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  • johnny_bress Johnny Bress
    2020-04-05 10:12:03 -0300 Thumb picture
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    Modernizar, e entupir de habilidades pode deixar o jogo mais facil?

    Medium 3788399 featured image

    Este é um texto para ser discutido, e que não deve ser generalizado,


    Os jogos retro, tinham como característica sua dificuldade, muitos jogos faziam o jogador querer jogar o controle na parede por diversas vezes, um dos motivos disso são as limitações na jogabilidade. O personagem andava lento, ou o pulo era lento, não tinha uma forma de se recuperar de um pulo mal dado, ou ter um corretor automático de pulo para que caso você errasse o pulo ter menores chances de errar. Era muito comum personagens morrer após pular de um local para outro e bater em um inimigo e ser jogado num buraco.

    Mas apesar disso os jogos eram amados e são lembrados até hoje por horas de jogatinas tentando passar de uma única fase, e mesmo com este problema a paixão não deixa o amante daquele jogo dizer que ele era ruim, porque depois de todos esses momentos de raiva, vinha o delicioso momento da conquista de passar da fase. Claro que não são todos que pensam assim e temos como exemplo fãs da franquia Resident Evil que jogou as versões clássicas, mas se pudesse tiraria de sua memória e hoje valoriza as versões mais modernas.

    Sabe-se que Castlevania SOTN é um dos melhores jogos da franquia, mas para muitos ele não é um desafio, é um ótimo jogo, gostoso de se jogar, porem com tantos itens, e skills, poucos jogadores tem realmente dificuldades no jogo, principalmente depois de pegar o shield rod, o alucard shield e a famosa espada crissaegrim, nesse ponto o jogo fica praticamente no modo fácil. Claro que é necessário desenvolver habilidades no controle do jogo para chegar a esse ponto, coisa que varia de jogador para jogador, mas não deixa de ser algo que torna um jogo que para muitos já não é tão difícil um pouco mais fácil.

    Mas as coisas começaram e a se modernizar mesmo e fazer toda a diferença a partir da sétima geração de consoles. Mais potentes, mais espaço par armazenamento e liberdade na criação de jogos trouxeram diversas melhorias, dentre elas a simplificação na jogabilidade, e muito mais habilidades para os personagens, habilidades estas que facilitava a vida de quem jogava, sistemas de correção de pulos, se proteger em quinas e paredes, dar rolamentos, esquivas mais precisas, as chances de errar um salto de um ponto a outro se tornou bem menor. Aos personagens agora podem ser adicionadas diversas novas habilidades e skills compradas ao adquirir pontos, coisas que geralmente eram mais conhecidas em jogos de RPG. Então o jogador poderia melhorar a esquiva, a pontaria os danos nos inimigos.

    Mas as vezes disponibilizar tantas habilidades ao personagem pode acabar deixando o jogo fácil em seu modo normal, e para o jogador ter um verdadeiro desafio, somente aumentando a dificuldade, porem nem todo mundo consegue jogar numa dificuldade acima do normal. O sistema de proteção em paredes e barricadas é muito útil, mas ao mesmo tempo torna o jogo frenético e lento ao mesmo tempo, pois o jogador avança, se protege, derrota os inimigos e avança novamente.

    Colocando tantas habilidades aos personagens nos jogos, o jogo se torna mais facil, mais acessível a um número maior de jogadores, mas acaba diminuindo o fator desafio. O jogador tem menos medo de morrer até porque tem o sistema de chackpoints e ele vai retornar bem próximo onde o personagem morreu, o sistema de stealth é outro fator muito usado nos jogos atuais e que de certa forma deixa o jogo mais lento, pois as vezes, ser visto significa ter que enfrentar hordas de inimigos, que nem sempre é difícil, só demorado, e daí fica a escolha do jogador, ser um perito em stealth e matar os inimigos mais facilmente ja que eles sempre dão brechas para serem atacados por traz, ou ser o “ruxador” que “mete as caras” e enfrenta todos os inimigos.

    Então vem um ponto de divisão onde por um lado, mais habilidades que permita o jogador ter um controle melhor da situação podendo se livrar de momentos que poderiam ser difíceis ao invés de dores de cabeça errando tanto uma parte, ou seja, mais acessível para a maioria dos jogadores, mas sem a sensação de desafio conquistado por conseguir avançar numa parte do jogo. Ou deixar menos habilidades para o personagem, sendo obrigado a ser mais preciso nos pulos em plataformas e se esforçar mais para derrotar seus inimigos que será necessário por várias vezes repetir a mesma parte, mas que o gostinho da vitória será prazeroso

    O único problema para o jogador que deseja um jogo mais desafiador na jogabilidade é que a maioria das empresas atuais querem vender o jogo para o máximo de pessoas, assim deixando os jogos num padrão de simplicidade nos jogos

    Com isso, o jogo se tornar chato ou não vai depender do tipo de exigência do jogador, se ele deseja ter uma experiência mais cômoda, apenas avançando no jogo sem muitos desafios, ou desejar mostrar melhor suas habilidades como gamer raiz em jogos com personagens mais limitados que exigiria mais do jogador.

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    • Micro picture
      artigos · 3 days ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

    • Micro picture
      augus · 3 days ago · 2 pontos

      Depende, a simples existência de power ups e leveling não deixa o jogo fácil, a facilidade dos jogos diferem dependendo da experiência que o desenvolvedor que empregar na obra. Sim, os jogos antigos eram bastante difíceis, mas qual era o tempo para zerar algum jogo mesmo ? Muito deles eram curtos, curtissímos, ou até mesmo feito para arrancar fichas de jogadores de arcades, pratica que ainda existe porém não tão popular mais, e por causa dessa limitação clara de espaço de memória, os jogos tinham suas dificuldades acentuadas para proporcionar mais tempo de jogo. Isso é ruim ? Não, mas com o passar das gerações, os desenvolvedores ganharam mais espaço de alocação para trabalhar, como você mesmo cita, e com isso mais conteúdo poderia ser feito. SoTN é um dos melhores castlevanias feitos e a falta de dificuldade dele não enfraquece a obra, ele continua sendo incrível em outros aspectos, como level design, trilha, dentre outros.
      Pegando dois exemplos "recentes" de um jogo difícil e um considerado mais "fácil" que posso falar, joguei bastante eles, são P3 e The Last of Us; TLoU é o meu jogo favorito de todos os tempos, seus diálogos, seu personagens, sua trilha invoca em mim coisa que nem um jogo invocou e ele é um jogo particulamente "fácil" de terminar e nem por isso a falta de uma dificuldade punitiva, usando o modo Normal como padrão, diminui a obra por nem um segundo, ele continua sendo provocativo e um divisor de águas para a indústria. Já P3, tem uma ótima história, ótimos personagens e é extremamente punitivo e difícil, inimigos com golpes letais, sem controle de sua party nas lutas, morreu vai pro último ponto de save e grinding excessivo, tornou minha experiência cansativa e, particulamente, não sinto vontade de rejoga-lo, já é um jogo longo, tem 100 horas, e percebe o quanto o time de P3 entendeu e balanceou mais a dificuldade para as suas sequências, P4 e P5 jogam muito melhor que P3.
      E para dizer que eu não vou ser injusto e só usei a dificuldade como exemplo negativo posso citar Hollow Knight, que é um jogo indie, feito por 3 caras e é maravilhoso. Tudo em HK beira a perfeição, inclusive sua dosagem de dificuldade, que meio que se perde na última dlc gratuita. Já o problema de jogos com mecânica de cover, é uma histórias muito longa para esse comentário que já está imenso, basicamente Gears of War fez bem feito e popularizou e veio um monte de jogo ruim usando a mesma ideia.
      Por fim, jogos fáceis não devem ser menosprezados por serem fáceis, eles devem ser desconsiderados por serem ruins se forem ruins, e a dificuldade acentuada não faz o jogo melhor ou mais recompensador, nada mais recompensador que o final de TLoU, jogos tem virtudes diferentes que devem ser analisadas com sua respectiva proposta. Que mais jogos jogos bons sejam feitos não importando sua dificuldade.

