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  • renanmotta Renan M. Sampaio Motta
    2017-04-17 22:43:38 -0300 Thumb picture
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    O legado da série Souls

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    Antes de tudo, gostaria de dizer que a franquia Dark Souls não é sobre alta dificuldade, como é disseminado por ai. Não é sobre um jogo impossível de se zerar. Dark Souls é, na verdade, um jogo sobre mecânica, desafio e curva de aprendizagem. Todo cenário tem um ar opressor e causa uma sensação de grande ameaça. O primeiro inimigo sempre é um obstáculo a ser vencido com as mãos trêmulas. O primeiro chefe, nem se fala. Mas rapidamente você percebe que é só uma "fachada". Que você pode muito bem derrotar qualquer inimigo; basta apenas aprender a como se jogar Dark Souls. Se te perguntam por que gosta de jogar e você responde que é por causa da dificuldade, há grandes chances de estar compreendendo e absorvendo a franquia de forma errada.

    Diante de uma indústria que rumava para jogos de pouquíssima experiência de jogabilidade, a FromSoftware nos mostrou a franquia Souls, começando por Demon. Mas como o foco do artigo é em Dark Souls, não mencionarei mais sobre esse primórdio. Esse espaço é para falar do legado que a empresa deixou, totalmente consolidado pela franquia de multiplataforma.

    Como eu dissera, a indústria dos jogos estava trazendo exemplos em abundância de games sem muitos desafios. Tivemos jogos em que o jogador tinha que simplesmente correr pelas fases, eliminando facilmente os inimigos, para enfim chegar ao zeramento. Nada muito simbólico, ou aprofundado como mecânica. Era um problema que se instalava. A indústria estava se enchendo de jogos rasos, velozes, sem experiências significativas e sem grandes aprendizagens. Dark Souls foi um produto para frear os jogadores afobados, que deixaram, ou nunca foram, de apreciar pelo o que estavam passando.

    Obviamente, a FromSoftware não foi a única a andar contra a maré, como exemplo de Dead Space, que trouxe um gameplay de tiro cadenciado sendo um dos maiores, ou o maior nome do terror espacial. E cadência é uma das palavras-chave. Enquanto tivemos jogos de esmagar botões (como God of War. Não estou dizendo que é ruim, apenas apontando o estilo), onde a velocidade e a plasticidade governava o gameplay, a série Souls trouxe a cadência para a jogabilidade. Com isso, os iniciantes da franquia se assustaram com a mão livre e a suposta dificuldade de Dark Souls.

    Parem de correr. Não entrem em batalhas às cegas. Aqui a proposta é outra”. Basicamente seria o que a FromSoftware falaria aos novos jogadores.

    Dark Souls retornou com as curvas de aprendizagem do passado. Você tinha que parar e observar o inimigo para depois prosseguir. Isso foi se perdendo para a jogabilidade mais simples e “fácil”. Foi nessa maré que Dark Souls remou contra. O retorno do estudo de cenário e obstáculo veio em carga máxima. E é justamente nesse assunto que cai a questão dele ser difícil. Na verdade, Dark Souls não é sobre dificuldade. Claro, que vai de jogador para jogador, mas ainda assim, é um jogo sobre estudo – e aqui nós temos outra palavra-chave. Ou seja, se você encarar o jogo de forma afobada, ele será difícil, sua morte será uma realidade constante. Mas quando você passa do estágio de esmagar botões para o estudo e cálculo de situações, a morte não lhe perseguirá tanto.

    O estudo em Dark Souls nos mostra que muitas vezes o combate deve ser evitado. Não vale tanto à pena ter que derrotar todos os mobs de fase para chegar onde quer. Você estuda o cenário e a movimentação dos inimigos e parte para o destino. Não que seria difícil derrotá-los, mas evitaria a “perda de tempo”. Além de também, que é comum até para os experientes, vacilar contra um mob que mais parece estar fazendo figuração.

    O fator recompensa regressou junto com o fator do estudo. Quanto mais cautela e estudo for necessário para vencer numa batalha, mais você poderá morrer para um chefe. E tudo dependerá da sua afobação. E quando um obstáculo desse é ultrapassado, o gameplay passa a ser muito recompensador. Isso serve para inimigos mais simples também. É totalmente satisfatório você retornar em lugares mais antigos e ultrapassá-los com uma mão nas costas.

    Outro legado deixado pela FromSoftware foi o desprendimento da necessidade de apoio. Ao entrar em Dark Souls, nós não temos um menu com mapas, setas indicando locais para ir ou qualquer informação que faça você compreender onde deve e não deve ir. A franquia tornou os jogadores mais independentes. Fez com que eles tivessem mais interação com o level design. Você tem que memorizar sozinho os caminhos, as armadilhas, a posição dos inimigos, quantos deles são... No início poderá parecer ser impossível, mas é, na verdade, totalmente possível se virar geograficamente em Dark Souls.

    Aqui eu explanei sobre os maiores legados da franquia para a indústria dos games. Hoje nós temos um gênero novo chamado de Souls Like, graças ao nível de alcance e importância que a série demonstrou. Se você que leu esse artigo tiver notado algum outro legado de importância, os comentários são a sua casa.

    Dark Souls lll

    Plataforma: PC
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      speedhunter · quase 2 anos atrás · 4 pontos

      Primeiramente, parabéns pelo artigo. Interessante que "Soulsborne" é um constante aprendizado, ainda não joguei nenhum Dark Souls, porém, recentemente tive a alegria de platinar Bloodborne. Como eu era marinheiro de primeira viagem nesse gênero, o que mais me assustou foi a sensação de medo e tensão ao avançar cenário por cenário (não porque eu tivesse medo por alguns elementos de terror que tem em algumas parte e sim pelo desafio em si) era algo que há muitos anos não sentia em jogo nenhum e foi sem dúvidas uma das melhores experiências da minha vida. Discordo apenas um pouco da sua citação sobre dificuldade, acho que tanto Souls como Bloodborne foram desenvolvidos para terem elevados níveis de dificuldade é isso faz parte da proposta do jogo.

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      diegolvf · quase 2 anos atrás · 4 pontos

      Belíssimo texto! vc descreveu muito bem a experiência de jogo. Eu me lembro que quando ouvi falar de Dark Souls pela primeira vez, o que se falava era exatamente sobre a dificuldade, que muitas pessoas começavam a jogar e acabavam desistindo no meio do jogo. Isso logo de cara me instigou, aguçou a minha curiosidade e na primeira oportunidade que tive comprei o Dark Souls 2 para o xbox 360.
      Na época, se eu não me engano o primeiro Dark Souls era uma exclusivo da Sony, então tive que começar pelo Dark Souls 2. E apesar de achar o jogo difícil no começo isso nunca me desmotivou, pelo contrário a vontade de jogar crescia cada vez mais e quando eu percebi eu já estava totalmente habituado ao universo do jogo.
      Dark Souls na minha opinião pode ter a suas falhas, as suas críticas, mas a experiência que o jogo nos proporciona, despertou algo em mim que há tempos eu não sentia. A última vez que eu me senti recompensado dessa forma era quando eu jogava qualquer jogo do Mario ou o Donkey Kong Country 3 no Super Nintendo.
      Desculpa pelo textão, acabei me empolgando....

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      juninhonash · quase 2 anos atrás · 3 pontos

      Existe uma coisa que eu discordo fortemente do seu texto:

      "Dark Souls retornou com as curvas de aprendizagem do passado. "

      Não, os jogos antigos eram curtos e a dificuldade era feita de qualquer maneira pra impedir que os jogos fossem zerados a curtíssimo espaço de tempo, o aprendizado real não existia, e sim uma decoreba.

      No mais, concordo plenamente, compartilhei o texto na persona Dark Souls e no meu perfil ^^

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  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2017-03-24 20:40:46 -0300 Thumb picture
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    Os maiores problemas da comunidade gamer atual

    Medium 3472839 featured image

    Editado em 04/04/2017.

    É duro quando temos que criticar algo ou alguém que gostamos e/ou fazemos parte, mas infelizmente, nada é perfeito. Hoje... bem, o título é autoexplicativo. Só quero ressaltar que esse artigo é a minha opinião, portanto, algo que você acredita ser um problema pode não aparecer aqui e vice-versa. Sem mais delongas, vamos lá.

    Preconceito

    Idiotas existem em todo lugar, mas parece que na comunidade gamer, ou eles são maioria ou acabam sendo os mais relevantes mesmo(ou ambos). É impressionante a quantidade de misoginia, homofobia, etc. que encontro em comentários de YouTube, isso quando os preconceituosos não acabam sendo os próprios youtubers. Um exemplo é o Davy Jones, a.k.a. GameplayRJ.

    Na época do GamerGate(cuja logo era a imagem acima), ele fez um vlog comentando o fato de Anita Sarkeesian, um dos nomes afetados por aquele episódio, ter recebido ameaças de morte e saído de casa por causa disso. Agora, é necessário esclarecer uma coisa:  você pode não gostar da Anita, mas você não pode negar que Davy Jones falou merda(como sempre). Ele passa mais tempo falando sobre ela do que comentando o que aconteceu. E a maioria desses comentários são xingamentos como "feminazi", interpretações errada(porque hoje em dia ninguém sabe interpretar texto), mostra que acredita em "gamer de verdade"("e que mal tem nisso, Bruno?"Eles sempre se confundem/contradizem na hora de definir isso, e há várias interpretações diferentes, ou seja, "gamer de verdade" é uma grande BABAQUICE), distorce informações descaradamente, diz que ela quer destruir a indústria dos games(como se uma pessoa sem muita relevância e que apenas faz vídeos sozinha pudesse derrubar uma indústria bilionária. Tá serto), cria espantalhos(se você não sabe o que é isso, é basicamente criar uma caricatura de seu inimigo, sem o mínimo de preocupação com a realidade), e tantas outras coisas que, se decidisse citar aqui, não conseguiria terminar esse artigo a tempo. E se você acha que estou mentindo e/ou exagerando, vou deixar o link do vídeo 

    Pelo menos, ele tem o mínimo de bom senso e não apoia o ocorrido.

