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  • 2017-10-14 08:14:19 -0300 Thumb picture
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    A distância dos críticos para nós jogadores.

    Medium 3551482 featured image

    Significado da palavra Crítica: 

    arte, capacidade e habilidade de julgar, de criticar; juízo crítico. p.ext. atividade de examinar e avaliar minuciosamente uma produção artística, literária ou científica, bem como costumes e comportamentos.

    A crítica não é nada mais nada menos que um instrumento de avaliação, uma forma de se expressar, no mundo dos jogos as críticas são levadas bem a sério por parte dos jogadores.


    Games e Filmes breve contraponto.

    Por exemplo no cinema filmes que são medianos na crítica ou ruins, as críticas interferem pouco na sua renda, exemplo e o Lado Oculto da Lua que lucrou na casa do bilhão, tudo bem que o Marketing é um fator verdadeiro na exponencialidade do valor arrecado, porém diferente de jogos é muito mais raro você ver alguém falando que não vai assistir tal filme pois foi mal na crítica.

    Tudo bem que tem gente que leva a opinião de Youtubers a sério e outros meio de veiculação como Omelete e etc, porém no que enxergo vejo que no mundo dos jogos os críticos são levados mais a sério por uma parcela de jogadores.

    Mais voltando ao título qual é a nossa distância para os críticos?


    Fator dinheiro.

    Você deve estar raciocinando o que seria esse fator dinheiro?

    Quando tu compra algo que  juntou dinheiro, se preocupou com promoções ou fez aquele risco da pré venda é uma sensação diferente da do crítico,eles recebem keys ou pacotes com tudo de graça.

    Sim eu sei que é um bônus do trabalho deles, porém esse fator fazem os mesmos relevar a questão financeira.

    Já vi por exemplo críticos comentarem ," foda-se o preço que FFXII  remaster tem,  tem que remasterizar jogo bom" o mesmo jogo que chegava a custar na bagatela dos "duzentão", tudo bem que cada um paga o que quiser, eu não ligo, mas acho que esse fator de receber gratuitamente fazem os mesmos se desligarem um pouco desse fator.


    FAST AND FURIOSOS.

    A vontade de lançar a crítica mais rápido possível é outro fato que mais não ler críticas como fazia anos atrás, é uma industria onde quem lança primeiro saí no trem do Hype,  pessoas falando fatos inverídicos, outros citando novidades de franquias que existiam desde do seu início, essa pressa e necessidade de lançar logo alimentada pelos jogadores é outro fator que fazem as críticas decaírem de importância.

    Essa pressa fazem com que muitos nem joguem até a metade do jogo, exemplo é o cara que disse que as one hit kill do Crash deixavam muito difícil e outro comparando o mesmo a série Souls.


    Qual críticas você lê hoje?  

    Geralmente de jogos que já zerei feitas pelo pessoal da galera do alva, a opinião dos jogadores hoje apesar da falta da formatação e escrita organizadas as vezes (incluo as minha críticas nisso), a opinião é geralmente de alguém que jogou até o fim do jogo mesmo que eu discorde ou não da opinião do mesmo.


    O que vocês enxergam das críticas hoje? Comentem aí embaixo por favor!

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      thiones · almost 2 years ago · 10 pontos

      Se o Omelete diz que é ruim, eu sei que é bom haha

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      artigos · almost 2 years ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      tektektuguem · almost 2 years ago · 3 pontos

      Eu antigamente lia reviews dos grandes portais e acompanhava até as matérias dos sites mas depois de um bom tempo acompanhando eu fui descobrindo o lado mais sujo da imprensa e foi o que me fez me distanciar de tudo isso.
      Os "críticos" como o texto diz, tem prazos pra cumprir (as vezes impossíveis) que os forçam a dar aquela trapaceada de por no easy, jogar algumas horas e utilizar a internet pra chupinhar de outros reviews. Isso até tempos atrás nos faria dar gargalhada se alguém falasse que os caras não zeravam os jogos. Hoje é evidente.
      São profissionais ruins, com má formação, com pouca leitura e pouco compromisso com o profissionalismo de sua carreira. Não faz sentido eu dar atenção a toda essa porcaria.
      Hoje me limito a assistir trechos no YT e ver a galera se manifestando. Neles sim, eu acredito.

      1 reply
  • gal
    2017-10-13 16:54:09 -0300 Thumb picture
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    A vida na leveza musical de Life Is Strange

    Medium 3551279 featured image

    OBS: Sendo novo aqui, percebi apenas agora, que não há necessidade de criar uma persona a mais para fazer minhas postagens, sendo que posso postar no meu próprio perfil (ué). Por esse motivo, exclui a Vitrola Gamer, mas de qualquer modo, agradeço aos que compartilharam e comentaram a postagem de Dark Souls 3, e aviso que os trabalhos não iram parar...

    @semiramis

    Recentemente, voltei a um dos jogos que mais me marcaram, Life Is Strange. Sendo um jogo com premissa chamativa, e um grande desenvolvimento de personagens, posso dizer que é um dos meus jogos favoritos. Mas um fator que se faz muito presente, e impacta positivamente para a experiência de jogo é a música, que, é digna de uma discussão.

    1- To All Of You

    A primeira música a tocar no jogo, cai em boa hora para um momento em que a escola de Max e seus personagens são apresentados.

    "American girls like dollies

    With shiniest smiles and plastic bodies

    I wish I had an American girlfriend

    I cry sometimes walking around my own place

    Wondering why she cries sometimes"

    Essa parte da letra, com tom de ironia, fala a respeito do clichê da garota adolescente americana, a garota perfeitinha, mas de qualquer jeito, falha. A música encaixa na cena de forma a mostrar as várias faces presentes num cenário adolescente, como o bullying, a arrogância e as relações de poder presentes no meio escolar apresentada de forma que seja fácil a percepção de tais interpretações de situações tão comuns em nossa juventude, como nossas amizades e desavenças quem encontramos na sociedade em todas as fazes da nossa vida.

    2- Crosses

    Uma das músicas mais reflexivas e depressivas do jogo, "Crosses" apresenta de forma subentendida, os sentimentos que geralmente temos em nossa adolescência. 

    "Crosses all over, heavy on your shoulders

    The sirens inside you waiting to step forward

    Disturbing silence darkens you sight"

    A letra toma a cruz como referência da pressão sofrida por todos nós em nossa vida, é um peso emocional que devemos carregar, como as responsabilidade e nossas relações, por mais conturbadas que sejam...

    3- In My Mind

    Essa música resume o que todos pensamos o que querem de nós. A perfeição, que sejamos aqueles espelhos de nossos ancestrais, os mesmo que nos criaram. Estamos presos numa jaula de ferro, devemos seguir regras, que devemos tudo aos que nos criaram, sem sequer permitir a pensar num destino diferente do que aqueles que criaram para nós quando nascemos sem mesmo ter consciência de nós mesmos...

    "And in my mind

    In the faraway here and now

    I've become in control somehow

    And I never lose my wallet

    Because I will be the picture of of discipline

    Never fucking up anything

    And I'll be a good defensive driver

    And it's funny how I imagined

    That I would be that person now"

    Resumindo: Life Is Strange é um jogo que reflete os problemas que todos nós temos, todos aqueles sentimentos que temos medo de expor, e principalmente, fala das variadas pessoas da nossa vida, nossos pais, nossos amigos e até mesmo nosso rivais, e que, nossa experiência de vida resume a pessoa que somos e o que iremos nos tornar no futuro... 

    Life is Strange

    Platform: Xbox One
    339 Players
    136 Check-ins

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  • caco02 Marco Antônio
    2017-10-13 15:09:27 -0300 Thumb picture
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    The GIT GUD Effect.

    Medium 3551183 featured image

    Lembram de quando GameShark ainda era algo que quase todo mundo tinha? Aquele disco mágico que liberava tudo no seu jogo e deixava que você fizesse tudo o que bem intendesse. Lembro que quando criança usava muito no Tenchu: Stealth Assassins para poder tertodos os jutsus e ficar causando nas fases. Porém os jogos perdiam o propósito, você podia até zerar o jogo, porém não parecia ser algo completo e quem usava nunca revelava.

    Porém muito antes na época de 8/16 bits e arcades, alguns dos jogos eram praticamente imbatíveis, quem nunca viu as pernas tremerem ao se deparar com Rugal, Akuma, o alien de Contra, a ultima grande arma de Dr.Willy ou até mesmo conde Drácula. Nessa época como não havia tecnologia de armazenamento como hoje, os jogos eram muito menores e para aumentar a duração do jogo muito deles eram extremamente difíceis, exigindo que o jogador se aprimorasse nas artes da jogatina.

