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_gustavo Luis Gustavo Da Luz Featured

Hora de falar sobre The Legend of Heroes !

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Bom dia, boa tarde, boa noite meus amigos e amigas !

Espero que estejam prontos porque aí vem mais conhecimento rpgístico para vocês ! Eu comentei ocasionalmente no meu artigo sobre Ys que tinha vontade de fazer o próximo sobre uma outra série clássica de JRPGs, não com tantos games assim, mas pouco falada pelo mainstream.

Mas antes de falar de cada um precisamos voltar um pouco mais no passado para te situar na timeline e falar de Dragon Slayer, o pai dos JRPGs como conhecemos hoje em dia.

De maneira resumida. A série Dragon Slayer surgiu em 1984 pelas mãos da Nihon Falcom para o PC-88 e foi portada pela Square para o MSX, obviamente passando por vários consoles, de 1985 até 1995 quando o nome foi deixado de lado, mais de 40 games levaram Dragon Slayer aos consoles e PCs Japoneses. Eles foram divididos em séries, três delas muito importantes, a série Xanadu, a série Sorcerian e...The Legend of Heroes.

A série The Legend of Heroes gerou várias vertentes, ela conta com uma duologia, quando ainda levava o nome de Dragon Slayer, e depois de ganhar sua “independência” trouxe outros 13 games. Vamos lá separa-los e falar um pouco de cada um !

Boa leitura !

Alias, colocarei por questões de spoilers apenas o plot inicial de cada game.

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Duologia Dragon Slayer

Dragon Slayer: The Legend of Heroes – PC-8801 (JP 1989), PC-9801 (JP 1990), FM Towns (JP 1990), MSX2 (JP 1990), Turbo Grafx-CD (JP 1991, ENG 1992), Super Famicom (JP 1992), Sharp X68000 (JP 1993), Mega Drive (JP 1994), PC (KO 1996, JP 1997), Playstation (JP 1998 Bundle com o segundo jogo), Sega Saturn (JP 1998 Bundle com o segundo jogo) .

 O primeiro game da vertente The Legend of Heroes de Dragon Slayer foi originalmente lançado em 1989 para o NEC PC-8801 assim como o primeiro Ys que já falei no outro artigo. Nos próximos anos, também seria portado para o NEC PC-9801, MSX 2, Sharp X68000, Sega Mega Drive, Super Famicom e o TurboGrafx-CD (CD-ROM do PC Engine). Um card-game Dragon Slayer: The Legend of Heroes Barcode Battler também foi lançado pela Epoch Co. em 1992. A versão do PC Engine foi lançada nos Estados Unidos para TurboGrafx-CD e foi o único jogo da série lançado nos EUA até The Legend of Heroes: A Tear of Vermillion, o remake para PSP de The Legend of Heroes IV: Akai Shizuku que falaremos mais pra baixo.

A versão de 1995 do Super Famicom (o Snes Japonês), foi transmitida para os lares exclusivamente pela plataforma Satellaview com o nome de BS Dragon Slayer Eiyu Densetsu. Em 1998 um remake do jogo foi vendido em um bundle junto ao segundo game, Dragon Slayer: The Legend of Heroes II, esse remake foi lançado no Playstation e no Sega Saturn.

Em 1996 a versão do PC-9801 foi portada para o MS-Dos pela Mantra e pela Samsung mas apenas na Coréia. Em 1997 essa versão foi então lançada para o Windows 95 e posteriormente 98.

A soundtrack do game foi composta por Mieko Ishikawa e Masaaki Kawai da Falcom Sound Team JDK. A versão do TurboGrafx-16 recebeu um re-arranged feito por Ryo Yonemitsu, que já havia trabalhado em Re-Arrangeds da série Ys e com a Namco em Megami Tensei I.

Em algum lugar ao longo do tempo, encontra-se Isrenasa, um mundo abençoado pela paz e tranquilidade. Cercadas por mares de cobalto cintilante, as terras de Isrenasa já foram divididas em cinco reinos: Farlalyne, Wyndgard, Norland, Sordis e Mortavia. Uma noite, o próspero Reino de Farlalyne foi invadido por monstros selvagens. Apesar das probabilidades esmagadoras, Farlalyne conseguiu prevalecer às custas de seus soldados e do rei.

Sem líder para governar, o barão Drax assumiu o lugar do jovem príncipe Logan, de 6 anos, jovem demais para suceder o trono. Para a segurança do jovem príncipe, ele foi enviado para a cidade do exílio até seu aniversário de 16 anos. 10 anos depois, o adolescente príncipe Logan, criado livremente realizava os preparativos para sua coroação que ocorreria em 2 meses. No entanto, a cidade do exílio foi atacada por monstros, assim como Farlalyne. Logan conseguiu escapar e descobriu a verdade por trás dos ataques de monstros realizados por Barão Drax para usurpar o trono. Em uma jornada com novos companheiros a aventura de Logan começa a recuperar o trono que é seu por direito.

