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  • 2017-12-20 09:41:58 -0200 Thumb picture
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    Game & Watch: A série de portáteis da Nintendo

    Medium 3578677 featured image

    Após ver um garoto brincando com uma calculadora, Gunpei Yokoi, que desenvolvia brinquedos para a Nintendo, teve a brilhante ideia de criar um videogame portátil para passar o tempo. Em Abril de 1980, surgiu o primeiro jogo de uma série de jogos, o Nintendo Game & Watch: Ball. Se tratava de um eletrônico bastante simples, com dois botões nas laterais, para controlar as mãos do personagem, um botão para mostrar a hora e outros 2 para alternar o modo de jogo, sendo o B mais difícil que A. O aparelho era bem pequeno e portátil e para o público japonês, era tudo que ele precisava ser.

     A tecnologia utilizada na tela era a mesma usada em calculadoras, onde os desenhos já estavam prontos na tela de LCD e acendia a luz quando pressionado o botão de ação, para representar a animação do jogo. Cada jogo vinha num aparelho diferente, muito similar aos consoles dedicados da primeira geração de videogames. O que permitiu o seu grandioso sucesso para o mercado japonês foi seu preço, pois com tecnologias e técnicas baratas, ficava fácil comprar outro aparelho caso o mesmo apresentasse algum tipo de problema.

     Durante o ano de lançamento do aparelho, foram lançados 5 jogos, classificados como série Silver. São eles: Ball (onde temos que fazer malabares com bolas), Flagman (levantamos a bandeira de acordo com número que aparece), Vermin (acertamos uma martelada nas marmotas que surgem do chão), Fire (salvamos pessoas de um prédio em chamas usando um trampolim) e Judge (acertamos uma martelada na cabeça do inimigo e desviamos também, sendo este o único da série Silver que pode ser jogado com 2 jogadores). Jogos bem simples, para passar o tempo mesmo, mas que divertem na medida certa.

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @augusto_sander, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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      porlock · about 2 years ago · 8 pontos

      teve uma epoca q os minigames eram moda... num joguei esses ai da postagem, mas joguei mto minigame... rssrsrsrs

      3 replies
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      onai_onai · about 2 years ago · 8 pontos

      Esses aí nunca vi também.

      1 reply
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      leandro · about 2 years ago · 4 pontos

      Cheguei a jogar em um desses, na década de 80. Vale ressaltar que Gunpei Yokoi foi um dos brilhantes da Nintendo, ao lado de Miyamoto. Foi dele a ideia do direcional em cruz e que, a partir dali, foi popularizado. Os Game & Watch foi o ponto de partida pra Nintendo ter o domínio desse mercado de portáteis

      1 reply
  • gradash Elton Gradash
    2017-12-16 20:27:11 -0200 Thumb picture
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    As vítimas de 2017

    Medium 3577192 featured image

    Jogos, Estúdios e Serviços que morreram em 2017

    Jogos Cancelados ou Apenas Online com servidores desligados

    The Amazing Eternals

    Battleborn (Não morreu ainda mas está em coma)

    Master X Master

    Marvel Heroes

    EverQuest Landmark

    Club Penguin

    Asheron's Call

    ASTA: The War of Tears and Winds

    War of the Roses / Vikings

    Scalebound

    Hawken

    Might & Magic SHOWDOWN

    Firefall

    Estúdios que foram fechados

    _____________________________________________________________

    Pixelmage Games

    Studio John Smedley (criador do Everquest), fechado antes mesmo de lançar seu primeiro jogo o Hero's Song.

    Visceral Games

    The Godfather: The Game, The Simpsons Game, Dead Space, The Godfather II, Dante's Inferno, The Sims 3, Dead Space 2, Dead Space 3, Battlefield: Hardline

    Runic Games

    Torchlight, Torchlight II

    Motiga

    Gigantic

    Gaslamp Games

    Dungeons of Dredmor

    BioWare Montreal

    Mass Effect: Andromeda

    _____________________________________________________________

    Serviços fechados

    Raptr
    Yahoo Esports
    Steam Greenlight
    AIM

    _____________________________________________________________

    Falência de desenvolvedora de Hardware

    Mad Catz

    Mass Effect Andromeda

    Platform: PC
    68 Players
    43 Check-ins

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      _gustavo · about 2 years ago · 4 pontos

      RIP Club Pinguin

      O Raptr depois daquelas zicas de contas vazadas todo mundo resolveu debandar daquela porcaria, a AMD cortar a parceria com eles foi a melhor coisa tb, e a que eu fiquei realmente "triste" foi com o fim da Runic, Torchlight é muito bom, mas agora incorporada na outra empresa muito provável que os devs nem terão chance de fazer algo do mesmo nível

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      tecnologgamer · about 2 years ago · 4 pontos

      Runic Games, don't deal with China

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      artigos · about 2 years ago · 4 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • anzell Andriél Ferreira
    2017-12-15 13:40:39 -0200 Thumb picture
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    Jogos baseados em filmes que NÃO são ruins (da 7ª e 8ª geração)

    Medium 3576189 featured image

    Jogos baseados em filmes estão cada vez mais raros no mercado, agora tem até um jogo do planeta dos macacos para sair, mas a má fama que gira em torno desse tipo de jogo faz com que a fama dos filmes não sirvam para dar ânimo ao lançamento do jogo.

    Antigamente, na era 32 e 128 bits, era comum vermos jogos muito bons que provinham de filmes, como por exemplo o jogo do Aladin, Rei Leão, Gondeneye 64, Batman, dentre tantos outros. 

    Mas, com o passar do tempo e com a chegada das novas gerações, parece que as empresas focaram mais no lucro em cima de um título ao invés de proporcionar diversão ao jogador, isso fez com que vários jogos fossem produzidos de qualquer maneira e sem qualquer capricho, alguns tinham prazo de lançar junto ou pouco antes ao filme, então saíam problemáticos (Jumper: Griffin Story), visivelmente inacabados (G.I Joe the rise of Cobra), além de serem ruins (Rambo the videogame? ). Simplesmente muito ruins (Godzilla).

    Neste artigo vou citar alguns jogos da sétima e oitava geração que de certa forma conseguiram se salvar da maldição. Vale lembrar que, mesmo alguns jogos abaixo não serem obras de arte, eles estão longe de ser horrendos, podendo proporcionar diversão a quem joga. 

    Sugestões são sempre bem-vindas.

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    X-Men Origins: Wolverine

    Wolverine é meu personagem favorito desde os x-men Evolution que passava no SBT, ele recebeu destaque em vários filmes da franquia e lançou o que pra mim foi um dos melhores filmes de 2017 (Logan).

    Em 2009 ele ganhou um filme que contava a origem do personagem, quando ele havia descoberto seus poderes e como adquiriu adamantium. O filme foi duramente criticado entre os fãns que queriam ver algo mais fiel ao personagem das HQ's, mas, tirando o Deadpool (não tem quem engula aquilo), o filme diverte um pouco (opinião pessoal). 

    No mesmo ano foi lançado o jogo com o mesmo nome para PS2, PS3, X360, Wii, PSP, Nintendo DS e PC. 

    O jogo segue a mesma história do filme, alternando entre passado e presente. O legal é que o jogo também acrescenta algumas coisas novas no enredo sem fugir do principal.

    A jogabilidade é um ponto forte, poder cortar os inimigos de forma violenta (até mais que no filme) e o poder de regeneração (você vê o personagem parando de sangrar e as roupas rasgando) nos faz sentir na pele o personagem. O jogo também tem boa duração, cerca de 9 horas, isso se tratando de um game que aborda um filme de 2 horas sem encher linguiça é um bom feito, convenhamos.

