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  • 2019-05-18 09:54:09 -0300 Thumb picture
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    16-bits em território americano

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    Apesar do relativo das plataformas de terceira geração no Japão, a Sega e a NEC estavam preparando terreno para lançarem seus consoles em território americano, que estava sendo dominado pela Nintendo com o NES. As duas empresas possuíam aparelhos poderosos e uma grande promessa de jogos revolucionários, mas até então, a biblioteca do NES estava imbatível. O contrato de licenças para terceiros da Nintendo impedia que empresas desenvolvessem jogos para as concorrentes, que dificultava bastante a adição de uma biblioteca variada para a Sega e para NEC. As duas empresas então prepararam uma tática agressiva de marketing para surpreender os consumidores e mostrar o verdadeiro poder dos 16-bits.

     Em 1988, o PC Engine havia superado as vendas do Famicom no Japão e a NEC se sentiu preparada para lançar o videogame nos EUA. Optaram por colocar um nome mais forte e aumentar seu tamanho. Em agosto de 1989, a NEC lança o TurboGrafx-16, alegando que seu novo produto era o primeiro com 16-bits, mas na verdade, o console vinha com uma CPU de 8-bits, que acabou sendo visto como uma propaganda enganosa. O console ganhou um design em preto e vinha com Keith Courage in Alpha Zones como um bundle. O periférico CD-ROM² lançado em 1988 para o PC Engine o transformava no primeiro aparelho capaz de rodar jogos usando mídia de CD. Em novembro, a NEC lança o periférico como TurboGrafx-CD em território americano.

     A Sega, por sua vez, veio com uma campanha de marketing agressiva para o lançamento do Mega Drive em solo americano. Lançado em agosto de 1989, o Sega Genesis teve um leve redesenho na carcaça e vinha com a promessa de trazer a experiências dos Arcade para os consumidores. Altered Beast era o jogo bundle da plataforma e uma leva de jogos esportivos foram outros títulos de lançamento. A campanha “Genesis does what a Nintendon’t” mostrava superioridade frente ao limitado console de 8-bits da Nintendo. E também ele se mostrava o verdadeiro console de 16-bits, deixando o TurboGrafx-16 com ainda menos relevância na disputa mercadológica. A campanha da Sega se mostrou um sucesso e a NEC teve pouca visibilidade.

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      old_gamer · 3 months ago · 4 pontos

      O melhor do 16 bits ainda está por vir ......

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      andre_andricopoulos · 3 months ago · 4 pontos

      MEGA DRIVE...SNES...😍

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      joanan_van_dort · 3 months ago · 2 pontos

      A NEC praticamente se auto sabotou. Primeiro com os falsos 16 bits e principalmente com a falta de introdução do produto no mercado americano. Não houve marketing, não houve explicação, não houveram propagandas difundindo o produto nos EUA. Deu a impressão que por terem conseguir superar as vendas mensais do Famicon no Japão isso era motivo suficiente para os norte americanos também comprarem o aparelho. Ou então que era só mais um brinquedo entre tantos outros. O fato é que a fragilidade da imagem do produto quebrou o videogame. Infelizmente.

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  • 2019-05-16 15:19:07 -0300 Thumb picture
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    Porque jogos competitivos são os que mais causam raiva nos jogadores?

    Medium 3721855 featured image

    Eu sei, a reposta parece meio óbvia, mas deixe-me ao menos “expandir” o que você provavelmente já sabe. jogos competitivos já estão ai no mundo desde o primeiro pong lançado em 1972, um pvp simples onde dois jogadores tentam marcar pontos fazendo a bola atravessar o campo do outro, algo básico mas funcional que fazia duas pessoas se enfrentarem arduamente (mesmo que de maneira simples) até surgir um vencedor, e desde de então, mais e mais jogos nesse formato foram surgindo, inovando mais na formula e expandindo mais o pvp “básico”, conquistando mais e mais espaço, como por exemplo o próprio esports, transmitido para o mundo inteiro, onde vemos vários jogadores profissionais mostrando para o publico o porque deles serem “os proporcionais” naquele jogo. mas, com tanta inovação surgindo para esse género, porque ainda sentimos tanta raiva ao jogamos jogos como Overwatch, LoL ou até mesmo um Street Fighter V?

    Numa competição, vence quem é o melhor, correto? Suas habilidades são o fator decisivo para alcançar a vitoria, e se o seu oponente vencer, isso significa que ele teve mais habilidades e que necessariamente ele seja melhor que você? Não, ao menos não na maioria das vezes, e certo fazer esse veredito se comparamos um idoso a um corredor profissional em uma corrida de cem metros, mas em jogos, o buraco e mais em baixo, o que acontece muitas vezes são que a “oportunidades especiais” para um jogo podem realmente ditar o rumo de uma partida por inteiro, e também, algo que muitos odeiam e outros amam chamado RNG (random number generator, gerador de numero randomico) explicando de maneira breve, seria a “possibilidade” de algo acontecer ou não em determinado momento em um jogo, como, ao pular um buraco, o seu personagem pode ou não dar uma rolada ao atravessa-lo ou um inimigo errar um ataque que geralmente ele acerta em você, a muitos fatores que determinam um RNG em um jogo, e é ambíguo se ele é associado a sorte ou não.

    Essa é uma possibilidade do rng, assim como, essa situação nunca poderia se quer ter acontecido, as possibilidades do que pode acontecer ou não são finitas, mas ainda sim são grandes.

    Ok, mas como isso tudo me faz ter raiva de jogar jogos competitivos? Exemplificado melhor o primeiro fator de “oportunidades especiais”, deem uma olhada nesse vídeo:

    Desculpe a qualidade, foi o melhor que eu achei

    Admita, por mais que você parabenizasse o cara por esse feito você ainda sim sentiria um pouquinho de raiva por ter perdido para ele quando você estava quase ganhando, o jogo street fighter 3 permitiu essa possibilidade ao jogador daigo de bloquear o que seria o golpe final de seu adversário justin, por mais que essa façanha tenha um pouco de RNG, ainda sim é uma das mecânicas do jogo, e mecânicas, caro leitor, são uma das coisas que jogadores mais reclamam em qualquer jogo, mesmo os jogos single recebem duras criticas por terem coisas “quebráveis” (gíria para “desbalanceamento”) em seus gameplays, e jogos competitivos estão no topo dessas reclamações, e fácil achar pessoas que dizem “nerfem tão personagem” ou “proíbam tão personagem de ser usado pois ele é forte demais” para jogos como overwatch, e, por mais que essas reclamações possam ser coerentes e plausíveis, as empresas donas desses jogos muitas vezes não fazem o devido balanceamento de tão mecânica ou personagem.

    “E se tão mecânica/personagem é forte, porque eu me daria ao luxo de usar algo que considero fraco/sem garantia de que não ira me trazer a vitória fácil?” e com esse pensamento que muitos jogadores vão e vencem de maneira fácil e barata muitos oponentes que tentam coisas diferentes, o que frustra e te faz questionar se aquilo é justo ou não, “a mas e o RNG? o que ele tem haver com tudo isso?” bom, como no exemplo acima, daigo bloqueou o golpe de justin com um certo grau de RNG, você poderia dizer que isso é trapaça e que é desbalanceado, mas não, isso é uma mecânica até que justa, mas, por ter um fator rng nela, as chances de dar certo são mínimas, tanto que esse feito dele é quase impossível de se repetir sem algumas horas treinando, agora, seria realmente injusto se, apenas se isso fosse algo que pudesse ser executado a qualquer hora sem o mínimo de esforço/técnica/custo possível e fosse um bloqueio perfeito que nada pudesse parar, mas se esse exemplo ainda não te convenceu do que quero falar, então aqui vai mais um:

    No jogo X-men children of atom, Wolverine pode executar uma sequencia interminável de ataques que o fazem vencer uma luta sem o mínimo de esforço, isso aqui é um perfeito exemplo de mecânica quebrada entrando em ação, e sabe o que é engraçado? o RNG interfere em quase nada nesse combo simples de se fazer que mal leva uma hora para ser aprendido, e essa meu leitor é a “origem do mal” que te faz entrar em modo berserk (estado de fúria), uma mecânica simples mas ao mesmo tempo “roubada” que qualquer um pode fazer que faz toda a sua estratégia/planejamento/dedicação ir por agua a baixo num piscar de olhos.