Com combates por turno no estilo de Dragon Quest onde não vemos o protagonista em batalha apenas os inimigos. O jogo segue a mecânica básica de RPG de se mover pelo mapa, lutando contra monstros para subir de nível e descobrindo dicas dos NPCs. Temos comandos de Atacar, Spells, Defender, Usar Itens, Trocar equipamentos a custo de um turno, Auto Battle, e fugir do combate.

A party do príncipe ainda consiste de Ethan, um monge, Markus um mago especialista em magias de fogo, Giles um ladrão e Sonia uma garota membro da Resistência contra Drax.

Dragon Slayer : The Legend of Heroes II – PC-8801 (JP 1992), PC-9801 (JP 1992), PC Engine CD (JP 1992), FM Towns (JP 1993), Super Famicon (JP 1993), Mega Drive (JP 1995), Playstation (JP 1998 no Bundle com o primeiro jogo), Sega Saturn (JP 1998 no Bundle com o primeiro jogo)

 Continuação direta do game anterior, 20 anos após o jogo anterior, a paz retorna a Isrenasa mais uma vez após a derrota de Naja, o deus dos demônios, e nossos heróis seguem caminhos separados. O príncipe Logan retorna a Farlalyne e se casa com sua namorada, Mica, e dá à luz seu primeiro filho, Atlas. Um dia, Isrenasa é atingida por um terremoto de origem desconhecida e pessoas estranhas são vistas (homens em trajes espaciais na perspectiva do jogador). Tais homens são encontrados mortos onde os eventos da história do jogo começam a acontecer. Durante esse período, o então príncipe Atlas de 15 anos começa a história como seu pai, na cidade do exílio até ser aconselhado a viajar por Isrenasa e ajudar os afetados pelos terremotos enquanto descobre o desconhecido no mundo por seus direitos à sucessão do trono.

A equipe do então principe Atlas consiste do mago Rando, a heroína Flora, Cindy um homem com amnésia que Atlas encontra durante sua jornada, Reshia uma integrante da resistência mestra em disfarces, Fraad que veste roupas espaciais e Godwin II, imperador de Fagesuta.

O segundo jogo da série usa o mesmo estilo de combate e comandos do antecessor, sem muitas alterações.

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Trilogia Gagharv

The Legend of Heroes III – White Witch ou The Legend of Heroes II : Prophecy of the Moonlight Witch – PC 8801 (JP 1994, 1995,1996), Sega Saturn (JP 1998), Playstation (JP 1998), PC Windows (JP 1999), PSP (JP 2004, ENG 2006)

 Há muito tempo, uma garota viajou por Tirasweel. Seus cabelos prateados brilhavam mesmo à luz da lua e seus olhos eram claros como uma fonte. Ela poderia lançar um olhar para o futuro. Quando coisas boas aconteciam, as pessoas a admiravam. Quando coisas ruins aconteciam, as pessoas a acusavam. Algumas pessoas a chamavam de bruxa do luar. E então ela desapareceu, deixando muitas perguntas para trás. Ragpick Village, Gagharv, ano 992. Um jovem chamado Jurio e sua amiga de infância Christina estão viajando por Tirasweel para realizar sua peregrinação e tornar-se adultos de pleno direito. Ao longo do caminho, eles conhecem várias pessoas, visitam os Santuários e vêem as visões fornecidas pelo Espelho Mágico. Mas nenhum deles sabe que sua jornada descobrirá a verdade por trás da Bruxa do Luar .…

O terceiro jogo da agora série independente, The Legend of Heroes III saiu originalmente em 1994 para o PC-8801 e recebeu mais tarde versões para o Saturn e PSX, assim como os Pcs com Windows no final da década de 90, mas foi em 2006 que o game chegou ao PSP em inglês pela primeira vez.

Entretanto um erro de localizações confundiu a nomenclatura da trilogia na América do Norte, já que o quarto jogo, A Tear of Vermillion chegou um ano antes em inglês e tentando evitar confusão com a ausência do terceiro jogo, a Bandai removeu o IV do nome, quando o terceiro jogo foi lançado em 2006, ele recebeu um II no título.

O game usa um sistema de combate que pode ser considerado a ideia primitiva do atual sistema usado na série. Com combates por turnos e uma camera quase que “top-down” cada ataque e spell possuí um raio de alcance, entretanto os jogadores não tem a opção de mover os personagens em campo. O combate portanto, deixou de ser em primeira pessoa.