    O único problema é que, com o passar do jogo pode ficar enjoativo, visto que fazemos várias vezes as mesmas coisas em muitos cenários parecidos.

    Mad Max

    Mad Max é um clássico do cinema, franquia iniciada por Mel Gibson lá em 1979 ganhou um filme novo com Tom Hardy em 2015 que concorreu a um dos melhores filmes daquele ano, fazendo jus ao nome.

    No filme, vemos um mundo pós-apocaliptico onde a água é escassa e os sobreviventes (que estão à mercê da loucura) são obrigados a se deslocar para encontrá-la, para isso é necessário gasolina, que é o item mais precioso desse mundo. Max é um desses sobreviventes, em seus filmes vemos a luta pela sobrevivência e a loucura das pessoas sendo levadas a outro patamar.

    No jogo tudo isso é retratado em um mundo aberto cheio de lugares para explorar, missões principais e secundárias para ganhar os recursos, lutas bem feitas (imita a fórmula do Batman, que nunca enjoa pra mim), coletar itens para equipar os carros é um vicio, perseguições de carros no meio do deserto são um ponto forte do jogo assim como no filme, tudo isso e um enredo original, o que torna tudo mais interessante ao jogador.

    É um jogo que não traz nada de novo no mundo dos jogos, pois reaproveita várias coisas que deram certo anteriormente, porém ele acerta em vários quesitos, e se torna uma experiência bem divertida para os fãns do gênero. Vale a pena dar uma chance.


    Jogos Mortais (SAW)

    Finalmente o filme que deu ideia o artigo. Enquanto assistia o oitavo filme no cinema (Jigsaw), lembrei-me do jogo, que eu gosto pois ele traz a atmosfera do filme e consegue divertir por isso.

    Para quem ainda não conhece, SAW (conhecido como Jogos Mortais aqui no Brasil) é uma franquia de filmes Trash, que conta a história de várias pessoas que são sequestradas e submetidas a concluir tarefas doentias para sobreviver, e é claro, com muito sangue na tela.

    A franquia, na data deste artigo, tem oito filmes. Na minha opinião pessoal, os três primeiros são os melhores, por conta das reviravoltas e da profundidade que é dado aos protagonistsa. Não desmerecendo os demais, que são bem assistiveis, porém reutilizam a receita e os personagens ficam mais pastelões igual aos demais filmes do gênero.

    Quanto ao jogo, que possui um enredo original, ele consegue transmitir o clima do filme, o vilão é retratado de forma fiel, com frases que mexem com o psicologico do protagonista. Além de vários puzzles pelo caminho (alguns difíceis por sinal) que lembram muito os filmes.

    O ponto fraco do jogo é a jogabilidade, os personagens se movem de maneira robotica, as lutas corpo a corpo são lentas, mas com um pequeno esforço dá para completar numa boa. O jogo tem cerca de 9 horas de duração. Lembrando que o segundo jogo foi lançado apenas para consoles de mesa.

    Spiderman

    Tanto a trilogia de Tobey McGuire e os dois Amazing de Andrew Garfield ganharam jogos na época de lançamento, e ambos merecem seu crédito, pois proporcionam certa diversão. 

    Na 7ª geração temos apenas spiderman 3,  já na 8ª temos Amazing Spiderman 1 e 2, é claro que existem outros jogos do cabeça de teia com base nos quadrinhos, porém neste artigo estaremos tratando apenas dos baseados em filme.

    Quanto a Spiderman 3: O jogo segue os eventos do filme, alterando alguns acontecimentos e inserindo outros. Já os do Amazing, ambos possuem enredo original que acontecem após os filmes.

    Ambos são de mundo aberto, você está livre para passear, fazer missões primárias e secundárias, passear com a teia... E talvez esse seja o maior destaque dos jogos, tentar fazer piruetas com a teia é muito divertido, pois enquanto o combate do spiderman 3 é um pouco robotizado e repetitivo, o do Amazing, assim como Mad Max, reaproveita aquela fórmula do Batman, que também é repetitivo, mas consegue se manter. É incrível como essa fórmula ataca-defende funcionou, pois ela é simples de entender e muito legal de fazer.

    Os jogos LEGO

    Se eu fosse detalhar cada jogo LEGO baseado em filme, este artigo poderia ser dividido em três partes muito grandes com jogos que possuem a mesma fórmula. São várias franquias que foram transformadas em jogos, como Star Wars, Indiana Jones, Piratas do Caribe, Harry potter, Senhor dos Aneis (lembrando que esses dois últimos são baseados em livros, mas os moldes dos personagens e a ordem dos acontecimentos foram feitos com base nos filmes).

    Os jogos praticamente são um apanhado de pequenos puzzles que, para resolvermos, temos que desmontar e montar os bloquinhos, alguns games podem ter diferenciais (lutas por exemplo). São jogos para familia, onde crianças também podem jogar sem problemas.

    Wanted: Weapons of fate

    O procurado é um filme de Ação que conta a história de uma liga de Assassinos que possuem o poder de controlar a adrenalina em seu corpo, assim eles supostamente poderiam realizar um "tiro de trivela" (Eu lembrei de Super Campeões sim), onde a bala literalmente fazia uma curva no ar. Ele também ganhou um jogo para a 7ª geração em 2009.

    Talvez o "pior" jogo dessa lista, pelo simples fato de ser extremamente curto (três horas no máximo para o zeramento da campanha), mas creio que merece uma citação, pois traz mecanismos que fazem jus ao filme, e que funcionam de maneira simples e divertida. Ele traz um enredo original, se passando após o filme, onde o protagonista investiga mais seu passado.  

    Assim como no filme, no jogo podemos utilizar a tática da bala curvada para atingir inimigos em coberturas, é de longe o diferencial positivo do jogo. De resto ele se assemelha a vários jogos do gênero, com quick Time Events onde o personagem faz uns malabarismos bem legais. Creio que ele seja curto para não dar tempo para enjoar, pois você enfrenta basicamente os mesmos inimigos o jogo inteiro.

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    Pessoal, esperem que tenham gostado dessa mini lista que fiz de alguns jogos baseado em filmes que fugiram da famosa maldição. Fiquei tentado em colocar jogos como Harry Potter e Senhor dos Anéis, pois os moldes para personagens e ordem de acontecimentos foram inspirados nos filmes.

    E novamente agradecendo sempre ao apoio pelos artigos dos jogos com enredo Complexo =D.

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      rafaelssn · about 2 years ago · 1 ponto

      Mad Max era pra mim ter pego há um tempo, mas o sistema de gamerscores quebrados dele me manteve longe, hoje em dia eu nem ligo muito pra isso, no final ele é um jogo mediano, mas ainda estou querendo pegar depois que eu me livrar do backlog gigante das minhas costas.
      LEGO sempre vai ser divertido, sempre irei fazer questão de ter ao menos um na minha coleção, pois além de ser pra família inteira e viciante, recorda fielmente o que está sendo tratado e de forma cômica ainda.

      Muito bom o artigo, cara! Só acho que seria uma boa fazer o inverso agora, talvez seja mais difícil mesmo encontrar bons filmes baseados em jogos, mas se tiver uma boa porcentagem que dê pra fazer uma lista, é de utilidade pública pra quebrar um pouco essa fama feia que eles costumam ter :-/

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      artigos · about 2 years ago · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      marlonfonseca · about 2 years ago · 1 ponto

      Ótima lista. Joguei todos esses e concordo com você. Na era 8 e 16 bits também tem alguns games baseados em filmes que se salvaram.

