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  • carlospenajr Carlos Pena
    2018-12-15 11:30:02 -0200 Thumb picture
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    Jogos com viagem no tempo

    Medium 3691313 featured image

    Esses dias eu tava vendo sobre animes com viagem no tempo e como é um tema recorrente que eu curto nos jogos tb, decidi fazer uma pequena lista de jogos que utilizam esse tema.
    Já adiantando, a intenção é puxar jogos mais desconhecidos, então pode esquecer jogos famosos como Chrono Trigger (eu adoro, mas acho que até a minha mãe conhece esse jogo XD), Legend of Zelda: Ocarine of Time e Steins Gate (quem não conhece pelo jogo, deve conhecer pelo anime). Ah, apesar da capa estar o De volta pro futuro, tb não vou comentar dele, já que todo mundo já conhece a série em si :P

    Shadow of Destiny (PS2, PSP e PC)

    Esse é meio desconhecido, ao ponto de que na época dos piratões eu nunca achar ele pra vender na galeria pagé, esse foi o único que eu comprei original na época XD. Ele não é um RPG, diria mais que é um jogo de puzzle.
    A história gira em volta do Eike que morre esfaqueado no inicio do jogo e é "ressuscitado" pelo Homunculus. Após isso, você precisa viajar por varis pontos do tempo pra evitar morrer novamente nos capítulos subsequentes. O desenvolvimento é um pouco lento e confuso e ainda por cima tem vários finais, mas fazendo todos da um bom entendimento da história lá no finalzinho.
    Uma versão pro PSP foi lançada uns anos depois, aparentemente tem uns extras, mas como não joguei, não sei dizer exatamente quais são eles (parece que tem um final extra)

    Stories: The Path of Destinies (PS4 e PC)

    Esse foi dado na PLUS a um bom tempo atras e até saiu gratuito tb na steam. Esse é um RPG de ação.
    Seguindo Reynardo, que participa da resistência contra o imperador, você acaba entrando num loop temporal pra conseguir desvendar todos os mistérios da história. Tem diversos finais e precisa fechar pelo menos umas 5 vezes pra só dai conseguir chegar no final verdadeiro.
    Nessas jogadas, dependendo da suas decisões, varios caminhos são modificados, acaba ficando um pouco repetitivo se você for fazer todas as opções disponíveis (se você esta correndo atrás da platina / achievements, vai ter que fazer tudo :P), mas é divertido o modo que é contado a história, então acaba valendo a pena.

    Timespinner (PS4, VITA e PC)

    Um metroidvania com uma jogabilidade muito boa.
    Nesse você controla Lunais, uma garota que foi treinada pra servir como "Mensageira" da sua tribo, que precisa voltar no tempo pra protege-los, mas antes de conseguir fazer isso, eles são atacados, tento o "Timespinner" destruído. Apesar disso, ela acaba conseguindo voltar MUITO no passado e com isso, é possível mudar vários pontos da história do jogo. Existem pelo menos uns 4 finais diferentes, valendo muito a pena re-jogar pra ver todos.
    Como todo metroidvania, você vai precisar fazer MUITO backtrack pra conseguir fechar o jogo :P

    Série "Zero's Escape" (varios)


    Série de novel que mistura puzzles, quebrando assim a monotonia de só leitura. Ela é composta por 3 jogos:
    - 999: 9 hours 9 persons 9 doors (DS)
    - Virtue's Last Reward (3DS e VITA)
    - Zero Time Dilemma (3DS, VITA, PS4 e PC)

    Existe a coletania "Nonary Games" pro Vita, PS4 e PC, que tem o 999 e o VLR juntos.
    Esses eu não vou poder entrar em muitos detalhes da história pq senão da spoiler sem querer, mas resumidamente, nos 3 jogos acontece algo parecido com "Jogos Mortais" envolvendo sempre 9 participantes, aonde eles terão que resolver uns puzzles pra fugir das salas e depois se enfrentarem nuns jogos aonde muitos iram morrer. Mais que isso, te vira pra ver, as histórias são todas ligadas uma na outra, então não vou dar detalhe nenhum, a sequencia a ser jogada é a que eu coloquei logo acima :P

    Radiant Historia (DS e 3DS)

    Finalmente um RPG na lista XD Originalmente do DS, ele teve um remaster lançado recentemente pro 3DS com melhorias gráficas e bastante adições a história.
    Controlando Stocke, um espião do reino Alistel que está em guerra com Granorg por recursos naturais, já que o continente está sofrendo uma desertificação. Após alguns acontecimentos, ele adquire um livro mágico que o possibilita viajar no tempo e até numa realidade paralela. O interessante aqui é que alguns acontecimentos numa realidade afetam a outra linha temporal. As batalhas são por tuno com um pouco de estratégia embutido, já que você pode realizar combos jogando os inimigos de um lado pro outro na batalha.
    Na versão do 3DS, eles finalmente atacam a causa raiz do problema, dando uma finalização aos ocorridos de vez.

    Time Hollow (DS)

    Mais um novel, esse com elementos de investigação ao estilo Phoenix Wright.
    Nesse você segue Ethan Kairos, um adolescente que no seu aniversário de 17 anos tem sua vida totalmente mudada quando os seus pais simplesmente desaparecem, fazendo com que a sua história até aonde ele conhecia fosse totalmente alterada. Com isso ele começa a investigar os acontecimentos e começa a mudar mais ainda a história. Um ponto interessante é que em certo ponto da história, algumas coisas que ele muda são desfeitas, dando umas boas reviravoltas na história.

    Se conhecerem outros de viagem no tempo que não estão aqui, me deem um toque que eu gosto bastante do tema

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      srdeath · 3 dias atrás · 2 pontos

      Chrono Trigger, The Silent Age, No time to Explain, Singularity , TimeSplitters , D4: Dark Dreams Don't Die (Aliás to jogando... to gostando muito), Darkest of Days... lembrei desses ... não sei se Eternal Darkness se encaixa aí...

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      johnny_bress · 3 dias atrás · 1 ponto

      timespinner é jogao, mas to empacado em uma parte

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      sergiotecnico · 3 dias atrás · 1 ponto

      Time Comando, Hellcab

  • 2018-12-13 21:55:19 -0200 Thumb picture
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    Eu dito as regras

    Medium 3690966 featured image

    Salve, Salve meus caros Talkers…

    Eis eu aqui de novo, lhe escrevendo mais algo que acabei de esquecer se é realmente importante, se é ou não, tenho a mínima ideia kkk…

    Em ritmo de final de ano (2018 está no fim e que venha minha folga para jogar na virada para 2019), trago algo que ocorre muito desde a geração passada de videogames e games…

    Acompanho vários fóruns, comunidades de games, comentários que a galera vem passando de uns tempos para cá, é meio que cancerígeno...sério mesmo, cancerígeno é a palavra que utilizo.

    Você simplismente compra um game que está muito afim de jogar com os seus amigos, ter aquele momento de descontração, e eis que aparece o primeiro indivíduo, você o nunca viu na vida, e começa a proferir palavras a sua pessoa, dizendo que este não é o modo correto de jogar.

    Ué? Não é assim que se joga? Não entendi isso?

    Chega a ser engraçado, porque comprei o jogo para a minha diversão, a forma como eu jogo, sou eu mesmo quem determina, assim como todos pensam...mas vamos lá ao grande choro que muitos fazem na internet.

    Se você joga FIFA, tem uma modalidade Ultimate Team, no qual você compra um booster pack de cartas, e dentro dele vem os jogadores de forma randômica, você pode tirar uma carta “Ultra Rara” como também pode tirar uma carta “Comum”, o que ocorre muito das vezes. Você tem vários fatores do time para ter uma classificação.

    Vamos ao teste, uma partida online, e o que ocorre, depois de uma chuva de chutes ao gol, não consegue sequer abrir o placar, e tem “os melhores jogadores” que seu adversário não possui. A frustração, você toma um gol de um time que é considerado pior que o seu. Como me defender, você começa a proferir palavras de forma a denegrir seu adversário, tentando ter uma justificativa para aquele placar, até mesmo xingar em comunidades, mostrar prints, informar que o jogo está todo errado e por aí vai.

    Uma outra parte, é os comentários que alguns fazem, quando você está jogando online, “As Regras do Além” aparecem do nada, e o mais engraçado, você revirar um manual de instruções do jogo, ver em sites oficiais, e isso não existe…

    Uma das coisas mais claras que ocorre em quem está querendo um PvP, Dark Souls é um destes jogos, se você quer jogar online, terá ajuda de outros jogadores que tiveram uma certa dificuldade, como terão pessoas que apenas querem enfrentar aquele boss novamente, aumentar as almas para upgrade. Como estará propenso a “Invasões” durante o jogo, aquele cara que atrapalha sua jogatina, e que faz parte do jogo, pois dá uma pitada maior de dificuldade no jogo.

    Agora “A Regra do jogo” é: fazer reverência ao adversário, não tomar estus para recuperar life, não ir para os inimigos da fase pois é um duelo injusto…Na boa, respeito demais a todos que fazem isso, até que é muito legal, mas tem partes onde você faz isso, tem até mesmo clube da luta para isto. Mas pensando como muitos fazem, eu estou invadindo seu mundo, eu vou te matar ou morrerei tentando, se tenho itens no qual pode me favorecer dentro do jogo, o porque não irei fazer isso?

    Em jogos de FPS, se você não souber jogar da forma que eles esperam, prepare para ser bombardeado por comentários do pessoal “Pro” que está no jogo a mais tempo que você.

    Ainda mais se você pega uma classe no qual o outro quer tanto, e depois fica dando quit game no meio de uma partida, ferrando a todos que querem apenas se divertir.

    Alguns mesmos se intitulam como “Jogador Raiz” porque está a mais tempo no jogo, e outros que estão chegando é o famoso “Jogador Nutella”, e para sair desta condição, chega ser totalmente ridículo.

    Outro dia estava conversando com um amigo meu, e logo de alguns meses lançado o Fortnite, um jogo no qual baseia em construção, coletar recursos e muitos tiros, game muito divertido e viciante. Ele iniciou a jogar desde que lançaram o jogo, depois ficou um tempo sem jogar ele, ao voltar e conversar em uma party do jogo, muitos já o chamavam de Nutella, porque ele estava ali naquele momento jogando o game, não começou a jogar quando lançou, porque ele (a pessoa intitulada Raiz) está desde o começo…

    Pera amigo? Não entendi nada do que você disse? Só porque estou jogando agora sou considerado Nutella aos seus olhos???

    Muitos players querem impor uma condição de como você jogar, sendo que quem comprou o jogo foi você, quem terá a experiência de diversão, de como você irá se divertir, isso é determinado a você mesmo.

    Algumas pessoas das antigas, Old Gamers, falam que eles são gamers de verdade, que já finalizou Battletoads sem morrer 1 vez sequer, e quer ditar na geração nova como eles devem jogar.

    A geração nova também quer falar para você como deve jogar, se divertir, que gráficos X tá uma M@#$%, que o Remaster daquele jogo poderia ser melhor, que jogo Y tá cheio de bugs que estragam, que console Z não roda a 1080p e 60FPS...

    Na boa galera, isso é totalmente chato, assim como você que acha que isso é excelente nos jogos, tem pessoas que estão nem aí pra saber se vai rodar Full HD, se durante uma batalha durante um PvP é justo não usar itens cura, ou se a pessoa irá usar.

    Na realidade isso não importa para o momento de diversão que você precisa.

    Um amigo meu mesmo me disse, que se eu não zerar um jogo X sozinho, não necessitando de ajuda de outras pessoas online não tem graça. Porque ele já fechou X jogos sozinho, sem precisar de coop, pois ele se sente que o desafio é maior, já na minha opinião isso é um desafio que você próprio se adestrou a fazer, e por isso a “primeira viagem, jogatina” no game ir sozinho é legal também, por outro lado prefiro ter aquele modo cooperativo para chamar a galera, conhecer outras pessoas e prosseguir com a história do jogo, se isso vai me atrapalhar ou não, só eu mesmo para dizer.

    É isso galera, o que vocês pensam sobre essa galera que querem ditar certas regras de como você deverá jogar um determinado game?

    Ano de 2018 está acabando e eu vou me internar de novo na virada jogando mais alguns games para não perder a minha tradição.

    Um grande abraço a todos e que venha 2019…

    @armkng

    Donkey Kong Country

    Plataforma: SNES
    19703 Jogadores
    188 Check-ins

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      santz · 5 dias atrás · 3 pontos

      Tem como ditar regras e ainda ficar divertido. Ser desafiado em um jogo simples a jogar sem usar o mais básico que ele possui, tipo, sem pegar nenhuma moeda, sem atacar, etc.

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      blacksunray · 5 dias atrás · 2 pontos

      gostei do seu texto, sou gamer da época do atari e passei por vários sistemas e convivi com uma dos melhores rivalidades da historia, o mega vs snes, e eu, meu irmão e meus amigos jogávamos e nos divertíamos juntos, hoje essa geração gosta de cagar regras, por isso essa geração são todos nutellas, os games em geral foi feito para divertir, se um jogo, sistema, fizer isso por vc, ele já valeu o investimento.

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      saraiva · 4 dias atrás · 2 pontos

      Eu não tenho muita paciência, então quando alguém vem cagando regras simplesmente digo "O jogo permitr, Então pode".
      Em relação a dificuldade eu sempre fui apreciador das histórias dos jogos, eu jogo em maioria das vezes para viver a a experiência de estar dentro de uma história que não é possível vivenciar e tomar decisões na vida real, e quero jogar pra me divertir e quando o jogo é muito difícil deixa de ser divertido (para mim, meu estilo de jogo, sei que tem jogadores que adora Desafios). Com isso acabou jogando a maioria dos jogos no nível fácil.
      Em relação a ser Nutela ou não, sei lá. Jogo vídeo game desde o Atari, passei por praticamente todas as gerações, estou sempre informado sobre a indústria (por amar games), se só por que jogo no fácil sou Nutela, ok então, procuro não me importa muito com isso.
      Ótimo artigo.

