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  • marcusmatheus Marcus Vinicius de Paula Matheus
    2017-03-07 14:14:21 -0300 Thumb picture
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    O perfil do jogador casual - Gameplay > Gráficos > Som > História

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    Já que estou sem computador e tenho bastante tempo livre pra ficar xeretando a internet em busca de informações e dados, resolvi pesquisar um pouco sobre o mercado de games, como ele funciona e quais são os seus principais “movimentadores” (se é que esta palavra existe né, kkkk).

    Acabei lendo alguns dados muito interessantes e descobrindo curiosidades que me mostraram, com muita facilidade, o perfil da grande maioria dos jogadores de vídeo – game. Como também estou com tempo para escrever aqui no trabalho vou compilar todas estas curiosidades e mostrar à vocês para ver se vocês concordam ou discordam da conclusão que eu tive.

    Observação importante: “Casuais” são sempre a grande maioria em qualquer coisa que você possa imaginar nesse mundo – e com games não é diferente. Quando falamos de Futebol por exemplo, ou Vôlei, Corrida, Tênis e qualquer tipo de “jogo” que você consiga imaginar, a grande maioria praticante é casual; depois passando pela galera que é fã (onde a maioria dos usuários do Alvanista se enquadraria), até chegar na significativa minoria dos profissionais.

    Assim sendo a certeza mais óbvia que podemos ter é que, quando falamos de mercado, o público casual é quem REALMENTE movimenta a maior parte da grana na indústria. Isso vale para Vídeo - Games, PCs, Mobiles, Mídia Física, Mídia Digital, Futebol, MMA ou outro jogo qualquer. Apesar dos salários enormes e dos prêmios gigantescos que estas industrias podem gerar, é do público casual que sai a maior parte da grana que irá formar essa renda.

    Tendo isso em mente vamos agora analisar os dados e os números para “entender” essa parcela do mercado que movimenta nossa preciosa indústria de jogos...

    (Propaganda de 1994 do jogo Donkey Country - "Realismo Fantástico..." e "... mais de 100 níveis de aventura!" são duas das frases destacadas em vermelho, mostrando que a Nintendo sempre soube chamar atenção do mercado e do público casual. Destaque à Gráfico e Gameplay)

    O mercado de games movimenta US$ 66 bilhões em vendas por ano no mundo. E o Brasil contribui com uma boa fatia nesta conta: US$ 1 bilhão (pouco menos de 2% do total). É tanta gente comprando que, no período de 2009 a 2014, as vendas de jogos online cresceram 256% e as de joguinhos mobile, aqueles que rodam em tablets e celulares, 780%!!!

    Quando analisamos apenas o Brasil, uma pesquisa da InsideComm com a Associação Comercial e Cultural de Games (Acigames) revelou que as categorias de games jogados em consoles, os famosos videogames, ainda lideram na preferência do jogador, seguido pelos computadores e depois a tecnologia mobile. No entanto, é esperado que em alguns anos a mídia móvel ultrapasse os consoles e se torne líder no mercado de jogos; tendência que começa a acontecer com a disponibilização de jogos inovadores para smartphones.

    Já quando falamos de todo o mercado, atualmente os jogos online são responsáveis por 21% do total de grana gerada na indústria e deverá produzir mais de US$ 13 bilhões em faturamento apenas este ano! A Ásia continua sendo a detentora da maior parcela desse faturamento, com US$ 4 bilhões (ou seja: 30% do total!). O game League of Legends, da Riot Games, é quem lidera a lista dos mais jogados, conquistando o maior faturamento do ano perante seus concorrentes online ao capitalizar US$ 1,628 bilhão.

    Um relatório do SuperData ainda mostra que jogos online grátis com participação gratuita, mas que possuem sistemas de microtransações, geram bem mais receita do que seus rivais com planos de assinatura, o que explica o sucesso financeiro do League of Legends. Ainda segundo o relatório, a tendência deve começar a mudar, com o mercado migrando cada vez mais para o sistema grátis de jogos. Países como o Brasil, a Rússia e a Turquia estão entre os principais mercados, onde a adoção do modelo grátis pra jogar tem crescido exponencialmente (eu mesmo por exemplo, tenho jogado 5 games no Smartphone que são free to play, com microtransações).

    E o que a grande maioria dos jogos de celulares possuem em comum? Eles são jogos rápidos, focados muito mais no gameplay e nos gráficos do que na história e nas músicas (a música ainda fica na frente da história!). A grande maioria dos títulos de Smartphone lançam uma história bem clichê, forçada e rápida na sua frente, apenas para justificar o gameplay. Logo eu conclui que: Se a maioria dos games mais jogados são montados encima da estrutura Gameplay > Gráficos > Som > História esse é o tipo de título mais procurado pela maioria dos jogadores deste dispositivo. Logo é o perfil do jogador casual para celulares.

    É importante notar também que jogador casual não é aquele que joga pouco ou joga muito. Jogador casual é aquele que busca apenas “jogar”, dando pouco ou nenhum valor para outras características ou experiências que um game  pode proporcionar. Afinal se “tempo de jogo” fosse definir um player casual, eu seria totalmente casual e meu irmão – que pouco se importa com a indústria de jogos, a forma como os games são feitos e suas histórias – seria um jogador hardcore... U_U

    Mas será que essa “realidade” se repete nos consoles?

    Para responder essa pergunta fiz uma pesquisa por conta própria, buscando as informações mais claras que a internet poderia me dar sobre número de vendas e títulos mais jogados. Seguindo o padrão das pesquisas realizadas – ou seja: Os títulos mais jogados representam a maioria do mercado – pesquisei listas dos 10 jogos mais vendidos ao longo de um ano, de 2012 à 2016. Com as 5 listas nas mãos, juntei todos os jogos e exclui os repetidos – pois alguns jogos ficaram no pódio dos mais vendidos por mais de um ano. Isso criou uma lista dos 42 jogos mais vendidos dos últimos 5 anos.

    E o que eu fiz depois disso? Analisando a lista, contei os jogos que possuíam foco na História e na música para ver o quanto o mercado de Vídeo – Games se distanciava dos títulos mobiles. O resultado foi realmente surpreendente!

    Primeiro vejam a listagem dos jogos abaixo. Como curiosidade adicional preciso dizer que o game GTA V esta presenta nas listas dos 10 jogos mais vendidos desde 2012!!! Ou seja: Desde o seu lançamento, GTA V figura entre os 10 títulos mais vendidos ao longo dos últimos 5 anos.

    Outra coisa: A lista não esta montada por “ordem” de venda  ok? Eu apenas misturei os nomes e coloquei na lista e depois exclui os duplicados. REPITO: A listagem abaixo não está organizada pelo número de vendas!!!!

    Os 42 jogos mais vendidos dos últimos 5 anos (de 2016 a 2012)...

    Pokémon Sun & Moon (3DS)

    FIFA 17 (PS4)

    Uncharted 4: A Thief’s End (PS4)

    Call Of Duty: Infinite Warfare (PS4)

    Battlefield 1 (PS4)

    Call Of Duty: Black Ops 3 (PS4)

    Tom Clancy’s The Division (PS4)

    Call Of Duty: Infinite Warfare (XOne)

    Grand Theft Auto V (PS4)

    Battlefield 1 (XOne)

    Madden NFL 16 (PS4, Xbox One, 360, PS3)

    Fallout 4 (PS4, Xbox One, PC)

    Star Wars: Battlefront (Xbox One, PS4, PC)

    NBA 2K16 (PS4, Xbox One, 360, PS3)

    Minecraft (360, Xbox One, PS3, PS4)

    FIFA 16 (PS4, Xbox One, 360, PS3)

    Mortal Kombat X (PS4, Xbox One)

    Call of Duty: Advanced Warfare (Xbox One, PS4, 360, PS3, PC)

    Madden NFL 15 (Xbox 360, PS4, Xbox One, PS3)

    Destiny (Xbox One, PS4, Xbox 360, PS3)

    Super Smash Bros. (3DS, Wii U)

    NBA 2K15 (PS4, Xbox One, Xbox 360, PS3, PC)

    Watch Dogs (PS4, Xbox One, Xbox 360, PS3, PC, Wii U)

    FIFA 15 (Xbox 360, PS4, Xbox One, PS3, Wii, 3DS, Vita)

    Call of Duty: Ghosts (Xbox 360, PS3, Xbox One, PS4, Wii U, PC)

    FIFA 13

    Pro Evolution Soccer 2013

    FIFA 14

    God of War: Ascension

    Pro Evolution Soccer 2014

    The Last of Us

    Far Cry 3

    Call of Duty: Black Ops II

    Madden NFL 13 (360, PS3, Wii, PS Vita, Wii U)

    Halo 4 (360)

    Assassin’s Creed III (360, PS3, PC, Wii U)

    Just Dance 4 (Wii, 360, Wii U, PS3)

    NBA 2K13 (360, PS3, Wii, PSP, Wii U, PC)

    Borderlands 2 (360, PS3, PC)

    Call of Duty: Modern Warfare 3 (360, PS3, Wii, PC)

    Lego Batman 2: DC Super Heroes (Wii, 360, NDS, PS3, 3DS, PS Vita, PC

    FIFA Soccer 13 (360, PS3, Wii, PS Vita, 3DS, Wii U, PSP)

    ______________________________________________________________________________

    Viram a listagem? Bem, agora pegando essa lista e excluindo os jogos com foco na história e na música, chego aos gráficos abaixo:

    Isso porque eu peguei bem leve heim! Considerei Far Cry 3, God Of War e Watch Dogs como sendo jogos com foco na história. ^_^

    Isso apenas me mostrou que o perfil dos jogadores casuais nos consoles e PCs também segue a máxima Gameplay > Gráficos > Som > História. Ao mesmo tempo que deixa bem explicado o sucesso absoluto de títulos “repetitivos” como Call Of Duty, Battlefield, GTA e FIFA.