    Com a evolução dos consoles os jogos começaram a receber maneiras de se diminuir a dificuldade e um universo mais casual se criou, para aqueles jogadores que não tinham tempo ou paciência para dedicar aos jogos, porém alguns títulos resolveram manter a linha de dificuldade acima da média, títulos como Devil May Cry 3, God Hand, Stuntman.

    Até que Demon's Souls foi lançado, um jogo punitivo ao extremo, aonde a morte do personagem tirava mais do que a vida e te punia por ter sido derrotado seja em combate, armadilha ou caindo dos penhascos. Com a vinda de Dark Souls a série alcançou o patamar de referencia para jogos difíceis, e aqueles que conseguiam bater o desafio se viam como lendas dos dias modernos, se vendo distanciados da plebe hollow que desistiu do desafio e ao ouvirem as reclamações dos mesmos a resposta que sempre ecoava era GIT GUD.

    Porém o que é justo e o que é injusto nesse caso?  É justo excluir que outros aproveitem a experiência por não poderem se adaptar a dificuldade do jogo? É justo que não haja como diminuir a dificuldade ou simplesmente pular tal parte? Sim, claro que é justo, a diferença dos videogames para filmes e livros é essa, você poder interagir com o ambiente e tentar a sorte contra o desafio oferecido ao protagonista. Já que citei ele vamos com ele mesmo. 

    Você incorpora o Chosen Undead em Dark Souls 1,um humano amaldiçoado a se tornar um vazio, seu objetivo é coletar as 3 grandes almas dos Lordes, uma pertence a uma bruxa que deu vida aos demônios deste universo, outro é o senhor da morte, um esqueleto gigante que usa outros esqueletos como enfeites e por ultimo mas não menos importante temos Gwyn o senhor da luz, que comandou a humanidade em uma luta contra os dragões que antes dominavam a terra.

    A dificuldade do jogo o enaltece, pois cada obstáculo ultrapassado seu personagem se fortalece e você se sente mais engrandecido, o jogo é difícil e punitivo, pois o universo dele é assim, um mundo "cinza" sem vida aonde apenas os escolhidos sentem o calor das chamas da vitória e os desistentes e desacreditados são deixados para trás pois são apenas cascas vazias do que já foram um dia, eu na verdade até vejo eles como jogadores que desistiram de sua jornada no mundo da série.

    Então você é um elitista? Claro que não, o que eu estou tentando dizer nesse texto é que cada obstáculo ultrapassado na jornada aumenta mais ainda o climax final do jogo, no meu ultimo texto falei sobre um botão que segundo o escrito do site rockpapershotgun é algo necessário, o botão skip, que é o botão que te faria avançar partes do jogo, agora qual seria a graça disso? Mais uma vez voltando a Dark Souls, suponhamos que você pule todas as lutas importantes, qual a graça de ver um cara acender uma fogueira ou deixar o mundo apagar em sombras, o que você jogar ou não influenciou isso. 

    O ato de pular cenas ou capítulos de filmes, livros e filmes tiram o climax da obra, Devil May Cry 3 é uma obra prima dos hack'n'slash  agora suponhamos que você pule as cenas em que você não gosta ou acha difícil (coisa que o jogo por si só já é) qual é a tensão gerada para o ultimo encontro entre Vergil e Dante que lutam para decidir que irá obter o poder supremo e quem será lançado aos confins dos infernos, a resposta é zero.

    Podem me crucificar sobre o que disse até agora e sobre o que continuarei dizendo, se você não tem empenho ou afinco para passar determinada parte de um jogo e quer pegar o caminho mais fácil é porque perder simplesmente é seu estado natural. Existem jogos para todos os públicos hoje em dia, porém querer inserir algo assim em jogos que em sua essência foram feitos para levarem o jogador aos limites prova que você não está apto ou é muito preguiçoso para se adaptar aquele mundo e por ventura virá a falhar nos desafios e obstáculos dele.

    Quando expressei isso no facebook muitos me chamaram de egoísta.

    "Você não pensa nos outros? Apenas vocês que podem jogar?"

    Em momento algum me vejo egoísta por ter essa visão, creio que egoísta seja você querer desmantelar algo que você acha injusto por não querer "dar duro".

    "Você não é obrigado a apertar o botão, quem comprou o jogo joga como quer, os produtores querem apenas o dinheiro."

    Eu realmente fico triste de saber que tem pessoas que pensam assim, claro que as grandes empresas que lançam seus jogos AAA muitas vezes querem mais é que venda mesmo até a tampa, mas pensem em cada artista, cada programador que perdeu horas e horas escrevendo um código para um easter egg, ou preparando aquela luta épica, ou aquele monologo digno de Roy Batty (Blade Runner). Sem contar que geralmente essas pessoas que não ligam para a integridade ou segmentação muitas vezes são pessoas que lançam apenas criticas destrutivas e nunca algo produtivo.

    "Olha esse gráfico que merda"

    "O jogo é injusto"

    Eu vejo isso como um hack, algo que tira a graça do desafio proposto e que fará com que as pessoas a sua volta virarem os olhos e te deixando falando sozinho, eu posso afirmar porque quando moleque eu usava hack's e você consegue ver o quanto da experiência você perde, o final é o mesmo que assistir a um vídeo do youtube.

    Não importa o quanto você argumente,  no mundo de hoje possuímos infinitos títulos e cada qual voltado para um publico X, então não busque a rota mais fácil por não lhe dará crédito algum pagar de espertão.

    JUST GIT GUD


    Dark Souls: Prepare to Die Edition

    Platform: PC
    1918 Players
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      marcusmatheus · almost 2 years ago · 9 pontos

      Brother eu tenho duas coisas pra dizer:
      Primeiro de tudo é que Devil May Cry 3 é um ótimo exemplo - mas não de jogo difícil e sim de jogo acessível para todos os públicos!

      Eu por exemplo, até hoje, não consegui terminar o maldito e infernal modo Dante Must Die e vibrei feito um bebê quando consegui fechar o jogo no Very Hard. Mas, ele possui o modo Easy e um estilo para realizar combos amassando um único botão! Graças à isso meu irmão de 10 anos (que acha Battlefield difícil) conseguiu concluir o game - ralou um pouquinho, repetiu uns chefes, mas conseguiu!

      O formato de Devil May Cry 3 pra mim é o IDEAL para qualquer jogo. Ao mesmo tempo que possui uma dificuldade astronômica em certos modos, é totalmente acessível ao público casual em outros.

      Dark Souls, que você bem mencionou, não possui nenhum modo acessível e, por isso, tudo o que meu irmão consegue fazer é ficar me olhando jogar. Ele adora o jogo, curte o visual dos chefes, as músicas... mas não consegue matar nem o primeiro chefe! O resultado disso é que ele simplesmente não vai comprar o game.

      E no fim minha opinião é mega simples: Se você não vai viver de e-sports ou ganhar a vida exibindo suas habilidades nos games de alguma forma (sei lá, alguém te dando dinheiro pra você jogar games no very ultra hard), jogar no easy ou no hard não fará nenhuma diferença na sua vida (na sua habilidade como jogador sim, mas na sua vida não!). Você não irá conseguir completar todos os desafios e conquistas, claro; mas a diversão é um fator variante que muda muito de uma pessoa pra outra e os jogos que conseguirem agradar o maior número de jogadores ao mesmo tempo são os que terão mais fãs.

      Dou meu exemplo pessoal: A alguns meses me dediquei ao Card Game de Gwent como a muito tempo não me dedicava a jogos (o último foi Dark Souls III - ai, como amo essa série!) e só me dei por satisfeito quando consegui entrar no TOP 1000 dos melhores jogadores. Pra mim (que o máximo de tempo que passo jogando é duas horas!) chegar ali foi mais de que suficiente! E o que aconteceu?! Veja a resposta na linha de baixo:

      Nada! ^_^
      Fiquei feliz, tirei um print, postei aqui no Alva, conversei sobre o esforço. Foi legal! Mas ao mesmo tempo Gwent esta lotado de jogadores casuais que nem mesmo jogam partidas rankeadas e querem apenas se divertir e se distrair com um card game bacaninha. Dentro do universo do jogo, se eu e um desses jogadores formos jogar um "contra", provavelmente irei vencer com facilidade. Mas fora do universo do jogo, na vida real, seguimos sendo exatamente as mesmas pessoas. Nada mudou.

      A única coisa que eu não veria com bons olhos é uma pessoa que jogou no fácil criticar a dificuldade de um jogo! Mas veja bem: Ela seria totalmente capaz de criticar os gráficos, a trilha sonora e a mecânica do jogo (ou seja: Uma pessoa que jogou no fácil já seria capaz de fazer 70% de uma crítica!). Por isso, esse tipo de facilidade dos jogos modernos não me incomoda.

      OBS: Eu adoraria que Dark Souls tivesse um "modo easy" como o de Devil May Cry 3 para o meu irmão poder jogar. Fico com pena dele ficar apenas assistindo e depois se frustrando quando tenta por conta própria.

