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  • amanoyuudi Yudi Ishikawa
    2014-09-30 08:59:03 -0300 Thumb picture
  • amanoyuudi Yudi Ishikawa
    2014-09-25 08:34:06 -0300 Thumb picture

    Nós estamos esquecendo como ser bons gamers?

    O artigo a seguir foi retirado do portal de noticias GameWorld, e retrata exatamente o que eu venho pensando a algum tempo sobre os Gamers atualmente e o que estamos vivenciando. E pessoal não vamos generalizar a situação, nem faltar com o respeito uns com os outros, cada um de nós temos nossas crenças e opiniões e devemos respeita-las mutuamente, ok? Então, vamos a esta.

    Uma coisa que me pergunto diariamente quando estou passando pelo meu feed de notícias do Facebook, ou quando vejo a aba de comentários de portais de notícia, é se o ser humano está ficando cada vez mais estúpido ou se a internet está expondo cada vez mais a nossa estupidez.

    Digo isso porque constantemente eu vejo que qualquer tipo de assunto consegue se transformar em uma corrente de ódio sem precedentes. Não importa o tema, tudo que é preciso é uma fagulha para que uma discussão se transforme num incêndio e todos os envolvidos saiam queimados.

    Tá, mas o que isso tem a ver com jogos? Tudo. Se você viveu nos tempos antes da inclusão digital, lembra que era comum brincadeiras bestas entre seus vizinhos sobre qual era o melhor console, ou se The King of Fighters era melhor que Street Fighter. Contudo, com a internet e a máscara de anonimidade, essas briguinhas ganharam um novo nível.

    Quando se está por trás de uma tela de vidro, é muito fácil expor suas opiniões de forma bruta, ofender, ameaçar. Isso é perceptível com casos recentes como a da feminista Anita Sarkeesian sendo atacada constantemente através de redes sociais e chegar ao ponto de uma ameaça de terrorismo em um evento onde seria premiada. Isso tudo é pra chamar atenção? Bom, conseguiram.

    Hoje a comunidade gamer passa por uma fase terrível onde a visão que as pessoas tem dos jogadores é de pessoas intolerantes e agressivas. E quem pode culpá-las? Nós não podemos ver um console ou jogo ser anunciado sem dois exércitos se formarem numa cruzada sem sentido em prol de uma notoriedade que ninguém vai dar. De maneira positiva, obviamente.

    Aliás, a palavra chave é justamente "intolerância". Nós não sabemos mais como aceitar a opinião alheia, não conseguimos entender que existem pessoas com pensamentos divergentes e não somos capazes de usar de argumentação racional e decorosa para convencer outras pessoas. Não quando existe o falso atalho das palavras duras e da brutalidade, que nada faz além de afastar as pessoas dos nossos objetivos de entendimento mútuo.

    Nós estamos falhando como um todo em mostrar ao mundo que os games são o futuro, porque nós mesmos somos intolerantes com os jogos que outros escolhem. Envolucramos uns aos outros em rótulos paradigmáticos onde uma pessoa que gosta de jogos de futebol seja rasa e sem conteúdo ou uma que goste de puzzles e jogos de cozinha seja afeminado - e mesmo que seja, qual o problema disso?

    É uma pena que, por causa deste grupo, todos os gamers do mundo passem por preconceito. Justo em uma época onde os jogos estão ganhando notoriedade na mídia e no ramo dos eSports, o lado negativo e sombrio da comunidade emerge e rouba os holofotes. Pode ser que exista solução, mas mudança precisa vir de dentro de cada um de nós. Nós estamos esquecendo como ser bons gamers e mostrar que a verdadeira paixão pelos jogos supera essas barreiras preconceituosas e intolerantes.

    Mas como queremos esperar que as pessoas de fora não tenham preconceito conosco quando nós mesmos o praticamos entre si?