    Bem essa foi a pesquisa que eu fiz e os dados que analisei. Abaixo vou deixar as fontes dos números para que vocês também possam dar uma olhada e tirar suas próprias conclusões.

    E ai, vocês concordam comigo? Acham que o perfil do jogador casual é realmente esse e é por isso que alguns títulos que seguem essa máxima nunca saíram do topo dos mais vendidos? Caso eu tenha escrito alguma bosta podem falar também; li tudo isso de uma semana pra cá e essa ideia da lista eu tive ontem a noite enquanto jantava uma macarronada e assistia à um gameplay no You Tube. ^_^

    Links das fontes sobre lucro e mercado gamer:

    https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/indust...

    http://www.proelios.com/wp-content/uploads/2015/04...

    http://www.inova.jor.br/2016/06/01/mercado-games-b...

    http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2015/10/mercado-de-games-fatura-cerca-de-us-1-bilhao-por-ano-no-brasil.html

    https://www.tecmundo.com.br/video-game-e-jogos/794...

    Donkey Kong

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      thiago911hc · quase 2 anos atrás · 4 pontos

      Muito bom post ! concordo q os casuais são a grande maioria, eu mesmo me considero um, não sou da linha dos platinadores q passam horas e mais horas no msm jogo atras de trofeus ( apesar q eu curto bastante a pratica , mas como não tenho muito tempo não vou muito afundo ) e tb não sou expert em nenhuma franquia, jogo apenas para divertir.... o que eu não entendo como as pessoas conseguem comprar o mesmo jogo todo ano ? como fifa e COD, eu até curto, mas as mudanças são poucas em relação de um ano para o outro não justificando a compra muito menos o valor cobrado.. outra coisa q me chamou atenção ai nesses 42 jogos mais vendidos, cade o CS GO ? outra coisa estranha é o pokemon sun and mon jogo lançado a pouco mais de 3 meses ter vendido mais q o pokemon X q é um jogo de 2013 ?

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      anebarone · quase 2 anos atrás · 3 pontos

      Pesquisa super bacana, valeu por compartilhar!

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      armando0 · quase 2 anos atrás · 3 pontos

      Show de pesquisa. Meus parabéns 😤

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  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2017-02-18 23:02:29 -0200 Thumb picture
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    O esquecimento: um fenômeno perigoso

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    OBS: As imagens deste artigo são meramente ilustrativas.

    OBS2: Este artigo também promete ser bem longo,assim como o último

    Ah, o esquecimento...de tão esquecido, só vi ele ser abordado uma vez neste artigo(e de forma secundária, ainda por cima).Eu já havia abordado este tema no meu artigo sobre hype(que está linkado aí em cima), mas este tema é tão importante, que merece um artigo só para ele.Então vamos lá.

    Acredito que todos saibamos o que significa esquecimento. O que nem todos nós sabemos é que este é um fenômeno que ocorre com cada vez mais frequência e poucas pessoas repararam nisso,por ser feito de maneira silenciosa, quase inconsciente.Felizmente, eu fui um desses sortudos, e a 1ª vez em que parei pra pensar nisso foi com Uncharted 4: A Thief's End.

    Na época do lançamento(10 de maio de 2016, caso você já tenha esquecido), não se falava de mais NADA no mundo gamer(além de outros lançamentos próximos,é claro).Todos queriam botar as mãos na última aventura de Nathan Drake(tanto que o jogo foi vazado e havia spoilers por toda a internet)e se deliciar com mais uma aventura épica atrás de um tesouro perdido!O jogo ia ser fo#$! E foi mesmo! Eu me diverti muito com o jogo e com suas novidades bem-vindas(como a corda)e cheguei a platinar o jogo 4 meses depois(demoro pra conseguir platinar algum jogo). Estava tudo bem até, algumas semanas depois do lançamento, perceber que algo parecia fora do lugar...

    Lentamente, o jogo parou de ser tema das conversas gamers,parou de ser tema nos vídeos de YouTube,parou de aparecer em listas de "o que nossa equipe está jogando", não se via (tantos) detonados/walkthroughs do jogo, enfim, deixou de ser o centro das atenções.Isso seria perfeitamente normal, afinal, não dá pra ficar falando do mesmo jogo para sempre né? Seria... se não fosse pelo fato de que as pessoas pararam de comentar sobre ele MESMO.Eu não conseguia encontrar mais NADA sobre este jogo no cotidiano gamer A NÃO SER no The Game Awards, onde perdeu o prêmio principal para Overwatch, gerando revoltas e mais revoltas na internet e... tudo voltou a ser como era.

    Isso me deixou profundamente intrigado e me fez pensar sobre os motivos de tudo isto estar acontecendo.Depois de alguns meses de reflexão,aqui está uma lista dos principais (possíveis) motivos para o fortalecimento deste perigoso fenômeno que outras pessoas me deram e o que eu penso sobre cada um.

    (EDIT 18/08/17: até hoje as pessoas não aceitaram que Overwatch foi considerado o GOTY 2016 no The Game Awards)

    Hype

    Mais uma vez, o hype é um dos suspeitos da vez. Ele já pode matar um jogo logo de cara se ele não for lá essas coisas.Mesmo que haja títulos que consigam até SUPERAR as expectativas(como Uncharted 4, Watch Dogs 2 e Battlefield 1), às vezes nem isso pode ser o suficiente para livrar esses jogos do esquecimento, pois os jogos que virão no futuro passam a roubar ainda mais espaço depois do lançamento de um grande jogo,quando poderá receber ainda mais atenção-e hype. Outro grande fator que piora a situação do suspeito é que, se nos dias de hoje só um jogo que poderia ser considerado o "Cidadão Kane dos games" consegue continuar relevante(sim,estou falando de The Last of Us), em 2006, seria necessário apenas que ele fosse muito bom.Em outras palavras, o Império Hype aumentou muito as exigências(inconscientes) dos jogadores para ele continuar relevante-mas essas exigências não são retroativas.Por exemplo:Quantum Break?Nunca mais ouvi falar mais nada dele.Mas eu vejo muita gente por aí implorando pelo retorno de Onimusha. É por esse motivo também que as pessoas ficam excitadas com o remaster de Final Fantasy XII e do "remaster plus" do Crash.

    Os jogos não tem muito conteúdo relevante e/ou não o recebem constantemente

    Algumas pessoas podem dizer que vários jogos não conseguem se manter relevante devido à falta de conteúdo. Esse é um argumento que até faz um certo sentido, visto que The Division, por exemplo, recuperou parte da relevância(e dos jogadores)nos últimos tempos após lançar uma série de correções e conteúdo endgame(pós-zeramento)para o jogo, e Final Fantasy XV deve trilhar um caminho parecido(vide o Season Pass e os planos de atualização).Porém, é importante lembrar que Destiny, por exemplo, lançou bastante conteúdo, mas não conseguiu apagar a imagem negativa que ficou com o jogo(que piorou com a entrada de microtransações), Overwatch, um dos jogos mais relevantes da atualidade, ainda tem poucos modos e poucos mapas, e The Last of Us, que não tem uma preocupação muito grande com multiplayer, é lembrado até hoje,então...não é tão verdadeiro assim, mas não creio que possa ser descartado.

    Os jogos não são tão bons/impactantes como eram antes

    Este é de longe o motivo mais polêmico.Muitas pessoas acreditam que estamos na pior geração de consoles(um tema que será mais aprofundado em outro artigo) e que "estamos reféns de jogos marcantes"(como o cara do artigo que linkei no 1º parágrafo).Se for isso, tenho que informá-lo que não é bem assim.

    Como eu disse lá em cima, o Império Hype aumentou muito os desejos inconscientes dos jogadores,fazendo as exigências ficarem cada vez maiores e,consequentemente,mais difícil de se "eternizar".Se você acha que estamos carentes de jogos marcantes, aqui vai:Life is Strange, MGSV The Phantom Pain, Overwatch, Battlefield 1, Final Fantasy XV, The Witcher 3, Dragon Age Inquisition, The Last Guardian, Bloodborne e o recém-lançado Resident Evil VII Biohazard. Outros não chegam a ser tããão bons assim, mas certamente merecem o seu respeito, como Infamous:Second Son, Until Dawn, Mortal Kombat X e o próprio Uncharted 4. A questão é que a demanda criada pelo hype não deixa esses jogos relevantes na comunidade por muito tempo(pelo menos até a geração acabar), exceto se o jogo for muito, mas muito fo$# mesmo em todos os aspectos. Nem preciso dizer que jogos que se encaixam no perfil "é bom em tudo, mas não se destaca em nenhum" não chegarão nesse patamar, agora é "fo#$ em tudo, não falha em nada"!

    E agora?Como evitar o esquecimento?

    Antes de terminamos de vez, é importante frisar que o esquecimento a que me refiro no artigo é de curto a médio prazo, mas com o Império Hype em seu auge, não duvido que acabe se tornando a longo prazo também.Desta vez, eu tenho algumas soluções que pensei por um tempo também.São só 2, mas são bem valiosas:

    1-Pare de entrar no trem do hype e fazer pré-venda

    2-Pare de se preocupar tanto com os futuros lançamentos e se contenha no "agora", mesmo que só por um momento.Em outras palavras, aproveite o que tem(é pra isso que existem os troféus).