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  • renanmotta Renan M. Sampaio Motta
    2018-12-09 11:29:49 -0200 Thumb picture
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    Entenda por que Red Dead Redemption não foi GOTY

    Medium 3689914 featured image

    UM OBS MUITO IMPORTANTE

    RDR2 me prendeu por 1 mês de conteúdo. E como fã do primeiro jogo, que está dentro do meu top10, não venho aqui para massacrar RDR2, apenas mostrar os pontos em que me fazem acreditar que God of War é o melhor jogo do ano.

    VAMOS LÁ

    É óbvio que RDR2 tem escopo para receber tal prêmio. Inclusive a disputa só se mostra válida apenas entre ele e GoW. O nível de qualidade de produto com os demais é gritante. Mas apesar de ter escopo, RDR2 é apenas uma evolução do que já vimos no primeiro jogo e em GTAV. Não há inovação, apenas ainda mais complexidade, que trouxe diversas discussões sobre a sua funcionalidade; o realismo X diversão.

    E vamos ser sinceros: a campanha principal, o enredo e as missões, são mais impressionantes do que a aventura de Kratos e seu filho? Muitos podem considerar RDR2 um retrocesso do que vimos em GTAV, principalmente com relação às missões de assalto. Além de RDR2 ter sérios problemas de repetição em sua narrativa e quebra de imersão(o que torna o prêmio de narrativa do ano sem sentido). A Rockstar vendeu o jogo como um produto de máxima interação. Tudo o que você fará terá consequências, reações no mundo, porém na prática isso não acontece.

    Apenas um exemplo: você pode causar um atentado terrorista em uma cidade, com os federais colocando a sua cabeça a prêmio, mas se houver uma missão na mesma cidade, esse fator será totalmente descartado.

    Bem, o que quero mais focar é na experiência artística. RDR2 é um mundo incrível e vivo e claramente poderá marcar a indústria, mas God of War é um produto de extremo risco e que conseguiu alcançar a excelência. Imagina pegar uma franquia estabelecida de muitos anos, vários jogos, e escolher modificar tudo, extremamente tudo. Além de inovar, Corey Barlog conseguiu entregar o prometido com competência.

    God of War possui uma narrativa quase que impecável. Em nenhum momento o jogador é retirado da imersão. Por mais que sintamos a falta de grandes cenas com grandes batalhas contra chefes, GoW entrega uma belíssima aventura dentro da cultura nórdica. E o principal: as noções do bom enredo e boa direção estão presentes. A Santa Monica usa cinematografia para representar o seu game, e nesse aspecto ele é, sem dúvida, o melhor do ano. Um enredo em que amarra a história e não conta tudo explicitamente. A comunidade mantém o jogo vivo até hoje com teorias e descobertas dentro do jogo perante a história. Ao mesmo tempo em que você entende o que é explicitamente contado, há muita informação que precisa ser decodificada pelo jogador. E isso é primoroso para quem estuda e pratica escrita.

    RDR2 é mais direto, mais óbvio, mesmo que represente muito bem a relação entre personagens (o ponto mais forte da escrita). E basicamente a história se resume em: a gangue efetua um assalto, algo dá errado, eles fogem, se estabelecem em outro lugar... e esse processo se repete em todo o jogo. Fora que a narrativa se estende um pouco e o corte final é corrido e brusco. Claro que aquele que não jogou o primeiro ficará muito impactado, mas devemos considerar que a experiência de RDR2 pressupõe que o jogador já tenha passado pela aventura de Marston.

    Mecanicamente é interessante, o mundo é interessante, mas RDR2 é mais voltado para o orgasmo técnico do que para a experiência narrativa completa e exemplar.

    God of War

    Plataforma: Playstation 4
    828 Jogadores
    388 Check-ins

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      muser · 9 dias atrás · 3 pontos

      As vezes esse GOTY faz todo sentido outras vezes não...
      Sua opinião inicialmente é igual a minha, RDRII não poderia levar porque é a mesma coisa que o primeiro, só que mais bem feito, quanto a GoW, eles reformularam tudo além de mudar só a cultura.

      Em 2010 aconteceu a mesma coisa, RDR surgiu pra bater de frente com GoWIII, e RDR levou a melhor porque tinha apresentado um mundo aberto totalmente diferente e complexo (pra época) num jogo da Rockstar (que já tinham GTA IV no catálogo).
      Enquanto GoWIII foi mais do mesmo, mas dessa vez usando todo o poder gráfico do PS3 na época.

      Diríamos que esse ano foi uma revanche, 1x1 pra cada.
      Eles podem se enfrentar de novo ainda, a Rockstar terminou a história de RDR, mas eles podem explorar mais do RDR (Revolver) ainda ou criarem uma outra franquia de velho-oeste, enquanto a Sony tem toda uma história pra concluir ainda com o Kratos na era nórdica.

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      zecariocaxbox · 10 dias atrás · 2 pontos

      @renanmotta Você demonstrou um ponto de vista interessante e bem compreensível, mas devo discordar pela escolha de jogo do ano. O jogo tem uma história impecável, mesmo sendo o pior mecanicamente na franquia GoW, desvirtuando o sentido original da série... O próprio Stan Lee em visita a Santa Mônica em 2008 brincou dizendo: "Talvez possamos tentar algo novo, um jogo com um monte de diálogos, eu aposto que seria um estouro". Muito da fama do novo God of War foi criada a partir de uma construção feita pela mídia afirmando que o jogo seria mais maduro, o que, ironicamente, resultou numa história já contada de pai e filho, com uma redução massiva na violência> Visivelmente mais madura, se o jogo fosse lançado num cinema e não em um PS4... Red Dead 2 também teve muitos pontos fracos, mas esse ano foi cheio de decepções e parece que nenhum jogo merece vencer como jogo do ano.

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      xch_choram · 10 dias atrás · 1 ponto

      Eu não joguei nenhum dos dois jogos mas pelo que eu vi de ambos, acho que concordo plenamente com essa opinião, na verdade o RDR2 não me chama muito atenção por causa desses "defeitos", um jogo do ano é um jogo que tem que agradar a todos e acho que o GOW fez exatamente isso, a grande parcela de jogadores, mesmo os que só jogam grandes lançamentos como os que amam jogos indies ou antigos, assim como quem não costuma jogar muito gostaram dessa nova investida, GOW acabou sendo uma experiencia mais fechadinha mas com um publico bem mais amplo.

  • 2018-12-07 08:45:08 -0200 Thumb picture
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    Nintendo Power: A revista oficial da Nintendo

    Medium 3689615 featured image

    Os jogos lançados no início do Famicom eram simples e com pouco a oferecer, mas em 1985, surge Super Mario Bros. e revoluciona tudo. Devido aos seus vários segredos, dicas e truques, a revista japonesa Famitsu surge em junho de 1986 para tirar dúvidas dos jogadores, além de fornecer dicas e macetes para os diversos jogos que estavam saindo. The Legend of Zelda era outro jogo que revolucionou a estilo RPG de aventura com diversos enigmas e segredos. A Famitsu englobava não apenas dicas, mas também as novidades do mundo dos jogos em geral e não apenas do Famicom. Acessórios, jogos novos e lançamento de novos aparelhos. A Famitsu era a principal revista japonesa sobre videogames.

     Howard Phillips, consultor de produtos da Nintendo para o mercado americano, criou o Nintendo Fan Club em dezembro de 1987. A participação era livre e os membros ganhavam gratuitamente um pequeno periódico com notícias, dicas e truques sobre alguns jogos do NES. No jogo Mike Tyson’s Punch-Out!!, uma pequena propaganda do fã clube aparecia durante os intervalos da luta. Foram lançadas, no total, 7 periódicos, sendo que na última, de julho de 1988, anunciavam uma grande propaganda para a revista definitiva da Nintendo sobre jogos de NES, a chamada Nintendo Power. Todos os membros do fã clube receberam uma cópia da primeira edição da revista gratuitamente.

     Em agosto de 1988, a primeira edição da Nintendo Power é lançada, trazendo, com exclusividade, uma matéria completa e cheia de dicas do mais novo jogo do mascote da Nintendo, o Super Mario Bros. 2 (não confundir com o Super Mario Bros. 2 japonês). Eram mais de 100 páginas com dicas, truques, jogos novos e propagandas dos produtos da Nintendo. Nester era o mascote da revista e possuía um pequeno quadrinho junto com Howard Phillips. A segunda edição da revista foi muito polêmica, pois a capa apresentava Simon Belmont de Castlevania II: Simon’s Quest, segurando a cabeça decapitada do Dracula. Apesar de se tratar de uma revista paga, seu sucesso foi tremendo graças aos seus reviews, posters e dicas dos jogos que a galera mais tinha dúvida.

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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  • arbitergamer Cesar Borges da Silva
    2018-11-19 21:13:46 -0200 Thumb picture
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    Guia para iniciantes em jogos de luta. Parte 6

    Medium 3686242 featured image

    Não tenha medo de perder

    Certa vez, num evento de games, fiz a seguinte pergunta pra um conhecido: "cara, você vai participar do campeonato?" E ele disse: "não vou porque já vi que só tem ótimos jogadores e não sou tão bom quanto eles". O que mais me deixou chateado, foi que ele sequer tentou, e olha que ele sabia jogar o jogo muito bem.   

    Entenda uma coisa: ganhar ou perder uma partida vai depender do seu grau de dedicação ao jogo e qual seu objetivo. É claro que se quisermos ser competitivos, teremos que treinar sempre e mesmo assim não é garantia de vitória, mas pelo menos você não será surpreendido. E uma coisa eu te digo: pra você conseguir bons resultados você vai perder e perder muitas partidas.

    Eu posso afirmar, com toda certeza desse mundo, que os melhores jogadores perderam muito mais partidas do que ganharam pra chegar onde estão, mas com um detalhe: eles aprenderam a perder.
    E como isso é possível? Você deve estar se perguntando. Você realmente perde no jogo quando simplesmente não tenta e vira as costas pra ele, como nosso amigo fez. 

    Saber perder é aprender com seus erros e fazer uma análise daquela partida e ver o que precisa para melhorar,  e aprimorar sem deixar de jogar e se divertir, e lembre-e: quanto mais você jogar mais experiencia ganhará e isso com certeza vai te ajudar a ser um jogador melhor. 

    Você não deve ter medo de jogar com alguém mais habilidoso e sim encarar aquilo como um aprendizado. Não se sinta intimidado. Ele tem muita coisa pra te ensinar, mas é preciso estar atento e absorver esse conhecimento mesmo na derrota. Talvez você possa usar o estilo de jogo dele como inspiração ou conversar com ele depois da partida e pedir umas dicas. 

    Reconhecer a superioridade do seu adversário  jamais será humilhante, muito pelo contrário: isso só mostra que você é um ótimo competidor e que merece uma revanche no futuro depois de melhorar seu jogo.

    Grandes jogadores sempre estarão dispostos a ajudar quem está aprendendo, seja dando alguma dica ou até jogando com você quando possível.   

    Isso que diferencia os bons dos maus jogadores: a humildade e a vontade de que todos tenham o mesmo sucesso, atributos esses que só os bons tem.

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      filipessoa · 28 dias atrás · 2 pontos

      E isso vale não apenas pra os games de luta como também qualquer um desses multis super jogados. Quantas partidas onde já perdi que vieram babacas dizer: "gg izi" ou "desinstala que tu ganha mais". Acho que ainda existem muuuuuuita gente que não aprendeu a perder e o pior é que, com essa atitude, não é só na partida onde são derrotados :-/

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      artigos · 27 dias atrás · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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  • diegogonz Diego Gonz
    2018-11-16 16:27:23 -0200 Thumb picture
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    Bastidores da série Sonic - da onde vem a rivalidade com o Mario?

    Medium 3685672 featured image

    "De quem você gosta mais, do Sonic ou do Mario?", essa pergunta representa uma rivalidade existe até hoje, mas sem dúvidas, ela teve seu auge durante a primeira metade dos anos noventa. No entanto, você já se perguntou o por quê?

    Durante os anos oitenta, a Nintendo dominava 90% do mercado de consoles tanto nos Estados Unidos quanto no Japão com seu Nintendo Entertainment System, mais conhecido por nós como Nintendinho 8 bits, lançado originalmente em 1982.

    Eventualmente, a SEGA, que já era "gigante" nos arcades e também muito famosa por jogos parecidos com os de cassinosjogos de apostas, resolveu entrar no ramo de consoles também, lançando alguns protótipos no Japão que eventualmente rendeu o Master System em 1984, videogame que era tecnicamente superior ao concorrente, mas que não conseguiu emplacar grande sucesso nos dois principais mercado. Nesse contexto, ela decidiu ser mais ousada, e em 1989 lançou o Mega Drive, um console 16 bits que era muito superior ao Nintendinho, com visuais e músicas excelentes para os padrões da época.

    Com seu lançamento, a equipe norte-americana da SEGA, chefiada pelo ex CEO da Mattel, Tom Kalinske, decidiu que uma boa estratégia para valorizar o Mega Drive era fazer uma campanha de marketing bem agressiva que ridicularizasse a Nintendo. O primeiro jingle para comerciais de TV era "Genesis Does What Nintendon´t" (O Mega Drive faz o que o Nintendo não faz), sendo modificado anos mais tarde para o "Welcome To The Next Level" (Bem vindos a próxima fase) quando o Super Nintendo foi lançado.

    Já no Japão, o presidente da SEGA, Hayao Nakayama, solicitou aos seus funcionários que desenvolvessem um jogo que vendesse, no mínimo, um milhão de cópias e que substituísse o Alex Kidd como o mascote da empresa. Para isso, uma competição interna foi realizada para apresentarem um personagem carismático, e o vencedor foi o Mr.Needlemouse de Naoto Ohshima, personagem que eventualmente foi renomeado para Sonic.

    Ao apresentar seus conceitos para Nakayama, Ohshima disse que imaginava um jogo onde o personagem pudesse correr por loopings e utilizasse o próprio corpo para atacar inimigos. Ao ouvir essas palavras, Nakayama disse: "A pessoa que pode fazer um jogo assim é o Yuji Naka", um talentoso programador que estava se destacando dentro da SEGA pelo seu bom desempenho em jogos como Phantasy Star e Fatal Labyrinth.