    Em resumo, o que te traz raiva em jogos competitivos e sentir que sua partida não foi satisfatória/justa e que seu oponente venceu da forma fácil, barata e talvez de maneira trapaceira do seu ponto de vista, você buscar se entreter competitivamente, e muitas vezes, você se vê olhando o seu oponente como sendo tão forte quanto você e que ambos tem chances iguais de ganhar, porém, tirando partidas com jogadores profissionais aos quais estão em outro nível, quando você se depara com alguém que usa e abusa do exemplo que dei acima, você logo se decepciona e deixa-se consumir pela raiva de sofrer uma “injustiça” no jogo, agora, mudando um pouco o foco desse artigo, se jogos competitivos andam te dando raiva atualmente, eu sugiro fortemente que você os abandone o quanto antes ou fique um longo período de tempo longe deles, eu não sou nenhum medico, mas sei bem as consequências que uma raiva “gratuita” pode trazer, e como vivemos em um país nenhum um pouco agradável, manter sua saúde mental estável é fio entre fazer uma idiotice amanhã que você ira se arrepender depois, termino aqui meu artigo agradecendo a todos que puderam dedicar um tempinho seu a essa leitura, fiquem com deus e tchau.

    PS:um compiladinho do que raiva demais pode fazer com você.

    League of Legends

    Platform: PC
    8582 Players
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      tecnologgamer · 3 months ago · 3 pontos

      Pode-se resumir com apenas uma palavra: Ego, ego e ego.

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      artigos · 3 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      kess · 3 months ago · 2 pontos

      Já fiquei irritado, mas nunca fiquei dando grito, jogando controle longe, batendo em coisas... Já vi um amigo meu socar o monitor (na época dos tubões), não deu nada, mas ali eu percebi que eu não era tão irritável. Pelo menos na época, hoje em dia eu saio do sério, mas normalmente com outras coisas.

  • 2019-05-13 09:16:42 -0300 Thumb picture
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    Os computadores da segunda metade dos anos 80

    Medium 3721243 featured image

    Como visto no post anterior sobre o assunto, o lançamento do Macintosh lançou a nova tendência de interfaces gráficas e todas as fabricantes começaram a trabalhar em modelos de computadores com suporte a isso. Em 1986, a britânica Acorn lança o BBC Master, o mais potente computador 8-bits da empresa. A Amstrad lança o PC1512, compatível com a família IBM-PC e vem com o sistema GEM de interface gráfica, presente geralmente em computadores Atari ST. A Apple lança o mais poderoso computador da linha II, o Apple IIGS, com destaque para o primeiro sistema com interface gráfica colorida e foco na parte sonora. Há também uma atualização na sua linha principal, com o Macintosh Plus, melhorando recursos de memória e processador.

     NA CES de 1987, a Commodore lança 2 novos computadores da linha Amiga. O Amiga 500 é o de baixo custo que ajudou a popularizar a sistema e o Amiga 2000 é o high-end que permitia diversos cartões de expansão. O Acorn Archimedes é um dos primeiro computadores com arquitetura ARM de 32 bits lançado também em 1987. No mesmo ano, chega o IBM PS/2, um dos maiores sucessos da empresa que popularizou o novo sistema operacional da Microsoft, o Windows. No Japão, o Sharp X68000 é mais robusto e caro computador do mercado, capaz de rodar jogos de Arcade com extrema fidelidade. O Apple IIc Plus é o último modelo da linha 8-bits da empresa, que logo caiu no esquecimento dada a grande demanda por processadores de 16-bits.

     Em 1989, o britânico SAM Coupé é um clone de ZX Spectrum que ficou muito popular no Reino Unido. No Japão, a Fujitsu lança o FM Towns, um computador em forma de torre com grande foco em games e aplicações multimídia. A Apple lança uma série produtos baseado na linha Macintosh II, que iniciou em 1987. Em 1989 Macintosh IIcx é o sucessor do IIx lançado no ano anterior e traz ainda mais poder tecnológico, seguido pelo Macintosh IIci com 3 slots de expansão. A linha principal também recebe upgrade com o Macintosh SE/30. A Apple também lança seu primeiro computador portátil, o Macintosh Portable, com grande duração de bateria, tela monocromática e uma trackball para simular os movimentos do mouse.

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      leandro · 3 months ago · 2 pontos

      Como sempre fui mais consolista ( fui ter contato com PC´s em 1997, em um curso básico de informatica e, em 2005, fui ter o meu primeiro PC ( já com Doom 3, instalado ). Esses posts sobre a historia dos PC´s é sempre bem vindo pra mim. Valeu

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      andre_andricopoulos · 3 months ago · 2 pontos

      Bizarro esses modelos... já tivemos um desses ou a variação deles...

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      onai_onai · 3 months ago · 2 pontos

      Só fui ter acesso a um PC depois dos anos 2000...

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  • 2019-05-06 08:53:22 -0300 Thumb picture
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    Atari Lynx: o primeiro portátil com tela colorida

    Medium 3720003 featured image

    Em 1986, 3 ex-funcionários do Amiga se unem para criar um novo sistema de aparelho portátil e logo foram contratados pela Epyx para trabalhar no projeto. Em janeiro de 1989, na CES, é apresentado pela primeira vez o Handy Game, em forma de protótipo. Com 4 botões de controle, 5 botões de ação, 2 alto-falantes estéreo e uma inovadora tela LCD colorida. Devido a dificuldades financeiras que a Epyx estava enfrentando, ela foi a procura de parceiros e a Atari fecha negócio com ela, financiando a propaganda e a produção enquanto a Epyx fazia os jogos. Ao final do ano, a Epyx declara falência e a Atari dá continuidade ao portátil, fazendo um redesenho completo do aparelho e o lançando sob o nome de Atari Lynx em setembro de 1989.

     O primeiro portátil com tela colorida da história também era o primeiro a apresentar configurações para destros e canhotos, bastando girar o aparelho ao contrário. Com uma orientação horizontal, o sistema vinha com um direcional em cruz, 2 pares de botões de ação, uma saída de som mono, mas ficava estéreo quando conectado com fones de ouvido, botões para ligar o aparelho, opções e reiniciar. Por dentro, ele vinha equipado com uma CPU de 16-bits customizada, Mikey e uma GPU de 16-bits, Suzy, que era capaz de escalonar e distorcer sprites na tela, permitindo efeitos de pseudo 3D belíssimos. Os jogos vinham formato de cartuchos e o cabo ComLynx permitia que até 15 outros portáteis pudessem ser conectados para permitir partidas em multiplayer. Tanta tecnologia devorava 6 pilhas AA em 4 ou 5 horas de uso.

     Foram lançados 5 títulos junto do aparelho. ElectroCop trazia um jogo de tiro com plataforma bem simples. Gates of Zendocon é um shoot ‘em up horizontal com 51 fases e uma jogabilidade bem rápida. Blue Lightning é o título de maior destaque do portátil, apresentando um jogo no estilo de After Burner com belíssimos efeitos de pseudo 3D para um portátil. Chip’s Challenge é um jogo de quebra-cabeças com visão superior e California Games, um porte de um dos maiores sucessos da Epyx para computadores domésticos, onde era apresentado uma série de jogos esportivos ambientados no verão. O portátil vendeu muito bem no mês de seu lançamento, mesmo custando mais do que o dobro que o GameBoy, 190 dólares.

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      andre_andricopoulos · 3 months ago · 4 pontos

      Protótipo sinistro...
      ...
      Super curioso.
      Não conhecia.
      ...