      1 reply
    • Micro picture
      kess · 3 days ago · 2 pontos

      Mas tudo na vida é assim. Algo novo, começa como sendo desconhecido, complicado e difícil, e conforme vamos nos acostumando, lidando e convivendo, fica mais simples. Ganhando novas habilidades, certamente.

  • arbitergamer Cesar Borges da Silva
    2020-04-03 13:20:06 -0300 Thumb picture
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    Qual game de luta jogar?

    Medium 3787970 featured image

    Fala pessoal, tudo bem com vocês? Aqui é o Arbiter Gamer.


    Hoje vamos falar sobre os games de luta que temos no mercado atualmente.
    Mesmo não sendo o gênero favorito de muitos hoje em dia, os fighting games ou simplesmente games de luta estão presentes com muita força na nossa cultura, graças a paixão e a inúmeros eventos dedicados exclusivamente a eles no mundo todo, inclusive aqui no Brasil.

    Games populares como Street Fighter V ou Mortal Kombat 11 estão sempre presentes nas jogatinas, seja on line ou nos contras com os amigos nos finais de semana. Mas esses não são os únicos excelentes games que temos.

    E pra ajudar você a escolher um novo, fiz esse pequeno guia pra vocês.



    Tekken 7 - PC/PS4/XONE

    Um dos games mais jogados ao redor do mundo com um evento mundial próprio e bastante suporte de sua produtora. Mesmo com 6 anos de idade o jogo ainda ainda vale a pena, mesmo exigindo bastante dedicação de quem quiser se dar bem.


    Marvel vs Capcom: Infinity - PC/PS4/XONE

    Massacrado pelos jogadores e pela mídia especializada, o último crossover da Capcom não saiu como esperávamos, apesar de ter uma jogabilidade interessante e ótimos personagens. Mas a falta dos X - Men e gráficos abaixo da média tiveram um peso enorme para os fãs da franquia.


    Soul Calibur 6 - PC/PS4/XONE

    O conto das almas e espadas está ainda melhor nesse sexto game. Com um novo sistema de batalha e personagens convidados e o excelente visual de sempre, Soul Calibur 6 é uma ótima pedida para os fãs de jogos de luta 3D. E não podemos deixar de falar do seu caprichado modo de customização de personagens.


    Street Fighter V: Champion Edition - PC/PS4

    Pacote completo do quinto game tem tudo que os fãs pediram desde o inicio: Muitos personagens, cenários, história e uma excelente jogabilidade. Conta ainda com bastante referências clássicas e muita variedade. Recomendado!


    The King of Fighters XIV - PC/PS4

    Um game controverso, primeiramente pela qualidade gráfica abaixo do esperado e depois pela jogabilidade ter alguns pontos questionáveis. Mas a quantidade de personagens, jogabilidade fácil e combos arrasadores fazem esse KOF interessante se você deixar o preconceito de lado e quiser apenas se divertir. Ainda mais se for fã da SNK.


    Dead or Alive 6 - PC/PS4/XONE

    Com lindos gráficos, jogabilidade refinada e atualizações constantes, DoA 6 demanda bastante dedicação para aprender as mecânicas e se dar bem, assim como a maioria dos jogos 3D, mas com certeza e bem recompensador e o elenco de personagens carismáticos ajudam muito com isso.


    Samurai Shodown - PS4/XONE

    Novo game da franquia retorna com toda grandiosidade que os games clássicos tinham. Não espere que o jogo vá te ajudar dando dicas e te ensinando combos passo a passo como outros games do gênero fazem. Trata se de um game novo com aquela pegada retrô que os arcades tinham. Chame seus amigos, aperte start e simplesmente jogue!


    Guilty Gear XRD Revelator - PC/PS4/XONE

    Gráficos lindíssimos, jogabilidade precisa, simples e rápida, tutoriais completos fazem esse game uma ótima game, tanto para novatos quanto para experientes, graças as suas mecânicas inclusivas e um dos melhores tutoriais de todos os tempos.


    Injustice 2: Legendary Edition - PC/PS4/XONE

    O primeiro Injustice se mostrou um grande jogo e o segundo só melhorou ainda mais a experiência. Dublagem perfeita, modo história cinematográfico, novos personagens e boa jogabilidade e modos de jogo e treino. Muitas opções on line e off line. Não deixe de jogar.


    Dragon Ball FighterZ - PC/PS4/XONE

    Jogabilidade estilo Marvel versus Capcom, rápida e precisa. Visual anime espetacular e uma história criada especialmente para o jogo. Porem é um game que possui poucos modos off line e pode ser um pouco frustrante, pois seu sistema de combos extensos pode não agradar a todos e também exige muita estratégia pra se dar bem. Mas os que se dedicarem ao game terão muita diversão.


    Killer Instinct - PC/XONE

    Não se engane com a idade desse game: mesmo sendo um game de lançamento do Xbox One, KI tem uma jogabilidade única e personagens muito bacanas, alguns convidados de outros games como Gears of War e Battletoads, e tem bastante personalidade. Fãs de games de luta devem conhecer esse game.


    Mortal Kombat 11 - PC/PS4/XONE

    Com uma parte técnica impecável e uma nova jogabilidade, MK 11 caiu nas graças dos fãs e com toda a razão. O game é super completo e tem atualizações constantes que deixam o game sempre interessante e deixam os gamers sempre interessados pelo game. O modo história sensacional não poderia estar de fora e seus modos de jogo off line também. Game obrigatório para os fã da franquia.


    Super Smash Bros: Ultimate - SWITCH

    Edição definitiva com todos os personagens da franquia e muitos novos também. O melhor "jogo de luta de 2019" é um game pra todos os públicos se divertirem. Se você não joga muito bem, vai gostar e se for mais hardcore, vai curtir também. Uma característica da franquia. Muitos modos de jogo e uma jogabilidade simples e fácil de aprender. Um game obrigatório e mesmo se você não curtir muito jogos de luta, vai gostar. Um game para toda família.


    Under Night in-Birth Exe: Late [cl-r] - PC/PS4/Switch

    Última atualização de um dos melhores anime fighters da atualidade, que vem ganhando atualizações desde seu lançamento em 2012. Muito completo com vários modos de jogo e tutoriais. É divertido e fácil de começar a jogar e merece toda a atenção dos fighters.


    BlazBlue Cross Tag Battle - PC/PS4/SWITCH

    Crossover de personagens de jogos famosos da produtora Arc System Works como Persona, Under Night in-Birth e claro, BlazBlue.