    Texto por Fellipe Camarossi

    Fonte: GameWorld

    Mario & Sonic At The Olympic Games

    Platform: Nintendo Wii
    657 Players
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      amanoyuudi · almost 5 years ago · 0 pontos

      Eu fico imaginando que exista uma barreira (imaginaria) entre o fã saudável e o fanboy doentio. Todos nós como seres racionais que somos, temos nossas crenças, gostos, preferências e isso é mais do que natural (oras). Porém, se é algo tão natural, por que o que gostamos tem sempre que ser o melhor? O mais popular? Estar em destaque? Enquanto os outros ficam a sombra sendo ofuscados e humilhados pelo nosso? Isso vem do sentimento de competição natural do ser humano, o que acaba por causar esse tipo de situação.

      Existem pessoas que defendem aquilo que gostam (amam) com unhas e dentes, sem ter a menor consideração pelas opiniões e gostos alheios. Para elas aquilo que gostam é a perfeição em forma de bem material, ou seja lá o que for, e não há nada mais perfeito do que aquilo. Porém, não existe nada, absolutamente nada, que seja perfeito. Isso é uma ilusão. No entanto, essas pessoas não enxergam isso, pois estão cegas pelo fanatismo. Se outros intervém e tentam argumentar (mesmo que educadamente) do contrario, esta pessoa parte com argumentos vazios, falácias e muitas vezes com agressão verbal. E desta forma acabam por criar “guerras” sem sentido, por motivos fúteis e supérfluos.

      Temos que impor limites ao fanatismo. Não há problema gostar de algo ou ter preferência de um entre outros, mas não podemos deixar isso se tornar maior, do contrario de uma hora para outra vamos acabar por distribuir ofensas gratuitas para pessoas que mal conhecemos de forma desenfreada e sem sentido, sem enxergar aquilo que esta em nossa vista. Existem muitas coisas para lutar nessa vida e isso não é uma delas.

      Muitas vezes acabo criando antipatia por certas pessoas, mesmo não as conhecendo, só pela atitude delas. Isso é errado, mas elas conseguem ser tão irritante e ignorante, que fica complicado atura-las, tudo por causa dessa rivalidade sem limites que alguns tendem a contrair.

      Temos que ter mais respeito e consideração pelo próximo, do contrario não chegaremos a lugar algum. Faça com os outros o que você faria com você mesmo.

  • amanoyuudi Yudi Ishikawa
    2014-09-06 20:05:09 -0300 Thumb picture
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      leohirano · almost 5 years ago · 0 pontos

      lembrei dos caras que cantam no AC 2

  • amanoyuudi Yudi Ishikawa
    2014-09-03 13:34:20 -0300 Thumb picture
  • amanoyuudi Yudi Ishikawa
    2014-09-02 10:28:13 -0300 Thumb picture
  • amanoyuudi Yudi Ishikawa
    2014-09-01 06:06:20 -0300 Thumb picture
  • amanoyuudi Yudi Ishikawa
    2014-08-29 02:18:37 -0300 Thumb picture

    Pingas, Pingas, Pingas...

    As Aventuras de Sonic The Hedgehog um desenho bizarro dos anos 90. Não preciso comentar mais nada, só assistam o vídeo, ele é autoexplicativo.

    Sonic the Hedgehog (1991)

    Platform: Genesis
    8895 Players
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  • amanoyuudi Yudi Ishikawa
    2014-08-27 23:21:24 -0300 Thumb picture

    The Evolution of the Controllers - PlayStation/Xbox

    Quando comparamos a evolução dos controles de PlayStation e Xbox, fica claro que Microsoft e Sony têm filosofias distintas de design e hardware. Enquanto PlayStation vem mantendo os botões (praticamente) exatamente da mesma nos últimos 20 anos, o Xbox modificou significativamente os botões e a forma do controle com cada atualização de controles dos Xbox nas gerações subsequentes.