    O desenvolvimento teve várias ideias pensadas e descartadas, além de intervenções da SEGA Americana que suavizou o personagem para ter um apelo mais ocidental, já que desde o início, o objetivo era que o jogo atingisse com força o mercado americano.

    Inicialmente, o Sonic teria presas, uma namorada humana "boazuda" e seria o vocalista de uma banda de Rock, além de ter uma aparência bem mais característica dos desenhos japoneses e ser mais agressivo. Quando o personagem chegou a SEGA Americana, a gerente de produtos, Madeline Schroeder, suavizou o personagem removendo todos esses elementos e dando o aspecto mais "bonitinho".

    No entanto, as mudanças não agradaram nem um pouco a equipe de desenvolvimento e Schroeder teve que ir pessoalmente ao Japão para "racionalizar" do porquê o Sonic deveria seguir aquele estilo e, segundo ela mesma, "não foi um encontro agradável". No fim das contas, os desenvolvedores tiveram que ceder as mudanças, mas muito a contragosto. Em entrevista recente no documentário da G4 TV norte americana, o Yuji Naka disse:

    "Na época eu odiei as mudanças, mas olhando para trás hoje em dia, entendo que foi uma das razões pela qual o jogo foi bem sucedido".

    Com o jogo lançado em 23 de junho de 1991, ele se tornou instantâneamente um sucesso e em pouco tempo se tornou o título mais forte comercialmente do Mega Drive. Sucesso em vendas, a SEGA Americana continuou com seu marketing agressivo e colocou um comercial em horário nobre com duas TVs de 32 polegadas, que para a época eram enormes, comparando o Sonic The Hedgehog com o Super Mario World para o recém chegado Super Nintendo.

    O consumidor olhava para ambos os jogos e via que o Mega Drive era mais barato, e que o jogo do Sonic parecia ser mais divertido do que o do Mario. A escolha do horário nobre veio propositalmente para atingir o máximo de espectadores o possível de uma única vez, já que a SEGA podia levar um processo da Nintendo e ter o comercial suspenso da TV, já que estava utilizando a imagem do Super Mario World sem autorização. No entanto, a Nintendo não só não processou, como "entrou na brincadeira" e passou a fazer comerciais ridicularizando a SEGA.

    Com o sucesso em vendas, Tom Kalinske chegou a conclusão de que a única forma do Mega Drive superar as vendas do Super Nintendo seria incluir o jogo do Sonic junto com o videogame. Só que novamente, os japoneses não gostaram da ideia e dessa vez quem foi ao Japão foi o próprio Kalinske conversar pessoalmente com o presidente Hayao Nakayama. Segundo informações, Nakayama disse:

    "Nós fazemos dinheiro com os softwares, ou seja, os cartuchos, e você quer colocar o nosso principal jogo junto com o videogame? Você só pode estar louco!"

    Kalinske foi bem enfático de que essa era a única solução para que o Mega Drive superasse as vendas do Super Nintendo. Nakayama ficou nervoso, jogou cadeiras no chão, foi até a porta e disse para Kalinske: "Você acha mesmo que assim a gente derrota a Nintendo?! Então faça!" e bateu a porta.

    A estratégia de Kalinske deu certo, e a Nintendo, pela primeira vez desde sua entrada no ramo de consoles, "perdeu seu reinado" e a SEGA ficou com 65% do mercado de videogames graças ao Sonic, que se tornou o mascote da empresa. Graças aos comerciais que comparavam ambos os jogos, as revistas da época que estimulavam a competição e cada um ser o símbolo de suas respectivas empresas, veio a rivalidade que todos nós conhecemos.

    E você? De quem gosta mais? Do Sonic ou do Mario? 

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    • Micro picture
      artigos · 29 dias atrás · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

    • Micro picture
      muser · 29 dias atrás · 1 ponto

      Mario hoje, Mario amanhã, Mario sempre!!!

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      kess · 29 dias atrás · 1 ponto

      Nenhum dos dois, mas é bom ver que conseguiram fazer uma disputa saudável, mas que infelizmente uma das empresas perdeu força, mas não necessariamente por causa de seu rival...

  • jclove José Carlos
    2018-11-14 22:23:59 -0200 Thumb picture
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    Os clones de Resident Evil - Parte 1 (PsOne)

    Medium 3685261 featured image

    Resident Evil não foi exatamente o primeiro jogo do gênero mas estabeleceu padrões para adventures misturando câmeras fixas, cenários pré-renderizados, gerenciamento de itens em inventário, puzzles, movimentação tanque e sustos que a Capcom batizou como Survivor Horror.

    Com o sucesso estrondoso dele, várias empresas (incluindo a própria Capcom) tentaram emplacar outros jogos com mecânicas ou visuais parecidos, nem sempre utilizando a temática de "horror" como base.

    A grande maioria desses jogos fica entre o medíocre e o muito ruim, mas pra quem era (ou ainda consegue ser) aficionado pelas mecânicas de RE acabava jogando e as vezes até curtindo alguns desses games.

    Resident Evil inaugurou a era dos jogos de aventura com cenários pré-renderizados no Playstation, esse tipo de cenário que é composto por imagens estáticas que davam uma impressão de realismo muito maior que o Ps1 conseguiria fazer. Hoje em dia a técnica caiu em desuso porque os consoles atuais já conseguem processar gráficos assim em tempo real.

    Particularmente eu ADORO o gênero survivor horror clássico, apesar de detestar/morrer de medo com histórias de terror. Na verdade o que me atrai nesses jogos é justamente os elementos de gameplay, a parte que veio dos adventures point n click misturada com um pouco de ação: ter um ou mais personagem em um ambiente fechado tendo que resolver enigmas e enfrentar (ou não) inimigos muito mais fortes que ele numa narrativa que utiliza câmeras fixas pra dar aquele tom cinematográfico e tal. Por isso quase sempre acabava gostando de qualquer coisa parecida com Resident Evil e não conseguir curtir muito jogos de "terror" em primeira pessoa, que infelizmente são o padrão hoje em dia.

    Alguns dos vários jogos que podem ser considerados como clones de RE

    Desde o ano passado resolvi me embrenhar por todos os clones possíveis de Resident Evil que encontrasse, principalmente no Playstation 1 e ACHO que já passei pela grande maioria, dai bateu a vontade de fazer esse "catado" com todos num artigo só.

    Os critérios pra entrar nessa lista são baseados em elementos básicos do gameplay de RE:

    -Ser em 3ª pessoa (existem vários "survivor horror" no PS1 em 1ª pessoa mas pra mim perde o charme, então estão fora -sorry Echo Night)

    -Ter câmera fixa, ou ângulos fixos em alguns momentos

    -Ter cenários pre-renderizados de preferência

    -Ter movimentação "tanque"

    -Dublagem tosca não intencional, não é obrigatória, mas deixa a coisa mais divertida.^^

    Se tiver ao menos 3 elementos desses ai já encaixo nesse conceito de clone. Não ouso chama-los de Survivor horror porque vários são jogos de ação mesmo, sem nenhuma pitada de suspense ou terror no enredo ou clima. 

    Separei em 3 categorias: os bons, os ruins e os MUITO ruins (e algumas menções honrosas que não se encaixam exatamente no modelo mas valem pela curiosidade-ou não XD):

    //////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////

    Os Bons: Esses tem todos os elementos bons de RE e alguns elementos originais, em alguns casos fugindo completamente da temática de horror e partindo pra ação, hack n slash ou RPG. São os que eu considero melhores e ainda bem jogáveis hoje em dia, se você não for daqueles que torcem o nariz pros polígonos quadrados do PS1 e a texturas em baixa resolução.

    Vou deixar um comentário breve em cada porque provavelmente já tem link do Youtube suficiente pra quebrar a alva nesse post gigantesco^^.

    Dino Crisis (1999)

    Começando com um dos clones feitos pela própria Capcom e pela equipe dos REs originais. Dirigido por Shinji Mikami, DC trocava a temática de zumbis criados por vírus e armas biológicas pra uma ilha que acabou transportada pro período jurássico após um experimento que deu "errado". No controle de Regina, uma das agentes enviadas ao local para capturar o Dr. Kirk, gênio responsável pelo desastre, o jogador precisa encarar dinossauros que são muito mais espertos e difíceis de enfrentar que os zumbis de RE, e uma montanha de puzzles complicadinhos e códigos, muitos códigos em portas!

    DC trazia várias novidades a fórmula de Survivor horror: Cenários texturizados em tempo real ao invés dos pré-renderizados, Podia-se andar empunhando a arma, tinha trechos com escolhas e QTEs básicas em vários momentos também. Era BEM mais difícil que RE pela falta de munição e resistência dos dinos. Os raptors abriam até portas se você fugisse.

    Dino Crisis 2 (2000)

    Lançado um ano depois do original, DC 2 foi ainda mais experimental que o primeiro. Provavelmente com base nas reclamações dos jogadores do primeiro, a equipe resolveu mudar completamente o foco do game. Sai o "survivor panic" cheio de puzzles e itens escassos e entra um jogo de ação bem arcade, com direito a pontuação e combos que incentivavam a matança desenfreada dos dinos. 

    Bem diferente do que se esperava, mas muito divertido de se jogar. O gameplay dele é de longe o melhor em jogos de ação com movimentação tanque. Tanto a Regina quanto o novato Dylan são rápidos e tem uma game de ataques e armas interessantes. A história continua direto do original, dessa vez numa cidade inteira que acabou sendo engolida pelo fenômeno iniciado no primeiro jogo.

    Parasite Eve 2 (1999)

    O primeiro Parasite Eve não considero como survivor horror nem como clone de RE. Apesar de algumas semelhanças o gameplay é bem mais action RPG (o cinematic RPG, como a Squaresoft gostava de chamar), com muitas áreas abertas e tal.

    O segundo jogo no entanto, teve ex-funcionários da Capcom que trabalharam em Resident Evil 2 na equipe de desenvolvimento e se transformou num belo clone do jogo da Capcom, sem tentar disfarçar nem um pouco, MAS ainda mantendo alguns elementos de RPG do original. 

    Existem batalhas aleatórias, forte foco em evolução da personagem matando inimigos infinitamente, gestão de inventário, upgrade de armas e equipamentos e por ai vai. A história se passa 2 anos após os eventos do primeiro jogo e a ex-policial Aya Brea agora é agente do FBI e investiga um incidente envolvendo criaturas geneticamente modificadas que tem raizes muito maiores que ela imagina.

    Koudelka (2000)

    Desenvolvido pela finada Sacnoth e publicada pela gigante dos jogos de luta SNK, Koudelka era uma mistura bizarra de survivor horror fortemente baseado em Resident Evil, com RPG Tático com batalhas por turnos. Muito estranho, mas muito bem feito também. As batalhas são simples de entender mesmo que nunca tenha jogado nada do gênero e fora delas temos um autêntico Survivor horror com temática sobrenatural cuja história se passa no monastério mais sinistro da Europa virtual. No Controle de médium Koudelka e de seus inusitados parceiros Edward e padre James o jogador precisa descobrir como impedir a fonte do mal que habita no lugar se espalhe.

    Fear Effect (1999)

    Fear Effect chamou muita atenção na época, pelos aspectos técnicos, sendo um dos primeiros jogos (bem) feitos com a técnica cell shading, (que consiste em dar aos polígonos uma cara de "desenho animado", surpreendente na época) e pela temática om uma história situada num futuro distópico onde o grupo de mercenários composto por Hana, Glas e  Deke se veem numa sucessão de eventos de vida e morte bizarros enquanto tentam resgatar a filha desaparecida de um chefão da tríade. Além do visual fantástico o jogo se destacava pela dificuldade e pelos 4 CDs, necessários pra rodas as dezenas de animações em CGI que compunham o game.

    Fear Effect 2 (2001)

    A sequência de FF na verdade era uma prequel do jogo original narrando eventos que uniram Hana Deke e Glas, além de trazer uma nova personagem, a sexy Rain, que era namorada da protagonista. O jogo chamou ainda mais atenção pelas cenas sugestivas com as duas que pelo gameplay em si.

    Tecnicamente e em termos e jogabilidade não trazia nada de muito diferente do original. Muitos puzzles difíceis e tiroteios hardcore.

    Silent Hill (1999)

    Silent Hill dispensa apresentações. Na verdade é até meio cruel reduzir ele apenas a um "clone" de Resident Evil porque apesar da óbvia inspiração, o jogo da Konami trazia uma pegada diferente, muito mais focada no terror psicológico, muito mais perturbador que qualquer outro jogo do gênero na época.

    Tecnicamente ele tinha diferenças também. assim como Dino Crisis, os cenários nele não eram pré-renderizados e sim texturizados em tempo real. A cidade que da nome ao jogo era coberta por uma densa neblina, que era uma forma muito esperta dos desenvolvedores contornarem as limitações do PS1 e que acabou virando marca registrada da série.

    No controle do escritor Harry Mason o jogador deve se embrenhar pela assustadora cidade fantasma de Silent Hill em busca da filha dele que sumiu após um acidente de carro. Se curte jogos de terror e nunca jogou isso, está cometendo um erro maior que Harry entrar na cidade desarmado.

    Alone in the dark The New Nightmare (2001)

    Alone in the Dark foi o primeiro jogo de terror em 3d com os elementos que fariam de RE um sucesso. Lá em 1993 quando saiu o primeiro jogo era a coisa mais surpreendente e assustadora que se podia imaginar. Quem diria que anos depois a Infogrames iria passar a copiar as mecânicas do jogo da Capcom e dar uma cara totalmente Resident Evil pro seu 4 jogo.

    Lançado também pra Dreamcast e PC (dublado em português inclusive). New Nightmare trazia um novo Detetive Carnby que dessa vez dividia o protagonismo com a antropóloga Aline Cedrac, cada um com sua própria campanha, tentando solucionar o mistério de uma mansão assobrada por criaturas sensíveis a luz.

    Covert Ops - Nuclear Dawn (2000)

    Saindo de vez do survivor horror, Covert Ops (Chase the Express no Japão) coloca muita ação na fórmula de RE. Se passando inteiramente num trem militar, o jogador precisa controlar o agente da OTAN Jack Morton numa perigosa corrida contra o tempo pra salvar o embaixador Francês que foi sequestrado enquanto viajava no trem pela Rússia e conter o ataque terrorista que pretende ameaçar o mundo com mísseis nucleares.