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      le · almost 2 years ago · 5 pontos

      Só pra complementar ali a parte dos 8 e 16 bits, muitos dos jogos tinham a dificuldade aumentada quando vinham pro ocidente, por causa da questão das locadoras (no Japão, era proibido alugar jogos). Senão, o cara alugava, zerava em um final de semana e não ia mais querer saber do jogo.

      Um exemplo bem gritante disso é o Contra Hard Corps do Mega. A versão original, a japonesa, te dá 3 barrinhas de HP, enquanto a ocidental é one-hit kill.

      Mas, em termos de justo ou injusto, não tem que ter isso de possibilitar que todo mundo jogue de qualquer jeito. Pelo amor de Deus, virou direito humano básico agora jogar um jogo específico?

      Se não gosta da dificuldade do jogo e não tem habilidade ou não quer jogar o suficiente pra melhorar, simplesmente não joga. Pessoal reclama demais. Tá cheio de jogo por aí. Vai jogar outra coisa.

      Já vi gente aqui reclamando que Street Fighter V é injusto porque você não consegue fechar o Survival na dificuldade Normal sem saber dar shoryuken com consistência (spoiler: consegue, sim, e bem fácil).

      É o mesmo que reclamar que um jogo de tiro é injusto porque você não sabe mirar.

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      hard_frolics · almost 2 years ago · 5 pontos

      Eu vou falar do meu âmbito pessoal, prefiro jogos difíceis por me sentir realmente desafiado e sinto mais gosto por esses jogos, mas nem todos que acabo gostando são difíceis cada jogo uma experiência. OS jogos terem modos mais fáceis ok, mas as empresas facilitarem os jogos com skip e bonificações por você ser ruim e não melhorar no jogo é uma das coisas mais patéticas pra mim, mas fazer o que... todo mundo tem que ter o direito de jogar, mas a parada tem que ser feita do jeito certo, por que não se jogar um jogador melhor? Não acho elitismo, acho massa, uma questão de superação mesmo.

      Eu gosto de jogo véio por isso, mas um fico empurrado em niguém, na verdade gosto mesmo é de Mega Man :P ...Por outro lado gosto de Pokémon que vai do casual ao Hardcore depende do como joga e se quer ir pro competitivo por exemplo, mas tenho jogado de forma extremamente casual... E pra fechar, Dark Soul é o jogo "atual" que mais gosto exatamente por tudo isso que abordou do seu texto!

      Alias ótimo texto, muita gente pode cair matando nele, mas siga firme ae cara, eu achei ótimo!

  • caco02 Marco Antônio
    2017-10-05 20:43:23 -0300 Thumb picture
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    Ubisoft e a questão do botão "Skip Boss"

    Medium 3548257 featured image

    Você acorda as 6 da manhã, cansado e descobre que deve enfrentar a estrada por 2 horas para buscar sua irmãzinha que chegou de viagem, deixa ela em casa e vai para o trabalho. O dia está quente, o telefone não para de tocar, os clientes estão em cima e você está exausto, porém ao chegar em casa, você toma um relaxante banho, toma o merecido café dos campeões, abre uma cervejinha e resolve surfar pela Web, até que se depara com isso.

    https://www.rockpapershotgun.com/2017/10/02/assass...

    Ok, pensei comigo mesmo, vou ler, afinal de contas vivemos em uma sociedade aonde idéias vem e vão e sempre é interessante vermos os pontos de vista alem do nosso próprio, até agora não conheço nenhum dono da verdade absoluta.

    Bom, nosso querido "amigo" John Walker abre seu artigo escrevendo sobre o novo modo do vindouro Assasin's Creed: Origins. Modo no qual serão retirados os combates e desafios do jogo, ok, é interessante? Sim, ele mesmo cita como algo que todos os jogadores deveriam levantar as mãos em glória.

    A verdade é que pelo que vi o modo parece realmente interessante, apresentando um pouco da cultura egípcia, costumes, personalidades ao jogador enquanto ele explora o mapa. Porém isso é algo que apenas uma pequena parcela do publico irá realmente utilizar 100%. Mesmo odiando a série eu utilizaria esse modo após o jogo para descobrir um pouco mais.

    Porém aqui vem a minha pergunta: Porque fazer algo separado? Não poderíamos ter nosso herói descobrindo as riquezas da mitologia e sociedade egípcia ao decorrer do jogo? Não é como se pelo fato de você nascer e viver em uma determinada região te torna um expert na história/cultura/hábitos/religião. Eu realmente iria achar incrível algo dessa magnitude em um jogo, o desenvolvimento e crescimento da personagem no universo é algo indispensável e acompanhar é algo fascinante e divertido.

    Porem mais a frente temos algo que eu odeio, a divisão da comunidade que já é toda fragmentada, aonde vemos John acusando a toda a toxidade da comunidade ser culpa dos jogadores que se coroam como os mais hardcores, chegando a afirmar que não deixará que o esgoto nuble suas opiniões em relação ao que ele acredita ser a maneira perfeita de se aproveitar um jogo. Algo que ele chama de "Botão pula chefes".

    John reclama sobre a parte da comunidade que não aceita a diminuição da dificuldade para que haja maior acesso por parte do publico casual e grandes massas. Sobre como combates e empasses deveriam ser "pulados" ao simples aperto de um botão no controle, dizendo ao final do parágrafo:  "Deixe as pessoas jogarem do jeito delas".

    Bom, deixe-me colocar minha armadura e umas 20 chapas de aço contra meu anus pois o que vou falar agora pode irritar muitas pessoas:

    -A porta é serventia da casa.

    Pessoal, não estou querendo dizer que as pessoas não deveriam ter a opção de jogar como querem, porém algo como um botão desses é a total afronta aos desenvolvedores e também um desrespeito aos jogadores.

    Mas porque? Bom porque o jogo foi imaginado para ser experienciado em sua totalidade, cada inimigo, cada sala foi planejado para fazer você experienciar o que o personagem deve enfrentar em sua jornada. Más...Más é o cacete meu filho, não estou dizendo que todo jogo deve haver batalhas épicas ou tiroteios frenéticos.

    Journey, Abzu, Beyond Eye's são jogos de pura exploração e contato com o ambiente e são experiências marcantes, belas. São obras que falam com o jogador e com o público em volta. Agora retire os inimigos de Mário, temos a história de um stalker correndo de castelo em castelo atrás da princesa, tire os combates destruidores de Dark Souls e temos o gerardo correndo por Londor até acender a chama, tire os combates épicos de Zelda e temos um garoto mandando a flautinha triste do Naruto por Hyrule, tire os combates frenéticos de Hotline Miami e temos um mascarado que magicamente se suja de sangue andando por cenários cheios de Neon.

    Continuando a matéria John mais uma vez faz uma separação, dizendo que a comunidade enxota o publico casual e as grandes massas que querem aproveitar os grandes títulos, como se fossemos grandes monstros glutões que desejam apenas o próprio deleite. Cara você bateu com a nuca no chão? Teve um derrame? Na verdade eu vejo mais garotada puxando esse lado do que jogador velho, não que também tenham uns babacões velhos por ai e aqui.

    Só que ja temos algo assim, se chama modo Super Easy, não que todos jogos apresentem, e na verdade alguns até zombem o jogador, como em Wolfstein aonde temos a dificuldade "Can i play daddy?", em Duke Nukem 3D temos duke falando "Sissy( Mocinha )".

    -Como eles ousam zombar de mim? Um jogador que sequer deseja esforçar meu rabo gordo a tentar passar dificuldade.

    Eu vejo isso como você também zombando deles, temos nosso desenvolvedor bolando o projeto do jogo, ele em sua mente tem a dificuldade pré-estabelecida em sua mente e resolve que irá deixar uma unica dificuldade(megaman, Shovel knight, Dark Souls). Ou ele pode mudar de ideia e pensa que talvez possa adicionar um modo menos desafiador para crianças ou pessoas aproveitarem melhor a experiência criada por ele. De ultima hora a empresa vira e fala, crie um modo Super Easy, eu vejo esse chefe de projeto tendo que colocar toda sua obra em cheque. Um jogo como Wolfstein que deveria ser uma luta feroz entre Willian contra as forças do reich se torna um passeio no parque.

    Pensem no trabalho que tiveram para vir com um Boss tão magnifico quanto Kefka em Final fantasy VI, um bufão mágico, que deveria ser algo feliz e bondoso se mostra um protótipo falho de guerreiro com uma personalidade explosiva, espalhafatosa que se transforma em um deus com ódio de tudo que existe. Para que você hoje em dia venha com a desculpa de que algo como bosses são apenas inimigos com graus excessivos de dificuldade e sem nexo com o necessário para o entendimento da história, é o mesmo que escarrar na cara do time de produção.