    Confiram a seguir essa evolução:

    É interessante ver como os controles evoluíram no decorrer das gerações. A ergonomia é o que mais agradeço por ter evoluído.

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  • amanoyuudi Yudi Ishikawa
    2014-08-20 02:31:56 -0300 Thumb picture

    Fim dos consoles portáteis?!

    OBS.: Este texto está sendo escrito em cunho gamer, e também conta com opiniões pessoais. Não eleve a última potência tudo o que eu digo nas linhas seguintes.

    Nós vivemos em uma época onde precisamos constantemente estar conectados, e nada mais simples e prático para ter acesso à rede e ao mesmo tempo efetuar ligações ou enviar mensagens do que um Smartphone. Eles têm ganhado cada vez mais espaço ano após ano, mas você me pergunta: "Ok, mas o que isso tem haver com games em especifico?". Bom eu sei que você que está lendo isso, sim você mesmo, e deve imaginar: "É claro que ele deve estar falando de jogar games no smartphone", sim é exatamente isso, "Porém o que isso tem haver com o fim dos portáteis?", mais do que você pensa, é o que vamos ver a seguir.

    A popularidade dos smartphones e o custo baixo de se produzir títulos para esses aparelhos, além do lucro garantido, podem estar diretamente ligados ao fim dos consoles portáteis dedicados especificamente a games. O que afeta diretamente pessoas como eu e talvez você que curtem muito mais uma experiência "completa" e de ótima qualidade (se tratando de grandes produções) de games portáteis assim como os atuais 3DS da Nintendo e PS Vita da Sony oferecem para nós. Mas talvez esta seja a última geração para estes aparelhos moveis focados em games. O que pode não ser uma grande novidade para quem acompanha o cenário gamer portátil atual, mas pode chegar como uma bomba para os amantes de portáteis.

    Smartphones cada vez mais populares

    É triste para mim pensar em um dia em que estarei obrigado a jogar em smartphones se quiser passar o tempo em viagens longas. Não tenho nada contra a esse tipo de diversão, mas digamos que não seja a melhor forma de se jogar algo mais complexo. Sinto muito a falta de comandos em determinados games, e a imprecisão que um touchscreen tem, é inexplicável.

    A popularização de formas de entretenimento nesses aparelhos é algo que fluiria naturalmente de uma forma ou de outra com avançar do tempo, afinal de contas além das suas chaves o que mais anda no seu bolso o tempo todo?

    Vendo pelo lado mercadológico da coisa, é um excelente negócio tento em vista que produzir games para consoles é caro e demanda muito mais tempo e esforço, além de gastos com equipe, licenciamento de marca e toda logística do processo. Mesmo para um produtor indie isso ainda é muito distante se comparado a “facilidade” que é criar um game qualquer para um smartphone, que alias quanto mais bizarro for, mais garantia de sucesso terá, vide o top 10 de downloads de diversas app stores por ai.

    Nintendo 3DS ainda é o portátil mais vendido mundialmente

    O ponto que estou querendo chegar é: Por um lado temos facilidade, comodidade e custo baixo de produção para entregar um produto pronto e que gere lucros modestos a sucessos astronômicos. Por outro nós temos demanda de uma equipe, custos moderados a altos de produção, e retorno não garantido levando em conta que temos a frente gamers reais, não gamers casuais menos exigentes, por fim uma base instalada muito inferior e restrita em termos de marca e sistema, além de muitas vezes contar com a sorte. Então para um produtor qual seria a escolha mais cômoda e rentável a ser feita?

