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adrieltrigger Adriel Bruno

Um pouco sobre meu contato com o gênero Battle Royale

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E cá estamos... poucos minutos depois de uma espécie de texto de saudação, vem a primeira postagem de execução do plano de começar a registrar as coisas.

Vai ser sobre um jogo que acabei de sair, depois de umas duas partidas até que divertidas. Player Unkown's Battlegrounds Lite, que chegou pra PC aqui no Brasil há poucos dias (em 23/05/2019). Grata e muito bem-vinda surpresa, considerando a realidade de quem não tem verba pra adquirir o jogo pela Steam e que só tinha como segunda e terceira opções o cartunesco Fortnite e a falta de um ping decente em Ring of Elysium. PUBG Lite agora tem servidor local para a nossa região e o gameplay parece fluido o suficiente, com um ping saudável.

Ping parecia não ser um problema em Fortnite, onde tive minhas primeiras experiências Battle Royale, mas a falta de realismo e um metagame não focado apenas no manuseio das armas e no posicionamento dentro de limites razoáveis me incomodavam bastante. Ring of Elysium passou a ter minha preferência, até eu ver que não dá pra jogar de igual pra igual com os gringos com um ping próximo de 200ms. Quando você começa a atirar no seu oponente, ele já te matou.

PUBG Lite chegou aos PCs com uma apresentação modesta, texturas bem pobres para os padrões AAA de hoje, mas até que isso não me incomoda tanto. O que me importa é a jogabilidade ser funcional e se o jogo, sendo grátis, mas com microtransações, não é "pay to win". Considerando isso, até agora me parece que posso aprovar o jogo nesses quesitos.

Essa versão do jogo faz jus ao termo "Lite". É mesmo bem leve de rodar, mesmo nas configurações gráficas mais altas. Senti bastante fluidez no frame rate. Isso, claro, compromete a fidelidade gráfica, mas o visual de Fortnite me incomodava bem mais por ter aquele aspecto de desenho animado, então não tenho muito do que reclamar a não ser da draw distance, que me parece mais curta do que poderia ser.

Mas isso não é bem o que eu queria dizer aqui. Fui deixando o texto fluir de acordo com o que passava na minha cabeça, mas acho que meu objetivo era mesmo contar um pouco de como foras as partidas que tive há pouco tempo. Foram um pouco prolongadas porque consegui sobreviver até os estágios finais, quando sobraram cerca de 3-4 jogadores (incluindo eu). Não me considero um bom jogador de jogos de tiro, mas considero esses resultados bem positivos.

Assim como no Ring of Elysium, senti justificação em todos os casos em que matei/morri. Se me posicionei bem e tive uma iniciativa mais rápida e consistente, eliminei meu adversário. Se não, eu fui eliminado. Justíssimo. Essa sensação é ainda mais positiva considerando que o servidor, por ser localizado mais próximo dos jogadores BRs, proporciona um tempo de resposta bem mais rápido do que o que se tinha no RoE com seu absurdo ping de 3 dígitos.

Não acho que vou conseguir lembrar de muitos detalhes de como as partidas se desenrolaram agora. Nunca tive uma memória de curto prazo muito boa, capaz de me deixar relatar as coisas detalhadamente, sendo que aconteceram há poucos minutos. Vou tentar, mesmo assim, ponderar sobre alguns fatos dessa minha experiência de jogo.

Eu tenho meio que uma estratégia padrão em jogos Battle Royale. Ela consiste em tentar começar a partida isolado, o máximo possível distante de outros jogadores. Assim, creio que consigo juntar meu loot com mais calma, averiguar o valor dos recursos que consegui e organizar minha progressão na partida a partir disso. De fato, geralmente dá para fazer tudo isso sem me sentir muito pressionado, o que acaba ajudando até a me posicionar melhor durante as transições de zona segura.

Em ambas as partidas, apliquei com sucesso essa tática. Peguei minhas duas armas automáticas (sou aficionado por assault rifles e submachineguns), alguns itens de cura, o colete, o capacete e a mochila que foram possíveis de encontrar rapidamente nas áreas isoladas em que caí. A partir daí, a ordem ficar escondido em algum lugar coberto, ou fugir do fechamento da área segura enquanto procurava um novo lugar pra me esconder. Esse ciclo de esconder/correr da tempestade elétrica se repete até que eu seja morto por alguém ou até que a área seja reduzida ao mínimo.

Creio que consegui eliminar alguns oponentes humanos no processo, sendo que a maioria deve ser composta por bots, mas o fato é que aquilo que eu disse sobre eliminar ou ser eliminado, felizmente, tem sido concreto enquanto eu jogo. Isso me leva a concluir que preciso treinar mais o meu tempo de reação e a minha precisão (e aqui vai uma dica pra quem quiser se aplicar a isso também: Aimlab, disponível na Steam).

Bem, está bem tarde (escrevi esse pequeno artigo numa madrugada de insônia) e eu preciso tentar dormir. Depois tento falar um pouco mais dos pormenores da jogabilidade, de como foram os embates com outros players e das minhas impressões de outros aspectos do jogo. Por hora, quero dizer que espero que a experiência continue fluida e justa como está sendo no início de atividade desse servidor BR do PUBG Lite.

Por enquanto, é isso. Até a próxima, pessoal.

PLAYERUNKNOWN'S BATTLEGROUNDS

Platform: PC
160 Players
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