andrefonema

Jogador desde criancinha, nem hardcore e nem casual, apenas jogo e me divirto.

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  • 2017-07-10 10:56:58 -0300 Thumb picture
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    GAMEscola sede física

    Olá, estávamos sumidos da rede...

    Agora voltando com gás total por aqui, queremos compartilhar algumas fotos da nossa sede física, lembrando que também temos cursos online e quem quiser conhecer mais da GAMEscola pode acessar:

    www.gamescola.com.br

    www.facebook.com/gamescola

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  • 2016-11-28 22:05:36 -0200 Thumb picture
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    A Inquisição sempre cumpre com a sua palavra!

    Medium 3421741 featured image

    O último jogo da franquia Dragon Age foi premiado com o mais valioso e almejado título do mundo dos games, o Game of The Year.

    Será que Dragon Age Inquisition faz jus ao título que lhe foi concedido? Durante as minhas mais de 80 horas de jogo cheguei ao ponto de entender o porque o jogo ganhou esse título.

    Dê play na música abaixo enquanto lê o meu texto ;)

    Estar no lugar errado na hora errada trouxe você aqui, agora o mundo todo conhecido quer saber que decisão você irá tomar, para onde irá levar seu povo. Essa frase resume muito do que é esperado do jogador em Dragon Age Inquisition e se por algum momento você chegou a acreditar que esse era um jogo raso, está enganado.

    O ritmo do jogo é um problema, na minha opinião para aqueles que não estão dispostos a desvendar o mundo de Thedas. Esse lugar contém muitos segredos e uma história tão antiga quanto a própria terra. Ruínas de povos outrora poderosos podem sem encontradas em diversos mapas, e cada uma com suas próprias lendas e culturas ricamente retratadas em músicas, pergaminhos, cantos, contos e lendas que você encontra no mapa e em diversos locais.

    O sistema de combate é um action-rpg, mas não se engane, ele não é tão simples, você vai levar algumas horas até entender bem como funciona e como escolher habilidades para equilibrar melhor a build dos seus personagens. Aliás, vale muito a pena destacar esse item: os personagens.

    DA Inquisition traz uma série de personagens, cada qual com suas histórias bem desenvolvidas, segredos, crenças e até mesmo princípios que os farão não tolerar se você transpassar esses limites. Esse aspecto deste jogo eleva a aventura para muito além de apenas esmagar os inimigos com o poder de seu machado duplo. Criar laços com personagens, ter um romance, é tão importante quando matar toneladas de inimigos.

    Quests, muitas quests, são sem dúvida uma das coisas que mais chama a atenção em Dragon Age Inquisition, e por incrível que pareça, cada área apesar de ter objetivos repetitivos, por serem mapas completamente diferentes e únicos acabam sendo muito divertidos e instigantes a investigação.

    Mas, e os Dragões? Ah, o frenesi de todo Dragon Age é caçar essas feras e mostrar-se mais poderoso que elas. Em Inquisition cada Dragão é único, possui hábitos e ataques únicos. As batalhas contra eles sempre são como devem ser: desafiadoras. Claro, acontecem mais coisas legais envolvendo dragões neste game, mas não vou contar para não perder a graça né?

    E o vilão? Motiva?

    De começo confesso que não entendi o que estava acontecendo, e vejo que isso é totalmente proposital! Ai que está o interessante deste game: ele não te dá informações para tomar decisões baseados em seus preconceitos de outros games e histórias. Investigar o mundo de Thedas e suas histórias se torna algo tão necessário para construir sua opnião política e a sua tomada de decisão sobre os fatos que envolvem este mundo, que a sua dedicação é o que definirá que tipo de Inquisidor você será.

    Mas e qual a recompensa disso? Ser reconhecido como O Lorde Inquisidor, temido pelos inimigos e respeitado pelos aliados é algo bem incrível. A Bioware trabalhou com maestria em fazer um mundo onde você, o jogador, consiga sentir o peso de suas decisões e ver o reflexo de suas atitudes no povo.

    As classes são todas interessantes e cada uma com habilidades que complementam as demais, a possibilidade de você controlar cada um dos 4 membros da sua party é muito boa e útil também! Não vou me aprofundar muito nesse item, pois acho que já está batido demais pelas outras resenhas.

    Enfim, Dragon Age Inquisition traz um mundo vasto, rico e cheio de mistérios a serem explorados. Um povo sofrido precisando de um salvador ou de um tirano que só quer salvar a própria bunda.

    Que tipo de Inquisidor você será? Vai liderá-los ou … vai falhar?

    Ass,

    ChiuauaDosPampas, Lorde Inquisidor. A Inquisição sempre cumpre com sua palavra e a espada é minha honra.

    Dragon Age Inquisition está disponível para: Xbox 360, PS3, PS4, Xbox One e PC.

    Obs.: Para os donos de Xbox One, o game está complemente free no EA Access, valendo cada centavo ;)

    Ah, e os prints deste post foram todos feitos durante a minha jogatina no Xbox One =D

    Dragon Age Inquisition

    Platform: Xbox One
    552 Players
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  • 2016-09-19 10:20:06 -0300 Thumb picture
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    Minha paixão pelo lado verde !