    Mas a pior parte nem é o vídeo, e sim os comentários(ou grande parte deles), que contem apologia ao estupro("isso é falta de rola"),espantalhos("feminismo é coisa de mulher comida"), ou pura merda mesmo("pra essa mulher tenque[sic] ter 2 caixões, 1 pra ela e outro pra língua"), vitimismo(é isso mesmo, o pessoal que acusa feministas de vitimistas são os mais vitimistas de todos) e muitos outros que nem valem a pena serem citados. Enfim, nenhum argumento lógico pra provar que Anita está errada e é uma farsa(não que ela esteja certa o tempo todo, pois isso é impossível).E se você acha que eles são exceção, e que tive que caçá-los pra valer mesmo, saiba que TODOS eles foram encontrados em "principais comentários", e possuem muitos likes, ou seja, não são exceção porcaria nenhuma. Se quiser vê-los,  aconselho que pegue a máscara de gás.

    Enfim, gastei tempo demais nessa parte. Vamos para a próxima.

    Raiva excessiva

    Este tópico está sutilmente relacionado com o 1º. Considero-o ainda mais presente, pois se o preconceito precisa de um lugar ideal para tal, esse aqui pode ser visto em praticamente todo lugar. Ubisoft usa desculpa esfarrapada para justificar o excesso de microtransações em For Honor? Prepare-se para xingamentos além da conta. NieR:Automata vem é lançado sem legendas em português?Vários vão desistir de comprar e vão virar haters apenas por causa disso. Ancine gostaria de aumentar os impostos em games[OBS: Notícia falsa, mas obviamente ninguém percebeu isso na hora que saiu, nem mesmo quem vos fala]? Prepare-se pra ver gente abraçando a síndrome de vira-lata e desejando ir embora do Brasil só por causa disso ou tentando fazer previsões errôneas do futuro. São poucas as vezes que vejo algo ruim acontecer na indústria e os jogadores responderem de forma mais racional e menos explosiva(uma das exceções foi quando NieR:Automata veio com problemas no Brasil). Se for ruim MESMO, então pelo menos reservem menos xingamentos... a menos que Metal Gear Survive esteja envolvido. É sério, aquela coisa é uma lástima. Brincadeiras à parte, vamos para o próximo.

    Dificuldades de aceitar opiniões diferentes do mainstream

    [Se você não entendeu o que quis dizer, o manual é sobre como irritar facilmente o senso comum gamer]

    Esse tópico é "especial" para mim, porque eu me considero igual ao Do Contra, e tento,dentro do possível, ter uma opinião diferente do senso comum gamer. "Rockstar é exemplo, não explora os jogadores" nope, ela faz sim, mas de forma sutil, e posso provar(sim, tenho milhões de ideias para artigos e textos diferentes). "Breath of the Wild é foda, média 97 no metacritic" na verdade, notas não valem tudo isso e posso provar(eu realmente duvidei de Deus). Tenho certeza de que se minhas opiniões ficassem famosas, ia receber uma tonelada de xingamentos e brincadeirinhas. Um exemplo é que, alguns meses atrás, vi um comentário em um vídeo de um cara elogiando Final Fantasy XV, dizendo que realmente valeu a pena ter investido no jogo, ao contrário de...The Witcher 3. Um cara respondeu, dizendo que aquilo tinha que ser uma piada ou algo do tipo. Daí, outro cara resolveu dar exemplo e disse(não lembro exatamente como era, mas era próximo disso) "não, isso não é uma piada. Existe gente que pensa diferente de você. Bem-vindo à internet".

    Bom, vamos para o último tópico.

    Indignação seletiva

    Este é um tema que foi sutilmente abordado no meu 1º artigo (que era sobre hype). Nesse artigo, eu dizia que uma fala de um determinado personagem do GTA V foi cortada, mas ninguém pareceu se importar. Dando um exemplo para ilustrar o que quero dizer, vamos falar de The Last of Us, Quando anunciaram o remaster do jogo em 2014, eu achei que já viria com tudo já lançado. E de fato veio...apenas com Left Behind e as DLCs de mapas para o multiplayer. Emoticons, capacetes, enfim, itens cosméticos e equipamentos não estavam nativamente e era necessário comprar. E não são poucos esses itens... Eu fiquei muito bravo quando percebi isso, mas nunca vi ninguém reclamar disso. Assim como não vi ninguém reclamar do excesso de microtransações em GTA Online(e pra piorar, é difícil pra caramba ficar rico no jogo,então ou você faz glitch, conta modificada ou microtransação). Ou pelo fato da Rockstar ter INVENTADO o conceito de Season Pass[imagem acima], mas todos reclamam da Capcom, da Ubisoft e às vezes da Square Enix.

    Para resumir: se a empresa já está surrada na opinião pública, não é tão boa, ou faz cagada atrás de cagada, todas as outras receberão a atenção(e o ódio) dos jogadores, enquanto algumas exceções, como a tríade Rockstar-Naughty Dog- CD Projekt Red podem errar(até certo ponto) e se darão ao luxo de terem seus erros rapidamente perdoados pelos jogadores e/ou esquecidos.

    Considerações finais

    Os problemas listados por mim nesse artigo não é algo que todos os jogadores tem, mas certamente são relevantes o suficiente para conseguirem a minha(e a sua) atenção. Infelizmente, a maturidade é algo que não chega a todos, então aqui vai alguns pedidos e soluções:

    -Parem de ter uma reação raivosa quando algo que é contra seus interesses acontece. Isso não quer dizer que vocês devem aceitar tudo o que acontece em sua volta,OK?OK.

    -Não perdoe se sua empresa favorita decidir colocar microtransações em seu AAA

    -Aceite que, para algumas pessoas, até Stick of Truth é melhor que The Witcher 3

    -Aceitem mais pessoas como gamers e acabem com a divisão "gamer casual" e "gamer hardcore", que na verdade só existe para criar uma barreira. Isso só aumenta a nossa relevância e dá mais um passo para a consolidação dos videogames.

    Antes de finalizar o artigo, gostaria de deixar uma última mensagem:se você se identificou parcialmente ou totalmente com as críticas ditas aqui, não se sinta ofendido. Pelo contrário, leve o que disse numa boa(a menos que meu estilo de escrita seja agressivo demais.Nesse caso, fica o pedido de desculpas e a promessa de uma melhora). Eu mesmo já tive muitas das características criticadas aqui, mas o amadurecimento chegou e me moldou como sou hoje. Infelizmente, ele não chega para todos, é por isso que, na minha cabeça, esse artigo foi necessário. Em resumo:tenha coragem de realizar autocrítica. Todos nós precisamos ou precisaremos algum dia.

    E esse foi o final de mais um artigo. Se você tem uma crítica, elogio ou sugestão a fazer, não esqueça de comentar e, se gostou, dê "love"(ui!) para mim.

    É isso aí pessoal. Até mais!

    The Witcher 3: Wild Hunt

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      msvalle · 2 anos atrás · 2 pontos

      Parabéns pelos seus artigos, sempre trazem uma boa reflexão.

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      artigos · mais de 1 ano atrás · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      jacaregames · mais de 1 ano atrás · 1 ponto

      Seus pontos levantados são todos relevantes, eu não consigo compreender por exemplo a guerra dos consoles, não sei por que ficar torcendo pra que um console se dê mal, não venda, etc... , As pessoas estão ficando muito agressivas, se tu reclama do preço de jogos vem alguém te criticar ferozmente por isso, logo te acusando de pertencer há algum ismos da vida,

  • gradash Elton Gradash
    2017-04-16 10:05:01 -0300 Thumb picture
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    Lista de bons jogos de estratégia - Might and Magic Heores

    Medium 3481611 featured image

    Para quem me segue sabe que gosto bastante de jogos de estratégia, então para alguns novatos no gênero ou pessoas que querem começar a jogar jogos de estratégia, vou passar uma lista de bons jogos (não séries, mas sim jogos pois algumas séries tem sérios problemas em seus jogos mais antigos). Por isto pretendo fazer uma série de artigos sobre bons jogos de estratégia para as pessoas irem atrás.

    E antes que um bobalhão fale merda, jogos de estratégia nunca estiveram mortos, não significa que você por ser um boçal que é incapaz de pensar e só quer apertar botões aleatórios e é incapaz de jogar jogos de requeiram uso do seu cérebro, eles morreram. Sempre estiveram ai firmes e fortes. A citação acima é para apenas idiotas que acham que jogos de estratégia estão mortos por nunca se informarem sobre eles, para você que não curte o gênero apenas. Gostos são variados e merecem ser respeitados.

    Might & Magic: Heroes V

    A série Might & Magic tem inúmeros jogos e é muito antiga. A Série é um dos bastiões dos RPGs sendo do grupo dos primeiros RPGs ever made, com lançamento iniciado em 1984. Ela foi comprada pela 3DO em 96 que quebrou logo depois e foi comprada após pela Ubisoft. A série Heroes já existia na época porém o que a Ubisoft fez foi dar um reboot na série (que já contava com 13 jogos contínuos somendo a série M&M e Heroes), sendo assim o quinto jogo é um reboot e recomeça a história o que faz dele uma ótima entrada para a série.