O time de personagens centrais da trama além de Jurio e Chris conta com Shirla, uma ladra desastrada que sempre tem seus planos atrapalhados por seu companheiro Goose, Vovô Lap, um senhor morador de uma cabana fora dos portões de Ragpick. Seu nome real é Michel de Lap Heaven, ele aparece mais jovem nos outros games da trilogia Gagharv. Ainda tem Lodi um espachim da vila de Tegura, Alf um viajante encontrado perto de Nelva, Morrison um mago com um interesse especial em Goose, Filly uma doce garota com conhecimento em medicamentos, sempre acompanhada de seu amigo Bang-Bang um filhote de Urso e que tem uma grande queda por Jurio. Huck, o tio de Christina sempre encontrado perto de localizações onde atos da bruxa foram avistados e Gueld, a Bruxa do Luar.

The Legend of Heroes IV – A Tear of Vermilion ou The Legend of Heroes: A Tear of Vermillion – PC-9801 (JP 1996), Playstation (JP 1998), PC Windows (JP 2000), PSP (JP 2005, ENG 2005)

 Lançado em inglês no PSP em 2005 como sendo o primeiro jogo da série, o quarto The Legend of Heroes, de fato, cronologicamente acontece antes do terceiro.

Cinquenta e seis anos antes dos eventos de "Moonlight Witch". A história se passa na terra fictícia de El Phildin e começa com uma visão do passado. Avin e Eimelle são crianças órfãs, de 10 e 8 anos, respectivamente, que vivem numa Catedral depois de serem acolhidas pelo sumo sacerdote Esperius. Avin é visto trazendo leite para uma gatinha que Eimelle trouxe para dentro da capela. Em pouco tempo, a oráculo Ollesia aparece. As crianças entram em pânico por serem pegos com o animal, mas Ollesia não parece muito preocupada com isso, gritando para que se protejam.

A Catedral está sob ataque. Lorde Bellias e seus servos atacam a capela. Ele revela o motivo de sua visita não tão amigável à Catedral: ele está atrás de Eimelle, que ele chama de "Filha de Durga". Bellias é parado pelo Sumo Sacerdote Esperius, que ganha tempo para que Avin, Eimelle, o gatinho e Ollesia escapem.

A versão original de PC-9801 possuí um sistema de progressão e combate totalmente diferente das versões subsequentes do Windows, Saturn, PSX e PSP. No PC-98 é possível trocar livremente entre os personagens da party, enquanto nas outras versões a party é determinada de acordo o capítulo. Outra grande diferença é o fato do ganho de Experiência se dar após as cutscenes ao invés de combates. Após o aumento de nível a quantidade de XP é resetada, combate na versão do PC-98 usa um sistema de combate tático ao contrário do tradicional turn-based das outras versões. No PC-98 também só é possível salvar em Inns, Tents e durante combate, nas versões seguintes é possível salvar a qualquer momento. Finalizando as diferenças, na versão original os personagens só podem aprender magias de acordo o seu elemento de proficiência, já nas versões seguintes existem 4 tipos de elementos e o mesmo personagem pode aprender diferentes tipos, o elemento de Alvin é sempre o de Black Magic, enquanto que no PC-98 é possível escolher o seu elemento após os eventos iniciais.

Os personagens principais além de Avin e Eimelle ainda contam com , Rutice a heróina da metade final do game, membro dos hereges sob o comano de Belias mas que se rebela após percebem a crueldade dos métodos exercidos por ele. Mile amigo próximo de Avin. Shannon uma garota pura e inocente que é resgatada pela equipe de Avin e se apaixona por Mile. Martie um aventureiro em treinamento para se tornar ministro da família real. Muse uma mulher misteriosa que ajuda os heróis a enfrentar a gang de Syamseal. Douglas conhecido como a espada relâmpago, um dos melhores aventureiros da guilda em treinamento para herdar a espada de seu grande mestre. Lucias, rival declarado de Douglas, também treinado pelo mesmo mestre. Archem uma jovem garota da floresta dos espíritos. Barão Conrad, o líder de Balloa. Rael excepcional estudante de magias que sempre foge das aulas preocupando seus professores. Elenoa, professora de Rael, na versão do PC-98 ela é creditada com 20 anos, enquanto que ela tem 26 nas versões posteriores. Michel de Lap Heaven, um feiticeiro misterioso que ajuda Avin, Rutice e Gawaine, e aparece nos outros games da trilogia. Rouca, irmão de Rutice, ao contrário de Rutice, Rouca tem grande aptidão as artes industriais e mecânicas. Gawaine o sábio do poder que serve a igreja de Bardus e por fim, Dominique, a “filha de durgas” antes de Eimelle.

The Legend of Heroes V : Cage of the Ocean ou The Legend of Heroes III : Song of the Ocean – PC Windows (JP 1999), PSP (JP 2006 ENG 2007)

O quinto jogo da série, lançado por aqui como terceiro, na verdade é o segundo jogo da trilogia Gagharv….confuso ?