    Texto originalmente publicado em minha rápida passagem pelo site XboxPower...

    Minha paixão pelo lado verde começou já no primeiro Xbox...

    …muitas pessoas mais próximas sabem que sou admirador da Nintendo, sempre tive os consoles dela e eu consegui perceber que desde o N64 para quem realmente gosta de games que não dava pra ficar somente nela, comprei um GC e senti naquela geração que eu realmente precisava de um novo console, o PS2 (o tal arrasa quarteirão) chegou e não me agradou em nada, principalmente graficamente e foi aí que o Xbox me encantou, o Xbox que eu via apenas em revistas, em anúncios, com todo seu poder gráfico e Panzer Dragoon…

    …isso foi o suficiente para apostar na MS como minha plataforma na geração 128 bits e foi o máximo, vi nascer Halo, joguei Conker, Metal Gear 2 e vários jogos, notava ali uma superioridade imensa com relação ao PS2 e uma variedade imensa se comparado ao GC, estava feliz com a minha escolha e totalmente satisfeito, que videogame era aquele? Com HD, com rapidez, com um sistema de internet que realmente funcionava e ia só melhorando e com grandes lançamentos e exclusivos. A partir daquele console eu realmente criei minha preferência pela MS em termos de consoles de mesa. Jogar Xbox com vídeo componente em 720 p era algo surreal e quem jogou Ninja Gaiden e Ninja Gaiden Black nestas condições sabe exatamente do que estou falando.

    Então o Xbox 360 foi anunciado e meu Hype foi lá em cima, eu assistia vídeos e me encantava, os gráficos realmente construídos para alta definição, fiz uma loucura e fui atrás do console em seu lançamento, gastei demais, acho que até mais do que valia na época, financiei (leia paguei quase 3 consoles parcelado) e saí com meu console e já com Gears of War na mão, cheguei em casa, liguei aquele exclusivo e minha cabeça quase explodiu…

    ...esta geração foi especial demais, com o nascimento de grandes franquias que carrego em meu coração como Assassin’s Creed, com o amadurecimento da Live e como proprietário de um PS3 eu podia e posso afirmar, como ela é superior, como o sistema online da MS é incrível se comparado a concorrência, as atualizações são mais rápidas, funciona bem e tudo isso sem contar com o reaparecimento da Rare (uma empresa que amo desde criança) com os excelentes Viva Pinata e Perfect Dark 0, além disso veio o Kinect e as festinhas e churrascos regados a cerveja e caipirinha em casa nunca mais foram os mesmos, pois, colocar os amigos para dançar Dance Central depois de algumas cervejas é impagável.

    Halo 3 e 4 foram bons, mas, Halo Reach foi o ápice da franquia ao meu ver e jogar aquele game que é um dos poucos que me arrancaram lágrimas, foi uma situação inenarrável e única.

    O anuncio do Xbox One foi feito, eu curti a proposta desde o início, achei uma atitude importante e humilde da MS ouvir os fãs da marca e programar as mudanças graças ao feedback de usuários e quando o console chegou a ideia já estava formada, claro que peguei o meu, decidi mesmo após a primeira jogada em Killer instinct, a mão chega tremia…

    …joguei Ryse, Dead Rising 3, mas, foi ao jogar AC Unity que realmente me senti em uma nova geração (joguei depois das correções), a partir daí as coisas só melhoraram e quando comprei Sunset Overdrive eu senti que tinha feito a escolha inicial correta, hoje também tenho um PS4, mas, ele só serve para jogar alguns Multiplataformas (os que rodam bem) e Remasters que me desfiz com o passar do tempo no PS3. Brincadeiras a parte (é claro que joguei The Order e jogarei Bloodborne), posso dizer que se você que está lendo este texto tenha alguma dúvida de como entrar na nova geração VENHA PARA O LADO VERDE DA FORÇA! Não vai se arrepender, como dono de todos os consoles desta geração, posso afirmar, para quem gosta de console e pode ter apenas um, o Xbox One é a escolha certa, a biblioteca é mais atrativa, o planejamento futuro da MS é promissor e os jogos, ahhh os jogos, esses sim merecem ser jogados, escrevo este texto depois de ter jogado algumas campanhas coop do Halo 5 e digo, ninguém vai se arrepender de entrar para o lado verde da força.

    Agradeço imensamente ao @darlanfagundes pelo estímulo que me deu para voltar a publicar por aqui, realmente sinto muita falta de publicar no Alva e tenho certeza que em breve voltarei a escrever mais e com certeza meu próximo post aqui será com conteúdo inédito...

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      lukazz · about 3 years ago · 3 pontos

      Parabéns pelo texto, é sempre bom ver opiniões diferentes, eu sempre preferi a Sony, pois vivenciei a fase PS1, uma das melhores de minha infância, e como Xbox era caro e dificil de achar, nunca o tive. Eram tempos difíceis, comprar jogos originais era uma tarefa árdua, então sempre fui no vídeo-game que tivesse pirataria, infelizmente.

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      andrexdl23 · about 3 years ago · 2 pontos

      Ótimo texto! É legal ver o outro lado da moeda!