    A Comunidade prefere drasticamente o MMOH3 sobre o 5, porém eu não tenho como recomendar o 3 pois ele tem um aspecto muito antigo apesar de ser relativamente jovem. Nele você joga capítulos controlando uma variedade de heróis a sua cruzada contra os demônios, o 5 possuí duas expansões sendo que a ultima Tribes of the East é Standalone e não precisa dos anteriores, porém altamente recomendo apenas comprar o Tribes e baixar o mod Might and Magic Heroes 5.5, Ele drasticamente melhora o jogo e adiciona as campanhas originais e de sua expansão ao Tribes que tem uma engine atualizada e que funciona melhor com telas atuais.

    Jogabilidade

    A jogabilidade da série é um bocado diferente do tradicional, o jogo possui três modos distintos, o modo de exploração onde você anda com seu herói a cavalo por um mapa coletando itens, dominando locais e etc. 

    O modo de cidades onde você precisa gerenciar sua cidade e melhora-la.

    E o modo de batalha que é em um grid e se assemelha muito aos jogos de tabuleiro como Warhammer Fantasy.

    O jogo possuí uma grande campanha que pode se estender por mais de 300 horas (se jogar no fácil) o que te garante uma quantidade de horas de jogatina difícil de alcançar!

    Uma coisa coisa que o jogo tem é que sua engine é completamente compatível com o ReShade, então se achar que os gráficos de PS2 estão meio toscões, basta aplicar o ReShade e terá ótimos resultados!

    Migh and Magic Heroes VI

    Existe um racha na comunidade com relação ao VI, uma parte o detesta e outra gosta. Uma característica importante é que o VI é um jogo muito mais simplificado que os demais da série, isto por si só já coloca o pessoal da comunidade em choque, porém ao mesmo tempo que a parte de gerenciamento de cidades do jogo seja mais simples, ele melhorou drasticamente na parte de personagens. Ao ponto que sinto muita falta do sistema de personagens do VI enquanto jogo o V por exemplo. Acredito que ele seja o melhor da série para ser uma porta de entrada devido o fato de ser mais "simples". Porém não recomendo que façam isto pois pode ferrar com a sua experiencia com o V que fica difícil de engolir depois. Então o melhor é começar pelo V usando o mod 5.5, depois que gastar suas 300+ horas nele, ai vai para o VI para gastar mais umas 600 horas.

    Heroes of Might and Magic V: Tribes of the East

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      marcusmatheus · quase 2 anos atrás · 3 pontos

      Olha so, apenas posts de utilidade publica e sem despejos de odio?! É voce mesmo ai ou sua conta foi hackeada??? Kkkk. Show de bola sua lista.

      Meu pc atual nem deve rodar os MaM atuais, mas ja baixeis alguns antigos. Atualmente estou jogando o Point and Click Black Mirror que vi nas paginas daquele livro que vc indicou (ainda nao conhecia esse). Depois vou partir para Icewind alguma coisa, CRPG bem no estilo do antigo que tambem vi no livro e nunca joguei.

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      tecnologgamer · quase 2 anos atrás · 2 pontos

      Eles estão na minha wishlist já faz um tempo
      Desde que mudei pros PCs eu tenho jogado jogo de qualquer estilo, menos MOBA e câncer focado em Esport.

      Also
      "Lista de bons e variados jogos de estratégia"
      Apenas cite 2 :V

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      _gustavo · quase 2 anos atrás · 2 pontos

      Tenho muita vontade de jogar o VI, ainda mais pq dizem que o VII deve ser esquecido kkk. Mas pelo que lembro o VI tinha uns problemas com a versão steam, não lembro se por causa do securom ou do win 10

      1 resposta
  • papm22 Galard Malvic
    2017-04-11 00:59:28 -0300 Thumb picture
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    Galard Opina: 2017 será um ano decisivo para a 8ªgeração?

    Medium 3479744 featured image

    E ae galera! Aqui é Galard voltando ao bom hábito de artigar por aqui depois de algum tempo. Passei por uns problemas bem sérios por aqui, mas como quase tudo na vida, a maior parte foi solucionada, o que me fez atrasar o artigo em um mês =/ . Peço desculpas pelo atraso por conta disto. E sem mais, vamos lá.

    Lembrando que não sou dono da verdade e é apenas uma humilde opinião. A intenção é meramente para criar e desenvolver o diálogo sobre o assunto que mais gosto, videogames!

    2017 está sendo, logo em seu início, um excelente ano para a indústria dos games. Arrisco a dizer que desde já ele já tem uma gama de jogos que facilmente bateriam a maior parte dos lançamentos dos demais anos da 8ª geração, sendo 2015 como a única possível exceção.

    Ainda estamos em abril (!) e já tivemos algumas pérolas de crítica como Horizon Zero Dawn; The Legend of Zelda: Breath of the Wild salvando o WiiU e se consagrando como o jogo de lançamento de um console com a maior média no metacritic - 97 (O.O); Nioh; Nier: Automata; Persona 5 entre outros que não foram tão badalados, mas que são de excelência como Gravity Rush 2 ou mesmo o Resident Evil 7 (apesar de não ter gostado muito deste, reconheço a sua importância). Que início de ano excelente!

    Arrisco a dizer que será um ano em que as empresas já estarão mais familiarizadas com os hardwares já consagrados (Ps4, Xbone e pc) e também pelo fato de menos dúvidas acerca dos novos consoles lançados já que o Switch chegou com tudo, sobrando apenas o Scorpio. Espero que essa lamúria de lançar um "console" novo a cada ano acabe logo. É terrível para as thirds partys se adaptarem todo ano a um kit de desenvolvimento novo. Felizmente, aos hardwares já estabelecidos pode-se dizer que não há mais este problema.

    Outro ponto em questão é uma visão pessoal minha sobre o 4º ano de uma geração ser supostamente o melhor, em média, pois é o momento que eu creio que as empresas demorem para se acostumar e manterem um desenvolvimento de qualidade para os seus jogos nas plataformas estabelecidas até então.

    Eis um comparativo a 5ª geração até a 8ª:

    5ª Geração: 1998:

    The Legend of Zelda: Ocarina of Time (N64)

    Tekken 3 (PS)

    Half-Life (PC)

    Gran Turismo (PS)

    Metal Gear Solid (PS)

    Grim Fandango (PC)

    Banjo-Kazooie (N64)

    Crash Bandicoot 3: Warped (PS)

    Resident Evil 2 (PS)

    Starcraft (PC)

    Oddworld: Abe's Exoddus (PS)

    6ª Geração: 2004/2005

    OBS: aqui tenho uma pequena exceção pq 2004 foi incrível e não sei dizer qual ao certo seria o 4º ano.
    2005

    Resident Evil 4 (GC)

    God of War (PS2)

    Shadow of the Colossus (PS2)

    Battlefield 2 (PC)

    Burnout Revenge (PS2)

    Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King (PS2)

    Gran Turismo 4 (PS2)

    The Legend of Zelda: The Minish Cap (GBA)

    F.E.A.R. (PC)

    Grand Theft Auto: Liberty City Stories (PSP)

    Call of Duty 2 (PC)

    SoulCalibur III (PS2)

    Psychonauts (PS2)

    The Warriors (XBOX)

    Devil May Cry 3: Dante's Awakening (PS2)

    Sid Meier's Civilization IV (PC)

    Age of Empires III (PC)

    Need for Speed: Most Wanted (PC)

    2004

    Half-Life 2 (PC)

    Grand Theft Auto: San Andreas (PS2)

    Halo 2 (XBOX)

    Burnout 3: Takedown (PS2)

    Tom Clancy's Splinter Cell Pandora Tomorrow (XBOX)

    Metal Gear Solid 3: Snake Eater (PS2)

    Metroid Prime 2: Echoes (GC)

    Rome: Total War (PC)

    Unreal Tournament 2004 (PC)

    The Sims 2 (PC)

    The Chronicles of Riddick: Escape From Butcher Bay (XBOX)

    Ninja Gaiden (XBOX)

    Doom 3 (PC)

    Rallisport Challenge 2 (XBOX)

    The Legend of Zelda: Four Swords Adventures (GC)

    Viewtiful Joe 2 (GC)

    Katamari Damacy (PS2)

    Onimusha 3: Demon Siege (PS2)

    Champions of Norrath (PS2)

    Metal Gear Solid: The Twin Snakes (GC)

    Thief: Deadly Shadows (PC)

    Fable (XBOX)

    James Bond 007: Everything or Nothing (GC)

    Def Jam: Fight for NY (XBOX)

    Psi-Ops: The Mindgate Conspiracy (PS2)

    Jak 3 (PS2)

    Spider-Man 2 (Consoles apenas)

    Need for Speed: Underground 2 (PC)

    Cacete ....


    7ª Geração: 2010

    Castlevania: Lords of Shadow (X360)

    Vanquish (PS3)

    Just Cause 2 (PS3)

    Alan Wake (X360)

    Blur (X360)

    Fallout: New Vegas (PS3)

    Enslaved: Odyssey to the West (X360)

    Call of Duty: Black Ops (PC)

    Super Mario Galaxy 2 (WII)

    Mass Effect 2 (X360)

    Red Dead Redemption (X360)

    Red Dead Redemption: Undead Nightmare Pack (PS3)

    Starcraft II: Wings of Liberty (PC)

    Rock Band 3 (X360)

    God of War III (PS3)

    Halo: Reach (X360)

    Bayonetta (X360)

    LIMBO (X360)

    Super Meat Boy (X360)

    Sid Meier's Civilization V (PC)

    Metal Gear Solid: Peace Walker (PSP)

    BioShock 2 (X360)

    Battlefield: Bad Company 2 (PS3)

    Pokemon SoulSilver e HeartGold (DS)


    8ª Geração: 2017 (até então ...)