 Song of the Ocean se passa em um reino conhecido como Weltluna, que já foi o centro de uma civilização antiga conhecida como a tribo da água. A tribo era extremamente poderosa e criavam canções tão facilmente quanto um mágico lança feitiços. Sua brilhante conquista foi uma obra-prima composta por 24 versos separados que, embora poderosos por si mesmos, diziam ter a capacidade de salvar o mundo. Infelizmente, a Tribo da Água e sua música mística desapareceram, ficando conhecida como Melodia Perdida, até que um lendário músico ressuscitou os versos perdidos, chamando a música de Melodia da Água. Com medo do poder combinado dos versos, ele gravou os versos em pedras e os espalhou por Weltluna.

Os jogadores assumem o papel de um jovem músico conhecido como Forte, que se dedica a tocar música com sua melhor amiga, Una e seu talentoso avô trovador McBain. De fato, eles formaram uma empresa de música itinerante. Um dia, McBain recebe um livro com algumas das frases perdidas da melodia da água e o trio acidentalmente tropeça em um mapa mágico que mostra a localização das 24 pedras. Ansioso para recuperar toda a Water Melody, o trio, juntamente com o fiel cão de McBain, Jan, viajaram pelo mundo de Weltluna em busca das pedras e da aventura. Ao longo do caminho, a empresa reunirá novos membros do grupo (com seis personagens por vez) e tentará se destacar como músicos.

Song of Ocean trouxe uma novidade nos combates que seria o pílar das próximas trilogias, a invés de Random Battles, agora era possível ver os inimigos no mapa. Você também notará o tipo de disposição que eles têm em relação a você e a seu grupo, seja medroso, neutro ou hostil. Isso significa que uma vez que seu grupo se torne suficientemente forte, os jogadores poderão escolher quais monstros você desejará enfrentar e quais você rejeitará como insignificantes. Obviamente, escolher entrar em uma batalha apresentará várias opções, como iniciar um ataque, usar magia, habilidades, itens ou potencialmente fugir.

A equipe de heróis, além de Forte, Una e McBain também é composta por Jan & Rick, Jan é o cão de McBain, mais tarde no game Jan encontra o rato Rick e ambos se tornam bons amigos. Shao é um velho amigo de McBain, e toca arcordeon. Rachel, filha de Shao é vocalista. Altos um padeiro violinista que derrota Forte no recital de Pinzel. Aria, irmã de Altos e uma das sacerdotes da tribo da água, suas canções tem poder de curar e retirar efeitos negativos. Palman, um oficial do império de Numeros. Aida um controlador de marionetes que vive em Ecure, ele pode usar seus marionetes para atacar e por fim Duorl, príncipe de Burodain e descendente da tribo da água.

Além destes, personagens como Avin, Mile e Rouca de A Tear of Vermillion aparecem para ajudar os heróis do game.

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Decalogia Kiseki

A série então entrou numa linha com 9 jogos (10 contanto um recém anunciado), a série Kiseki, que ficou conhecido no lado ocidental como Trails, os então 9 games já lançados de Kiseki são divididos em 1 trilogia (Sora no Kiseki, ou Trails in the Sky) 1 Tetralogia (Sen no Kiseki ou Trails of Cold Steel) e uma Duologia (Zero e Ao no Kiseki, Trails of Zero e Trails of Blue respectivamente conhecida como Arco Crossbell)

O novo game, Hajimari no Kiseki ainda não tem muitos detalhes de enredo revelado, então fica aqui apenas a menção no momento

Trilogia Sora no Kiseki

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The Legend of Heroes VI Sora no Kiseki ou The Legend of Heroes Trails in the Sky – PC Windows (JP 2004, ENG/EUR 2014), PSP (JP 2006 ENG 2011 EUR 2011), PS3 (JP 2012), VITA (JP 2015 Versão Evolution)

 Lançado originalmente para o PC em 2004 e posteriormente para o PSP em 2006, ambos no Japão, no mesmo ano a Xseed adquiriu os direitos com a Nihon Falcom, mas só conseguiu entregar o game em 2011 devido ao grande quantidade de texto necessária para traduzir e localizar.

Em Trails in the Sky, o jogador controla um elenco de personagens, embarcando em várias missões para progredir na história. Existem dois tipos diferentes de mapas ao navegar no mundo superior do jogo: mapas de campo e mapas da cidade. Nos mapas de campo, os inimigos vagam e uma batalha se inicia se o jogador entrar em contato com um, é possível ve-los no mapa e evita-los caso o jogador queira. Nos mapas da cidade, o jogador pode visitar várias lojas para comprar itens, reabastecer a saúde em uma pousada e, nas principais cidades, assumir e relatar missões à guilda local. Além disso, o jogador pode interagir com vários personagens não jogáveis

Um aspecto único trazido a partir de Trails in the Sky é que o diálogo de cada NPC muda à medida que o jogo avança, permitindo ao jogador acompanhar as histórias secundárias que acompanham os NPCs durante o jogo. O combate ocorre em uma grade e é baseado em turnos. A ordem dos turnos do personagem é determinada por um medidor chamado de AT. Durante o turno do personagem, o jogador pode se mover ou fazer um ataque. Além do ataque normal, cada personagem também tem três outros métodos disponíveis para ação: Artes, Crafts e S-Crafts. Artes são feitiços mágicos que os personagens podem usar para atacar oponentes ou apoiar colegas de equipe, mas devem ter um turno adicional para serem carregadas.