  • 2017-12-17 21:28:03 -0200 Thumb picture
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    Antigamente era mais díficil

    Medium 3577571 featured image

    Saudações e mais saudações para os Talkers de plantão.

    Ano de 2017 finalizando, chegando na reta final para o Natal e festividades para virada para 2018.

    E venho trazer a última leitura obrigatória para vocês amados leitores.

    Uma coisa que vejo em muitas comunidades, fóruns de games, até mesmo aqui no Alvanista, discussões e mais discussões.

    Eu sou jogador raíz, joguei na era do Atari, NES, Master System, e hoje em dia os games estão mais fáceis de finalizar. Jogador Nutella, nasceu na era de PlayStation 2 não sabe o que é jogo díficil, não sabe o que terminar Battletoads.

    Ai outros jogadores ficam falando, “Não, que jogo díficil mesmo é Dark Souls, quero ver você terminar ele sozinho sem ajuda, tem um boss que você não consegue matar ele.”

    Ai vem outros falando: “Ah, mas você viu videos no youtube, e assim fica fácil matar, quero ver passar na raça, no meu tempo não tinha isso.”

    Galera, vamos parar com isso, cada um se diverte da forma que gosta, da forma que quer.

    Não é porque a pessoa não vivenciou como foi a era dos anos 70, 80 e 90, que iremos crucificar eles. Cada um nasceu em uma época diferente, em anos diferentes, não posso dizer que amei jogar Atari nos anos 90 (quando tinha 10 anos), sendo que eu nasci nos anos 80. Os consoles de videogames na época era Atari que ali já estava quase morta, só pedindo um tiro de misericórdia na cabeça para acabar com o seu sofrimento, e tinha os milhões de derivados do NES, conheci o Master System e Mega-Drive, e eu ganhei o Super Nintendo e Game Boy Classic aos meus 15 anos. Tive o privilégio e tenho até hoje em ver a grande mudança que ocorre nos mercados de videogames. Sony PlayStation, SEGA Saturn, Dreamcast, 3DO, Atari Jaguar, Neo Geo e Neo Geo CD, Nomad, Game Gear, PlayStation 2, Nintendo 64, Game Cube, Virtual Boy, N-Gage, Neo Geo Pocket, Microsoft XBox, XBox 360, PlayStation 3, Wii, Wii U, Nintendo DS/3DS/2DS, e a atual geração PlayStation 4, XBox One e Nintendo Switch.

    Posso também ver que os PC’s também evoluíram muito (só não o sistema ruindows, pq ruindows continua sendo ruindows), até entrar a Steam, Origin, UPlay, Blizzard com seus programas para baixar seus jogos.

    O que posso comentar o porque antigamente era mais díficil, era mais fácil?

    Vamos falar da tecnologia da época, logicamente para ter um cartucho lançado para o console, tinha suas limitações, coisa que hoje em dia isso sobra até demais.

    Agora pense no programador de games, as produtoras de jogos, como colocar seu produto final nas prateleiras e serem agraciados por várias pessoas e ter um feedback positivo. Hoje em dia é muito fácil ter um erro e bug nos consoles, como estão conectados a internet, é só lançar uma correção e melhorias, pronto, problema solucionado.

    E para os consoles, NES, Master System, SNES, Mega-Drive, PlayStation, Saturn, 3DO, Neo Geo? Não existiu.

    Pois era interagir com o que os seus clientes queriam para diversão, e lançar desafios.

    Mega-Man do NES, não existem Save Points como um jogo atual existe, assim que ao término da fase aparecerá a tela de Password, anotar ela certinho, conferir antes de confirmar e pronto.

    Outro fator que é interessante, e que os games daquela época, foram espelhados igual aos games de arcades.

    Você chegando em um fliperama, primeira coisa, tenho que desembolsar uma grana, para comprar fichas. Vou escolher um jogo no qual me interesso, vamos começar a diversão.

    Você tem uma barra de vida, pontuação, números de vidas. Conforme você vai progredindo no jogo, sua pontuação aumenta, e como bonificação, ao chegar X pontuação você ganha uma vida. Alguns arcades você ganhava 1 crédito para um novo jogo.

    E quando sua barra de life chega no final? Você morre e perde 1 vida.

    E quando suas vidas acabavam? Ai apareciam as duas palavras conhecidas por players: GAME OVER

    Mas como faço para não ocorrer isso?

    Temos duas opções amigo: 1ª - ou você compra mais fichas e continua de onde parou para seguir no jogo (o que irá consumir mais grana sua); 2ª - melhore no jogo para que você possa chegar no final do jogo ou prosseguir por mais tempo.

    Os jogos em Arcades foram grandes precursores em minha vida de jogador. Até mesmo alguns jogos no Super Nintendo e Game Boy Classic, sempre procurei preservar a vida que eu tinha durante o jogo, até mesmo buscando atingir pontuação X ou caçando na fase uma vida extra para me ajudar durante as minhas jogatinas.

    O conceito de preservar vida em games atuais ficou praticamente obsoleto, pois cada jogo tem seu check-point, save-point, áreas seguras, e ao passar dela, você pode até morrer durante a jogatina, que você sabe que irá voltar para aquele ponto onde você salvou.

    A Fromsoftware desenvolveu a série Souls, onde o jogo o pune por cada morte que você tem durante sua jornada. Ela evoluiu muito seus games desde Demon’s Souls, Dark Souls, Dark Souls II, Dark Souls III, fugindo da temática Souls, um jogo exclusivo para PS4, Bloodborne, tem esta punição por cada morte que você tem no game.

    Por mais que você jogue a fase, você terá a Fogueira, que é como um ponto de partida da fase ou área, e quando você explora a área onde está, você terá seus inimigos. O jogo evolui seu nível assim como seu jogador evolui o nível, ele é balanceado. E quando você morre, você perde sua humanidade, e reinicia a fase da fogueira que você acendeu e todos os inimigos retornam dos mortos também. Qual a diferença, você terá que passar por todos, para buscar suas almas e humanidade. Jogo que quer trazer o que os antigos jogos trouxeram.

    Um outro fator que posso colocar nas dificuldades de jogos.

    A jogabilidade, isso é pelo fator da limitação tecnológica que o console possuía em sua época de lançamento. As produtoras de jogos trabalharam muito para nos trazer uma jogabilidade excelente. Nos dias atuais, você controlar um time do Real Madrid no PES 2018 ou FIFA 18 no XBox One ou PS4 e muito mais fácil, do que você pegar no PlayStation 2, XBox.

    Experimente jogar o Resident Evil 3, com os atuais Resident Evil 5, 6 e o 7, você sentirá uma diferença horrenda.

    Experimente você que jogava na época do NES e tente jogar Contra, ou pegue Shinobi do Mega-Drive.E gritante a grande diferença, pois vem a grande pergunta, como eu consegui jogar este jogo? Pelo simples fator de novidade, desafio, você leva por diversão.

    A galera que nasceu em meados de 2000 (PS2/XBox/Game Cube/Dreamcast), 2003 (PS3/XBox360/Wii/Wii U), 2014 (PS4/XBox One/Switch), vão ter a sua experiência nos jogos que é a geração deles. Temos nossos jogos nostálgicos como Top Gear, Rock’n’Roll Racing, International Super Star Soccer, a geração deles vão comentar sobre Shadow of the Colossus, Gears of War, The Last of Us, Pokémon Moon and Sun, Super Mario Galaxy entre outros.

    Em minha opinião, todos os jogos tem sua dificuldade, ou você que jogou God of War ou Devil May Cry não ficou frustado quando o próprio jogo lhe sugeriu baixar a dificuldade só para passar aquela fase?