    E...finalmente! Espero que tenham gostado do artigo!Tem algum elogio, reclamação, proposta ou qualquer coisa que seja útil?Se sim, não deixem de comentar!

    Até mais!

    Uncharted 4: A Thief's End

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      onai_onai · mais de 1 ano atrás · 2 pontos

      Até agora não joguei nenhum desses jogos mais novos, e nem tenho muita vontade de conhecê-los.

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      kess · 10 meses atrás · 2 pontos

      Mesmo que deixemos de entrar no hype train, ainda uma grande maioria vai seguir sendo a base das vendas, e das pré-vendas, movimentando esse mercado que enche as sequências de datas com "grandes" games, mas a cada um que é lançado, é logo esquecido, voltando as atenções ao próximo, retomando esse ciclo...

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      jeffrey · quase 2 anos atrás · 1 ponto

      Amigo, isso envolve vários fatores (massificação dos games, jogadores mais experientes desiludidos com o gênero, generalização de conteúdo, etc.) de forma que até games hj considerados "marcantes" inevitavelmente cairão no "esquecimento", pois temos tbm esse problema do volume e envolvimento superficial dos mais jovens...

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  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2017-02-11 00:22:48 -0200 Thumb picture
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    O Hype e suas consequências

    Medium 3455176 featured image

    AVISO:Este artigo promete ser BEM longo, então pega um lanche e segura na cadeira!

    Ahh,o hype, a.k.a. expectativa... aquela coisinha que é praticamente onipresente na indústria desde o final da 7ª geração de consoles e que está fo@#$%* com a mesma criando muita sujeira pelo caminho.

    Pra começar,como se criar hype:marketing.Muitas vezes,o custo com o marketing consegue ultrapassar o custo do próprio jogo.Foi isto que possibilitou que No Man's Sky, um jogo indie, tomasse proporções de um AAA(com direito a edição de colecionador e tudo).

    Claro que marketing sempre foi importante para um jogo vender bem,mas há algum tempo,com a ascensão do hype,vemos várias produtoras abusando disso, com direito a downgrades feitos por pura sacanagem(sim,existem outras coisas para o downgrade) e o pior de tudo: produtores que mentem DESCARADAMENTE para aumentar ainda mais o hype com conteúdo inexistente(cof cof Sean Murray cof cof).

    Enfim, o fato é que o marketing é o grande responsável por alavancar o hype. Mas ele não é o único.

    Outro grande impulsionador de hype é a própria produtora. Se algumas desenvolvedoras ou franquias criam o hype na marra, algumas, como o trio Rockstar, Naughty Dog e CD Projekt Red, nem precisam de tanto.Basta divulgarem um teaser ruim para a galera ir ao delírio.

    Vou passar agora a "evolução" dos trailers de anúncio de vários jogos. Percebam como eles mudaram com o tempo.

    Antes de continuar,preciso esclarecer uma coisa:se uma franquia ou desenvolvedora é capaz de deixar os jogadores emocionados com o anúncio de um jogo,ela fez por merecer.São anos e anos de ótimos títulos.O fato dos trailers/teasers serem ruins não quer dizer que o jogo será ruim. Dito isso,vamos continuar.

    É visível que a qualidade desses trailers caiu muito quando o hype começou a surgir.Metal Gear Solid 2 mostra o prólogo da história e algumas das novas mecânicas do gameplay. Final Fantasy XV(antigo Versus XIII) nós dá alguns detalhes da história e nenhuma gameplay,mas isso é justificável,pois o jogo ainda não havia saído da pré-produção. Com GTA V, as coisas pioram ainda mais. O trailer mostra um diálogo de Michael que não está no jogo(mas você viu alguém reclamar disso?Mas isso é assunto pra outro artigo), detalhes ainda mais vagos em relação à história e nenhum gameplay. O trailer de TLOU Parte II é o pior de todos.Apesar de ser mais longo que o trailer de GTA V, ele só mostra um monólogo da Ellie e gráficos que provavelmente são pré-renderizados(ah, e provavelmente o monólogo E o momento não estarão no jogo ou vão estar severamente modificados).

    "Mas se os trailers são ruins,por que as pessoas se empolgam tanto?" É aí que entra a IRRACIONALIDADE. Uma coisa que eu aprendi com o tempo é que o hype deixa as pessoas irracionais,só assim ele funciona.E é bem comum. Quando comentei com um amigo que conheci jogando The Phantom Pain sobre The Last of Us Part II, ele disse que TLOU Part II "será o campeão de vendas em 2017,nehum gtazinho ou cod vai dar boca"(é importante afirmar que TLOU é um dos jogos favoritos dele.Se ele estiver lendo isso,ele se lembrará).Tem 2 grandes erros aí :TLOU Part II nunca vai sair em 2017, no máximo 2018,pois o título está longe de estar pronto.E pra ser o campeão de vendas,praticamente todos os PS4s existentes precisarão de uma cópia do jogo.

    Como se não bastasse tudo isso, o hype ainda pode causar mais um mal:o esquecimento. Não importa o quão bom o jogo seja, dificilmente ele continuará relevante nos próximos meses(ou anos).Com o hype e a oferta de jogos disponível, as pessoas dificilmente continuam jogando jogos como Uncharted 4 por muito tempo(mesmo que eles tenham multiplayer) e logo o jogo pega poeira na estante,deixa de figurar nas listas de "o que nossa equipe está jogando atualmente", a imprensa e os jogadores deixam de comentar sobre ele para dar espaço pro próximo lançamento, etc.

    Isso é lamentável.Graças a isso, cria-se uma desvalorização do presente(que está em frases como "essa é a pior geração de consoles") e uma sobrevalorização do passado(quer dizer, apenas "daqueles" títulos, mais um tema que vale um artigo).

    E agora chegou o momento da solução.Ahh... Se vocês estão esperando que eu proponha uma solução para esse problema gravíssimo da indústria de entretenimento, sinto informá-los que até agora não consegui pensar em nenhuma solução.Mas não tem problema, quando conseguir uma, lanço um patch de correção rsrsrs

    Vocês gostaram do artigo? Tem alguma crítica ou algo assim?Gostariam de propor um tema?Comentem aí!

    Até mais!

    The Last of Us

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      artigos · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      jorgegt · quase 2 anos atrás · 2 pontos

      É sério que você achou o trailer de TLOU: Part II ruim? Você queria que eles tivessem mostrado o que? Gameplay? É só um anuncio de que o jogo está sendo desenvolvido, e não foi ruim de maneira alguma, principalmente para quem é fã do jogo.

      De qualquer maneira, você escreve bem e gostei do artigo.

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      andre_andricopoulos · quase 2 anos atrás · 1 ponto

      Sim... certos hypes são terríveis assim como criar falsas promessas. WATCH DOGS é um game excelente, e tenho certeza que teria sido muito mais elogiado se não tivessem dito que "REVOLUCIONARIA OS GAMES DE MUNDO ABERTO..."
      ---
      Nem vou falar sobre NO MAN' SKY que todos estão carecas de saber...ou ALIEN COLONIAL MARINES...

  • 2017-05-15 16:27:45 -0300 Thumb picture
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    Post-Pôlemica: Assassin's Creed... Quando deve Terminar?

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    Bem... quem me conhece um pouco melhor sabe que sou um fiel fã da franquia. Joguei em ordem todos até o Rogue, até o momento (planejando partir para o Unity nos próximos dias). Não houve um Game sequer que "forcei a barra" somente para seguir a franquia, pois gostei de todos eles quase que igualmente, inclusive sendo o Rogue um dos meus favoritos (não superando apenas meu favorito absoluto, Assassin's Creed 3). Fora isso, joguei também Chronicles China, o "Spin-Off" 2D que trouxe a jogabilidade da franquia para os Plataformers clássicos, de maneira muito inteligente e divertida, contando a história da discípula de Ezio Auditore, Shao Jun, na busca por um Artefato Precurssor na China de 1625 .

    Com isso foram 8 jogos... E apesar de ter adorado cada um deles por suas características próprias (jogabilidade, enredo, período histórico, protagonistas, etc), é impossível a essa altura do campeonato não se perguntar: "Será que não é hora de a série terminar?". A grande questão que, creio, tenha levado a maioria dos fãs à tal pergunta é o fato de que, inegavelmente, os jogos mais recentes (no meu caso me baseio em Black Flag e Rogue) andam mais colocando questões novas do que respondendo as antigas. Mesmo que isso tenha nos dados excelentes enredos (mesmo Black Flag sendo uma enorme controversa para mim...), isso trás a impressão de que a Ubi está "enrolando" para o fim. Enrolando muito bem, pois não perde o charme... mas está enrolando, FATO!

    Isso tende a acontecer com franquias lucrativas demais. Mas a questão é que uma hora terá de acabar, não é mesmo? Esse ano (ou ano passado?) recebemos a notícia de que a Ubi tem planos para AC ao menos até 2020, pois temos anunciados para os próximos anos os AC: Empire, que nos levarão para alguns dos pontos da história considerados os mais importantes para a formação da civilização moderna. Muitos fãs já devem estar pensando em como esses jogos podem ser sensacionais, trazendo novamente à franquia os grandes mistérios relacionados aos Precursores. Afinal, Black Flag e Rogue nos apresentaram (ótimos) novos pontos, mas pouco responderam sobre Juno e os demais de sua Raça, contrariando AC3 (que nos presenteou quase que com a história completa "Daqueles que Vieram Antes", sendo nesse ponto do enredo da franquia, talvez, o Game mais consistente - ou um dos - até então).