    Se as mecânicas e visual lembra Resident Evil, o clima e ação lembram Metal Gear e Shypon filter. Apesar da movimentação tanque, é simples combater os terroristas mas ainda tem gestão de inventário e alguns puzzles, além de vários finais que dependem de ações chave que se toma durante o jogo.

    Soul of Samurai (1999)

    Esse é um daqueles jogos que mereciam mais reconhecimento na época. Lançado pela Konami em 99, Soul of Samurai era a coisa mais parecida com Onimusha antes de Onimusha existir. Ao invés de terror e zumbis a parada aqui é samurai e ninja contra seres do mal que estão aterrorizando uma cidadezinha do Japão feudal. Os cenários pré-renderizados são na mesma pegada de RE, ainda tem inventário e puzzles simples, mas a movimentação tanque é mais rápida e tem um leve toque de rpg com várias sidequests e espadas escondidas.

    O jogo trazia dois personagens, cada um com sua campanha, que encontravam em várias partes dela. e tinha uma historinha bem bacana.

    //////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////

    Os Ruins: Esses ficam entre o medíocre e o ruim, MAS ainda tem algum elemento que os fazem especiais de alguma forma. Também são jogáveis com um pouco (ou muito) mais esforço que os da categoria anterior, mas da pra se divertir.

    Galerians (1999)

    Da uma tristeza colocar Galerians entre os ruins, afinal o jogo tinha muita coisa única na época: O enredo é bem dark e é provavelmente a coisa mais parecida com um jogo baseado no clássico mangá Akira  (misturado com Matrix) até hoje já que o protagonista Ash, assim como Tetsuo, tem poderes paranormais e todo combate do jogo é baseado neles.

    O jogo é super violento e tem cenas bem pesadas, com um enredo muito doido e interessante. O problema é a jogabilidade. A movimentação do Ash é uma das piores dos jogos listados aqui e é preciso carregar cada golpe que ele dá, o que deixa as constantes batalhas muito difíceis. os bosses em especial são um exercício de paciência e autocontrole pra não jogar o PS1 na parede. Outro problema é o inventário extremamente limitado que força o jogador a escolher que item pegar o tempo inteiro e como os poderes do protagonista consomem a energia vital dele, é muito possível chegar em um ponto onde não se tem nem item de ataque nem de recuperar HP e inutilizar o save. É um jogo bem bacana, mas muito difícil de recomendar hoje em dia.

    Chaos Break (2000)

    Sequência obscura do ainda mais obscuro arcade Chaos Heat, Chaos Break era a tentativa da Taito de atrair os fãs de survivor horror. Porém, assim como em Dino Crissis 2, o foco aqui era bem mais na ação que no terror, praticamente inexistente na verdade. 

    No controle de um dos dois agentes veteranos no controle de pragas biológicas, Mituki ou Rick, o jogador deve tentar conter uma praga que assolou um laboratório privado que tentava fazer uso do parasita alienígena que causou o desastre do jogo original. Tem bastante ação mas ainda traz elementos de survivor horror, com alguns puzzles simples e munição que começa farta mas se se empolgar fica sem nada perto do final (quando realmente precisa dela).

    Se alguém souber como faz o final bom, me conta ai porque terminei 4x seguidas, fazendo 100% na ultima e ainda cai no final ruim. Mas é um jogo divertido.

    Enigma (1998)

    Lançado apenas no Japão, Enigma traz uma mistura de survivor horror com Indiana Jones, com uma pegada de aventura e caça ao tesouro. Temos 3 personagens se alternando nas longas fases do jogo, em várias partes do mundo, enfrentando muitas criaturas muitas vezes na base do soco. Tem mais ação mas muitos puzzles também. Esse nunca consegui terminar...

    Overblood (1997)

    Overblood foi um dos primeiros clones de Resident Evil. lançado uma ano depois que o jogo da Capcom, o jogo da desconhecida Riverhillsoft trazia muitos elementos que o faziam bem distinto. foi o primeiro survivor horror com cenários gerados em tempo real e o jogador precisava guiar o protagonista Raz e sua parceira a entender o que aconteceu de errado na base subterrânea onde estavam instalados (eu jurava que o jogo se passava no espeço quando joguei pela primeira vez, ja que o cara acorda de um dispositivo de criogenia.)

    Overblood 2 (1998)

    Aparentemente sem ligação com o jogo original, a sequência trazia uma nova história envolvendo uma capsula que colidia em East Edge City.

    Os gráficos eram bem melhores que o primeiro jogo, o que não quer dizer muita coisa hoje, mas a jogabilidade é ainda mais travada.

    TRAG/Hard Edge (1998)

    Outro jogo de ação com cara de Resident Evil. O diferencial de TRAG era o bizarro visual de anime realista. O jogo se passa num prédio tomado por terroristas e dois agentes do grupo TRAG (Tactical Rescue Assault Group) são os únicos (até aparecem mais dois personagens) que podem impedir uma tragédia megalomanícaca envolvendo ciborgues. Apesar do plot genérico e da dublagem hilária (que era meio que padrão na época) é um jogo bem legal até. 

    Vampire Hunter D (1999)

    Imagine se existisse Devil May Cry no PS1...

    Não existiu, mas graças a Jaleco tivemos um jogo do meio vampiro caçador de vampiros dos animes D que foi a coisa mais próxima disso.

    Vagamente baseado no excelente  OVA Bloodlust, o jogo era uma mistura de survivor horror com hack n slash ja que D não usava armas de fogo e sim ataques de espada e magias, além de poder correr, pular e defender ataques.

    É meio travadão mas depois que se pega o jeito vira um jogo bem interessante. 

    Devilman (2000)

    Lançado em 2000 pela Baindai exclusivamente no Japão, o jogo adapta o anime clássico e macabro dos anos 70 pra um jogo de aventura que mistura vários estilos. No capítulo 1 é um survivor horror clássico onde o jogador assume o controla o jovem de coração puro, Akira Fudo antes de se transfomar no Devilman. O capítulo 2 vira um beat'em up onde ja na forma demoniaca ele sai detonando outros satanazes e o capítulo 3 é uma série de boss fights.

    O gameplay é bem mais ou menos mas nada abaixo da média dos clones de RE. a dificuldade na primeira parte é bem grande por causa dos puzzles em japa.

    //////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////

    Os MUITO ruins: Esses dataram demais ou já eram quebrados/ruins na época do lançamento. Só sendo MUITO fã de RE pra encarar hoje em dia.

    Alone in the dark  - One Eyed Jack's Revange (1996)

    Único jogo da trilogia original a ser portado pro PS1, Alone in the Dark 2 ganhou nesta versão uma bela melhoria gráfica já que os polígonos tem texturas, dando um visual muito mais agradável que no PC. 

    De resto é o mesmo jogo de 94. É o mais difícil dos Aitd originais pra mim. Com movimentação extremamente truncada, erros de colisão constantes, puzzles muito difíceis de entender e muitos, mas muitos combates.

    Countdown Vampires (1999)

    Assim como Dino Crisis trocou zumbis por dinossauros, Countdown Vampires como o nome indica é um clone de Resident Evil 1 com vampiros e outros monstros. A diferença é que Dino Crisis fez isso bem enquanto que o jogo da Bandai é uma cópia mal feita do primeiro survivor horror da Capcom (quando ja existia o RE 3), com cenários em baixa resolução, jogabilidade horrorosa e história péssima. Da pra jogar se você for MUITO fã de RE 1 mas estressa mais que diverte.

    Man in Black: The Game (1997)

    Vagamente baseado no primeiro filme da série dos Homens de preto, o jogo (também com port pra PC) trazia versões poligonais quadradas de Will Smith e Tommy Lee Jones encarnando os agentes J e K, tendo a agente L selecionável também.

    O Game era um Resident Evil com mais foco na ação, tendo possibilidade de lutar com socos e chutes e também pular, mas tudo era muito travado e pouco atrativo.

    A história era uma releitura do recrutamento do J e suas primeiras missões em vários locais do mundo caçando aliens fujões. Seria legal se não fosse tão quebrado.

    Evil Dead hail to the King (2000)

    Esse foi o primeiro jogo baseado na série de filmes Evil Dead e era natural ser um survivor horror. De bom ele traz o carismático ator Bruce Capbell, que encarna o protagonista Ash nos filmes, narrando o jogo e dublando sua versão digital. 

    O resto todo é uma bomba. Os gráficos até que eram passáveis mas a jogabilidade é péssima com inimigos dando respawn imediatamente após mata-los (estilo Ninja Gaiden no NES), movimentação e colisão quebrados e dificuldade artificialmente alta demais. Só sendo maluco pelos filmes pra encarar.

    Martian Ghotic: Unification (2000)

    Pensado como um point n click tradicional, esse jogo acabou assumindo as mecânicas de Survivor horror porque os produtores acharam que ficaria mais vendável. O problema é que os desenvolvedores não tiveram tempo pra ajustar as mecânicas e o game acabou ficando excessivamente difícil e complicado.

    O enredo se passa numa base em marte onde um virus letal transformou quase todos os habitantes do local em zumbis. apenas os 3 protagonistas permanecem humanos e precisam arrumar um jeito de escapar mas não podem se cruzar durante o jogo porque se entrarem em contato direto se infectam e morrem. O jogador precisa controlar alternadamente os 3 personagens resolvendo puzzles e gerindo a pouquissima munição que eles encontram.

    //////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////

    Menções honrosas: Os jogos listados abaixo pendem mais pro point n click clássico ou pro adventure em primeira pessoa (ou beat'em ups) mas ainda tem algum elemento que lembra os clones de RE também. Alguns muito obscuros, outros até um pouco acima da média, mas a maioria, ruinzão.

    Discworld Noir (1999)

    Terceiro jogo baseado nos livros da série homônima do escritor inglês Terry Prachet, Discworld Noir se destaca por sair da pegada de desenho animado medieval colorido dos anteriores pra uma aventura de detetive noir bem legal. É um point n click com cenários pré-renderizados bem obscuro mas amado por quem jogou. Existe uma versão pra PC que infelizmente não funciona em versões atuais do Windows, nem tem relançamento em plataformas digitais.

    A versão do PS1 é bem inferior graficamente e ainda mais difícil de achar. No Ebay, o disco não sai por menos de 49 dólares e até a ISO europeia (não foi lançado nos EUA) é bem difícil de encontrar pra baixar em inglês.

    The City of lost children (1997)

    Baseado no filme francês de mesmo nome, o jogo era uma adventure point n click sem a parte de apontar e clicar ja que se tem o controle da pequena protagonistas com movimentação tanque. O jogo teve certo destaque na época pelos visuais e pelo fato de consumir todos os 15 blocos do Memory Card do PS1 pra salvar o jogo.

    Clock Tower (1997)

    O primeiro Clock Tower na verdade foi lançado no Super Nintendo pela Human em 94, ms ficou apenas no Japão, dai quando ela resolveu lançar o segundo jogo no ocidente ele saiu como se fosse o original.

    O primeiro Clock tower foi relançado pro PS1 mas ficou apenas no Japão também, só a Human sabe porquê, ja que de longe é o melhor da série.

    Esse se passa um ano após o jogo do Snes e temos a traumatizada protagonista Jennifer de volta mas dividindo o jogo com sua terapeuta, que se veem sendo perseguidas novamente pelo assassino da tesoura gigante. Dependendo das escolhas que faz no começo a rota da história e a protagonista muda. Praticamente tudo que se faz no jogo muda um dos vários finais dele. 

    Difícil é aguentar até chegar lá, porque a transição de sprites pro 3d não foi bonita. Na época ele ja era bem feinho e os controles point n click eram lentos demais. É uma ideia interessante mas muito ruim de jogar hoje em dia.

    Clock Tower 2 - The Struggle Within (1998)

    O ultimo jogo da série clássica no PS1 na verdade não era o CT2 e sim um spin off sem ligação com os 2 anteriores. É considerado pela fanbase como o pior por causa da jogabilidade ruim e da história maluca MAS pessoalmente achei ele bem melhor que o anterior. Ainda é ruim e quebrado mas tem umas idéias legais como uma menina de 7 anos endemoniada esquartejando a irmã e te perseguindo e uma protagonista colegial normal que assume a personalidade de um homem violento e badass quando solta o amuleto que leva sempre consigo.

    Echo Night (1998)

    A série Echonight é uma espécie de survivor horror sobrenatural mas sempre em primeira pessoa, o que o tornava bem menos atrativo pra mim, mas tem muitos fãs até hoje. O jogo se passa com o protagonista Richard tentando encontrar seu pai num misterioso navio que aparentemente está abandonado (mas cheio de fantasmas)

    Echo Night 2 (1999)

    O segundo jogo da série mantem a estética do original, mas agora se passa numa mansão assombrada. O protagonista não usa nenhum tipo de arma de fogo e sim luz pra se defender e comunicar com os fantasmas do lugar. Alguns inofensivos, outros já mais mal intencionados pro seu lado.

    Hellnight (1998)

    Produzido pela Atlus, esse survivor horror em primeira pessoa lembra bastante os dois Echo Night (que eram da From Software) e se passa numa realidade distópica onde a colegial Naomi Sugiura e outros sobreviventes de um desastre de trem precisam escapar por um labirinto subterrâneo na forma de esgoto enaunto fogem de criaturas bizarras e uma seita nada amistosa.

    D (1995)

    Clássico "filme" interativo de terror do 3do, D foi o primeiro jogo do Diretor Keiji Eno e trazia uma viagem insólita por um hospital que virava sem mais nem menos um castelo medieval cheio de puzzles e perigos enquanto a jovem Laura tentava descobrir o que levou seu pai, um respeitável médico da cidade a sair matando geral.

    O jogo lembrava mais Myst que Resident Evil, mas é um clássico, eu tinha de mencionar, sem falar tinha vistosos 3 discos pra 30 minutos de jogo (se você soubesse o que fazer) porque as CGis comiam o espaço todo da mídia.

    Uma curiosidade que em todos os jogos da Warp sempre tem uma protagonista loira chamada Laura, Tanto no D2 (que é bem clone de RE no Dreamcast) quanto no criativo Enemy Zero do Saturn.