    Aqui a porrada acontece em duplas no sistema de tag, o que muda bastante a jogabilidade. Alternar entre personagens durante a luta pode não agradar a todos, e a jogabilidade, um tanto complexa faz com que esse game não seja recomendado para os novatos, mas os gráficos lindos e personagens de vários games sao motivos suficientes pra você dar uma conferida.

    Super Street Fighter II Turbo: Champion Edition - SWITCH

    Um dos games do lançamento do Nintendo Switch. Mesmo sendo essa a milésima versão do Street Fighter II, foi uma grata surpresa e essa, além dos gráficos em HD lindíssimos, vem com dois novos personagens e um modo exclusivo que explora os sensores de movimento do console da Nintendo. Um game obrigatório, principalmente para os mais nostálgicos.


    O mercado ainda conta com algumas coletâneas, como Street Fighter 30th Aniversary, ou ainda games da SNK, ou ainda a linha ACA Neo Geo, games retrô que ainda fazem a cabeça da galera. Teremos outros grandes lançamentos em 2020. Mas esses merecerão uma análise melhor futuramente.

    Claro que faltou muitos outros games nessa lista, mas de um modo geral, esse são os principais, e fique a vontade de citar, nos comentários, os games que não entraram na lista.

    Bons contras a todos! 

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      gradash · 5 days ago · 2 pontos

      Blaz Blue é eu tenho todos, menos o Cross Tag e não vou ter nunca. Inclusive estou rejogando o COntinium Shift, que jogo maravilhoso.

      1 reply
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      vinicios_santana · 5 days ago · 1 ponto

      DBZ e Smash

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      arbitergamer · 5 days ago · 1 ponto

      Alguem sabe me dizer por que nao aparecem as imagens que coloquei no artigo? so aparece os links...

      6 replies
  • juninhonash Juninho Rodrigues
    2020-04-02 19:19:21 -0300 Thumb picture
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    5 Motivos Pra Começar "Tales of" Por XILLIA!!

    Medium 3787779 featured image

    1 - Roteiro:

    Diferente dos outros Tales que geralmente são mais complexos como Abyss, Vesperia, Berseria, Zestiria, e outros. Esse é mais simples. O roteiro tem uma premissa simples onde você controla o protagonista e o líder.

    2 - Grupo pequeno

    Sabe quando a frase "menos é mais" faz sentido? Então. Esse aqui segue uma receita pouco comum na franquia de terem poucos personagens mas todos diferentes ao extremo seja em gameplay, visual, motivação e etc. Além do mais, subir de nível até o máximo com grupo menor é mais simples e fica ao o gostinho pra quem curte

    3 - Fator replay

    O jogo tem um enorme fator replay por dois motivos, um deles agrada o público casual podendo escolher entre Jude (líder) e Milla (protagonista), o outro pro público hardcore (que gosta de pegar tudo, platinar, nível máximo) está no grade shop podendo ter enormes vantagens na sua segunda jogada, e o jogo tem um tempo de campanha normalmente menor que dos demais da franquia, justamente pra uma segunda jogada não ser cansativa.

    Ah, vale citar que cerca de 20% da campanha muda dependendo do personagem escolhido.

    4 - Sistema de arcos

    Narrativamente falando, o jogo segue a receita de sempre. São três arcos de historia. E temos 3 músicas de batalha pra CADA personagem em cada arco.

    5 - Sistema de combate

    O jogo oferece um sistema simples, divertido, prático e com gameplay diferente pra todos os personagens (dá pra ficar muito tempo citando as diferenças), tem links de personagens que permitem habilidades secundárias e ataques combinados, além de estratégias de cada personagem.

    Somando tudo isso, temos um jogo que comemora os 15 anos da franquia com muito estilo, trazendo uma abordagem mais leve no roteiro (mas com Plot twists), sistema simples e muita coisa pra fazer e te prender por pelo menos 80 horas se for fazer tudo sem pensar em platinar (E umas 10 ou 15 a mais se for).

    Como o jogo tem pouca referência mas tem muitos elementos da franquia, sem sombra de dúvidas é o melhor ponta pé inicial pra começar na franquia. Que pena ser exclusivo. Espero que algum dia isso mude.

    Sou fã da franquia, joguei e zerei 5 jogos até o momento, Eternia, Abyss, World, Destiny e agora Xillia. O melhor ponto de partida é sem dúvidas o Xillia, pra conhecer e tudo mais, porém meu favorito fica sendo o Abyss de muito mas MUITO longe.

    Tales of Xillia

    Platform: Playstation 3
    715 Players
    191 Check-ins

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  • gamesbr Games BR
    2020-03-31 18:32:33 -0300 Thumb picture
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    Banjo-Kazooie VS Super Mario 64: Qual você mais gosta?

    Medium 3787112 featured image

    Hoje vamos comparar dois ultra clássicos do console Nintendo 64. Um produzido pela Rare, outro pela cúpula da própria Nintendo, se tratando do seu mascote principal, temos dois personagens que sem dúvida trouxeram peso para o início dos jogos 3D da era dos anos 90. Sem falar que, eles representam bastante o início deste universo, onde era bastante comum encontrar mascotes em jogos e não temas ultra realistas, pós-apocalípticos e outros que lavaram a última geração dos games com títulos triple A de qualidade.

    Super Mario 64, o gigante das plataformas

    A Nintendo surpreendeu a indústria de videogames nos anos 80 graças a um encanador, destruidor de tartarugas chamado Mario, que ajuda ela a seguir com consoles até hoje. A série de plataformas 2D foi o rosto dos jogos, mas os anos 90 trouxeram novo hardware e novas oportunidades. Mario fez a transição para o 3D lindamente em Super Mario 64. Assim como Super Mario Bros., estabeleceu um novo padrão da indústria e inspirou inúmeros jogos futuros. Até hoje, ele tem uma das maiores pontuações médias de revisão de qualquer jogo.

    No jogo, Mario deve coletar as estrelas do poder que estão espalhadas por todo o castelo da Princesa. São 120 estrelas no total, e apenas 70 são necessárias para chegar ao final do jogo. Porém, ao terminar o jogo com todas as 120 estrelas, o jogador tem um final surpresa. Em cada uma das 15 fases do jogo há sete estrelas, que podem ser obtidas: cumprindo algum objetivo da fase, ou coletando as 8 moedas vermelhas da fase ou ainda acumulando 100 pontos em moedas (sendo que: amarela = 1 ponto; vermelha = 2 pontos; azul= 5 pontos). Há também no castelo diversas fases secretas, que somam mais 15 estrelas às 105 das fases normais.

    Para ter acesso a uma fase, o jogador deve explorar todos os cantos do castelo, procurando por quadros na parede ou buracos estratégicos, que dão acesso àquelas. Cada uma das fases é um mundo em particular, com seu cenário próprio e vilões/inimigos característicos, além de amigos que ajudarão Mario quando necessário.

    De inimigos, temos o Big Boo, aquele fantasminha “camarada” que só te segue quando você não está olhando pra ele. O clássico Bowser que sem dúvidas estava mais relevante do que nunca neste jogo, dentre diversos outros clássicos. Quanto a aliados, da para se dizer que é bastante focado no próprio Mario, sendo uma história que segue as aventura dele, propriamente dita, para resgatar a princesa.