    Alem dos já citados no início do artigo, ainda temos algumas promessas bem interessantes como Red Dead Redemption 2, o novo God of War, Middle Earth Shadow of War entre outros.

    O que quero dizer é que pelas experiências passadas, creio que este ano será excelente para a indústria, com bastante variedade e jogos de qualidade. E é algo que eu espero muito em uma geração com 3 anos de idade só ter lançado um único jogo memorável para mim, que foi o The Witcher 3. De resto, tudo o que vi foram promessas não cumpridas, hype não alcançado e alguns poucos jogos de excelência. Claro que a minha visão não é 100% pessimista, já que amei alguns jogos dos anos anteriores, como o Uncharted 4, The Witness, Inside, Doom, MGS V: TPP, Fallout 4; MK X; Dragon Age Inquisition são alguns exemplos ... Mas ainda me passa o sentimento de catar agulha no palheiro, o que felizmente está passando com 2017 e seus excelentes lançamentos! E com sinceridade, isto é ótimo! Finalmente estou sentindo um pouco mais de confiança na indústria, algo obrigatório para quem pretende adquirir um aparelho de última geração cujo investimento irá facilmente ser bem alto, oscilando numa média entre R$ 2.000,00, no mínimo (console ou upgrade no pc + alguns jogos). E com franqueza: ninguém investe essa grana toda sem saber se a geração irá durar por pelo menos alguns anos. E por isso que creio que 2017 será decisivo: é o melhor momento para uma geração, que tanto oscila, se fixar de vez e garantir a confiança do consumidor. Videogame é uma indústria, que assim como todas as outras, precisa passar a confiança ao consumidor de que vale o investimento nela. Me despeço por hoje e um abraço galera!

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      kratos1998 · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      Apesar de não ter consoles da atual geração eu venho acompanhando os lançamentos, e sinceramente tenho visto pouquíssimos jogos de meu interesse, a maior parte de bons jogos só é ano que vem mesmo, ano q espero compra um PS4. Excelente artigo!

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      marcusmatheus · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      Ótima reflexão brother. Sem contar que sua análise mostrando os principais lançamentos dos anos das gerações fortaleceu bastante seus argumentos.

      Eu nunca tinha parado pra pensar sobre isso, mas é algo que realmente faz sentido: Quando o hardware já foi bem explorado, softwares de atualização já estão balanceados (sendo lançados com menos frequência) e alguns truques de desenvolvimento já foram revelados e explorados, pode facilitar o desenvolvimento e/ou criação de novas experiências (ou experiencias mais aprofundadas.)

      Se você estiver certo, ano que vêm então virá com surpresas bem significativas (já que esse ano, Zelda conseguiu me impactar de uma maneira incrivelmente positiva - acho até que seja difícil outro game conseguir isso ainda em 2017).

      Que 2018 seja um super ano de lançamentos (para que eu, em 2020, possa finalmente compra-los à preços descentes, kkkkk).

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      msvalle · quase 2 anos atrás · 2 pontos

      Reflexão interessante, não tinha feito essa correlação da idade da geração com a maturidade dos desenvolvedores e da qualidade dos jogos. 2017 começou promissor, que continue assim!

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  • 2017-03-31 14:35:03 -0300 Thumb picture
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    Top10 - O melhor jogo da Konami

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     Chegamos ao resultado da nossa votação e abrimos mais um top10 incrível dessa grandiosa empresa que marcou nossas vidas como gamers. Tivemos uma participação bem legal, com um total de 37 participantes e 58 jogos foram citados. Então vamos apertar ↑↑↓↓←→←→BA Start!

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    10º - Contra (Arcade e NES) 10 pts

     E para abrir a nossa lista vamos iniciar com um dos jogos de run and gun mais conceituados da história. Nasceu nos Arcades e era um dos melhores jogos multiplayer que haviam. Fez bastante sucesso no seu port para NES e é o jogo que abre uma série de jogos difíceis e bullet hell com aventura.

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    9º - Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots (PS3) e Suikoden II (PS1) 12 pts

     A nona posição temos um empate. No primeiro game, estamos na pele de Solid Snake velho, com uma pegada bem mais pesada e madura. A jogabilidade é muito mais convidativa que nos outros jogos e a sua narrativa consegue ser ainda mais complexa e profunda, como sempre. O outro jogo se trata da continuação da série mais bem sucedida de RPGs da Konami, com uma grande quantidade de personagens jogáveis, lindos sprites e uma história muito bem amarrada.

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    8º - Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty (PS2) 13 pts

     O jogo que é cronologicamente anterior ao Guns of the Patriots entra na oitava posição. Controlamos aqui o novato Raiden que se vê um uma complicada missão de impedir os terroristas Filhos da Liberdade de alcançar seus objetivos para contra o presidente dos EUA . O jogo conseguiu de forma magnifica manter a qualidade de seu antecessor, que é dito por muitos como um jogo revolucionário, e conseguiu isso contando uma história de um personagem novo.

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    7º - Metal Gear Solid: Peace Walker (PSP) 15 pts

     E mais um Metal Gear na lista, afinal, é a série principal da empresa. Por isso, a Konami decidiu fazer um jogo da série pensado para o portátil da Sony e o jogo foi um grande sucesso. Conseguiu portar a experiência stealth com ação para um jogo portátil, fazendo as devidas adaptações. O jogo continua trazendo seu enredo cinematográfico com louvor e agrega ainda mais na história principal.

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    6º - Silent Hill (PS1) e Yu-Gi-Oh! Forbidden Memories (PS1) 18 pts

     Na sexta posição temos 2 jogos de PS1. Um se trata do pioneiro do jogos de terror psicológico e que recebeu várias continuações, se tornando uma série de sucesso. Silent Hill é uma cidade coberta por cinzas, e estamos na pele de Harry, que deve explorar a cidade em busca de sua perdida. Em contra partida, temos o jogo de Yu-Gi-Oh mais popular nos videogames. Apesar de possuir regras bem simples, o jogo foi sucesso devido ao anime que passava na TV, que foi uma grande febre a um tempo atrás.

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    5º - Metal Gear Solid (PS1) e Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time (Arcade e SNES) 27 pts

     O primeiro jogo da série mais aclamada da Konami aparece aqui na quinta posição. Trazendo uma jogabilidade stealth incrível e uma forma de contar o enredo de uma forma cinematográfica nunca antes vista, fazendo ele um dos jogos mais conceituados e revolucionários da história. Empatado com ele temos o jogo definitivo dos Tartarugas Ninjas, que foi sucesso nos Arcades e na plataforma caseira da Nintendo, pois temos a possibilidade com as 4 tartarugas em um beat'em up fantástico e super divertido.

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    4º - International Superstar Soccer Deluxe (SNES) 32 pts

     A quarta posição vai para o jogo de futebol mais popular do Super Nintendo que marcou toda uma geração. O jogo é tão fluído e competitivo que consegue seduzir tanto aqueles que não curtem futebol quanto os não curtem videogames. O principal jogo das locadoras que já rendeu diversos campeonatos e muita diversão em todas as partes.

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    3º -  Sunset Riders (Arcade, SNES e GEN) e Silent Hill 2 (PC, PS2 e Xbox) 38 pts

     A estrela de bronze vai para 2 jogo bem diferentes. O primeiro se trata do segundo jogo da grande franquia de terror psicológico da Konami, trazendo um personagem que tem seu imaginário confundindo com a realidade e seus maiores temores ganhando vida. O outro game é um também um sucesso nos Arcades que fez ainda mais sucessos na casa da galera. Se trata de um run 'n' gun extremamente divertido com a possibilidade de até 4 jogadores simultâneos na tela. Ambientação bacana e trilha sonora bem divertida.

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    2º - Metal Gear Solid 3: Snake Eater (PS2) 50 pts

     A estrela de prata vai para a jogada mais ousada da série Metal Gear. O terceiro jogo da série se ambienta num clima de floresta e natureza, bem diferente dos tradicionais centros urbano, mas ainda sim, consegue manter a jogabilidade stealth no seu auge. A cereja de bolo do jogo se da por conta de sua história, que, cronologicamente, é o início de tudo, que acaba por esclarecer muita coisa do universo do jogo.

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    1º - Castlevania: Symphony of the Night (PS1 e SAT) 78 pts

     E para fecharmos, a estrela de ouro vai para ele, o Castlevania mais popular e mais conceituado de todos os tempos, aquele inaugurou um novo gênero e conquistou todo mundo. Um jogo atemporal que consegue trazer uma jogabilidade extremamente fluída, misturando elementos de RPG, exploração e plataforma. O jogo possui um enredo bem simples, mas cheio de mistérios que, até hoje, deixa as pessoas malucas. O ápice do bitmap aplicado em todo o castelo e combinado com uma trilha sonora épica torna esse um título obrigatório das plataformas.

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     E assim finalizamos a lista da Konami. Agradeço demais a participação de todos os participantes e a aqueles que compartilham. Nos vemos na próxima eleição galera, até lá. o/

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  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2017-03-14 19:19:15 -0300 Thumb picture
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    O que aconteceu com as demos?

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    Mesmo o mais casual dos gamers deve ter reparado que, na atual geração, as demos simplesmente SUMIRAM do mapa. São pouquíssimas as empresas que lançam demos hoje em dia. São tão poucas que, por exemplo, nem há uma seção dedicada a elas na PSN do PS4.