    Dificuldade sempre haverá nos games, basta não relevar ou tentar falar que sua época foi a promissora.

    Segue um vídeo para darem risadas:

    @armkng

    Mega Man

    Platform: NES
    2119 Players
    111 Check-ins

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      pauloaquino · about 2 years ago · 3 pontos

      Maldito conflito de gerações.

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      lordsearj · about 2 years ago · 3 pontos

      Excelente post. Jogo desde a época do Atari, mas o jogo que "me fez ser um gamer" foi Castlevania. A partir dali, meu interesse foi outro, mudou de forma. Principalmente para os enredos. É apesar de tb ter terminado Castlevania III, Batman like e Ninja Gaiden II que eram bem difíceis, nunca terminei Battletoads ou Gouls and Ghosts, nem nenhum Mega Man. Nunca me adaptei. É não é vergonha nenhuma. O maior barato era a diversão. Hoje, jogo 0arw terminar, os jogos te dão todos os subsídios para isso. O último que quase desisti foi o MGS Rising Revenegance. Penei para passar do senador. Mas tb não fico nessa de platinar. Respeito, mas não faço. Por. Fim, vamos jogar gente. O negócio é se divertir.

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      avmunico · about 2 years ago · 2 pontos

      Texto massa...

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  • renansd Renan da Silva Dores
    2017-12-14 23:55:24 -0200 Thumb picture
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    As Idas e Vindas de Sonic

    Medium 3514900 featured image

    Olá, caros leitores! Recentemente, dois novos títulos da saga do ouriço azul foram lançados: Sonic Mania, com jogabilidade clássica em 2D, e um estilo gráfico e trilha sonora de encher de lágrimas os olhos daqueles que jogaram os primeiros títulos; e Sonic Forces, em 3D, uma espécie de continuação do bem sucedido Sonic Generations, diretamente ligado a Sonic Mania. Enquanto Mania foi um sucesso absoluto, Forces recebeu muitas críticas. Curiosamente, o primeiro foi desenvolvido pela Pagoda West Games em parceria com a Headcannon e Christian Whitehead, fãs de carteirinha de Sonic, com o aval da Sega, enquanto o segundo foi desenvolvido pelo Sonic Team, estúdio oficial da empresa japonesa responsável por toda a saga. Tendo isso em vista, podemos levantar a questão: por que o título desenvolvido por fãs teve sucesso, enquanto o game desenvolvido pela própria Sega não? Neste artigo, vamos dar uma refletida a respeito disso. Antes de tudo, vamos relembrar um pouco da origem de Sonic? Gotta go fast!

    Sonic The Hedgehog

    O grande diferencial de Sonic é seu Level Design de gameplay rápido e bastante vertical. Imagem: http://marioverdegames.blogspot.com.br/2013/06/cha...

    Sonic The Hedgehog é um jogo de plataforma em 2D lançado em 1991 para Mega Drive, em que você controla Sonic, um Hedgehog (pasme, não se trata de um porco espinho de fato. Não existe uma tradução exata para Hedgehog, e acabamos associando com o animalzinho espinhoso devido à semelhança.) que corre em altíssima velocidade. Não há um enredo complexo, sendo seu objetivo confrontar Dr. Robotnik (ou Eggman, dependendo do momento em que você começou a se envolver com Sonic) enquanto resgata os animais sequestrados pelo famigerado cientista.

    O primeiro encontro com Robotnik/Eggman. Imagem: http://segabits.com/blog/2014/08/10/round-table-is...

    O Level Design de Sonic é fascinante, com muita verticalidade e velocidade por toda a fase. Note que a sensação em certos momentos é a de que o jogo está jogando você, e não o contrário. A trilha sonora é outro ponto de destaque, com músicas memoráveis, que fizeram parte da infância de muitos de nós, e são lembradas até os dias atuais. O sucesso estrondoso rendeu diversas comparações com seu principal rival na época, o encanador bigodudo da Nintendo, uma vez que nos encontrávamos na era de ouro dos cartuchos, e o SNES era um dos principais consoles da época, concorrendo diretamente com o console da Sega. Alguns anos e títulos mais tarde, além de diversos avanços tecnológicos, ocorria então a transição para a era 3D. Sonic acompanhou a tendência.

    Sonic R e Sonic Adventure

    Sonic R foi a primeira empreitada completamente em 3D da Sega com Sonic. Imagem: https://www.emuparadise.me/Sega_Saturn_ISOs/Sonic_...

    Depois de diferentes experimentos em 3D, com menção honrosa para Sonic 3D Blast, um isométrico com modelos 3D pré-renderizados, e um modo 3D "Sonic World" na coletânea Sonic Jam, a desenvolvedora japonesa lança Sonic R para Sega Saturn em 1997, como o primeiro título de Sonic completamente em 3D. O jogo era um título de corrida, nos moldes de Mario Kart, em que você corria como os personagens da franquia do ouriço azul. Sonic R foi muito bem aclamado pelo seu visual, mas criticado pelos controles ruins e pela curta duração de seu modo singleplayer.

    Sonic Adventure traz o clássico Game Design de Sonic para o mundo 3D. Imagem: https://retrogameman.com/2017/06/29/gba-review-son...

    O primeiro título da Sega a trazer o gameplay de plataforma/aventura de Sonic para o mundo 3D foi Sonic Adventure, lançado em 1998 como título de lançamento do lendário Dreamcast. Nele, Sonic e sua turma deveriam reunir as Chaos Emeralds para, como de costume, impedir Robotnik/Eggman e seus planos macabros. Adventure foi extremamente bem recebido, sendo um best seller do falecido console da Sega. Alguns problemas chegarem a ser citados em reviews da época, como a atuação dos dubladores, e a câmera terrível, mas elogios também foram rasgados para o jogo, como o Gamespot definindo o jogo como um título que redefiniria o gênero de plataforma. E cá estamos nós, cerca de 20 anos depois, com Sonic tendo recebido poucos títulos relevantes desde então. O que acontece?

    Os Tropeços da Sega

    Sega CD e o Sega 32X, tentativas da Sega de potencializar o poder computacional do Mega Drive . Imagem: http://www.gametrog.com/GAMETROG/HOW_to_connect_Ho...

    No início dos anos 2000, a toda poderosa Sega anunciava sua retirada do ramo da produção de consoles, levando então suas franquias para os consoles rivais. Decisões de cunho duvidoso, como o Sega CD e o 32X, bem como a entrada e o sucesso absoluto do PlayStation no mercado foram sem dúvida alguns fatores para que isso acontecesse. Os anos se passaram, e cada vez mais decisões duvidosas foram afetando a desenvolvedora japonesa.

    Sonic Unleashed, uma das várias tentativas (falhas) de revitalizar a franquia do ouriço azul. Imagem: https://www.playstation.com/en-gb/games/sonic-unle...

    Voltando especificamente para Sonic, o passar dos anos trouxe à Sega quedas nos rendimentos dos jogos, o que fez com que ela sucessivamente tentasse atingir o novo público que surgira na nova era com diversas repaginações de seu carro chefe. Sonic The Hedgehog (2006), Sonic Unleashed, Sonic Heroes, Sonic Boom, etc. Com um Game Design falho, que perdeu a essência, a verticalidade e a velocidade oferecida pelos games clássicos, enredos desconexos e com motivações cada vez mais fracas, pouco a pouco a franquia que outrora era gigantesca via-se cada vez mais enfraquecida, e a Sega com um prejuízo crescente. Boatos afirmam que a empresa caminha na corda bamba. 