    Algo que li nessa matéria que me deixou rindo foi a frase:

    "-Porque em jogos eu não posso simplesmente avançar uma parte, como em um filme, um livro ou em um Show de TV?"

    Ok, você está lendo A Batalha do Apocalipse, chega na parte aonde temos nosso herói Ablon explorando as terras orientais.

    "-Nossa isso não tem nada a ver com Apocalipse."

    E você decide pular até a parte em que voltamos aos tempos atuais na história e lá se vão paginas e paginas que nosso querido Eduardo Spohr escreveu atoa, pois não é relacionado a história.

    Tocando também na velha questão de que ninguém é obrigado a ser bom em jogos, tentando re-enforçar a sua tese do botão "Pula chefe", eu descordo totalmente, se não fosse pela habilidade jamais teríamos visto a lendária derrota de Justin pelos parrys precisamente perfeitos de Daigo. Habilidade, técnica, paixão e emprenho é o que leva a grandeza, você se dedicar e aprender macetes para fazer feitos incríveis em jogos, é igual ao seu esforço diário para criar, apresentar algo que pode ser lembrado por anos a fio, Michelangelo levou 3 anos para esculpir David de dentro de uma pedra bruta de mármore, algo que é lembrado ainda hoje 500 anos depois. Como eu disse no primeiro paragrafo, o que eu chamei de café dos campeões pode ser tomado por qualquer pessoa, mas se você não tiver feito algo para ser comemorado após tanta luta, isso se torna sem valor e vira apenas café.

    A unica coisa que posso dizer é que mesmo não sendo fã da Ubisoft achei muito interessante sim esse modo, mas por mim deveria estar presente no modo principal de jogo e não como algo alternativo, e na questão do botão "Pula Chefe" deixo uma frase que ouvi apenas uma vez mas me marcou por toda a vida.

    "Se você vai tão longe para vencer, significa que a derrota é seu estado natural."

    Assassin's Creed Origins

    Platform: Playstation 4
    347 Players
    162 Check-ins

    37
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      msvalle · almost 2 years ago · 4 pontos

      Acho válido a gradação de dificuldade nos jogos (seja por opção no menu inicial, seja pela introdução de mecânica ao longo do jogo). Agora se a pessoa quer ter a experiência de um livro, filme ou seriado em um jogo, acho que está na mídia errada rs
      O que não falta é vídeo de gameplay completo no Youtube.
      Quanto a questão da Ubisoft, reforço a colocação de @netobtu, é um proposta completamente diferente do jogo em si. É como se retirasse a parte "jogo", para permitir um passeio virtual pelo Antigo Egito. Na minha opinião, a Ubisoft demorou até, pois já poderíamos ter tido algo assim em AC Ezio Trilogy (Renascença Italiana), AC III (Independência Americana), Unity (Revolução Francesa) e Syndicate (Revolução Industrial).

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      marviiu · almost 2 years ago · 3 pontos

      GTA V tem a opção de pular a missão caso você simplesmente queira seguir com a história adiante. Os Marios do 3D World e 3D Land possuem uma habilidade que o torna invulnerável caso você morra muitas vezes.

      3 replies
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      netobtu · almost 2 years ago · 3 pontos

      "Porém aqui vem a minha pergunta: Porque fazer algo separado? Não poderíamos ter nosso herói descobrindo as riquezas da mitologia e sociedade egípcia ao decorrer do jogo? Não é como se pelo fato de você nascer e viver em uma determinada região te torna um expert na história/cultura/hábitos/religião. Eu realmente iria achar incrível algo dessa magnitude em um jogo, o desenvolvimento e crescimento da personagem no universo é algo indispensável e acompanhar é algo fascinante e divertido."

      Infelizmente, não é possível colocar todo o conteúdo cultural e histórico no jogo, pois o jogo importa mais do que tudo isso. E olha que AC já faz um apanhado histórico muito foda.

      Esse modo é um "Modo educacional", algo que eu acho ÓTIMO. Sou formado em História e AC é provavelmente a série que melhor reconstrói alguma época, mas tem que sempre prezar o jogo, então muitas informações são resumidas, alteradas, ocultadas... Nesse modo educacional, o foco é o aprendizado, pode vir a ser, inclusive, uma ferramenta para salas de aula.

      No modo de jogo, textos são ignorados por jogadores, e infelizmente para fazer uma boa exposição você precisa de textos mais aprofundados; cenas não-interativas são muitas vezes assistidas com impaciência... O foco é outro.

      Quanto ao restante do texto, concordo e repudio completamente o artigo que você critica. Ideia ojerizante de uma imprensa gamer capenga, formada por pessoas que odeiam videogames e jogadores de videogames.

      Abraços.

      1 reply
  • fabianoreng Fabiano
    2017-10-05 11:10:00 -0300 Thumb picture
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    Conheça a Maldição das Gerações de Videogame !

    Medium 3548045 featured image

    Amigos Alvanistas, vamos para mais uma análise polêmica envolvendo os consoles de Videogame.

    Como todos já sabem estamos na 8° geração de consoles, existe uma velha lenda Maldição envolvendo os videogames, na qual se analisarmos as gerações de consoles sempre o que possuía o hardware mais forte perdeu a batalha em vendas. Será verdade?

    Então para tirar a prova vamos ao que interessa, vamos pegar os consoles mais relevantes em vendas de cada geração e começar uma pequena análise:

    *Obs: Isso não é uma comparação do melhor videogame/jogo de cada geração, longe disso ok, o intuito é apenas fazer uma comparação das vendas e ver se realmente existe/existiu essa tal Maldição:

    Para constar o Odyssey foi o primeiro videogame comercialmente vendido.

    O Telstar é o primeiro clone de pong lançado pela Coleco, fez grande sucesso mesmo sendo um modelo mais básico devido ao seu baixo preço final.

    Mais Vendido 1 x 0 Hardware


     Atari 2600 foi um fenômeno em vendas, sem comentários!

    O ColecoVision foi o primeiro console a ter um processador de computador 8-bit em um videogame doméstico, isso permitiu que seus jogos tivessem uma qualidade próxima aos arcades da época.

    Agora pasmem, o Intellivision possuía uma CPU de 16 bits sendo considerado o primeiro console da história a ter esse microprocessador.

    Mais Vendido 2 x 0 Hardware

    O Master System fez um enorme sucesso no Brasil, a estimativa é que 5 milhões de aparelhos foram vendidos aqui. O seu hardware era bem superior ao seu rival Nes, possuía mais paletas de cores, memória Ram e seu processador era mais poderoso. É bem verdade que esse vantagem se deu por ser lançado bem depois que seu rival.

    Mais Vendido 3 x 0 Hardware

    O Neo-Geo era um monstro perto de seus rivais, permitia 4096 cores simultâneas do total de 65.536, com 380 sprites na tela ao mesmo tempo e com maravilhosos 7 canais digitais de áudio. É verdade que o Neo-Geo foi pensado para atender uma parcela especifica de jogadores, nunca foi um console popular por ser muito caro na época tanto console ($699) e jogos ($200). Bom então quem seria o segundo colocado? Para mim foi o Mega Drive com o combo de seu add-on (acessório) Sega 32X / Sega CD, na qual segundo marketing norte-americano era 40 vezes mais poderoso que o Snes em termos de desempenho da CPU.

    Mais Vendido 4 x 0 Hardware


    Mesmo o Nintendo 64 sendo de 64-bit e trazendo jogabilidades incríveis em 3D com gráficos impressionantes não foi suficiente para concorrer em vendas com o PlayStation que foi arrasador na concorrência. Sabemos que vários fatores atrapalharam o N64 entre eles o fato de usar a mídia de cartuchos enquanto os concorrentes eram CD-ROM, na qual gerou pouco apoio das third-parties.

    Mais Vendido 5 x 0 Hardware


     PlayStation 2 foi um monstro colossal em vendas, seus concorrentes Xbox e GameCube mesmo tendo um Hardware bem mais parrudos não chegaram nem perto.

    Mais Vendido 6 x 0 Hardware


    Mesmo o Nintendo Wii tendo um hardware bem mais fraco que seus concorrentes X360 / PS3, foi um sucesso em vendas devido a novidade dos controles de movimento.

    Mais Vendido 7 x 0 Hardware


    Aqui pela primeira vez vemos o Console de Videogame mais poderoso vencendo uma geração em vendas. Amigos, será que a Maldição do console mais poderoso foi quebrada nessa geração?

    Bem ainda temos muito caminho pela frente nessa geração, o Nintendo Switch começou recentemente mas acho que dificilmente alguém bate o PS4, mas e então quando lançarem o Xbox One X voltaremos a velha Maldição ???

    Mais Vendido 7 x 1 Hardware (Temporariamente).

