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  • gamesbr Diego Gonz
    2020-01-14 10:31:52 -0200 Thumb picture
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    A relação entre videogame e times de futebol

    Medium 3769125 featured image

    Com a popularização do setor de videogames como um todo a partir da década de 1990, empresas de videogame começaram a mirar o futebol como um excelente meio de publicidade para alavancar as suas respectivas marcas.

    Até por isso, na história recente do futebol são muitos exemplos de times que já tiveram patrocinadores máster de empresas de videogames. Mas é fato que algumas foram marcantes e permanecem no imaginário do torcedor por diferentes razões.

    Watford (Football Manager)

    Na temporada 2012-13, o jogo Football Manager estampou a camisa do Watford na segunda divisão inglesa. Apesar de nos anos seguintes não ter estampado mais a camisa do clube inglês como patrocinador master, o Football Manager continuou com um dos apoiadores da equipe até 2017.

    Nesse mesmo ano, o clube inglês e a Sega, produtora do Football Manager, deram uma bela tacada de marketing pelo Twitter. Naquela oportunidade, o Watford anunciou a contratação do atacante Andre Gray através de um pequeno vídeo do game do futebol "Football Manager 2017", que simulava o processo feito no game para contratar um jogador.

    Vale destacar que o clube não vive um momento favorável. Na Premier League (primeira divisão) desde 2015, o Watford agora se encontra em uma situação delicada na elite do futebol inglês. Segundo a Betway Esportes, site de futebol bets, o Watford tem 69% de chances de ser rebaixado à segunda divisão na atual temporada.

    Para se ter uma ideia, o time inglês tem a pior campanha como mandante da Premier League e uma das piores defesas do campeonato.

    Fiorentina (Nintendo)

    Na década de 1990, o futebol italiano abrigava muitos craques. A Fiorentina da temporada 1997-98, por exemplo, tinha em seu elenco craques como Toldo, Rui Costa, Edmundo e Batistuta — um dos maiores jogadores da história da Fiorentina.

    A década de 1990 também foi intensa na indústria de jogos, já que empresas como Sega, Nintendo e Sony disputavam a liderança do mercado de consoles. Sendo assim, a Nintendo enxergou uma excelente oportunidade de patrocinar a Fiorentina, um importante clube do futebol italiano — que era considerado por muitos como a melhor liga do mundo.

    A parceria entre a Nintendo e a Fiorentina para promover o console Nintendo 64, que na época apresentava ao mundo a primeira versão 3D de um jogo da franquia Mario, durou duas temporadas (1997-98 e 1998-99) e até hoje o uniforme é lembrado com muito carrinho pelos fãs da franquia e do time italiano.

    Com a Nintendo estampada na camisa, a Fiorentina não conseguiu nenhum título de expressão, mas fez boas campanhas — como o terceiro lugar no Campeonato Italiano da temporada de 1998-99.

    Atualmente, a Fiorentina não está em grande fase no Campeonato Italiano e está na parte inferior da tabela de classificação.

    Arsenal (Dreamcast)

    Em 1999, a SEGA Enterprises anunciou que havia firmado um acordo de patrocínio de camisas com o Arsenal, um dos principais clubes ingleses. A SEGA estava prestes a lançar seu novo console nos mercados europeus, o Dreamcast, e visava criar um programa de marketing que fizesse frente aos principais concorrentes da época.

    Assim como a Nintendo no caso da Fiorentina, os executivos da SEGA acreditavam que o futebol poderia desempenhar um papel de marketing relevante para o Dreamcast, que recentemente completou 20 anos. A ideia era fazer parcerias com os principais clubes de importantes mercados europeus.

    A parceria da Sega com o Arsenal também foi muito interessante para o clube inglês, já que a equipe necessitava encontrar um novo patrocinador máster após o rompimento com a empresa JVC.

    Um dos momentos mágicos do Arsenal com o Dreamcast estampando o seu uniforme foi o gol antológico do atacante holandês Dennis Bergkamp contra o Newcastle em 2002 — último ano dos Gunners com o patrocinador.

    Apesar de não ter feito tanto sucesso como o concorrente Playstation 2, alguns jogos de Dreamcast tiveram destaque no início dos anos 2000 e até hoje eles são procurados pelos fãs do console.

    Porém, se naquela época o Arsenal figurava entre os primeiros colocados na Premier League, o cenário atual não é dos melhores para os Gunners. Insatisfeita com a instabilidade do time, a diretoria do Arsenal demitiu o treinador Unai Emery em novembro e rapidamente anunciou o espanhol Mikel Arteta para o assumir o comando do tine.

    Árbitros da Premier League utilizam logotipo da EA Sports na manga desde 2014

    Desde 2014, os árbitros da Premier League carregam na manga dos uniformes o logotipo da EA Sports, uma das maiores empresas de jogos eletrônicos de todos os tempos.

    Em 2018, a Premier League e EA Sports assinaram um novo acordo de publicidade que terminará na temporada 2024-25 – a ideia da parceria é tornar o FIFA um jogo ainda mais realista já que a realidade também tem o logo da empresa estampada nos jogos.

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      artigos · 1 day ago · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • 2020-01-11 19:38:01 -0200 Thumb picture
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    O incrível jogo feito no RPG Maker que ganhou um remake para PS1

    Medium 3768558 featured image

    (Repost)

    Eu lembro que a uns anos atrás (2013-2015), jogos feitos no RPG Maker eram febre, mais ainda do que hoje em dia. A todo o momento eu via pessoas falando de Ib, desenterrando Yume Nikki, e Ao Oni ganhando centenas de versões diferentes. Mas, como já vimos com Corpse Party, jogos feitos nessa engine do Maker já existem a mais tempo.

    No ano de 1998 a empresa ASCII Entertainment organizou um evento onde vários desenvolvedores indies competiriam entre si, cada um apresentando um jogo de autoria própria.

    Nessa competição, um cara chamado Nishida Yoshitaka apresentou um jogo muito diferente do usual, intitulado: Palette.

    Em Palette, você começa vendo o famoso psiquiatra Cyanos B. Syan em seu consultório falando em um jornal, sobre seu trabalho. Mais tarde ele decide ir embora, mas antes que pudesse sair de seu consultório, uma mulher do lado de fora de sua sala o interrompe, dizendo que ele precisa urgentemente atender uma garota no telefone. Cyanos logo se vê coagido a aceitar a chamada, e é ai que a trama começa de fato.

    Assim que o psiquiatra atende a menina, ela diz que se chama B.D e que tudo que ela vê é vermelho. A garota é cega e perdeu a memória, e Cyanos tenta fazer a garota recuperar sua memória de pouco em pouco.