    Sonic Mania, um (velho) sopro de ar fresco para a franquia. Imagem: http://www.sega.com/games/sonicmania

    No meio de tamanha bagunça, alguns títulos conseguiram se destacar, como Sonic Generations e Sonic: Lost World, mas foi com Sonic Mania que a esperança dos fãs voltou a brilhar. Mundos dos títulos mais bem aclamados retornaram, com um Level Design de tirar o chapéu, resgatando os princípios dos jogos antigos. A trilha sonora é de arrepiar, com retrabalhos e remixes das músicas originais, que atingiram a nostalgia em cheio. O jogo foi extremamente bem recebido, e muito se dizia que finalmente Sonic havia retornado à forma. Como dito anteriormente, o jogo fora produzido por estúdios de fãs, sob a tutela da Sega. Um título produzido de fãs para fãs. E talvez esse seja justamente o segredo de Sonic Mania.

    Sonic Forces apresenta um considerável número de falhas, mas apresenta sinais de uma Sega que se esforça para ouvir os fãs. Imagem: https://www.nintendo.co.uk/Games/Nintendo-Switch/S...

    Pouco tempo depois, Sonic Forces era lançado. O título prometia trazer os pontos positivos apresentados por Sonic Generations. Infelizmente, um tempo de campanha extremamente curto, com um enredo pouco expressivo e jogabilidade problemática fizeram com que o jogo fosse bastante criticado. Alguns pontos mostram o esforço da desenvolvedora, como trechos do enredo criado por fãs tornando-se canônicos, mas isso não foi o suficiente para que Forces atingisse o sucesso. Diante de tudo isso, nos resta torcer para que a Sega consiga, por fim, resgatar o principal personagem do seu portfólio, trazendo a todos nós felicidade novamente. Encerro o artigo com uma das músicas da espetacular trilha sonora de Sonic Mania. Esta em especial me emocionou bastante, ao relembrar momentos extremamente felizes da minha infância, mas agora com uma pegada moderna, repaginada.

    E você, leitor, o que acha que a Sega fez de errado? E o que ela deveria fazer para se reerguer novamente como a gigante que de fato é? Comente aí!

    ->Gostou do artigo? Não gostou? Críticas? Sugestões? Comente aí! Seu feedback é muito importante! Lembrando que respeito e educação são muito importantes para uma convivência "de boas".

    ->Compartilhe! Assim como seu feedback, seu apoio também é muito importante para que eu siga escrevendo =D

    Sonic the Hedgehog (1991)

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      darlanfagundes · about 2 years ago · 3 pontos

      Opa, obrigado por compartilhar meu caro...
      Eu tava me lembrando o dia... Eu tinha uns 5 anos e há mais ou menos 1 ano jogava o SNES da locadora, a minha locadora era uma pioneira, trazia coisas que recomendávamos e como eu tive o Nintendinho sempre falava pra eles sobre títulos relançados ou repaginados no console: Megaman, Metroid, Battletoads e Contra eu creio ter sido comprados com influência direta minha pra locadora( eu passava cerca de 10hs lá todos os dias pq meus pais trabalhavam e eu tinha 4 irmãos bem liberais). Mas um dia chegou um carinha mais velho contando que existia um jogo melhor do que o Mario World e todo mundo o ouviu, a dona da locadora como era uma empreendedora decidiu comprar o console e o jogo do Sonic, um boneco que corria insanamente e usava tênis! No outro dia era sábado e íamos inaugurar o console! 6 da manhã todo mundo esperando na porta e a dona da locadora faz a abertura com a condição de que o primeiro gameplay seria do cara que indicou... NOSSA!!!! Meu cerebro fritou vendo aquelas fases coloridas passando num ritmo frenético enquanto mal enxergávamos aquele carinha azul( dizem que a melhor tradução seria ouriço) e minha vida mudou com quase 6 anos, eu me tornei um Seguista naquele mesmo dia e nunca mais houve nenhum jogo mais rápido e legal como o Sonic!!!
      Tudo que acontece depois de Sonic e Knuckles nos videogames é lamentável, e eu acompanhei tudo por ser fã mesmo.... mas depois da diluição da SEGA eu gostei mesmo do jogo Shadow, acho que porque ele foi lançado bem na minha época de adolescente rebelde e bem quando eu tinha comprado o Play2, rever um Sonic no console foi bom demais, apesar das críticas e de vc nem citar ele no artigo aí...rsrsrsrs
      Tenho uma coisa com Sonic Mania: eu sempre jogo aqueles hacks de Sonic e tiveram alguns extremamente bons! E Sonic Mania foi feito por um grupo desses caras que sempre desenvolveram bons fangames, e nisso a SEGA é a melhor empresa pra mim: eles ainda ouvem e trabalham diretamente com fãs... Espero que continue assim!

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      artigos · about 2 years ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      anizio_floyd82 · about 2 years ago · 2 pontos

      Mandou bem no artigo , parabéns !

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  • hard_frolics David Waters
    2017-12-13 21:56:33 -0200 Thumb picture
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    A evolução gráfica em Mega Man X?

    Medium 3575998 featured image

    Este é um artigo destinado a falar sobre a criatividade artística visual da série,  sobre a parte sonora já falei em outro artigo o qual abordei as relações entre toda a franquia e o gênero musical Rock and Roll, e também este artigo não tem nenhuma ligação com a série de analises do sistema do jogo e de sua jogabilidade.

    A fonte sou eu mesmo, todo mudo que joga têm capacidade analítica, uma perspectiva e logo uma opinião sobre aquela experiência e obra a qual joga, e depois de muito debater este assunto com amigos decidi finalmente abordar este assunto, claro partido do meu ponto de vista e conclusões.

    Este artigo irá abordar apenas os jogos 2D da franquia, do X1 ao X6, não finalizei o X7 nem o X8, logo não tenho como aborda-los, e seria uma grande injustiça.

    Quando estamos falando de arte, estamos falando de diversos pontos de vistas diferentes sobre uma mesma obra, sensações e emoções diferentes, porém quando falamos em design e criatividade podemos ver as coisas de forma muito mais objetiva e clara, não perfeita e indiscutível, mas sim muito menos subjetiva e mais prática.

    Muita gente pode preferir a série clássica, mas temos que admitir, a série X foi um passo adiante por mais que a clássica não seja desconsiderada, foi um novo ar para uma nova geração de consoles, uma evolução em diversos sentidos, incluindo a parte estética, que foi um pouco mais futurista ainda e mais jovem do que infantil, então por mais que não fosse melhor era uma proposta diferente e tão boa o quanto, seguindo os mesmo padrões de qualidade com fases muito bem ambientadas e diversificadas logo de cara em Mega Man X1:

    Eu posso não gostar do design de X e Zero particularmente falando, porém, convenhamos que era tudo muito bem feito, os Mavericks não pecam em nada em questão de proposta e realização, as fazes então são bem diferentes umas das outras, bem caracterizadas e com um estilo bem fixo e próprio.

    E por mais que sua nostalgia fale mais alto, o padrão de qualidade foi mantido nos 16 bits, sim, houveram algumas mudanças a pegada artistica em certos aspectos, mas X2 e X3 não devem em nada ao primeiro jogos nestes quesitos:

    Ao passar para os 32 bits obviamente a série X iria dar um salto gráfico mantendo o padrão de criatividade, certo? Sim e não! Obviamente viriam mais cores e frames de animação, e isso veio bem a calhar, porém uma "moda" a ser seguida na época era a de gráficos pré renderizados, mas o jogo não foi feito em sua totalidade assim, foi uma mistura, e todos sabemos que uma mistura se não for muito bem feita tende a soar ruim, coisa que teve seu ponta pé inicial no X4:

    É bonito e superior graficamente falando, mas soa estranho, do meu ponto de vista principalmente pelo uso de cores que deixou de ter uma cara de 'anime' pra um tom mais 'metálico' que soa muito falso, isso por tentar soar mais metálico e' cool' aproveitando os recursos, que do meu ponto de vista principalmente falando de cores foi mal utilizado. Sem contar que muitas das fases os Backgrounds são apenas manchas distantes e nada tão trabalho como foi pelo menos na fase introdutória.