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      joanan_van_dort · 3 months ago · 2 pontos

      Já joguei nessa jabironga ae...
      Apesar das boas ideias que ele apresentou parte da execução não foi das melhores. Mas tem seus méritos. Ele é desconfortável de usar, os botões parecem longe demais uns dos outros e lembro também que tinha um certo delay entre acionar os comandos e o aparelho responder.
      Mas rodava super bem e os jogos eram bem bonitos por estarem na tela de um portátil, e isso fazia esses probleminhas desaparecerem.
      Pena que não era meu, acabava brincando emprestado. Se na época eu tivesse grana teria comprado um desses fácil, fácil. Era um bom aparelho.

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      darlanfagundes · 3 months ago · 2 pontos

      Que louco hein! Essa tela tá ótima! Mano, esse negócio tava muito a frente de seu tempo!

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  • 2019-05-03 22:17:22 -0300 Thumb picture
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    Toxina Forte: Jogadores, Comunidades, Grupos

    Medium 3719692 featured image

    Press Start to Continue…Salve galera,

    Essa semana me veio na mente um artigo interessante para escrever, e lógico como comentei no artigo anterior, um conteúdo agradável para a leitura de todos aqui (ou não).

    A vida gamer é bastante interessante, pois são jogatinas únicas que proporcionam experiências diferentes, porém ao percorrer esse longo caminho nos deparamos com situações inusitadas e que até mesmo acaba ficando rotineira, o que quero colocar neste artigo é: Jogadores Tóxicos.

    Para deixar um pouco mais claro, vou dividir em alguns tópicos chave no qual dará uma compreensão melhor para identificar os Jogadores Tóxicos e também abordar comunidades, grupos e algo que se assemelha e abriga esses tipos de jogadores.

    Os tópicos são:

    1 - Anonimato;

    2 - Experiência no jogo;

    3 - Comunidade, grupos;

    4 - Respeito

    Eu penso que é definido em 3 tópicos no qual você identifica esses jogadores, o quarto tópico eu coloquei e vou explicar em meu ponto de vista a visão que este jogador possui durante uma partida de um game offline ou online.

    1 - Anonimato

    No mundo voltados a um monitor, com um teclado e mouse, seu sistema funcionando em perfeitas condições, nós vivemos através da internet hoje em dia que traz suas facilidades por trazer uma comunicação rápida através de programas ou aplicativos de mensagens instantâneas.

    É verdade que utilizar este recurso em um jogo online é bastante promissor e aproxima muito os gamers em uma jogatina, combinar partidas, comentar sobre aquele feito, mas também traz um tipo inusitado de jogador, aquele que adora falar bastante, utilizar mensagens em massa para chamar a atenção: o jogador tóxico.

    Xingar durante a partida, colocar seu headset e denegrir a pessoa durante o jogo, poluir um chat e continuar denegrindo a pessoa, se auto proclamar pró-player, afetar o estado psicológico de um grupo em um MMORPG online, ameaçar, gritar para intimidar as pessoas, comportamentos esses num ambiente online que ocorre com frequência. E o porque ele faz isso, só para ganhar a partida e manter seu alter ego alto.

    Em seu pensamento é comum você imaginar que tipo de lixo na sociedade é essa pessoa, mas na realidade é diferente, seu comportamento é igual ao seu, ele se relaciona muito bem com outras pessoas, possui amigos, familiares, grupos no qual ele possui um certo grau de intimidade e social.

    Por que ele age desta maneira ao jogar online? A resposta que vem a minha mente é, ser competitivo, não admitir que perdeu para uma pessoa que tem seu rank abaixo que o seu, não sabe se comportar de maneira correta e precisa ser o centro das atenções, impor sua imagem que ele é SUPERIOR a você.

    Qual a idade desta pessoa? Muitos vão achar que são crianças de seus 10 à 13 anos, que ganhou seu videogame ou pc dos pais e lá ele pode fazer tudo o que quer online, mas nem sempre este comportamento é de uma criança, já vi adolescentes, adultos agirem desta maneira.

    Eu mesmo tenho em meu grupo de amigos, alguns que são tóxicos, tenho um amigo que é extremamente competitivo, não admite perder para mim em certos games, e quando perde começa a agressão verbal, comenta suas horas e horas treinando para aperfeiçoar seu personagem e nunca errar, ao presenciar isso fiquei totalmente pasmo, sem acreditar que acabei absorvendo de uma forma em não confrontá-lo, mas deixar de lado que tenho uma mentalidade que jogo apenas para me divertir, se eu irei ganhar ou perder, pouco importa para mim.

    Outras ocasiões em que jogo online FIFA, não sou um excelente jogador (tanto virtualmente quanto na vida real hahaha xD), quando ganho uma partida, em seguida recebo uma notificação de mensagem da pessoa, sendo ela brasileira ou um estrangeiro, a cada 10 mensagens, 9 são me xingando e dizendo que não sei jogar e somente 1 mensagem que o cara me elogia e pede para ser meu amigo.

    Eu jogo com um grupo que conheci através de meu amigo do trabalho, nos dias de folga entro no discord e jogamos muito Dark Souls (seja ele 1, 2 ou 3), fazemos campanhas ajudando cada um a subir de nível e finalizando o game e iniciando outra jornada. Um momento legal durante o jogo é quando o mundo que presenciamos é invadido por outro jogador, os chamados de Dark Spirit, acaba rolando PvP no game, porém utilizo uma única regra: “Meu mundo, minhas regras.”

    Eu não vou perseguir o invasor, se ele quiser ele vai me enfrentar onde estou com meus amigos juntos, pois não pedi para ele me visitar naquele momento hehehe, e quando acabamos de expulsar o invasor, logo em seguida vem uma mensagem linda (não pessoal, não é uma mensagem do tipo me dando os parabéns) me xingando e que eu não sei jogar, que sou um noob, lixo e etc.

    Eu apenas dou risada e apago a mensagem, ignorando a presença e momento tóxico que a pessoa faz.

    A pessoa muda da água para o vinho em questão de segundos, a internet traz um anonimato no qual muitos pensam que possam estar protegidos, outros pensam que a internet é a terra de ninguém, mas poucos pensam antes de digitar algumas palavras que possam deixar uma pessoa triste, magoar outra ou até mesmo afetar o estado psicológico.

    E muito menos pensam que não tem como pegar essas pessoas, mas o crime virtual é alto, e pode um dia uma pessoa da promotoria entregar uma intimação para comparecer em juízo e se explicar o que aconteceu por algumas palavras ditas por você.

    Pense.

    2 - Experiência no jogo

    No mundo dos games, muitos que leem este artigo apenas jogam para diversão, outros possuem grupos no qual jogam periodicamente, outros se dedicam para ganhar alguns campeonatos.

    Eu mesmo apenas jogo para diversão, porém nos deparamos com algumas pessoas que jogam horas e horas um determinado gênero de game, e como ele se sente confortável, acaba adquirindo todos os macetes e truques que uma fase pode ter.

    Se você que acabou de comprar o jogo, tirou ele da embalagem ou terminou de baixar e inicia sua primeira jornada no jogo, acredite, essa pessoa está lá já um tempo.

    Por conta deste tempo, ele se autodenomina um “Pró-Player”, um jogador extremamente experiente, um expert, o que começa os problemas quando você se depara com esta pessoa, pior é, você está no mesmo time com ele.

    Esse tipo de jogador se apresenta mais em MMORPGs, FPS, qualquer outro jogo que tenha um PvP coletivo, senão, individual também.

    Essa pessoa quer mandar em você, quer obrigar, comandar, para que a vitória venha da forma que ele prevê e diz para todos no grupo, quando nada segue conforme seu script, ele põe seu headphone, liga seu microfone, e o show começa.

    Proferindo xingamentos, palavrões, denegrir a imagem da pessoa, entre uma série e outra de show que ele promove dentro da sessão do game, isso não vindo de um “RAGE Quit Game”, procurando o time adversário para poder mostrar que sabe jogar, que conhece tudo sobre o jogo, que ele é “O CARA”, e todos devem reverenciá-lo.