    Na maior parte do jogo, você controla a garota, que é limitada por uma barra de “energia” que representa quantidade de memórias que ela já tem. Essa barra de energia existe pois como a personagem está comprometida mentalmente, a cada esforço que ela faz, a barra perde uma parte, e conforme a história vai avançando, a barra fica maior e com mais “energia” para gastar sem chegar no zero. Caso a barra chegue no zero, B.D fica com uma forte dor de cabeça, a chamada encerra e Cyanos tem que ligar para ela de novo.

    Esses esforços são feitos quando B.D “quebra” uma espécie de parede de vidro, que são as limitações de sua memória ou quando ela “desbloqueia” algum “interruptor” que seria algo ou alguém que representa uma memória muito importante e que abre uma nova cena para que B.D recupere mais memórias.

    Sem dar spoilers, apenas direi que esse jogo me surpreendeu muito. A história é extremamente bem construída, original, misteriosa e te prende do inicio ao fim. É um jogo que definitivamente merecia mais jogadores e admiradores.

    Merecidamente, Nishida foi o vencedor do concurso, e não só ganhou uma quantia generosa de dinheiro, como teve um remake de seu jogo feito para o Playstation intitulado Forget me Not: Palette.

    O jogo teve seus gráficos melhorados, músicas originais, cenas com animações diferentes e até dublagem em algumas partes.

    Abertura do jogo de Playstation: 

    Download: Infelizmente essa versão foi lançada apenas no Japão, mas para a nossa sorte, o jogo original foi traduzido para o Inglês e pode ser baixado aqui: http://www.vgperson.com/games/palette.htm

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      hanzy · 6 days ago · 2 pontos

      Nossa, é muito louco ver alguém tentar algo tão diferente assim com as limitações que existiam na época. Se for pensar esse jogo funcionaria muito bem hoje seguindo essa linha de jogos de terror/suspense que não tem muita ação, tendo foco maior na narrativa.
      Fiquei bem curioso pra ver como esse jogo funciona, talvez eu baixe ele pra dar uma olhada

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      topogigio999 · 6 days ago · 2 pontos

      Quero pra ontem :)

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      kess · 2 days ago · 1 ponto

      Já tinha entrado na minha lista, agora tendo acesso, melhor ainda! Adoro essas raridades excelentes, verdadeiras pérolas escondidas!

  • isadoublex Isabela Silveira
    2019-12-29 23:26:14 -0200 Thumb picture
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    Como o universo dos jogos pode inspirar a literatura?

    Medium 3765772 featured image

    Como uma grande fã de qualquer veículo que permita a criação de mundos diferentes, sempre fico feliz quando dois deles se interagem na composição de uma história ou quando um é usado para complementar a história de outro. Fico especialmente admirada quando isso acontece entre o universo dos jogos e a literatura: dois campos vistos por muitos como distintos e intercambiáveis, devido às dinâmicas tão opostas que os compõem. A forma estática dos livros, especialmente aqueles que não têm o alicerce das ilustrações ao longo de suas páginas, é um dos motivos para tantos jovens se afastarem deles, preferindo assistir ao filme correspondente, uma série ou jogar um videogame. Não que esses outros veículos maléficos para a cultura de um indivíduo, porém, visto que eles não podem dar os mesmos frutos que uma leitura - falo de fornecimento de vocabulário, alimentação do nosso lado lúdico e consequente treino da criatividade, entre outras coisas -, é um ponto digno de trazer preocupação. Eu, ao menos, como escritora, fico agoniada só em pensar que livros tão maravilhosos deixam de ser lidos simplesmente porque suas histórias são contadas em um formato não atraente a algumas pessoas.

    Foi aí que criei para mim mesma o objetivo de criar uma história que, mesmo contada apenas em palavras, pudesse trazer o sentimento de estar num universo semelhante a um bom RPG ou a um anime shounen. Nasce então meu segundo livro: Com o Fim da Tempestade.

    Qual foi a influência dos games na composição da história?

    Em primeiro lugar, ela atuou na caracterização dos personagens. Quando comecei a pensar nas roupas que eles usariam, li um artigo no portal Academia sobre os padrões de cores presentes nos jogos eletrônicos - falava da composição do Mario, Luigi, Bowser, entre outros -, e tomei os gráficos e referências como base para decidir a cor de cada peça de cada um deles. A cor vermelha foi a mais usada nesse processo, e assim alguns personagens a usam em destaque e outros a têm apenas em acessórios ou em pequenos detalhes da roupa. Ao longo da história, muitos deles alteram suas customizações, seja por troca de roupa ou porque algumas partes dela são destruídas na guerra, e cada uma dessas transições fala um pouco sobre a transformação do personagem.

    Quanto ao desenvolvimento dos personagens, também tive inspiração em alguns dos meus preferidos dos games. A relação entre os dois personagens centrais do livro, Mathias e Isaac, é inspirada, em parte, na relação entre Luke e Ash do RPG Tales of The Abyss; o caçula do grupo, Noel, tem a personalidade inspirada em Sora de Kingdom Hearts e seu desenvolvimento tem traços da minha interpretação do Link de Ocarina of Time;  a líder Alexis foi desenhada enquanto me lembrava de Mistsuru de Persona 3; entre outros.

    A dinâmica dos RPGs também influenciou. Em vários momentos, principalmente na segunda parte do livro, o grupo se divide em pequenas equipes que vão se alternando em batalhas diferentes, sempre acompanhando a visão do protagonista, o que faz alusão às trocas na party que acontecem frequentemente nesses jogos. Alguns personagens fazem combate à distância, outros no mano a mano, e outros trabalham como suporte.

    E por fim, houve presença de músicas de jogos na construção da trilha sonora que ambienta a história. A começar pela que foi mais emblemática: a abertura de Dragon Ball Z Burst Limit, Kiseki no Honoo yo Moegare. O instrumental da abertura de Dragon Ball Z Budokai 3 fez presença também, assim como a Obstacles que toca em Life is Strange, Passion, Face My Fears e Don't Think Twice de Kingdom Hearts, Progress de Tales of Xillia, Bird Chips I Sing de Tales of Legendia, o tema de Zelda Wind Waker, a abertura de Persona 3 FES, e por aí vai.

    Além de tudo isso, muitos elementos de animes foram usados também, em principal os de Fairy Tail e Naruto.

    Objetivo

    Muita coisa da história pode ser considerada clichê para quem já está ambientado nessas duas culturas, mas o lance é exatamente esse: fazer o leitor se identificar e lembrar daquilo que conhece e gosta vindo de outras mídias. Para aqueles que não têm tanto contato com jogos e animes, o objetivo então é fazer com que ele tenha um experiência um pouquinho diferente ao ler um livro. É óbvio que não sou a primeira a fazer isso, portanto também deixo aqui a indicação do livro de um cara que fez isso muito bem: Matéria - Espada de Madeira.

    Por que escrevi isso?