    No X5 é que o declino começa a pegar mais ainda, pois além disso a criatividade diminui com a repetitividade do uso das mesmas tiles para um stage inteiro, com bem poucas variações, a mescla de estilos continua estranha e a proporção parece que deixa de importar cada vez mais.

    Mas é então no X6 que a criatividade vai totalmente por agua a baixo, sendo as fases extremamente repetitivas e parecendo iguais do inicio ao fim:

    Não é algo que dê pra se chamar de feio nem nada do tipo, mas não é nada criativo também. A série se perdeu em vários aspectos tentando inovar e mudar o que estava bom e perdeu um pouco da sua essência do que havia sido nos 16 bits, um pouco artisticamente mas principalmente de forma criativa. eu só tenho uma coisa à adicionar sobre esse estilo mais metalizado que a série tomou de como soa pra mim:

    O estilo artístico me lembra aqueles antigos botijões de gás pintados ou com película azul.

    Bem, espero ter sido bem claro nas minhas conclusões de que a série por mais que evoluiu em alguns aspectos gráficos, retrocedeu no uso de cores e criatividade.

    Concordam? Discordam? Os comentários à baixo estão livres para conversarmos sobre.

    Mega Man X

    Platform: SNES
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  • danielgfm DoomGuy
    2017-12-13 11:58:24 -0200 Thumb picture
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    Quando se está a frente do tempo...

    Medium 3575780 featured image

    Uma das coisas que eu mais gosto de fazer é pesquisar o passado gamer. Seja este da SEGA, da Nintendo ou da Atari, pois, com elas, encontramos das mais agradáveis surpresas no que tange apostas para o futuro, citarei alguns causos interessantes.

    Nintendo e seus ADDons.

    Isto mesmo senhores, não foi com a SEGA que tivemos o começo dos Megazords da vida, A Nintendo apostou nesta seara e expandiu o seu Famicom como pudera. Quem aqui já viu o Famicom Disk System?

    Este ADDon permitia que o console da Nintendo tivesse acesso ao uso de disquetes 3 1/4, onde o mesmo poderia ser usado para salvar os jogos e, até mesmo, tinha títulos para inéditos. 

    O jogo mais conhecido entre eles foi The Legend of Zelda, que viera a ser lançado em forma de cartucho nos EUA, já que a promessa de lançar o Famicom Disk System saiu pela culatra.

    Fato curioso, o Famicom Disk System tinha até um mascote chamado Diskun.

    Famicom Network System

    Este periférico que foi lançado apenas no Japão permitia que o jogador tivesse acesso a um servidor onde o mesmo provia cheats de jogos, piadinhas, previsões do tempo e alguns poucos conteúdos para download e isto em 1988, cinco anos antes do Sega Channel, que veio a ser um gigantesco avançado se comparado com o Famicom Network System.

    Um dos fatos mais interessantes deste sistema é que também era possível acessar conta de banco e, também, comprar ações na bolsa de valores de Tóquio!

    Um outro elemento que este sim foi bem impactante é que era possível jogar online através deste ADDon com alguns poucos jogos foram adaptados para tanto. 

    Até meados de 1989 foram vendidos cerca de 150.000 unidades do ADDon no Japão.

    Atari fez das suas

    A Atari também colocou a disposição alguns ADDons para o Atari 2600, será que você conhece algum deles?

    Só nesta imagem já posso mostrar algumas coisas nos quais o nosso querido Atari 2600 foi primeiro. 

    Todo mundo, hoje em dia, joga no Switch, no PS4, no One e antes disso já tivemos controles sem fio em um quão sem número de consoles, mas foi lá no Atari 2600 que tivemos os primeiros controles desenvolvidos para se jogar sem fio.

    Muitos vão se lembrar do tapete compatível para o jogo Dance Dance Revolution, lançado pela Konami, mas uma década antes o Atari 2600 já recebia um acessório bem parecido chamado Foot Craz.

    Este daqui até eu me surpreendi, principalmente depois de fazer um belo artigo sobre o Sega Channel e deste saber que a Nintendo teve algo parecido - como mostrei acima - e, o Atari 2600 também.

    Uma demostração como as empresas faziam o que precisavam para que os seus consumidores ficassem mais tempo possível com suas plataformas.

    O GameLine era um acessório que permitia o jogador acessar um servidor provido pela Control Video Corporation (CVC) e dali baixar alguns jogos exclusivos para este acessório. 

    Já imaginou poder fazer isto em meados do início da década de 1980 e que já tinha um concorrente na época, chamado PlayCable que era compatível com o Intellivision?

     ----

    Este pequeno artigo foi feito só para que vocês, assim como eu, procurem saber um pouco mais sobre o passado gamer, pois, certamente, vocês vão se surpreender.

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      old_gamer · about 2 years ago · 3 pontos

      Eu tenho um Famicom disk system e alguns jogos dele em disquete.

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      santz · about 2 years ago · 3 pontos

      Eu li no livro 1983+1984 que essa tecnologia de baixar jogos pela linha telefônico, por pouco, não foi uma invenção brasileira. Se não me engano, esse serviço tinha saído uns 2 anos antes nos Estados Unidos.

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      artigos · about 2 years ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • 2017-12-13 09:01:57 -0200 Thumb picture
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    Intellivision: O videogame inteligente

    Medium 3575716 featured image

    A Mattel Electronics, que havia criado o primeiro jogo portátil da história, começou o desenvolvimento do seu console em 1977, após ver o lançamento do Atari VCS. Dois anos depois, o console é lançado como teste de mercado na cidade de Fresno, em Califórnia, com 4 jogo: Backgammon (simulador de jogo de tabuleiro), Armor Battle (combate de tanques) Math Masters (jogo de matemática) e o Blackjack & Poker (jogo de cartas). Em parceria com a General Instruments, eles desenvolvem um poderoso chip para equipar o novo console e processar gráficos mais realistas. E em 1980 é lançado o Mattel Intellivision e mais 10 jogos em cartuchos.

     O console era grande, com plástico e madeira em sua composição externa. Ele vinha com 2 buracos na parte superior que servia para encaixar e guardar os controles. Havia botões para resetar e ligar o videogame na parte de cima e uma entrada para periféricos especiais na sua lateral. Foi o primeiro videogame a vir com uma CPU de 16-bits, a GI1610 de 895 KHz, 1456 bytes de memória RAM e 3 canais de som, mais 1 de ruído. Rodava jogos com 159x96 px de resolução, 16 cores simultâneas e 8 objetos ao mesmo tempo na tela. Em comparação com o Atari VCS e o Odyssey², os jogos do Intellivision eram visualmente mais elegantes e coloridos. Porém, era também a opção mais cara, US$ 300,00 foi o preço em seu ano de lançamento.

     O Joypad do Intellivision lembrava um controle remoto de televisão. Havia 12 botões numerados de 0-9, mais um botão de Enter e Clear. A maioria dos jogos vinham com uma película para colocar sobre esses botões para orientar os diferentes comandos de ação que jogo permitia. Havia mais 4 botões nas laterais, sendo um par de cada lado, para jogadores canhotos e destros. Outra inovação do controle era seu disco direcional, que permitia 16 direções diferentes e também girava, como um controle paddle. Os cartuchos eram muito semelhante aos do Atari VCS, com uma arte na sua parte dianteira e um rótulo com o nome em cima, porém, alguns deles acompanhava a película para orientação.