    É lamentável quando ocorre isso, pois estraga toda a diversão e experiência que todos tem no jogo.

    3 - Comunidades, Grupos

    Comunidades, ah comunidades, o que seríamos sem as comunidades ou grupos dedicados aos jogos.

    Seja ela no extinto Orkut, no Facebook atualmente, aqui mesmo no Alvanista, ou qualquer outra comunidade online existente em fóruns ou derivados.

    O peso é enorme, e o porque?

    “pois sua opinião é a mais pura e correta, e ninguém, ninguém pode discordar, colocar opiniões contrárias”.

    Seja uma simples dúvida que você possua, uma dica para iniciar, uma ajuda, qualquer coisa, ele estará lá para comentar algo:

    preciso de ajuda para passar de uma área pois não consigo, estou há horas e horas sem sucesso;

    resp: essa área é muito fácil, você que não sabe explorar, quebra um pouco a cabeça ai, você é muito noob, eu passei de primeira.

    galera não consigo achar um determinado item X para pegar finalizar a quest line do NPC Y, onde fica?

    resp.: nossa cara, você é muito burro, como não encontrou, ele tá muito fácil…

    pessoal, alguém pode me ajudar a matar o boss Z, pois não consigo.

    resp.: esse é mamão com açucar cara, passo fácil sem tomar um tapa sequer dele…

    Alter egos inflados, não existe dificuldade ou tempo ruim para eles, e quando você tenta argumentar algo sobre o jogo, vira uma verdadeira batalha de quem entende mais, quem detém a melhor informação, e quando os argumentos acabam ou são inválidos para continuar, o que acontece?, vamos para o bom e velho xingamento, denegrir integridade moral, escrever em caixa alta (letras maiúsculas).

    Em fóruns, outras comunidades, você pode postar sua dúvida ou conquista, comentar ou mencionar algo, nas respostas terá uma discussão no qual não agrada esta pessoa, ou para incitar o caos, ou para aparecer e causar mesmo e ter seus momentos de fama.

    Toda comunidade ou grupo abriga uma parte enorme destas pessoas, um exemplo foi quando eu comentei no grupo de Whatsapp sobre o valor do XBox One S, e de fato ele está muito barato e acessível para comprá-lo, comentei isso que estou estudando o caso de pegar um, pois tem jogos no qual tenho interesse, e um dos membros deste grupo só comentou isso: “- XCaixa não tem os melhores jogos exclusivos, chorem pois só o PlayStation tem GoW, TLOUs e Spider-Man”, olhei aquele comentário e ignorei, mantive a conversa com a galera, mas a gana de aparecer, xingar, denegrir é forte demais e ele soltou diversos comentários, vendo que não me abalei e o ignorei totalmente, ele percebeu que aquela pequena guerra que queria iniciar já perdeu no início, eu não caindo na provocação e continuando a conversa com quem estava interessado, o deixou sem reação para inflar seu alter ego.

    Sim, a galera que defende com unhas e dentes também o classificou como Jogador Tóxico, não acho errado você defender a empresa que distribui seu console, mas pare e pense um pouco, se hoje em dia não existisse outras empresas e a concorrência, não iria existir os consoles de videogames e jogos que temos hoje em dia.

    Reflitam sobre isso. ^^

    4 - Respeito

    Um Jogador Tóxico não sabe respeitar ninguém, pois ele não sabe o que é isso, ele pensa que é normal fazer isso, que todos fazem isso, muitos fazem a bel prazer fazer este tipo de comportamento.

    Em comunidades e grupos podem observar que suas críticas são destrutivas, não se apegam a qualquer tipo de informação oficial, tudo que querem é apenas incitar o caos e desrespeitar todos que estão naquela comunidade ou grupo.

    O mesmo fator ocorre com “FanBoy” de um determinado console ou sistema, não aceitam qualquer opinião ou crítica, apelam para os famosos xingamentos, tudo no outro console é ruim, se apegam a informações que muitos não ligam, e força sua opinião replicando seus comentários em diversas comunidades, fóruns e grupos.

    Adora não ser contrariado, e dentro de uma comunidade que tem o mesmo comum senso de informação é devastador, podendo até mesmo procurar todos os seus perfis de redes, e-mails, enviando ameaças e o incomodando psicologicamente.

    Concluindo tudo isso, o quarto e último tópico que menciono: Respeito.

    Ninguém nasce sabendo de tudo, não detém todas as informações, é um expert em tudo que sai ultimamente.

    Mas uma coisa que muitos esquecem quando inicia uma partida, Respeito.

    Respeitar seu adversário é um sinal nobre;

    Respeitar uma opinião ou crítica construtiva;

    Respeitar a pessoa como ela é, seja que tenha dificuldade em começar um jogo, passar uma fase, matar um chefe, conseguir um item.

    É muito difícil hoje em dia, a internet deixa a todos extremamente competitivos, todos querem ser o dono da razão, não há críticas construtivas e positivas, o console da sony é superior que todos, não o do XBox é o melhor, a Nintendo que tem história e blá blá blá.

    Durante uma partida, que é difícil fechar um time, seja uma partida que suba seu Ranking, ninguém consegue não perder, então permaneça online, perdeu amigo, tudo bem, haverá dezenas, centenas, milhares de partidas.

    É frustrante você conseguir localizar uma pessoa para jogar, e receber mensagens de texto ou voz no qual a pessoa do outro lado tem um cérebro de ervilha e o quer intimidar na partida.

    Se a pessoa fez uma crítica em uma comunidade, rebata com fatos, mostre números, pesquise e procure trazer informações que talvez ela nem saiba.

    Demonstrar Respeito com os outros fará um bem estar para você mesmo, pode parecer bobeira, mas se tudo isso não der certo, ignore o jogador tóxico, existem sistemas no qual você poderá bloquear a pessoa seja na PSN, XBox Live, em fóruns comunidades.

    Se caso o problema for realmente sério, você poderá procurar a delegacia online e denunciar a pessoa, tire prints e não comente nada, encerre o assunto e fique na sua, o que muitos pensam que a internet é terra sem lei, amigo você está só mal informado.

    E divirta-se sempre, comente algum caso se já ocorreu contigo…

    @armkng

    FIFA 19

    Platform: Xbox One
    12 Players

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      kess · 3 months ago · 3 pontos

      Pequena história: Num aniversário de criança (acho que era do meu sobrinho) nessas casas especializadas, haviam videogames, e logo a piazada estava em volta do PS3, jogando Mortal Kombat. Média de 12 anos de idade. TODOS falavam merda. Do quão bom eram, do quanto jogam bem, quantas vitórias tem, lalalala. Quando perdiam: Tem que jogar lá em casa, aqui não é a mesma coisa, não tou acostumado com esse controle, você é apelão e tal. Meu primo chegou, perto dos 20 anos de idade. Venceu todos eles. Quieto. Eles continuaram a provocação, mas entre eles. Ao vivo é outra coisa.

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      artigos · 3 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      spider · 3 months ago · 2 pontos

      Um belo text, parabéns!

      1 reply
  • 2019-04-26 08:47:05 -0300 Thumb picture
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    A importância e o desenvolvimento de Super Mario Bros. 3

    Medium 3718294 featured image

    Depois do sucesso massivo de Super Mario Bros. e a fraca aceitação do segundo jogo, que inclui apenas novas fases, uma super equipe de desenvolvedores da Nintendo se uniram para criar um jogo que extraia o potencial máximo do console na época, criando um jogo revolucionário e que é considerado, até hoje, como um dos melhores jogos de todos os tempos. Além de uma série de novos power-ups para Mario, o grande destaque do jogo é seu mapa separado por mundos que permite ao jogador escolher as melhores rotas para prosseguir. A equipe se esforçou ao máximo para trazer fases sempre diferentes, que acabou se tornando outro elemento de destaque do jogo. O jogo é ousado, que há conteúdo que aparece em apenas 1 fase e a torna especial, por exemplo, o sol e a botinha verde.