    Queria concorrer ao concurso literário da Amazon com a história que sempre quis escrever, que me fizesse quebrar todos os paradigmas que tinha com o mundo da literatura - que eu mesma dividia do mundo dos animes e dos games quando queria criar uma nova história - e que levasse jovens leitores a fazerem o mesmo. Com o Fim da Tempestade é uma história que mistura tudo o que sempre admirei e de que sempre fui fã nesses três universos, tornando-se, assim, a história mais sincera que já escrevi.

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      artigos · 15 days ago · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      davidchagas123 · 13 days ago · 1 ponto

      Fiquei instigado a ler o livro

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      dan8d · 11 days ago · 1 ponto

      Oi, tudo bem? :)
      Bem, gostaria da sua autorização para colocar sua publicação em uma revista digital que estou desenvolvendo aqui para o alvanista, ela é totalmente gratuita, estou fazendo para criar um portfólio e por um amor pessoal meu por revistas gamers kkkk.
      Vou deixar o link da minha publicação com a segunda edição para você olhar e avaliar se me autoriza a usar sua publica
      http://alvanista.com/dan8d/posts/3767105-revista-alvanista-002

  • 2019-12-20 11:02:36 -0200 Thumb picture
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    As primeiras revistas brasileiras de videogame e computadores

    Medium 3764662 featured image

    O empresário Aldenor Campos designou sua filha, Alda Campos a criar a primeira revista brasileira de informática em outubro de 1981, a Micro Sistemas. Dentre as publicações mais marcantes, a edição 22 trouxe o primeiro jogo brasileiro comercial, Aeroporto 83, desenvolvido por Renato Degiovani, que assumi o cargo de editor chefe a partir de 1986. Em 1982, a revista Interface surge também para falar de informática. Em 1983, com a popularidade dos computadores nacional, mais revistas de informática começam a aparecer, como a Microhobby, a Micro Mundo e a Geração Prológica. No mesmo ano, nasce as primeiras revistas que abordam videogames e computadores, como a Videomagia, Micro & Video e a Odyssey Aventura, a primeira revista focada apenas em jogos do Philips Odyssey.

     Em 1984, a Disney publicou a História do Computador, que contava a evolução dos computadores em formato de quadrinhos para inserir as crianças no mundo da informática. A publicação deu origem a Video Disney, que já falava de games. Em 1985, surge a MSX Micro, abordando os jogos e computadores da linha MSX que estavam se popularizando no país. A revista Input de 1986 abordava computadores no geral e em 1988 surge mais duas revistas especializadas na linha MSX, a CPU MSX e a Nemesis Magazine, bem focado em jogos japoneses. Nos anos 90, as outras plataformas de computadores começaram a perder espaço no Brasil, dando espaço para os compatíveis de IBM-PC e os videogames de 8 e 16-bits já eram a novidade mais quente do mercado.

     Em uma publicação especial da revista esportiva Semana em Ação, a edição de dezembro de 1990 era focado em videogames. Com o sucesso da edição, ela se torna periódica e nasce como Ação Games no ano seguinte. Em março de 1991, nasce a VideoGame, uma das revistas mais populares da época e que trazia as novidades do mercado e dicas. No mesmo ano, a Supergame traz um conteúdo de jogos focado em consoles da Sega devido a sua parceria com a Tec Toy. O personagem Chefe nasce logo nas primeiras publicações. Para criar a concorrência, a Game Power surge em 1992 e traz jogos da plataforma Nintendo, especialmente aclamada por fazer a cobertura do lançamento do aguardado Super Nintendo no Brasil pelas mãos da Gradiente.

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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      msvalle · 28 days ago · 4 pontos

      Eu tive a coleção da INPUT e muitas edições da Micro Sistemas! Como o @andre_andricopoulos falou, muita nostalgia!

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      artigos · 28 days ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      fagnerale · 28 days ago · 2 pontos

      Dessas últimas tive as 4, mas a primeira me pediram emprestado e nunca mais voltou, diz o amigo que extraviou, daí me deu uma de dicas dele que eu tava querendo.

      1 reply
  • natnitro Renata
    2019-12-12 01:31:09 -0200 Thumb picture
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    2019 já no fim e uma retrospectiva dos jogos preferidos da década...

    Medium 3762885 featured image

    Parece que foi ontem mesmo que 2009 terminava e ainda lembro perfeitamente do hype gigantesco em cima do AC2 na época, além de Batman Arkham Asylum, Crysis, Bayonetta e Dragon Age bombando geral e ai o tempo passou quase sem notarmos e lá se foi mais uma década repleta de jogos marcantes, épicos, emocionantes e outros nem tanto...

    E nesses altos e baixos da década, eis ai uma lista dos jogos que foram os melhores desses dez anos por aqui, em ordem cronológica:

    1º -- Assassin's Creed Brotherhood (2010)

    A trilogia do Ezio selou a era de ouro da franquia que começou com a história marcante do AC2 em 2009 e chegou ao ápice com o Brotherhood, que até hoje é meu AC favorito, pelo conjunto da obra que inclui jogabilidade simples e muito eficiente com a possibilidade de se ter controle total do parkour nas escaladas e corridas, etc, além do combate mega fluído que exige timing certo para bloquear e atacar, emendando counter-kills mega estilosos, o que desapareceu depois do Revelations, virando praticamente só quicktime events do AC3 pra frente...

    E além da jogabilidade sensacional, juntamos ai a ambientação magnífica de Roma, os personagens mais carismáticos da franquia inteira, as melhores guildas de aliados, a possibilidade de recrutar e treinar seus próprios discípulos, dezenas de side-missions excelentes, o melhor vilão da saga e, obviamente, o melhor protagonista que a franquia já teve até hoje, que é ninguém menos do que o mestre assassino Ezio Auditore da Firenze no seu auge, que assim teremos o melhor AC já feito até agora... ♥♥♥

    "Nós agimos nas sombras para servir a luz...

    Nós somos Assassinos...

    Nula è reale, tutto è lecito...."

    "Dizer que nada é real significa compreender que as bases da sociedade são frágeis e que somos guias da nossa própria civilização...

    Dizer que tudo é permitido, é compreender que nós somos os arquitetos de nossas ações e que devemos assumir as consequências de nossos atos, sejam eles gloriosos ou trágicos...

    (Ezio Auditore da Firenze)"

    Só de pensar no que veio depois da saga do Ezio, já bate uma saudade enorme da época em que a Ubi sabia fazer jogos bons... 

    Menções honrosas 2010Red Dead Redemption e Lords of Shadow 1

    2º -- Dark Souls (2011)

    E o grande marco divisor de dificuldade no mundo dos games veio justamente em 2011 com o primeiro Dark Souls, que dispensa qualquer apresentação, tanto que virou até uma categoria própria chamada de "Souls-Like" para classificar aqueles jogos que colocam os jogadores no seu limite (e muito além dele), exigindo técnica, paciência e muito aprendizado que vai além de simplesmente esmagar botões... 