    The Witch of Salzburg (1997)

    Esse é realmente obscuro. Descobri enquanto pesquisava pra escrever esse artigo e nunca tinha ouvido falar.

    É um adventure com temática sobrenatural e pitadas de terror que pode ser jogado tanto em 3[ quanto em primeira pessoa, mas só saiu no Japão. O enredo envolve lendas sobre bruxas da Austria.

    The note (1997)

    Esse é outro bem obscuro que só ficou no Japão. (tem versão Europeia em inglês) 

    É um survivor horror em primeira pessoa com o repórter especializado em ocultismo (só podia ser no Japão né?) Akira e sua parceira Angela investigando uma mansão assombrada, de onde eles só deveriam tirar fotos pra uma matéria mas acabam se complicando um pouco. Quase um Fatal Frame.^^

    //////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////

    Acho que com isso englobo todos os clones de Resident Evil e também a maioria dos Survivor horrors do PS1. Se você conhece algum que não foi listado aqui avise que quero ver e adcionar a lista.

    Deu um trabalhão pra arrumar e escrever sobre tudo mas curti demais. Em breve continua com Saturn e PS2 (ou não).

    Resident Evil (Director's Cut)

    Plataforma: Playstation
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    • Micro picture
      emphighwind · 1 mês atrás · 3 pontos

      bom post, queria saber se destes quais não tem saves limitados(tipo o sistema de tinta do RE), é literalmente a mecânica que eu mais me desanima de ir atrás dos RE inclusive.

      2 respostas
    • Micro picture
      artigos · 1 mês atrás · 3 pontos

      Parabéns, seu artigo virou destaque!

      1 resposta
    • Micro picture
      kess · 1 mês atrás · 3 pontos

      Eu já tinha essa ideia de ir atrás dos clones de RE, mas vários desses eu não conhecia... Muito obrigado por essa compilação!

      1 resposta
  • papm22 Galard Malvic
    2018-11-14 02:00:12 -0200 Thumb picture
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    O jogo do ano 2018: Opiniões

    Medium 3685033 featured image

    Salve, salve galera, aqui é o Galard trazendo novamente o seu pitaco anual sobre os indicados ao TGA! Estou um pouco empolgado, mas com algumas ressalvas que serão explicadas ao longo do artigo.

    Se fosse para traduzir em uma expressão o que achei deste ano, seria marromeno assim: 

    Feliz, porém um pouquinho desapontado... Calma, vou explicar antes que me crucifiquem: os indicados foram bons sim, e teve até uma certa variedade, ainda que inferior aos anos de 2015 e 2017. Mas foram poucos jogos para muito ano, ou seja, poucos foram os títulos que realmente valeram a pena a compra. Geralmente é assim, mas nem tanto. Basta observarmos os anos que eu mencionei: se quisesse jogar algum gênero, existiam escolhas o suficiente para agradar à maioria. Já este ano, foram poucos os jogos que se destacaram o suficiente e quase todos eles foram indicados. Acho que tirando Unavowed em melhor narrativa e Iconoclasts e Subnautica em indies, não senti muita falta de ninguém. Pelo contrário, eu limaria algumas categorias com jogos que não mereciam ser indicados.

    Mas felizmente, este ano estão bem justas as indicações, fiquei bem satisfeito com todas as categorias da qual eu sou público alvo. Então, já sabem que esports não é a minha praia e não entendo nada, razão pela qual não irei comentar essas categorias. E as categorias em que souber menos, vou explicar alguns pontos relevantes, sem deixar de dar a minha opinio gamer.

    Desta vez, eu tenho uma pequena surpresa para vocês: consegui jogar muito TODOS os principais indicados! Duvidam? Aqui ó:

    Mas não foi muito a atoa que fiz isto: como já havia mencionado em algumas publicações anteriores, eu sou concursando (o livro de processo civil do Daniel Amorim ali atrás não me deixa mentir rsrs) e precisava de um hobby. Como este ano a crise me pegou e não poderia gastar tanto, fiz um grande esforço financeiro para conseguir adquirir todas as cópias dos jogos que eu acreditava que seriam indicados. Dei um pouco de sorte, mas está aí. 

    E também, queria fazer isto como uma breve despedida minha do mundo dos artigos aqui do Alvanista e da internet. Mas... nem tanto! Como vocês já devem ter percebido, sempre fiz uma análise focada nas minhas experiências pessoais, na minha experiência de anos analisando o mercado e a mídia gamer, e talvez por isso que sempre consegui fazer um bom palpite. Isso não vai mudar muito, mas a intensidade irá diminuir, devido ao meu tempo escasso que a vida adulta me traz. E por isso que tentei jogar o máximo que pude este ano, dos jogos que eu apostei que seriam indicados e dos jogos que eu gostaria de jogar mais. Assim, o intuito fora tentar ter o máximo de experiências para poder passar ao máximo de meu provável último ano de dedicação intensa aos games. 

    Então, que comecemos com uma mini-retrospectiva do ano até agora: como havia dito anteriormente,  eu achei o ano meio fraco por não só ter poucas opções, mas também por conta dessa janela de lançamentos confusa. Eu sei que há meses do ano em que as coisas ficam melhores e em que as coisas ficam mais mornas, mas em 2018, foram muitos meses com quase nenhum lançamento de muita qualidade: fevereiro e de maio até agosto, mal tivemos bons jogos. Sendo que em abril, só tivemos dois jogos decentes, que foram GoW e Frostpunk, por exemplo. Não digo que todo o resto fora ruim, mas que fiquei um pouquinho mal acostumado com 2015 e 2017. E não sou só eu quem reclamou desse 1º semestre, mas alguns canais que sempre fazem as suas listas de "best games so far" também tinham quase sempre os mesmos jogos. Fora que senti uma falta de variedade também, mesmo em gêneros extremamente populares, como fps. Aqui está um comparativo da wikipédia (sim, para enumerar lançamento, ela é o melhor site!) sobre o ano de 2018 para o mundo dos jogos.

    Contudo, isto é mais um desabafo pessoal, pois tivemos jogos excepcionais tb. E este artigo tá aqui para dizer isso! Vamos lá então!

    A estrutura do artigo, terá algumas mudanças:  exibirei um comentário do que conheço dos indicados, comentando algumas presenças ou ausências, em  quem eu votei (trouxeram de novo a possibilidade de votar,  naquele mesmo percentual, 10% para o público e 90 aos juízes convidados. Se bem que prefiro assim ou sempre os jogos mais populares seriam os vencedores de tudo.) e quem eu acho que vai ganhar e o porquê disso. Quem quiser conferir os meus artigos dos anos anteriores, segue os links abaixo:

    O jogo do ano 2017
    O jogo do ano 2016
    O jogo do ano 2015

    Indico também outros três artigos, que discutem um pouco sobre os motivos de eu não ter gostado nem um pouco do ano de 2014, que fiz em estrutura de retrospectiva e não de análise de uma premiação específica;  outro sobre algumas características que eu creio que sejam comuns entre os gotys, usando o gotypicks como parâmetro; e por fim uma opinião que acabei acertando, que fora sobre a importância de 2017 para esta geração:


    O ano em foco - 2014: o pior ano dos games?

    O jogo do ano: o que faz de um jogo um goty??

    Galard Opina: 2017 será um ano decisivo para a 8ªgeração?

    E finalizando esta longa introdução (calma, já está acabando!), deixo aqui também algumas fontes que considero importantes:

    -Site do tga 2018 ensinando aonde acompanhar o evento ao vivo:https://thegameawards.com/how-to-watch/

    -Site do TGA 2018 com os indicados: https://thegameawards.com/awards/ e a sua versão em vídeo   

    Sites com as médias: 

    -gamerankings: https://www.gamerankings.com/browse.html?site=&cat...

    -metacritic: https://www.metacritic.com/browse/games/score/meta...

    E de novo, o site do gotypicks para vocês acompanharem o saldo geral dos gotys, para ver quem será o "The Big Winner" deste ano: https://gotypicks.blogspot.com/

    OBS: a tradução direta das categorias eu retirei do site do The Enemy, que será um dos jurados. 

    https://www.theenemy.com.br/pc/veja-a-lista-comple...

    Agora sim, vamos aos indicados!

    MELHOR NARRATIVA


    Detroit: Become Human (Quantic Dream / SIE) God of War (Sony Santa Monica / SIE) Life is Strange 2: Episode 1 (Dontnod Entertainment / Square Enix) Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games / SIE) Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games)

    A surpresa para mim aqui fora a ausência de Unavowed e Return of The Obra Dinn, mas de um modo geral, gostei bastante dos indicados. O único que não joguei bastante fora o Detroit, tendo jogado mais na casa de um amigo e zerado a demo. É na narrativa que este jogo tem o seu ponto mais forte, ainda que seja mais evolucionária do que revolucionária (ainda gostei um pouquinho mais do que vi em Heavy Rain, que também é da Quantic). Life is Strange 2 - Episode 1 segue a mesma linha de uma história importante e impactante, mas sem muitas novidades em sua narrativa, como o primeiro conseguiu fazer tão bem. Já Spiderman, apesar de ser bem contada a história, não vejo nada de excepcional. Pelo contrário, achei o jogo empolgante por conta de sua jogabilidade, mas um tanto tedioso na sua narrativa por demorar muito a ocorrer algo. Mas quando ocorre, é sensacional! 


    God of War, sinceramente, dispensa mais comentários: tem uma narrativa brilhante, porém uma história simples e impactante, toda contada como se fosse um excepcional plano-sequência (quando a câmera não tem cortes e parece está sempre acompanhando o personagem). Foi uma atitude arriscadíssima da Santa Monica e do Cory Barlog, que envolvei inclusive uma mudança na jogabilidade já consolidada desta série.

    Já Red Dead Redemption 2, olha ... é um jogo bem mais calmo do que eu imaginava, que demora para ocorrer cenas com mais ação . Só que eu não reclamo disso, pelo contrário, estou gostando muito, e na verdade, eu sempre me surpreendo com este jogo. Cada conversa, cada coisinha que ocorre como evento aleatório, a narrativa emergente deste jogo é uma dar melhores dessa geração, sem dúvidas! Ainda prefiro The Witcher 3 neste quesito, mas RDR2 não deixa a desejar em nada.

    Por isso que para mim, esta é uma categoria com uma grande incógnita e não consigo separar estes dois jogos. Eles estão em pé de igualdade e para mim ambos são os melhores do ano neste quesito. Mas quem eu acho que vá ganhar é: GoW. Pq o maior foco do GoW é a sua narrativa, mudaram tudo no jogo para favorecer este quesito e eu acho que isso irá pesar bastante. Mas por muito pouco RDR2 não deve levar, creio que seja por ele ser mais focado na construção do mundo, nas narrativas emergentes sob a sua narrativa embutida, enfim, só por não ter alterado tanto a narrativa quanto o que GoW fez. 

    MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

    Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec / Ubisoft) God of War (Sony Santa Monica / SIE) Octopath Traveler (Square Enix / Acquire / Nintendo) Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games) Return of Obra Dinn (3909 LLC)

    Que categoria! Tivemos jogos ousados artisticamente, como Obra Dinn com seu visual meio em sépia-grafitado, remetendo-se à alguns clássicos pixelados pela sua limitação de hardware, como Phatasmagoria; e Octopath Traveler, em seu estilo  jrpg das antigas em HD. São bem inovadores, mas desta vez eu vou preferir os outros três, pelo abuso de qualidade técnica em ambos.

    Odyssey traz uma reprodução sublime da Grécia antiga, extremamente detalhada e no fundo, a Ubisoft sabia disso, tanto é que é quase uma mecânica de jogo esse incentivo exacerbado à exploração. Sério, o mapa é gigantesco e supervariado! Não é nenhuma mentira em dizer que é de longe a sua melhor qualidade técnica.

    GoW ganha pela potência técnica: tudo tem textura da mais alta qualidade, cada detalhezinho foi bem pensado e planejado para estar naquele lugar. Os monstros também são bem legais, apesar de não tão inventivos assim.

    Mas ... tenho que ficar com Red Dead Redemption 2, tanto para minha escolha como provável ganhador dessa categoria.Ele une toda potência técnica com beleza gráfica e interatividade: sério, os detalhes desse jogo são impressionantes, cada arma  tem uma gama de customizações que alteram a sua aparência, cada animal se movimenta realisticamente, cada detalhe que nunca vi num jogo antes, como a decomposição de cadáver dos inimigos, animais. Tudo neste mundo parece vivo. E como é bem ambientado, o velho oeste nunca esteve tão parecido com os melhores filmes de Leone. Chega a ser revolucionário neste quesito. Mesmo com outros concorrentes fortíssimos, este prêmio é do RDR2, sem sombra de dúvidas.  

    MELHOR TRILHA SONORA

    Celeste (Lena Raine) God of War (Bear McCreary) Marvel’s Spider-Man (John Paesano) Ni No Kuni II (Joe Hisaishi) Octopath Traveler (Yasunori Nishiki) Red Dead Redemption 2 (Woody Jackson)

    Bom, aqui começa a complicar um pouquinho as coisas ...

    Celeste tem uma trilha sonora impecável, que te move e incentiva a querer continuar a jogar, mesmo com a sua enorme dificuldade. 

    GoW tem um tema principal bem marcante e envolvente, mas durante o jogo, eu só consegui prestar mais a atenção nesta única faixa. O jogo não sai muito disso. Apesar de ser muito bem trabalhada, ela é escassa e poderia ser um pouco mais marcante, como o tema principal de Skyrim, por exemplo. 

    Spiderman tem uma trilha sonora com um único objetivo: te fazer se sentir como o herói. Ela é empolgante, gostosa de ouvir durante o jogo, mas é perigosamente parecida com as trilhas do filme do Sam Raimi, sempre me puxando para aquele lugar comum do "já ouvi isso antes". 

    Octopatch Traveler faz algo parecido, mas com um áudio mais pixelado. Só que desta vez a qualidade não acompanha tanto à sua inspiração e ainda prefiro as trilhas de FFVI e Chrono Trigger, do auge da carreira do Uematsu...