     Os jogos do Intellivision, inicialmente, vinham em cartuchos de 4, 6 ou 8K e possuía gráficos bastante coloridos e detalhados para a época. Os outros 10 jogos que foram lançados junto ao console, em sua maioria, eram de esportes, como NBA Basketball, NFL Football, NASL Soccer e NHL Hockey. Apesar dos nomes, a Mattel não conseguia o direito de licença dos nomes dos jogadores da liga, apenas o de usar o nome na capa do jogo. Outros jogos como Space Battle, Sea Battle e Auto Racing tinham pouco apelo comercial frente ao público americano. A ergonomia do joypad atrapalhava bastante a jogabilidade nos games que exigia mais agilidade.

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @augusto_sander, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    47
  • anzell Andriél Ferreira
    2017-12-12 15:13:34 -0200 Thumb picture
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    Jogos com enredo Complexo - Parte 3

    Medium 3575309 featured image

    YO gamers da alvanista, gostaria de agradecer novamente ao apoio de vocês nas partes 1 e 2, vocês são demais =DD.

    Também gostaria de agradecer as sugestões que vocês deram nas partes 1 e 2, alguns jogos eu não conhecia e acabei acrescentando na minha lista de jogos que pretendo jogar.

    Hoje trago o terceiro artigo relacionado a jogos que tem um enredo que, para ser entendido completamente, temos que sair um pouco da campanha principal e encontrar itens secretos e ler fóruns na internet, pois são um pouco abrangentes.

    Conforme foi nos últimos dois artigos, os jogos que eu listar aqui são da minha biblioteca pessoal de jogos finalizados, por favor não estranhem se não aparecer Chronno Trigger e Half-Life (me julguem) por enquanto.

    Outlast

    Começando a mini lista com um jogo que zerei recentemente e ainda está bem fresco na memória, Outlast causa certo aflito em quem joga pela primeira vez pois não sabemos aonde estarão os perigos do jogo, nem como eles aparecerão. Você não tem armas, sendo obrigado a fugir com uma câmera 1080p que gasta pilha mais rápido que eu digitando essa informação, ela serve para você enxergar no escuro (mas os inimigos podem te ver mesmo assim) e filmar certos momentos importantes para o protagonista escrever anotações.

    Se você jogar o game apenas cumprindo os objetivos principais, a única informação que você terá do jogo é: Você é um repórter atrás de fama que recebeu um e-mail sobre um hospício que estaria fazendo tratamentos ilegais, então decide investigar por conta própria e quando percebe o perigo do lugar, já é tarde demais, assim temos que encontrar uma saída pra salvar a própria vida.

    E realmente é assim que o jogo trata a história principal, mas se pararmos para investigar os documentos e ler as anotações do protagonista, percebemos que nos envolvemos em um experimento que envolve nazistas, religião e um toque de sobrenaturalidade. Enredo que está sendo complementado na expansão Whisteblower (estou jogando ela na data deste artigo hehehe).

    Assassins Creed (até o 3)

    Esta observação que coloquei não quer dizer que os jogos seguintes são ruins, tanto que meu jogo preferido da franquia até o momento é o Black Flag, porém, como estamos falando de enredos, AC perdeu muito o potencial quando saiu de sua trilogia original. Digo isso pois antigamente tínhamos mais foco no presente, que trazia um ar de mistério, sendo necessário uma ajuda do passado para descobrir contra o que os protagonistas lutavam, e como poderiam vencer. E hoje vemos apenas uma corrida entre as duas facções para ver quem coleta o artefato primeiro.

    Mas não era apenas o enredo presente que era bom de acompanhar, pois era necessário viver certo período da vida dos antepassados para poder sincronizar até o momento que gostaríamos de chegar, e as histórias dos antepassados eram bem construídas, tratando questões políticas e religiosas sem deixar o objetivo principal de lado. O jogo dava (e ainda dá) uma aula de história pra muita gente (inclusive eu).

    Então tínhamos a sensação de ter dois enredos em apenas um jogo, coisa que falta nos jogos de hoje em dia é esse tom de mistério que citei anteriormente, onde tínhamos que coletar informações, aprender e observar os detalhes para entendermos algo maior (Revelations, o crossover entre três protagonistas que você respeita).

    Portal

    Não posso falar de Half-Life, e sim de Portal, que se passa no mesmo universo.

    O primeiro game, embora muito curto (uma vez fiz um vídeo zerando ele em exatamente 60 minutos) era muito interessante e viciante a sua mecânica. 

    No primeiro jogo somos uma espécie de cobaia, que deve testar uma nova tecnologia. É no segundo jogo que tudo será aprofundado.

    Na verdade, o enredo dos jogos em si é bem simples de acompanhar. O fato é que, como ele trata a maioria de seus acontecimentos de forma cômica e irônica (fórmula que, na minha opinião, ficou muito boa), ao mesmo tempo torna-se difícil para pescar quais informações que recebemos são verdadeiras e quais são meias-verdades. Às vezes encontramos salas escondidas que parecem ter servido de abrigo à outras pessoas. Aí que rolam teorias e mais teorias na internet, e nós ficamos sem o terceiro jogo =(.

     Alan Wake

    Eu particularmente gosto bastante dos livros de Stephen King, e Alan Wake marca muitas referências ao mesmo, no começo do jogo não pude evitar comparações com "Saco de ossos". Pois ambos os protagonistas:

    -São escritores e não conseguem escrever nada há muito tempo por causa de algum trauma;

    -São casados e suas esposas são a motivação dos acontecimentos;

    -Tem um "lugar especial" em uma cidade no meio do nada, e é ali que acontecem os demais eventos.

    No jogo, o protagonista e sua esposa vão passar suas férias em uma cabana alugada em uma pequena cidade chamada Bright Falls. Mas logo que chegam sua esposa é sequestrada por alguém ou alguma coisa e Alan parte para resgatá-la, e para isso terá que descobrir algum mistério que a cidade abriga, pois ao anoitecer, tem uma certa escuridão que consegue possuir as pessoas da cidade e todas passam a atacá-lo, ao mesmo tempo, vemos Alan refletindo sobre sua vida de escritor.

    Como eu mencionei antes, é muito legal acompanhar Alan Wake pelo fato de parecer estar jogando algum conto escrito por Stephen King. Todo o mistério envolto no jogo requer um pouco de criatividade.

    .

    .

    .

    .

    Encerro assim meu terceiro artigo, gostaria novamente de agradecer a todos que leram até aqui, e também as sugestões de jogos que foram dadas ao longo dos artigos anteriores =D.

    Estou estudando pra trazer um artigo com tema diferente, espero postar ainda essa semana =).

    PARTE 1

    PARTE 2

    42
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      caramatur · about 2 years ago · 3 pontos

      Ótima continuação cara.

      E o DLC Whisteblower é muito bom, faz o Outlast ter ainda mais sentido na sua lista. Joga até o fim e depois me fala. =D

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      andre_andricopoulos · about 2 years ago · 1 ponto

      SILENT HILL...todos...amo de paixão

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      artigos · about 2 years ago · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • marcusmatheus Marcus Vinicius de Paula Matheus
    2017-12-12 12:42:37 -0200 Thumb picture
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    Um MMO para os aficionados pela Terra Média (e por achievements)...