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      chiuauadospampas · about 3 years ago · 2 pontos

      Ótimo texto @andrefonema ! Recentemente um amigo meu trocou o PS4 dele por um Xbox One... pensa numa pessoa feliz!

  • 2016-03-27 13:51:29 -0300 Thumb picture
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    Filmes de Heróis Precisam de Extrema Fidelidade?

    Medium 3290565 featured image

    Filmes de heróis são uma coisa que demoraram muito pra "acertar o ponto".

    Tivemos uma boa leva de filmes nada a ver, que muitos intitulam ruins como Elektra, Demolidor, Superman - O Retorno e etc.

    Até que Batman Begins e Iron Man mudaram isso completamente. 

    Dali pra frente, vieram uma chuva de mais e mais filmes de heróis, seja a DC tentando humanizar seus personagens e adaptando o conceito o mais realista possível ou a Marvel fazendo cada vez algo mais próximo de seu público alvo (e ainda tentando atingir um novo) com várias referências das obras originais.

    Mas para e pensa, esses filmes são realmente fieis?

    Sim...

    ...e não.

    Acredito eu, que diferente dos anteriores, muito mais da identidade visual foi mantida, mas com as devidas e merecidas adaptações. Afinal de contas, não dá, simplesmente NÃO DÁ pra fazer uma coisa que acontece numa saga de quadrinhos ou livros de sabe-se lá quantas edições numa trilogia (que por sinal, pra ser feita, precisa ter um filme e garantir lucro suficiente pra tal), pudera num só filme de meras 2 horas.

    Realmente, é muito mas MUITO difícil fazer isso.

    E exige cuidado, porque a crítica de cinema é realmente muito pesada, vejamos Watchmen que é absurdamente fiel com poucas adaptações da obra original e é massacrado pela crítica como filme mediano. Sendo que os fãs adoraram com toda força possível.

    Já outros, tiveram o mesmo problema mesmo sendo bastante diferente da obra original, como o primeiro filme do Thor (que por sinal, gostei muito) onde mudaram bastante coisa do que é o Thor e adaptaram um herói de falas metódicas num bonitão bombado que tem até certos pontos de alívio cômico.

    Ambos os casos, ao meu ver são ótimos filmes, mexido no que precisa no caso do Watchmen e bastante alterados como Thor, e ambos ficaram ótimos.

    Acredito eu, que o público alvo que conhece as HQ's, sabe que não é lá muito fácil adaptar um filme sem mexer em bastante coisa dele, como por exemplo a trilogia do morcego feita pelo Nolan, pode ver o quão é diferente aquele universo e os personagens e são bem aceitos. 

    Mesmo que o Coringa respeite muito o conceito, é bem diferente. Batman é o mesmo amargo de sempre mas apanhando bem mais, Alfred se mostra uma figura paterna ainda mais forte e emotiva que o comum além de vários outros aspectos consideravelmente mudados.

    Quem acompanha HQ de qualquer herói mesmo que superficialmente, sabe que muitas delas tem finais previsíveis, padronizados e a maioria já ta bem saturado disso, então quando um filme vem, ele PRECISA mudar a obra original, ainda que ele tenha uma obra clássica como base. Então é isso que gera bons filmes ao meu ver, porque se for pra fazer idêntico à uma HQ, melhor fazer uma animação. Porque na animação não existem "limites" de fazer algo próximo do nosso contexto, algo crível, afinal de contas, não se usam atores.

    Então o que venho refletir é:  vocês preferem o que?  Um filme extremamente fiel à uma obra original ou uma adaptação ou mudança mesmo que significativa?

    Particularmente, acho que depende muito mas no geral prefiro a segunda opção. Temos jogos, filmes animados e quadrinhos e eles geralmente já nos passam essa fidelidade o tempo todo, os filmes podem ser até mesmo um "alívio" pra quem gosta do personagem e aceita uma mudança.

    Mas claro, há quem prefira que aquele contexto que o faz gostar tanto daquele personagem, nunca seja destoado ou alterado.

    Claro que isso não se remete à séries, elas tem sido feitas no maior nível de fidelidade possível, afinal de contas, não são limitadas à poucas horas, e sim à vários episódios e por várias temporadas, e temos exemplos perfeitos disso como Demolidor ou Jessica Jones. Mas isso é assunto pra outro dia.

    Batman Begins

    Platform: Playstation 2
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      natnitro · over 3 years ago · 4 pontos

      Acho que o ideal ai é não deixar perder a identidade original e saber inovar, mas dentro de um limite que não descaracterize tanto, a ponto de ficar irreconhecivel...
      Um exemplo ai seria o proprio Coringa do Esquadrão Suicida, que logo que saiu a primeira imagem do Jared Leto over daquele jeito, causou uma estranheza enorme, porque parecia totalmente diferente do original, mas ainda assim ele pode ter feito algo tão brilhante que torne a novidade ai muito bem vinda pra recriar o personagem... (Tomara!!! \o/)

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      koxa · over 3 years ago · 4 pontos

      Sem dúvidas que prefiro que o filme seja adaptado ao grande público, desde que não se altere a essência do personagem. Sem o grande público não se faria filmes de heróis, então, aceito as consequências!