    Com isso, sentimentos confusos quanto ao futuro de AC começam a surgirem. Sinceramente: acho que até o momento a Ubisoft tem feito um excelente trabalho. Mesmo com tantos pontos sendo deixado de escanteio, não vejo grandes problemas de enredo nos Games mais recentes e certamente as ambientações tem sido sensacionais! Aliás, certamente ainda há alguns períodos históricos que sonho ver em minha tela, como o Japão Feudal (acredito que muitos sonham com o mesmo!). Mas a questão toda aqui não é discutir jogos bons ou ruins... mas sim o fato de que uma hora ou outra, caso se estenda demais... todos vão acabar largando a franquia em algum ponto, com o coração na mão! Minha teoria: a Ubisoft não faz a menor ideia que como dar uma conclusão (agradável aos fãs!) para toda a história que criaram ao longo de todos esses anos, especialmente para o que diz respeito ao período moderno da guerra entre Assassinos e Templários. E afinal de conta: você consegue pensar uma conclusão por si? Difícil, não? Enfim... só espero sabedoria da Ubisoft para os novos Games... e.... especialmente... para pensar em uma conclusão realmente boa... pois o que mais preocupa é a série ter um fim parecido com séries de televisão que se estendem demais por audiência... e acabam terminando da forma mais decepcionante possível, com mais perguntas do que satisfação de respostas! O que pensam de tudo isso? Seguem acompanhando a franquia? Um abraço aos amigos! :)

    Assassin's Creed Syndicate

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      brunothebigboss · mais de 1 ano atrás · 4 pontos

      Joguei e gostei de todos(menos o spin-off 2D, mas esse eu ainda vou pegar). O que eu posso dizer é:
      -a Ubisoft fez bem em dar um descanso para a franquia ano passado(apesar do filme)
      -Vazamentos sempre aumentam o hype
      -Só espero que a franquia tenha um bom fim

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      andre_andricopoulos · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      ACABAR?
      NEVER!!!
      Podem sim aumentar o tempo de produção entre um lançamento e outro...mas ACABAR never! Não existe outro game = AC...

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      jeopaladino · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      Tem muitos lugares ainda para explorar.

      2 respostas
  • venomsnake Ericles Oliveira
    2017-05-18 20:09:01 -0300 Thumb picture
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    O Desarmamento Nuclear- Metal Gear Solid V

    Medium 3492969 featured image

    Fala galera tudo beleza ?  Postagem um pouco diferente hoje, sobre um jogo já meio velho ( mas nem tanto). 

    Quem joga, ou lê sobre a franquia sabe sobre o sistema  FOB ( Foward Operation Base) que consiste em basicamente um modo multiplayer, eu diria um modo genial de multiplayer presente em The Phanton Pain. O modo em si é bem simples, as FOB são as base mãe dos jogadores de MGSV ( praticamente todos jogadores) interligados online, cada jogador tem a sua base mãe, e uma FOB, podendo adquiri mais, cada FOB é idêntica a base mãe original, tendo diversas plataformas, e escondendo materiais diversos, como uma bomba nuclear ( foco do modo FOB),  que usamos pra evoluir e aprimorar nossas bases, armamentos e a base em si. E como o multiplayer FOB funciona ? você simplesmente pode invadir a base de outros jogadores, pode roubar materiais, armamentos e até mesmo soldados ( fulton), você pode também auxiliar outros jogadores. Simples e muito interessante. 

    A Mensagem De Kojima

    O tema principal da franquia sempre foi o perigo e as consequências da fabricação e uso  de armamentos nuclear, um tema bem recente não é ?  Ainda mais quando estamos a beira da '' terceira guerra mundial'', o porem é que Metal Gear disserta esse tema em seus jogos desde seus primeiros títulos, o nome da franquia se relaciona aos tanques bípedes com capacidade de atirar ogivas nucleares, e Snake e suas diversas organizações ( Snake´s variam de jogo para jogo, assim como  as organizações.).

    A mensagem, em pratica em formato de multiplayer



    Apesar de simples, o modo FOB causou certa locomoção dentro dos fãs da franquia, e ainda consegue passar uma mensagem interessante sobre os riscos desse tipo de armamento, um assunto falado até hoje.

    O modo reflete a vida real em diversos aspectos, vamos comparar ? 

    Jogadores possuem suas bases, jogadores podem ou não ter armamentos nucleares, jogadores divididos entre os que optaram por ter armamento nuclear, e os que estão dispostos a livrar o '' mundo'' dessas bombas. 

    Na vida real, países podem ou não ter armamentos nucleares, os países são divididos entre os que tem e os que são contra e os que não tem capacidade de criar ou simplesmente são contra. Existem organizações que são contra isso. 


    PAZ

    Com o passar do tempo, data miners, jogadores decidiram vasculhar os arquivos do jogo, e encontraram modelos 3D  não usados, e outros indícios de que Metal Gear Solid V teria um capitulo 3, apelidado de '' PAZ''  ( uma referencia a PAZ ortega, e seu Peace Day), tal capitulo sempre foi dado como um rumor, um forte rumor. E como desbloquear o capitulo 3 ?  É bem simples, lembram sobre o modo FOB ? Cada jogador tem suas bases, podendo ter ou não armamento nuclear, o dito cujo só seria desbloqueado caso TODAS bombas fossem desarmadas/roubadas/descartadas, uma tarefa quase impossível dada a atual situação dos servidores da Konami, de hacks e é claro, pela parcela de jogadores que joga honestamente e consegue desarmar, ou proteger suas bombas sem o uso de hacks.  

    E como isso pode ser semelhante a vida real ?  Um acordo já foi feito aqui, no mundo real você pode conferir mais clicando aqui, tal acordo não impediu que existissem tais armamentos, mas reduziu o numero drasticamente ( mesmo existindo muitas delas ainda), o que prova que tanto no jogo, quanto na vida real tal feito, desarmar o mundo de bombas nucleares é uma tarefa impossível, ou quase. O mundo se reflete em um jogo. 

    Paz existe ?  Assim como todo mundo já pensou um dia, a Paz Mundial é possível ?  Ela existe ?  Como conseguiremos a paz mundial. Tais pensamentos podem usados para definir o forte rumor do capitulo 3 de MGSV, alguns acreditam que existe, outros não acreditam, e alguns tentam conseguir o feito, outros sequer tentam, e outros simplesmente aceitam que a paz não existe e contribuem para que ela nunca aconteça.

    Metal Gear Solid V: The Definitive Experience

    Plataforma: Xbox One
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      artigos · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      marcelops3 · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      Galera leva a sério, essa coisa de artigos, aqui no Alvanista. Já é o segundo que leio e tiro o chapéu. "Oo

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      brunothebigboss · mais de 1 ano atrás · 0 pontos

      Muito bom! Só acho que marcou o jogo errado, porque...

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  • grandiawilker Jose Wilker
    2017-05-21 23:09:02 -0300 Thumb picture
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    Meu primeiro RPG

    Medium 3493863 featured image

    Durante esses meus 18 anos de vida, joguei todo os tipos de jogos, dos mais variados gêneros e tipos, mas existe um tipo de jogo que passei a nutrir um carinho especial, os tão famosos RPGS.

    Meu primeiro rpg foi um bem conhecido, Chrono Trigger, meu encontro com esse jogo se deu em trés épocas diferentes da minha vida: durante meus 9,13 e 15 anos, meu primeiro contato com o título se deu através do meu finado Playstation 2 e pelo emulador de Super Nintendo que havia para ele (não sou a favor da pirataria mas foi através dela que joguei muito no meu play2 :v ). Procurando algum jogo interessante, trombei com ele perante a imensa lista de roms disponíveis, fiquei curioso e logo iniciei a jogatina....30 minutos depois eu desisti de jogá-lo. Poxa eu tinha 9 anos de idade, não sabia aproveitar muito bem os jogos, principalmente um rpg como aquele que era algo muito complexo para mim e eu na época não sabia nada de nada sobre inglês então por favor me perdoa.

    Após fazer 13 anos, decidi tentar jogar ele novamente, pois apesar da primeira tentativa ter sido um fracasso, lembro-me que havia algo nele que me encantou logo de cara: sua trilha sonora. Quando escutei pela primeira vez a musica de introdução do game, foi o suficiente para prender minha atenção e ficar com o pouco que escutei grudado na minha cabeça por muito tempo. Na minha segunda tentativa de jogá-lo, não foi pelo meu play2 mas sim por um emulador no computador com uma rom do game em português, apesar de conseguir entender bem melhor o inglês, diferente de mim aos 9 anos, eu usei a rom traduzida pois queria entender tudo e com total clareza os eventos que ocorria, joguei pouco mais de 1 hora e logo em seguida desisti novamente, e nem lembro exatamente o motivo exato para ter desistido outra vez.

    Antes de começar a falar de quando levei a serio o game, está vendo essa foto logo acima? Então, o grupo de heróis da foto, posso dizer com total certeza, que amo do fundo de meu coração e esse amor surgiu quando eu fui tentar jogar ele pela terceira vez durante meus 15 anos. Dessa fez foi diferente, estava alguém mais maduro e focado. Em resumo, estava determinado a aproveitar tudo que o jogo poderia me proporcionar e na terceira tentativa joguei em meu finado nintendo DS com uma versão em português do jogo (sim, ainda não tinha um inglês decente e fui atrás da rom traduzida) e a partir dai foi só diversão e amor por essa obra de arte.