    E por fim, sombram os dois melhores: Ni No Kuni II e RDR2. O primeiro pega muito das melhores inspirações de um dos maiores compositores do mundo, Joe Hisaishi. Do mundo, digo de todas as áreas artísticas, ele é o compositor dos melhores filmes do melhor estúdio de animação existente foda-se a Disney e a Pixar!!!!  que é o estúdio Ghibli. Aqui ele continuou bem inspirado, como sempre, e sinceramente, talvez até melhor que no primeiro jogo! Já RDR2 traz o melhor do western, lembrando em muito a obra do Enio Morricone, sendo igualmente bem produzida. Então, talvez me odeiem por isso, mas não consigo decidir qual é a melhor para mim, sendo ambas as melhores do ano. Mais um empate técnico.

    Para entenderem um pouco mais sobre a importância de Morricone e Hisaishi, recomendo muito estes vídeos do canal "Entreplanos":

    E este daqui para entenderem a importância de uma boa trilha sonora para um bom western: 

    Só que para o TGA2018, acho que RDR2 terá um lobby maior, até por ser um jogo melhor produzido, mais importante para a indústria, pelo menos para este ano. Então, creio que vai dar ele mais uma vez. Mas não me surpreenderia em nada se Ni No Kuni II levar este prêmio ... de novo, pq no VGX 2013 ele levou.

    Trilhas sonoras que falei:

    MELHOR DESIGN DE ÁUDIO

    Call of Duty: Black Ops 4 (Treyarch Studios / Activision) Forza Horizon 4 (Playground Games / Turn 10 Studios / Microsoft Studios) God of War (Sony Santa Monica / SIE) Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games / SIE) Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games)

    Aqui a história já muda e vejo RDR 2 como bem superior aos demais! E o TGA2018 também deverá concordar comigo. A resposta é simples: por tudo no jogo ser vivo, interativo, audível, sendo planamente possível a distinção entre o barulho de cada tirinho, e as suas variações sonoras (experimente atirar num canyon para ouvirem a diferença de barulho em relação à uma área aberta para entenderem), cada animal tem o seu grunido, cada passo em cada superfície... tudo é extremamente detalhado, até no áudio!

    Mas eu queria antes de passar par a próxima, tecer uns comentários:

    - em FH4, da para sentir muita diferença entre os motores e os pneus nas diversas superfícies. Do ronco do motor até o esforço do pneu para se manter na superfície;

    - em Spiderman, Peter tem entonações diferentes: uma para ele sem esforço e outr apara quando estiver balançando nas teias. Boa sacada, Insomniac!

    - em GoW, a respiração de Kratos se torna um pouco audível quando está em spartan rage.

    - em CoD ... tem nada que preste. Mais do mesmo e não deveria ter sido indicado! Monster Hunter World deveria estar em seu lugar, pois a direção de áudio dos rugidos e grunidos dos monstros é excelente!

    MELHOR ATUAÇÃO

    Bryan Dechart (Connor, Detroit: Become Human) Christopher Judge (Kratos, God of War) Melissanthi Mahut (Kassandra, Assassin’s Creed Odyssey) Roger Clark (Arthur Morgan, Red Dead Redemption 2) Yuri Lowenthal (Peter Parker, Marvel’s Spider-Man)

    Aqui já é uma categoria que eu já não gostei muito por crer que este ano fora nivelado por baixo. Não é que não tenha gostado das atuações, até creio que fora bem justa. Apesar de gostar da atuação da Camilla Luddington como a Lara ... se não fosse um roteiro tão ruim, talvez ela fosse indicada.

    Sendo rápido aqui: Roger Clark. Meu candidato e escolha do TGA2018 também. Por que? Pela variedade de atuação que ele empregou. Não considero nem a melhor do ano, prefiro inclusive a do Dutch e da Sadie no lugar dele, mas por conta do esforço e qualidade interpretativa, no papel de Arthur, fico com ele.

    Tá, e por que não os outros? 

    -Kratos, mesmo estando melhor do que nunca, continua sendo personagem de poucos tons e mesmo sendo uma boa atuação, não é o suficiente para ser considerada a melhor. Ponto extra para a fisicalidade do personagem!

    -Peter está ótimo,me lembra muito o que já vi nos filmes, nos desenhos e ... em tudo do homem-aranha. Tá familiar demais. Faltou algo mais ousado. Apesar disso, está muito boa no que se pretende ser, que é um herói no auge de sua juventude e experiência.

    -Kassandra: olha, apesar de estar jogando com ela e não o Alexios, está idêntica a ele. Sem falar que tirando o sotaque maneiro, de um inglês enrolado cheio de sotaque, não está muito diferente ou único. Tanto é que o Alexios está igualmente dublado, só que na versão masculina. Faltou aquele toque único que a Aloy e a Senua tinham. 

     -Connor: a qualidade técnica do jogo é tão boa que acaba prejudicando um pouco a atuação dele.  Assim, é um robô né? Tudo bem que o jogo foca na sua humanização, mas senti falta de mais nuances, como aquele coçar de nariz que o Drake faz em Uncharted 4. 

    MELHOR JOGO CONTÍNUO

    Destiny 2 (Bungie / Activision) Fortnite (Epic Games) No Man’s Sky (Hello Games) Overwatch (Blizzard) Tom Clancy’s Rainbow Six Siege (Ubisoft Montreal / Ubisoft)

    Continuo não gostando muito dessa categoria, mas eu pelo menos a entendo agora (o que talvez me faça desgostar menos dela, sei lá).  É uma categoria voltada para a evolução de um jogo ao longo do tempo, tal qual a sua descrição diz:

    "Awarded to a game for outstanding development of ongoing content that evolves the player experience over time."

    Se por um lado isso me parece um incentivo a lançarem mais jogos dependentes de correções e atualizações, por outro, eu gosto mais um pouco desta categoria, pois traz a chance de redenção. Então, pensando desta forma, qual é o único jogo aí que precisou se redimir de algo? É, No Man’s Skypor isso que fico com ele. Agora ele está jogável e um pouquinho divertido.  E ainda acertaram no momento de lançarem a sua atualização, num vazio de lançamentos. Foram espertos. Já os outros indicados, bem eles estão sempre evoluindo, então não vejo nada tão espetacular assim. Creio que por trazer mais novidades, ainda que deteste o jogo, Fortnite deve ganhar essa categoria.

    GAMES FOR IMPACT

    11-11 Memories Retold (Digixart / Aardman Animations / BANDAI NAMCO Entertainment) Celeste (Matt Makes Games) Florence (Mountains / Annapurna Interactive) Life is Strange 2: Episode 1 (Dontnod Entertainment / Square Enix) The Missing: JJ Macfield and the Island of Memories (White Owls / Arc System Works)

    Aqui eu só joguei dois: Celeste e Life is Strange 2. E a experiência que me trouxe muito mais impacto e reflexão foi Celeste, sem dúvidas! ainda que Life is Strange 2 traga uma ótima discussão sobre etinofobia, a reflexão sobre cumprir os seus objetivos e o porquê de ter de cumpri-los é bem mais memorável. Meu voto e ganhador absoluto desta categoria: Celeste!!!!

    MELHOR JOGO INDEPENDENTE

    Celeste (Matt Makes Games) Dead Cells (Motion Twin) Into the Breach (Subset Games) Return of the Obra Dinn (3909 LLC) The Messenger (Sabotage Studio)

    Ótima categoria com ótimos indicados! Eu só acresceria um sexto indicado aí, que seria Frostpunk no lugar de Dead Cells, por gosto pessoal, mas do jeito que está, tá ótimo. Meu voto e do TGA: CELESTE! Não da para menosprezar os outros, mas acho que Celeste têm algumas vantagens que o coloca um nível acima dos demais:

    -é o jogo com a maior média (sendo o 3º do ano no Metacritic) e quer queira ou não, isso influencia os juízes;

    -é um jogo extremamente bem polido em todos os aspectos (não que os outros não sejam, mas Celeste é um pouco a mais;

    -traz uma mensagem incentivadora e importante;

    -é o que agrada a um público maior.

    Sério, posso colocar esse indie nos mesmos patamares de Inside e The Witness, sem pestanejar.

    MELHOR JOGO PARA MOBILE

    Donut County (Ben Esposito / Annapurna Interactive) Florence (Mountains / Annapurna Interactive) Fortnite (Epic Games) PUBG MOBILE (Lightspeed & Quantum / Tencent Games) Reigns: Game of Thrones (Nerial / Developer Digital)

    Olha, eu não ligo muito para jogar no mobile e até digo que o mobile foi um dos responsáveis por lacrar o caixão dos portáteis (tanto é que essa categoria nem existe mais). Ainda mais num ano ausente da Nintendo, o que fez ele ficar bem mais fraco do que o de costume.. mas enfim,  vamos lá.

    Meu candidato: Donut County. É o único jogo que joguei ou conheço o suficiente para dizer que merece algum prêmio. Gostaria de jogar Florence um dia, por parecer ser bem diferente, mas creio que não supere o caráter único de ser ... um buraco. Sério, é uma ideia biruta que deu muito certo. Ponto para a ousadia! Talvez até ganhe, mas eu acho mais fácil algum dos ports de PUBG ou Fortnite levarem. Aposto mais em PUBG.

    Análise do jogo feita pelo canal Nautilus: 

    MELHOR JOGO PARA REALIDADE VIRTUAL/AUMENTADA

    ASTRO BOT Rescue Mission (SIE Japan Studio / SIE) Beat Saber (Beat Games) Firewall Zero Hour (First Contact Entertainment / SIE) Moss (Polyarc Games) Tetris Effect (Resonair / Enhance, Inc)

    Mais uma categoria que não tenho acesso e não pretendo ter tão cedo. Mas indo pelas médias, repercussão na mídia, seria muito interessante ver o Tetris Effect levar esta. Acho que a disputa está entre ele e Moss e no fim, quem leva é ele.

    MELHOR JOGO DE AÇÃO

    Call of Duty: Black Ops 4 (Treyarch / Activision) Dead Cells (Motion Twin) Destiny 2: Forsaken (Bungie / Activision) Far Cry 5 (Ubisoft Montreal / Ubisoft) Mega Man 11 (Capcom)

    Seguindo o parâmetro focado no combate, "For the best game in the action genre focused on combat.", eu jurava que RDR2 iria entrar nesta categoria, já que ele tb tem um foco bom em combate. Mas admito que não é tanto quanto os indicados.

    Para ser sincero, achei a categoria mais fraca, que mais se nivelou por baixo. 

    CoD só apresentou uma "novidade" que é um battleroyale manjado. Não deveria ter aparecido!

    Dead Cells é um bom jogo indie, um bom jogo de ação, mas não achei ele tão bom no combate a ponto de ganhar esta categoria. 

    Destiny 2: Forsaken é uma expansão, que mantem o combate manjado da franquia. Nem deveria estar aqui! 

    Far Cry 5 eu gostei bastante até. Reconheço algumas de suas falhas, mas achei um ótimo jogo, tentou arriscar, tem um conteúdo bem extenso que eu não senti pesar tanto quanto o que a crítica falou. Lutar, atirar, combater neste jogo é mais fluído do que nunca e este ponto nunca fora tão bom nesta série. É o meu candidato e deve levar a estatueta para casa também, merecidamente.

    Mega Man 11: olha, muito da minha opinião está contida nessa análise do Nautilus também, mas o que me deixou bem incomodado foi o fato de usarem muito mal as novas mecânicas, o que atrapalha bastante o combate do jogo. E como o foco dessa categoria é justamente o combate, não merece estar ganhar.

    Análse do Nautilus do Mega Man 11:

    E antes de partir para a próxima, digo que nesta categoria poderiam colocar muito bem Monster Hunter World: o combate desse jogo é bom demais! É de longe, o melhor combate do ano!

    MELHOR JOGO DE AÇÃO/AVENTURA

    Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec / Ubisoft) God of War (Sony Santa Monica / SIE) Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games / SIE) Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games) Shadow of the Tomb Raider (Eidos Montreal / Crystal Dynamics / Square Enix)

    Agora sim! Essa categoria têm 4 dos melhores jogos do ano! É isso que espero de uma boa competição! Mas vou começar pelo pior logo: Shadow of The Tomb Raider. Sério?  Cadê Celeste? Guacamelee 2? Yakuza 6, que foi esnobado  em outras categorias??? Hitman 2 que está mil vezes mais funcional do que Shadow. Chega a ser uma afronta comparar um jogo tão medíocre com 4 jogões. Colocaram o jogo por conta das tumbas, eu sei. E tb por ser uma franquia clássica no gênero, mas na boa, pecou muito na parte de ação e só a exploração de tumbas que está divertido. Por isso que disse que é um jogo medíocre, não ruim. Tá na média.

    Então, excluindo justificadamente da disputa o Shadow of The Tomb Raider, vamos aos indicados: aqui acho que há uma barreira de qualidade bem alta entre dois deles - GoW e RDR2 como os melhores - e Odyssey e Spiderman como jogos excelentes.

    Odyssey é um jogão, com muita exploração, ação, tem uns puzzles familiares. Não faz nada de errado, inova um pouquinho aqui, ali, mas ainda é uma estrutura bem familiar. O que eu gostei mesmo é que houve um esforço por parte da Ubisoft em querer polir bem o produto adicionando uma gama bem grande de missões interessantes, deixando até as procedurais com uma pequena história. Bem legal isso!

    Spiderman é de longe o que tem o mundo aberto mais familiar, com pontos de interesse bem definidos, fast travel, missões que se repetem, porém , é um jogo bem divertido e polido! Mereceu a vaga principalmente pela diversão.

    E agora que entra a maior dificuldade por conta da paridade de armas: GoW e RDR2! É até difícil de escolher aqui, pois ambos são quase perfeitos no que se propõe a ser, têm mecânicas de ação e combate incríveis e ótimos puzzles. Sinceramente, por mim tanto faz, ambos são espetaculares e qualquer um que ganhar vai ser justo! Mas o TGA2018, deve premiar o GoW, só por se aproximar um pouquinho mais da parte puzzle desta categoria e por ter um level design ligeiramente melhor polido (é quase como comparar o 9,9999999998 do RDR2 com o 9,9999999999 do GoW aqui.). 