    Pra quem não sabe o que são demos(ou demonstrações), elas são partes já finalizadas(ao contrário de uma BETA) do jogo(às vezes pode não estar no jogo, como em Beginning Hour), que são liberadas para os jogadores testarem o jogo, assim, sabendo como ele é. Antigamente, elas vinham em "discos de demos", que geralmente eram encontrados em revistas, promoções ou em outros jogos(como a demo de MGS2), mas com o advento da PSN e da Xbox Live,essas demos passaram a ser distribuídas digitalmente.

    Porém, na atual geração, há uma grande escassez de demos. A princípio, isso não parece tão ruim, porém, lembre-se que as demos funcionam como "primeiras impressões" de um jogo, que poderia ter jogos que quebraram a cara de muita gente, ou ter convencido as pessoas a comprá-los.

    Eu, por exemplo, joguei as demos de NieR: Automata, Resident Evil 7 e Killzone 3(este em 2012), e com isso, praticamente quis esses jogos pra ontem, pois as demos eram muito boas mesmo!

    Então, porque existem tão poucas demos nos dias de hoje? Tenho algumas (possíveis) explicações que gostaria de compartilhar com vocês. Enquanto faço isso, vou colocando algumas demos de jogos famosos:

    Hype

    Não tem jeito, o hype é o maior problema da indústria dos games atualmente,e ele é o responsável por mais esse problema. Com tantos jogos prometendo tanto atualmente, a maioria das desenvolvedoras não quer nem pensar em fazer demos para que o público não tenha um choque de realidade.É claro que isso não quer dizer que as empresas que não lançam demos tem certeza de que seus jogos são ruins, visto que até empresas renomadas como Rockstar e CD Projekt Red lançaram demos recentemente. O que nos leva ao próximo ponto...

    Orçamento/Falta de tempo

    Os jogos estão ficando cada vez mais caros atualmente, isso é um fato. Devido a isso, e na busca de obter o maior lucro possível, muitas empresas nem pensam em lançar demos, pois é arriscado demais e sempre há uma chance de perder jogadores por causa dela. Esse medo não chega a ser infundado, eu mesmo já desisti de comprar vários jogos por causa da demo, e creio que vocês também.

    Outra causa é a falta de tempo. Os desenvolvedores podem estar tão pressionados a finalizar o jogo que, muitas vezes,  não terão tempo para se dedicarem a uma demo.Com isso, vamos ao último ponto:

    Advento das BETAs

    Nesta geração, com o maior envolvimento da internet nos games, apareceram as versões BETAs de jogos. Elas já existiam no PC,  mas só agora se tornou viável nos consoles.

    Como já disse na introdução, a BETA NÃO é uma demo! Ela também é uma parte do produto, só que incompleta, fica disponível por tempo limitado e nem todos tem acesso a mesma. Além disso, a empresa pode lançar essa BETA para ter o feedback do público, e assim aumentar ainda mais o hype.

    Infelizmente, ao contrário do que algumas pessoas(e talvez as empresas) pensem, a BETA não substitui a demo, pois, como foi dito, a BETA é limitada, incompleta, e não representam a qualidade final do produto(apesar que também existem demos mentirosas)

    Considerações finais

    Demos sempre existiram no mundo gamer, mas vocês devem ter percebido que elas estão seriamente ameaçadas, e não é loucura dizer que elas estão com os dias contados, se limitando a um punhado de empresas que realmente confiam no seu produto. Infelizmente, não sei como mudar essa realidade. A tendência, no futuro, é que elas minguem ainda mais.

    Espero que tenham gostado do artigo. Se tem algum elogio, crítica, ou sugestão, não deixe de comentar aqui embaixo.

    Por hoje é só. Até mais!

    NieR: Automata

    Plataforma: Playstation 4
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      herics · 2 anos atrás · 2 pontos

      Ótimo conteúdo. Parabéns!

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      zir0 · 2 anos atrás · 2 pontos

      eles pensam praque demo, se existe youtuber x D

      mas serio sinto falta ainda+ nessa geração que e so taca pra download cara

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      realgex · 2 anos atrás · 2 pontos

      Quem é das antigas deve se lembrar das demos de Extreme Pinball ou de Dark Forces, jogos fantásticos. Vale lembrar que na época o que impulsionou os Pcs foram justamente as demos.

      2 respostas
  • 2017-03-30 20:03:23 -0300 Thumb picture
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    Chrono trigger e 5 jogos com o tema "viagem o tempo"

    Medium 3474962 featured image

    Desenvolvedora: Squaresoft

    Ano de lançamento: 1995

    Plataformas: Super Nintendo, Playstation, Nintendo DS, IOs e Android

    O port para Playstation (e posteriormente no NDS)  acrescentou uma introdução, um final extra e várias cenas em anime que deixaram o jogo ainda mais épico

    Desenvolvido pelo "time dos sonhos" dos Jrpgs composto pelos "pais" de das duas maiores franquias do gênero no Japão, Dragon Quest e Final Fantasy (Yuji Hori e Hironobu Sakaguchi, respectivamente) junto com o lendário autor de Dragon Ball,  Akira Toryama (que é o character design oficial de Dragon Quest desde o primeiro) e ainda o conceituado compositor Nobuo Uematsu,  CT já nasceu com a pretensão de ser um marco no gênero.

    Em um dos inacreditáveis TREZE finais do jogo é possível encontrar com todo time de produção incluindo o as estrelas do dream team.

    Com conceitos revolucionários como vários finais e enredo que mudava de acordo com as escolhas que fazia, incluindo a possibilidade de terminar o jogo sem o protagonista, além do melhor padrão visual, técnico e musical que se poderia oferecer na época o jogo conseguiu a  façanha com louvor, já que ainda hoje é considerado pra muitos insuperável e não é difícil vê-lo no top em listas com melhores jogos de todos os tempos.

    Chrono tem um dos sistemas de batalha mais agradáveis de sua época! São por turnos mas você vê os inimigos na tela, nada de random battle nem grind infinito, além de possuir técnicas em dupla e trio.

    Mas se você está nessa persona muito provavelmente já sabe de tudo isso, então vamos aproveitar esse post pra falar de algumas curiosidades sobre o jogo e listar 5 outros jogos que trabalham com o tema de viagem temporal. 

    Comercial publicado em revistas americanas no lançamento

    Sequências conturbadas

    CT teve duas sequências oficiais que não foram exatamente o que o público esperava. A primeira veio pouco depois do jogo original mas ao invés de um rpg por turnos era uma uma visual novel baseada em texto e distribuida exclusivamente no add on Sattellaview  

    (um modem que baixava conteúdo via satélite) que ficou restrito ao Japão. 

    Radical Dreamers

    O jogo era uma side story e se passava numa dimensão alternativa pegando ganchos de finais do jogo original em uma nova aventura. O enredo e personagens como Serge e Kid e Lynx serviram de base para a sequência oficial Chrono Cross. 

    Uma curiosidade é que ao contrário da maioria dos jogos do sistema, Radical Dreamers não tinha limite de utilização e quem conseguiu mante-lo no memory card do add on teoricamente ainda poderia jogar hoje.

    É possível encontrar cartuchos repro (reproduções) com o jogo em sites como Mercado Livre e ebay hoje em dia, mas original mesmo só rolou digital.

    Outra curiosidade é que quando foram lançar o port pra Playstation no disco Final Fantasy Chronicles (junto com FF IV) parte da equipe tentou inserir o RD como extra mas o Escritor Masato Kato (que também ajudou no roteiro de CT) não quis por não ter gostado do resultado final e ele continuou sendo conhecido apenas por fãs hardcore fora do Japão, que eventualmente acabaram traduzindo para inglês  e hoje é possível até jogar em português (se você conseguir faze-lo rodar no emulador). Link  Aqui 

    Chrono Cross

    Você pode até não gostar do jogo, mas não tem como não gostar dessa intro!

    A verdadeira sequência de CT, apesar de muitos fãs mais fervorosos do original não enxergarem como tal, divide opiniões até hoje, mas foi um inegável sucesso na época do laçamento e é querido por muita gente, seja pela parte técnica impecável, pela trilha sonora tão icônica (ou mais pra alguns, um verdadeiro feito do talentoso Yasunori Mitsuda, que já tinha sido excepcional no primeiro jogo por sinal) quanto a de CT, pelos mais de 40 personagens recrutáveis e sistema de combate por turnos diferenciado.

    As batalhas seguem em parte o mesmo esquema de CT: nada de random battle, por turnos, com técnicas conjuntas e ainda trouxe vários outros elementos.Literalmente XD

    Apesar de não ter o mesmo time no desenvolvimento CC não fez feio. O maior problema dele é a narrativa que ao invés de viagens temporais como no primeiro jogo, coloca o jogador em passeios por dimensões paralelas. As ligações com Chrono trigger demoram a aparecer ao ponto de uma pessoa que jogar apenas as primeiras horas não consegue realmente ve-lo como sequência, mas elas estão lá a fazem sentido, só é complicado entender.

    Posteriormente no port para Nintendo DS, provavelmente a melhor versão de CT, adcionnaram um final que liga diretamente o jogo a CT e tapa alguns buracos.

    Não é exatamente uma sequência mas a Squaresoft fez um OVA promocional do jogo chamado Dimensional Adventure Numa Monjar que é até legalzinho.

    Depois de alguns anos muitos fãs ainda esperam por novos jogos da série. Como a Square-Enix não tem pretensão alguma de gastar uma fortuna fazendo eles,  alguns desses fãs se esforçaram pra criar novos jogos da série mas infelizmente todos foram barrados pela S-E, alguns quando ja estavam em processo final de desenvolvimento como o Crimson Echoes.

    Trata-se não de um simples rom hack mas sim de um jogo completo feito com base na engine e acrescentando sprites e elementos. O jogo é uma side story que se passaria  4 anos após os eventos de CT e continuaria a história com aproximadamente 30h de duração e 10 finais, fazendo mais ligações com os eventos de Chrono Cross inclusive.