    E o mais sensacional de Dark Souls é que ele muda bastante a forma como jogamos todos os outros jogos depois dele, já que nunca mais encaramos um chefe, por mais fracote que seja, da mesma forma que antes...

    2011 também foi um dos melhores anos da década com várias menções honrosas a jogos sensacionais como Batman Arkham City, The Witcher 2: Assassins of Kings, Deus Ex: Human Revolution, Portal 2, etc.

    3º -- Far Cry 3 (2012)

    Nunca fui lá muito fã de Far Cry até o dia em que resolvi dar uma chance para o FC3, que era um daqueles jogos que eu tinha na estante há tempos mas nunca jogava, e ai bastou começar a campanha para logo me empolgar e querer ir até o final para ver como aquela história terminava... 

    E o que fez o Far Cry 3 ser um sucesso e virar o melhor da franquia até hoje foi justamente o conjunto da obra, com uma ambientação de vilas e áreas selvagens em um mapa repleto de missões para todos os lados, a jogabilidade boa para os padrões da época, personagens mega carismáticos como o Vaas Montenegro, que nem é o vilão principal mas acabou virando "a cara" da franquia, com sua presença intimidadora em cena e suas frases marcantes, além de não terem tido medo de inovar até nas pirações psicodélicas que ficaram muito legais e foi uma pena que, mesmo repetindo a fórmula várias vezes depois, a Ubi nunca mais acertou em cheio assim, nem com o Far Cry 5, que só o trailer já dava um hype enorme a ponto de implorarmos pra fazerem até um filme com o Jared Leto de Joseph Seed, o padre malucão do jogo, mas que infelizmente ficou tão sem graça que nem chegou à sombra do Vaas e do FC3... 

    Menção honrosa de 2012: Sleeping Dogs 

    4º -- Payday 2 (2013)

    Com mais de 1.100h de jogo, provavelmente esse foi um dos multiplayers que mais joguei até hoje e que valeu cada minuto porque o PD2 pegou o que o PD - The Heist tinha de bom e melhorou ainda mais e, com isso, elevaram o caos, a confusão e a zoeira a níveis épicos... 

    E mesmo não sendo competitivo, engana-se quem pensa que o PD2 é um jogo simples e fácil, já que o foco é a cooperação para conseguir realizar as missões em equipe para o assalto perfeito em stealth  ou ainda ter que sobreviver até o final e escapar com o loot no loud, o que nunca é tarefa fácil... 

    Menções honrosas de 2013: Metal Gear Rising Revengeance e Tomb Raider

    #5º -- Lords of Shadow 2

    Minha história de amor e ódio pelo LoS2 está registrada aqui no Alva desde antes do lançamento do jogo, quando fui jogar o Lords of Shadow 1, que me fez redescobrir Castlevania e me apaixonar novamente pela franquia desde os jogos oldschool...

    E mesmo sendo um jogo que tinha Castlevania só no nome e uma jogabilidade que não era das melhores, o LoS1 me causou quase o mesmo efeito dos AC, me envolvendo com a história, personagens, ambientação e tudo mais, e ai depois veio o Mirror of Fate que empolgou ainda mais pelo Gabriel como o Prince of Darkness e, com isso, o hype para o LoS2 foi pra estratosfera, já que o jogo parecia espetacular com uma história forte e tensa, além de jogarmos com o Drácula pela primeira vez e até ai tudo parecia incrivelmente perfeito, mas...

    Assim que o jogo saiu, quase tudo que prometeram estava lá, como o Gabriel como o Drácula definitivo, a história envolvente, a ambientação espetacular com um dos gráficos mais bonitos da geração passada, a jogabilidade super estilosa chegando perto da perfeição, etc. 

    Só que o amor também virou ódio por causa de alguns erros imperdoáveis como colocarem stealth em um hack'n'slash com a desculpa mais furada do mundo, e ainda deixarem a campanha linear igual a um corredor, sem nenhuma mísera sidequest, nem boss rush e nem nada além da Arena do Kleidos, que não passa de uma área de treino com inimigos e aliados da campanha e nadica de nada mais...  

    Ai realmente bateu uma tristeza enorme de ver como estragaram o LoS2 dessa forma, mas, ainda assim, só a jogabilidade mega estilosa, os gráficos perfeitos e a ambientação sensacional já valeram por todos os erros...

    Menções honrosas de 2014: Dragon Age Inquisition e Goat(y) Simulator

    6º -- The Witcher 3 - Wild Hunt (2015)

    Se fosse escolher um só para ser o jogo da década, com certeza seria o Witcher 3...

    E só para explicar o motivo de o jogo merecer tanto esse título de melhor da década já renderia um textão à parte, mas, para fazer isso em poucas palavras, basta mencionar o conjunto da obra que raspou quase na perfeição com personagens muito marcantes, história sensacional que chegou a um nível de construção e profundidade da trama nunca vistos até então, com side-missions e dlcs idem, que sozinhas já valem por um jogo inteiro, mais a exploração e jogabilidade boa, liberdade total de escolhas e uma das ambientações mais bonitas já feitas até hoje... 

    É por tudo isso que o Witcher 3 foi bem além de um rpg de mundo aberto e virou praticamente uma experiência para quem for jogar, pelo nível de liberdade e imersão que o jogo conseguiu alcançar... 

    Menção honrosa de 2015: Metal Gear Solid V - The Phantom Pain

    7º -- Dark Souls III (2016)

    Se Dark Souls 1 já veio pra arrebentar geral e virou até um estilo próprio chamado Souls-Like, o DS3 então pegou tudo o que a franquia já tinha de melhor e também de pior, corrigindo essas falhas, e elevou a dificuldade e a beleza do mundão aberto ao nível ultimate, se tornando o melhor da trilogia até hoje... 

    Apesar de ainda gostar mais do Prepare to die antigão, o DS3 é incomparavelmente muito superior na jogabilidade, na liberdade de exploração, ambientação e tudo mais e, de brinde, ainda trouxe toneladas de eastereggs dos anteriores para deixar o mais masoquista dos fãs feliz da vida enquanto encara sua jornada de mais puro sofrimento até o final, embalado pela melhor trilha sonora de toda a saga Souls... 

    Menções honrosas de 2016: Doom e PokemonGo

    8º -- AC Origins (2017)

    Depois de fechar a trilogia do Ezio, foi como se a era de ouro dos AC se encerrasse ai também, já que do AC3 em diante a franquia não conseguiu mais repetir o mesmo hype do início da década e, somado ao detalhe de que os jogos depois do Revelations ficaram cada vez piores com bugs, problemas de desenvolvimento, história ruim e personagens cada vez mais rasos, as coisas chegaram a um ponto em que parecia o fim da linha para a franquia com o Syndicate, que era um jogo bem feito, mas não passava de uma fórmula requentada que ninguém aguentava mais... 