    Para os gamers essa é uma dolorosa facada, afinal quando eu jogo alguma coisa espero o mínimo de qualidade e complexidade, o que não vemos com muita frequência em games de smartphones em geral, e também algo que não venha (literalmente) com uma avalanche de propagandas indesejáveis de “brinde”. Vou poupar vocês de explicar a finalidade de todas essas propagadas, pelo menos por agora, já que sei que muitos entendem o ponto em questão. Mas tendo em conta tudo isso, e voltando ao que interessa, com o fim dos portáteis dedicados, vamos perder grande parte de uma experiência rica em jogos moveis, e cada vez mais dar forças a um tipo de mercado que tem ganhado mais espaço nos últimos anos o “pay-to-play”, como gosto de chamar, não é pagar uma quantia singela uma vez para ter acesso a uma experiência completa, e sim pagar dezenas de vezes para poder continuar a jogar, ou simplesmente não ser incomodado. Algo que soa ao absurdo em meus ouvidos.

    Existem games onde não se tem uma forma simples de se continuar a jogar sem ter que desembolsar uma quantia significativa, a não ser que você tenha milhares de horas livres para farmar quantias insignificantes por hora de algo necessário para a continuidade de sua aventura. Ou quem sabe, esperar horas para recarregar suas forças, e nem estou falando da bateria do seu celular. O que tinha a intenção de ser algo momentâneo de passatempo acaba por se tornar algo maçante de se levar a serio. Diferindo completamente da experiência que temos em portáteis.

    Apesar de serem concorrentes de um mesmo setor, se tratam de mercados completamente distintos na minha opinião, acho que nunca smartphones, pelo menos não da forma como acontecem hoje em dia, poderão substituir por completo os portáteis dedicados, não só fisicamente como na experiência de jogatina que ele podem proporcionar. Apesar do que muitos podem pensar. Além de que, smartphones em geral são uma plataforma muito mais aberta.

    PS Vita vive um amargo período e desprezo pela própria produtora

    Fico imaginando se os consoles portáteis não morrerem nos próximos anos/gerações, o que é muito improvável, se eles serão algo “restrito” a “gamers hardcores” que realmente queiram investir em uma diversão mais completa fora de casa. O que não seria nada rentável aos produtores, nem mesmo de fácil acesso ao publico, afinal imagino que os preços iriam inflar muito pela falta de demanda, e acabaria assim, sendo inviável. Imagino que esse seria o único cenário pouco provável para um último suspiro dos portáteis. O que seria um final dramático para os companheiros de viagem.

    "Este que nasceu para o sucesso e que morrerá agonizante no relento." - Yudi Ishikawa

    O que primeiramente me levou a escrever este texto foram os acontecimentos atuais nesse cenário gamer que os portáteis estão vivendo após a popularização dos smartphones. Além desde vídeo muito interessante do canal YouGameTubeBr feito pelo youtuber PH (que também complementa tudo aquilo que disse até então):

    E também um artigo publicado pelo site PS3 Brasil sobre o futuro do PS Vita, que coincidentemente ou não, vieram praticamente ao mesmo tempo até mim. O que me motivou ainda mais a passar estes relatos e pensamentos pessoais sobre futuro desse mercado que um dia foi tão popular quanto os consoles de mesa.

    Contudo o que eu quero com este texto não é de forma alguma difamar os smartphones e a experiência que eles possam oferecer tão pouco inflar o “ego” dos portáteis dedicados a games, mas sim dar minha opinião sobre o assunto de uma forma informal e ao mesmo tempo factual.

    Agradeço pela atenção, você que leu até aqui e compartilha da mesma opinião, ou gosta tanto de portáteis quanto eu, ou pelo menos se interessa pelo assunto. Talvez um dia eu conte como nasceu esse meu amor pelos portáteis, mas por hoje é tudo pe-pe-pe-pessoal.

    Até a próxima pessoal.

    Por Yudi Ishikawa.

    PS.: Espero que tenham gostado do meu primeiro post aqui no Alvanista. Aguardem por mais em breve.

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      suicune · almost 5 years ago · 0 pontos

      Tbm acho que essa pode ser a última geração de consoles portáteis (inclusive, tava falando disso no Facebook um dia desses). Smartphones e tablets são um perigo real e evoluem muito rapidamente (numa velocidade que os portáteis não conseguem acompanhar).