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      jorgegt · over 3 years ago · 3 pontos

      Ótimo texto. Com relação a pergunta: Eu prefiro uma mistura das duas opções. Não precisa ser extremamente fiel à obra original, mas também não dever ter mudanças muito drásticas.

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  • 2016-07-19 11:39:58 -0300 Thumb picture
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    Então... SFV deu certo? O que mudou? Quais as consequências?

    Bom, como se sabe, no começo, Street Fighter V lançou e teve uma série de conturbações, um online que não funcionava nas primeiras 24 horas e que poucas análises corrigiram alegando que já funcionava no segundo dia, um Story Mode pobre que durava 5 minutos e um Survival que foi o pesadelo de muitos jogadores (incluindo profissionais) que assim como eu e todo mundo que joga, queriam pegar as suas cores favoritas, e as mais legais quase sempre ficavam no Hard, e é complicado pegar.

    Mas então, vejamos tudo que a Capcom fez pra manter o circuito competitivo ativo, e tentar aumentá-lo.

    - Botou o jogo com um EXCELENTE netcode, arrisco dizer que é o melhor dos jogos de luta até então;

    -Não lançou o jogo em versões de Arcade, e isso no Japão em teoria deveria afetar a popularidade, mas o circuito competitivo também cresceu por lá (eu disse competitivo, não casual);

    - Simplificaram todo o acesso ao jogo, removeram os complicadíssimos one frame links e tornaram todos os personagens 100% distintos;

    - Adicionou um "fator MOBA" de competitividade na estrutura de jogo e isso vai desde os menus até coisas como simplificação de execução de comandos;

    - Mecânicas como Crush Counter simplificam muito o gimmick do jogo em comparação ao Focus do SF4 e aumentou e muito a tensão, além de facilitar execução;

    - Várias coisas pra serem compradas com dinheiro real ou Fight Money (e algumas somente com dinheiro) pra tentar fazer o cara que joga sempre ter o que fazer/comprar/desbloquear;

    - Uniram as duas plataformas pra jogatinas online (no caso, PC e PS4) e isso aumenta brutalmente o número de pessoas jogando contra seja em saguão ou ranked;

    - Cronograma de pedaços do jogo que seriam lançados com o passar do tempo, incluindo Cinematic Story Mode, personagens, cenários, etc.

    Claro, que coisas como o modo história cinemático foi um atraso de jogo, porque a Capcom estava 100% focada no circuito competitivo e tinha que lançar o jogo pra que as pessoas tivessem o tempo ideal pros primeiros torneios que começariam dois meses após o lançamento. 

    Isso afastou de fato o público casual, ainda que o jogo tivesse um acesso enorme pra eles, mas eu não entendia porque tanta tranquilidade, e de repente vi que os patrocínios aumentaram e o número de inscritos pra EVO desse ano (2016) aumentaram e muito em Street Fighter.

    Pra se ter noção, o Ultra Street Fighter 4 teve 2227 inscritos, e como era a versão "final" do jogo e a mais equilibrada possível (exceto alguns casos como Rolento ou Elena), muitos jogadores que estavam começando não se sentiam estimulados a competir, afinal somente os mais fortes do jogo estavam ali com um ou outro jogador novo surgindo a cada ano (incluindo a ascensão do nosso brasileiro Keoma, chegando ao top 8 da Capcom Cup) mas no geral o número de jogadores competindo estava estagnado.

    E eis que Street Fighter V, que tentava de todas as formas possíveis aumentar o circuito competitivo chega na EVO com um número incrível:

    5065 participantes.

    Incluindo 15 jogadores do Brasil dos quais 13 jogavam principalmente Street Fighter.

    Querendo ou não, jogos de luta dão pouco retorno financeiro imediato, a longo prazo, menos ainda. O que define a maioria deles é justamente as premiações de torneios e pra isso, o maior número de jogadores competitivamente falando é mais importante que o casual.

    A Capcom tomou a atitude correta financeiramente falando, mas para com os fãs, talvez tenha sido meio cruel porque não tiveram o acesso "correto" ao jogo em termos de jogatina single player, ainda mais com tantos outros jogos de vida útil maior logo do lado como Guilty Gear XRD, Mortal Kombat XL e derivados. 

    Mas honestamente, acho que o Survival por si só, já segura a onda muito bem, tanto pelo Fight Money quanto pelo desafio, porque é ali que você aprende pelo menos parcialmente a como usar o personagem e ter uma reação eficaz contra situações de aperto, porque a CPU apela muito. E isso pra quem quer aprender a jogar, é muito bom. 

    Mas pode soar frustrante, e pros que não almejam o aprendizado, pode ser ainda mais. Porque o online com poucos meses já está entupido de jogadores consideravelmente bons e que valendo pontuação, não vão te perdoar. 

    Eu como fã de Street Fighter, vejo como um enorme passo pra frente, se adaptando ao mercado dando a ele o que ele quer, e é uma ótima forma de aderir novos fãs, chamar jogadores casuais pro competitivo e também de mostrar que os e-Sports também chegaram aos jogos de luta, com direito a transmissão em televisão (como no caso de nós brasileiros, que tivemos acesso às finais pela ESPN2) e todas essas coisas, todas essas mudanças são muito boas e fazem a popularidade e comunidade aumentar.