    E foi nesse momento ai o AC Origins chegou quase sem hype nenhum e quando todos pensavam que era o fim, ele conseguiu ressuscitar a franquia outra vez, voltando às origens do credo dos assassinos no Egito antigo e mudou completamente a jogabilidade, incluindo elementos de rpg e bebeu bastante na fórmula do Witcher 3, com umas pitadas de Souls-like, o que era tudo que os ACs precisavam para renascer outra vez... 

    Menção honrosa de 2017: Nioh

    9º -- Spyro: Reiginited Trilogy (2018)

    Quando a trilogia do Spyro chegou aos consoles em 2018 foi uma enorme surpresa para os fãs do dragãozinho roxo mais fofura ever, ao verem os jogos lá do ps1 totalmente recriados em uma engine da nova geração e isso fez a nostalgia bater forte mesmo... 

    E aqui foi tanta nostalgia que não só rejoguei a trilogia clássica do ps1, como também a versão reignited do ps4 e ainda fiz questão de comprar a  reiginited trilogy de pc no lançamento em setembro passado e fechar tudo nos 100% de conquistas de novo... 

    Menções honrosas de 2018 (que ainda não terminei de jogar): God of War e Red Dead Redemption 2

    10º -- Devil May Cry V (2019)

    E o melhor jogo de 2019 não poderia ser outro senão o DmC V, que pegou tudo que a franquia tinha de melhor e elevou isso a níveis épicos... 

    Depois daquela tentativa de reboot da franquia em 2013 que não deu muito certo, ai resolveram trazer o bom e velho Dante platinado de volta, com ainda mais estilo nos combos, zoeiras muito mais afiadas e o resultado foi um dos melhores jogos da franquia DmC, que pra mim só não superou ainda o DmC3, que continua imbatível em todos os quesitos... 

    Esse foi com certeza a melhor compra do ano, que valeu cada centavo pago no lançamento, bem como cada minuto jogado até chegar aos 100% de conquistas, além de ir direto para o top 5 dos jogos preferidos aqui... 

    E como peguei pouquíssimos lançamentos de 2019, as menções honrosas ficarão para o Bloodstained: Ritual of the Night, a Spyro Reignited Trilogy (Steam) e a Phoenix Wright: Ace Attorney trilogy (Steam), que fiz questão de jogar todos eles até fechar os 100% de conquistas...

    E agora que venha 2020 e mais uma década repleta de jogos memoráveis pela frente... :-)

    Assassin's Creed: Brotherhood

    Platform: PC
    2631 Players
    135 Check-ins

    43
  • 2019-12-11 10:40:10 -0200 Thumb picture
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    Versões e acessórios do PC Engine / TurboGrafx-16

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    Em uma parceria entre a Hudson Soft e a NEC, o PC Engine é lançado no Japão em 1987 e se destaca por seu tamanho minúsculo e uso de jogos em cartões. O PC-KD863G de 1988 é uma televisão com um PC Engine embutido com caixas de som estéreo. A versão americana foi chegar apenas em 1989 como TurboGrafx-16, trazendo uma enorme carcaça preta para se adequar ao público. Em novembro do mesmo ano, o PC Engine Shuttle chega ao Japão com um formato de disco voador e trazia uma nova versão do controle padrão. Foi a primeira tentativa de cortar os custos do aparelho. Na Coréia do Sul, a Daewoo Electronics lança o Vistar 16, com design moderno e curvo baseado na versão americana do aparelho.

     O PC Engine CoreGrafx chega em dezembro de 1989 no Japão trazendo saída A/V no lugar do cabo RF e um novo processador. A decisão não foi muito inteligente, pois em 1991, o PC Engine CoreGrafx II volta com o processador antigo. Em abril de 1989, em parceria com a Sharp, o X1-Twin é lançado com a proposta de unir a arquitetura do PC Engine com o computador X1. O PC Engine SuperGrafx chega junto com o CoreGrafx trazendo mais memória e processador mais potente, porém, um custo muito elevado e poucos jogos compatíveis que utilizam as capacidades do hardware. O PC Engine GT e o Turbo Express de 1990 trazem versões portáteis impressionante e em 1991, apenas no Japão, o PC Engine LT vem com uma forma de laptop e uma tela embutida, porém, com preço elevadíssimo.

     Voltando para 1988, a NEC lança o revolucionário o PC Engine CD-Rom², o primeiro add-on com leitor de CD da história. Uma carcaça branca enorme com o leitor de CD e uma interface de conexão atrás para comunicar os aparelhos. A versão americana chega em no ano seguinte, o TurboGrafx-CD, em um formato compacto apenas com o leitor de CD. Uma versão atualizada é lançada em 1991, o Super CD-ROM², com mais memória de buffer, uma nova versão da BIOS e o Super System Card para permitir a leitura do novo add-on. O PC Engine DUO chega em 1991 no Japão e no ano seguinte aos EUA, como TurboDuo. A ideia era trazer um único aparelho a combinação do leitor de CD e leitor de cartões. Em meio a tantas versões do aparelho, o consumidor se perdia facilmente.

     Na parte de periféricos, temos o TurboPad, o primeiro multi-tap a permitir 5 jogadores plugados. O TurboStick era o tradicional controle de Arcade com função de turbo. O TurboBooster trazia saída de vídeo AV e memória extra para salvar o progresso de alguns games. O Avenue Pad 3 é controle padrão, mas com 3 botões de ação, lançado junto do Forgotten Worlds para o Super CD-ROM². O Avenue Pad 6 foi lançado junto do Street Fighter II e trazia 6 botões de ação para se adequar aos comandos do jogo de luta mais popular da história. Foi também lançado uma série de cartões para dar mais memória RAM ao aparelho. Nenhum acessório muito curioso foi lançado para a plataforma.

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      lukenakama · about 1 month ago · 3 pontos

      Eu devo começar a me aventurar em breve nesse console porque baixei o retroarch, quero começar com Rondo of Blood.

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      strider_hiryuu · about 1 month ago · 2 pontos

      Era meu sonho jogar Fatal Fury Special, na época.!

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      darlanfagundes · about 1 month ago · 2 pontos

      Tenho um amigo que tem esse X1 twin da Sharp...ele é bem raro...

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  • 2019-11-29 10:11:44 -0200 Thumb picture
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    A importância e o desenvolvimento de Sonic the Hedgehog

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    Em 1990, os esforços da Sega se voltaram na criação de um novo mascote para rivalizar com a popularidade do Mario da Nintendo. Yuji Naka e Naoto Ohshima desenharam diversos personagens para ser esse novo ícone. Dentre as opções, um cachorro, um coelho que estica as orelhas e o Theodore Roosevelt de pijamas se destacaram, mas o vencedor foi Mr. Needlemouse, um ouriço de cabelo espetado. Após desenvolver o mascote, a equipe japonesa da Sega criou uma banda com vários animais e uma mulher humana para servir de par romântico do protagonista, mas essas ideias foram descartadas pela equipe americana. O design do presidente de pijamas foi aproveitado para criar o vilão do ouriço, Dr. Robotnik.