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      artigos · almost 2 years ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      santz · almost 2 years ago · 2 pontos

      Cara, que massa. Tinha até me esquecido que o Wii vendeu mais que seus concorrentes, assim como o Neo Geo, quase sempre esqueço dele. Será que nos portáteis isso também funciona? Provavelmente sim, pois os da Nintendo sempre foram os mais vendidos mesmo o PSP e Game Gear sendo superiores em hardware.
      Agora que o PS4 é mais poderoso que o Xbox One, eu acho que tem que avaliar isso aí, pois o One X parece que vem o hardware mais poderoso do mercado.

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      thekassian · almost 2 years ago · 2 pontos

      Ta mais pra maldição do 7 a 1 kkkk

      1 reply
  • 2017-10-04 10:37:57 -0300 Thumb picture
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    Magnavox Odyssey²: O videogame com teclado embutido

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     Após o lançamento de vários videogames da série Odyssey, a empresa Magnavox começou o projeto do seu videogame de cartuchos intercambiáveis, seguindo a nova tendência. Em 1977, o Odyssey 4000 encerra a série e o desenvolvimento do novo videogame começa a tomar forma. Em parceria com a Philips, uma gigante no ramo de eletrônicos em geral, A Magnavox foca seus esforços na produção do aparelho e então no Natal de 1978 é lançado o novo videogame para o mercado americano, o Magnavox Odyssey². Na Europa, o console é lançado com o nome de Philips Videopac G7000, ou apenas, Videopac.

     O grande diferencial logo de cara é a presença de um teclado alfanumérico embutido na parte superior do videogame. Os contatos ficavam na parte interna do aparelho, então o teclado era apenas uma película desenhada. O console era cinza e inteiramente de plástico e a versão europeia não havia o botão de ligar, tudo ficava desenhado no teclado, seguindo o padrão QWERTY usados nos computadores. Por dentro, ele dispunha de uma CPU de de 8-bit Intel 8084 de 1,79 MHz e uma memória RAM de 64 Bytes. O console chegou ao mercado no mesmo valor que o seu concorrente, o Atari VCS, US$ 200,00 e teve uma aceitação melhor no mercado europeu.

     O console vinha com um par de controles presos no equipamento, mas posteriormente, foram lançados versões com a possibilidade de destacá-lo. Era uma caixa de metal quadrada com um pequeno manche que se movia em 8 direções. Havia também o botão de ação vermelho na parte de cima, lembrando bastante o joystick do Atari VCS. Os cartuchos eram de plástico e sem rótulo. Ao invés disso, havia uma espécie de alça na parte superior do cartucho, para que fosse mais fácil puxá-lo quando se queria trocar de jogo. Ele também havia uma capa com o desenho seguindo um estilo de arte e sempre havia o nome do console estampado na parte superior.

     Foram lançados cerca de 4 cartuchos ainda naquele ano. Power Lords, onde devemos atirar em uma cobra que dispara laser, Nimble Numbers Ned, um jogo que devemos pular de barris seguindo uma sequência lógica de número, Speedway! / Spin-out! / Crypto-logic!, uma coleção de jogos de corrida e o SID The Spellbinder!, um jogo de tiro que devemos destruir uma cobra. Ainda naquele ano, foi lançado o Type & Tell, era um jogo simples, onde tudo que você escrevia na tela, o videogame falava. Para isso acontecer, o videogame deveria estar acoplado ao add-on The Voice, um acessório que permitia o console emitir sons falados, mas com qualidade muito inferior. Esse acessório era um dos grandes diferenciais do aparelho em relação aos concorrentes.

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @augusto_sander, @mardones, @porlock [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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      artigos · almost 2 years ago · 10 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • 2017-10-02 16:48:02 -0300 Thumb picture
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    Top10 - A melhor classe de RPG

    Medium 3546637 featured image

     Fala pessoal, tudo beleza? Depois de um período meio conturbado da persona, estou de volta com um novo integrante, o @mastermune. A partir de hoje, ele vai me ajudar a manter a persona no ar e cheio de votações novas e empolgantes. Depois de resolvido a questão das votações, tivemos um total de 19 participantes e 23 classes foram citadas. Sem mais delongas, vamos a lista.

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    10º - Dark Knight (Guerreiro) 9 pts

     O cavaleiro das sombras é um guerreiro poderoso que tem suas habilidades baseadas no sacrifício e maldições. Ataques que causam danos ao adversário e a si mesmo são que torna essa classe uma faca de dois gumes que deve ser usado com muito cuidado.

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    9º - Sage (Mago) 12 pts

     O sábio se trata da forma mais poderosa que um mago pode ter. Ele é capaz de usar magias negras e brancas do mais alto nível, porém, extremamente fraco em habilidades físicas, praticamente inútil. Possui uma boa defesa mágica e um ótimo poder de ataque mágico.

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    8º - Red Mage (Mago) 14 pts

     Se trata de um mago capaz de usar magias brancas e negras, assim como o Sage, porém, não alcança o limite delas. Para contornar isso, a classe pode ser equipada com bastões mágicos e espadas, apesar de não ser muito forte em combates físicos.

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    7º - Monk (Guerreiro), Ninja (Guerreiro) e Thief (Guerreiro) 15 pts

    O único empate da nossa lista. O lutador de arte marcial, o monge, é capaz de diferir ataques poderosos sem precisar usar nenhuma arma, mas com uso de luvas poderosas, sua capacidade é ampliada. O ninja, que perambula pelas sombras, tem habilidades de fuga e assassinato, sempre muito veloz e eficaz. E o ladrão, que possui habilidades de roubar itens valiosos para os mais diversos fins, com habilidades para aumentar a velocidade e suas chances nos furtos.

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    6º - Black Mage (Mago) 22 pts

     O poderoso mago negro, capaz de diferir os mais poderosos ataques de magias para destruir seus inimigos. Não esta limitado a nenhum elemento e não possui nenhuma habilidade com ataques físicos, mas pode ser o personagem mais poderoso da party se souber administrar bem o seu contado de magia.

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    5º - White Mage (Mago) 23 pts

     Uma das classes mais indispensável em uma party. O curandeiro vai ficar responsável por dar todo o suporte que o grupo necessita, seja restaurando sua saúde ou curando as mais diversas condições, inclusive a morte. Dificilmente a batalha alcança a vitória sem um healer na party.

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    4º - Archer (Guerreiro) 24 pts

    A alternativa para quem deseja estar no combate físico, mas sem estar próximo ao inimigo. O arqueiro possui um arsenal diverso de armas de longo alcance, que o torna um poderoso aliado. A possibilidade de acertar seus inimigos de longe pode ser o trunfo para tornar a batalha mais fácil, mesmo que demore mais se fosse atacando de perto.

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    3º - Summoner (Mago) 25 pts

    E chegamos ao pódio. A estrela de bronze vai para o mais poderoso mago, capaz de invocar criaturas gigantescas e extremamente poderosas para destruir seus inimigos. Geralmente, a entidade difere um ataque super poderoso e sai de cena, mas essa ação consome bastante pode mágico, que torna uma estratégia perigosa.

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    2º - Warrior (Guerreiro) 28 pts

    A estrela de prata vai para a mais básica e indispensável classe, o guerreiro. Geralmente é o que detém as mais poderosas armas e armaduras do jogo e possui ataques baseado simplesmente em dano físico. Pode usar os mais diversos tipos de armamentos, como espadas, machados, espadas de duas mãos, e assim vai. É usado geralmente como tanque, para suportar ataques e diferir ataques fortes.

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    1º - Dragoon (Guerreiro) 31 pts

    E para fechar a lista, a estrela de ouro vai para o guerreiro que utiliza lança. Em teoria, seria apenas mais uma variante do guerreiro, mas possui a habilidade de saltar e ficar alguns turnos fora da batalha. Depois de um tempo, ele desce e difere um poderoso ataque que detona seus inimigos. Essa técnica de sair por alguns instantes durante a luta pode ser a solução para sobreviver de ataques que aniquilam toda a sua party.

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     E assim finalizamos a votação. Gostei muito do feedback da galera quando disse que estava meio desanimado com a persona, inclusive, temos um novo parceiro que vai me ajudar com a persona.É uma era de mudanças e vamos juntos tornar esta, a maior persona do Alvanista.