Crafts são habilidades específicas do personagem que são semelhantes às Artes, mas podem ser usadas no mesmo turno; no entanto, eles utilizam um medidor especial chamado "Craft Points" (CP) para o custo de uso. S-Crafts são crafts energizados que podem ser realizados quando um personagem tiver mais de 100CP, mas esgota completamente o medidor de CP ao usá-lo. S-Crafts adicionais são S-Breaks, que permitem que os personagens realizem um S-Craft imediatamente, independentemente da ordem de turno.

Um componente adicional em combate são os bônus AT, que concedem efeitos de bônus em determinados turnos durante a batalha, visíveis na barra AT. Se o jogador perder uma batalha, o jogo termina. É permitido ao jogador repetir a batalha continuamente e, posteriormente, diminuir a dificuldade da batalha para cada tentativa; caso o jogador não queira diminuir a dificuldade, pode desativá-lo no menu de configurações.

Após a Revolução Orbal, a vida das pessoas se tornou significativamente mais produtiva a partir do uso de aparelhos mecânicos chamados Orbment e da energia misteriosa que ela gera. A partir de então, a vida cotidiana das pessoas transcendeu além do progresso normal a partir da construção de Orbalships, grandes naves voadoras e outras inovações que se seguiram. Mas grande prosperidade pode levar a novos conflitos, enquanto muitas nações têm outros usos para o Orbment, criando-os para o desenvolvimento de armas por exemplo.

No orgulhoso e independente Reino de Liberl, os alegres irmãos Estelle Bright e Joshua Bright deixam sua cidade natal para se tornarem Bracers oficiais, especialistas em combate e habilidades de investigação que ajudam os que estão ao redor com vários problemas.

O jogo se passa 10 anos depois da invasão do no Reino Liberl pelo Império Ereboniano. A história começa com a protagonista principal, Estelle Bright, de 11 anos, esperando seu pai, Cassius, voltar para casa para passar a noite.

Quando ele o faz, ele traz de volta um menino chamado Joshua. Cassius adota o menino como seu filho, criando os dois como irmãos. Cinco anos depois, Estelle e Joshua, agora com 16 anos, decidem seguir os passos de seu pai, tornando-se Bracers, membros de uma guilda que lida com trabalhos estranhos (especializados em investigações e combate) para manter a paz geral. Logo depois, Cassius recebe uma carta, fazendo com que ele deixe sua cidade natal, Rolent, a negócios. Durante a ausência de Cassius, Estelle e Joshua encontram um homem chamado Alba, um arqueólogo que procura ruínas para o Aureole. Posteriormente, o cristal de Rolent é roubado da casa do prefeito por um grupo denominado de Sky Bandits. Estelle e Joshua se unem a Scherazard, amiga de Cassius, que cuidou de Estelle desde pequena. Eles recuperam o cristal, mas não conseguem capturar os bandidos. Eles retornam a Rolent, onde são informados de que o dirigível de Cassius nunca pousou em seu destino e desapareceu. Estelle, Joshua e Scherazard partem então para Bose, onde o navio de Cassius estava originalmente indo.

Durante a jornada Estelle e Joshua conhecem aliados e inimigos, entre eles Olivier Lenheim, um homem misterioso do império de Erebonia que se entitula um bardo viajante. Agate Crosner, um Bracer de Rank-B conhecido como “Heavy Blade” e que tem uma certa aversão a trabalhar com Bracers de menor classe. Kloe Rinz, estudante da Academia Real de Jenis que trabalha meio periodo no orfanato de Mercia e esconde um grande segredo. Tita Russell, Neta do grande Albert Russell, um dos criadores da tecnologia dos Orbments e Zin Vathek, um Bracer de Rank-A mestre na arte Taito da republica de Calvard.

The Legend of Heroes: Sora no Kiseki SC ou The Legend of Heroes: Trails in the Sky SC – PC Windows (JP 2006, ENG/EUR 2015), PSP (JP 2007 ENG/EUR 2015) PS3 (JP 2013) VITA (JP 2015 Versão Evolution)

Continuação direta do game anterior, o segundo capítulo de Trails in the Sky traz Estelle na busca pelo agora desaparecido Joshua. Entretanto a história possuí o dobro de duração do anterior.