     O nome Sonic veio da principal habilidade do personagem, sua velocidade que supera a barreira do som. Seus sapatos foram inspirado no Michael Jackson e no Papai Noel e sua atitude de fazer acontecer no presidente Bill Clinton. A Sega investiu pesado em propaganda para apresentar seu novo mascote, patrocinando uma turnê do grupo Wonder 3 e aparecendo como um pingente decorativo no primeiro Arcade de 32-bitsda Sega, Rad Mobile. Yuji Naka havia desenvolvido um protótipo de um jogo capaz de mover um sprite em alta velocidade usando matriz de pontos. Naka era muito fã de Super Mario Bros. e se desafiava a passar da primeira fase o mais rápido possível, mas achava o personagem muito lento. O projeto “Defeat Mario” contava com uma equipe 7 funcionários e foi crescendo ao longo dos meses.

     A equipe Sonic Team trabalhou meses para tirar todo proveito que o Mega Drive podia oferecer. Os cenários apresentavam uma gama de cor nunca antes vista, a trilha sonora de Masato Nakamura ficou fantástica, mesmo se limitando aos 4 canais de som do console. Yuji Naka ficou cerca de 8 meses criando a Green Hill Zone, pois a proposta do design das fases era dar ao jogador a sensação de velocidade e liberdade, já que há várias rotas possíveis para se concluir cada nível. O presidente da Sega da América, Tom Kalinske, lançou o jogo nos EUA primeiro logo após a aprovação dos jogadores na CES de 1991. Para aumentar ainda mais a popularidade do jogo, Sonic the Hedgehog substitui Altered Beast como jogo bundle e logo se torna um dos maiores sucessos da história.

     O sucesso do primeiro jogo foi algo sem precedentes. Muitos consideravam ele como o melhor jogo de todos os tempos e mostrava que o Genesis era capaz de uma prima tão fantástica. Vender o cartucho junto do console se mostrou uma estratégia genial, visto que o aparelho vendeu mais que o Super Nintendo no período do Natal de 1991. No pico de janeiro do ano seguinte, pela primeira vez na história, a Sega havia ultrapassado a Nintendo, que se manteve como líder do mercado desde 1985. Uma versão 8-bits do jogo saiu no mesmo ano e ajudou a popularizar o Game Gear e o Master System, mas ainda não conseguiram vencer a concorrência. Yuji Naka ficou insatisfeito com a falta de créditos que recebeu do jogo e saiu da Sega, mas logo foi contratado pela Sega da América para desenvolver a sequência do sucesso.

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      lukenakama · about 2 months ago · 4 pontos

      O legal é que essa mulher loira que fazia parte da ideia inicial de Sonic tinha o nome de Madonna, @andre_andricopoulos pira

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      fagnerale · about 2 months ago · 2 pontos

      Não gosto de ficar comparando eu gosto igual de Mario e Sonic, já zerei todos os jogos de Mario do snes e Sonic do Mega e acho muito bom os dois, os dois mascotes são nota 10

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      artigos · about 2 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • 2019-11-27 20:06:24 -0200 Thumb picture
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    Top 10 Jogos de SNES (Parte 1)

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    Shounen Ninja Sasuke

    Um beat em up com elementos de plataforma e RPG que com certeza merecia mais visibilidade. Apesar da história clichê (um ninja que sai em busca de uma princesa raptada, ao lado de seu amigo), o jogo garante muita diversão com seus vários inimigos interessantes e ótima jogabilidade, mesmo sendo infelizmente um jogo curto.

    Ele foi planejado para sair também nas Américas, mas acabou não rolando. Por sorte o jogo foi traduzido para o Inglês e pode ser encontrado facilmente. Também tem uma versão Multiplayer, que eu nunca testei, mas deve ser incrível.

    Uncharted Waters: New Horizons

    Eu não costumo jogar jogos de estratégia/simulação semelhantes a Sid Meyers Civilization, mas Uncharted Waters é um título ao qual abri uma exceção.

    Aqui você joga com um Capitão de navio (podendo escolher entre seis personagens, cada um com objetivos diferentes), e o jogo é praticamente um “simulador de tripulação”, onde você pode aumentar seu navio (mandando fazer ou comprando), mas com isso terá que cuidar da tripulação (como não deixar faltar comida), que pode ser cada vez maior dependendo do navio, e você deve colocar cada companheiro para desempenhar uma função, para que o navio funcione corretamente. Apesar do jogo ter uma história a ser seguida, a navegação no mae acaba sendo bem livre e ampla, onde você pode ser atacado por piratas, descobrir lugares escondidos e até encontrar com sereias.

    O jogo também é um RPG, principalmente no quesito batalhas. Você deve estar bem equipado para que vença as batalhas e não tenha suas coisas roubadas.

    Fora tudo isso que eu falei, o jogo também possui um sistema de venda e troca, um bar onde você pode ir arrumar novos companheiros e até alianças com a realeza.

    The Legend of Bishin

    Um jogo futurista para a época que foi lançado (por ser dos anos 90 e se passar em 2010-20). Ele é uma mistura interessante de beat em up com corrida.

    Depois de uma série de catástrofes em Tokyo (como a erupção do Monte Fuji), as pessoas tentam sobreviver e voltar a vida que tinham antes; só que no meio disso, muitas pessoas se aproveitaram; entre elas, várias gangues de motoqueiros.

    É ai que você escolhe entre dois protagonistas, e o que você escolher precisa dirigir pelas ruas e lutar com os motoqueiros, para resgatar o companheiro que foi sequestrado por eles.

    Para quem gosta de beat em up, ou melhor ainda, de corrida também, com certeza vai adorar o jogo, que tem uma jogabilidade boa e gráficos bonitos.

    Magna Braban

    Um RPG com um sistema diferente para a época. Um garoto chamado Alex certa vez foi atacado por demônios controlados por um rei demoníaco , porém foi salvo por um guerreiro, e desde então o garoto passou a sonhar em futuramente ser como ele, mesmo com seus pais desaprovando. Quando atingiu certa idade, o garoto entrou em um torneio, mas perdeu logo no começo. Ele foi mandado para se recuperar, junto com outros dois guerreiros; porém, enquanto ausentes, o rei demônio reaparece com seu exército e mata todos que estavam no torneio, restando apenas Alex e os outros dois guerreiros. Por conta de serem os únicos sobreviventes, as pessoas assumem que eles sobreviveram por força, e o rei os manda em uma jornada para acabar com o Rei Demoníaco e seu exército.