     Uma adição interessante para o jogo foi o inventário de itens, onde Mario podia guardar power-ups para usar na tela do mapa ou mesmo usar algum item especial no mapa, como o martelo, a nuvem e a caixa de música. Ao invés de enfrentar o Bowser várias vezes, o chefe final de cada mundo é um dos seus 7 filhos, com características e habilidades únicas. Claro que o jogo estava repleto de segredos. Dentre eles, temos a flauta, que serve como Warp Zone para viajar para outros mundos, o navio dourado de moedas e o jogo Mario Bros. de Arcade, que pode ser acessado apenas com 2 jogadores. As fases foram planejadas para dar muitas vidas e moedas no começo e níveis mais complicados conforme o jogo se aproxima do final.

     Para aprimorar os gráficos e dá uma diversidade maior a elementos de sprites para o jogo, foi criado um novo chip que criava coleção de sprites, permitia rolagem diagonal e dividia a tela em duas instâncias diferentes. O chip foi chamado de MMC3. O jogo apresenta um universo que dá a entender que tudo se passa em uma peça de teatro, pois vários objetos estão suspensos por cordas e ao final de cada fase temos o fim do palco. O compositor Koji Kondo foi o responsável pelas músicas do jogo e foi uma das tarefas mais difíceis de sua carreira. Ele experimentou músicas de vários gêneros e conseguiu casar cada trilha com a proposta de cada fase, mesmo que com melodias mais curtas nas telas de mapa.

     Durante 1988, uma grande crise de chips assolava a produção de cartuchos. Junto disso, os EUA se preparavam para o grande lançamento da versão americana de Super Mario Bros. 2. Devido a esses fatores, houve atraso de vários jogos japoneses em território americano, até mesmo Super Mario Bros. 3. Houve então uma oportunidade de divulgar o jogo e a marca Nintendo através de um filme. The Wizard, ou, O Gênio dos Videogames, saiu em dezembro de 1989 e mostrava vários jovens e adolescentes em uma cidade com várias competições de videogame. Vários jogos do NES apareciam no filme, mas o grande destaque ia para Super Mario Bros. 3 no final, apresentando o jogo ao público americano pela primeira vez.

    @andre_andricopoulos, @lipherus, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb, @sergiotecnico [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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      old_gamer · 4 months ago · 5 pontos

      Esse é o game !

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      andre_andricopoulos · 4 months ago · 3 pontos

      Mano...e essa imagem do garoto jogando?
      ...
      Programa de tv ou feira de games?
      ...

      5 replies
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      joanan_van_dort · 4 months ago · 3 pontos

      Há relatos de pessoas que foram ao cinema ver o filme e iam embora depois que o novo jogo do Mario aparecia no concurso hahaha

      7 replies
  • juninhonash Juninho Rodrigues
    2019-04-25 12:05:19 -0300 Thumb picture
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    Falta de Entendimento do Público?

    Medium 3718104 featured image

    Jogos de luta geralmente são alvos de polêmicas de anos pra cá, seus valores não muito amigáveis, mecânicas complexas pra pessoas com cada vez menos tempo de jogar e DLC's assombram a comunidade casual enquanto a hardcore como joga poucas coisas, geralmente compra mais fácil tais ideias.

    Mas a ideia é quando coisas conflitantes acontecem como essa:

    O motivo de notas tão baixas: 

    - Não entender ou não aceitar serviço ao invés de produto

    - Não ter arcade

    - FM gerando confusão, mesmo esse permitindo comprar DLC's

    - Sistema de temporadas ainda que isso garante que versões novas não sejam compradas de tempos em tempos

    Mesmo com todo o resto sendo bom, problemas reais do jogo foram ignorados (como online, balanceamento em certas épocas, instabilidade de servidores, etc) e trataram coisas triviais como centro de críticas. Porém, o sistema de temporadas pegou, vingou e vai firme e forte em vários outros jogos que são super caros com temporadas caras e raramente tem qualquer crítica sobre isso.

    Porém, os tão elogiados jogos da Neather Realms, visivelmente focados no casual, dessa vez recebe duras críticas sobre seu sistema de krypta e micro-transações.

    E... só. Nunca imaginei que diria isso mas a NR fez um jogo redondo, da forma que tanto criticaram os jogos de demais empresas, com muitos modos de jogo, história cinematográfica, gerando sempre moedas em todos os modos e que desbloqueia itens da Krypta.

    E meio que o motivo central se tornaram dois:

    - As torres que são aparentemente difíceis demais, nada que updates não resolvam

    - Liberar tudo da Krypta se tornou demorado demais devido ao seu tamanho e itens random, ainda que não sejam repetidos e a krypta tenha fim. Ou seja, demora mas vai. Lembrando que cada personagem tem uma média de 100 itens (desde os úteis até inúteis) e como são 25 personagens, temos a quantidade de 2500 itens pra liberar logo de cara, cada baú custa 15 mil e cada um gera 5 itens. Ou seja, vai demorar MUITO mas nada que te obrigue a usar um cartão pra liberar tudo, a opção existe mas usar ela ao invés de jogar.... ainda mais que tudo te rende moedas pra usar na krypta? Burrice... na moral. Tem que ser muito apressado pra comprar uma coisa que vai liberar jogando.

    Chegamos a uma situação absurdamente estranha: O que segura um casual nos jogos de luta? Liberar DLC's virou uma coisa ruim a ponto de que preferem pagar, e conteúdo em excesso ainda que demorado mas obtido pacientemente também. 

    Só que ainda assim, alguns casos passam batidos como DBFZ que é super limitado pra casuais no offline e o jogo te empurra pro online e pouco se falou disso, Tekken 7 por melhor que seja pra todo tipo de público tem valores absurdos e poucas críticas sobre isso... Simplesmente não dá pra entender, e em especial no caso do MK11, porque mudou bem pouco em vista do MKX e sofre duras críticas que o X não recebeu.

    Eu sinceramente, gostaria da opinião da galera pra entender, porque eu sinceramente não consigo entender mais.

    E não, não é ironia. 

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      le · 4 months ago · 4 pontos

      O público casual só quer reclamar mesmo.

      Se vem tudo liberado, é ruim porque não te motiva a jogar pra liberar (afinal, jogar por jogar, pra se divertir? Pfff... Quem faz isso?).

      Se tem uma caralhada de coisa pra liberar, demora demais e é ruim por causa disso.

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      tassio · 4 months ago · 3 pontos

      "Liberar DLC's virou uma coisa ruim a ponto de que preferem pagar, e conteúdo em excesso ainda que demorado mas obtido pacientemente também. "

      E ao mesmo, ce ve gente reclamando que ~ain hoje em dia é ruim porque tudo é dlc, tudo é pago, no meu tempo as coisas eram na raça, jogando...~

      É engraçado essa contradição do público.

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      tecnologgamer · 4 months ago · 3 pontos

      O problema de MK 11 tudo foi feito como em jogo mobile, o drop não é balanceado e tudo complica para te incentivar a gastar dinheiro no jogo (detalhe, você pagou mais de 200 reais nessa porcaria), na moral com o preço que eles cobram e ainda anunciam que teriam microtransação já era motivo para qualquer um de bom senso não comprar essa merda. Principalmente ao saber que ela tá como obrigação para progredir.

      4 replies
  • mrsancini Geovane Sancini
    2019-04-23 14:25:07 -0300 Thumb picture
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    Censura, Silêncio e Hipocrisia

    Medium 3717707 featured image

    Sabem, às vezes eu me pergunto: Por que eu gosto de videogames? A resposta pura e simples é: são divertidos, neles eu posso ser literalmente o que quiser. Uma caçadora de zumbis que usa espadas e biquinis pra fatiar mortos e vampiros (Onechanbara), um soldado numa guerra do oriente médio onde minhas escolhas e ações não importam (Spec-Ops: The Line), o Presidente dos Estados Unidos indo salvar o universo de uma raça alienígena tirana, portando um dildo roxo e usando superpoderes (Saints Row IV), uma fatia de pão (I am Bread), uma Ninja que mesmo sendo considerada fugitiva, vai lutar para salvar suas irmãs (Dead or Alive 6). As possibilidades são literalmente infinitas, pois há jogo com todo o tipo de temática para todo o tipo de gosto.