    MELHOR JOGO DE RPG

    Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age (Square Enix / Square Enix) Monster Hunter: World (Capcom) Ni no Kuni II: Revenant Kingdom (Level 5 / BANDAI NAMCO Entertainment) Octopath Traveler (Square Enix / Acquire / Nintendo) Pillars of Eternity II: Deadfire (Obsidian Entertainment / Versus Evil)

    Detentora dos melhores indicados de outrora, a categoria dos melhores RPGs parece estar querendo voltar ao oriente. Não que sejam jogos ruins, mas sim que são bem familiares e alguns aprecem idolatrar bastante a era de ouro dos JRPG.  Não é que esteja ruim, mas sabe aquela comida boa, bem preparada, mas que fica sem graça com o tempo por já estar comendo aquilo há anos? Então, o tempero que se destaca é o Monster Hunter: World, franquia esta que nunca esteve tão boa quanto agora. Meu candidato e deve levar a estatueta!

    Só que, ele deve ganhar pelos motivos errados. Eu explico: observem a descrição da categoria - "For the best game designed with rich player character customization and progression, including massively multiplayer experiences." . Tirando a parte do multiplayer, MHW não faz muito de diferente no resto. E bem, o resto é o que mais importa num rpg, que é o foco no personagem. Manja, Geralt? Então é isso. No MHW você é um boneco engraçado genérico. Nada contra, eu gosto disso, mas cadê o desenvolvimento de personagem? Cadê o Sheppard, Inquisidor? E fora que a progressão do jogo é muito mais baseada num loot extremo (e muito divertido) do que uma progressão com base na narrativa. É isto que espero de um rpg. Entendo que essa nunca fora a maior qualidade da série, mas colocaram na categorias de rpgs por pura comodidade. Uma pena, poderia figurar muito bem a de ação, ganhando por lá, inclusive!

    Já os demais:

    Dragon Quest  XI: é o JRPG mais raiz de todos, inclusive em ter uma história bem simplista. Bom, mas não o suficiente para se destacar alem do fator nostalgia e do seu sistema de combate em turnos.

    Pillars of Eternity II: Deadfire: aqui sim! Este título leva a construção de personagens através da narrativa de uma forma excelente. Poderia ganhar se não fossem dois problemas (para mim): é uma expansão e MHW é um jogo bem melhor, têm mecânicas bem melhores.

    Octopath Traveler: parece sofrer dos mesmos problemas do Dragon Quest XI ao se apegar demais ao passado e confiar demais na sua estética ousada. É um jogo legal, mas não mais que isto.

    Análise de Octopatch Traveler : 

    Ni no Kuni II: Revenant Kingdom: único concorrente de peso que talvez, ainda que remotamente, desbanque o MHW. Têm ótimas mecânicas, estética, narrativa, construção de personagens... é o melhor "rpg com características de rpg" do ano. Mas ele ainda têm de superar o lobby do combate excelente do MHW, o que é uma tarefá hercúlea e acho pouco provável que consiga. Se fosse uma novidade, como foi o primeiro, em 2013, talvez até conseguisse desbancar.

    MELHOR JOGO DE LUTA

    BlazBlue: Cross Tag Battle (Arc System Works) Dragon Ball FighterZ (Arc System Works / BANDAI NAMCO Entertainment) Soul Calibur VI (Bandai Namco Studios / BANDAI NAMCO Entertainment) Street Fighter V Arcade (Dimps / Capcom)

    Ai, ai, chega a ser ridículo isso: é a Namco contra ela mesma aqui! SFV Arcade nem deveria estar aqui! É um jogo de 2016 com personagens extras. Porra, Capcom, não volte a ser a caça-níquel da 7ª geração não! Estava indo tão bem, com RE7, MHW ...

    Então só sobram 3 jogos: Blazblue não deve ganhar. É um jogo legal até, um bom fighter das antigas, mas teve pouco destaque e isso vai contar. DB FighterZ é um outro fighter, bem mais badalado, polido e com personagens mundialmente conhecidos, já participou de EVO, inclusive. Deve levar a estatueta. 

    Mas meu coração não me engana: sempre amei a série Soul Calibur e mesmo reconhecendo que ela não anda nos seus tempos de glória do ps2, meu voto continua sendo dele! É passional mesmo, não sinto o mesmo por nenhum outro jogo de luta (a não ser Smash Bros).

    MELHOR JOGO PARA A FAMÍLIA

    Mario Tennis Aces (Camelot Software Planning / Nintendo) Nintendo Labo (Nintendo EPD / Nintendo) Overcooked 2 (Ghost Town Games / Team 17) Starlink: Battle for Atlas (Ubisoft Toronto / Ubisoft) Super Mario Party (NDCube / Nintendo)

    Agora é o momento perfeito para falar da ausência da minha querida Nintendo este ano. Eu fico bem triste quando ela desaparece e sobrevive no automático, pois o ano enfraquece e tem menos inovações. O engraçado é que parece que ela acabou "tomando para si" esta categoria no lugar da de portáteis. Eu confesso que não sou muito o público - alvo desta categoria, então vou fazer uma aposta com base na mídia. Acho que Mario Tennis Aces deve levar esta, não por ser um jogo espetacular, mas pela pouca inovação ou falta de qualidade dos outros (pelo amor de deus, papelão, Nintendo???)

    MELHOR JOGO DE ESTRATÉGIA

    BATTLETECH (Harebrained Schemes / Paradox Interactive) Frostpunk (11 bit studios) Into the Breach (Subset Games) The Banner Saga 3 (Stoic Studio / Versus Evil) Valkyria Chronicles 4 (Sega CS3 / Sega)

    Ironicamente, numa categoria meio esquecida, não tem nenhum jogo ruim ou medíocre. Todos são bons jogos, apesar de só ter jogado um pouco de dois deles. Mas se formos analisar as médias e repercussão na mídia, deve ir para um deses dois: Into the Breach ou Frostpunk. E aqui vai algo mais pessoal: eu prefiro Frostpunk, por ser uma estratégia toda voltada para o lado social da sobrevivência de uma sociedade. E não tem nada igual a isto no mercado! O único jogo que se aproxima um pouquinho é justamente o jogo anterior dessa produtora, o This War of  Mine, excelente e inovador jogo,m por sinal.

    Mas talvez o prêmio deva ficar com Into the Breach, por ter uma média maior, mais indicações, ter um lobby maior. Ótimo jogo também e não será injusto se ele levar.

    MELHOR JOGO DE ESPORTE E CORRIDA

    FIFA 19 (EA Vancouver / EA Sports) Forza Horizon 4 (Playground Games / Turn 10 Studios / Microsoft Studios) Mario Tennis Aces (Camelot Software Planning / Nintendo) NBA 2K19 (Visual Concepts / 2K Sports) Pro Evolution Soccer 2019 (PES Productions / Konami)

    Categoria cansativa. A única coisa diferente aí é o Mario Tennis Aces. E mesmo sabendo que ele não tem a menor chance contra Forza Horizon 4, gostaria bastante de vê-lo ganhando. Mas deve ir para o FH4, o que não é nenhuma injustiça. Entendam meu ponto: são 3 séries anuais, com poucas mudanças, que brigam anualmente por sua grana, sendo que poderia facilmente resolver o problema com uma atualização e uma série bianual, que só é bianual por alternar com a sua versão "menos divertida e mais realista", a "Motorsport".  Caso queiram comparar com a sazonalidade de Assassins, aguardem, pois já vou explicar isso...

    MELHOR JOGO MULTIPLAYER

    Call of Duty: Black Ops 4 (Treyarch / Activision) Destiny 2: Forsaken (Bungie / Activision) Fortnite (Epic Games) Monster Hunter: World (Capcom) Sea of Thieves (Rare / Microsoft Studios)

    Essa categoria está excepcionalmente decepcionante para mim, não só pelos indicados, mas pelo fato de que se os nomeados fossem revelados mais para o final do mês, teríamos talvez um Red Dead Redemption Online, Fallout 76, Battlefield V, Super Smash Bros Ultimate. Fora que ... CADÊ A WAY OUT??? Cadê Overcooked 2?? Eles simplesmente cagaram para o multiplayer mais inovador do ano e para o outro multiplayer que quase ganhou esta categoria em anos anteriores.

    Fora que, olha essas MERDAS de indicados!

    CoD - igual ao de sempre, host todo cagado, cai o tempo todo, lag, mal otimizado, modo blackout que é a grande inovação é reciclado.

    Destiny 2: Forsaken - essa expansão não deveria estar aqui! Alem de ser uma expansão, não muda a fórmula, sendo igual ao do ano passado. Já teve a sua chance, pqp!

    Fortnite: SÉRIO? É SÉRIO ISSO? VÃO REPETIR O JOGO QUE FORA INDICADO ANO PASSADO??? Ele já tem uma categoria para ele fazer a cagada dele, que é a dos "Ongoing Games". Da qual nunca deveria ter saído, inclusive.

    Sea of Thieves: até jogo incompleto figura nessa categoria. Vão catar galinha na pqp, cacete!

    O único lado positivo nisso é que agora virou a categoria mais manjada de todas: passe livre para Monster Hunter World. É o ponto mais alto do jogo, mais polido, mais divertido e etc. Sem mais.

    MELHOR ESTREIA DE JOGO INDIE

    Donut County (Ben Esposito / Annapurna Interactive) Florence (Mountains / Annapurna Interactive) Moss (Polyarc Games) The Messenger (Sabotage Studio) Yoku’s Island Express (Villa Gorilla)

    Eu não ia comentar essa categoria, mas acho bem legal incentivarem os estúdios pequenos dessa forma. Ainda mais os que estão iniciando. Por ser só escolha do público, eu votarei no que gostei mais, que foi o joguinho do buraco, Donut County. Mas como é estritamente pessoal, vai da escolha de cada um de vocês. Incentivem aí, galera!!

    A categoria de MELHOR JOGO ESTUDANTIL, Prêmios de eSports  e de CRIADOR DE CONTEÚDO DO ANO,eu vou me abster. Não sou capaz de opinar. 

    E agora, finalmente, vamos para as duas categorias mais esperadas: Direção e Jogo do Ano!

    MELHOR DIREÇÃO

    A Way Out (Hazelight Studios / EA) Detroit: Become Human (Quantic Dream / SIE) God of War (Sony Santa Monica / SIE) Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games / SIE) Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games)

    Categoria um pouco polêmica. Detroit e A Way Out parecem ter entrado aí mais por se aproximarem de uma direção de cinema muito bem feita, só que adaptada a um jogo. É estranho não termos figuras como a Matt Makes Games de Celeste, a Ubisoft Quebec ou mesmo ... a Capcom! Sim, a extremamente criticada Capcom de outrora, agora merecia muito estar nessa categoria! O MHW é excelente, principalmente pelo game design excelente dele! Eu não entendi essa ausência, não faz o menor sentido.

    Sendo que este ano houveram seis indicados ao goty. Poderiam ter estendido para a direção também. Não da para entender. Dito isto, não é que não tenha gostado dos indicados, só acho que dois deles não tenham feito tanto quanto estes que falei. 

    Assim, sobraram 3:

    Spiderman: o dedo de ouro da diversão da  Insomniac Games fez a diferença aqui. Creio que talvez seja a especialidade deles também, em manter uma movimentação surreal e diferenciada com muita diversão. É o melhor jogo que já joguei eles e olha que passei a maior parte da minha infância jogando os 3 Spyros na casa dos meus amigos quando era moleque e ainda assim, gostei muito do que vi. Indicação bem merecida.

    E novamente, os dois melhores da noite: GoW e RDR2. Seguindo a lógica da descrição, "Awarded to a game studio for outstanding creative vision and innovation in game direction and design.", acumulando inovações, criatividade, e o dedo de midas da direção de jogo, fico com Red Dead Redemption 2, e acho que o TGA2018 irá prestigiar a Rockstar também

    Maaaaas, tenho uma ressalva: o level design do God of War é impecável! No sentido literal da palavra, "confiança" no level design como pouquíssimos jogos me ofereceram! Nesta geração, acho que só ele e o Zelda BOTW fizeram isso! E o mais engraçado é que ele parece que vai quebrar a todo momento, mas não. Aquilo tudo fora pensado meticulosamente! Se fosse estritamente pelo level design, GoW DARIA UMA SURRA PESADA EM RDR2! E olha que estou falando de um dos jogos que mais gostei de jogar da geração! Mas estou seguindo os parâmetros que o site do evento me disponibilizou, então, RDR2 ficou melhor neste quesito.

    E finalmente: jogo do ano!

    JOGO DO ANO

    Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec / Ubisoft) Celeste (Matt Makes Games) God of War (Sony Santa Monica / SIE) Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games / SIE) Monster Hunter: World (Capcom) Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games)

    Vou fazer meu ranking pessoal, como sempre adorei fazer. Seguindo os parâmetros do TGA 2018, "Recognizing a game that delivers the absolute best experience across all creative and technical fields." então, do que menos gostei (mas ainda assim gostei pra cacete)NA MINHA VISÃO PESSOAL. Mas ao final farei um "ranking técnico" também:

    6º - Celeste: como havia dito anteriormente, é um indie delicado, único e para poucos. Mas que todos deveriam desfrutar. Cada segundo que passei jogando Celeste, me fazia refletir sempre o porquê de estar fazendo aquilo. Por que estou subindo aquela montanha? Por que eu estou jogando isto? Por que eu fiz tais escolhas? E junto de todas estas questões me via repensando muito mais do que um simples jogo, mas uma reflexão sobre a minha própria vida. E isso por causa de um joguinho pixelado, fui retirado da minha caixinha e convidado a pensar fora dela. Sério, isso é incrível! E vibrei demais por sua indicação! 

    OBS: sabiam que é a segunda versão de Celeste? Tem uma versão bem mais simples de 2015! O.O

    http://www.mattmakesgames.com/

     5º - Monster Hunter: World : multiplayer. Sério, eu não sou um jogador de multiplayer e fui dragado por este jogo. Xinguei pra cacete essa droga, mas sabia que nunca era por problema do jogo. Não, o level design refinadíssimo de MHW nos tira da nossa zona de conforto, quase que nos obrigando a aprender um novo dialeto. E todo pautado nas mecânicas de jogo, como a memorização de frames de animação dos monstros, o aprendizado com cada arma diferente (que também têm os seus próprios frames de animação). jogar Monster Hunter World é quase que aprender a masterizar um jogo de luta, mas no corpo de um RPG de ação muito bem feito!