    Absolutamente TUDO no jogo me encantou e me capturou de tal forma que eu não saia de casa sem meu nintendo ds. Mesmo para um jogo em 16 bits eu vi tamanha beleza no decorrer do game e irei afirmar que mesmo seu visual pixelado é algo lindo (já o considerava algo muito bonito desde os meus 9 anos). Eu pude sentir durante minhas mais de 50 horas de jogo, que a equipe por trás de sua criação fez tudo com muito cuidado,amor e carinho.

    Sua história me impressionou e muito. Na terceira tentativa, já fui em mente sabendo da existência de mais de 10 finais, mas era só isso que eu sabia de sua história e por saber disso eu só fiquei mais ansioso para jogá-lo. Não demorou muito e me apeguei fortemente a sua trama e aos personagens. Eu não desgrudava mais do meu DS, eu queria saber mais sobre o que iria ocorrer com Chrono, Marle, Luca e todos os personagens da trupe. Queria saber mais sobre como minhas escolhas iriam mudar o passado, presente e futuro. Eu sentia prazer de visitar cada área do jogo e conversar com os npc’s. Acabei por descobrir inúmeras coisas novas. Eu me via dentro do mundo de Chrono Trigger. Me preocupava com meus personagens e com o mundo deles e com o que iria ocorrer com cada um deles.

    O ápice da experiencia (spoiler a seguir) foi quando fui enfrentar Lavos e no final da batalha, vi Chrono morrer na frente de todos os personagens. Fiquei em choque ao sentir a mesma coisas que meus companheiros de time. Fiquei ainda mais em choque ao ver que mesmo após a morte de Chrono, o jogo continuava seguindo, eu me sentia o personagem. Eu era o Chrono e naquela situação, fui pego totalmente de surpresa. Tempos depois, consegui ressuscitar o personagem. Mas ate isso ocorrer, foi um dos momentos mais tocantes do game. Ver todos os membros do grupo preocupados e procurando de alguma maneira trazer o companheiro de volta foi tocante e emocionante.

    Após terminar o game, chorei de alegria pelos personagens. Chorei por ter conseguido chegar ao fim da jornada. Chorei de emoção. Foi uma experiencia incrível , porém , em meio a tantos sentimentos bons, fiquei triste e com um sentimento de vazio. Aquele mundo, cujo havia dedicado tanto tempo, eu já não mais participava, pois eu havia terminado a jornada. Mesmo com mais de 10 finais, após eu ter fechado pela primeira vez, fui tomado por tal sentimento de querer mais desse mundo, desses personagens. Até hoje, jogo novamente esse game várias vezes, conseguindo os mais diferentes finais. Mesmo já sabendo de tudo, ao jogá-lo novamente me sinto feliz. É uma sensação igual a de visitar um local que você gosta e ama que lhe faz se sentir em paz.

    Tenho consciência que o game tem sim defeitos, porém, eles em nada me afeta. Após jogar este título, peguei um gosto enorme pelo gênero RPG. Após fechar este título, ele me deu vários ensinamentos e me fez refletir sobre várias coisas, sobre o peso de nossas ações e escolhas, por exemplo. Enfim, para finalizar este artigo/review, termino dizendo que jogos são muito mais que um mero passa tempos. Eles também são experiências que levamos durante nossa vida inteira.

    OBS: quero agradecer a uma pessoa que admiro muito e que conheço a anos.Ela revisou todo meu artigo e corrigiu todos os erros gramaticais nele obrigado Rebeca  

    Chrono Trigger

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      douggx · mais de 1 ano atrás · 1 ponto

      Maneraum foda curti muito o post (apesar de não ter jogado pelos mesmos motivos de quando vc tinha 9 anos). Legal

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      onai_onai · mais de 1 ano atrás · 1 ponto

      Meu primeiro foi Phantasy Star mas Chrono Trigger também está entre os meus favoritos.

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      artigos · mais de 1 ano atrás · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • gabriel_bonafe Gabriel Bonafé Bastos
    2017-08-02 16:06:39 -0300 Thumb picture
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    Estratégia e porrada balanceiam jornada de Batman Arkham City

    Medium 3523019 featured image

    Com a mesma mecânica que consagrou Arkham Asylum, primeiro título da série, Batman Arkham City coloca o jogador novamente na pele do super-herói mais famoso da DC. Dessa vez, há muito mais vilões para enfrentar, locais para infiltrar e mistérios para resolver, o que amplia a proposta de ação e aventura do jogo, regrada por combates expostos e furtivos.

    Com o mesmo visual 3D do jogo anterior, o Arkham City traz um diferencial que diversifica os objetivos do jogo: mapa aberto. No céu, o Bat-sinal indica onde o jogador deve ir para avançar na narrativa principal.

    Fora dela, há também missões secundárias articuladas por vilões do Batman, com participação de Victor Zsasz, Ladrão de Identidades, Pistoleiro, Chapeleiro Louco, Crocodilo, Bane, Sr. Frio, Hera Venenosa, entre outros.

    Além das histórias principais e secundárias, o jogo oferece muitas outras metas exploráveis, como coletar troféus do Charada. Tudo isso é encontrado correndo ao longo de ruas e becos avacalhados, escalando prédios com arpéu ou plainando sobre o panorama sempre noturno de Arkham City.

    Ao completar os objetivos, o jogador recebe diversas recompensas, como melhorias em equipamentos, pontos de experiência e maior progresso no jogo, mensurado em porcentagem. Apesar da sensação de liberdade, muitos momentos da aventura possuem dinâmica constante, ou seja, só há um caminho a ser seguido.

    NARRATIVA

    O jogo se passa em uma espécie de cidade-prisão criada pelo prefeito Quincy Sharp, a qual abrange alguns bairros de Gotham. Denominado Arkham City, o local está cercado por muros que impedem a saída dos vilões. Coringa, Arlequina, Pinguim, Duas-Caras, Ra’s Al Ghul e muitos outros personagens estão nesse lugar, e administram a ordem local por meio de suas influências.

    Obviamente, Bruce Wayne não simpatiza com Arkham City e pretende romper com o plano do prefeito. Mas ele é sequestrado por Hugo Strange e jogado dentro da cidade-prisão. Enquanto é coagido lá, o herói descobre que há um plano chamado Protocolo 10 em andamento.

    Wayne escapa ainda sem sua identidade, derrotando algumas dezenas de inimigos, o que faz o jogador questionar por quê os inimigos não desconfiam do poder sobrenatural de combate do personagem. Esse e alguns outros acontecimentos podem comprometer a imersão da narrativa.

    Após escapar, o herói entra em contato com o mordomo-tutor Alfred Pennyworth, sendo empoderado com o clássico traje e bomba de fumaça, detectores de sinais, visão de detetive e muitos outros equipamentos que proporcionam diversas performances à jogabilidade.

    Em conversa com Alfred, Batman afirma que só sairá de Arkham City após descobrir o que é o tal do Protocolo 10. Esse argumento vincula a narrativa às regras do jogo, pois não é possível ultrapassar os muros que cercam os bairros confinados de Gotham.

    DESENVOLVIMENTO

    Embora seja protagonizado pelo homem-morcego, o jogo oferece outros personagens controláveis por meio de DLC (conteúdo para download) — Robin, Mulher-Gato e Asa Noturna. Mas esse “extra” também está de graça em alguns momentos do jogo. Na abertura, por exemplo, antes mesmo do sequestro do Wayne, quem encena a é a Mulher-Gato, conduzindo o primeiro combate do jogo.

    Após derrotar os capangas do Duas-Caras, a anti-heroína alcança o cofre do local para roubar um item. No entanto, é sequestrada pelo vilão durante a animação. Esse sistema se repete ao longo de todo o enredo. Ou seja, independentemente das ações do jogador, os acontecimentos são predeterminados pelo jogo.

    Mesmo assim, a trama é repleta de reviravoltas e desfechos dramáticos, principalmente aquele que encerra a história. Em alguns momentos da narrativa, o herói terá que ajudar até mesmo os vilões, cujos acontecimentos incentivam o jogador a ir e voltar por diversos pontos do mapa.

    SISTEMA DE LUTA

    O sistema de luta se baseia nos comandos de ataque e contra-ataque, exigindo precisão casual do jogador para proceder com sucesso. Caso seja atingido, o personagem sofre um dano e a sequência de golpes é interrompida, diminuindo a quantidade de pontos de experiência adquiridos ao final do combate.

    Além dos comandos de ataque e contra-ataque, também é possível lançar a capa do herói sobre os inimigos, o que os deixa atordoados por alguns instantes e permite que o Batman encaixe uma sequência rápida de chutes, socos, joelhadas e tudo mais.

    A ação é mais necessária quando surgem inimigos com escudo ou armaduras resistentes, obrigando o lançamento da capa para torná-los vulneráveis. Também há inimigos equipados com armas brancas e de choque, o que impossibilita a ação de contra-ataque e demanda outro comando do jogador: esquiva.

    Também há inimigos que arremessam objetos espalhados pelo cenário do jogo, como caixotes, barris e outras coisas. Nesse caso, é possível tanto desviar quanto arremessa-los novamente contra os adversários com o comando de contra-ataque. Quando há diversos tipos inimigos contra o herói, o jogo fica mais dinâmico e desafiador, pois cada um exige uma ação diferente do jogador.