    O jogo levou 5 anos em produção (2004-2009) mas os desenvolvedores foram intimados a cancelar o lançamento quando ja estava quase pronto. Assim como outros casos desse tipo a rom "completa" acabou vazando na net e você pode baixar aqui se quiser.

    Outro jogo feito por fãs que prometia era o ramake 3d  chamadoo de Chrono Break ou Chrono Resurrection, uma recriação do jogo original com gráficos poligonais que estava bem bonita, mas também recebeu a carta dos advogados da S-E antes mesmo de ter uma demo jogável.

    O que restou foram vídeos das tech demos que eles estavam fazendo

    5 jogos com temática de viagem temporal:

    A idéia do post era falar UM POUCO de CT e indicar 5 jogos com viagem no tempo em algum ponto, mas acabei empolgando e ja está enorme, ai vou deixar apenas as sugestões mesmo, caso queira mais rpgs com tretas temporais no meio do enredo e que talvez não estejam óbvias:

    Dark Chronicle (PS2)

    Tales of Phantasia (Snes/GBA/PS1/PSP)

    Okami (PS2/Wii/Ps3)

    Growlanser 4

    Final Fantasy VIII

    Ainda estou devendo algo sobre LoZ A link to the past, mas talvez demore...^^

    Chrono Trigger

    Plataforma: Nintendo DS
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      leoaldrighi · quase 2 anos atrás · 3 pontos

      ótimo post pra lembrar eu ajudei na tradução de Chono Cross, então tem a versão traduzida

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      deathcorps · quase 2 anos atrás · 3 pontos

      Cadê Radiant Historia?

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      raiden · quase 2 anos atrás · 2 pontos

      Ótimo post!! Quanta nostalgia!! Chrono Trigger e Cross são épicos até hoje!! Mas ainda tenho esperanças de ver um remake do Trigger lá pro ano 2039. ^^

      1 resposta
  • hdpatrick Patrick Diego
    2017-03-05 23:36:42 -0300 Thumb picture
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    Manifesto a favor do esquecimento

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    Às vezes, se você busca manter a diversão viva, é preciso que se esqueça de tudo. Esqueça mesmo. Tudo. Finja que nunca existiu, que é um novato na área e que está pronto pra recomeçar a vida do zero. Seja um total forasteiro. Force-se: atue, se for preciso; seja digno de um Oscar.

    Jogue, jogue e jogue: esqueça; mande a expertise para a puta que pariu. Reaprenda a andar. Engatinhe. Imagine-se dando a sua primeira volta com a sua bicicleta sem rodinhas. Jogue, mas sinta, de verdade, como se estivesse beijando alguém pela primeira vez. Restaure aquele nervosismo vital ou, de outra maneira, descambe para a banalidade.

    Seja uma nova pessoa em um novo jogo, mesmo que você seja velho e o jogo seja aquele seu jogo de infância que você já não aguenta olhar na cara. Reinvente-o e se reinvente.

    Erre de propósito. Perca por bobeira. Lembre-se: você não sabe como que se resolve esse puzzle. Muito menos como se derrota aquele inimigo. Seu hímen gamístico regenerou-se — um verdadeiro milagre da natureza — e o jogo está pronto para lhe tirar a virgindade. De novo.

    E você gosta disso. Porque, sabe, é preciso se esquecer de que certas coisas já aconteceram. Senão a magia acaba.

    É importante — preciso — que se esqueça.

    Vista o esquecimento como quem veste uma bijuteria: para o embelezamento. Ou, como na poesia de Pessoa: dispa-se do que já aprendeu, raspe a tinta com a qual lhe pintaram os sentidos. Desencaixote as suas emoções verdadeiras. Nietzsche era categórico: apenas no esquecimento, no a-histórico, o ser humano pode ser feliz. Ou, em outras palavras, viva fora da história, sem o referencial de um antes e de um depois. Como uma ovelha no pasto: apenas no presente. Esqueça que você tem uma história. Viva o agora. Viva o jogo.

    Feito isso: pronto. Relaxe, que naturalmente acontece.

    Esqueça para dar espaço ao novo, mesmo que o novo seja velho — sobretudo se for velho. Porque aí, no fundo, você volta a ser criança ou, no mínimo, vive uma experiência nova. E isso vale muito. E depois, quando chegar a hora, quando for preciso, você (re)esquece tudo outra vez. É isso aí: recomeçar do zero.

    Um novo começo para a sua raça humana.

    (Espero que vocês entendam o que eu estou tentando dizer).

    Imagem:

    Ilustração de Gustave Doré para “A Divina Comédia”. Mergulho no rio Lete. Na mitologia grega, Lete é o rio do submundo no qual todo espírito deve mergulhar para que se esqueça de sua existência anterior e ficar, assim, pronto para renascer em um novo corpo.

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      zefie · 2 anos atrás · 2 pontos

      Ser noob é a melhor fase em qualquer jogo (exceto competitivo ahahahhha)

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      artigos · mais de 1 ano atrás · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      marcusmatheus · mais de 1 ano atrás · 2 pontos

      Ótima reflexão sobre sensação de "encarar um desafio pela primeira vez".
      Quem dera eu tivesse essa capacidade. ^_^

      A grande maioria dos jogos perde totalmente a graça depois do primeiro gameplay - principalmente jogos de terror.

  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2017-02-24 14:11:49 -0300 Thumb picture
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    O momento mais filosófico dos videogames

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    OBS: Prepare-se para montanhas de texto.

    OBS2: O texto é um script traduzido de dois vídeos do canal LogosSteve. Caso esteja curioso para ver o canal dele, o link é esse

    Com certeza, há muitos momentos filosóficos em todas as mídias. No entanto, se tivesse que escolher um que realmente mudou minha forma de pensar e agir, certamente ficaria com o jogo desta capa.

    Eu estou falando do Codec final de Metal Gear Solid 2.Antes de começarmos, fica o aviso:se você não conhece a história de MGS2, você provavelmente não entenderá nada. Felizmente, existe um canal no YouTube chamado Games Rules, que está contando a história da franquia(no momento que escrevo esse artigo, a história ainda não está finalizada). Quem quiser conferir, vou deixar a playlist  . A partir de agora, vou considerar que todos vocês conhecem a história de MGS2 até o momento em que eu quero chegar. Sem mais delongas, vamos começar.

    Como vocês devem saber, essa conversa ocorre pouco antes da batalha final contra Solidus Snake. Após Ocelot revelar que tudo foi uma simulação feita com o intuito de recriar Shadow Moses, Arsenal Gear, que havia enlouquecido, bate em Nova York e Solidus e Raiden são arremessados para o Federal Hall. A essa altura, nós já sabemos que os nossos guias(Campbell e Rose) eram na verdade IAs que estavam dentro de Arsenal.

    Após isso(e mais algumas revelações), o derradeiro momento acontece. As IAs fazem uma última ligação à Raiden para revelarem a verdade sobre os acontecimentos dos últimos 2 anos.É agora que a análise de TODA a conversa acontece(porém, não vou mostrar todas as linhas de diálogo, caso contrário, ficaria longo demais, mesmo para os meus padrões).

    -Raiden, você está recebendo? Nós ainda estamos aqui.

    -Como isso é possível? A IA foi destruída!

    -Apenas o GW.

    -Quem são vocês?

    -Para começar, não somos o que vocês chamam de humanos. Nos últimos 200 anos,  uma espécie de consciência se formou pouco a pouco na Casa Branca. Não muito diferente da forma que a vida começou nos oceanos 4 bilhões de anos atrás.A Casa Branca foi nossa sopa primordial, nossa base de evolução. Nós somos amorfos.Somos a disciplina e moralidade que os americanos tanto invocam. Como alguém espera nos eliminar? Enquanto essa nação existir, nós existiremos.

    Essa conversa tem basicamente 2 objetivos:mostrar a superioridade(e arrogância) das IAs em comparação à Raiden(e consequentemente, ao jogador),e mostrar o quão fácil é manipular a sociedade(ainda mais se você tem a capacidade de uma IA). Dito isso, vamos começar: as IAs dão uma resposta vaga à Raiden quando ele pergunta quem são eles, dizendo que são basicamente imortais e que nunca vão deixar de existir até os EUA deixar de existir como nação(ou pelo menos, como conhecemos hoje). Mais tarde foi revelado que elas foram criadas na década de 70, mas o motivo das IAs disserem isso tem o propósito de assustar Raiden, dizendo que o governo americano sempre foi manipulado pelas IAs. A comparação que elas fazem com a criação da vida é pra mostrar o quanto seu controle evoluiu. O motivo delas terem dito que são imortais é que o controle que elas exercem sobre o governo é eterno, e mesmo que acabe, tem suas consequências. Após isso, Raiden responde:

    -Pare com essa besteira! Se vocês são imortais, porque tirariam a liberdade individual e censurariam a internet?

    -Jack, deixe de ser bobo

    -Não compreende que os nossos planos possuem os seus interesses-não os nossos- em mente?

    -O quê?

    Raiden se surpreende após as IAs disserem que tem querem ajudar as pessoas, visto que, até agora, ele acreditava que eles iriam simplesmente censurar a internet para se manterem no poder.Então as IAs pedem para Raiden prestar atenção:

    -O mapeamento do genoma humano foi concluído no início deste século.Como resultado, um relatório da evolução humana se abriu para nós.

    -Nós começamos com engenharia genética, e no fim, conseguimos digitalizar a vida em si.

    -Mas há coisas que não foram cobertas pela genética.

    -O que quer dizer?

    -Memórias humanas.Ideias.Cultura,História

    -Genes não tem nenhum registro da história humana.