    Eu acredito (e torço) que isso chegue aos outros jogos, aumentando a competitividade e dando trabalho pra Capcom justamente pela concorrência de atenção - afinal, a Capcom é bem preguiçosa e precisa de uns sacodes de vez em quando. Apesar que dessa vez, ela tem se esforçado e muito. Mas não queremos ver a qualidade cair de novo, certo?

    Street Fighter V

    Platform: PC
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      akromvaleth · over 3 years ago · 2 pontos

      Marcando pra ler depois

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      tassio · over 3 years ago · 2 pontos

      Faz sentido mesmo, sou bem casual no Street Fighter e concordo com o texto.

      3 replies
  • andrefonema André Leandro
    2016-09-13 18:38:24 -0300 Thumb picture
    andrefonema checked-in to:
    Post by andrefonema: <p>Faz muito tempo que não posto por aqui e nada me
    Quantum Break

    Platform: Xbox One
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    Faz muito tempo que não posto por aqui e nada melhor para voltar do que um check-in....

    Comecei a jogar Quantum Break somente agora devido a falta de tempo...

    To adorando o jogo e claro que por ser da mesma empresa a jogabilidade dele me lembra e muito Max Payne 3.

    Finalizei o primeiro capítulo, comecei a ver a série e achei muito boa a ideia de adicionar uma série ao game, iniciei o segundo capítulo e a saga continuará com certeza.

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  • 2016-06-01 13:02:06 -0300 Thumb picture
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    Minha Experiência com a Série Souls

    Hoje venho aqui relatar como foram as minhas 4 experiências jogando  a série Souls e bom, pra começo de conversa, quero deixar claro que não sou do tipo que aprecia o enredo dos jogos dessa série.

    Eu gosto muito dele, mas por motivos mecânicos, eu até gosto do formato e de algumas coisas da lore, e até de explorar, mas juntar os pedaços e apreciar definitivamente não acontece comigo. O motivo? Vai saber.

    Demon's Souls:

    Um pontapé inicial, uma ideia nova chegando aos padrões nos consoles dos tão mal falados padrões de jogos fáceis da sétima geração. Por ser primeiro jogo da série, visto por muitos como o mais difícil, mas já dizia um amigo meu:

    "Quando se entende o jogo, é o mais fácil... O problema é chegar nesse entendimento".

    De fato, ele tem toda razão. Demon's Souls consiste num elemento de "fases" das quais depois da primeira é inteiramente opcional escolher por onde deve ir, com isso você ganha acesso à mais quatro e dentre as cinco tem mais 3 partes, exceto pela primeira que tem mais 4.

    Uma coisa curiosa é que ele não trabalha muito bem o conceito de "desafio e recompensa". Não preciso spoilar mas com poucas horas de jogo, se ler tudo que vai adquirindo, é fácil ter ferramentas mais que suficientes pra arruinar no mínimo 60% do desafio do jogo. Mas isso depende totalmente da forma que joga e como monta sua build.

    Isso inclusive, ajuda a detonar barreiras de desafio artificial do jogo como o fato de não ter nenhum checkpoint de onde se surge até o chefe. Caminhos normalmente bem longos mesmo com todos os atalhos possíveis.

    E também é o mais forçado de todos, TODOS os itens tem peso, e tem o lance da tendência do mundo que eu particularmente acho tolo e mais um motivo de forçar a barra. Mas não tira os méritos do jogo de ter a melhor atmosfera da série e uma trilha sonora que é digna de arrepios.

    Claro, por ser um primeiro jogo, uma série de coisas foi feita totalmente às cegas, sem saber como seriam recebidos ou se funcionaria pra todos, mas ironicamente ainda assim com todos os defeitos criou uma legião de fãs, que só se espalhou. Ainda que parte disso seja culpa do desinteresse da Sony de manter o contrato com a From Software na exclusividade.

    Dark Souls:

    O queridinho da galera e que fez a Sony se arrepender amargamente de ter cancelado tal contrato de exclusividade (coisa que ela resolveu depois no PS4 e me fez não jogar Bloodborne). Se existe uma coisa que podemos ver em Dark Souls é esforço.

    Tal como Metal Gear Solid (o primeiro, do PS1), Dark Souls teve seu desenvolvimento limitado à uma grana não tão alta, e pra quem não sabe Hidetaka Miyazaki só assumiu de verdade a série Souls aqui (no Demon's ele só "terminou" o jogo), mas suas ideias dessa vez foram aceitas e todas executadas de maneira exemplar. Miyazaki queria um jogo que trabalhasse tudo muito bem, o fator exploração, recompensa e um level design "circular" onde tudo se conecta à sua safehouse (Firelink Shrine) de forma exemplar e belíssima. 