    DESAFIO ESTRATÉGICO

    O combate fica mais desafiador mesmo quando há inimigos com armas de fogo, uma vez que elas causam muito dano ao Batman. Nesse caso, é necessário recorrer à ação furtiva. O mais comum é se esconder em locais altos ou subterrâneos para render os adversários sem que os outros vejam.

    Batman possui diversos aparatos que ajudam na infiltração de locais protegidos por inimigos armados, proporcionando várias maneiras de superar as patrulhas inimigas. É possível, por exemplo, identificar uma parede frágil, aplicar gel explosivo nela e detonar quando o inimigo estiver próximo, desmaiando-o devido ao impacto com os escombros.

    Com os pontos de experiência, é possível evoluir o nível de resistência da armadura do Batman, adquirir golpes novos — que permitem, por exemplo, sair correndo e dar uma rasteira nos inimigos —, ampliar a potência dos equipamentos e muitos outros aspectos que empoderam a capacidade de luta e espreita do herói.

    As batalhas que exigem mais estratégia do jogador são contra os vilões, que podem ser considerados como “chefões”, enfrentados somente em determinados momentos da narrativa — principal ou secundária. Cada um exige uma tática diferente, o que torna a jogabilidade ainda mais dinâmica.

    ENFIM

    Batman Arkham City possui uma ação frenética que balanceia momentos de estratégia e porradaria. Embora o mundo aberto amplie o que é possível fazer no jogo, muitas das tarefas que correm por fora da história principal se tornam repetitivas e podem fazer o jogador desistir delas. Ainda assim, a proposta do jogo garante uma imersão com raros momentos de tédio, diversidade por meio da cooperação com aliados e competição em dose satisfatória contra os inimigos que operam no jogo.

    Batman: Arkham City

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      artigos · mais de 1 ano atrás · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • armkng Alessandro Almeida
    2017-07-22 21:48:25 -0300 Thumb picture
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    Evolução dos Jogos - Parte II

    Medium 3518608 featured image

    Bom dia, boa tarde, boa noite e boa madrugada galera talkers…

    Estou continuando a saga da evolução dos jogos, comentando sobre minha opinião e o que acabei vivenciando nesses longos anos que jogo.

    Na primeira parte, comentei dos primeiros jogos que foram lançados, a grandes empresas que lançaram seus primeiros video games, Magnavox Odyssey, Atari, NES, Master System, SNES e Mega Drive.

    Lembrando que a SEGA, acabou lançando vários modelos de seus principais consoles, Master System e Mega Drive.

    O mais legal foi o upgrade que a SEGA tentou fazer no Mega Drive, lançando acessórios para mantê-lo a mais tempo no mercado e desbancar seu rival da Nintendo o SNES. Com versões lançadas do Mega-SEGA CD, Mega 32X, tentativas de ingressar rápido no mercado dos 32 bits, foi uma grande ideia no qual a SEGA mais tarde lançou o sucessor SEGA Saturn.

    E a galera que acabou adquirindo esses acessórios para o Mega Drive, acabou tendo novos títulos e jogos, assim também tivemos uma leve diferenciação em sua jogabilidade, gráficos um pouco melhorado. Embora que os jogos lançados na época, eram os mesmos que a pessoa possui, até mesmo em locadoras, eram poucas que aderiram em alocar os jogos da nova plataforma da SEGA.

    Nesta imagem: Mortal Kombat II - da esquerda Mega Drive e o da direita Mega 32X

    Eram poucos jogos exclusivos da própria plataforma, claro que sua tecnologia e investimento estavam em cima do novo sucessor para era 32 bits que foi o SEGA Saturn.

    Também tivemos uma grande parceria entre duas gigantes, Nintendo e a Sony, que com primeiro intuito da Sony, foi o protótipo do que é o PlayStation para o Super Nintendo, para que seu console rode jogos em mídia de CD.

    Parceria que não vingou por conta da própria Nintendo que acabou fechando uma parceria com a Philips, que mais tarde veio o console que pela primeira vez no mercado de videogames, e começar a brigar com 2 gigantes no mercado SEGA e Nintendo, mostrou do que foi capaz.

    Entrando na era de 32 bits (finalmente), tivemos a iniciante Sony com seu PlayStation no mercado e lançando jogos com nova jogabilidade e gráficos inovadores, assim como a SEGA que veio com seu novo console Saturn, e a Nintendo mais tarde lança seu novo console o Nintendo 64.

    Para muitos que leem este artigo, esta foi a geração no qual muitos começaram a conhecer os jogos de videogames, e a geração do NES e Master System já começaram a amadurecer e ter um entendimento maior, e poder de crítica boas para poder comentar com os amigos, primos e outras pessoas.

    A evolução do jogo deu um salto maior, em sua jogabilidade e gráficos que muitos mesmos pensavam que estavam vendo que o futuro ia ser aquilo que mostravam, e que não haveria como evoluir mais.

    A imagem por si só já fala, no jogo Super Mario 64, a inovação e diferença dos jogos na plataforma 16 bits é um salto maior, mostrando uma visão frontal em 3ª pessoa, fora a liberdade em explorar o cenário, mostra uma grande evolução no jogo, gráficos e jogabilidade.

    Com evolução da tecnologia, tudo o que pensávamos naquela época em ter no jogo, ali já era possível de acontecer.

    Em meados do lançamento do Sony PlayStation (1994), Sega Saturn (1994) e Nintendo 64 (1996), para muitos é onde conheceram os consoles de videogames, e as videolocadoras alugavam horas de jogatinas para muitos que leem este artigo. Ainda no mesmo espaço dos consoles de 8 e 16 bits, estavam apresentando-se e mostrando que o futuro já havia chegado e se instalado.

    Tanto que isso gera um outro assunto que é de Nascimento e Morte dos Consoles, o quanto tempo eles duram, e o que eles tanto trazem ao relembrarmos, mas isso fica para um novo artigo que escreverei mais para frente.

    O nível de qualidade de jogos que saíram nesta época, foi de extrema qualidade e traz nostalgia para muitos. Quem não se lembra dos sustos ao jogar Resident Evil 3 Nemesis, ao passar pelo corredor e do nada o Nemesis pular e quebrar a janela? Aquela fase treta do Mega-Man X6 onde você descobriu que tem que utilizar a armadura ninja do X para passar dos espinhos? Entrar na fase com o Mario e sair escorregando no tobogã e coletar todas as moedas e estrelas para concluir a fase? Saber escolher a resposta correta para prosseguir no jogo com o Cloud em FFVII?

    Outros fabricantes se aventuraram em trazer consoles de peso, mas com as 3 gigantes na batalha de titãs, não houve muito espaço, até porque eles nem sabiam como começar ou tentar pegar uma parte da fatia do bolo e poder concorrer com eles.

    O console 3DO (lançado em 1993), veio numa junção de parceria de 3 empresas: Sanyo, LG e Panasonic, e trouxe uma inovação em seus jogos, totalmente diferentes de seus concorrentes, jogos como: Gex, Road Rash, Road & Track The Need For Speed, Super Street Fighter II X, Crime Patrol, Demolition Man, Space Hulk, entre outros títulos.

    A Atari, ela tentou voltar ao mercado e brigar com os gigantes lançando seu console o Jaguar, que lançou o marketing informando que seu console possui 64 bits, sendo que na verdade ele possui 32 bits. Com jogos inovadores, trouxe uma lista de jogos totalmente para atrair seu público que não vingou muito, entre eles tivemos títulos como: Alien vs Predator, Atari Karts, Battle Sphere, Doom, Double Dragon V The Shadow Falls, Dragon: The Bruce Lee Story, Flashback, Highlander, International Sensible Soccer, Kasumi Ninja, NBA Jam Tournament Edition, Pitfall The Mayan Adventure, entre outros.

    O Atari Jaguar foi descontinuado em 1996, onde seus números de vendas não foram muito favoráveis para a empresa que se empenhou a lançar jogos para as plataformas existentes.

    Tivemos outras empresas que tentaram entrar na competição, mas com a briga acirrada entre SEGA X Nintendo X Sony, não abriu muito espaço do mercado para estas companhias, que refletem em jogabilidades.

    Abrindo “Aspas”

    Neste meio de pesquisas, acabei deixando de lado um console importante da indústria dos games, que trouxe jogos importantes que são mencionados até hoje pela galera e sempre aquele fliperama da esquina (se é que algum exista) tem seus jogos.

    O console que trouxe uma inovação, se tratando de jogos de luta foi a NeoGeo, que trouxe 2 tipos de consoles nas gerações de 16 bits e 32 bits. O primeiro console utilizava cartuchos igual ao SNES e Mega Drive, lançado em janeiro de 1990.

    Seu segundo console de 32 bits, veio com mídia CD e lançado em 1994, e teve uma boa aceitação de seus fãs. Único problema era seus loadings eternos, que muitos falavam que dava para você estourar pipoca e tomar um banho e o jogo não carregou ainda.

    E na virada do Bug do Milênio, onde todos estavam com medo da data dos computadores virarem de 1999 para 1900, onde não ocorreu isto.

    Tivemos uma nova geração no começo dos anos 2000 com novos lançamentos, o que não imaginávamos que poderia ocorrer nos consoles, foi grande marco na indústria dos videogames, onde o mundo acabou virando os olhos para os jogos e consoles.