      Sei que atualmente a maioria dos jogos para celulares são simples e bobinhos, mas já faz algum tempo que jogos + complexos começaram a dar as caras nessas plataformas, e até a próxima geração de portáteis, eles terão tempo + do que suficiente para evoluir mais e mais essa complexidade.

      Muita gente gosta de usar as altas vendas do 3DS como prova de que o mercado para consoles portáteis ainda vive, mas a verdade é que o 3DS tem uma base instalada muito menor do que as que o DS e o GBA tinham quando estavam com o mesmo tempo de mercado.

      A era DS/PSP foi o auge desse mercado, e agora ele está declinando lentamente... Mas, ainda há salvação??? É claro que há!!! Se "alguém" conseguir trazer algo realmente único e inovador, que consiga dar novo fôlego a este mercado (como a Nintendo fez com o DS), esse mercado poderia aguentar + uma geração. Mas ideias assim não se tem todo dia...

      É, parece que o console híbrido da Nintendo (meio portátil, meio "de mesa") é uma realidade mais palpável a cada dia que se passa. Quanto a Sony, bem... o Vita está praticamente abandonado, acredito q ela não vá fazer um novo portátil para a próxima geração (talvez ela tbm faça um híbrido... Já q ela adora "homenagear" as ideias da Nintendo).

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      amanoyuudi · almost 5 years ago · 0 pontos

      O que eu quis com tudo isso não foi defender a ideia de que consoles portáteis ainda são suficientemente rentáveis para ser um bom negocio. O que não seria verdade. E sim mostrar que está chegando ao fim uma era de consoles de bolso dedicados a games.

      Smartphones podem ter substituído muitas coisas, como discmans, music players, chaves de carro e quem sabe até cartões de credito com a tecnologia NFC. Isso faz parte da evolução, e eles substituíram e vão continuar a substituir mais e mais funções, o que os torna um aparelho muito cômodo e pratico, porque além dessas, eles agregam muitas outras em um mesmo aparelho, ao invés de carregar várias ferramentas únicas com finalidades únicas. Porém eu não sei se isso vai funcionar muito bem com vídeo games, eu posso estar enganado, posso estar sendo conservador demais, mas para quem tem a pretensão de jogar seriamente, e quer investir em algo melhor essa não é a melhor escolha. Estou falando de uma visão gamer, e não de um passatempo de uma fila de banco, ou ponto de ônibus.

      Isso significa que é o fim dos "Consoles Portáteis", porque Smartphones não são dedicados a nenhuma função e sim um aglomerado delas, como um computador. Então eles não podem ser chamado de console, ou câmera e etc. O que estou querendo disser é que algo que é dedicado a uma única função cumpri ela muito bem, mas do contrario isso não acontece. Eles cumprem o que estão dispostos a cumprir? Sim cumprem, mas não se destacam em fazer nenhuma delas.

      Da mesma forma como fotógrafos não substituíram suas câmeras por celulares, acho que celulares ainda não estão preparados para substituírem consoles portáteis.
      Contudo, isso é o que eu penso nas situações atuais que vivemos, mas só o futuro ditara os rumos que se seguirão.

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      amanoyuudi · almost 5 years ago · 0 pontos

      E quanto a Sony e seu descaso com o PS Vita, acho que esse pode ser mesmo o último console portátil da marca, e não acho que ela vá investir em um híbrido entre celular e console, da última vez isso não deu muito certo, com o Xperia Play. Que foi abandonado com menos de 2 anos de fabricação.

      A Sony por não ser dedicada a games como a Nintendo deve abrir mão desse mercado, como já esta aparentando fazer com o PS Vita. Então a Nintendo pioneira e veterana no assunto, pode novamente formar um monopólio e ter sucesso com isso. Pensando nisso, acho que ainda há uma pequena esperança para os portáteis.

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