2019-08-18 01:23:57 -0300 2019-08-18 01:23:57 -0300
adrieltrigger Adriel Bruno

Postagem aleatória depois de sabe-se lá quanto tempo...

É, quebrei o compromisso que assumi comigo mesmo. Mas do que adianta simplesmente desistir de um hábito tão bom quanto escrever? Já dizia o ditado: "antes tarde do que nunca", então melhor mesmo voltar a usufruir da satisfação de gastar essas teclas e de relatar o que venho passando nos mundos virtuais que tanto gosto de visitar.

Estou aqui ao som da maravilhosa trilha sonora de Mighty Morphin Power Rangers (SNES, 1994), e é frustrante voltar depois de tanto tempo, percebendo que muitas oportunidades se perderam para expressar tanta coisa, e até de ter mais experiências sobre as quais falar aqui, mas também não cheguei de mãos (e mente) vazias nesse momento!

Esses dias um amigo me apresentou Cyber Hunter, um battle royale que surgiu já faz uns meses nas plataformas mobile e chegou há pouco tempo no PC. Apesar dos pesares (que não considero poucos), acabei viciando no joguinho por conta do meu surto competitivo, que vem se estendendo já há meses, e porque o jogo reúne mecânicas interessantes de todos os battle royales que já saíram. Coleta e uso de materiais para confeccionar auxílios durante a batalha (de Fortnite), recuperação dos amigos abatidos em pontos específicos do mapa (de Apex Legends), customização das armas com magnificadores de visão, extensores de magazine e outras coisinhas (originalmente uma mecânica de PUBG no gênero, até onde eu sei).

Tudo muito bem, tudo muito bom, mas eu ando desanimando de jogar depois de um evento muito chato. Foi nesse jogo que eu tive uma das mais claras percepções do que um hacker pode fazer num jogo multiplayer. A sensação é de completa revolta e quase que eu abandono por completo o game. Meus amigos ainda conseguiram me fazer baixar novamente e reinstalar o jogo, mas não sei até quando esse novo ímpeto de jogar Cyber Hunter irá durar.

É extremamente desanimador você notar quando um oponente simplesmente não quer respeitar as regras e as condições que o jogo impõe a todos e passa a buscar a vitória a todo e qualquer custo, com métodos que burlam a essência da experiência. No meu caso, fui trucidado por um indivíduo que recebeu uma quantidade absurda de dano e mesmo assim sobreviveu e me eliminou da partida.

Enfim, passado esse momento e tendo eu feito a expressão da minha revolta, hora de deixar isso para trás e seguir com a vida, assim como com a continuidade do post, agora relativamente ao Brawlhalla, que também venho jogando esses dias.

Parei por um bom tempo e claramente me percebo fora de forma. O meu win rate permanece estável, e mudanças nas reações dos oponentes ao meu estilo de jogo não parecem ter ocorrido. O bom é que Brawlhalla permanece extremamente divertido e fazer uso do meu código de honra e do meu estilo de luta permanece extremamente satisfatório. Não sei, no entanto, se consigo voltar ao ritmo que eu tinha antes, a ponto de buscar uma ou duas centenas de vitórias na temporada.

Por enquanto, acho que é isso. Espero conseguir voltar mais vezes pra escrever, mas a trilha sonora está terminando no youtube e já é madrugada, então dormir deveria ser prioridade já há algum tempo.

Até uma próxima oportunidade.

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