    Creio ser inegável que Super Mario 64 tenha sido inspiração para Banjo-Kazooie. Realmente, Mario veio antes e algumas inspirações ficaram bem claras para muitos, mas há quem diga que não é por estarmos falando de “cópia” que não tenha como ser melhor. Hoje em dia, há exemplos como The Outer Worlds que é basicamente um “filho” de Fallout, produzido pela Obsidian Entertainment que produziu Fallout: New Vegas para a Bethesda. A Bethesda não continuou seus contratos para a Obsidian criar novos Fallout, fizeram o Fallout deles. É um caso bem diferente do da Rare, mas The Outer Worlds é ruim? Creio que nem chegue perto disso, ainda levando em conta que o jogo já vendeu mais de 2 milhões de cópias desde seu lançamento. Temos também o Starlink que lembra muito outro jogo que vocês conhecem bem.

    Banjo-Kazzoie, uma evolução da fórmula?

    Embora eles não fossem oficialmente um estúdio da Nintendo, a Rare era um fornecedor constante de exclusivos da Nintendo 64 de qualidade. De todas as jóias que eles criaram, o Banjo-Kazooie é um dos melhores. A primeira aventura do “urso e do pássaro” pegou a fórmula estabelecida por Mario e injetou uma dose saudável de personalidade. Está cheio de personagens estranhos e memoráveis, e o diálogo é sempre inteligente. Isso deixou um impacto que leva as pessoas a implorar por outra entrada na série de respeito até hoje.

    Tivemos Banjo-Kazooie Nuts & Bolts em 2008, mas infelizmente não teve todo o sucesso que deveria. Parece que a Microsoft lançou o jogo errado, na plataforma errada, no tempo errado. Afinal, estamos falando de um jogo nascido em consoles da Nintendo, com total outra cultura. Se a Microsoft tivesse lançado o game agora, nesse ritmo de relançamento de Crash Bandicoot e Spyro pela Activision, talvez as coisas tivessem mudado. Atualmente, há rumores de um relançamento do mesmo.

    Banjo-Kazooie não foi apenas um sucesso de crítica quando lançado, mas também de vendas. O título teve cerca de 3.65 milhões de unidades comercializadas apenas no Nintendo 64, o que faz dele o 10º jogo mais vendido do console da empresa. Não precisava ser um gênio para imaginar que uma sequência da franquia estaria a caminho ainda na mesma plataforma.

    Antes de Banjo ter seu próprio jogo, ele fez uma aparição no ótimo jogo de corrida do Nintendo 64, Diddy Kong Racing, lançado em 1997. Na verdade não foi somente ele, o esquilo anti-herói Conker também.

    E uma coisa que gosto de ressaltar nessa franquia, é de como os vilões dele são esquisitos. Indo de homens-de-neve “gentlemans” com cartolas e cara de mau, até uma máquina de caça-níquel no clássico Kazooie até uma máquina caça-níquel, encontrada em jogos de cassino reais, dos quais a maioria dos ataques não conseguem atingi-los, como visto em Banjoo-Tooie. De longe, eles atacam lançando moedas de ouro gigantes, com um som de jackpot. Há também inimigos como uma lata de alumínio. Sim, é isso.

    No jogo você controla Banjo e Kazzoie pela perspectiva de 3ª pessoa, mas a base sinceramente não difere tanto do Mario 64.

    Veredito

    No mais, ambas franquias são incríveis. Talvez se a Nintendo não tivesse perdido a Rare para a Microsoft, hoje tivesse dado o mesmo tratamento a Banjo-Kazzoie que deu a Donkey Kong nos últimos tempos. Afinal, os personagens levam os nomes de parentes do ex-presidente da Nintendo. Todavia, nada é realmente perdido e a mentalidade dos executivos da Microsoft vêm se expandindo cada vez mais para parcerias discretas, como a aparição do personagem no último Smash Bros.

    Afinal, qual é seu preferido?

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    • Micro picture
      rax · 7 days ago · 2 pontos

      Voto no banjao

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      jesspras · 7 days ago · 2 pontos

      Mario 64

    • Micro picture
      vante · 7 days ago · 2 pontos

      Super Mario 64

  • rodrigockp Rodrigo
    2020-03-26 04:10:46 -0300 Thumb picture
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    Jogos para esquecer do mundo!

    Medium 3785374 featured image

    Do modo que estamos vivendo hoje, em 2020, quarentena, sem poder sair de casa, acabamos ficando ansiosos com facilidade. Então resolvi colocar aqui alguns jogos que já joguei ou que estou jogando para me distrair, não irei colocar jogos de tiro como CoD/BF ou de Battle Royale,pois são jogos frenéticos demais e as vezes acabam nos fazendo mais mal do que quando começamos a joga-los. A lista a seguir são aqueles jogos que você pega pra jogar e esquece completamente de tudo a sua volta.

    AER MEMORIES OF OLD:

    O jogo é muito inspirado por Jorney e Ico. Nele controlamos uma garota capaz de mudar a sua forma, em um mundo onde existem varias ilhas flutuantes devido a uma catástrofe, nosso objetivo é encontrar, atravez de puzzles, 3 templos e falar com os Deuses de cada um deles para que, assim, o mundo volte a ser o que era. Independente da conclusão do game, você é livre para explorar o mundo todo logo no começo voando de ilha em ilha vendo as mais lindas paisagens poligonais em jogos desse estilo. 

    Disponível para: Nintendo Switch, PlayStation 4, Linux, Xbox One, Microsoft Windows, macOS, Mac OS Classic

    LANTERN:

    Em Lantern, simplesmente controlamos um balão chinês que tem como objetivo devolver a cor para o mundo a sua volta e salvar uma princesa. Passando por estações do ano começamos em mundos totalmente sem cor alguma e vamos dando vida a todo ele por onde passamos. Assim como em AER cenários paisagens poligonais fazem você ficar andando sem rumo por muito tempo sem nem ao menos perceber que já se passou 2 horas jogando somente a primeira fase. E também pode ser jogado em VR

    Disponível para: PC (Steam)

    BURNOUT PARADISE:

    Sim! um jogo frenético e agitado, porém, você pode simplesmente ligar a radio do game e sair dirigindo sem rumo, apenas "viajando" e matando o tempo, só relaxar e curtir "a viagem". Vale também para um Forza Horizon e um Need For Speed que seja mais "Arcade".

    Disponível para: PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 3, Xbox 360, Microsoft Windows e Nintendo Switch.

    STARDEW VALLEY:

    Obviamente teria que colocar esse jogo na lista, quem me acompanha por aqui sabe que esse jogo está no meu Top 5 jogos favoritos. Plante, explore minas antigas, reconstrua lugares, se case, tenha filhos e prospere dentro de uma fazenda e em uma cidade amigável e agradável sem problemas modernos. Isso vale para jogos como Harvest Moon e Rune Factory também, mas como o foco aqui é colocar jogos que as pessoas tenham pelo menos a chance de jogar em algum lugar acessível, fica somente como menção honrosa.

    Disponível para: Microsoft Windows, OS X, Linux, PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch, iOS, Android e Playstation Vita.