    Os chefes visualmente são em boa parte muito desafiadores, bem feitos e com algum aspecto interessante e curioso aqui e ali, tornando o jogo bem único em praticamente todos os aspectos. Mas ele é o mais difícil (em termos de posicionamento de inimigos no mapa) de longe, ainda que seja o mais justo. Claro, não esquecendo os famosos golpes que atravessam parede, hitboxes zuadas e etc. 

    E também é o menos linear de todos, te obrigando a explorar e verificar onde se deve ir e o que deve ser feito. Particularmente gosto mais desse formato que dos demais jogos da série.

    Dark Souls II

    A tida como ovelha negra da franquia, e que de certa forma não é um total engano dizer isso.

    Parte da graça dos jogos Souls é justamente a dificuldade, o desafio e a perseverança, querendo ou não... Não se pode ignorar novos jogadores mas menos ainda os jogadores veteranos, então ao começar pelo II talvez sinta algum aperto mas não é muito difícil voltar  pro Demon's ou Dark I e sofrer pra valer de outras formas.

    Acontece que Miyazaki se tornou presidente da From Software com o sucesso de Dark Souls, vendendo muito acima do esperado e tendo repercussão que até hoje movimenta fóruns e grupos da internet com métodos de avançar no jogo ou lore. E nisso dois estagiários assumiram o cargo  e fizeram o jogo com base em tudo que o primeiro Dark tinha estabelecido.

    O que acontece é uma repetição parcial de algumas ideias e chefes pouco expressivos, uma linearidade não vista e um sistema estranho onde as armas normais tinham mais eficiência que muitas armas escondidas ou feitas com almas de chefes.  Aparentemente tudo foi resolvido nas DLC's do jogo, mas a versão inicial dele ainda é meio sem graça por isso. Mas pra veteranos, porque pra novatos não tem melhor. Pros veteranos a melhor e ideal versão é a da nova geração com as expansões batizada de Scholar of the First Sin, que embora muitos reclamem é outro jogo.

    Só pra constar, Dark II tem seus ótimos elementos, inclusive, o fato de ter a maior campanha de toda a saga Souls, e o maior número de chefes e coisas pra se fazer sem necessidade de DLC's.

    Dark Souls III

    Eis que o jogo definitivo chegou, aparentemente o último segundo a From Software e que mistura tudo de bom dos jogos anteriores incluindo Bloodborne.

    Ele segue boa parte de tudo que o I e II trouxeram, e de quebra amplia tudo isso misturando elementos de cenários gigantes, variedade de inimigos e batalhas contra chefes simplesmente memoráveis.

    Ao meu ver, os chefes mais difíceis da franquia e o jogo que mais tive dificuldade de matá-los, ainda que o progresso de mapa tenha sido tranquilo pra mim em vista da experiência com os anteriores. Mas, o combate mudou e ficou muito mais rápido, e isso pra mim (que sempre jogo na esquiva) foi algo que demorei muito a me adaptar.

    Além de que, é o jogo que como Metal Gear Solid 4 (sim, outro exemplo de Metal Gear), ele mira no amor do fã pela franquia e acerta em cheio. Trazendo uma pilha de coisas novas e elementos/personagens/cenários do primeiro Dark que tanto amamos e uma coisa ou outra do II pra não falar que não tem nada. Até o Demon's ganhou um easter egg nessa brincadeira. Um bem legal, inclusive.

    Provável que o III seja o meu favorito da franquia e tem a melhor OST ao meu ver, ainda que o que me desperte mais interesse seja Bloodborne, que por não ter um PS4, fica impossível pra mim de acessá-lo.

    --------------------------------------------------------------------

    Minhas experiências foram ate agradáveis, sofri muito no I e III por motivos diferentes e venci o meu medo/trauma do Demon's Souls e me diverti quase que casualmente em Dark Souls II (ainda que em vista de um jogo normal, ele seja muito difícil), e se possível eu recomendo que joguem todos os jogos da série Souls.

    O Demon's fica mais a critério de curiosos, já que é exclusivo e não tem nada dele (exceto o clima) que os outros não façam consideravelmente melhor. E pela acessibilidade simples e prática dos outros títulos, torna ele ainda menos indispensável. Mas a série em si é muito boa, principalmente se já cansou de jogos totalmente fáceis e simplificados demais. Porque em Souls como todos nós sabemos, a graça é sofrer com inimigos fortes, ausência de mapas, decorar padrões e buscar a cada morte, uma vitória. E pra cada morte, um gosto cada vez maior e melhor na conquista.

    Dark Souls lll

    Platform: PC
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      lcirilo · over 3 years ago · 2 pontos

      Claro, não esquecendo os famosos golpes que atravessam parede, hitboxes zuadas e etc.
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      diegomatias · over 3 years ago · 2 pontos

      Bloodborne é incrível. Tô jogando há um mês e tô de boca aberta.

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      netobtu · over 3 years ago · 2 pontos

      Eu amo de paixão essa série, e só fui jogar de verdade esse ano! Joguei os três em sequência (havia zerado Bloodborne ano passado, na época de lançamento do jogo).

      O 1 é maravilhoso, é o mais importante pra série, e, em minha opinião, o que tem level design mais ousado, o clima mais etéreo (a arte e o visual meio baixo orçamento ajudam muito nisso), aquele world design circular é primoroso demais... acho o jogo mais bem amarrado da série.