     4º - Marvel’s Spider-Man:  Movimentação e diversão. Este jogo, meus amigos, ele é divertido. Não é lá muito desafiador como os outros dois, mas caramba, ele conseguiu ser melhor que Arkhan City! Refinou demais as mecânicas de controle de teia (não consigo imaginar nada tão simples e próximo de ser um herói, quando o que este jogo proporciona). Fora as suas qualidades técnicas (que jogo que tem upgrade gráfico hoje em dia?? Quase nenhum, mas este daqui teve!). O melhor é que eu não esperava nada deste game, e quando menos reparei, já se passaram mais de 6 horas jogando agora que havia me surpreendido em todos os aspectos. Deem uma chance ao cabeça de teia, pois ele é realmente o amigo da vizinhança!

    3º - Assassin’s Creed Odyssey: É, quem diria. Como um dos maiores críticos da Ubisoft, não só por conta de suas propagandas enganosas, falsas promessas, jogos bugados. Também. Mas meu maior problema com a Ubi foi sempre quanto à anualidade de algumas franquias e de como ela se tornou uma empresa mercenária por causa disso. Assassin’s  nunca foi uma série que caiu no meu gosto. O mais próximo que eu cheguei de gostar um pouco, fora o black flag. E até mesmo ele, com tudo de bom que este jogo me oferecia, a sensação de pirataria, liberdade, era meio enjoativo, mecanizado e depois de um curto período ficava chato. E sério, eu tentei gostar de Assassin’s, joguei muito de todos, mas nenhum havia me convencido. Eu já tinha criado uma certa ojeriza  à saga por terem matado a franquia do Prince of Persia (sands of time ainda é um dos meus jogos favoritos da Ubisoft). Eu confesso que a própria Ubisoft como um todo me deixou bem triste  ao longo destes anos, com a mudança de postura deles, mas no fundo já havia me acostumado. Depois de 2014, a qualidade de seus jogos caiu bastante, tendo o seu pior ano, o que já expliquei no meu artigo anterior precisando de uma grande reformulação. E nessa onda de melhorar os seus produtos, entrou a questionada anualidade da série, que teve um hiato em 2016, retornando com Origins em 2017. E para a minha surpresa, quando eu vi as primeiras gameplays, me surpreenderam bastante, reformularam bem o sistema de combate (que ainda era muito problemático, as ficou divertido), a exploração e etc. E isso tudo começou a ser questionado quando anunciaram na cara dura uma reskin do jogo, que era o Odyssey. Ainda bem que mudei de ideia quando vi as primeiras gameplays reais e percebi que aquilo ali seria grande. Arrisquei num produto anual e me surpreendi demais: mapa muito maior que o de Origins, um sistema de combate que ainda não está 100%, mas que melhorou MUITO, upgrade gráfico leve, tornaram o jogo bem mais fluído, bem menos bugado, e o principal: leve, divertido. Então, acho que por conta de uma insistência minha com Origins e também ter arriscado com o Odyssey, posso dizer que a Ubisoft está voltando aos trilhos, sendo Assassin’s Creed Odyssey o Pandora Tomorrow desta geração (em termos de salto de qualidade técnica). Sério, deem uma chance a ele!

    E agora vem a parte mais complicada: os dois melhores do ano.

    2º God of War: por muito pouco, mas muito pouco ele não ficou em 1º. e não foi por incompetência. Longe disso. Já estou elogiando o jogo desde o início do artigo. GoW é uma obra prima em todos os aspectos técnicos, principalmente em seu level design primoroso que não falha com o jogador, a sua excelente otimização, a sua ousadia em alterar uma fórmula de sucesso quase inalterada para algo completamente diferente, que aos poucos, organicamente se assemelha ao que já conhecemos. Kratos finalmente voltou a ser um personagem bom, amadurecendo novamente a ideia de ser um anti-herói dentro de uma tragédia grega. Atreus é não só um ótimo personagem, mas uma excelente mecânica de jogo, simples e eficaz. Atacar com os botões R1 e R2 que pareciam ideias ridículas, faz tanto sentido como a Terra ser redonda e a água molhada. E a história, é assim que se trabalha com mitologia! É assim que se usa uma jornada simples para algo extremamente inventivo! E é assim que se expande um universo de um produto! E o leviatã? Que mecânica excelente!!! Até o Mark Brown fez um vídeo próprio para explicar só esta mecânica:

    GoW é tão bom, tão bom, mas TÃO BOM, que arrisco a dizer que ele têm sérias chances de ganhar o goty este ano.

    E deixo aqui estas brilhantes análises do jogabilidade e do overloadr:

    Então, para mim, o GOTY deste ano vai para Red Dead Redemption 2!

    Por muito pouco mesmo, RDR2 não vai perder. GoW é quase perfeito e ele precisaria ser mais "quase perfeito" ainda (se é que isto existe). E ele foi. 

    Todo mundo já sabia que ele seria excelente em diversos aspectos, mas são os detalhes que cativam. É algo único ver o desenrolar orgânico das coisas, de ver como o jogo pode te enganar o tempo todo para roubar o seu dinheiro, exatamente como poderiam te fazer numa época como aquela. 

    Cada personagem ter diversas linhas de diálogo, e isso mudar de acordo com uma escolha besta sua, uma mecânica que serviria muito bem a uma narrativa embutida, mas que funciona perfeitamente como narrativa emergente aqui. É impressionante o fato de cada personagem, cada NPC zé ruela ter uma rotina extremamente complexa. Um exemplo: uma hora eu estava andando pelo mapa atrás de uma pele de guaxinim. Arthur estava cansado, seu cavalo (cujo nome da minha égua puro-sangue árabe é convenientemente "Meu Cavalo")também. Resolvi montar uma fogueira e dormir ali. Mas fui acordado por dois manés dizendo que era para vazar dali pq era a área deles. No outro dia, ignorando o aviso deles, dormi por lá e eles apareceram tentando me matar, saquei minha Vulcanic e matei ambos. Quando fui saquear eles, tinha uma carta, que contava uma mini-história  sobre uma antiga gangue que fora extinta ... e por aí vai. A história base de RDR2 é bem simples, mas o seu desenrolar é único, minucioso. Tudo, tudo sem exceção, neste jogo é orgânico, polido ao extremo e detalhista. Têm mecânicas que parecem desnecessárias, como o banho e a limpeza das armas? Sim, mas através da organicidade do mundo, estas mecânicas se tornam palpáveis a ponto de te instigar a entender mais do jogo ou simplesmente não suportar mais aquela lama que não sai do Arthur e que assim você prefere tomar um banho e melhorar os status dele. Até comer não é meramente para regenerar vida, mas também as demais barras e te dar mais opções (quer um Arthur mais magro que corre mais ou um mais nutrido que tenha mais resistência física?). A complexidade de mecânicas desse jogo tornam a sua curva de aprendizagem um pouco mais complexa do que imaginava, isso é fato, mas a Rockstar é uma empresa que tem a nossa confiança e que conseguiu tornar isso tudo interessante. É claro, que tem aquela galera que achou o jogo lento demais (confesso que no início, até que você entenda qual é a do jogo, ele pode parecer meio monótono, mas depois da parte da neve, como tudo se torna interessante!). Red Dead Redemption 2 é o resultado da soma de suas partes.  

    Enfim, estes são alguns exemplos de como Red Dead Redemption 2 é o resultado de um trabalho triste esforçado da Rockstar e que o fazem ser o jogo primoroso e marcante que ele é. E acho difícil o TGA 2018 não dar este prêmio para ele também.

    E agora um rápido ranking técnico:

    6º Celeste

    5º Assassin’s Creed Odyssey 

    4º Marvel’s Spider-Man

    3º Monster Hunter: World 

    2º God of War

    1º Red Dead Redemption 2

    Posto todos os pontos, acho que por hora é isso. O resultado como um todo para o ano, não fora ruim, mas ele foi bem aquém do que esperava, sendo muitas indicações para os mesmos jogos (é a primeira vez em que temos tantas categorias com os mesmos jogos. Só o GoW e RDR2  juntos foram 16 indicações! ). As categorias novas deram a entender que o evento irá mais para o lado dos esports também. Enfim, ao menos entenderam que rir deles mesmos por conta das gafes passadas é uma ótima estratégia de marketing! 

    Contudo, isto me deixa com um pé atrás sobre a durabilidade desta geração. Estamos no 5º ano de geração, quase no 6º para perceber que cada vez mais os jogos triple A estão escassos (um jogo da bethesda, um da rockstar, um da naughty dog ...), enquanto os indies  estão abundantes e com muita qualidade (já tivemos dois indicados ao goty, Inside e Celeste) . Tudo isto da a entender que o alto valor de produção, apesar de gerar bastante polimento, também demanda muitos recursos humanos, principalmente o tempo. Resta agora saber como a indústria irá se adaptar a isso e nos prepararmos para o que possa vir. 

    É isso, um abraço!

    Red Dead Redemption 2

    Plataforma: Playstation 4
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      wilford_fernandes · 1 mês atrás · 4 pontos

      o.O ovu rpecisar separar um tempo pra ler...

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      johnny_bress · 1 mês atrás · 3 pontos

      o god of war, eu sinceramente nao consegui gostar da camera, e o estilo de bater. ainda acho melhor no quadrado e triangulo. De resto o game está ótimo.

      1 resposta
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      johnny_bress · 1 mês atrás · 2 pontos

      gigante texto rsrs

  • neilson1984 Neilson Lopes De Carvalho
    2018-11-11 23:05:31 -0200 Thumb picture
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    Conheça Micro Mages – O novo jogo de NES

    Medium 3684641 featured image

    O estúdio alemão Morphcat Games, composto pelos desenvolvedores Julius Riecke e Nicolas Bétoux, conseguiu atingir em mais de 1000%, eu disse MIL POR CENTO o seu objetivo no financiamento coletivo do kickstarter para o seu futuro jogo retrô, Micro Mages. Eles conseguiram alcançar uma contribuição de €151.167 em uma campanha que tinha o objetivo de arrecadar €15.000.

    Mas o que isso tem de tão especial?

    Ao contrário de jogos retrôs recentes famosos por sua qualidade, como Shovel Knight, Axiom Verge e …, Micro Mages é um jogo 8 bits e será lançado, acreditem, para o NES/Famicon! E, terá versão digital (ROM para download) e física, ou seja, cartucho, caixa e manual.

    Veja o trailer abaixo. E, depois de juntar o seu queixo no chão, continue lendo para mais ficar ainda mais impressionado.

    Como se não bastasse essa fluidez e arte sensacionais, a empresa ainda tem o objetivo de suportar multiplayer cooperativo local para até quatro jogadores. Para isso usará os periféricos NES FourScore e Hori 4-player adapter. O mais impressionante: fazê-lo caber em um cartucho de apenas 40 KBytes!

    Esse é o tamanho de jogos que o NES suporta sem o uso de mappers, os chips que permitiam o NES acessar mais memória no cartucho, entre outras melhorias. Era o caso de jogos como Super Mario Bros, Balloon Fight e Ice Climbers, todos de 1985, ainda no início da vida do console.

    Para empacotar essa lindeza em tão pouco espaço eles tiveram que usar técnicas bem espertas de otimização de sprites e criação de cenários com agrupamento de tiles, algo que eu não conseguiria explicar em um post, mas quem entende um pouco de inglês pode conferir no vídeo abaixo onde eles explicam muito bem:

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      jack234 · 1 mês atrás · 4 pontos

      Caramba! Confesso que me emocionei! Quanto capricho! Ou eu sou muito doente, ou então não sei o que dizer, pois digo que fico mais feliz com um lançamento de um jogo assim do que com novos jogos em ultra realismo cheios de DLCs...

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      natansouza · 1 mês atrás · 3 pontos

      Que iniciativa top! Um jogo foda e ainda por cima lançado para um console retrô, parabéns para a equipe de desenvolvimento da Morphcat Games!

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      artigos · 1 mês atrás · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • o_mestre_dos_bits O Mestre dos Bits
    2018-11-07 11:45:27 -0200 Thumb picture
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    Significados dos nomes dos assassinos da franquia Assassins Creed

    Medium 3683745 featured image

     O usuário do Twitter The Codex Of Assassins Creed (usuário já inexistente no Twitter) publicou há alguns dias algumas imagens ilustrando o nome dos assassinos da saga Assassins Creed, juntamente com seus significados.

     Na postagem ele também deu créditos pelas imagens para o usuário do Tumblr assassin1513.

     Altair Ibn-La'Ahad

    * A águia voadora

    * O voador

    * O filho de ninguém

     Ézio Auditore da Firenze

    * Águia

    * A águia que ouve de Florença

    * A águia que se ouve de Florença

     Ratonhnhaké:ton

    * Vida que está riscada ou marcada

     Avéline de Grandpré

    * Pequeno Pássaro

    * Avelã

    * Grande

    * Prado

     Edward James Kenway

    * Guardião Rico

    * Rico

    * Abençoado

    * guardião

    * Real (nobre)

    * Perspicaz

    * Destemido

    * Guerra

     Adéwalé

    * A coroa que voltou pra casa

    * A coroa que volta pra casa

     Arno Victor Dorian

    * Poder da Águia

    * Diretor (governativo)

    * Conquistador

    * Talentoso

     Shay Patrick Cormac

    * Falcão

    * Nobre (fidalgo)

    * Filho de

    * Corvo

    * Cocheiro

     Arbaaz Mir

    * Águia

    * Líder

    * Comandante

    * Príncipe

     Nikolai Andreievich Orelov

    * Vitória

    * Povo

    * Filho da Águia

    * Eu voarei

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

     Jacob e Evie Frye

    * Aquele que agarra a oportunidade

    * Vida

    * Liberdade

    * Substituir

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

     Desmond Miles

    * O mundo

    * Mundos

    * Munster Sul (localidade)

    * Soldado

    * Graça

    *Gracioso

     EXTRA: Shao Jun que significa "Jovem erva-de-graça" que é o nome de uma flor.

    Assassin's Creed

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