    MINECRAFT:

    Minecraft, o jogo de criança que vejam só, já tem 11 anos e as crianças de 11 anos que jogaram ele no lançamento, já estão terminando A FACULDADE! Monte sua vila, explore um mapa (vazio) e gigantesco, jogue com amigos, construa um mundo ideal para vocês ou simplesmente jogue sozinho e crie seu mapa calmo e tranquilo. Jogos como Minecraft te prendem sem você perceber, começa a jogar as duas da tarde e sem notar, já são 4 da manhã. Minecraft é um jogo de nicho pois são poucas pessoas que não tem um certo "preconceito gráfico" com ele. Mas vale a pena na situação que estamos agora, vai por mim ;).

    Disponível para: Microsoft Windows, macOS, Linux, Android, iOS, Xbox 360, Raspberry Pi, Windows Phone, PlayStation 3, Fire OS, PlayStation 4, Xbox One, PlayStation Vita, Wii U, tvOS, Nintendo Switch, New Nintendo 3DS.


    Então essa,lista é baseada nas minhas experiencias. Porém, posso deixar aqui jogos como "Animal Crossing" que acabou de ganhar uma nova versão para Nintendo Switch e o aclamado "GTA 5" e o "RED DEAD REDEMPITON 2" que mesmo esses dois últimos sendo jogos um pouco mais frenéticos que os outros citados aqui, ainda sim tem o seu tempo de "admiração e contemplação" que faz com que você esqueça até que exista missão principal e uma historia por trás.

    MAS NÃO FIQUE BITOLADO SÓ EM JOGOS! Não sabemos quando isso irá passar, então aproveite também ler aquele livro que você estava enrolando a anos para terminar, fazer aquele curso online que você sempre diz não ter tempo de fazer. Mesmo você que está de home office, você tem bastante tempo sobrando, aproveita o tempo do "transito" que não existe entre a sua cama e a mesa do computador. Passe um tempo também com a sua família, sim, o nome dado para aquele coletivo de pessoas que estão sentadas na sua sala todos os dias, sim aquilo não são seres de outro mundo, são chamados de familiares. Brinque com o seu cachorro/gato ou simplesmente "apague" a sua mente por um tempo, pare de pensar somente em problemas que você sozinho não vai resolver então, meu amigo, relaxa, logo o mundo volta ao normal e você volta a ter esses problemas, aproveite agora para não pensar muito neles. E POR FAVOR, FIQUE EM CASA! NÃO INVENTA DE SAIR PRA CHAMAR A ATENÇÃO E FALAR QUE VOCÊ É FODA E "NINGUÉM MANDA EM VOCÊ" O PROBLEMA QUE ESTAMOS VIVENDO AGORA VAI MUITO ALÉM DESSA SUA REBELDIA ADOLESCENTE OPRIMIDA. Se você tiver o "privilegio" do home office, não saia pra coisas inúteis, a baladinha espera o bar também, não seja um jovem mimado de rebeldia tardia ;)

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      xch_choram · 12 days ago · 2 pontos

      Tem um genero/termo que é usado em anime e manga o iyashikei que seguem bem essa ideia de esquecer do mundo e aquecer o coração, da pra dar uma pesquisada em obras do genero também. Minhas recomendações seria Yotsubato e Yokohama Kaidashi Kikou

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      cris_ds · 12 days ago · 2 pontos

      Boa, esqueceu de mencionar que o Stardew Valley tem pra Vita e Wii U tbm

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      kess · 11 days ago · 2 pontos

      Muito obrigado pelas duas primeiras indicações, achei elas interessantíssimas!

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  • johnny_bress Johnny Bress
    2020-03-12 15:44:03 -0300 Thumb picture
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    Joymasher BR - Revivendo a delicia dos retro

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    Viciado em games Danilo é um Baicharel em arquitetura, a Thais desenvolvedora de jogos criando varios jogos para Celular, tambem é gamedesigne.

    Com isso surge a Joymasher no inicio de 2012 tendo como primeiro projeto Oniken, que seria um game 8bits com uma certa inspiração no game Ninja Gaiden.

    Oniken estava na gaveta do Danilo a algum tempo quando um amigo lhe comentou desse projeto, e ele resolveu voltar a desenvolver o game chegando a finalizar e lançado em 2012. Como novo projeto tiveram o Odallus the Dark Call, mais um jogo 8bits dessa vez inspirado em Castlevania trazendo tambem dificuldade semelhante. A Joymasher mostrava querer trazer para os tempos atuais o gosto dos jogos retro e fazendo isso com maestria, acertando na jogabilidade, efeitos sonoros, e level designe. Tivemos então mais um ótimo jogo, o Blazing Chrome, tendo claramente uma inspiraçao no Contra Hard Corps e ao mesmo tempo trazendo suas próprias qualidades, os jogos da Joymasher são um pedacinho disso e daquilo, pegando varias inspirações para dar vida a um jogo retro, cheio de mecânicas diversificadas.

    Após Odallus Daniel estava um pouco cansado de trabalhar em metroidvania, queria voltar a jogos mais lineares e foi assim que começou a trabalhar em Blazing Chrome

    Das diferenças de Blazing chrome em relação a contra temos o uso de sub armas que pegamos nas fases, stages com veículos,  quando se finaliza o jogo desbloqueiam 2 novos personagens com jogabilidades totalmente diferente  que ao invés de ter armas, usam espadas, dando um toque de Strider

    A Joymasher tenta trazer de volta o gostinho dos jogos da década de 80 e 90, jogos estilos 8 e 16 bits, porem com evoluções na jogabilidade e gamedesign,

    Apesar de ser apenas duas pessoas, eles mostram muito talento em seus jogos com muita criatividade e empenho, dedicando seu tempo para trazer um jogo novo e cheio de qualidades não só para aqueles que se deliciavam  nos  desafios dos jogos 8 e 16 bits, mas  também aqueles jogadores atuais que se sentiram atraidos por estes estilos de games.

    Até Odallus, a Joymasher não tinha uma publisher, dai com Blazing Chrome, a The Arcade Crew entrou em contato com a dupla e se juntaram fazendo agora com que a desenvolvedora brasileira tivesse uma publisher para fazer os ports e a comunicação.

    Blazing Chrome ficou tão bom que a Microsoft entrou em contato com a Joymasher negociando para o game entrar para o Gamepass do Xbox, também tiveram uma certa dificuldade para colocar seus jogos na Steam, demorou um pouco para que o Odallus fosse aprovado na Greenlight (sistema de aprovação de jogos da steam) até então seus jogos eram vendidos de maneira comum sem ter uma plataforma que ajudasse na divulgação. Esta foi uma das coisas que adiou um pouco o alavancamento dos ótimos jogos retro da desenvolvedora

    Mesmo sendo apenas dois membros, a Joymesher não fazia tudo sozinha, contava tambem com parceiros, que ajudam em coisas com programação (no caso do Blazing Chrome) parte sonora como musicas e efeitos sonoros.

     No começo o Daniel ficou um pouco desconfortavel com um segundo programador, mas com o tempo as coisas foram mudando. Blazing Chrome incialmente era pra ser somente um projeto pequeno junto com seu amigo que tinha acabado de se formar e queria por suas habilidades em pratica, o projeto pequeno então se tornou algo bem maior.