    -É algo que não deveria ser passado pra frente?Deveria essa informação ficar à mercê da natureza?

    -Sempre guardamos lembranças de nossas vidas. Através das palavras, figuras, símbolos...de tábuas aos livros...

    -Mas nem toda informação foi herdada pelas novas gerações. Uma pequena porcentagem foi selecionada e processada, e então passada em frente.É a mesma coisa com genes.

    -É isso que a história é, Jack.

    As IAs explicam que os memes são seletivos, assim como genes. Então as IAs mostram como memes podem ser ruins:

    -Porém, no mundo atual, digitalizado, informação trivial se acumula a cada segundo, preservada em toda a sua trivialidade. Nunca se esvaindo, sempre acessível.

    -Rumores sobre notícias insignificantes, más interpretações, calúnia...

    -Todo esse lixo digital preservado sem filtros, crescendo a uma taxa alarmante.

    -Isso só vai desacelerar o progresso social, reduzir as taxas de evolução.

    E aqui estamos em uma das partes mais importantes da conversa. A criação da internet avançou ainda mais a criação de "lixo digital".Elas também seguem a Lei de Sturgeon, que diz que "90% de tudo é lixo". Isso inclui, como eles disseram, escândalos, má interpretações, Reality Shows, etc. Tudo isso não tem propósito algum a não ser entreter. Nisso, não há o que dizer.Nós perdemos tempos com VEJAs da vida e realmente não deveria ser tanto lixo assim.

    -Raiden, você deve estar pensando que o nosso plano é censura.

    -Vai me dizer que não é!?

    -Você está sendo tolo! O que nós propomos não é censurar conteúdo, e sim criar contexto.

    -Criar contexto?

    Neste momento, as IAs começam a mostrar toda a sua prepotência e arrogância. Segundo elas, para parar com os problemas apresentados é necessário um grande filtro de informações. Não é uma ideia nova, mas as IAs tem um grande poder de manipulação e tentam convencer Raiden(e, novamente, o jogador) que elas fariam isso melhor do que ninguém.

    As IAs mostram que as pessoas são muito presas à ideias que elas gostam, não porque elas realmente estão certas ou fazem sentido, mas porque é conveniente.As pessoas não gostam de serem contestadas. Elas se prendem à bolhas e acreditam em suas "verdades" a todo custo.Elas querem evitar conflitos e estar corretas, mas nós acreditamos que estamos certos, mesmo sem se arriscar em uma conversa ou debate.Por causa disso, muitas pessoas são incapazes de analisar a situação de fato e chegar a conclusões racionais. Isso causa a criação de lixo digital e, no fim das contas, causaria a degradação, ou até destruição da humanidade como conhecemos. Felizmente, isso só seria possível se as massas decidissem tudo. É por esse motivo que democracia direta, hoje em dia, não seria melhor do que democracia representativa(considerando o comportamento humano que as IAs pintam).

    Não dá pra discordar das IAs nesse momento, com exceção de uma coisa: ao mostrarem o comportamento das massas(leia-se senso comum), as IAs assumem que todos fazem parte dela.

    -[...]Assim como na genética, informação e memórias desnecessárias devem ser filtradas para continuar a evolução da espécie[humana].

    -E você acha que está qualificado para decidir o que é necessário e o que não é!?

    -Absolutamente.Quem mais poderia navegar pelo mar de lixo que vocês produzem, retirar verdades válidas e até interpretar o seu significado para as gerações futuras?

    -É isso que significa criar contexto

    As IAs novamente mostram a sua (suposta) capacidade e competência para filtrar informações em um nível nunca imaginado.Na verdade, elas são tão confiantes disso que elas acreditam na ilusão conhecida como imparcialidade, se esquecendo que só o fato de favorecer "verdades válidas" já é uma forma de parcialidade.

    E ainda há mais um problema na argumentação das IAs: se eles realmente são capazes de serem neutros, como eles tem tanta certeza que as decisões deles são certas? Como eles conseguem distinguir entre "lixo" e "verdades válidas"?As IAs deixam a entender que não erram e que chegaram às suas decisões de forma objetiva,sabe-se-lá como eles fizeram isso. As IAs se consideram capazes de decidir o que é válido e o que não é, mas se esquece que nós também conseguimos, como se pode ver a seguir:

    -Eu vou decidir por mim mesmo em que acreditar e o que passar pra frente!

    -Mas isso é uma ideia sua?

    -Ou é algo que o Snake disse para você?

    -Argh...

    -Esta é a prova de sua incompetência,bem na sua frente. Você não tem as qualificações para exercer sua liberdade

    Você não tem as qualificações para exercer sua liberdade.Sem dúvida, essa é uma frase muito forte pra qualquer um e, analisando friamente, não é verdade. IAs não tem nenhuma habilidade de chegar nem perto do livre-arbítrio que nós temos.Nós podemos tomar nossas próprias decisões.Porém, as IAs tentam argumentar, dizendo que o mundo funciona na base da causa e efeito e os humanos são facilmente influenciáveis, portanto não deveriam ter qualificações para exercer liberdade. Elas podiam ter argumentado que não existe livre-arbítrio(inclusive isso é uma questão filosófica), mas eu acho que Kojima não pensa dessa maneira.

    As IAs dizem que, por causa disso, nós não deveríamos tomar decisões por si próprio, atacando diretamente os instintos humanos emocionais e eles dizem que esse é o maior impedimento para aceitar a realidade.Psicologicamente falando, isso é totalmente verdadeiro.

    -[...]Vocês não fizeram nada além de abusar da sua liberdade

    -Vocês não merecem serem livres!

    -Não somos nós que estamos oprimindo o mundo.Vocês estão.

    -O indivíduo deveria ser fraco, mas está longe de ser impotente-uma única pessoa tem o potencial de arruinar o mundo

    -E a era da comunicação digital tem dado ainda mais poder para o indivíduo.Poder demais, para uma espécie imatura.

    -Construir um legado envolve descobrir o que se quer e o que é necessário para atingir tal objetivo.Você costumava lutar com tudo isso.Agora, nós pensamos por você.

    É verdade que nós usamos nossa liberdade para machucar outras, mas é muito extremo dizer que não merecemos ser livres.Se nós não somos livres, não é possível chegar à conclusões corretas, contradizendo totalmente as IAs, que acreditam que são tão superiores que elas devem guiar os humanos, e não eles próprios.

    -Nós somos os seus guardiões, no fim das contas.

    -Vocês querem controlar o pensamento humano?Comportamento humano?

    E agora a maior demonstração para os jogadores sobre o quão fácil é controlar as pessoas se você tem as habilidades de uma IA.

    -É claro. Tudo pode ser quantificado nos dias de hoje.É por isso que esse exercício foi desenvolvido como prova.

    -Você se apaixonou por mim justamente porque deveria ser assim.Não é verdade, Jack?

    -Não foi dito toda a verdade para Ocelot, para complementar.

    -Nós mandamos em uma nação inteira.Qual interesse em um simples soldado, não importa qual seja, nós teríamos?

    -S3 não significa Simulação de Solid Snake. O que realmente significa é Seleção para Sanidade Social.O S3 é um sistema de controle de vontade e consciência humana. S3 não é você, um soldado treinado à imagem de Solid Snake. Ele é um método, um protocolo, que criou as circunstâncias que moldou o que você é.

    -Então,você vê, nós somos o S3. Não você.

    -O que você viveu foi o teste final da eficiência do S3.

    -Isso é loucura!

    -Você ouviu o que o presidente Johnson disse."O sistema 'GW' do Arsenal Gear é a chave de sua supremacia". O objetivo desse exercício é estabelecer tal método.Nós usamos Shadow Moses como paradigma para esse exercíco.

    -Fico imaginando se você preferisse um ambiente mais fantasioso.

    -Escolhemos esse pano de fundo devido às suas circunstâncias extremas.Foi um ótimo teste para a capacidade e manutenção de crises do S3. Se o modelo pôde lançar, controlar e resolver isso, significa que está pronto para qualquer contingência. E agora nós temos a nossa prova.

    É tão difícil acreditar que se você tem as habilidades de uma IA, você consegue controlar o comportamento humano em larga escala? A verdade é que grande parte dessa conversa é extremamente atual(por mais arrogantes que as IAs sejam), e é totalmente possível um plano como S3 acontecer na vida real.Pra mim é só questão de tempo.

    Depois disso, eles dizem a Raiden que ele foi escolhido por ter se recusado a aprender com o passado[nota do autor: isso lembra muito o Brasil], e a IA que controla Rose briga com Raiden por não ter contado a verdade para ela, afirmando que ele fez isso para não se magoar(apesar de Raiden dizer o contrário), mostrando que ele nunca fez isso por ser conveniente para ele.

    -[...]Como você pode ver, você é o representante perfeito das massas que precisamos proteger. Por isso o escolhemos. Você aceitou a ficção que provemos, obedeceu nossas ordens e lhe fez tudo o que lhe foi mandado.O exercício é um sucesso retumbante!"Eu não disse que o GW estava incompleto?Não mais, graças a você!"[imitação de Emma Emmerich]. Sua personalidade, experiências, triunfos e derrotas não são nada além de um subproduto. O objetivo real era garantir que poderíamos gerá-lo e manipulá-lo. Levou muito tempo e dinheiro, mas valeu a pena considerando os resultados.