    Bom, se você ficou empolgado com a revelação de algumas das características tecnicas do próximo Playstation... Lamento dizer que seu leque de opções pode ficar bem limitado. Com a Sony revelando, segundo matéria do Wall Street Journal, que possui um setor específico dedicado a verificar o conteúdo de todos os jogos a serem lançados na plataforma e vetar tudo aquilo que não seguir determinadas normas, trocando em miúdos, censura.

    O principal problema disso, é que isso não afeta mais jogos lançados apenas no ocidente, como era de praxe desde a época do nintendinho, onde nudez era censurada e símbolos religiosos alterados. Mesmo roteiro dos jogos foi alterado em localizações ao longo do tempo. Agora, afeta mesmo os jogos lançados no Japão, assim como no resto do mundo. E, foi deixado bem claro que o alvo da censura eram os jogos japoneses, tais quais visual novels, ou jogos como Dead or Alive e Senran Kagura, a coisa cresceu ano passado a ponto de Kenichiro Takaki, criador e produtor de Senran Kagura, deixar a Marvelous após 13 anos.

    Os motivos alegados pela Sony foram basicamente: “pense nas crianças” e o #MeToo. EU NÃO ESTOU BRINCANDO. “Pense nas Crianças” é meio imbecil, porque desde Mortal Kombat, existe nos EUA um órgão dedicado a classificação etária dos jogos, a ESRB, assim como no Japão temos o CERO e na Europa tem o PEGI. Aqui no Brasil, se não estou enganado, o responável pela classificação de produtos culturais, como filmes, jogos e programas de TV, é feita pelo Ministério da Justiça. Isso é feito, para que o Juquinha, garoto de sete anos, filho do Seu Ademir, não jogue um jogo como o Mortal Kombat 11 onde é possível arrancar a cara de uma pessoa, jogo esse que possui classificação etária para MAIORES DE DEZOITO ANOS. Ninguém dá a mínima pra classificação etária, lógico, porque se ligassem, um time inteiro de futebol não teria comido minha mãe por causa de uma partida de Call of Duty.

    E o #MeToo, gostando ou não do movimento... NÃO TEM NADA A VER COM VIDEOGAMES. Ainda que o movimento tenha caído no ostracismo devido a hipocrisia das envolvidas nele (isso é um assunto que eu não quero discutir, agora), era um movimento justamente pra denunciar predadores sexuais em Hollywood, e até onde me lembro, Harvey Weinstein (tive que googlear pra saber se estava escrevendo o nome corretamente) nunca foi visto jogando Nekopara ou Senran Kagura.

    Enfim, ficou claro A QUEM a Sony quer agradar com essa medida, não? Só dar uma passada no Resetera (vulgo CÂNCER da humanidade) pra ver quem ficou feliz. Não quero discutir isso agora, provavelmente devo escrever algo sobre o Resetera um dia.

    Lembram que depois do atentado/tragédia em São Paulo, as pessoas de sempre (políticos, velha imprensa, gente desinformada) saíram acusando os jogos violentos de influenciarem, e mais uma vez tentarem colocar uma lei para proibir a distribução de jogos considerados violentos aqui no Brasil? Basicamente, censura. E o que foi visto? Pessoas e mais pessoas e páginas usando uma tag que por razões éticas, não usei em tweet ou discussão no facebook.

    Curiosamente, não vi posts no facebook, hashtags ou discussões a respeito disso nas páginas Brasileiras. Mas vi bastante gente especulando sobre o PS5 e isso e aquilo. A imprensa também está em silêncio, não vi youtubers, blogs comentando a respeito. Mas lembro que em muitos posts acerca de censuras da Sony em jogos como Senran Kagura, ou visual novels, ou mesmo Devil May Cry 5 (a bunda da Trish que recebeu visita do Raio de Luz), entre os comentários criticando a censura, sempre tinha a turma comentando: “a la o punheteiro”, “se eu quero ver mulher pelada vou no pornhub” “kkk punheteiro” “esse negócio do devil may cry é errado, mas esses jogo hentai tinha que acabar” “e o dead or alive que é só jogo de punheteiro?”.

    Isso revela duas coisas: Primeiro, que o sexo, ou sensualidade, ainda é um tabu. Vivemos no que diz ser um país avançado, que bla bla bla, tem que ter educação sexual nas escolas (o que concordo), liberal etc, mas a verdade é que continuamos tremendamente pudicos em relação a sexo, tudo é tratado como algo de outro mundo e a sensualidade é visto como algo feio, sujo, vil. Se você gosta de algo com um pouco de fanservice, já é taxado de tarado, depravado, etc.

    A segunda, é que a comunidade num geral é tremendamente hipócrita. Porque ela não é contra a censura. Ela é contra a censura apenas do que ela não gosta. Afinal, o “Tem que banir jogo violento porque influencia crianças” gera o “#ÇOMUSGAYMERNOMAÇACINU”, enquanto que o “Olha, a Sony tá censurando esse jogo aqui, e relatos desse, desse e desse terem sido censurados (todos eles, jogos de anime com fanservice variados)” gera o “Foda-se, não jogo esses jogos de punheteiro mesmo.”.

    A maioria das pessoas literalmente só quer jogar seus jogos em paz, não vejo problema nisso. E, apesar de eu falar sobre o silêncio, não vejo problema em a pessoa NÃO QUERER comentar sobre a censura da Sony. Nem todo mundo precisa dar opinão sobre tudo. Agora, você querer escrotizar quem se coloca contra, justamente porque é sobre algo que você não curte, é um tanto hipócrita.

    Digo, isso pode não te afetar agora, mas censura É SEMPRE algo errado, porque quando começa, não vai terminar ali. Uma hora cortam algo que você particularmente não liga (fanservice), reclamam e você zoa . Depois cortam outra coisa também não liga (sei lá, romances em jogos), mais gente reclama, mas você continua zoando. Aí finalmente vão censurar a violência nos jogos e agora você vai reclamar? Esse padrão aconteceu com Devil May Cry 5 na censura da bunda da Trish, depois de ter acontecido em jogos como Nekopara, algumas visual novels japonesas e Senran Kagura, poucos ligaram, mas chegou em Devil May Cry, um jogo de escopo imenso, a reclamação foi grande, a ponto da Capcom provavelmente ter apelado e conseguiu reverter a situação.

    E agora, com a Sony tornando a censura em suas plataformas algo oficial, é triste ver criadores de conteúdo calados em relação a isso, ao mesmo tempo em que criam expectativas em torno do próximo playstation. Entre decisões como essa, o Stadia com seu serviço apenas online e streaming, e a Microsoft com o Xbox One SAD que apela pra EXATAMENTE NINGUÉM (não sei se comentarei mais a respeito dele), saindo ainda mais caro que o Xbox One S atual aqui no Brasil, é estranhamente irônico que a Nintendo tenha comentado ao Wall Street Jornal, que não regula o conteúdo das third parties em sua plataformas, desde que estejam de acordo com a classificação indicativa da região em que o jogo será lançado.

    E também é irônico, que enquanto Dead or Alive 6 é considerado “ofensivo” as mulheres por mostrar mulheres bonitas e fanservice, mas Mortal Kombat 11, onde você pode literalmente arrancar a cara das mulheres, é altamente aguardado e não é considerado ofensivo.

    Finalizando, você tem o direito de gostar e não gostar do que quiser, mas no momento em que você ataca a censura a uma coisa, mas defende a censura a outra só porque você não gosta, isso te torna uma pessoa extremamente hipócrita, e invariavelmente vai invalidar quando a censura chegar a algo que você gosta. Se você não gosta de algo, respeite quem gosta, isso já é uma ajuda, quando a censura bate.