     Agora como novo projeto da Joymasher temos o Moonrider, onde podem ser encontrados videos no canal da desenvolvedora. Olhando e chutando parece uma mistura de Oniken com Blazing Chrome

    A Joymasher mostrou que jogos retro também podem ser desenvolvidos em meio a jogos com gráficos de ultima geração.

    Mesmo não sendo facil o desenvolvimento de jogos no Brasil, os estúdios nacionais estão surgindo e mostrando o potencial que os jogadores brasileiros tem para criação de jogos.

    Blazing Chrome

    Platform: PC
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      jcelove · 27 days ago · 3 pontos

      Excelente man. Respeito demais o trabalho do Danilo e da Thais apesar de ser péssimo nos jogos deles.hehe

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      thiagoreis · 26 days ago · 2 pontos

      Esse Blazing chrome é um jogaço !! Joguei ele pelo Game Pass.. Muito bom 👏🏻👏🏻

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      artigos · 12 days ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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  • 2020-03-18 09:38:11 -0300 Thumb picture
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    Atari Jaguar: o último console da Atari

    Medium 3782883 featured image

    A empresa Flash Technology desenvolveu 2 projetos de novos consoles que iriam desbancar o Super Nintendo e o Sega Genesis e a Atari financiou o projeto de 64 bits. Lançado em novembro de 1993, o Atari Jaguar chegou custando 250 dólares e vinha com a promessa de ser o primeiro console de 64 bits. Para promover o videogame, o slogan da Atari, “Do the Math”, apresentava a soma de sua CPU e GPU de 32-bits, formando 64, porém, essa matemática era tendenciosa e tentava enganar o consumidor, visto que nenhum outro console fazia o cálculo de bits desta maneira. Ainda sim, as especificações surpreendiam, com uma 2 MB de RAM, um Motorola 68000 usado como manager, saída de som estéreo de 16 bits com qualidade de CD e saída de vídeo usando cabo composto, RGB ou S-Video.

     O console vinha com duas saídas para controles e o gamepad é considerado um dos piores da história. A peça é composta por um direcional digital circular, 3 botões de ação, botões de pause e option no centro e o retorno do teclado numérico na parte de baixo do controle. O controle foi criticado pela falta de botões de ação e uso do malfadado teclado numérico que nunca funcionou bem em nenhum console lançado. Ainda que fosse considerado um console de 5ª geração, como o 3DO, o console utilizava a mídia de cartuchos para armazenar seus jogos. Com capacidade de até 6 MB de memória, os cartuchos vinham com uma arte estampada na frente e um pegador circular no topo.

     A GPU do console possui instruções destinadas a jogos 3D poligonais, com isso, o jogo Cybermorph impressionava na época e também vinha junto do aparelho. Os demais jogos, ainda que 2D, utilizavam bem pouco do que o console era capaz de oferecer. Apenas 4 jogos estavam disponíveis no ano de lançamento do Atari Jaguar, muito disso se deu devido a confusa estrutura de chips e processadores do hardware do videogame, que acaba dificultando muito o processo de criação de jogos. Além disso, A Atari não conseguiu estabelecer boas parcerias de desenvolvedoras third party para apoiar o projeto. No mesmo ano, publicações já diziam que o investimento no novo aparelho da Atari poderia ser considerado um risco.

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      rshadowss · 20 days ago · 3 pontos

      Hoje esse console tá mais caro que o PS5/Xbox SX, e olha que nem temos valores ainda haha

      É o último da Atari por enquanto, a Atari vai lançar o Atari VCS, pelo menos ela pretende lançar...

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      darlanfagundes · 21 days ago · 2 pontos

      Nunca joguei, embora já esteja aqui no meu Retroarch todos os games...um dia desses testo uns! Vlw por me lembrar...rsrsrs

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      marlonfonseca · 21 days ago · 2 pontos

      Meu sonho de consumo. O console que ainda falta na minha coleção.

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  • johnny_bress Johnny Bress
    2020-03-07 10:09:48 -0300 Thumb picture
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    O poder das mulheres nos games

    Medium 3780330 featured image

    Muitas feministas criticam a Sexualização das mulheres nos games e a mídia pega pesado nesse ponto, mas parece que elas não têm muito conhecimento no assunto. Porem a mulher tem grande poder nos games, principalmente nesta geração onde vemos tantos jogos protagonizados por mulher como The Last of Us, Unchearted The lost legacy, Tomb Raider, Control, Horizon Zero Down, Bayoneta, Hell Blade.

    Isso sem contar com as personagens secundarias que no game tem a mesma importância na historia. Desde os consoles 8 Bits já vemos a presença das mulheres nos games como o caso da Samus Aran, personagem de Metroid para NES no qual os jogadores nem sabiam que era uma mulher e isso só podia ser descoberto no final e ela faz sucesso na franquia até hoje.

    Na maioria dos jogos Survivor da geração PS1 eram protagonizados por mulheres como: Dino Crisis, Resident Evil, Parasite Eve. Elas não eram colocadas ali como a mocinha em perigo, mas como a mulher que precisava se adaptar a situação para sobreviver aos perigos que viria a encontrar a cada novo local que passasse. Geralmente a tal Sexualização da mulher citado pelas feministas vem de jogos de luta, onde na verdade praticamente todo personagem é sexualizado. Mulheres com corpos esbeltos a mostra, e homens com corpos musculosos sem camisa exibindo seu potencial atrativo. 

    Quando se mostra o lado sexy das mulheres em matérias se dá pelo fato do publico masculino estar em destaque, apesar de informações dizerem que mais de 50% dos jogadores atuais serem mulheres quando você para e olha vê o inverso, dai você não vê com facilidade uma lista top 10 homens mais sexy dos games, no entanto muitas mulheres tem seus crush dos games, como o Geralt de The Witcher, o Leon de Resident Evil, Ken de Street Fighter, Cris também de Resident Evil. São muitos os personagens masculinos desejados por jogadoras de videogames.

    É comum se encontrar fanfics Yaoi no qual dois personagem de algum anime ou game criam um romance (essa aparte não sei porque algumas mulheres gostam de criar essas historias rs) Sim, vemos um certo exagero nos trajes femininos em jogos de luta, é uma forma apelativa que as empresas usam para atrair mais jogadores, personagens femininas com pouca roupa, ou roupas coladas desenhando um corpo incrivelmente bonito e atraente que faz os homens pirarem as cabeças.

    No entanto o estranho acontece quando vem a frase: "Meu corpo, Minhas Regras" no qual diz que a mulher pode usar o que ela quiser e ela própria se sexualiza. Não vejo mal nenhum nisso até porque a pessoa veste o que quer e acha bonito, no entanto acho hipocrisia e falta do que fazer ficar pegando no pé de coisas como estas. "Os games hiper sexualizam as mulheres" ou "os jogos de videogame transformam a mulher em criaturas frágeis e inocentes a espera de seu salvador".

    Muitos games têm mulheres poderosas que não leva desaforo pra casa. que não está para brincadeira e desce o braço em quem estiver em seu caminho atrapalhando sua missão, maioria das personagens que citei foram principais, mas também muitas personagens secundarias grande importância nas batalhas e você vê isso no enredo do game. Em muitos casos usar a sexualidade contra um homem pode ser uma arma que a personagem usa, como o caso de Anna de Tekken e Ada de Resident Evil.