    O maior objetivo do jogo se revelou um teste de comportamento humano para que as IAs pudessem verificar o seu poder de manipulação.Essa conversa não só é o momento mais filosófico dos games, mas também um dos momentos mais proféticos. Não creio que os argumentos das IAs estão totalmente errados. O que faz muitas pessoas acharem que eles estão certos foi o fato das IAs terem usado uma boa dose de verdade sobre a gente e assim fazer uma previsão sobre algo extremamente importante(no caso, a internet) e assim ele(Kojima) consegui tornar essa conversa extremamente marcante(ainda mais porque a "profecia" se concretizou). Eventualmente, nós iremos perceber que nós podemos ser manipulados como qualquer outra coisa, ainda mais se houver uma IA como a dos Patriots. O poder de manipulação dela é tão grande que, mesmo após revelar a Raiden que ele estava sendo manipulado, ela continua a faze-lo!

    -Eu acho que já conversamos demais.É hora do último exercício: Raiden, acabe com Solidus!

    -Pense de novo!Cansei de fazer o que mandam!

    -É mesmo!?Não está esquecendo de nada?"Se você morrer, minha criança morre"[imitação de Olga Gurlokovich] O fim da transmissão de seus sinais vitais pelas suas nanomáquinas implicará na morte do bebê de Olga.Sem mencionar a morte de Rose.Ela está na mesma situação

    -Rose...Ela realmente existe?

    -"É claro que sim, Jack. Você precisa 'acreditar' em mim".

    -Droga!

    -Será uma luta até morte.

    -Solidus, pelo menos, quer você morto.

    -Nós vamos coletar os dados necessários dessa última luta, então vamos considerar o exercício concluído. Então, Jack, O Estripador!Será Solidus, criação dos Patriots?Ou você,criação de Solidus? Nossos queridos monstros-divirtam-se.

    [Fim da conversa].

    Para algumas pessoas, essa conversa é muito triste.Felizmente, esse não é o caso da franquia Metal Gear, e o final desse jogo é um belo contraponto nas ideologias dos Patriots:

    Se você não jogou a franquia ainda, eu recomendo que você o faça o mais rápido possível.Metal Gear é uma franquia que realmente merece ser reconhecida como uma das franquias mais inteligentes da história da cultura moderna.

    Eu gostaria de fechar este artigo dizendo que existem muitos tipos de críticas em todas as mídias, mas são poucos que realmente a fazem de forma inteligente, e a franquia como um todo está nesses poucos. Não é necessário uma filosofia de alto calibre pra uma crítica ser válida, mas se você quer uma, então aqui está.

    E esse foi o fim de mais um artigo meu! Se você tem alguma crítica, elogio ou sugestão para fazer, não se esqueça de comentar aqui embaixo. 

    Espero que tenham gostado. Até mais!

    Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty HD

    Plataforma: Playstation 3
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    • Micro picture
      demattone · quase 2 anos atrás · 2 pontos

      Um dos melhores textos que já li sobre meu Metal Gear favorito. Muito bom mesmo. Parabéns. É um jogo excelente e injustamente desvalorizado por muitos "fãs" por aí.

      1 resposta
    • Micro picture
      artigos · mais de 1 ano atrás · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

      1 resposta
    • Micro picture
      kess · 12 meses atrás · 2 pontos

      Por isso que Kojima é considerado um deus.., tanta profundidade que ele consegue trazer, e a profundidade das histórias que ele conta, sem falar que são coisas absurdamente longas e que se pode perder muito para aqueles jogadores mais desatentos...

  • 2017-03-22 14:31:48 -0300 Thumb picture
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    Top10 - O melhor controle

    Medium 3471315 featured image

     E ai pessoal do Alvanista, tudo certo? Chegou a hora de decidirmos de uma vez por todas qual é o melhor controle de videogame de todos os tempos. Tivemos uma participação excelente dos seguidores, onde 45 votaram e 24 controles diferentes foram citados. Bom, vamos apertar start e iniciarmos.

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    10º - Mouse/Teclado (PC) 19 pts

     Vamos iniciar com aquele que não foi projetado inicialmente para jogo, mas que com o tempo, foi adaptado para tal função. O teclado é composto por várias teclas com letras, números e funções diferentes, que, quando traduzidos para um jogo, se torna o controle perfeito para jogos complexos. Combinado com o mouse, permite o jogador uma navegação muito mais precisa, se tornando um item perfeito para jogos de tiro em primeira pessoa, graças a sua velocidade e definitiva.

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    9º - DualShock 4 (Sony) 29 pts

     O mais moderno controle da Sony até o momento, se trata da quarta versão da série DualShock. Acompanhado do PlayStation 4, o novo controle traz o Sixaxis de seu predecessor e os botões clássicos adotada pela Sony. Além de uma excelente pegada, o controle conta com um touchpad clicável na sua parte central, utilizada em alguns jogos, conexão sem fio, saída de áudio, entrada para fone e botões de compartilhamento e opção, substituindo o tradicional start e select.

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    8º - Nintendo 64  Controller (Nintendo) 31 pts

     A Nintendo traz ao mercado um controle com bastante inovação e proposta muito boa, mas que difere completamente de seu antecessor. Este controle conta com duas formas de jogar, onde o direcional seria para jogos mais clássicos em 2D e trazia uma alavanca analógica para controles em 3D. Os botões também remanejados, criando 4 novos botões, denominados de C, que poderia ser usado para controlar a câmera ou qualquer outra função, além do tradicional AB. Havia também gatilhos na parte traseira do controle e uma entrada para acessórios, como o famoso Rumble Pack, para vibração.

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    7º - Wii Remote (Nintendo) 34 pts

     Na sétima geração dos videogames, a Nintendo veio com uma proposta de revolucionar a forma de se jogar. Para isso, ela criou um controle fácil, simples e intuitivo para o seu console, Nintendo Wii. Ele era sem fio e tinha ideia de ser um controle por movimento, utilizando uma barra de sensor próxima a TV e um giroscópio no controle. Sua aparência se lembrava muito um controle remoto e acompanhava um Nunchuck, para implementar a experiência, trazendo um analógico e mais 2 botões.

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    6º - Xbox One Controller (Microsoft) 35 pts

     O terceiro console da Microsoft conta com o mesmo layout de seu antecessor, devido a incrível adoção do público frente ao controle, mas possui um acabamento mais premium. Além de esteticamente superior, a resposta do controle para o jogador funciona muito melhor. Com o fim da patente da Nintendo sobre os direcionais em cruz, a Microsoft pode implementar o recurso, que era o calcanhar de Aquiles de seu antecessor.

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    5º - Gamecube Controller (Nintendo) 39 pts

     Dito como o controle mais ergonômico de todos os tempos, o controle do Gamecube possui um design completamente diferente de tudo que havia. Os botões de ação estão distribuídos de forma a melhorar a experiência e agilidade de quem segura o controle. Além disso, temos o D-Pad padrão, 2 analógicos, L, R e Z, que por mais estranho que pareça, só existe de um lado. O controle era promissor, mas tinha que saber usar ele. A Nintendo conseguiu desenvolver jogos com uma adaptação perfeita ao controle, coisa que muitas outras falharam.

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    4º - DualShock 3 (Sony) 54 pts

     A Sony mais uma vez traz o seu controle da série DualShock, quem vem para substituir o fiasco que foi o Sixaxis. Ele já possuía tecnologia dos eixos internamente, junto do sistema de vibração. Sua estética lembra muito o seu antecessor, muito mesmo. Possui um botão PS no meio e o R2/L2 são gatilhos, ou seja, a pressão que você exerce sobre o botão causa diferentes resultados no jogo. Além de sua grande vantagem, de não possuir fios e ter uma bateria interna.

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    3º - DualShock 2 (Sony) 81 pts

     A estrela de bronze vai para aquele, que é considerado o controle mais popular e todos, o controle do PS2. Com um design preto, ele conta nativamente com as duas analógicas e com uma excelente precisão. Todos os jogos da plataforma foram pensado com esse controle em mente, com a grande maioria utilizando o analógico para controlar o personagem e a câmera. Possuía a mesma quantidade de botões seu antecessor, mas era mais bonito, resistente e confortável.

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    2º - SNES Controller (Nintendo) 94 pts

     A estrela de prata fica com um outro controle extremamente popular de um videogame que marcou a infância de muita gente, o Super Nintendo. Ele é a base para todos os controles da atualidade, com 4 botões de ação e o direcional. O seu grande diferencial era a adição dos famosos botões de ombro, L e R, que permitia maior gama de jogabilidade com conforto. O direcional em cruz era patente da Nintendo na época, então nada se comparava a aquela inteligente forma de controle de personagem, que funcionava bem para qualquer tipo de jogo.

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    1º - Xbox 360 Controller (Microsoft) 118 pts

     E a grandiosa estrela de ouro vai para o fabuloso controle do Xbox 360. É o controle definitivo, que a primeira vista, se parece muito com os controles tradicionais, mas a troca de posição do analógico esquerdo pelo direcional foi uma ideia genial, uma vez que todos os jogos da plataforma focam no controle pelo analógico. Extremamente preciso, o controle conta com a mesma quantidade de botões dos controles tradicionais, vem com um gatilho muito macio e contextual nos botões traseiros. Seu tamanho, formato e peso, o torna extremamente ergonômico.

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     E finalizamos mais uma lista pessoal. Fico muito feliz com a participação de todos e vamos torcer para que a persona continue a crescer.

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    • Micro picture
      manoelnsn · 2 anos atrás · 5 pontos

      Tô pensando em comprar um controle de Xbox one pra jogar no pc... Compensa?

      10 respostas
    • Micro picture
      artigos · mais de 1 ano atrás · 4 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

      1 resposta
    • Micro picture
      muser · 2 anos atrás · 3 pontos

      Raramente peguei no controle do 360, mas agora com um One eu vejo que é um dos melhores controles já criados, com certeza tem uma semelhança com o 360.

      1 resposta
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