    Dead or Alive: Xtreme 3 Fortune

    Platform: Playstation 4
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      chiuauadospampas · 4 months ago · 4 pontos

      Estava lendo o texto via página inicial do Alva e até achei que era um post do @chimianopao que gosta destes jogos de Waifu.

      Zueiras a parte, acho que esse ponto que você comentou vai além do quanto a Censura de temas sexuais pode estar presente em jogos, aliás, se o problema fosse a sexualização, nenhuma novela da Globo poderia ser exibida, não é?

      O ponto é, até aonde esse tal de "de acordo com as diretrizes da Sony" se restringirá á conteúdos explícitos. Me refiro que talvez partes interessantes de jogos como um produto de arte, ou seja, a critica à algum ponto de alguma cultura, movimento, visão policita ou religiosa poderá ser barrado por não estar de acordo com a politica.

      Acho que algumas regras básicas de que tipo de conteúdo pode ser publicado na plataforma é um direito da empresa para zelar por sua imagem, porém, a linha entre isso e a censura é bem tênue.

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      noblenexus · 2 months ago · 3 pontos

      Estava debatendo isso com minha esposa a alguns dias, como as pessoas se ofendem absurdamente com sexo e nada com violência, censura é errado, colocar uma etiqueta indicativa na frente é o mais correto, compra quem quer, ninguém te obriga a jogar jogos hentai muito menos a comprar jogo que mostram meninas de bikini. Ótimo artigo

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      roberto_monteiro · 4 months ago · 2 pontos

      Gostei de todo seu posicionamento, concordo com toda essa coisa do silencio e da censura mais atrapalhar do que ajudar. MAS.
      Não vejo isso nem de perto atrapalhando o desenvolvimento de jogos para o PS5.
      Pode ser que algumas franquias sofram com isso? Certeza.
      Agora, que os leque de opções ficara bem limitado? Não vai não...

      2 replies
  • rodrigockp Rodrigo
    2019-04-20 16:29:20 -0300 Thumb picture
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    Qual Grip comprar para o Ps Vita?

    Medium 3717142 featured image

    Olá Alvazeiros, recentemente venho me empolgando com o finado Playstation Vita, Ps Vita para os mais chegados, então, além de jogos, estou entrando de cabeça no mundo dos acessórios para esse console. Recentemente resolvi me aventurar pelo mundo do "Remote Play" que nada mais é do que jogar o Ps4 direto pela telinha do Vita, transformando-o assim em um "Ps4 portátil". O Vita, ergonomicamente falando, é ruim em sua construção, sendo um portátil pesado para se jogar por muito tempo, sendo assim algumas empresas não filiadas a Sony, o que não tira a qualidade dos produtos, fizeram inúmeros "GRIPS" para facilitar a vida na hora de jogar, deixando o portátil da Sony com cara de controle de videogame de mesa. Com essa introdução básica, agora vem a pergunta: QUAL GRIP COMPRAR?

    Bom testei dois tipos diferentes de grip, um para quem quer o Remote Play e outro para quem simplesmente quer mais ergonomia ao jogar o portátil, lembrando que, os dois grips testados e comentados aqui, foram feitos para o Ps Vita Fat okay? Eles NÃO SERVEM PARA O MODELO 2000, VULGO, SLIM. para esse modelo existem também esses dois grips porém, não foram os utilizados, então não leve as informações dadas aqui como verdades caso tenha interesse em comprar mas tenha um PsVita Slim.

    Vamos falar primeiro do "GRIP PARA ERGONOMIA":

    A pegada desse grip é maravilhosa, extremamente confortável de se segurar. Uma vez com ele, você não vai mais conseguir jogar o Vita sem. Ele tem um bom toque, feita de plastico simples, mas isso não significa que é um produto vagabundo. Encaixe facil no Vita, ele tem aberturas tanto na parte de cima quanto na de baixo, permitindo que possa carregar ou trocar de jogo sem ter que ficar tirando o Grip. Com ranhuras nas laterais, ajuda a passar mais ventilação nas mão evitando o suor excessivo permitindo mais conforto pra jogar. De fato é o melhor grip de custo beneficio, custando de 30 a 60 reais no Mercado Livre e na Amazon gringa você acha até por 7 dólares, vai de você querer esperar para chegar e correr risco de ser taxado ou não. Em resumo, é o melhor grip para o Vita, para jogar jogos de Vita, já se o seu interesse é jogar remote play com o pequeno monstro abandonado da Sony, esse próximo grip é a sua salvação:

    GRIP PARA REMOTE PLAY:

    Esse grip é excelente para remote play, entretanto a ergonomia dele é muito inferior ao grip anterior. Por não ter uma pegada interiça nas laterais, a sensação é que você está segurando o Vita quase sem grip nenhum, melhorando só um pouco a pegada, dando espaço para apoiar os dedos mas não dar a firmeza como no outro. Contudo, ainda assim, é muito melhor do que jogar o portátil sem nada. Só que esse grip tem a vantagem de ter os botões L2 e R2, que normalmente seria tocando o touch traseiro do Vita, o que é extremamente ruim já que tem jogos, como o Homem Aranha ou o Horizon Chase Turbo, que você precisa apetar e segurar o L2 para correr/acelerar, e o touch traseiro não tem lá uma detecção muito boa, para ele reconhecer você tem que ficar "clicando" com o dedo ao invés de simplesmente segurar, o que, com esse grip, evita esse problema.

    Também feito quase inteiramente em plastico, digo quase, pois os mecanismos internos dos botões são feitos de alumínio ou algo do tipo, ele tem uma tampa que protege um pouco mais o Vita de quedas, com quatro prendedores, um em cada lateral e dois em baixo, ele segura muito bem o console la dentro, e pela força e dificuldade que você tem que fazer para abri-lo depois, é quase impossível o seu vita sair voando enquanto você joga. Além de também ter aberturas para carregar o vita e trocar de jogos sem precisar tira-lo do grip. A maior desvantagem dele é a falta dele no mercado nacional, sendo encontrado no Mercado livre  com valor (raro) de 180 reais e os anúncios mais comuns  de 320 até 450 reais, esse mesmo que comprei consegui por 210 reais com o frete grátis e em 12 parcelas. Em sites da China chega a ser 117 reais na conversão direta, levando em consideração os meses que vão demorar para chegar e a provável taxa que sera cobrada quando for recebido, se, os correios não "perderem" o produto. resultando em dor de cabeça e provável custo igual ao vendido pelo ML. Alias esse grip conta também com uma adição, vendida separadamente, que coloca o L3 e o R3

    Mas sinceramente esse não tem tanta vantagem em comprar, já que como o L3 e R3 são só um toque pra funcionar sem precisar ficar com ele clicado na maioria dos jogos, é meio inútil além do fato de não ser vendido em nenhuma loja aqui no Brasil, sendo possivel só ser comprado da China ou da Amazon.

    CONCLUSÃO:

    Se você quer simplesmente ergonomia, vai sem medo no primeiro Grip, garanto que não irá se arrepender. Mas se você, assim como eu, quer usar o vita também para remote play, compensa muito gastar um pouco a mais e comprar o segundo Grip, pois esses botões na hora de jogar fazem sim muita falta.

    Espero que essa analise tenha ajudado essa galera que foi abandonada pela Sony. Abraço!

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      yon · 4 months ago · 2 pontos

      Qual o melhor na sua opinião pra eu ter uma melhor experiência jogando de 1 mão só jogos como Conception II, Senran Kagura, Dungeon Travelers 2 e etc?

      1 reply
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      msvalle · 4 months ago · 2 pontos

      Parabéns pelo texto, muito bom. Uma sugestão: o que acha de colocar o nome dos grips para facilitar a busca de quem quiser comprar?