    Em Street Fighter V a personagem brasileira Laura foi fortemente criticada quando a Capcom a colocou em peças curtas e um corpo super atraente, valorizado a beleza feminina, a mídia caiu matando, mas não citaram as qualidades que a lutadora tinha, afinal de contas noticias sobre esse tema gera clicks Tanto nos games quanto na vida real a mulher tem grande poder e características únicas diferentes do sexo oposto, e vamos aceitar as diferenças que cada ser tem em executar diferentes ações, o fato de uma personagem estar com roupa curta isso não a diminui, ela pode estar sexualizada visualmente mas em ação ela botar pra quebrar e vencer seus objetivos naquele game.

    As mulheres são incríveis e estão cada vez mais se destacando pois conseguem ver isso nelas. Você mulher, que possa estar lendo este texto, o que pode te tornar uma personagem principal?

    Resident Evil

    Platform: Playstation
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      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 4 pontos

      Sensualizadas / sexualizadas ou não... nós amamos as mulheres nos games!
      ❤️

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      sweet_lorelei · 6 days ago · 3 pontos

      ótimo artigo....eu não consigo entender pq tem pessoas que gostam de reclamar sobre sexualidade feminina,peitos grandes são sexy pode ta com burca que continua sendo sexy... os produtores vão fazer oque um monte de meninas sem peitos ,vestidas de homem ? garotas gostosas,caras fortões sem camisa,jogos com conteúdo adulto vende e são uma delicia srsrrssr eu parto daquele principio não gosta não jogue , podem falar oque quiser mas tem hiper sexualização dos rapazes tbm e não vejo mimimi falando mal rsrs olha esse ryu por exemplo https://tecnoblog.net/wp-content/uploads/2019/05/street-fighter-v-ryu-2.jpg
      vao falar que isso foi feito pro publico masculino no geral ? rsrsrs
      por isso gosto tanto dos jogos japoneses eles tão cheias de waifus tunadas...
      jogos tem o principio de se divertir ^^ são mundos fictícios onde vc vive experiências mas tem gente que leva muito a serio e comparam games com a vida real jogos tem o principio de ser divertido e existem muitos pra escolher se não gosta de um jogo de luta x jogue outro eu entenderia se por exemplo no mk as garotas vestissem roupas normais e depois pegassem a armadura de bikini nos mais novos mas normalmente eh ao contrario olha a lara croft começou com peitos de pirâmide e as poucos foram ficando menores.....

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      artigos · about 1 month ago · 2 pontos

      O que acha de transformar seu post em um artigo? Assim poderia ir para os destaques.

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  • 2020-03-06 10:23:37 -0300 Thumb picture
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    Consoles de pouca expressão da terceira geração

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    Em 1983, a Philips lança o Videopac+ G7400 apenas na Europa. O novo console é retrocompatível com jogos do Odyssey² e ainda adicionava backgrounds para os jogos. No mesmo ano, no Japão, a Nichibutsu lança o My Vision, com os controles na carcaça do aparelho e focado em jogos de tabuleiro. A Casio lança o seu primeiro console, o PV-1000, com um controle de alavanca estilo Atari e 13 jogos diferentes e coloridos, mas abandona o aparelho no mesmo ano devido às baixas vendas. Em 1984, a Epoch lança o Super Cassette Vision no Japão e Europa. O aparelho vinha com um processador 8-bit da NEC mais poderoso que seus concorrentes, mas abandonou o console em 1987 devido ao sucesso massivo do Famicom.

     Em 1987, a Worlds of Wonder lança um console inovador, Action Max. Ele permite jogar games direto de fitas VHS usando uma pistola de luz, mas para isso, ele precisa estar conectado a um aparelho que reproduza o filme. Com apenas 5 jogos quase idênticos, o console foi abandonado rapidamente. No ano seguinte, a Bandai lança o Terebikko com a mesma ideia, só que usando um telefone para interagir com o filme. Saíram jogos de franquias famosas, como Dragon Ball Z e Sailor Moon e teve um lançamento americano pelas mãos da Mattel. No mesmo ano, a VTech lança o Socrates, um videogame educativo com controle de teclado sem fio. Seus 9 jogos eram voltados a ensinar inglês, música, matemática e desenho. O console foi descontinuado em 1990.

     Em 1989, outra empresa lança um videogame baseado em fitas VHS, o View-Master Interactive Vision. Com um controle bem singular, o jogador deve escolher as ações do filme quando solicitado. Dentre os games, temos jogos baseado nas séries, Vila Sésamo, O Show dos Muppets e games simples da Disney. Em 1990, lançado apenas na Europa, o Commodore 64 Game System é mais um clássico console baseado no hardware do computador clássico. Apesar do suporte de terceiros, todos os jogos funcionavam no C64 original e já era considerado um hardware ultrapassado. O Amstrad GX4000 foi pelo mesmo caminho e lançado apenas na Europa. Dos 27 jogos lançados, muitos eram títulos idênticos ou levemente melhorado dos jogos já lançados para CPC. Foi descontinuado no ano seguinte.

     Em 1984, várias empresas lançam seus aparelhos portáteis com tela de LCD. O Digi Casse da Bandai trazia cartuchos intercambiáveis que vinham com tela do jogo, semelhante ao MicroVision. Na Europa, a Romtec lança o Colorvision, o primeiro portátil colorido com tela de LCD. Os jogos já estavam programados no hardware do portátil, mas era necessário a troca do cartucho para escolher o game. O Epoch Game Pocket Computer foi lançado no Japão e foi um fracasso em vendas, apesar de usar uma tela de LCD 75x64 px e ter jogos tradicionais. A Palmtex lança o Super Micro nos EUA durante a Crash dos Videogames. O aparelho teve poucos jogos, contava com botão de pause, era dobrável e tinha uma resolução de tela de 23x16 px.

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  • jcelove José Carlos
    2020-02-06 14:52:59 -0200 Thumb picture
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    Revelando 4 influências secretas de Death Stranding

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    Depois de anos de desenvolvimento e muita expectativa dos fãs, enfim Death Stranding, primeiro jogo feito pela equipe do renomado diretor Hideo Kojima após sua saída conturbada da Konami deu as caras.

    O jogo teve uma boa recepção no geral mas indiscutivelmente dividiu opiniões devido a seu gameplay incomum e sua narrativa mirabolante cheia de simbollismos. Os fãs de Kojima viram o game como mais uma masterpiece que só iniciados podem compreender; os que não vão com a cara do trabalho de Kojima resumiram a um walking simulator bonito porem sem nada para se fazer além de ir de um ponto ao outro de forma cansativa (o que não é totalmente uma mentira, ao menos no começo) e quem estava neutro conseguiu na maior parte das vezes ver um bom game no meio dessa confusão toda, longe de ser uma masterpiece, mas sem dúvidas uma aposta ousada do diretor em trazer algo realmente autoral ao invés de simplesmente reaproveitar a fórmula que o consagrou na série Metal Gear Solid.

    Death Stranding trouxe bases interessantes pros próximos trabalhos da Kojima Productions  com seu gameplay cooperativo indireto (você ajuda e é ajudado por outros jogadores sem interagir diretamente com eles nenhuma vez na jornada) e sua narrativa cinematográfica cheia de estrelas de Hollywood e com certeza abriu ainda mais portas para novas idéias do nosso querido Diretor de cinema frustrado.