O game todo é exatamente como o primeiro em combate, exploração e nos mapas visitados por Estelle, ou no caso, revisitados, contando inclusive com os mesmos personagens mas introduzindo novos de acordo a história se desenvolve, como Kevin Graham um jovem padre da Igreja de Septian

O save do primeiro jogo pode ser transferido no inicio do segundo capítulo, esse feito rende ao jogador alguns itens extras e um impulso no começo do game. O Sistema de Orbs foi expandido, dando opção do jogador realizar upgrades nos cristais de quartz, destravando assim artes e crafts mais fortes. Um Cassino também está presente no game e mini-games como Poker também.

The Legend of Heroes: Sora no Kiseki The 3rd ou The Legend of Heroes: Trails in the Sky The 3rd – PC Windows (JP 2007, ENG 2017), PSP (JP 2008), PS3 (JP 2013), VITA (JP 2016 versão Evolution)

Continuação de SC, o terceiro capítulo de Trails in the Sky traz Kevin Graham como protagonista acompanhado de sua escudeira e sacerdote Ries Argent. Meio ano após o evento da Calamidade de Liberl, Kevin e Ries são designados a recuperar um artefato peculiar dos restos da Arca de Liberl. Até que uma noite, o misterioso artefato brilha forte e ativo, puxando Kevin e Ries para uma dimensão desconhecida chamada Phantasma. Enquanto explora para sair do reino das ilusões e do misterioso Senhor de Phantasma, que domina tudo, o misterioso artefato também atrai outros companheiros familiares das conexões de Kevin, enquanto ele enfrenta as "sombras" de seu próprio ser.

O terceiro game da série Sky foi lançado em inglês exclusivamente para o PC via Steam e GOG, a Falcom e a Xseed se uniram depois de perceber a crescente popularização da série na plataforma, bem como os bons resultados de vendas dos dois primeiros games, a Xseed então realizou a compra de uma tradução que havia sido feita por um grupo de fãs realizando as correções necessárias

Todos os personagens presentes no primeiro e segundo capítulo aparecem para completar o arco de Sora no Kiseki, o sistema de combate trouxe algumas novidades desta vez os inimigos têm afinidades com os três elementos superiores de tempo, espaço e miragem. Outras adições são os bônus de turno chamado de "rush", que permitem ao jogador executar duas ações ao mesmo tempo, "guard", que anula qualquer dano, "vanish", que faz um alvo desaparecer por alguns turnos, e "Death", que dá ao ataque o efeito de uma morte instantânea. Nas dungeons do jogo, o jogador encontrará portas gravadas com símbolos da lua, estrelas e sol, que acionam, respectivamente, cenas de histórias longas, cenas de histórias curtas e mini games Essas cenas geralmente contam a história de eventos passados nos games anteriores e podem apresentar batalhas randômicas. Por capítulo da história, seu progresso desbloqueia um novo corredor de subdimensão dentro de Phantasma, que são todas as realidades alteradas dos locais dos 2 jogos anteriores de Sky.

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Arco Crossbell

The Legend of Heroes: Zero no Kiseki ou The Legend of Heroes: Trails of Zero (Trails from Zero) – PSP (JP 2010), PC (CHN 2011 JP 2013) PS4 (JP 2020 Remasterizado)

O jogo se passa três meses após o final de The Legend of Heroes: Trails in the Sky the 3rd, em Crossbell, localizado entre o Império Ereboniano e a República de Calvard. Como resultado, o país foi dividido em diferentes seções, cada uma representando o poder que as controla. A arquitetura de estilo renascentista estava presente no lado da Erebonia, e a arquitetura de estilo oriental (um pouco semelhante à de Chinatown) se destacava no lado de Calvard. O enredo do jogo gira em torno de Lloyd Bannings, um investigador novato que recentemente se juntou à força policial de Crossbell para investigar a morte de seu irmão três anos antes. O jogo segue ele e seus amigos ao longo de suas aventuras em Crossbell como policiais, revelando a verdade sobre a morte de seu irmão e, finalmente, desvendando as tramas ocultas que aconteceram nos bastidores.

Zero utiliza o mesmo sistema de combate da trilogia de Sora no Kiseki, mini-game como pesca e o Cassino também estão presentes

A equipe de heróis além de Lloyd ainda consiste de Elie MacDowell, neta do prefeito de Crossbell que retornou ao país após estudar política e as leis dos países vizinhos. Tio Plato, empregada pela 'Epstein Foundation', uma empresa conhecida como a principal potência do continente em tecnologia orbal. Ela foi enviada a Crossbell para testar o protótipo da equipe orbal desenvolvida pela fundação e foi designada para o SSS como uma das colegas de equipe de Lloyd. Randy Orlando, o mais velho da equipe ele fazia parte da Força Guardiã Estadual de Crossbell (CSGF), mas foi afastado devido a uma briga com o comandante em chefe. Ele foi recomendado para se tornar parte da recém-formada Seção de Suporte Especial da polícia de Crossbell pela segundo em comando, Sonya Balz.

Estelle e Joshua de Sora no Kiseki também retornam como Guest characters.

