humanos, que compartilham uma relação simbiótica com espíritos, em uma terra isolada protegida por uma barreira.

    As terras isoladas ficaram conhecidas como Rieze Maxia e as terras exteriores como Elympios. Como espíritos são necessários para sustentar a natureza, Maxwell espera pelo dia em que todos os humanos em Elympios morram antes de dissipar a barreira.

    Vinte anos antes do início do jogo, um navio de cruzeiro Elympion fica preso em Rieze Maxia, formando um grupo terrorista conhecido como Exodus. A Exodus trabalha com os militares Elympios para encontrar uma maneira de destruir a barreira.

      No presente, Jude Mathis investiga uma instalação de pesquisa militar para procurar seu professor desaparecido. Lá, ele testemunha uma arma movida a espíritos chamada Lança de Kresnik absorver seu professor. O militar prepara Jude como a próxima vítima, mas ele é salvo por Milla Maxwell, a sucessora de Maxwell.

     Em resposta, os militares ativam a lança que absorve os companheiros espirituais de Milla, forçando ela e Jude a recuar. Então os dois decidem confrontar o rei de Rashugal, que havia endossado a criação da Lança e descobrir quais são os seus planos e para que ele iria querer usar aquela arma.

    Durante a batalha, o jogo usa o Dual Raid Linear Motion Battle System, uma variação do Linear Motion Battle usado na série Tales. As batalhas acontecem em tempo real. As ações do jogador incluem mover, pular, correr, ataques padrão e artes( Special attacks which consume "Technical Points" (TP) ).

     Os membros do grupo podem se conectar uns aos outros para realizar ataques unificados chamados Linked Artes. O jogo permite até 4 personagens do grupo dentro da batalha e os que não são controlados pelo jogador, são controlados por IA com comandos e instruções definidas pelos jogadores na estratégia.

    Tales of Xillia

    Platform: Playstation 3
    727 Players
    197 Check-ins

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      speedhunter · about 2 months ago · 3 pontos

      Baita jogão! Como não joguei o Phantasia ainda, o Xillia foi o melhor dos que zerei.

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      _gustavo · about 2 months ago · 3 pontos

      Bem que a Bandai Namco podia trazer esse miolo da época do 360/ps3 pras gerações atuais/novas e no pc tbm, trouxeram o Vesperia, o Graces e os Xillia viriam bem a calhar

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      diego_lacuna · about 1 month ago · 2 pontos

      Maneiro

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