    Mas esse artigo não se trata de uma análise sobre Death Stranding, e sim do resultado de uma apurada pesquisa jornalística (jornalismo nível revista de games da década de 90 XD) afim de contestar as declarações delusionais de Kojima em afirmar que estava criando "um novo gênero", com seu ousado game e insinuações que tentavam convencer o público inocente de que realmente tinha algo original nas mãos, quando na verdade apenas juntou retalhos de várias experiências vindas de outros jogos.

    Nossa investigação vem provar com FATOS e coroar os verdadeiros responsáveis pelas ideias bizarras de Kojima e sem dúvida influenciaram na concepção de seu simulador de Fedex/Rappi/Glovo/Uber Eats  pós apocaliptico. Como dizem, o segredo da criatividade é não contar de quem você copiou, então prepare-se para revelações chocantes que estavam na sua frente e você não percebeu nesses 4 CLÁSSICOS que já trabalhavam com transporte de carga ou passeios boring muito antes do Sam pensar em sair de The Walking Dead. Vamos lá:

    Pickup Express (PC) 

    Há, por essa você com certeza não esperava, afinal quem diria que o "grande" Hideo Kojima iria COPIAR o conceito de um clássico trazido a nós muitos anos trás pelas mãos de outro gênio do entretenimento, ninguém menos que o saudoso Gugu Liberato?!

    Esse clássico advergame sueco marcou a adolescência de muitos gamers na década de 90 graças a distribuição da Gugu Games, uma empresa do SBT que seria dedicada a lançar games de baixo custo e cheios de propaganda mas que morreu pouco depois. O jogo era vendido em postos da Shell, restaurantes fast food e bancas de revista por meros R$ 5,90 e basicamente era uma versão de pobre de Crazy Taxi, com a diferença de que ao invés de passageiros apressados, temos uma corrida contra o tempo pra entregar o máximo de produtos (de lanches do Bobs a sabão Ariel e placas do beto Carrero World) pela cidade deserta que tinha banners de marcas famosas por todos os lados.

    O meu comprei num posto desses XD

    Apesar dos gráficos e jogabilidade duvidosos mesmo pra época o game fez bastante sucesso graças a promoção que o SBT e o Gugu fizeram e mesmo com o gameplay escorregadio e de ser bem tosco hoje em dia, devo confessar que me diverti bastante com ele na época.

    O escopo menor, mas troque os carros quadrados pelo Sam e os produtos por caixas genéricas nas costas e temos ali a base de Death Stranding...que papelão Kojima!

    Shadow of the Colossus (PS2/PS3/PS4)

    Hideo Kojima é um grande diretor japonês, isso não se contesta, o que é contestável é sua falha de caráter em não dar o crédito a outro diretor japa icônico: Fumito Ueda pois o clima deprê e solitário de Death Stranding é claramente inspirado na jornada de Wander no clássico SotC do PS2! 

    Aqui o protagonista não tem que carregar encomendas enquanto abusa de um bebê usando-o como radar mas de resto ta tudo lá: o clima desolador, o personagem caladão e depressivo porém obstinado e loooongas viagens por cenários enormes indo de um ponto a outro pra entregar a MORTE aos colossus, que tavam la de boas coitados. A única grande diferença é que em Sotc Wander tem a compania do(a) utilissimo(a) Agro, de longe melhor montaria gamistica evar. Mas o pior está por vir...

    Euro Truck Simulator (PC)

    Provavelmente você é um ser humano normal e nunca se interessou em jogar Euro Truck Simulator mas COM CERTEZA tem algum amigo no Steam que ja passou das 1000 horas nesse entorpecente virtual com DLCs infinitos que beiram ao preço de um caminhão de verdade se for comprar todas.

    Pois bem, tire seu olhar preconceituoso sobre como alguém pagaria para simular viagens boring de caminhão seguindo as leis de trânsito, cruzando as europa e perceba que o principío é exatamente o mesmo que o do jogo de Kojima, só que o Sam no caso é motorista de caminhão e não tem um enredo maluco com fantasma e bebês bizarros. Com certeza o pessoal da Kojima productions deve ser viciado nesse troço e aproveitaram pra fazer uma versão própria para não precisar mais pagar 50 reais por cada DLC só pra ter um caminhão novo. Se vacilar metade do orçamento de DS deve ter sido desviado pra comprar DLC.

    Sua cabeça explodiu agora não? Ainda tem mais, o melhor por ultimo...

    Yoshis Island (Snes)

    Essa talvez seja a maior e mais OBVEA influência de Kojima para Death Stranding. O diretor não esconde que Mario Bros do Nes foi um dos 3 jogos que influênciaram sua visão sobre as possibilidades que os games poderiam trazer, logo nada mais justo que outro jogo apadrinhado por Miyamoto tenha servido DE BASE pra sua obra mais recente. 

    As referências em Yoshis island são tão gritantes que chegam a sair da esfera da homenagem e beiram ao plágio em alguns momentos. A "imortalidade" do Sam é claramente inspirada no grupo de Yoshis que se revezavam a cada fase, dando a impressão aos inimigos que o dinossauro tinha vida infinita pq sempre voltava com outra cor.

    Os Yoshis assim como Sam precisam entregar sua carga que no caso claramente serviu de inspiração pro BB de DS, já que a carga é ninguém menos que o próprio Mario em versão bebê irritante e por mais que o jogador tenha o impulso de abandona-lo como Mario faria mais tarde nos pulos de SMW, o clima depressivo disfarçado no visual coloridão do jogo o oprime a aguentar o fardo e consolar o chororô irritante da criança.

    Yoshis Island nada mais é que uma viagem gigantesca do primeiro ao oitavo mundo pra entregar uma encomenda que extraviou. Sinceramente não sei como a Nintendo ainda não processou a Kojima Productions!

    O pessoal da NCH productions foram os primeiros a denunciar as referências descaradas com essevídeo de gameplay da versão alpha XD

    Resta esperar que os fãs consertem esse grave erro adcionando o bebê Mario nos Mods da versão PC quando sair. É o mínimo que podemos fazer!

    Esperamos que este texto tenha sido esclarecedor e que possa ao menos trazer um pouco de justiça aos verdadeiros responsáveis pelo sucesso do novo trabalho de Kojima...e que obviamente você tenha entendido a zoeira que permeou cada palavra.hehe

    Voltaremos a qualquer momento com mais um furo jornalistico a la jornalismo de games da década de 90!

    Death Stranding

    Platform: Playstation 4
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      andre_hirosaki · 2 months ago · 2 pontos

      mano como assim existe outra pessoa q jogou Pickup Express????? Anyway, comprei um desses cds tbm e admito q na época eu e meu irmão nos divertíamos muito, msm com a tosquice. Hj em dia realmente o gameplay n desce muito. Ainda tenho guardado e ainda funciona pelo incrivel q pareça

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      lanzitto · 2 months ago · 2 pontos

      Pra mim foi novidade saber que existiu uma Gugu Games e que podia comprar nos postos Shell hehehe
      No meio do jogo Sam diz que ele tem de ser o Super Mario para resgatar a mulher lá do game
      Adorei o artigo, espero que vire destaque logo.

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      gusgeek · 2 months ago · 2 pontos

      Pickup Express é uma Obra de Arte incompreendida XD

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