    Vamos falar hoje do pioneiro da geração de 128 bits, que foi a SEGA que veio com seu novo sucessor. Falamos do Dreamcast, que veio antes dos anos 2000, lançado em novembro de 1998. Trouxe jogos inovadores, gráficos melhorados e sua jogabilidade também veio arrasando.

    Batendo de frente na novata Sony com seu PlayStation e a Nintendo com seu N64, trouxe jogos memoráveis como Dead or Alive 2, Shenmue (que muitos idolatram este jogo), Resident Evil Code Veronica, Sonic Adventure, Crazy Taxi, JetSet Radio entre muitos outros.

    A linha de tempo que surgiu desde o primeiro jogo lançado e seu console, até o momento, foram um salto enorme, o que fez com que a indústria de videogames pensasse de forma totalmente diferente com relação, e ao invés de diversão, também um meio para fazer com que estudos se formassem em cima de games.

    O Mercado de games teve um impacto significativo quando a era dos 128 bits entrou, trazendo novos e potentes consoles de mesa, fazendo com que assim, aquilo que a anos passado por gerações, trouxesse uma nova menção e significado para todos o que vemos.

    No começo dos anos 2000, a Sony PlayStation já veio com apostas grandes com seu segundo console lançado no mercado o PlayStation 2, vindo logo em sequência a mais nova novata a querer uma fatia do bolo do mercado de games a Microsoft com o XBox, a Nintendo segurou um pouco lançando no ano seguinte seu Game Cube e como de praxe de seus consoles a mídia proprietária dela o Gamecube Optical Disc.

    A grande leva de games que foi lançada nesta geração, marcou muitas gerações old gamers, e nova gerações foram criadas nos lançamentos destas poderosas máquinas de entretenimento, a grande variedade e biblioteca de jogos que ambas trouxeram.

    As first parties das empresas investiram pesados e trouxeram grandes nomes como God of War II para PlayStation 2, Pokémon Colosseum para Game Cube e quem diria, a Microsoft apostando em um game de PC para seu console o mais famoso em FPS, Counter Strike para XBox.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)God of War II - Playstation 2

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Counter-Strike - XBox

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Pokemon Colosseum - Game Cube

    Seja você meu caro que começou jogando lá no começo dos anos de 1970 ou que começou recente na era atual que temos hoje com XBox One, PlayStation 4, Nintendo Switch, não importa qual a era que você iniciou, qual o console que te marcou, ou qual jogo que é simplismente o mais foda de todos os tempos.

    O que venho trazendo para vocês, não é uma pesquisa oficial, até porque todos podem fazer este tipo de pesquisa e iniciar sua opinião.

    A grande questão no qual temos que agradecer a grande guerra de consoles que todo ano as fabricantes trazem, a cada conferência, a cada feira, a cada novidade. Temos que ter a mente sempre aberta que a evolução dos jogos não para. Vamos ter sempre novidades para acrescentar para nós, termos experiências no qual você anos seguintes poderá falar para seus filhos, amigos netos, ou outra geração.

    Informa que os jogos que temos nos dias atuais, vieram graças a mentes brilhantes, e a evolução da tecnologia dos games.

    Ou você ainda vai manter a mente pequena e ficar criando atrito com seu amigo dizendo que jogo X e melhor que jogo Y?

    Pense bem, , evolua a sua mente e deixe seus comentários abaixo informando, o que você participou e o que te lembra dessa grande evolução de jogos que crescerá mais.

    @armkng

    Micro Machines V3

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      santz · mais de 1 ano atrás · 1 ponto

      Foi ai que mudei da Nintendo para o Sony. Uma curiosidade que ouvi falar nesses últimos meses é que não existe geração 128 bits. paramos na era 64 bits, assim como os computadores. O que temos é a evolução dos núcleos dos processadores, velocidade de processamento, memória, etc. O Dreamcast, por exemplo, utiliza um processador de 32 bits.

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      artigos · mais de 1 ano atrás · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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    • Micro picture
      kess · 10 meses atrás · 1 ponto

      Lembro de um dos maiores "ismos" da época das locadoras, bem nesse período da evolução... a dona da locadora havia adquirido o Dreamcast, e apostava que seria o grande videogame da vez, e se recusava a comprar o PS2, pq achou que não vingaria... hahahah... ledo engano...

  • 2017-07-12 09:45:31 -0300 Thumb picture
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    Top10 - O melhor jogo da Namco

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     E ai pessoal, tudo beleza. Bom chegamos ao resultado onde definimos o melhor jogo dessa grande e clássica empresa dos games. Tivemos uma votação bastante dispersa, mas que renderam uma excelente lista. Com total de 24 participantes e 53 jogos citados, formando muitos empates. Então chega de papo e vamos ao resultado.

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    10º - Naruto Shippuden: Ultimate Ninja 5 (PS2) e Rolling Thunder 2 (Arc e MD) 6 pts

     Vamos iniciar com um empate. O último jogo da série Ultimate Ninja, lançado para o PS2, entra na décima posição, aprimorando todos os recursos de luta dos jogo anteriores, tonando um jogo excelente. O outro game é um clássico, onde controlamos uma agente secreta que deve descer a bala nos seus inimigos num side-scrolling sensacional.

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    9º - Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 3 (PS3, PS4, PSV, X360, XOne e PC), Super Smash Bros. for Nintendo 3DS & Wii U (WiiU e N3DS), Tekken 5: Dark Resurrection (Arc, PS3 e PSP) e Tekken 6 (Arc, PS3, PSP e X360) 7 pts

     Uma salada de jogos, e curiosamente, somente jogos de luta. O terceiro jogo da série Ultimate Ninja Storm, que traz uma dinâmica excelente nos combates e grande variedade de personagens. O jogo que mistura vários personagens da Nintendo para lutarem entre si e ver quem é o melhor. A versão portátil do jogo Tekken 5, com novos personagens e a mesma qualidade do original. E o penúltimo jogo da série, com um combate realista e bastante competitivo, com gráficos de ponta.

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    8º - SoulCalibur (Arc, DC, X360, iOS e And), Tales of Symphonia (NGC, PS2 e PC) e Xenosaga Episode I (PS2) 8 pts

     Um dos jogos de maior sucesso do falecido Dreamcast, que possuía gráficos fantásticos e mecânicas de combates 3D primorosos. Um dos jogos da série Tales of mais famosos, pois se trata de um J-RPG completo, com personagens carismáticos, história envolvente e combates repleto de ação. E um outro RPG que foi dividido em 3 episódios, onde temos o primeiro aqui na oitava posição, trazendo uma mecânica de combos no combate extremamente divertido.

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    7º - Dark Souls III (PS4, XOne e PC), Tales of Eternia (PS1 e PSP), Tekken Tag Tournament 2 (Arc, WiiU, PS3 e X360) e Xenosaga Episode III (PS2) 9 pts

     O terceiro jogo da cabulosa série de RPG medieval que ficou muito famoso pela dificuldade, que não perdoa os jogadores novos. Outro jogo da série Tales of, onde temos um trabalho artístico lindíssimo de um game que parece que foi desenhado a mão. Outro jogo da série Takken, mas agora com a possibilidade de alternar entre 2 lutadores, tornando o combate muito mais interessante. E o terceiro episódio da saga de RPGs do PS2, com uma pegada bastante futurista e história com uma conclusão fantástica.

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    6º - Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 3 (Wii e PS2), Ni no Kuni: Wrath of the White Witch (PS3) e Tekken 5 (Arc, PS2 e PS3) 10 pts

     A Namco de une a Bandai e cria uma série de jogos de luta do Dragon Ball Z impressionante, com dezenas de personagens em batalhas de campo aberto. O lindo e fofo RPG do PS3, onde controlamos o garoto Oliver e devemos partir para uma longa jornada a fim de salvar a sua mãe. E o quinto jogo da famosa série de luta da Namco, com adição de novos lutadores e uma gameplay muito mais fluída e rápida comparada com seu antecessor.

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    5º - Klonoa: Door to Phantomile (Wii e PS1) e Tales of the Abyss (N3DS e PS2) 12 pts

     Durante a saudosa era dos mascotes, um gato muito fofo e estiloso surge com um belíssimo jogo de plataforma e puzzle, com ambiente em 3D cheio de cor. O outro game se trata de um da série Tales of e veio para celebrar o 10º aniversário da série, com bastante ação nos combates, personagens marcantes e uma história marcantes, que se passa nessa atmosfera fantástica que a série consegue proporcionar.

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    4º - SoulCalibur III (Arc e PS2) 13 pts

     Agora terminou os empates, e vamos para o terceiro jogo da série SoulCalibur, trazendo vários modos de jogo, que nos conta melhor a história do game, vários personagens novos, muito bem estilizados e carismáticos, e uma gameplay bastante fluída. Além de possuir uma beleza estonteante, o jogo também conta com uma trilha sonora primorosa, que te mantém bastante empolgado durante a luta.

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    3º - Tekken 3 (Arc, PS1 e PS2) 21 pts

     A estrela de bronze vai para o jogo mais popular da série Tekken, e consequentemente o melhor. O terceiro jogo foi o grande responsável por alavancar a série como um todo e fez um sucesso absurdo, em especial no Brasil, devido ao personagem queridinho da galera, Eddy, que manjava dos paranauê da capoeira. O jogo foi um dos poucos a trazer uma jogabilidade decente para um game de luta 3D.