    @roberto_monteiro, @anderson_costa, @jokenpo, @mjdias, @hilquias, @jaquearan, @toon_link, @manoelnsn, @thecriticgames, @laumiramos, @giullia_vitoria, @dandan_g_rous, @camneto, @joanan_van_dort, @tcarlucci, @gusgeek, @fonsaca, @vector, @rafaelreborne, @vinicios_santana_3, @mardones, @xchoramhunter, @alvaroluiz, @spider, @rafatsilva, @blinkn, @marcusmatheus, @natangaspechak, @lipeprestes099, @volstag, @darlanfagundes, @christtci, @_gustavo, @biel_gva, @thraphik, @venomsnake, @douglascruz19, @ermeson, @andre_andricopoulos, @mbc07, @hard_frolics, @bakujirou, @zir0, @willguigo, @natansouza, @marlonzp, @jaime96, @marlonfm, @old_gamer, @herics, @matsugaki, @akromvaleth, @manopanco, @gpontes, @juninhowii360, @marinacalor, @cleitongonzaga, @jhunvallim, @marciodesaf, @thiones [Se quiserem também ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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  • 2017-10-01 13:15:46 -0300 Thumb picture
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    Maldição dos Games: O que fazer após o término de um excelente jogo.

    Medium 3546195 featured image

    Fala galera Talkyana…

    Faz eras que não escrevo algo de interessante, apesar que minhas escritas não tem nada de interessante.

    Um tópico interessante para se comentar que ocorre com todo gamer:

    Acabei de terminar um excelente jogo, e agora o que faço?

    É uma pergunta que muitos acabam tentando procurar uma resposta, mas até lá, você acaba ficando sem ideia do que fazer.

    São vários jogos que acabam entrando em nossas vidas, alguns passam despercebidos, e tem aqueles jogos que marcam sua vida.

    Mas o que faz um jogo desses marcar tanto, que quando você termina ele, além da satisfação de poder falar “Terminei” ao mesmo tempo te faz ficar triste (vamos dizer assim).

    O que começa um grande nome de um jogo, é um conjunto de fatores: jogabilidade, gráficos (para alguns), enredo/história, personagens principais, vilões.

    Podemos citar também que na história terão momentos de: drama, suspense, medo, comédia, ação, luta, quebra-cabeças e mais alguns detalhes.

    Mas o porque que temos esta sensação?

    No momento que estamos a jogar, tem vários jogos que não sentimos algo que possa nos prender, fazer uma imersão ao game, cativar no personagem e até mesmo, ficar em seu lugar durante uma aventura.

    Quando um game traz uma diversão, sentimos o prazer em continuar jogando com ele, pois pode ser o popular entre muitos que estão jogando no atual momento, um exemplo disso são os jogos de futebol (FIFA ou PES). Ele traz aquela diversão em iniciar uma partida, ganhar de seu adversário, sair naquele empate no qual perdeu momentos no qual poderia ter finalizado o jogo, ou, ter a frustração de perder a partida.

    Até mesmo quando reúne aquela galera em casa, e começa aquela zoeira, é totalmente diferente do que digo neste artigo.

    Os jogos nos trazem uma diversão, até mesmo um mundo de fantasia, pode não existir na vida real, ou podemos sentir uma imersão no GTA V, onde fazer as missões junto com Travel Phillips, Michael ou Franklin. Causar o terror no modo história do jogo e ver o que apronta na cidade fictícia de Los Santos.

    Posso estar errado no modo como estou expressando, esse é um jogo que foi muito popular em todos, e que traz horas e horas de diversão com missões para seguir no jogo e suas missões secundárias para fugir um pouco e ver o acontece no decorrer da história.

    Os jogos de RPG’s trazem muito desta dinâmica e imersão, pois além de ter horas de jogatina garantidas, eles também trazem uma história a ser desvendada, e possíveis finais diferenciados no qual fazem você ter a vontade de correr atrás e descobrir o que ocorre se você toma uma decisão.

    Em plena era do PlayStation 2, XBox, Dreamcast e Game Cube, houve jogos épicos que traz este tipo de sensação, e faz com que ao término de cada jogo, você para dar aquele suspiro do tipo: “Caraca! O que foi isso?”, “Que jogo esplêndido, que aventura que final.” entre outras frases que acontecem no decorrer.

    Mas o questionamento é: O que você faz quando finaliza um excelente jogo?

    Muitos correm em buscar um outro jogo para suprir aquele que fez você jogar por horas e horas, alguns aguardam um tempo, trazendo na mente os pontos chaves e altos que o jogo proporcionou, até mesmo alguns chegam a se emocionar quando finalizam o game.

    As produtoras de jogos procuram trazem uma grande história, produção, e é claro, uma jogabilidade no qual faça você ter facilidades em mostrar suas habilidades no game.

    Em meu repertório de jogos, posso mencionar alguns que entrei na imersão e tive o prazer de finalizar alguns jogos, mas ao mesmo tempo, senti aquela tristeza e alegria, alegria porque finalizei o game e momentos e decisões na história do jogo, tristeza porque não sabia o que fazer depois de ter finalizado ele. Um sentimento vazio que ocorreu em mim kkk

    Atualmente durante a confecção deste artigo, estou jogando Dark Souls 2 (PS3) e Dark Souls 2; Scholar of the First Sin (Steam) e já devo ter finalizado ambos, mas ao iniciar o jogo e correr atrás de acender as Fogueiras Primordiais e tentar acabar com a maldição que ocorreu desde sua série inicial. É uma aventura no qual dei muita risada por conta das mortes imbecis que tive durante o decorrer do game, fora a quantidade de horas que levei para finalizá-lo, e a evolução que o personagem possui e decisões dentro do jogo em acender ou não a Chama Primordial e acabar com a maldição, ou, apenas abraçar a escuridão e deixar que o processo se repita novamente.

    Conheci alguns NPC’s do jogo que me ajudaram durante a jornada, como a Lucatiel de Mirrah, e ela conversa contigo sobre a maldição, sobre seu irmão, em se tornar uma espadachim em sua terra, ela ajudou bastante em alguns chefes e mini-chefes de fases. Conhece a treta entre Pate e Creighton, é o ser mais FDP do jogo se o liberar, Navlaan, ele consegue aparecer nos momentos mais criticos dentro do jogo e te dá um belo presente, uma morte dolorosa e impiedosa com seus Hexes que utiliza…(porque que eu liberei esse puto ¬¬).

    Tive outros games no qual eu me admirei por sua história e a beleza que o jogo o traz, entre eles são da produtora Naughty Dog: Uncharted, Uncharted 2 e The Last of Us, jogos belíssimos e com uma história que eu me impressionei ao finalizá-los.

    E vocês galera? Quais games impressionaram vocês? Qual sentimento tiveram ao finalizar eles?

    @armkng

    Dark Souls II: Scholar of the First Sin

    Platform: PC
    322 Players
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      pauloaquino · almost 2 years ago · 3 pontos

      Eu quase sempre jogo de novo, mesmo que do último save.

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      artigos · almost 2 years ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      zandryx · almost 2 years ago · 2 pontos

      Eu tenho essa sensação com livros com mais freqüência, no caso dos games, como meu backlog ta imenso eu só parto pro próximo jogo fantástico mesmo RS assim essa sensação nunca acaba

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  • caco02 Marco Antônio
    2017-09-29 14:25:40 -0300 Thumb picture
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    Porque "critica especializada" muitas vezes nos deixam na mão.

    Medium 3545462 featured image

    "Ok vamos começar por Sonic nunca foi um jogo bom. IGN"

    "Super Mario Wii é algo extremamente Old-School no quesito dificuldade. - IGN"

    "Crash-Souls - Gamespot"

    Ok o que separa a minha opinião da destes seletos membros da imprensa? Eu não sou pago para falar estupidez na internet.

    Vamos ser sinceros, comecemos pelo principio, o boca a boca, você pega entra em uma sala de bate papo on-line/mesa de butéco do tião/sessão de comentários do youtube(meu favorito) e começa um dialogo sobre o game X,  tais lugares refinados aonde apenas a nata da sociedade gamer se encontra exemplos renomados como JoãozinhoCoD666. 

    Até a primeira pedra ser lançada a superfície do jogo foi apenas tocada e preparada com seus trailers e pequenas amostras de gameplays, porem nossos colegas já estão com sus dedos metralhando as teclas de seus teclados a milhão muito antes do jogo sequer ter lançado e então acontece, muito semelhante a cena dos neandertais em 2001: uma odisseia no espaço tudo se torna incompreensível uma vez mais.

    Porem uma luz atravessa os céus e as trombetas celestiais ressoam, pelo menos era o que se esperava.

    Meu primeiro problema com a "critica especializada" vem com o fato de que as informações se desencontram, quando se há varias pessoas revisando o mesmo material é muito fácil perder a noção de quem está escrevendo.

    Em contra partida se você assistir um vídeo do JonTron, Enmyest, você sabe de quem você está adquirindo aquela informação, agora entre em um site e parabéns você entra em uma loteria de informações, essas extremamente carentes diga-se de passagem.

    Por exemplo o review do meu jogo favorito Metal gear Solid no PS1:

    O jogador entra no papel do herói da Konami Solid Snake que parte em uma missão governamental para recuperar um artefato nuclear da mão de terroristas.