    O jogo nunca lançou fora do Japão, mas por sorte, foi traduzido. O sistema de batalha se difere: antes das batalhas, através de um menu, você deve fazer um esquema de ataques que você deseja que os personagens usem, e a cada batalha randômica, os personagens lutam sozinhos usando o esquema que você escolheu; e a única coisa que você pode fazer é pausar a batalha e mudar o esquema.

    Os gráficos são bonitinhos, as músicas são bem características para a época e tanto os protagonistas quanto os npcs são personagens muito interessantes. 

    Obitus

    Um interessante RPG de Ação em primeira pessoa com muitos elementos de Aventura. Aqui você controla o famoso protagonista perdido que não sabe onde está, o motivo de estar ali e como sair; pois nosso protagonista, que é um professor que sofreu um acidente e se refugiou em uma caverna, apenas para acordar em um lugar estranho.

    Enquanto se aventura pelos interessantes cenários e lidando com combates, você também precisa resolver puzzles enquanto tenta não se perder na infinidade de labirintos que é esse jogo, pois sério mesmo, se você não desenhar onde você está, pode se perder e acabar morrendo; por isso o jogo pode ser frustrante para alguns. O personagem também precisa se alimentar e descansar. 

    The Lawnmower Man

    Inspirado em um filme e livro do mesmo nome (muito bons, por sinal). Nele, um cientista chamado Angelo trabalha em uma indústria VSI, e ele usa drogas psicotrópicas e realidade virtual para aumentar a inteligência de primatas; porém, Angelo pretende testar em humanos, e descobre o protagonista Jobe, que possui uma falha em seu intelecto. 

    A inteligência dele logo aumenta, mas alguns problemas fazem com que Angelo interrompa os experimentos e que Jobe fique agressivo devido a efeitos colaterais. Logo eles continuam o tratamento e Jobe acaba adquirindo poderes telecinéticos. O mesmo decide a procurar vingança contra quem usou ele como teste e a tomar todos os computadores do mundo.

    É um jogo de Ação e tiro, onde o protagonista corre pelos cenários e atinge seus inimigos. O jogo não tem muitos níveis, e algumas partes são 3D e em primeira pessoa. O jogador pode coletar discos e upgrades para armas. 

    Umihara Kawase

    Conhecido por muitos como o jogo que fez um Japonês deixar seu SNES ligado por 20 anos para não perder o save. Um jogo simples, mas desafiador. Cada fase do jogo são campos interligados que possuem plataformas estáticas ou que se mexem, espinhos e outros tipos de obstáculos, inclusive bichos marinhos estranhos. 

    Tudo que a personagem tem é uma corda que ela deve usar corretamente para se deslocar entre os obstáculos e chegar até as portas. A corda é uma linha de pesca que se prende nas superfícies. A personagem também pode correr, pular e subir nos lugares. Existem várias rotas possíveis para vencer as fases.

    Deae Tonosama Appare Ichiban

    Com certeza um dos jogos mais bizarros do SNES, envolvendo alienígenas que querem dominar o Japão, e por isso os dois protagonistas devem impedir. Um deles é o filho de um lorde feudal que morreu; e apesar dele não ser forte, seu pai entra em seu corpo e o da força. O outro personagem é um príncipe Francês que acabou indo parar nó Japão por acidente; ele é rápido e atira flores; e também pode se transformar em seu pai.

    Depois de escolher um dos protagonistas, você descobre que eles também possuem ajudantes que os ajudam fazendo mágicas. Os garotos ficam muito mais fortes quando se transformam em seus pais musculosos, mas a cada ataque que eles levam, a barra de poder diminui até chegar a zero. Vale a pena checar o jogo e ver inimigos e personagens extremamente bizarros.

    Neugier: Umi to Kaze no Koudou

    Um jogo de ação e aventura que lançou apenas no Japão, mas que foi traduzido por fãs. É um jogo bem simples e curto, porém divertido e com gráficos interessantes. No jogo existe um reino chamado Neugier sob o reinado do Conde Wein. Em um navio, ele, seu assistente e sua tripulação foram subitamente atacados por piratas , e a situação só piora. O protagonista é o filho banido de Wein, e ele deve salvar o reino.

    Como eu disse antes, é um jogo simples e rápido, mas que vale a pena tirar um tempo para desfrutar de sua tradução. O personagem pode também se equipar com armas e armaduras, em um menu estilo RPG.

    The Twisted Tales of Spike McFang

    Um jogo de Ação extremamente bom e que não recebeu tanto reconhecimento como merecia. Aqui você controla Spike, filho de Dracuman que é líder da Ilha de Dracuman. Spike é um vampiro e mágico em treinamento. Spike deve salvar a Ilha que General Von Hesler pretende atacar, e salvar tanto sua ilha quanto a de sua amiga.

    As fases são vistas por cima e muito bem desenhadas. Spike conta com diversos ataques, como jogar seu chapéu (mais de um modelo disponível), e também o uso de cartas que lhe dão poderes mágicos, como invisibilidade, recuperar vida, summonar morcegos e anjos, flutuar com balões, transformar pessoas em pequenos animais, etc.

    Espero que tenham curtido a primeira lista de SNES!

    Ps: O jogo na capa á Famicon Detective Club II

    @srdeath

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      davidchagas123 · about 2 months ago · 3 pontos

      conhecia nenhum dos jogos, irei experimentar cada um

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      vinicios_santana · about 2 months ago · 3 pontos

      Não conhecia absolutamente nenhum. kkk
      O beat n up do ninja e o dos piratas me chamaram a atenção.

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      onai_onai · about 2 months ago · 3 pontos

      Como um apreciador de jogos de estratégia me interessei por esse Uncharted Waters: New Horizons.

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  • 2019-11-20 18:43:28 -0200 Thumb picture
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    Hardwares retrô que merecem uma boa olhada

    Medium 3758454 featured image

    Não vou falar de todos o retro consoles, pois existem vários irei me focar nos portáteis e apresenta-los brevemente pelo motivos em questão que chamaram atenção na minha opinião .

    ClockworkPi

    Desenvolvido pela Gameshell esse ele é um retrô console criado de kickstarter, o inovador dele é ser montável que dispensa o uso de soldagem e parafusar, em resumo as peças são encaixáveis e podem ser montadas a sua maneira. Nele são: Tela LCD, speaker, carcaça com botões e Bateria. Ele tem a aparência de um Game boy o diferencial dele é a questão de personalização dele onde podem instalar nele peça nas costas do console onde teriam os gatilhos de L&R.

    Outro ponto forte dele é o ser um instrumento que abraça desenvolvedores de jogos indies e ua ferramentas, ele usa um escopo baseado em Linux pelo que pude notar dele e seu recurso wiifi podemos jogar com em modo multiplayer, ou seja, cabo link remotamente.