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    2º - Tales of Phantasia (SNES, GBA, PS1, PSP e iOS) 24 pts

     A estrela de prata vai para um dos melhores RPG da era 16-bits. O primeiro game da série Tales of nos apresentou uma verdadeira revolução em vários aspectos. De cara, temos uma abertura cantada de verdade, coisa bem rara na época, um sistema de combate muito dinâmico, que lembra os jogos de luta tradicionais, e toda a carisma dos personagens, que virou marca carimbada. Temos um enredo complexo e muito bem amarrado, sensacional.

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    1º - Pac-Man (Arc e vários) 36 pts

     E sim galera, a estrela de ouro vai para o jogo mais clássico da história dos jogos. O jogo responsável não só por popularizar a Namco, mas também chamou a atenção de todos de como um jogo tão simples pode ser tão divertido. Aqui nasce também o primeiro protagonista da história dos games e também nos é apresentado o primeiro power-up de todos. Para os mais viciados, conseguem ver através dos padrões de cada um dos fantasmas e busca a maior pontuação com o menos número de tentativas possíveis. Certamente um ícone na história dos games.

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     E assim finalizamos essa lista. Apesar dos inúmeros empates, o resultado ficou muito bom, e tudo graças a vocês, que participaram e republicaram a palavra. Agora vamos aguardar ansiosamente a eleição de amanhã.

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      marlonildo · mais de 1 ano atrás · 4 pontos

      Não participei mas até esperava esse primeiro lugar. Aí fica a pergunta pra quem votou.. o resultado é o melhor jogo ou o jogo mais conhecido/mais clássico?
      Porque, por mais que eu goste de pac-man, ache divertido e etc, acho beeem estranho dizer que ele supera todos os outros que estão nessa lista.

      5 respostas
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      jokenpo · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      Nossa pac man em primeiro? por essa eu não espera mas foi merecido. Tem uma pá de jogo na lista que eu não conheço depois vou dar uma olhada

      1 resposta
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      mjdias · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      Dark Souls 3 em 7ªposição empatado com um monte de nada, tudo Noob que elegeram esses Rank kkkkkk Dark Souls 3 é hateado só pq é difícil kkkkkk

      2 respostas
  • felipe_turesso Felipe Turesso
    2017-07-03 00:22:49 -0300 Thumb picture
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    Os jogos certos

    Medium 3510785 featured image

    Em dois mil e dezesseis, houve um dia em que eu e amigos da faculdade saímos à noite para beber e conversar. Algo totalmente agradável, diga-se de passagem. Dentre tantas insanidades que ocorreram naquela noite, a mais marcante foi quando entramos em um bar, um tanto quanto bizarro, onde nele estavam pessoas fumando, bebendo e cantando loucamente. Um local bem exótico.

    Qual a relação disto com jogos? Em determinado momento da noite, eu conversei com um professor que leciona na mesma faculdade que estudo, porém eu não tenho aula com ele. O ponto interessante em nosso papo foi o artigo científico que escreveu no qual utilizou o conceito das Little Sisters (BioShock) para provar uma questão vital de seu artigo. Infelizmente não me recordo da exata utilização em sua obra. 

    Obviamente fiquei fascinado com o professor, entretanto um comentário do mesmo estragou completamente a conversa prazerosa. Um amigo meu resolveu entrar no debate e disse:

    - Ah, eu curto um Call of Duty de vez em quando. Gosto muito de jogos de tiro.

    Rapidamente olhei para o professor e percebi sua expressão de desprezo, e então ele disse:

    - Bom, eu jogo os jogos certos.

    Jogos certos? O que são jogos certos? Claramente ele quis rebaixar Call of Duty, independente de qual for (infelizmente não possuo muito conhecimento sobre a saga, nunca joguei nenhum jogo da mesma). Qual o motivo dele rebaixar este jogo? Possivelmente ele deve pensar que Call of Duty é um jogo inferior, mas em qual aspecto? Provavelmente trata-se do enredo (fator este que é primacial para mim). De fato, BioShock inquestionavelmente possui uma estória gigantesca e muito rica, muito bem estruturada que aborda inúmeros temas de forma inteligente. Assim como outros jogos. Porém, é devido a isto que ele é superior? Sendo então um jogo certo?

    O raciocínio levou-me a esta conclusão, todavia se quisermos discutir sobre a jogabilidade de BioShock haverá uma discordância. Os comandos do jogo respondem de forma lenta e em alguns momentos podem frustrar certos jogadores, sendo inclusive um fator que gera a não vontade de jogá-lo, algo existente a certos gamers. Conheci várias pessoas que argumentaram isto, obviamente que considero algo tolo, porém não há como forçar alguém a acostumar-se e jogar.

    Diante disto, não anseio dizer que BioShock ou Call of Duty são superiores devido a algum aspecto, até porque ambos, apesar de possuírem uma jogabilidade similar, buscam focos diferentes. O escopo deste artigo é afirmar que não existe esta superioridade que esse professor quis dizer indiretamente. Sua afirmação me levou a pensar que se alguém jogar os jogos certos, neste caso BioShock, esta pessoa tornar-se-á um jogador verdadeiro/bom/notável? Se jogar Call of Duty não receberá este título? Não fará jus ao título?

    Refleti e concluí que jogos certos são aqueles que se destacam e que são merecedores de serem jogados, conforme o entendimento daqueles que "elegem" estes jogos. Esta eleição pode ser elaborada devido às notas que sites concedem ou um sentimentalismo coletivo ou até mesmo outro meio totalmente subjetivo. As pessoas que não jogarem os jogos eleitos, simplesmente porque não querem ou desconhecem, estão fadadas ao desdém. Lembrando que existem grupos sociais que criam suas próprias eleições, o que torna a definição de jogos certos algo absolutamente relativo.

    Possivelmente Call of Duty não está dentro da lista desse professor, ou seja, é um jogo medíocre? Mas ele o é por causa da realização de uma análise técnica ou porque dentro do universo semântico dele é ruim? Essa questão de jogos certos é algo inaceitável! Além de ser uma tolice por si só, isto gera uma segregação entre os jogadores, algo como grupos. Existe, por tanto, o grupo dos jogadores notáveis e os jogadores comuns? Quem são essas pessoas para afirmarem quais jogos são certos? Quais são os critérios para o recebimento deste título?

    Um jogo tornar-se certo por ser popular? Pelo sucesso obtido? Pela criatividade? Seja qual for o critério, penso que não existe uma superioridade e sim abordagens diferenciadas, focos que os jogos querem trazer. É idêntico a filmes, gêneros musicais, literatura, enfim.

    Eu participei de um site de jogos anos atrás que possuía o seguinte lema:

    “O site do jogador refinado de videogame!”

    O problema desta sentença, em meu julgamento, é a palavra “refinado”. Como assim jogador refinado? O significado por trás disto não difere do que está supradito. Havia pessoas que claramente estabeleciam os jogos certos do site, inclusive o dono. Algo que me incomodava, entretanto eu escolhia deixar o assunto de lado. E sim, existia certa arrogância dos membros dependendo de qual jogo fosse colocado em pauta. Logicamente que este preconceito, por assim dizer, não é merecedor de uma repercussão nacional. Trata-se de algo implícito, todavia não deveria existir.

    É fato que este assunto me entristece, pois são apenas jogos eletrônicos… Nada mais. Não é motivo para gerar brigas ou discussões, como o próprio Zangado já disse em alguns vídeos seus:

    “Têm poucas coisas na vida que valem a pena brigar e videogames não é uma delas.”

    Concordo absolutamente. Ressalto que minha indignação é o que o professor quis dizer em relação à Call of Duty e qualquer outro jogo, ou seja, eu jogo os jogos certos, por tanto não jogarei qualquer jogo! Somente aquilo que é bom.

    Creio que o mundo dos jogos busca algo muito além. Seu objetivo é o entretenimento, levar o jogador à outro mundo e diverti-lo, cada um à sua maneira. Isto sim é o verdadeiro propósito dos games. Não existem jogos certos, mas sim jogos bons e maus programados. Apenas isto. 

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      kess · 10 meses atrás · 3 pontos

      Eu vejo aquela disputa velha sobre os gamers hardcore e casuais... Onde os hardcore jogam bastante, se aventuram em vários estilos diferentes e tem uma coleção considerável de jogos na prateleira...
      Enquanto o casual, quando tiver um console, vai ter um "joguinho" de tiro, um de corrida, um de futebol e quiçá um de plataforma pras crianças...
      Daí entendo o comentário sobre os "jogos certos"...

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      videogamesdeath · mais de 1 ano atrás · 2 pontos

      Como seu texto diz, não existem jogos certos, apenas os que se sobressaíram perante os demais. Mas, acredito eu, que as pessoas acham que jogos "certos" são aqueles que trazem um que a mais, seja história, seja gameplay, seja algo marcante. Vamos dar o exemplo do meu jogo preferido, o The Cat Lady. Ele é um jogo focado em história e digamos que ela trás pensamentos mais profundos para quem joga. Mas, seu gameplay é simples demais e não tem muita ação, o que afasta inúmeros jogadores - principalmente os que não gostam de ler. Isso quer dizer que o jogo é ruim? - como já ouvi várias vezes?

      Enfim, isso tudo faz parte de opinião. E acredito que o pessoal que tenha o gosto "refinado", como você mencionou, são os que buscam algo a mais dentro dos jogos, ao invés de uma saga que só traga diversão. Mas isso não quer dizer também que essas pessoas são superiores ou tenham gostos melhores.

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      artigos · mais de 1 ano atrás · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

      2 respostas
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