    Que tipo de imbecil lança uma análise dessas? Esse tipo de informação como eu disse está na parte traseira da capa e lá está 10 vezes mais chamativa do que aqui.

    Outro grande problema que sempre se repete com isso são as notas, muitas vezes eles parecem ter medo de dar a nota real, até mesmo uma abominação como Mass Effect Andromeda consegui escapar com 71/100. As notas dos triplos A sempre flutua entre entre um 7/9 nunca mais ou menos que isso, enquanto outros jogos bons como por exemplo God Hand recebe algo como 3/10.

    É necessário que o "especialista" ou pessoa responsável por opinar tenha capacidade de se ligar com seu publico, pois através disso o publico tem ideia do que esperar do profissional, cada análise deve ser a extensão do produto analisado.

    Muitas vezes sites como Techtudo games, IGN, Gamespot fazem você encontrar matérias sobre o mainstream, o que foi feito, o que há para ser lançado e então começa essa corrida desenfreada para ver quem é o primeiro a postar a análise, quem é o primeiro a dar nota, quem vai ter mais trafego de visitantes e no final nós recebemos isso.

    Um grande tumor informativo aonde muitas vezes o analista sequer termina o jogo/musica/livro e lança sua opinião na internet.

    "-Mas você também começou a lançar análises na internet."

    A diferença é que eu pelo menos termino algo antes de falar sobre.

    Olha meu querido(a) você não precisa ir atrás de cada pedaço de informação antes de comprar algo.

    Por meio desta venho levantar uma bandeira contra analistas que muitas das vezes sequer sabem o que cacete estão fazendo.


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      rshadowss · almost 2 years ago · 4 pontos

      Eu geralmente nem leio critica ou vejo notas, só vejo mesmo depois de jogar o game ou assistir o filme/série, eu só fico torcendo pra algum jogo X ganhe nota boa, como aconteceu com o Hellblade, querendo ou não, boas notas ajudam em sequencias e até pra um povo que só joga por conta das notas boas.

      Eu lembro de um vídeo no Omelete a respeito de notas, que alguns críticos esperam sair duas ou três criticas primeiro, pra ver como estão avaliando o jogo/filme/série, pra critica da pessoa não ficar tão "diferentona" das demais, sempre que eu vejo alguém avaliando algo de maneira diferente da "maioria", sempre vejo o povo dizendo que a critica foi comprada, que o sujeito ta errado na avaliação, que "todo mundo gostou/odiou tal coisa", tem um site sobre uma certa franquia de jogos (no qual não vou falar o nome -q) sempre escreve aquilo que os leitores querem ler, talvez por medo de perder acessos, já que quando tem uma vírgula "fora do normal" o povo mete pau em quem escreveu aquilo, eu que nem faço analises, quando digo que gostei ou não de alguma coisa que as pessoas odeiam ou amam, já metem o pau em mim, imagina a "critica especializada" haha

      Mas tem um pessoal ai que avalia um jogo como bom ou ruim por conta das notas em analises, se a maioria diz que é bom, logo o jogo é bom, se a maioria diz que é ruim, logo o jogo é ruim, sem ao menos ter jogado, fora o pessoal que gosta ou não de algo, mas prefere ficar quieto ou concordar por conta do "comportamento de manada".

      Enfim, geralmente eu faço uma pequena pesquisa sobre o jogo, vejo uma gameplay rápida, vejo do que se trata o jogo, ai eu vejo se vale a pena ou não pegar o jogo no momento, se fosse depender de analises, tem jogo que eu nem se quer jogaria por conta da critica massacrar, ou filmes, eu adoro Batman VS Superman :v

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      noyluiz · almost 2 years ago · 4 pontos

      too much words 7.8 - IGN

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  • marcusmatheus Marcus Vinicius de Paula Matheus
    2017-09-28 17:18:27 -0300 Thumb picture
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    JOGADORES CASUAIS, COMPETITIVOS E SUAS RELAÇÕES COM AS VENDAS DE JOGOS

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    Brothers, antes de tudo preciso replicar para vocês alguns pontos importantes sobre Street Fighter V (que foi o título que me motivou a escrever este artigo) e certas opiniões muito bem colocadas por um brother aqui da rede (eterno advogado de defesa desse jogo), que me convenceu a respeito de vários aspectos positivos da obra:

    Entre estes pontos posso destacar o fato de que, sem sombra de dúvida, Street Fighter V é o título da série mais completo e com mais opções de gameplay disponível atualmente - não no lançamento, mas atualmente! 

    Ele não possui ainda o velho Arcade Mode mas, na soma de todos os modos de jogo já disponíveis ele é de longe o mais completo - inclusive com mais opções de jogos off-line que seus antecessores!

    Outra incrível característica do jogo até o momento (que eu particularmente já considerava bacana) é a ideia do Fight Money, que possibilita que você consiga todas as DLCs do título de maneira gratuita – basta jogar! Eu basicamente não sou fã de jogos de luta e, por isso, não teria paciência (muito menos habilidades) para conseguir números suficientes dessa grana virtual para comprar muitas coisas, mas eu adoraria ver esta mecânica replicada em franquias que gosto, como Resident Evil por exemplo, ou Devil May Cry.

    E por fim temos o Cross Play entre plataformas que, sem medo de errar, é uma das melhores alternativas para aumentar a comunidade ativa do game e ajudar a manter as partidas onlines vivas por muito mais tempo.

    E é verdade aquilo que ele fala também sobre jogadores casuais não sustentarem jogos de luta mas... Foi justamente aí que me veio a motivação para escrever este artigo. ^_^

    Preciso esclarecer muitos pontos onde ainda mantenho meu pensamento discordante e, o mais importante, com exemplos válidos para sustenta-lo:

    Jogadores casuais não sustentam jogos de luta?

    Claro que não! Na verdade, eles não sustentam NENHUM jogo com foco no online!

    Percebam entretanto que “sustentar” significa manter o jogo vivo por um longo prazo e é completamente diferente de “comprar” o game. Jogadores casuais não sustentam jogos com foco no online mas, sem sombra de dúvidas, são maioria nas compras!

    Para corroborar com meu ponto de vista, a quarta edição da Pesquisa Games Brasil (2017) traçou mais uma vez o perfil dos jogadores casuais e comparou com o perfil dos jogadores “hardcores” (ou, como preferirem, competitivos).

    Para mim, que sou jogador casual (quando se trata de jogos de luta), o que a pesquisa mostrou não é novidade, mas vale compartilhar este paralelo com vocês, para que entendam meu ponto de vista:

    Mas como eu posso saber disso? Como posso saber que a maioria de jogadores que compra um título é casual?

    Primeiro de tudo, essa é uma regra para TODOS os tipos de entretenimento e arte (e videogames se encaixam nestas duas áreas).

    No cinema, por exemplo, a grande maioria das pessoas que vai assistir aos filmes da Marvel são expectadores casuais, que não conhecem a fundo a história de nenhum herói apresentando e, talvez, mau tenham lido uma revista em quadrinhos.

    Nos esportes a grande maioria fica em casa, assistindo algumas partidas, torcendo pelo time preferido... A maior parte dos expectadores sequer foi à um estádio na vida e nem mesmo praticam o esporte nos momentos de lazer.

    Em exposições de arte a minoria realmente conhece o artista e suas obras e sabem o significado real de quadros que, ao olhar de um mero apreciador casual, são apenas belos desenhos ou horríveis rabiscos.

    E em jogos de vídeo-games com foco no online?

    Ao invés de responder diretamente, vamos apresentar números para sustentar que a realidade é a mesma. Vamos primeiro analisar Street Fighter V (já que, como eu disse, ele me motivou a escrever o artigo) e dar uma olhada nas listas de conquistas do título na Steam:

    O que essa informação nos mostra? Vamos supor que mil pessoas compraram o game na Steam; essa informação nos mostra que, mais de 500 pessoas sequer jogaram 10 partidas onlines!!!

    Prestaram atenção?!

    Do total de pessoas que compraram o game na Steam, mais da metade delas está cagando para o multiplayer online do título e nem mesmo chegaram a jogar 10 partidinhas! E porquê? Bem, porque elas não curtem mesmo. Preferem multiplayer local ou modos de jogo offline.

    E se você ampliar a pesquisa para 50 partidas, os números vão aumentar exponencialmente.

    O mais interessante é que esses dados confirmam a pesquisa realizada e exibida acima, que mostra que, mesmo estre os players hardcores/competitivos, um pouco mais da metade joga online (o restante se dividem entre jogadores de facebook e aqueles que jogam offline).

    Isso também é válido para jogos como Call Of Duty e Battlefield, assim como jogos de celulares. As conquistas estão lá na Steam para livre consulta. Se vocês forem ver a do Street Fighter IV por exemplo, irão mais uma vez comprova o fato de que, a maioria que comprou o jogo mau jogou algumas partidas onlines.