    Para saber mais

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    Odroid Go

    Funciona da mesma maneira do ClockworkPi que tambem pode ser montado e personalizado, mas sua limitação é a mesma do Bittboy onde ele só suporta os emulações de console de dois botões ou menos como a família Game Boy e Color, Nintendo e Master System e Game Gear. Ele tem um destaque a mais em seus mutiusos onde tem até como medir distância e controlar o LED do seu smartphone (não sei bem como funciona ou se é muito util, mas é um bom diferencial), mas em palavras finais ele é um ClockworkPi sem seus upgrades.

    Mais infos

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    Pocket Go

    Se vocês lembram do Bittboy vão reconhcer esse carinha aqui. Da mesma família Bittboy o Pocket Go é uma evolução do mesmo sendo que o primeiro era "limitado" pelo design de game boy esse se alargou para os lado e se achatou, ganhando dois gatilhos nas suas extremidades assim expandindo seu limite a mais consoles que usam o recurso L & R como Super Famicom e Game Boy Advance.

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    Analogue Pocket

    Desenvolvido pela Analogue esse é um pouco mais saudosita pois, ele rodará os cartuchos dos portáteis originais como game boy, color e advance como se fosse o próprio console ele usa placas FPGA pelo que pesquisei, ele rodará tambem os cartuchos de game gear, atari lynx e neo geo pocket, mas a compatibilidade só será possível por adaptadores de cartucho (eu fico imaginando tipo um super game boy, mas em menor escala sendo usado nele). Ele possui duas entradas USB e sistema Bluetooth. Mesmo eu dizendo que ele roda cartuchos como o original ele uso o recurso de micro SD como todos os listados acima. Afinal é um retrô console.

    Novidades que muitos que viram gostaram é o Analogue Dock que permite conectar na Televisão pra jogar que nem o SuppaBoy e Nintendo Switch por via de HMDI. E um sintetizador de musicas baseado no Nanolop 2 pra quem curte criar musicas ou brincar de reinventar faixas (como eu faço de vez ou outra no gameboy camera ) , pois como já vimos o game boy tambem é usado por Dj's pra fazer musica.

    Ps: Ele tem previsão para sair em 2020 para mais infos sobre

    Gradecido por terem chegado até o final.

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      dan8d · about 2 months ago · 2 pontos

      Oi, tudo bem? gostaria de trocar mensagens sobre um projeto que estou querendo começar, porem não estou conseguindo mandar mensagem direta para você, é sobre esta publicação, poderia entrar em contato comigo aqui pelo alvanista mesmo?

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      guicarneirol · about 2 months ago · 2 pontos

      Mano muito irado a tua postagem, se não se importar quero te deixar um convite ;D

      Eu montei faz 4 meses uma rede social para Gamers (Pyre) e acredito que o pessoal lá amaria tuas postagens. Dá uma chegada lá e compartilha os teus textos e check-inks ;D

      https://pyre.gg

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      wcleyton · about 2 months ago · 1 ponto

      Quem tem interesse, indico buscar sobre RS 350, ldk e gpd XD, está último é mais caro, mas é o supra sumo em matéria de console portátil para emulação

  • 2019-11-20 10:18:03 -0200 Thumb picture
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    Os processos judiciais da Nintendo

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    A chegada da Nintendo em território americano chamou a atenção da Universal com seu grande sucesso dos Arcades, Donkey Kong. A Universal alegava que o jogo violava os direitos intelectuais de seu filme, King Kong e processou a Nintendo em 1982, além de outras empresas que vendiam produtos com uso do gorila do Arcade. Enquanto algumas empresas sediam a pressão da Universal e pagaram uma taxa para não serem processada pela gigante dos cinemas, a Nintendo resolveu lutar. O advogado da Nintendo, Howard Lincoln, contratou John Kirby e no tribunal eles provaram que a Universal não tinha direito sobre a marca King Kong, pois ela já estava em domínio público e que a mesma já tinha perdido um processo anterior contra a RKO alegando os mesmos falsos direitos sobre a marca.

     O tribunal deu causa ganha para a Nintendo e ainda castigou a Universal por tentar usar mais uma vez King Kong para ganhar vantagem, mesmo sabendo que não tinha os direitos e ainda por extrair contratos de licenças contra empresas menos capazes. Em 1984, a Universal recorreu, alegando que os jogadores podiam confundir o gorila da Nintendo com a produção cinematográfica. Novamente, o tribunal deu a causa para a Nintendo ao declarar que ambas as propriedades não tinham nada em comum e que Donkey Kong podia no máximo ser visto como uma paródia do gorila dos cinemas. Com a vitória da Nintendo nos casos, ela se viu confiante de entrar no mercado americano com o NES e brigar no tribunal para quem violasse seus termos a respeito do novo videogame.

     O chip 10NES da Nintendo permitia que somente os cartuchos produzidos por ela podiam ser lidos pelo videogame, mas em 1987, a Atari conseguiu fabricar um chip que burlava essa comunicação por meio de engenharia reversa. Cartuchos com o chip Rabbit foram produzidos e a Nintendo logo processou a Atari por violação de direitos. A Atari se voltou, alegando que a Nintendo estava abusando dos direitos e criando um monopólio nos videogames. O tribunal iria dar a causa ganha para a Atari, uma vez que o uso da engenharia reversa não figura como violação de direitos autorais, porém, a Nintendo conseguiu provar que a Atari obteve acesso aos códigos do 10NES de forma ilegal, finalizando o processo só em 1992.

     Em 1990, a Lewis Galoob criou o Game Genie, um periférico capaz de alterar o código de um cartucho em tempo de execução para inserir trapaças nos jogos. A Nintendo entrou com a ação no mesmo ano, alegando quebra de direitos autorais. O tribunal foi decidido em 1991 a favor da Galoob, alegando que a inserção de códigos nos jogos era como pular páginas de um livro ou avançar capítulos de um filme. Uma vez que a pessoa comprasse o cartucho, poderia fazer o que bem entender para expandir o produto e criar novas variações do mesmo. A Nintendo recorreu, mas perdeu novamente, tendo que pagar o valor de 15 milhões a Galoob referente ao período que o Game Genie estava proibido de ser vendido durante o andamento do processo.

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      darlanfagundes · about 2 months ago · 3 pontos

      Todo castigo pra Nintendo é pouco!

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      andre_andricopoulos · about 2 months ago · 2 pontos

      Kkkkk...mano, que história.
      Eu não sabia dessa treta com o KING KONG...tampouco que NINTENDO ganhou a causa 2x...(^^)(^^)(^^)
      😂😂😂😂

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      thecriticgames · about 2 months ago · 2 pontos

      Essa do King Kong é epica, e ja ouvi falar que é até hoje citada na própria area jurídica dela como casos historicamente e culturalmente relevante e notáveis.

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