    Medium 3575349 featured image

    Devido aos problemas que os atrasos de repasses do governo municipal do Rio de Janeiro causaram nos meus planos financeiros (principalmente em relação à novas peças pro meu PC, jogos nas sales e etc...), resolvi desistir logo da ideia de turbinar minha máquina (sim, um dia esse PC já foi uma máquina; Um dia qualquer em meados de 2010 por ai...) e mais uma vez focar em jogos antigos e títulos encalhados na minha Steam.

    Num dia desses, dando alguns conselhos sobre títulos MMOs para um brother aqui na rede, acabei tropeçando no game Lords Of The Ring Online, que joguei por muitos meses em meados de 2008 (7 meses para ser mais exato, se minha memória não me engana!). Descobri que o título existe na Steam e resolvi instalar novamente para relembrar os motivos que me levaram a ficar viciado no game anos atrás.

    Hoje estou com 41 horas de gameplay e acabei viciando nas aventuras da terra média mais uma vez, pois os motivos que me fizeram gostar do título anos atrás, continuam me convencendo até hoje de que este é um dos melhores MMOs para se jogar (seja sozinho ou com grupos de amigos, seja assinando o jogo ou ficando totalmente no free to play!).

    A razão para o renascimento do vício são os desafios propostos ao longo do jogo, a história (que segue paralela à jornada de Frodo para destruir o Um Anel) e a imensidão do mapa que podemos explorar.

    Sempre que vejo a galera falando que Shadow Of Mordor é o melhor game do Senhor dos Anéis já criado, lembro desse jogo com um pouco de tristeza, pois ele não teve o reconhecimento merecido aqui no Brasil. Mas vale mencionar que ele já angariou uma tonelada de premiações mundo a fora, tanto pelo jogo base quanto por suas expansões!

    Para os amantes do universo de Tolkien não é difícil convencer que Lotro é o melhor jogo que existe para viver aventuras na Terra-Média. Literalmente TODA a Terra-Média está liberada para exploração dos jogadores, num mundo absolutamente gigantesco e massivo. Locais e personagens icônicos que são mencionados nos livros e que foram totalmente esquecidos no filme estão aqui, devidamente localizados em cada cidade e região. 

    Do Condado à Mordor, você pode explorar livremente cada torre ou pântano que existem na Terra – Média, mesmo que não tenha adquirido as expansões lançadas ao longo destes 10 anos de existência do título!

    Prestem atenção no tamanho do mapa: 

    Com minhas atuais 41 horas de jogo, tudo que fiz e todas as aventuras que vivi até o presente momento, estão localizadas ali, neste mapa. Andar de uma ponta à outra pela estrada, de Andrach até a fazenda de cavalos no norte, leva cerca de 10 minutos. De leste à oeste demora ainda mais, pois existem muitas montanhas pelo caminho!

    Mas este mapa é apenas de Bree, uma das muitas cidades e regiões da Terra Média, que você possui total liberdade para explorar (veja no mapa abaixo):

    E não pense que para sair de uma cidade e viajar à outra você precisa abrir o mapa e usar o fast travel!  

    Todas as regiões visíveis do mapa são exploráveis, incluindo as terras entre as regiões, vilas e cidades. É preciso caminhar (ou ir à cavalo) para chegar de uma cidade à outra. Tudo isso sem telas de loading ou outros truques. Só existem telas de loading para entrar em dungeons e residências!

    E aqui mora a parte que eu mais gosto...

    Como o jogo possui 10 anos e, ao longo desse tempo, diversas expansões já foram lançadas e precisam ser adquiridas para completar todas as quests disponíveis, não fica barato para um novo jogador ter todo o conteúdo do game, iniciar sua aventura na Terra Média e auxiliar Frodo na destruição do Um Anel. Na verdade, excluindo-se promoções ou black Fridays, todos os pacotes de expansão custam mais de R$ 250,00 devido ao alto valor do Dollar hoje.

    Mas se você gosta de desafios e, como eu, nem sonhando daria 250,00 mangos num jogo de 2007 ^_^, sente-se, pois ai é que mora o grande diferencial do game: Os Achievements!

    Cada região do mapa possui um grande número de desafios, divididos por diversas categorias diferentes, que o jogador pode cumprir paralelamente às quests que ele vai recebendo. Por si só, o fato de existirem estes desafios já me motivaria a buscar os 100% (pois sempre fui meio fanático por isso), mas as coisas melhoram muito quando você descobre que é possível ganhar dinheiro de verdade (de certa forma) com cada desafio cumprido!

    Vamos explicar:

    Como todo MMO, Lords Of The Ring Online possui o famoso GOLD (chamado aqui de Lotro Points), que são os valores que obtemos com dinheiro de verdade. Esse dinheiro é usado para comprar as expansões e muitas outras coisas extras na loja interna do jogo (a Lotro Store).

    Os jogadores que são assinantes do game recebem 500 LP por mês, já os free to play precisam gastar grana de verdade para adquiri-los ou, alternativamente, cumprir os desafios in game e juntar o suficiente para ir comprando aquilo que precisam.

    É claro: Os desafios exigem dedicação e muito tempo de jogo, afinal você está jogando tudo totalmente de graça, mas isso não muda o fato de ser totalmente possível jogar LOTRO sem gastar um centavo e comprar todas as expansões dele cumprindo desafios! Isso não é algo que qualquer MMO por ai oferece; na verdade, ainda não tenho ciência de algum que ofereça!

    Nas minhas 41 horas de jogo, estou quase terminando os desafios da região de Bree (faltam apenas 3 deles para os 100%). Depois que terminar vou viajar para outra região, fazer a mesma coisa, depois ir pra outra e juntar o suficiente para comprar minha primeira expansão. Após adquirir a expansão, repito o processo. Se eu criar outro personagem posso fazer tudo novamente e duplicar o ganho de LP; com três personagens eu triplico o ganho e por ai vai!

    Existem informações bastante detalhadas na wiki do jogo que explicam o processo de vencer os desafios e ir liberando as expansões. Mas lembre-se: Mesmo sem as expansões, você é totalmente livre para viajar a qualquer região do mundo, explorar a vontade, matar os monstros e etc. As expansões liberam as quests da região, os desafios e as dungeons.

    Não sei se irei jogar por tanto tempo quanto joguei no passado, mas mesmo hoje, 10 anos depois de seu lançamento, ainda acho Lords Of The Ring Online o melhor jogo ambientado na Terra Média já feito; e também um dos melhores MMOs.

    Resolvi então falar dele um pouco pra vocês conhecerem (caso não conheçam né, kkkk)  ^_^ 

    The Lord of the Rings Online

    Platform: PC
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      realgex · about 2 years ago · 2 pontos

      MMO = eu ? Kkkk !

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      darlanfagundes · about 2 years ago · 2 pontos

      Shadow of Mordor é a coisa mais bizarra que já fizeram contra Tolkien e sua obra...rsrsrs, na época que esse jogo foi lançado eu joguei uns 3 meses tmbm, mas Tibia não me deixa jogar outra coisa por muito tempo online...rsrsrsrs, acho que vou dar uma chance mais extensa a esse título, visto que sou fã da obra do mestre.

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      rafaelssn · about 2 years ago · 2 pontos

      É, bota a palavra justo num MMO, e temos Lords of the Ring, já tinha ouvido falar desse antes, mas nunca tão bem quanto você agora, o tipo de MMO que você volta mesmo depois de anos a viciar igual quando era da primeira vez.

      MMOs sempre foram de visar o lucro, ainda mais os gratuitos, mas todos eles de fato tinham que ser justos iguais esse, pois nem todo mundo quer gastar dinheiro com jogos, ainda mais os que já estão gastando com mensalidades gastar com outros itens de cosméticos e tal.

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