    E isso apenas valida meu argumento ao mesmo que também valida o argumento do brother (mas com alguns adendos): Publico casual não sustenta jogos de luta (isso é fato), assim como não sustenta nenhum outro jogo com foco no multiplayer; mas serão sempre a maioria compradora; seja em jogos de luta, seja em outros jogos onlines (isso também é fato!).

    Basta ver Dark Souls III por exemplo, jogo totalmente voltado à jogadores hardcores/masoquistas, e também aos fãs de longa data da série (é fã service do começo ao fim!). Dai, quando você vai ver quantas pessoas conseguiram matar o primeiro chefe, você vê isso:

    Mais de 40% das pessoas que compraram o jogo não conseguiram nem mesmo matar o primeiro chefe! Se 1000 pessoas compraram Dark Souls III na Steam, mais de 400 delas, muito provavelmente, era composta de jogadores casuais!

    Agora você pode argumentar comigo que isso mostra que estou errado e, ao menos com Dark Souls III, a maioria comprante não foi de players casuais. Mas eu ainda não acho que isso quebre a regra não, afinal nesse game você pode pedir ajuda de outros jogadores para vencer o boss, e existem alguns veteranos que ficam online apenas para isso (dar um suporte aos novatos). Dai quando eu analiso isso eu vejo que, mesmo com a ajuda de outros jogadores, 40% de todos os compradores não conseguiram passar do primeiro chefe! Isso apenas me fala que, entre os 66% que conseguiram matar, deve haver uma galera casual ali, misturada e escondida, que só conseguiu vencer essa tartaruga de gelo gigante por causa de um bom samaritano. Você pode discordar de mim nesse ponto, mas aqui mesmo no Alvanista eu já cruzei com vários jogadores que só terminaram Dark Souls porque tiveram ajuda de outros players em algumas batalhas.  ^_^

    Por isso, para um jogo vender bem, ainda que o foco dele seja “vida à longo prazo”, irá precisar oferecer atrativos para os dois públicos. Mais ainda para o casual do que os competitivos, pois os jogadores casuais querem apenas jogar um pouco, terminar o que tem para ser terminado e partir para outra (eles não têm paciência de ficar esperando atualizações ou futuras expansões – ainda que sejam grátis). Já o público competitivo é totalmente contrário: Eles têm disciplina e estão dispostos a esperar o tempo que for para ficarem cada vez melhores; eles aguardam pacientemente pela chegada de atualizações, expansões ou modos de jogo sem parar de jogar o título ou perder o foco.

    Que tal agora falarmos sobre Marvel vs Capcom ?!

    Bem, vejo que a galera anda fazendo paralelos entre as estratégias utilizadas para a venda do novo título da Capcom, tentando jogar a culpa das vendas baixas no público casual.

    Mas uma coisa que a galera precisa entender é que o público casual SEMPRE será o responsável direto pelas vendas baixas de qualquer jogo (a não ser que ele seja de nixo, o que definitivamente não é o caso aqui)! Jogadores hardcores e competitivos são minoria entre o público e representam uma parcela bem pequena nas vendas (a pesquisa está lá, não sou eu quem está dizendo – só permanece cego aquele que literalmente não quer ver!).

    Além do mais, as vendas baixas do novo título da Capcom apenas consolida uma sequência de vendas baixas em todos os seus lançamentos recentes. Eu também pesquisei sobre o assunto e vou apresentar números para comprovar e sustentar meu argumento:

    Nos últimos dois anos para cá as vendas de todas as grandes franquias da Capcom caíram por terra e isso se deve à um acúmulo de fatores que, indubitavelmente, não dá para explicar em apenas um artigo (e o foco deste artigo aqui, é outro):

    Resident Evil 7 (ainda não atingiu a meta de 4 milhões – mas está perto), Dead Rising 4 (ainda não atingiu a meta de 2 milhões – na verdade ainda não chegou nem a 1 milhão!!!), Street Fighter V (ainda não atingiu a meta de 2 milhões – mas está perto), Monster Hunter XX (ainda não atingiu a meta de 2 milhões – mas está perto) e, agora, Marvel VS Capcom Infinity: Todos estes jogos tiveram vendas abaixo do que era esperado pela Capcom (alguns em maior escala, outros em menor escala).

    Nos últimos dois anos apenas os remasters de Resident Evil 4,5 e 6 lançados para Playstation 4 superaram as expectativas da desenvolvedora (ultrapassando, cada um deles, um milhão!). Por essa razão a galera pode esperar mais remasterizações vindo aí (promessas da própria Capcom).

    Agora, basta pensar um pouco fora da caixa para concluir o pensamento em relação ao público que deixou de comprar os jogos:

    Resident Evil 7 focou na opinião dos fãs e ignorou o gosto por ação e explosões do público casual. Resultado? Vendas baixas.

    Dead Rising nunca foi uma franquia com pretensões de se tornar um Triple A e sempre focou no humor e na ação com mundo “meio aberto” para entreter os jogadores. Entretanto é preciso ter em mente que a Capcom foi meio “olhuda” com este game, afinal, nenhum jogo da franquia (com exceção do primeiro game) vendeu mais de 2 milhões de cópias. O terceiro título buscou uma abordagem menos humorada e acabou agradando menos que o segundo jogo (que apesar da galera gostar bastante, não superou o original em vendas). Logo o erro foi da própria Capcom ao fazer um investimento muito alto, com alta expectativa de vendas, para uma franquia que, mesmo quando estava no ápice, não atingia números tão altos.

    Street Fighter V seguiu a lógica de Resident Evil 7: Escutou os fãs do jogo, melhorou o gameplay e o balanceamentos dos personagens, melhorou servidores para as partidas online e, em relação ao público casual, prometeu que modos de jogo mais completos seriam implementados ao título com o tempo. Só que o público casual, na grande maioria, não é paciente e, ainda pior: É totalmente influenciado pelas críticas de sites e revistas. A enxurrada de críticas negativas que o jogo recebeu pouco depois do seu lançamento, com a maioria delas argumentando que o game estava incompleto, esfriaram as vendas.

    Monster Hunter XX é um jogo de uma franquia que não conheço ^_^. Por isso pouco posso falar sobre as vendas deste título. Apesar de ter pesquisado sobre o assunto, quando se desconhece totalmente um jogo ou uma série, é difícil formar uma opinião a respeito. Por isso, sobre este game, eu realmente preciso dizer que não entendo as razões por trás das vendas abaixo do esperado.

    E chegamos ao Marvel VS Capcom Infinity que, assim como o novo Mass Effect, sofreu uma enxurrada de críticas negativas antes de seu lançamento. Os gráficos do game estavam muito abaixo do esperado (e o público casual, de uma maneira geral, foca muito em gráficos – como você pode ler e entender neste artigo que escrevi um tempo atrás), e alguns dos astros principais da série não estariam presentes (os X-Man).

    A galera pode até argumentar que gráficos não importam, mas, na verdade, gráficos não importam para nós aqui da rede; que não fazemos parte da maioria; mas quando se avalia números de vendas, jogos mais vendidos ou títulos que ganham prêmios de melhores do ano, os gráficos estão sempre em destaque.

    E por fim chegamos em Resident Evil 4, 5 e 6: 

    O que esses jogos fizeram em comum? Olha só que incrível coincidência: Prestaram atenção no mercado e no gosto da maioria dos jogadores (que é casual), dando pouca atenção aos apelos dos fãs. Resultado? Venderam igual água, pois eram ótimos jogos de ação. Simples assim. Estes títulos agradam tanto o público que até seus relançamentos superam as expectativas! ^_^

    Deu para ficar bem claro a relação entre os dois tipos de jogadores e o impacto que desenvolvem nas vendas e longevidade de um título? Número de vendas está diretamente ligado ao público geral (casual), enquanto a durabilidade de um título ao longo dos anos e sua consolidação fica com os jogadores competitivos e hardcores.

    O público casual é um público que quer jogar um game, se divertir e depois partir para outro.

    Enquanto o player competitivo/hardcore é dedicado, quer melhorar cada vez mais e crescer dentro do game.

    Acho que não consigo ser mais claro do que isso né ?! Se, mesmo com todos os exemplos que eu dei, alguma coisa ficou meio obscura ou pouco clara, é só perguntar que vejo se consigo esclarecer melhor.

    E claro: Se alguém souber os motivos para Monster Hunter XX não ter vendido o esperado (pois essa informação eu fiquei devendo) pode compartilhar nos comentários que eu aprecio a ajuda.

    ^_^

    Agradeço pela leitura!

    Resident Evil 2

    Platform: Playstation
    11199 Players
    126 Check-ins

    62
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