      O II é uma porcaria, a minha vontade de jogá-lo de novo é absolutamente zero. Mais bosses não significa melhor jogo, tendo em vista que grande parte é o mais puro lixo. Nem as DLCs fizeram o gosto amargo da boca sair. Ela é melhor, sim, mas o jogo base tem tanta coisa errada, como o stat ADP pro seu roll funcionar direito, bosses horríveis, fases mal formuladas... nossa senhora, péssimo Souls.

      O III é excelente demais, as melhores batalhas contra chefes (mas nenhuma tão épica quanto Ornstein & Smough) e acredito que também tem a melhor atmosfera de desolação também. To no aguardo das DLCs.

      Só não joguei o Demon's Souls, coisa que corrigirei em breve.

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  • 2016-05-22 17:24:23 -0300 Thumb picture
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    A arte em forma de Valiant Hearts - The Great War

    Medium 3322954 featured image

    Olá queridos amigos gamers e leitores aqui da @ligadosescritores!

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    Obs.: A trilha sonora desse jogo é incrível, deixei abaixo o tema principal. Acho que seria uma experiência legal ler esse breve texto ouvindo ela.

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    A tempos que gostaria de escrever a vocês sobra uma breve, porém excelente experiência.
    Valiant Heartsé um daqueles jogos que te encanta pela simplicidade e pala capacidade de tocar os nossos corações sedentos por jogos de ação.

    Com o anuncio de um novo BattleField que se passará na primeira grande guerra, acho relevante que todos possam ter a oportunidade jogar Valiant. Feito na maravilhosa UbiArt, uma das engines que mais me deixa feliz no quesito criatividade, esse “indie” da Ubisoft surpreende pelos detalhes históricos, por uma narrativa simples e uma mecânica de jogo simples e funcional.

    Vocês talvez estejam pensando: “poxa, jogo tão simples, o que ele tem de mais @chiu”. Tem um ditado popular no nosso braziu que diz mais ou menos assim: “É na simplicidade que encontramos a felicidade”. 

    Bem, Valiant não é nem mesmo de perto uma história feliz e alegre, o clima do jogo te deixa com uma sensação pesada desde o começo, isso acontece porque diferente de outros jogos de FPS ou ação a que estamos acostumados, aqui a guerra não é venerada, não é exaltada e não temos aquele rock pesado que nos permite sentar o dedo na metralhadora e matar todos os nazis. 

    O que acontece com pessoas comuns quando inicia uma guerra? Bem, apesar de não ser uma guerra recente, Valiant Hearts nos mostra um outro ponto de vista não tão nobre sobre uma guerra que deixou marcas profundas em uma geração, que acabou levando o mundo posteriormente a outra guerra mais sangrenta e mais destruidora.

    As marcas da segunda guerra ainda hoje afetam nossos dias: comunismo, nazismo, fascismo, regimes totalitários e etc. Não quero me prolongar nestes assuntos, mas Valiant é um game para jogar do início ao fim com um nó na garganta, mas nem por isso ele é menos incrível. Essa sem dúvida, é uma das obras de arte que mostra o potencial de um game em contar fatos históricos sobre um ponto de vista diferente. Com uma trilha sonora rica e detalhada, diversos fatos históricos e puzzles inteligentes, Valiant Heats merece uma recomendação.

    Valiant Hearts – The Great War está disponível para: PC, Xbox One, Xbox 360, PS4, PS3, iOS e Android.

    Preço médio: R$ 30,00.

    Duração: Cerca de 10 horas de gameplay.

    Valiant Hearts: The Great War

    Platform: Xbox One
    439 Players
    92 Check-ins

    25
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      msvalle · over 3 years ago · 4 pontos

      Excelente post sobre um excelente jogo, parabéns! Vale lembrar o cuidado da Ubisoft na localização no Brasil ao trazer alguns fatos sobre a participação brasileira na Primeira Guerra Mundial.

      1 reply
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      lica · over 3 years ago · 3 pontos

      Esse game é lindo! Um dos melhores em estética que já vi. Ele me atingiu profundamente e chorei muito no final... =/

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      jorgegt · over 3 years ago · 2 pontos

      Eu comecei a jogar e acabei desistindo. Mas não posso negar que a o visual é muito bom.

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  • 2016-04-05 13:04:40 -0300 Thumb picture
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    Geração ABXY - Fliperamas

    Medium 3296278 featured image

    Hoje libero mais um conto do livro que será lançado ainda este ano, comentem, me digam o que estão achando, afinal, este feedback é importantíssimo a um autor.

    Texto Revisado por @alessandroigor

    Fliperamas: a era de ouro dos arcades.

    Toda vez que resgato os anos 90 na memória, década na qual, de fato, eu comecei a jogar, além de me lembrar de tantas coisas que marcaram minha infância, me vem à memória as famosas "casas de fliperama". Ou, em alguns bairros, os botecos que tinham essas máquinas de jogos.

    Lembro, também, o quanto minha mãe odiava que eu frequentasse esses lugares. O problema é que tal proibição aumentava ainda mais minha curiosidade em estar lá. Por isso, freqüentemente, eu ia - escondido - a um "fliperama" que ficava na esquina da minha casa.