The Legend of Heroes: Ao no Kiseki ou The Legend of Heroes: Trails of Blue (Trails to Azure) – PSP (JP 2011), PC (CHN 2013), VITA (JP 2014 Versão Evolution) PS4 (JP 2020 remasterizado)

Continuação direta de Zero, como mesmo o começo dele já é spoilers do game anterior evitarei citar plot.

O gameplay também se mantém inalterado. A Party agora conta também com Noel Seeker, uma oficial estelar da Força Guardiã de Crossbell. Ela é designada para o SSS como membro de reserva. E Lazy Hemisphere, líder da quadrilha Testaments da região central de Crossbell. Um adolescente tímido e com potencial maior do que ser um simples delinquente.

Zero e Ao no Kiseki não possuem tradução oficial da Falcom, entretanto ambos foram anunciados para ao próximos meses no PS4 em versão remasterizada no Japão, além de terem versões localizadas já confirmadas mas sem data de lançamento.

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Tetralogia Sen no Kiseki

The Legend of Heroes: Sen no Kiseki ou The Legend of Heroes Trails of Cold Steel – PS3 e VITA ( JP 2013, ENG 2015, EUR 2016), PC (JP/ENG/EUR 2017) PS4 (JP 2018, ENG/EUR 2019)

Dessa vez o cenário da nova saga é o Império Ereboniano, o primeiro Trails of Cold Steel ocorre após a série Trails in the Sky e durante o mesmo período da série de jogos Crossbell. O enredo do jogo é centrado em torno de Rean Schwarzer e de seus colegas da "Classe VII" na Academia Militar Thors, uma classe recém-formada, composta por nobreza e plebe ereboniana, sendo a única em toda a academia que não segrega com base na classe social . O jogo segue a Classe VII durante todo o ano letivo de março a outubro, concentrando-se principalmente em seus estudos de campo que os levam a várias cidades e áreas de Erebonia.

O principal objetivo de fazê-lo é que a classe testemunhe em primeira mão a realidade do império, pois a luta pelo poder entre a nobreza, liderada por quatro grandes casas aristocráticas, e os reformistas da classe trabalhadora liderados pelo chanceler Osborne, ameaça levar a civilização à guerra. Ao mesmo tempo, os estudantes entram cada vez mais em conflito com um grupo terrorista mais tarde conhecido como Frente Imperial de Libertação, liderado pelo líder mascarado, mas carismático, conhecido apenas como "C".

A jogabilidade básica é semelhante aos títulos anteriores de Trails, com combates em turno, dessa vez completamente em 3D. A maior mudança no sistema de batalha o novo recurso de "Tactical Link System", que permite aos jogadores acompanhar três tipos diferentes de ataques de link, causando dano adicional e fornecendo vários outros benefícios. Os Tactical Links se tornam um recurso mais útil para o jogador à medida que a história avança e os personagens aumentam seus "Níveis de Link" com outros personagens. Outra mudança é o sistema de Orbment. Trails of Cold Steel herda o sistema "Master Quartz" de Ao no Kiseki. O jogo possui controle de câmera de 360 graus, modelos de personagens totalmente em 3D e conversas totalmente dubladas entre os personagens durante os principais momentos da história, todos novos recursos da série Legend of Heroes que só foram introduzidos nos games anteriores em suas reedições Evolution. Os jogadores também podem transferir dados salvos entre as versões PlayStation 3, Vita e PlayStation 4 usando a função de cross-save.

Cold Steel também herdou muito de Shin Megami Tensei Persona, principalmente 3 e 4, se passando também dentro de uma escola, existem diversos mini-game, sistemas de “aulas” que rendem pontos de AP para Rean, estudos de campo entre outros.

The Legend of Heroes : Sen no Kiseki II ou The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel II – PS3/VITA (JP 2014, ENG/EUR 2016), PC (JP/ENG/EUR 2018), PS4 (JP 2018, ENG,EUR 2019)

O jogo é uma sequência direta de Trails of Cold Steel e começa um mês após o seu término. Rean Schwarzer escapou ao lado de seu Cavaleiro Divino, Valimar. Ele chega à sua cidade natal, Ymir, com a ajuda do irmão Toval, mas Rean rapidamente encontra ele e seus entes queridos pegos no fogo cruzado da guerra civil da Erebonia. Os oponentes de Rean são a Noble Alliance, que fez parceria com a Frente de Libertação Imperial do jogo anterior, bem como a Ouroboros - um grupo recorrente de antagonistas da série Trails. Os estudantes da Academia Militar de Thors, incluindo os da classe VII, estavam espalhados por todo o país, de modo que Rean tenta reunir todos novamente para acabar com a guerra civil e salvar aqueles de quem gosta.