      2 replies
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      artigos · 4 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • venomsnake Ericles Oliveira
    2019-04-20 13:41:16 -0300 Thumb picture
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    Jurrasic World Evolution - Dicas e Truques !

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    Fala galera, vamos lá a mais um guia do @venomsnake, esse aqui é especial pro @mbizonsp que é um amigão meu de velha data, mas como o guia pode servir pra mais pessoas decidi deixar em formato de artigo, assim quem se interessar também pode usar as dicas. 

    Bom a ideia principal é reunir dicas e truques de como conseguir 5 estrelas em praticamente qualquer ilha do jogo. Dadas as suas dificuldades especificas de cada ilha abordagens diferentes devem ser tomadas de acordo com a ilha em que você está (e isso cabe a você já que o jogo não é tão previsível e eventos são aleatórios), o intuito do artigo é só reunir informações que achei interessante trazer e vão te ajudar a conseguir melhorar o seu parque drasticamente. Vamos ao que interessa. Clique na imagem para uma melhor qualidade.

    Antes de mais nada, musiquinha pra acompanhar a leitura longa.

    Necessidades e cobranças na administração

    Como todo bom gerente de parque de dinossauros, você deve saber que não está lidando com números apenas, mas sim dinossauros vivos e pessoas, e geralmente o que tem vida tem suas peculiaridades.

    Em resumo o parque é avaliado em dois setores, avaliação de instalação e avaliação de dinossauros.

    Vamos debulhar os tópicos de cada um

    Avaliação de Dinossauros

     Como o nome já diz tem a ver com os seus dinossauros, a quantidade de dinossauros está mais relacionada a variação de especies que você tem do que os números em si, ter uma boa variedade de dinossauros significa visitantes mais felizes. Então mescle uma quantidade moderada (o jogo não te impede de ter um parque só de uma raça de dinossauros, mas você vai ter problemas com os clientes e vai ser trabalhoso de cuidar de todos eles) de dinossauros com uma variedade de especies, e lembre-se de não misturar os herbívoros com os carnívoros.

    O jogo te dá a opção de ver uma ficha com as necessidades básicas de cada dinossauro, então se atente as necessidades deles  e o bem estar dos dinossauros vai ser garantido. e sua avaliação vai aumentar. Não seja mesquinho e não poupe despesas como diria Hammond.

    Na imagem você pode ver alguns tópicos

    - Saúde : O nome se auto explica, mas não se esqueça de tratar os dinossauros contra as doenças, ele pode acabar morrendo, ou pior, causar uma epidemia no parque todo. Cuidado!

    -Comida :  O nome se auto explica, mas é bom citar, coloque alimentadores do tipo certo para dinossauros herbívoros e carnívoros. Se o dinossauro for grande use o alimentador alto, caso contrario o baixo. dependendo da quantidade de dinossauros na cela, aumente a quantidade de alimentadores.

    -Água :  Crie lagos nas celas para que os dinossauros brinquem ou bebam, NÃO SE ESQUEÇA DA ÁGUA

    -Conforto, Campo e Selva : Altamente ligado com outros requisitos, uma boa quantidade de comida e de água ajudam, mas tenha em mente que os dinossauros requerem espaço para socializar, brincar e explorar  e uma quantidade de "Mato" para descansar, ou se esconder e caçar presas.


    -Social :  O nome já diz, mas não explicita algumas coisas, esse tópico está relacionado a quantidade de dinossauros da mesma especie existentes na mesma cela, sempre tenha mais de um de uma mesma especie ou os seus dinossauros ficaram tristes e com esse fator social baixo. E como eu citei, mais de um dinossauro da MESMA especie, dinossauros de raças diferentes convivem entre si mas não "Conversam ou brincam" entre si. Tenha isso em mente e seja compreensivo. E não poupe despesas.

    Informações mais detalhadas dos requisitos podem ser encontrados na mesma ficha do dinossauro.

    Outro detalhe bacana é que você pode modificar o dinossauro para que ele tenha suas capacidades melhoradas, cores mais bonitas, longevidade aumentada ou resistência a doenças, agressividade acentuada e etc, use com sabedoria.

    ALERTA : Não atender aos requisitos gera dinossauros doentes, mortos ou irritados, se eles se irritarem podem ocorrer brigas, que é claro gera morte, ou eles podem decidir descobrir a formula Crichton, que significa na pratica : Sair da jaula e matar pessoas. 

    Jurrasic Park e World sempre bateram nessa tecla e o jogo também, respeite os dinossauros, cuide bem deles e não terá problemas. Logicamente dinossauros já estão extintos, mas repita as regras pro seu gato, cachorro, tartaruga, aranha, cobra ou o que for que você tenha. Respeite os bichos!

    Avaliação de Instalações

    Aqui a criança chora e a mãe não vê, vamos nessa

    Avaliação de instalações é um pouco mais chato de dominar devido as variáveis disponíveis no jogo, mas basicamente tem relação com a divisão de entretenimento, ciência e segurança do parque. Vamos por partes.

    Primeiramente quando chegar em alguma ilha do jogo observe que o espaço é pequeno e existem limitações de terreno. E  tenha em mente que você vai colocar celas pra dinossauros, lojas, restaurantes, centrais de segurança, ciência  e entre outras coisas nesse espaço. e que cada "Bloco" desses tem seus próprios requisitos. 


    Felizmente o jogo conta com ferramentas pra ajudar a avaliar o parque e os seus requisitos. Como dá pra ver na foto. Existem quadrados que indicam as necessidades de instalações, Proteção contra tempestades devem existir em setores onde existem aglomerados de pessoas, praticamente o parque todo por exemplo. Hotel  cobra que você tenha Restaurantes, Lojas de souvenirs e lojas de roupas para os visitantes, também cobra que você tenha zonas seguras pra caso algum dinossauro fuja entre outros detalhes para cada instalação.
    Abra a guia de administração e navegue entre os blocos pra visualizar o "Range" de cada instalação, ou suas necessidades. Outro detalhe que quase me esqueci de citar é que você pode ajustar o que é vendido em cada loja, seu alinhamento e seus preços. Preços altos demais fazem visitantes ficarem irritados, preços abaixo demais vão te dar problemas financeiros (Afinal pra produzir um Dino Lanche custa 3 dólares, se vender a 2 você vai perder dinheiro!). 

    Pense bem em como desenhar o seu parque de uma forma que suas instalações não passem apuros, as pessoas fiquem felizes, e nenhuma instalação fique sem energia. Não esquecendo de mais um detalhe, existem melhorias para algumas instalações. Use e abuse delas.


    Dicas Finais 

    Não menos importante mas mesmo assim é bom saber, tudo no Jurrasic World Evolution sai caro, no começo tenha uma abordagem mais contida, crie alguns dinossauros, modifique pouco o terreno e crie algumas instalações, espere que o lucro suba para ai sim você pensar em mudar as celas de lugar, ou de apagar uma montanha inteira e terraplanar um setor da ilha pra criar novas instalações.

    E aqui entra a ultima dica geral do guia, como conseguir dinheiro no começo do jogo.

    Contratos, o jogo vai te jogar na cara mais contratos do que AD em site de venda (ou sites adultos), faça os que julgar melhor, a recompensa sempre é gorda. Caso não tiver mais contratos, você pode pedir por um usando a central de controle do jogo.

    Use o cérebro pra analisar e gerenciar sabiamente o parque, e as 5 estrelas irão vir em questão de tempo!  Use as minhas dicas e o processo pode ficar um pouco mais fáceis. 


    O guia não cobre tudo, mas cobre pontos estrategicos da gerencia do parque, mas é isso ai espero que tenham gostado! 

    Jurassic World Evolution

    Platform: Xbox One
    3 Players
    9 Check-ins

    23
    • Micro picture
      artigos · 4 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

    • Micro picture
      guicarneirol · 4 months ago · 2 pontos

      Gostei muito do artigo!

      Eu tô fazendo uma pesquisa sobre Blogs de Jogos e gostaria muito de te entrevistar. Tu topa? =D

      1 reply
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