    Eu ficava impressionado com a qualidade gráfica e o som dos jogos nos arcades. Tudo aquilo era mágico aos olhos e ouvidos de uma criança como eu.

    Foi jogando num fliperama que eu vi, pela primeira vez, uma mulher nua. O jogo chamava-se Fantasia. Se você não conhece, google it.

    Também foi nos fliperamas que eu conheci Street Fighter e uma das minhas maiores paixões em jogos de luta até hoje: Mortal Kombat.

    Nessa época, eu jogava futebol em um time da cidade de Guarulhos. Em frente ao centro de treinamento havia um barzinho que tinha uma máquina do Street Fighter 2. Eu faltava aos treinos pra jogar o fliperama e talvez por isso não tenha me tornado jogador de futebol. Ali conheci o melhor jogador de Street Fighter do mundo da minha cidade (sim, eu sei que todas as cidades tinham o melhor jogador de Street Fighter do mundo).

    Mas o cara era fera mesmo! Eu podia estar perdendo do jeito que fosse que bastava passar o controle para ele e tudo estava resolvido.

    Já naquela época os fliperamas eram conhecidos como pontos de desocupados, drogados e todo tipo de pessoa ruim. Existia um preconceito enorme contra a casa e quem às freqüentava. Hoje, mais velho e pai, devo confessar que acho que minha mãe tinha razão em me proibir de ir àqueles lugares. Vi drogas, comecei a fumar e levei muitos "cascudos" nos fliperamas. Apesar disso, eu sempre acabava voltando.

    Mas o medo de apanhar me fez procurar alternativas para sustentar meu vício em arcades. Foi aí que passei a jogar em shoppings. Na verdade, mais precisamente em uma galeria da minha cidade que tinha a audácia de autointitular-se shopping. De qualquer forma, era o único "shopping" da cidade... e tinha um fliperama!

    Certa vez, cabulando aula para ir jogar apenas duas fichas, eu e mais dois amigos nos deparamos com aquilo que era uma visão dos deuses: estava ali, no chão, pronta para ser coletada por qualquer um, uma verdadeira fortuna. Era uma nota de poupudos R$ 10,00!

    Imaginem só, cada ficha custava R$ 0,25!!!

    Passamos o dia inteiro jogando! Foram partidas atrás de partidas enquanto eu levava surra atrás de surra. Thaís era seu nome e sua personagem predileta era Chun-Li. E ela jogava muito!

    Pedi para um amigo avisar minha mãe que, da "escola", eu ia direto para a biblioteca municipal pois tinha trabalho a fazer. Passamos, na verdade, a manhã e a tarde jogando.

    Tempos depois, iniciaram-se as obras de um grandioso shopping em minha cidade. Algo muito além dos padrões que conhecíamos até ali. Quando vi o diretório de lojas, fiquei muito ansioso: dentro do shopping haveria uma atração chamada Neo Geo World.

    Dia da inauguração do shopping, lá estava eu. Porém, a ansiedade deu lugar à frustração. Nada de parque. Ainda não estava pronto.

    Mas o tempo passou e o Neo Geo World daquele shopping era o lugar onde eu passava minhas tardes de domingo.

    Meu dinheiro era convertido naqueles cartões magnéticos de jogo que, por sua vez, transformavam-se em horas de jogo de lançamentos como, por exemplo, The King of Fighters.

    Foi uma época memorável... e eu vivia cada vez mais apaixonado pelos games.

    Infelizmente, hoje em dia, está cada vez mais difícil encontrar boas casas pra jogar. Histórias como essa acabam ficando apenas na mente de quem as viveu.

    41
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      thaissg · over 3 years ago · 5 pontos

      Pato..... kkkkkk

      3 replies
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      wiictor · over 3 years ago · 5 pontos

      Espero que a sua mãe não esteja lendo isso kkkkk

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    • Micro picture
      aykibe · over 3 years ago · 3 pontos

      Na minha época era direto em fliper jogando Cadilacs and Dinosaurs e muito outros e a poucas semanas atras descobri uma comunidade do FB em que justamente falam sobre esses arcades desse post, inclusive formas de montar e configurar um. o Nome da comunidade é Fliperama de Bar.

      1 reply
  • andrefonema André Leandro
    2016-04-03 21:42:19 -0300 Thumb picture
    andrefonema checked-in to:
    Post by andrefonema: <p>Nem consigo ver a hora passar, ta divertidíssimo
    Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

    Platform: Xbox One
    415 Players
    203 Check-ins

    Nem consigo ver a hora passar, ta divertidíssimo...

    As missões secundárias são muito legais e graficamente achei ótimo também.

    O jogo prende mesmo...

    16
    • Micro picture
      juninhowii360 · over 3 years ago · 2 pontos

      Me prendeu só a parte do hospital rs. Achei muito chato a parte do "mundo aberto" rs

      2 replies
    • Micro picture
      realgex · over 3 years ago · 2 pontos

      Vi essas fotos ontem pelo feed de atividades no Xbox360, :D !!!

      1 reply
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