O gameplay é muito semelhante ao primeiro Trails of Cold Steel, um JRPG tradicional com batalhas por turnos. O jogo não está, no entanto, vinculado à estrutura do cronograma escolar do original, com o jogo agora é centrado em viajar pelo mundo em vez de assistir às aulas. Se o jogador tiver um arquivo de salvamento do jogo anterior concluído, ele terá efeito em Cold Steel II, com certos eventos e diálogos sendo executados de maneira diferente com base nas escolhas e relações construídas no jogo anterior.

The Legend of Heroes: Sen no Kiseki III ou The Legend of Heroes: Trials of Cold Steel III – PS4 (JP 2017, ENG/EUR 2019) SWITCH (2020), PC (2020)

Novamente, sequencia direta do game anterior, iniciando um ano e meio após os eventos de Trails of Cold Steel II. A história é centrada no personagem principal Rean Schwarzer, agora professor militar, assim como em seus alunos e no resto de seus amigos da escola militar das duas entradas anteriores, explorando assuntos como as origens misteriosas do nascimento de Rean, e o que os outros têm feito desde os eventos dos jogos anteriores. O jogo também apresenta aparições de Tita e Agate, personagens de Trails in the Sky, assim como Tio e Randy, personagens de Trails from Zero e Trails of Azure

Quanto a gameplay, foi dada ênfase à aceleração das batalhas, incluindo tornar as transições em cenas de batalha mais fáceis e ser capaz de mapear mais comandos de batalha para botões específicos, em vez de vários menus, embora as batalhas ainda sejam principalmente baseadas em menus. Outras coisas a serem observadas, incluindo um novo sistema de Orbment, sistema Order e medidor de afeto redefinidos dos jogos anteriores.

The Legend of Heroes Sen no Kiseki IV : The End of Saga ou The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel IV: The End of Saga – PS4 (JP 2018, ENG 2020 anunciado, SWITCH (2021), PC (2021)

O Grande Crepúsculo começou, a terrível maldição se espalha por todo o Império Ereboniano. À medida que o poder do Ashen Chevalier, Rean Schwarzer, se torna incontrolável, seu verdadeiro eu começa a desaparecer. Enquanto o mundo caminha para o seu fim, o que os membros restantes da Original e da Nova Classe VII podem fazer para salvar seu amigo e seu mundo?

O jogo começa diretamente após os eventos no final de Trails of Cold Steel III, com os membros da Classe VII acordando na vila escondida de Erin.

Por fim, o gameplay de Cold Steel IV trás como novidade as Lost Arts, artes mais poderosas que as regulares mas que esgotam totalmente o EP quando usadas. Os sistemas de Orbments, Mini-Games e combates por turnos se mantém inalterado.

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And it's done.

Obrigado quem acompanhou mais um textão kkkkk

E até o próximo !  /o/

The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel III

Platform: PC
6 Players
1 Check-in

56
  • Micro picture
    rax · about 2 months ago · 2 pontos

    gostei da biblia

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    manoelnsn · about 2 months ago · 2 pontos

    Rapaz, deve dar trabalho fazer um texto desses! Excelente, como sempre!

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    rax · about 2 months ago · 2 pontos

    Vlw senpai pelo textao de joraeripege S2

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    gennosuke6 · about 2 months ago · 2 pontos

    Sensacional, véi, parabéns! Eu não tinha ideia que era uma franquia tão antiga. =O Eu conheci ela só à partir do Trails in the sky.

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    emphighwind · about 2 months ago · 2 pontos

    Escuto que a versão de PSP além da localização ruim, também tem mudanças de gameplay em relação ao de windows, não sei exatamente quais, mas com esta localização ruim nem dá pra criar coragem pra arriscar.

    Mas bem, acho que lost arts tinha em SenII, não consigo dizer que o sistema de batalha foram inalterados de Sora pra Crossbell com o lance de counter no dodge/miss.

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    gusgeek · about 2 months ago · 2 pontos

    Nem li, só dei like!! XD

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    speedhunter · about 1 month ago · 2 pontos

    Compartilhar pra ler depois

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    ectjunior · about 1 month ago · 2 pontos

    Só tenho um adendo a esse texto enorme e cheio de informações. Lost Arts não são "novidades" do Cold Steel IV, elas já apareceram no Cold Steel 2, você as pegava quando derrotava os Cryptids. Só no 3 que elas não deram as caras ( provavelmente pelo plot ) e voltarão no 4. Parabéns pelo texto.

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    artigos · about 1 month ago · 2 pontos

    Parabéns ! Seu artigo virou destaque!

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    pathicakes · about 1 month ago · 2 pontos

    Muito completo e informativo...parabéns!.

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    kess · about 1 month ago · 2 pontos

    Parabéns pelo trabalho! Li bastante, mas me dei conta que tava pegando uns spoilers, e prefiro jogar os games ao invés de simplesmente ler. E já dei uma olhada no de Y's, e o de Atelier tá salvo para quando eu começar a os jogar!

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